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sexta-feira, 8 de novembro de 2024

OAB-BA vai homenagear 

Cyro de Mattos no dia 6

 


A Ordem dos Advogados da Bahia vai homenagear Cyro de Mattos com a Comenda Barachísio Lisboa no dia 6 de dezembro, às 18 horas, em cerimônia a ser realizada no auditório da OAB, Seção de Itabuna, na rua Rufo Galvão, 170, centro, em uma celebração por seus mais de 50 anos de exercício profissional, de maneira competente e ilibada, na Comarca de Itabuna e em outras da região do Sul da Bahia. O advogado exerceu a profissão nas áreas cível, trabalhista e penal, além de ter sido juiz classista da classe patronal na Junta de Conciliação e Julgamento de Itabuna.

O nobre causídico Barachísio Lisboa foi um dos advogados mais proeminente da segunda metade do século XX no Estado da Bahia, atuando nas comarcas do interior e no Tribunal de Justiça da Bahia. Nascido em Ituberá deixou vasta clientela que acorreu aos seus serviços profissionais, dando ensejo à criação do renomado grupo dos Advogados Associados do Escritório Barachísio Lisboa, localizado em Salvador, que já alcança três gerações de prestigiados profissionais do Direito, incluindo filhos, netos e bisnetos.

Cyro de Mattos é formado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia. É também jornalista e escritor, publicado no Brasil e exterior. Autor de 70 livros de diversos gêneros, premiado no Brasil e exterior. Membro da Academia de Letras da Bahia, Academia de Letras de Ilhéus e Academia de Letras de Itabuna, do qual é um dos fundadores e Presidente de Honra. Pertence ao Pen Clube do Brasil. Sobre a homenagem que lhe está sendo prestada pela OAB-Bahia disse: “Recebi a notícia da homenagem pela OAB-BA surpreso e assustado. Ainda advogo, muito pouco, só em causa própria quando o pleito merece. O tempo vai nos levando, a gente continua trabalhando e sonhando, acreditando no estado de direito e no milagre da literatura, dona da linguagem que mais chega perto como forma de conhecimento para nos dizer o que é a vida, a morte, o homem, esse desconhecido, que mata pelo prazer de matar, às vezes nem enterra.


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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Assembleia Legislativa da Bahia 

Vai Homenagear Cyro de Mattos 

Com a Comenda Dois de Julho 


 

 No próximo dia 10 de agosto, às 15 horas, no plenário da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, em Salvador, o escritor e poeta Cyro de Mattos estará recebendo a Comenda Dois de Julho, a mais elevada honraria daquela Casa.  A concessão da Comenda resultou do pleito proposto pelo deputado Marcelinho Veiga. A Comenda Dois de Julho foi criada para homenagear aos que engrandecem a vida com a sua obra, contribuem com a progressão da Cultura, Artes e Ciências, na Bahia e no Brasil.  

Entre as personalidades que foram agraciadas com a Comenda Dois de Julho figuram os professores doutores Luís Henrique Dias Tavares e Cid Teixeira, a Iarolixá Mãe Stella de Oxóssi, o Reitor da UFBA João Carles Salles, o escritor Joaci Góes, presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, todos eles membros efetivos da Academia de Letras da Bahia. Também receberam a honraria o instrumentista Carlinhos Brown, professor doutor Albino Rubin, médium Divaldo Franco, diretor teatral Márcio Meireles, a cantora Margareth Menezes, o desportista Bobô e a baiana Marta Vasconcelos, Miss Universo.  

Cyro de Mattos é autor de 65 livros pessoais, de diversos gêneros, premiado no Brasil, Portugal, Itália, México e Cuba. Primeiro Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz. Membro efetivo das Academias de Letras da Bahia, Ilhéus e Salvador. Do Pen Clube do Brasil e do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Editado também em Portugal (cinco livros), Itália (seis), França (um), Alemanha (1), Espanha (dois) e Dinamarca (um). Seus contos e poemas estão presentes em mais de quarenta antologias importantes publicadas no Brasil, França, Portugal, Estados Unidos, Rússia, Itália e Espanha. Seu livro Infância com Bicho e Pesadelo e Outras Histórias, Prêmio Internacional Casa das Américas, está sendo traduzido para o espanhol para em breve circular no continente da América Latina, numa edição do Fondo Editorial Casa de las Américas, de Havana, Cuba. 

