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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

PROPINA ILUSTRADA

Propina ilustrada
Brasil 22.12.16 

O Antagonista fez uma versão ilustrada do episódio de suborno relatado pelos procuradores americanos.
Em 2009, o Brazilian Official 1, ou presidente Lula...

... reuniu-se com "another Odebrecht executive", ou Emilio Odebrecht.


Emilio Odebrecht pediu para que Lula conversasse com seu ministro da Fazenda, o Brazilian Official 4, ou Guido Mantega, sobre vantagens para a Braskem.


Guido Mantega reuniu-se com Alexandrino Alencar, ou Braskem Employee 1...


... e escreveu num pedacinho de papel que queria 50 milhões de reais em propinas para a campanha de Dilma Rousseff, ou Brazilian Official 2.


The End.





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ITABUNA CENTENÁRIA SORRINDO... - Terceira vez

Terceira vez...

Casal mais feliz do que aquele não existia em toda a zona do cacau. E um dia, quando perguntaram ao velho fazendeiro o motivo de tanta compreensão, o homem explicou:

- No dia do nosso casamento, logo após a cerimônia no padre e no juiz, voltamos para a fazenda montados, eu numa mula e a mulher num cavalo. Após algum tempo de viagem a mula deitou-se no chão quase me derrubando.

- Primeira vez! - gritei.

Depois, com toda paciência procurei levantar o animal. 
Viajamos mais um bocado; depois a danada da mula se jogou no chão outra vez. Na queda, sujei a roupa e esfolei o braço e uma perna.

- Segunda vez! – gritei novamente.

Afaguei a mula, dei-lhe palmadinhas amigáveis no lombo, montei e seguimos viagem. Já perto da fazenda a mula se jogou no chão. Calmamente, olhei fixamente para minha mulher depois tirei o revólver da cintura e descarreguei seis tiros no animal, que não se levantou nunca mais.

Então a mulher botou a boca no mundo, disse que eu era perverso, ruim e tudo o mais. Quando terminou de xingar, gritar e chorar eu me limitei a dizer:

- Primeira vez! E – concluiu o fazendeiro – posso jurar que nestes trinta anos de casados não houve sequer uma segunda vez...


Extraído do livro O SORRISO DO CACAU DE Nelson Gallo

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OS OITENTA ANOS DO PAPA FRANCISCO

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Os oitenta anos do Papa Francisco

18 de dezembro de 2016
Roberto de Mattei (*)

            O Papa Francisco transpõe o limiar do seu 80º aniversário: Ingravescentem aetatem (idade avançada), conforme a define Paulo VI no motu proprio de 21 de novembro de 1970, cuja chegada impõe a todos os cardeais abandonar seus cargos, tirando-lhes até o direito de entrar no conclave. Paulo VI estabeleceu a regra para criar uma nova cúria “montiniana”, mas introduziu assim uma profunda contradição no âmago de uma prática mais do que milenar da Igreja. Porque se a idade é obstáculo para a condução de uma diocese ou de um dicastério, e até mesmo impede um cardeal de eleger um Papa, como se pode imaginar que, completados oitenta anos, possa um cardeal que se tornou Papa suportar o peso de guiar a Igreja universal?

Não são essas, contudo, as considerações que levaram o Papa Francisco a declarar em 12 de dezembro: “Eu tenho a sensação de que meu pontificado será breve, 4, 5 anos. […] Talvez não, mas tenho a sensação de que o Senhor me colocou aqui por pouco tempo. Mas é um sentimento, por isso deixo sempre a possibilidade aberta”. A verdadeira razão de uma possível abdicação parece ser não um enfraquecimento das forças, mas a consciência do Papa Bergoglio de ter-se embrenhado, menos de três anos após a sua eleição, naquilo que foi definido por Antonio Socci no “Libero” como o inexorável “crepúsculo de um pontificado” (20 de novembro de 2016).

