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segunda-feira, 3 de julho de 2017

DONS – Wagner Albertsson

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DONS

APRENDEMOS A
DESENVOLVER OS
DONS E A 
AUTOSSUFIÊNCIA
QUANDO SURGEM
AS DIFICULDADES.
SEM ELAS,
O HOMEM ESTARIA
ATÉ AGORA
ESTAGNADO
NAS CAVERNAS.
OS PROBLEMAS
SÃO OS PAIS
DA INOVAÇÃO
E OS INIMIGOS
DA OCIOSIDADE.
SEM OS OBSTÁCULOS
O HOMEM MORRERIA
DE TÉDIO.


WAGNER ALBERTSSON

* * *

sábado, 1 de abril de 2017

POESIA É ESPERANÇA E TANTAS OUTRAS COISAS MAIS! – Cláudio Zumaeta


Poesia é esperança e tantas outras coisas mais!


            Nosso magistral poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) trouxe para a poesia brasileira uma esperança inteiramente singular, ou melhor, ensinou-nos que a esperança nada tem a ver com pieguice ou fantasia melosa de um futuro inatingível. Drummond clarificou o belo e a simplicidade cotidiana. Sem nenhuma pretensão, expôs seus sentimentos, liberto de paradigmas e deixou-nos uma poesia imperecível, tão sublime quanto uma música de Bach, um quadro de Goya, uma peça de Shakespeare, uma trova de Patativa do Assaré. “A Flor e a Náusea”, por exemplo, é uma revelação angustiante de Drummond, frente à sua impotência diante do mundo moderno, falido, caótico e estúpido. Mas, ao mesmo tempo, o poeta mantém firme sua esperança teimosa, pulsante e arrebatadora diante desse mesmo mundo: “Uma flor nasceu na rua! Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu. Sua cor não se percebe. Suas pétalas não se abrem. Seu nome não está nos livros.

            É feia. Mas é realmente uma flor...” Esplêndida! Contundentemente bela! E se estou a falar de algo sempre novo, nada como ler Fernando Pessoa (1888-1935). Deste modo, encontramos Álvaro de Campos, heterônimo do grande poeta português, a nos dizer, nas entrelinhas, que a esperança move o mundo: “Dá-me lírios, lírios, e rosas também. Mas se não tens lírios, nem rosas a dar-me; tem vontade ao menos, de me dar os lírios, e também as rosas. Basta-me a vontade, que tens, se a tiveres, de me dar os lírios, e as rosas também. E terei os lírios – os melhores lírios – e as melhores rosas, sem receber nada. A não ser a prenda, da tua vontade, de me dares lírios, e rosas também.” Maravilhoso! Estupendo! Magnífico! Drummond e Pessoa representam a beleza que enfrenta a indiferença do mundo.

            E, se os trouxe aqui e agora, não o faço à toa. Sou motivado também por esse sentimento, inerente à poesia: a esperança! Porque o nascimento é uma expectativa, um arrebatamento, uma luz, uma promessa, uma poesia! E Ferreira Gullar (1930-2016)? Gullar disse poetizando sobre estar vivo ou estar morto (“Poema Sujo”) escreveu: “...Corpo meu corpo corpo que tem um nariz assim uma boca dois olhos e um certo jeito de sorrir de falar que minha mãe identifica como sendo de seu filho que meu filho identifica como sendo de seu pai... corpo que se pára de funcionar provoca um grave acontecimento na família: sem ele não há José Ribamar Ferreira não há Ferreira Gullar e muitas pequenas coisas acontecidas no planeta estarão esquecidas para sempre... [meu corpo] desde então segue pulsando como um relógio num tic tac que não se ouve (senão quando se cola o ouvido à altura do meu coração) tic tac tic tac enquanto vou entre automóveis e ônibus entre vitrinas de roupas nas livrarias nos bares tic tac tic tac pulsando há 45 anos esse coração oculto pulsando no meio da noite, da neve, da chuva debaixo da capa, do paletó, da camisa debaixo da pele, da carne...” E então perguntaram a Gullar porque ele escrevia poemas e ao que o poeta respondeu (“História humana”): “A história humana não se desenrola apenas nos campos de batalhas e nos gabinetes presidenciais. Ela se desenrola também nos quintais, entre plantas e galinhas, nas ruas de subúrbios, nas casas de jogos, nos prostíbulos, nos colégios, nas usinas, nos namoros de esquinas. Disso eu quis fazer a minha poesia. Dessa matéria humilde e humilhada, dessa vida obscura e injustiçada, porque o canto não pode ser uma traição à vida, e só é justo cantar se o nosso canto arrasta consigo as pessoas e as coisas que não tem voz.”