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quarta-feira, 14 de junho de 2023


        Aniversário

    Cyro de Mattos

            

              Querida filha Josefina. Sempre ouvi dizer dos mais velhos que filhos a gente cria para o mundo. É verdade. Também é verdade que os pais querem que os filhos sempre fiquem perto deles. Para os pais, o filho nunca cresce, sempre é aquela criança que a mãe tantas vezes acalentou para dormir um sono suave. Aquela mesma que balbuciava, mal dizia mamã e pá-pá. Anos depois traquinava, corria por todos os cantos da casa. O pai também substituía a mãe dedicada quando estava cansada durante a noite em que o filho acordava e demorava a pegar no sono. Chorava. Sei que esses momentos você passou com meus dois netos Pedro Henrique e Luís Fernando. A vida é um modo contínuo, seu curso de rio tem como destino o mar do inexorável.

           Sabemos que os três filhos que Deus me consentiu e sua mãe me deu não moram comigo na cidade onde nasci e resido. André é fazendeiro, nunca vi gostar tanto do campo, reside na sua propriedade rural no município de Coaraci. Você Josefina, que coloquei o nome de sua avó, como homenagem e carinho por minha mãe, reside em Conquista. O marido Anderson, genro que me dá gosto e orgulho, levou você para essa terra sertaneja do frio, assim você ficou um tanto longe de mim e de sua mãe Mariza. Ainda bem que daqui até aí onde você mora nem fica tão longe. Além disso, seu irmão, meu caçula Adriano, também está morando em Conquista. Isso é bom, a irmandade continua movimentando os laços afetivos com encontros constantes.

            Hoje você faz mais um ano de vida, intensa, afetiva e responsável no seio da família. Não estou fisicamente aí participando desse momento especial. Com 84 anos de idade o corpo reclama, mas seus irmãos André e Adriano, a sobrinha Marizinha, as cunhadas Jamile e Daiane estão aí com você. Eu estou com o coração. Quando a parentada do lado de seus pais se juntar à parentada do maridão, mais os amigos e as amigas, imagino a cantoria entusiasmada que todos vão fazer na hora do “Parabéns a você.”

         Antes dessa cantoria se fazer, na junção afetiva de corações alegres, quero que sua mãe Mariza leia agora aquela poesia que eu escrevi para você quando comemorava dez anos de existência numa infância saudável.

 

       Vejam aí.

 

Menina Josefina


Enquanto as nuvens passam

Na manhã de sol forte,

Com Miriam, Mara e Marina

Brinca de chicotinho queimado

E mexe com a cintura fina.

 

Quando está dentro de casa,

Um só minuto não sossega,

Canta alto e mexe em tudo

Na manhã muito traquina.

 

Na bicicleta azulzinha

Lá se foi dobrando a esquina,

Solta o guidão na ladeira

Como uma vez viu no circo,

Tira fino de quem passa perto,

Pede passagem e buzina.

 

Se estou cansado e triste,

Somente ela me ensina

Que a vida pula corda

E na cabra-cega diverte

Quando se tem a menina

Que se chama Josefina.

 

Vida longa, minha filha, com saúde e paz.

Bênçãos e beijos. Seu painho.

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Cyro de Mattos é contista, poeta, romancista, ensaísta, cronista e autor de livros para crianças. Membro efetivo da Academia de Letras da Bahia.  Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz.

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domingo, 22 de março de 2020

CÂMARA MUNICIPAL DE SALVADOR FAZ HOMENAGEM A CYRO DE MATTOS COM MEDALHA ZUMBI DOS PALMARES

   
O projeto de Resolução Nº 16/2020, da Câmara Municipal de Salvador, publicado no Diário Oficial, em 20 de março de 2020, concedeu ao escritor baiano Cyro de Mattos a Medalha Zumbi dos Palmares, uma das mais altas honrarias daquela instituição legislativa.  Foi criada para homenagear a pessoas atuantes no combate ao racismo, discriminação e intolerância na cidade de Salvador e Bahia, bem como na valorização da cultura do negro afrodescendente baiano.
  