O projeto do Papa Francisco de “reformar” a Igreja com a ajuda do Sínodo dos Bispos e de colaboradores dóceis enguiçou, e o balanço do Jubileu foi mais do que decepcionante. “O Papa Francisco fechou a porta santa, mas sua mensagem é acompanhada pelo ruído de uma crise subterrânea. Uma guerra civil está em curso na Igreja”, escreveu Marco Politi em “Il Fatto quotidiano” (21 de novembro de 2016). O conflito foi aberto, premeditadamente ou não, pelo próprio Papa Francisco, especialmente após a exortação Amoris laetitia, e hoje a Igreja não avança, mas afunda numa terra sulcada pelas fissuras de profundas divisões.

Alguém comparou o fracasso do pontificado do Papa Francisco ao de Barack Hussein Obama. Em três anos consumou-se em Roma aquilo que em Washington tardou oito anos: a passagem da euforia da primeira hora à depressão final, pelo fracasso total dos objetivos almejados.

Mas seria errado ler o pontificado do Papa Francisco em termos puramente políticos. Ele nunca poderia pronunciar o “yes, we can” de Obama. Para um Papa, diferentemente de um político, nem tudo é possível. O Sumo Pontífice tem poder supremo, pleno e imediato sobre toda a Igreja, mas não pode alterar a lei divina que Jesus Cristo deu à Igreja, nem a lei natural que Deus inscreveu no coração de cada homem. É o Vigário de Cristo, mas não o seu sucessor. O Papa não pode mudar as Sagradas Escrituras, nem a Tradição, que são a regra remota da fé da Igreja, mas deve submeter-se a elas.

É este o impasse diante do qual se encontra hoje o Papa Bergoglio. Os “dubia” apresentados pelos quatro cardeais (Brandmüller, Burke, Caffara e Meisner) [fotos acima] à Congregação para a Doutrina da Fé o colocaram num beco sem saída. Face ao teor da Exortação Apostólica Amoris laetitia, os cardeais pedem ao Papa para responder claramente com um sim ou com um não às seguintes questões: os divorciados que voltaram a casar no civil e não querem abandonar a situação objetiva do pecado em que se encontram têm o direito a receber o Sacramento da Eucaristia? E, de modo mais geral: a lei divina e natural ainda é absoluta, ou em alguns casos permite exceções?

A resposta atinge os fundamentos da moral e da fé católica. Se aquilo que era verdade ontem não o é hoje, aquilo que é verdade hoje poderia não sê-lo amanhã. Mas caso se admita que a moralidade pode sofrer uma mutação de acordo com os tempos e as circunstâncias, a Igreja está destinada a afundar-se no relativismo da sociedade fluida de nossos dias. Caso contrário, será então preciso remover o cardeal Vallini, Vigário de Roma, que na sua exposição durante o encontro da Conferência Pastoral da diocese do Papa, em 19 de setembro, disse que o divorciados novamente casados ​​podem ser admitidos à comunhão, de acordo com um “discernimento que distinga adequadamente cada caso”. Sua posição foi adotada em 2 de dezembro pelo jornal “Avvenire”, órgão da Conferência Episcopal Italiana, segundo o qual as disposições de Amoris laetitia eram “palavras muito claras sobre as quais o Papa colocou o seu imprimatur”.

Mas pode o Papa atribuir ao “discernimento” dos pastores o direito de quebrar a lei divina e a lei natural das quais a Igreja é a guardiã? Se um Papa tentar mudar a fé da Igreja, ele renuncia explícita ou implicitamente ao seu mandato como Vigário de Cristo e, mais cedo ou mais tarde, será obrigado a renunciar ao pontificado. A hipótese de uma reviravolta como esta não pode ser excluída no decurso de 2017. A abdicação voluntária tornaria possível ao Papa Francisco abandonar o campo como um reformador incompreendido, imputando à rigidez da Cúria a responsabilidade pelo seu fracasso. Se isso vier a acontecer, é mais provável que ocorra após o próximo Consistório, que permita ao Papa Bergoglio introduzir no Sacro Colégio um novo grupo de cardeais próximos dele, para influenciar a escolha de seu sucessor. A outra hipótese seria a de uma correção fraterna da parte dos cardeais, a qual, uma vez tornada pública, equivaleria a uma constatação de erro ou heresia.