            É isso: nada e nem ninguém (especialmente os pretensiosos!) vencerá a poesia, posto que ela é a chama da esperança e tantas outras coisas mais!

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Claudio Zumaeta
Historiador graduado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC, Ilhéus – BA) Administrador de Empresas graduado pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL, Salvador-BA. Membro efetivo da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL




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domingo, 19 de março de 2017

COM SÃO JOSÉ - Eglê S Machado

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Com São José  


 Na dor, na desilusão,
 Continuarei de pé
 Mantendo meu coração
 Pleno do vigor da fé,
 Recebendo a proteção
 Do glorioso São José!

 Mesmo se min’ alma chora
 Continuarei  capaz
 De prosseguir mundo afora
 Na esperança e na paz
 Com São José, terna aurora
 Contra o inimigo falaz!


Eglê S Machado
  Academia Grapiúna de Letras-AGRAL
  Dia de São José 2017



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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DITADORES ODEIAM POESIA - Por Geraldo Maia


Ditadores odeiam poesia


Semana passada falei “en passant” no poeta Andaluz, Federico Garcia Lorca, autor, entre muitos, do verso “Verde que te quero verde. Verde vento. Verdes ramas”, e que morreu aos 38 anos fuzilado em 19 de agosto de 1936 pelos fanáticos militantes da ditadura do general Franco.

Pois é, os fanáticos, de direita, esquerda e de centro adoram fuzilar poetas, odeiam a poesia, odeiam livros, a não ser as suas fanáticas 'cartilhas' com as quais pretendem impor suas visões de mundo obsoletas, odiosas, e com o único objetivo de angariar muito poder financeiro, de mando e dominação. Livros são queimados e proibidos nas ditaduras, sejam socialistas ou capitalistas.

Garcia Lorca foi fuzilado porque era poeta e amava a liberdade, palavra insuportável para os ditadores socialistas e capitalistas.

O poeta encontrava-se sob os dois fogos da intolerância, a fascista e a socialista.

Nas eleições realizadas na Espanha um ano depois do golpe que derrubou a monarquia e instalou a república em 1931, os partidos de esquerda (Frente Popular) saem vitoriosos, mas as agremiações de direita recusam-se a aceitar a derrota, e arquitetam um golpe de estado.

Algumas regiões da Espanha recusam-se a capitular aos golpistas, especialmente as grandes cidades e centros industriais, e a Espanha entra em guerra civil.

Nesse momento o general Franco, desde as Ilhas Canárias, lança uma ofensiva contra a Frente Popular.

Das Canárias, Franco avança pelo Marrocos, chegando até o território espanhol.

Muito de seu sucesso é devido ao apoio da Itália Fascista e da Alemanha Nazista, que aproveitam para experimentar muitos de seus novos armamentos nos rebeldes da Frente Popular.

Internamente, Franco dispunha de apoio da Igreja católica, fator determinante de orientação do povo, além do apoio de boa parte da classe militar. Os rebeldes de esquerda receberão voluntários de todas as partes do mundo, as Brigadas Internacionais.

Em janeiro de 1938, Franco une os partidos de direita, tornando-se chefe de estado e de governo, instalando um regime ditatorial marcado pela repressão, tortura e fuzilamentos. Entre os fuzilados está o poeta Federico Garcia Lorca considerado também o maior dramaturgo espanhol.

Mas por que esse ódio todo dos ditadores contra os poetas e a poesia?

Na ex-união soviética vários poetas foram massacrados, a exemplo de Vladimir Maiakovsky, que foi 'suicidado'.

Em Cuba, centenas de poetas foram parar no paredão que Che Guevara tanto amava já que era um fanático defensor do fuzilamento de pessoas que questionassem o socialismo cubano e de outros países.

Aqui no Brasil vários poetas foram presos e torturados, alguns fuzilados, durante a ditadura militar.

Poetas, escritores, jornalistas, todo aquele que pensa, sente e faz por conta própria cai em desgraça diante dos fanáticos de direita e de esquerda.

Em VINHEDO temos o absurdo de uma jornalista processar dois jornalistas só porque não gostou do que eles escreveram e publicaram.