         O projeto  é de autoria do professor e vereador Edvaldo Brito, que salienta em sua justificativa a ênfase  que o autor baiano vem dando na sua vasta obra para a valorização do  negro,   através de publicação de  contos, crônicas,  poemas e artigos, em especial com os seus livros O Menino e o Trio Elétrico, Prêmio  da União Brasileira de Escritores (Rio), também editado na Itália, Natal das Crianças Negras, em seis idiomas, e Poemas de Terreiro e Orixás, das Edições Mazza (BH).

        Em Natal das Crianças Negras, Cyro de Mattos conta o encontro pela primeira vez de duas crianças negras e pobres com  Papai Noel na véspera de Natal. Na loja de brinquedos, o velhinho aparece na telinha da televisão, de rosto alegre, com suas promessas de presentear as crianças naquele dia cheio de inocência e esperança.  As crianças Bel e Nel colocam os chinelos na janela. No outro dia, nada encontram neles. E então souberam que o Natal era a lágrima que pelo rosto descia. Já em O Menino e o Trio Elétrico, narra a história de Chapinha, um menino pobre e negro, que vende amendoim no ônibus para ajudar a mãe viúva e a vó Pequena no sustento da vida.  Ele sonha em ter o seu abadá para sair atrás de um trio elétrico de arromba, puxado por um astro da música popular baiana, mas em face de suas condições pobres não vê como esse sonho possa ser realizado.  Cyro toca aqui nas contradições do carnaval baiano, bom para turista se divertir e quem tem condições econômicas de viver a festa.   Em Poemas de Terreiro e Orixás, comparece com o seu modo solidário e encantatório de pensar o negro. Sentimentos refletem um jeito comovente de ser negro, ritmado no canto vindo da África, que transforma a alma em crença e magia.  Imagens dizem de coisas tristes, que não se apagam no rastro das distâncias, na sucessão infeliz dos momentos e gritantes situações adversas.   


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sábado, 2 de novembro de 2019

YARA – Oscar Benício dos Santos


Yara



"Trago-te flores – restos arrancados
Da terra que nos viu passar unidos
E ora mortos nos deixa e separados"
- Machado de Assis

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Yara, hoje lhe trago vermelhas rosas,
cartões que dizem da minha saudade,
são testemunhas tristes, ainda viçosas,
daquele nosso amor e amizade.

Aquelas rosas multicores olorosas,
despetaladas no jardim da herdade,
choram, murchas pétalas, copiosas
pela mutua perda de afinidade.

Hoje ao nosso mausoléu flores trago,
são lembranças e meu tristonho afago
que só, sozinho lhe faço, muito embora,

traga-lhe comigo no coração,
desde ontem, até o aguardado então,
que desesperado espero a hora.



Oscar Benício Dos Santos

*1926 - +2019
Faz Guanabara, Finados, 2014
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sexta-feira, 28 de junho de 2019

28 DE JUNHO - ANIVERSÁRIO DE ILHÉUS




Itabuna Centenária
Eleva uma prece aos céus
Pela vida solidária
Da amada ‘Mãe’ ILHÉUS!...

...E nossa ICAL hoje presta
Sua homenagem singela
E se une à grande festa
Da ‘terra da Gabriela’!

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-ICAL

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

ABL HOMENAGEIA O ACADÊMICO AUSTREGÉSILO DE ATHAYDE (1898/1993) E RELEMBRA OS 70 ANOS DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS


A Academia Brasileira de Letras homenageia, com mesa-redonda no Petit Trianon, os 120 anos de nascimento de seu ex-Presidente Austregésilo de Athayde e os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O evento, coordenado pelo Presidente da ABL, Marco Lucchesi, se realizará no dia 6 de novembro, às 17h30, na Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro, com as participações dos Acadêmicos Arnaldo Niskier, Marcos Vilaça e Cícero Sandroni, além do dramaturgo Roberto Athayde, filho do homenageado. Entrada franca.