Nada de mais errado, em qualquer caso, do que as palavras do cardeal Hummes: “São quatro cardeais. Nós somos duzentos”. Além do fato de que a fidelidade ao Evangelho não se mede de acordo com critérios numéricos, os duzentos cardeais aos quais se refere o cardeal Hummes nunca se distanciaram de seus quatro confrades, mas com o seu silêncio de algum modo tomaram distância do Papa Francisco. As primeiras declarações de apoio aos dubia, tanto pelo cardeal Paul Josef Cordes, ex-presidente emérito do Pontifício Conselho Cor Unum, quanto pelo Cardeal George Pell, Prefeito da Secretaria para a Economia, são significativas. Alguns já começam a quebrar o silêncio. Não são duzentos, mas são certamente mais de quatro.
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(*) Fonte: “Il Tempo”, Roma, 16-12-16. Matéria traduzida do original italiano por Hélio Dias Viana.




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DIAS DE NATAL - Wagner Albertsson

DIAS DE NATAL
  
EM ALGUMA IGREJINHA
DE ALGUM LUGAR
PEQUENO E REMOTO
PODE-SE OUVIR
AO LONGE OS 
DELICIOSOS TOQUES
DE UM SINO
ANUNCIANDO
O NASCIMENTO
DAQUELE QUE É
A LUZ DO MUNDO.
MAIS UMA VEZ
O SALVADOR RENASCE,
MAIS FORTE DO
QUE NUNCA NOS 
CORAÇÕES DOS
HOMENS HUMILDES.
AH ! QUE BOM SERIA
SE TODOS OS DIAS
FOSSEM DIAS
DE NATAL !


WAGNER ALBERTSSON

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O VERÃO CHEGOU! - Eglê S Machado

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O Verão chegou!


De Norte a Sul do país
Corações derreterão:
Brasileiro ri feliz,
Mais turistas chegarão
E todo o povo bendiz
A chegada do Verão!


Eglê S Machado
21/12/2016
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL




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AO CAIR DA TARDE - Expedita Maciel

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AO CAIR DA TARDE

QUANDO TUDO É MAIS CALMO
UM MISTO DE TRISTEZA, GRATIDÃO E ALEGRIA
INVADE TODO MEU SER

DA MINHA VARANDA, FICO OBSERVANDO OS ACONTECIMENTOS
QUE NOS CERCAM ANTES DO FULGOR DO DIA SER SUFOCADO PELO LÚGUBRE MANTO DA NOITE

OS HUMANOS VOLTAM DE SEUS EMPREGOS, DA LABUTA DIÁRIA
NOS MAIS VARIADOS VEÍCULOS, OU CAMINHANDO RUMO A SUA CASA,TOMAR UM BOM E REPOUSANTE BANHO, CURTIR BONS  MOMENTOS COM A FAMÍLIA E DANDO GRAÇAS A DEUS POR MAIS ESTE DIA, OUTROS VÃO NO SEU DESLEIXO PARA COM AS LEIS, COMETENDO INFRAÇÕES LEVES OU GRAVES NO TRÂNSITO, NA PRESSA ÁS VEZES PARA NADA, CORREM PARA O ÓCIO OU PARA OS VÍCIOS DIVERSOS

CONTEMPLO OS ÚLTIMOS RAIOS SOLARES
DE TONS AVERMELHADO, SENDO ENVOLVIDO SUAVEMENTE
PELO NEGRO MANTO DA NOITE,

OS PÁSSAROS RETORNAM FELIZES AOS SEUS NINHOS
PROCURAR CUMPRIR FELIZ SUA MISSÃO,
TRABALHAR E DESCANSAR NO SEU ACONCHEGO FAMILIAR,
ESPERANDO UM NOVO DIA RAIAR,