Vereadores processam de forma perversa jornalistas, jornais e populares só porque não tiveram suas ideias contempladas e denúncias contra os mesmos foram recebidas e publicadas.

Mas por que mesmo essa violência toda contra os que trabalham com a palavra, com ideias, com cultura, com literatura, com poesia?

Por que esse medo todo do poeta, da poesia, do artista, a ponto de eliminá-los, a não ser que se submetam aos seus ditames, o que é também uma forma de assassinato, mata a pessoa, mas a deixa viva, como zumbi alienado, lobotomizado, para servir de exemplo.

Então o que é mesmo a poesia? Digamos que a poesia é a linguagem Divina, em um mundo dominado quase que totalmente pelo poder satânico.

E satanás, em sua luta constante e inglória contra Cristo não dá trégua para nada que possa traduzir a palavra de Deus, do Bem, do Amor, do Perdão, da Humildade, da PAZ, para as pessoas.

Por isso, em determinados momentos é preciso se ficar em silêncio e deixar que só a poesia fale e que tudo o mais a escute porque quando o poeta recita Deus está se expressando, o poeta é o canal de expressão e a poesia é o enigma da Divindade em cada um de nós.

O poeta então é um instrumento de Deus e a poesia o Seu mistério.

A todo instante a poesia traz uma mensagem da Divindade em cada lugar, em cada montanha, mar, em cada rio, em cada sombra, luar, em cada frio, em cada sol, folha, pedra, grão, em cada pássaro, pedra, em cada verme, no pão, no lixo, no risco, no corisco, no silêncio, grito, sussurro, canto, a poesia está no riso e no amor, no frio e no calor, no louvor e na oração, a poesia é a palavra de Deus aos homens e mulheres, com o fio da poesia Deus trama o silêncio de Sua presença, por isso o grande momento da poesia é só silêncio, porque é Deus Se expressando, e nesse silêncio Deus nasce em você, e você dá à luz a poesia de Deus que salta de dentro do mistério, e isso não é lógico nem racional, é antes de tudo sobrenatural, pois trata-se da expressão da Verdade Divina poética, porque a verdade lógica é fruto da mente comum, limitada, a verdade poética é misteriosa, extraordinária, infinita porque vem de Deus, portanto não dá para argumentar com a poesia, poesia é arte porque Deus é o Artista Supremo, o Poeta Supremo, o Criador Supremo de tudo em todos os Universos.

Então, poesia não é lógica e nem é ciência "in vitro", e a arte não é um argumento, não dá para argumentar com a arte, com a poesia, se poesia é religação com a Divindade que através dela Se manifesta.

A poesia não se incomoda com argumentos, com a lógica porque é mistério, é o desconhecido em cada obra de Deus, você se sente absorvido para dentro da poesia que através de Deus ressuscita o que há de morto no seu interior. Nesse instante a poesia de Deus nasce em você sem que haja necessidade de convencer ninguém.

O poeta não tenta convencer, apenas dá o testemunho da obra de Deus através de Sua palavra poética. Mas se alguém fica convencido e se entrega a Deus, tudo bem, se não fica convencido, tudo bem, Deus é quem opera desse momento em diante, Deus Jesus Espírito Santo é quem transforma aos poucos a vida da pessoa e nesse sentido convicção não tem muita importância, se você for convencido através de argumentos jamais se tornará um poeta porque a comunicação com Deus tem uma linguagem específica chamada fé, que não tem nada a ver com convicção, quem precisa ser convencido é quem vai se tornar um filósofo, um político, um professor, um fanático, mas não um poeta, a poesia é como o amor, a expressão máxima de Deus, o Amor acontece sem qualquer razão, no amor você não precisa provar nada, não é necessário, só é necessário provar algo se você quer um empréstimo, ou se candidatar, ou vai prestar exames, ou está no laboratório, o amor acontece tão subitamente que não há intervalo de tempo, o poeta se apaixona rápido e você se apaixona rápido pelo poeta.

Não há como explicar, como provar, e se alguém fala mal de um poeta, é contra um poeta, ora, é muito fácil provar algo contra o poeta, impossível mesmo é provar algo a favor do poeta, não há provas concretas, científicas, materiais, só uma relação de entrega profunda, de confiança profunda de paixão profunda, de cegueira profunda, mas essa cegueira exterior se torna uma profunda visão interior vinda da Divindade.

Os poetas não podem ser aceitos em qualquer lugar. Os poetas só podem ser aceitos no coração amoroso.