Saiba mais

Athayde foi considerado, por seus companheiros da Comissão, formada pela jornalista norte-americana Eleonor Roosevelt, do professor libanês Charles Malek e do soviético Professor Pavlov, sob assistência do jurista e filósofo francês René Cassin, como o mais ativo colaborador na redação do histórico documento. Em 1968, por ocasião do 20º aniversário da Declaração, a Academia Sueca conferiu o Prêmio Nobel da Paz a Cassin que, ao tomar conhecimento da homenagem que lhe fora prestada, exatamente pelo papel desempenhado na elaboração do Documento, convocou os jornalistas e lhes disse:

"Quero dividir a honra desse prêmio com o grande pensador brasileiro Austregésilo de Athayde que, ao meu lado, durante três meses, contribuiu para o êxito da obra que estávamos realizando por incumbência da Organização das Nações Unidas."

Em 1978, no 30º aniversário do documento, o Presidente Jimmy Carter, dos Estados Unidos, reconheceu, universalmente, através de carta enviada a Austregésilo de Athayde, a "vital liderança" por ele exercida na elaboração da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Desde os tempos de colaborador do jornal A Tribuna e de tradutor na agência de notícias Associated Press, em 1918, até poucas semanas antes de sua morte, Athayde colocou seus pensamentos e suas ideias no papel, e poucas vezes deixou de publicar algum artigo nos jornais e revistas brasileiros. Orgulhava-se de afirmar:

"Jamais escrevi um artigo que não expressasse a linha de minhas convicções democráticas. Nunca elogiei partidos, homens ou grupos". (...) "Sou incapaz de ser a favor de homens. Sou a favor de ideias, de pontos de vista. O que almejo mesmo é o pensamento democrático, a preservação de nossa unidade nacional e o bem do povo brasileiro."

Austregésilo de Athayde sempre relembrava com prazer e vaidade os acontecimentos de sua vida, durante a qual recebeu cento e setenta medalhas, placas e condecorações. Dizia ele que o ato mais importante de sua vida fora ter escrito a Declaração Universal dos Direitos do Humanos, obra que o projetara no mundo inteiro e era o seu grande motivo de orgulho.

29/10/2018


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sábado, 20 de outubro de 2018

CYRO DE MATTOS em Antologia Poética que Homenageia Universidade na Espanha


Cyro de Mattos em Antologia
Poética que Homenageia
Universidade na Espanha


Lançada neste mês de outubro, durante o XXI Encontro de Poetas Iberoamericanos, em Salamanca, Espanha,  a antologia poética “Por ochos centurias”, organizada pelo poeta e tradutor Alfredo Pérez Alencart, incluiu o poema inédito  “A Uma Casa de Saber” , do poeta baiano Cyro de Mattos,  dedicado à Universidade de Salamanca.  Figuram também na obra, no elenco dos brasileiros,  os poetas Carlos Nejar, Reynaldo Valinho Alvarez, Astrid  Cabral, Álvaro Alves de Faria, Davi de Medeiros Leite, Paulo de Tarso Correia de Melo e Alíce Spindola.

A antologia, alentado volume de 600 páginas,  é uma publicação da EDIFSA, Editora da  Fundação Salamanca, Cidade de Saber e Cultura, e tem como objetivo homenagear as universidades de Salamanca e São Marcos de Lima, por seus oito séculos de atuação universitária. O livro tem capa do pintor espanhol Miguel Elias, reúne poetas de todos os países iberoamericanos, além de outros, como Israel, Itália, Romênía, Estados Unidos, Croácia, República Checa, Iraque, Alemanha e  Bulgaria, entre outros.

Leia, a seguir, o poema de Cyro de Mattos,  dedicado à Universidade de Salamanca, aqui transcrito.

-  A Uma Casa de Saber -    

Há belezas e sonhos na morada/ Desse sol, que como o fogo arde/ Na palavra cheia de razões.// Safras do saber produzem/ As estações às esperanças./ O que pretendem dizer?// Espelho que me estende a aurora,/ O espírito do homem no elogio/ Dessa vontade em decifrar o ser.// Veste-me com os perfis desse jardim./ As nuvens ensinam-me que a chuva/ É o foi, o é e o será. //Tudo que é labor, / Coisa e forma entre o tempo e o vento./ / Juntamos as lições,/ ouvimos os anos /Com a sua paixão de linguagens.// Converso comigo e os outros/ Nos campos que guardam questões./ Podemos reconhecer um enigma,// A causa de como acontecemos,/ Na penosa mutação das vozes/ À previsão eterna de um hábito.// A exata música com que um dia/  Fray Luís de León ofertou-me/ A flor que se espraia a todo instante.