VOAM AS GRACIOSAS GARÇAS, ARARINHAS
E OUTRAS AVES COMO AS DE ARRIBAÇÃO
QUE COM MUITA AÇÃO, VOAM EM BANDO BEM PERFILADAS
PARA OUTRAS PLAGAS COM A MISSÃO DE PROCRIAREM
EM SEGURANÇA E CONDIÇÕES FAVORÁVEIS SUA DESCENDÊNCIA
E DEPOIS AO SEU LAR DEFINITIVO VOLTAREM

É NOITE! O SOL AGORA FOI NASCER, RESPLANDECER 
EM OUTRAS PLAGAS LEVANDO VIDA A TERRA E A TUDO QUE TEM VIDA
EU TENHO MEDO DO TERROR NOTURNO, 
DA ESCURIDÃO QUE É ATREVIDA, 
OUVIMOS PASSOS A NOS SEGUIREM
SENTIMOS PRESENÇA NEM SEMPRE CONSEGUIMOS OLHAR
QUESTIONAR PARA VER QUEM SERÁ, O MAL NÃO DORME
ATACA E MATA COM TRAIÇÃO

OUVIMOS GRITOS,LAMENTOS!
QUEBRANDO O POUCO SILÊNCIO DA NOITE
EM SOBRESSALTO SEI QUE É UM ASSALTO,
ALGUÉM MATOU UM TRABALHADOR, DEIXOU VESTINDO LUTO
A FAMÍLIA ÓRFÃO DE SEU ENTE QUERIDO

DEPOIS DA LONGA ESCURIDÃO DA NOITE,
COM TONS AVERMELHADOS, RAIOS DOURADOS
VAI O SOL TOMANDO SEU LUGAR, PARA MAIS UM DIA

DEUS NOS PRESENTEARÁ COM MUITAS BÊNÇÃOS ,
NOS DANDO MUITA FELICIDADE E,

NÓS COM O CORAÇÃO CHEIO DE GRATIDÃO
AGRADECEMOS LOUVANDO
A DEUS POR MAIS ESTE LINDO DIA

OBRIGADO, MEU DEUS!



Expedita Maciel

Autora do livro Vim, Vi e Venci

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LINDBERGH TEM DIREITOS POLÍTICOS CASSADOS PELA SEGUNDA VEZ EM UMA SEMANA


Lindbergh tem direitos políticos cassados pela segunda vez em uma semana

No Rio
20/12/2016
Jonas Pereira/Agência Senado

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) teve os seus direitos políticos cassados pela segunda vez em menos de uma semana por decisão do mesmo juiz. O titular da 7ª Vara Cível da Comarca de Nova Iguaçu-Mesquita, na Baixada Fluminense, Gustavo Quintanilha Telles de Menezes, determinou na segunda-feira, 19, a suspensão do petista por cinco anos.

O senador e ex-prefeito de Nova Iguaçu é acusado de improbidade administrativa. Ele também foi multado em R$ 640 mil, condenado a ressarcir os cofres públicos e teve bens móveis e imóveis bloqueados. Lindbergh é acusado de ter nomeado 11 pessoas para cargos comissionados entre janeiro de 2005 e abril de 2007 que seriam parentes e correligionários de um então aliado, o então vereador José Agostinho de Souza, em troca de apoio político.

Elas teriam exercido funções de natureza essencialmente privadas e de interesse exclusivo de Souza às custas do erário municipal. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio, os nomeados trabalhavam em um centro social localizado no reduto eleitoral do então vereador, prestando serviços a ele.

"As referidas nomeações foram realizadas pelo demandado Lindberg Farias, com evidente propósito de servir interesses políticos e privados do vereador José Agostinho fornecendo-lhe mão de obra gratuita, custeada com recursos públicos, para que o parlamentar prosseguisse desenvolvendo seus projetos sociais em seu centro social, captando, dessa forma, eleitores para o ex-chefe do executivo municipal", diz o juiz na sentença.