O poeta não pode ser absorvido por qualquer coisa estabelecida, só um envolvimento pessoal, um coração amante e muito louco pode se tornar o lugar do poeta. Porque o poeta cria o caos no coração das pessoas para instalar a Verdade Divina. Portanto, o poeta está interessado é em demolir a estrutura morta existente no interior de cada pessoa. O poeta quer conectar cada ser humano com o seu único Deus Todo Poderoso Criador dos Universos. O poeta quer afundar a pessoa no poço Divino que vai torná-la à tona outra vez transformada no louvor silencioso da poesia existente na Palavra de Deus.

Para o poeta tudo que existe é expressão da obra de Deus, ele sente e reflete a beleza da obra de Deus presente na terra, no ar, na água no fogo, no éter, nas folhas, nos olhos, nas mãos, no sorriso.

 Para o poeta toda a obra de Deus é perfeita e bela e prenhe de significado, de essência, de princípio, de valor, de sentido, mas um sentido intrigante, agudo, profundo, encantador e misterioso que é a Graça da Salvação concedida misteriosamente por Deus, e Seu amado Filho único, o Salvador, o Remidor, o Redentor, o Eterno Poeta da Nova Jerusalém, Jesus, o Cristo, e Sua poesia de Graça da Salvação Eterna.

Geraldo Maia, poeta
Estudou Jornalismo na instituição de ensino PUC-RIO (incompleto)
Estudou na instituição de ensino ESCOLA DE TEATRO DA UFBA

Coordenou Livro, Leitura e literatura na empresa Fundação Pedro Calmon
Trabalha na empresa Folha Notícias,
Filho de Itabuna/BA/BRASIL, reside em Louveira /SP.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

DEUS - Wagner Albertsson

DEUS


DEUS ME SURPREENDE
A CADA AMANHECER
COM NOVOS CAMINHOS
QUE SE ESTENDEM
AOS MEUS PÉS.

SÃO CAMINHOS
LARGOS QUE
MEU CÉREBRO
TEIMAVA EXISTIR.

SUA MISERICÓRDIA
É INFINITA E ME FAZ
CHORAR DIANTE DA 
SUA DOCE BENEVOLÊNCIA.

O SÁBIO ENTREGA
SEUS CAMINHOS
A JEOVÁ.

O TOLO CONFIA
UNICAMENTE NA FORÇA
DAS SUAS MÃOS.



WAGNER ALBERTSSON

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ASSIM... TÃO DE REPENTE – Mirian Warttusch

Assim... Tão de repente

Aguardo a chegada da noite, deslumbrada!
Ansiosa, procuro ver no céu, a lua...
Mas os raios de sol ainda ali fazem morada,
Fulgindo sobre a cidade e em cada rua.

A lembrança boa que acalenta o coração,
É como uma alavanca doida, a impulsioná-lo.
Tanto mais lembro de você, com emoção,
Mais ele pulsa - e nem quero aquietá-lo.

Será saudade este sentimento desvairado,
Que teima em pulsar se tu estás ausente?
Ou este envolvimento nada projetado,
Será amor que sinto assim, tão de repente?

Parece, ao contrário, coisa tão antiga,
Como se me habitasse desde que nasci,
Já o trazia em mim, ao som de uma cantiga,
Que minha mãe cantava para eu dormir.

 

Mírian Warttusch

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

SEMENTE DE DEUS - Wagner Albertsson

SEMENTE DE DEUS


A FINALIDADE
DA VIDA
É SIMPLESMENTE
A PROCRIAÇÃO
DA ESPÉCIE.
TUDO MAIS
É ILUSÃO!
SOMOS SEMENTES
QUE A VIDA
MOLDA, MULTIPLICA
E ESPALHA.
TRABALHO, ESCOLA,
CASAMENTO, DINHEIRO...
SÃO DETALHES,
GRÃOS DE AREIA
QUE NOS FAZEM
OLVIDAR QUE SOMOS
APENAS MEROS
FANTOCHES RACIONAIS
QUE O TEMPO
EMBALA E SOPRA.


WAGNER ALBERTSSON

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domingo, 1 de janeiro de 2017

ANO NOVO - Wagner Albertsson

ANO NOVO

SABOREIE O NOVO ANO
QUE CHEGA,
SINTA A CONSISTÊNCIA
DO QUE É NOVO E DESAFIADOR.
CREIA EM TUDO
QUE FOI POSTO NO PAPEL
PARA ESSE NOVO ANO,
POIS EU
ACREDITO MUITO EM VOCÊ.