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Cyro de Mattos é escritor e poeta. Membro efetivo da Academia de Letras da Bahia.  Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Santa Cruz.

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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

DOM CESLAU STANULA - O Professor



Bom dia. Hoje 15 de outubro, a festa de Santa Tereza de Ávila, doutora e reformadora da Igreja. Que ela interceda por nós. 


"Hoje é o dia do Professor. 

Presto a merecidíssima homenagem a todos os professores desta nossa pátria brasileira. 

Depois do dia das Mães e dos Pais é, a meu ver, o dia mais importante.

É o professor, depois dos pais, que forma, ensina, educa. Graças ao professor  temos médicos, engenheiros, padres e bispos, políticos e intelectuais.

Não teríamos o Rui Barbosa, Euclides da Cunha, Jorge Amado... Se não tivessem uma professora, não teríamos o Papa Francisco, se não tivesse a  professora. O professor  é mais importante do que o presidente da república, o senador ou deputado que lhe nega a dignidade, até no seu salário. É mais importante do que o prefeito que lhe atrasa ou até nega o merecido salário.

O professor é que constrói e sustenta esta nossa grandiosa pátria Brasil.

Professores (as) recebam a minha humilde, singela, autêntica e a muito sincera homenagem. Eu sou bispo, graças à misericórdia de Deus que me chamou e a você, que me ensinou...

Parabéns. Bom dia, com a minha oração e a benção".

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Dom Ceslau Stanula - Bispo Emérito da Diocese de Itabuna-BA, escritor, Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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10/10 – DIA DO PROFESSOR - Eglê S Machado


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PROFESSOR (II)

Escultor de vidas, 
Definidor de almas,
Distribuidor de palmas,
Acolhedor de pensamentos,
Indicador de rumos,
Fazedor de caminhos,
Condutor de ideais,
Insuflador de ideias,
Arquiteto de vitórias,
Motivador de glórias,
Aurora de esperanças!...


Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

NO DIA DA CRIANÇA... – Eglê S Machado

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No Dia da Criança...

Quero enviar meu apelo
Ao Senhor da Esperança:
Que eu trate com amor e zelo
A ti, amável criança!

Na tenra felicidade
Da tua face louçã
Eu sinta a dignidade
Do homem do amanhã

Que eu entenda o palpitar
Animado, são, contente
Que fulge no teu olhar
Confiante e sorridente.

Que brilhe imenso e profundo,
Afável, feliz, gentil
No teu amanhã fecundo
O amanhã do Brasil!

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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A SENHORA APARECIDA... - Eglê S Machado


A Senhora Aparecida...


Salve oh Mãe Aparecida,
Que no seu manto de anil
Envolve, dá força e vida,
Ao povo do meu Brasil!

Desfaz a mágoa dorida
E expulsa a treva hostil,
Espalha amor sem medida,
Refaz o ardor gentil!

Do crente é a fé florida,
Conforto e penhor sutil
Enfrenta a luta renhida
E triunfa contra o ardil!

É A MÃE TERNA E QUERIDA,
BALUARTE DO BRASIL!...
  
Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

HÉLIO JAGUARIBE - Marco Lucchesi

Hélio Jaguaribe 

Estamos aqui reunidos, nesta cerimônia de adeus, pela soma das virtudes que formaram seu espírito intrépido e generoso.  Não são apenas as palavras do presidente da Academia, mas as do outrora jovem professor que se preparava para lecionar história da Grécia. Segui seus livros, Hélio, com encantamento, não apenas os de uma especialidade que não exerci, mas todas as suas reflexões sobre a democracia grega e moderna, sua visão, por assim dizer, goetheana, revestida de ousadia, a desafiar slogans, formas de saber compartimentadas ad nauseam e monocórdias, desprovidas de saltos conceituais e de aventuras. Uma reflexão autônoma, cujo símbolo maior foi seu encontro com Karl Jaspers, rara abertura em nosso meio, cuja sensibilidade interdisciplinar parece ocupar espaço negativamente ficcional.  Como não dizer as reuniões de Itatiaia, a criação do Iseb, essa “grande máquina de pensar”, e uma rede de integração cultural com a América Latina, de que o Brasil não deve se apartar, porque se trata de uma origem e de um destino, que não pode prescindir de uma política real de vizinhança e integração. E nessa paisagem, Hélio, um programa dileto ao seu coração:   desenvolvimento, distribuição da riqueza, promoção da igualdade, democracia não limitada a um gradiente formal e abstrato. E depois o mundo, caríssimo Hélio, antes e depois do exílio, mas sem perder o território, poroso, sem perder o pertencimento de sua cultura radicada na emancipação de povo e nas instituições republicanas.

Nosso primeiro encontro deu-se em Brasília, quando você delineava um diálogo em rede, entre Oriente e Ocidente, um West-östlicher Diwan, caro a tantas dos que aqui se encontram. Como não recorrer a Candido Mendes,  empenhado igualmente, naquela quadra, a encurtar as distâncias da Terra, como pensavam os poetas futuristas.

Seu itinerário tem algo da sinfonia Heroica de Beethoven, um fascinante afresco de ideias, um salto quântico, por assim dizer, uma quebra de paradigma, com as suas últimas direções intelectuais, mediante um ardor geométrico e uma flegma conceitual, sobre o quase épico estudo crítico da história, do ponto de vista hermenêutico e filosófico, ou, ainda, quando esboça uma poética do homem no cosmos, de cuja complexidade e leveza saímos tocados. Atitude rara num cientista social, preso às malhas especiosas de um saber ciumento, de trincheira inamovível. Caro Hélio: você não se limitou a ser guarda de fronteira, a sua antropologia filosófica não quis, não pode, nem tampouco desejou fazê-lo. Você produziu uma ode à liberdade, sinfonia de muitas vozes na partitura de uma derradeira modernidade.  Essa coragem instrumental, seu sotaque, seu acento, combinada com um desejo onívoro de conhecimento, desde a métrica de um logos, seminal e rizomático, traduzem a sua estatura, aqueles antigos heroicos furores de que dizia Giordano Bruno.

Perde o Brasil um de seus maiores interpretes, uma lúcida inquietação, sutil e vigilante. Mas o princípio- esperança permanece inalterado. Enquanto não nos faltar esse princípio a sua ausência, Hélio, brilha e nos incita a prosseguir uma leitura radical da história e do cosmos.

Estarei enganado ou parece-me ouvir um inesperado hino à alegria, na sala dos poetas românticos, para dizer que você permanece mais vivo que os vivos?

Alocução do dia 12/09/2018
Sala dos Poetas Românticos
Portal da ABL, 13/09/2018


Marco Lucchesi - Sétimo ocupante da cadeira nº 15 da ABL, eleito em 3 de março de 2011, na sucessão de Pe. Fernando Bastos de Ávila foi recebido em 20 de maio de 2011 pelo Acadêmico Tarcísio Padilha. Foi eleito Presidente da ABL para o exercício de 2018.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

NO DIA DA PÁTRIA, HOMENAGEM À NOSSA GENERALÍSSIMA - Ir. André Luiz Oliveira



7 de setembro de 2018

Poucos brasileiros contemporâneos sabem, mas Nossa Senhora Aparecida recebeu das Forças Armadas a patente de Generalíssima do Exército Brasileiro. Isso há 50 anos.

Quando em 1822 Dom Pedro II proclamou a nossa Independência, o Brasil recebeu de Nossa Senhora, “logo ao nascer como nação”, segundo feliz expressão de Plinio Corrêa de Oliveira, “o primeiro sorriso e a primeira bênção”.

Era portanto natural que as nossas Forças Armadas prestassem essa justa homenagem a quem tanto papel teve na História do Brasil. Este fato é rememorado pelo artigo, que aqui transcrevemos, do Ir. André Luiz Oliveira, missionário redentorista, escritor, teologando, mariólogo, associado da Academia Marial de Aparecida.

Prestamos também nós, desta forma, neste 7 de setembro de 2018, comovida e reconhecida homenagem à nossa Generalíssima, que é também Rainha e Padroeira do Brasil.