Descrição: http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1482331775205
O magistrado disse ainda que "embora não possa ser facilmente mensurado economicamente, o dano sofrido pela população atingiu gravemente o patrimônio imaterial e a vida de milhares de pessoas". Lindbergh foi prefeito de Nova Iguaçu entre 2005 e 2010, quando deixou o posto para se tornar senador.

Em outra decisão, o titular da 7ª Vara Cível de Nova Iguaçu cassou os direitos políticos do petista por quatro anos. Ele foi condenado por ter permitido o uso promocional de sua imagem, em dezembro de 2007 e no primeiro semestre de 2008, quando ocupava o cargo de prefeito de Nova Iguaçu. Na época, Lindbergh distribuiu caixas de leite e cadernetas de controle de distribuição com o logotipo criado para o seu governo impresso no material.

Outro lado
Em nota, o petista destaca que o fato de ser condenado pelo mesmo juiz de primeira instância pela segunda vez em menos de uma semana, que "aplica uma multa exorbitante por uma acusação esdrúxula". O senador diz ainda estranhar que "processos que se arrastavam por quase uma década sejam repentinamente alvo de decisão do mesmo magistrado, ignorando inclusive a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de arquivamento de inquéritos com o mesmo objeto".

"A perseguição é mais do que explícita. Novamente, informo que recorrerei e tenho plena convicção que a decisão será revertida e a Justiça prevalecerá", diz no comunicado. A respeito da condenação pelo uso de sua imagem, o senador também informou que está recorrendo da decisão. Ele destacou que a "mesma matéria já foi julgada em 2011 pelo STF que decidiu pelo seu arquivamento, com 10 votos a favor, por entender não haver indícios para incriminar-me".



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Justiça do Rio suspende direitos políticos do senador Lindbergh Farias.
Do UOL, em São Paulo
17/12/2016

A Justiça do Rio decidiu suspender os direitos políticos do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) por quatro anos. A decisão foi divulgada na noite de sexta-feira (16). O parlamentar promete recorrer.

A juíza Nathalia Calil Miguel Magluta, titular da 5ª Vara Cível da Comarca de Nova Iguaçu-Mesquita, na Baixada Fluminense, condenou-o por ter permitido o uso promocional de sua imagem, em dezembro de 2007 e no primeiro semestre de 2008, quando ocupava o cargo de prefeito de Nova Iguaçu (RJ) e se candidatava à reeleição.

Na época, o então prefeito distribuiu caixas de leite e cadernetas de controle de distribuição com o logotipo criado para o seu governo impresso no material. Na sentença, a juíza também condenou o ex-prefeito ao pagamento de multa no valor de R$ 480 mil.

"O réu usou seu cargo e o poder a ele inerente para beneficiar-se em sua campanha à reeleição. O réu causou dano ao gastar verba pública na criação do símbolo, sua inserção em campanhas e sua propagação, associada a seu nome, em situações em que não era necessário", escreveu a magistrada na sentença.

Lindbergh alega que o STF (Supremo Tribunal Federal) já o absolveu. "A Justiça de primeiro grau de Nova Iguaçu me condenou pela utilização de uma logomarca - um sol estilizado, com a inscrição 'Prefeitura de Nova Iguaçu' - em embalagens de leite de um programa municipal, alegando que isso seria promoção pessoal. Essa mesma matéria já foi julgada em 2011, pelo STF, que decidiu pelo seu arquivamento, com 10 votos a favor, por entender não haver indícios para incriminar-me", disse o senador por meio de nota enviada pela sua assessoria de imprensa.Descrição: http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1482047717719Descrição: https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1482047722895

"Estamos recorrendo dessa decisão para que a justiça seja feita e a verdade reestabelecida", finaliza o texto do petista.
Nesta semana, a juíza Marianna Medina Teixeira, da 4ª Vara Cível de Nova Iguaçu, também tomou uma decisão desfavorável ao parlamentar. Ela decidiu bloquear os bens dele depois de o Ministério Público apontar irregularidades no convênio firmado por Lindbergh para realizar a Bienal do Livro de Nova Iguaçu, em 2005, também durante o mandato como prefeito.




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