REALIZE 
O QUE FOI REDIGIDO
NO TEU CORAÇÃO.

EU SEI QUE
TUDO É MAIS FÁCIL
NOS SONHOS
E EM PAPÉIS
SUBMISSOS.

MAS A TUA PERSEVERANÇA
TRANSFORMARÃO
EM REALIDADE
OS TEUS MAIS 
"IMPOSSÍVEIS" DESEJOS 
NESSE NOVO ANO.

VOCÊ NÃO É
MAIS UM GRÃO DE AREIA 
NO PLANETA;
É UM EVEREST DIVINO 
NO UNIVERSO.

DEUS CONFIA EM VOCÊ 
E EU TAMBÉM.



WAGNER ALBERTSSON

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

AO ANO NOVO – Eglê S Machado

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Ao Ano Novo


Ano Novo:  nova lida,
Novos sonhos e ilusões,
Nova esperança na vida,
Da vida, novas lições...


Uma ternura incontida,
Faça partirem os grilhões,
E cresça bela e florida
Ao pulsar das emoções...


Que um amor sem medida,
Por suas ternas razões
Expulse a mágoa dorida,
Abra um elenco de opções!


Que uma fé desmedida
Nas suas variações,
Tenha a aura enriquecida
De anseios e sensações...


Enfim, que o bem progrida
Nas suas nobres missões
E a PAZ encontre guarida
No fundo dos corações!...


Eglê S Machado

Academia Grapiúna de Letras-AGRAL



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domingo, 25 de dezembro de 2016

A HISTÓRIA DO NATAL - Eglê S Machado

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A História do Natal


E Deus sorriu lá do céu,
Pois veio ao mundo em seu Filho:
Chegou pobre, sem escarcéu,
Enchendo a terra de brilho!

Removeu o escuro véu,
Pôs setas marcando o trilho;
“Glória in Excelsis Deo”
Anjos cantaram em estribilho!

E chegou trazendo a paz,
Incrementando a bonança,
Tornando o homem capaz
De confiar na esperança!

Com amor que não se esvai,
Com perfeição sem igual
Compôs o Divino Pai
A poesia do Natal!

E da treva Deus fez luz
Que transfigura e extasia
Com a brandura de Jesus
E o sorriso de Maria!


Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL
NATAL 2016



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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

DIAS DE NATAL - Wagner Albertsson

DIAS DE NATAL
  
EM ALGUMA IGREJINHA
DE ALGUM LUGAR
PEQUENO E REMOTO
PODE-SE OUVIR
AO LONGE OS 
DELICIOSOS TOQUES
DE UM SINO
ANUNCIANDO
O NASCIMENTO
DAQUELE QUE É
A LUZ DO MUNDO.
MAIS UMA VEZ
O SALVADOR RENASCE,
MAIS FORTE DO
QUE NUNCA NOS 
CORAÇÕES DOS
HOMENS HUMILDES.
AH ! QUE BOM SERIA
SE TODOS OS DIAS
FOSSEM DIAS
DE NATAL !


WAGNER ALBERTSSON

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

O VERÃO CHEGOU! - Eglê S Machado

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O Verão chegou!


De Norte a Sul do país
Corações derreterão:
Brasileiro ri feliz,
Mais turistas chegarão
E todo o povo bendiz
A chegada do Verão!


Eglê S Machado
21/12/2016
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL




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domingo, 18 de dezembro de 2016

O BURRINHO SAGRADO – Mirian Warttusch

O Burrinho Sagrado 


Uma cena tão bonita
O Menino que nasceu.
De Maria, Mãe bendita,
O burrinho comoveu.


O animal já pressentia
Que essa Sagrada Família
No seu lombo levaria
Pra fugir num outro dia.


Disse Deus pra se saber:
-O meu filho muito amado
Eu não deixarei morrer
Nas mãos de qualquer soldado.


José, Jesus e Maria 
Pra longe tu vais levar.
Assim que nascer o dia,
Põe-te na estrada a trotar.


Tão satisfeito o burrinho
Animal de tanta luz,
Pôs-se logo no caminho.
Para salvar a Jesus.


Muito anos se passaram
E o animal pôs-se a chorar
Pois Jesus crucificaram,
E ele não pôde salvar...



Mírian Warttusch

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