Os títulos de Aparecida:
Generalíssima do Exército

Da série de artigos marianos sobre os títulos eclesiásticos e civis concedidos a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, deve especial destaque o de Generalíssima do Exército Brasileiro; por tratar-se de um título completamente civil e único na história do país, outorgado em 1967, cujo jubileu de ouro (50 anos) comemoramos. Em sua vertente masculina — Generalíssimo — trata-se de uma das mais altas patentes militares, de caráter exclusivo masculino. O termo, que é um superlativo da palavra General, é utilizado para descrever Generais, cujos cargos foram além do normalmente permitido pelas patentes militares.

Em 17 de abril de 1965, uma comissão de militares de Belo Horizonte, encaminharam ao Reitor do Santuário de Aparecida o pedido de peregrinação nacional da imagem, em decorrência das comemorações dos 250 anos de seu encontro, a iniciar pela capital mineira Belo Horizonte. O pedido fora levado à Aparecida/SP, em pergaminho, pelo Comandante da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, o documento trazia os seguintes dizeres:

“O Povo Mineiro, interpretando o desejo de todo o Povo Brasileiro, vem, pela comissão abaixo relacionada, respeitosamente. Pedir a Vossa Eminência Reverendíssima e ao D.D. Conselho Administrativo da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, que se dignem conceder licença para que a Imagem de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, seja levada em triunfante peregrinação às Capitais de todos os Estados do Brasil, sendo em Brasília aclamada Generalíssima das Gloriosas Forças Armadas Brasileiras.”

Segue-se a assinatura do então Presidente da República: Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco. Porém, o pedido de peregrinação acabou não sendo atendido, o título de Generalíssima do Exército foi protelado e, assim, coube posteriormente ao então Presidente da República: Marechal Arthur da Costa e Silva, outorgar em 1967 o título, ato que aconteceu na capital espiritual do Brasil: Aparecida/SP, durante as comemorações dos 250 anos do encontro da imagem, na ocasião em que foi solenemente entregue pelo legado pontifício, o Cardeal Amleto Cicognani, a Rosa de Ouro [foto ao lado] — alta condecoração pontifícia exclusiva a mulheres — oferecida pelo Papa Paulo VI em 15 de agosto de 1967. Passando assim a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, ter o reconhecimento civil conferida pela patente mais alta do Exército Brasileiro, sendo-lhe prestada às devidas reverências e honras militares.

Ir. André Luiz Oliveira – Missionário Redentorista
Escritor, Teologando, Mariólogo, associado da Academia Marial.
____________
Fonte: site da Academia Marial de Aparecida


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sexta-feira, 20 de julho de 2018

20 DE JULHO > Dia do Amigo - Eglê S Machado


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DE AMIGO...

AMIGO É UM SER QUE AMA,
TEM PACIÊNCIA E ACEITA,
É COMPLACENTE E RECLAMA,
PERDOA, CALA  E RESPEITA!...

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


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“Perdoa, cala, respeita”
O bom amigo da gente,
Nunca, jamais nos rejeita,
E sente o que agente sente.

Oscar Benício dos Santos
---

“O bom amigo da gente”
Dá-nos ventura serena,
É um tesouro fulgente,
Céu de paz que nos acena!...

Eglê
---

“Perdoa, cala e respeita”,
O bom amigo da gente
Ele sempre nos aceita
Com o coração e a mente.

Oscar Benício dos Santos

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

RSIC/ ICAL 8 ANOS - Retrospectiva V

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FILHOS DE ITABUNA (XI) - Marília Benício dos Santos - Por Eglê S. Machado

Postado por Eglê Santos Machado em 10 abril 2010 às 13:26

 QUEM É ESSA MULHER?

Ela é filha de Itabuna? - Sim, é filha legítima da mãe Centenária. É filha de um dos mais notáveis pioneiros de Itabuna, Francisco Benício dos Santos, grande comerciante de tecidos em Itabuna, até 1938. É irmã do advogado Adélcio Benício dos Santos. Porém, o que se sabe mais de Marília Benício dos Santos?

ITABUNA CENTENÁRIA já pesquisou no Google, indagou pessoas e não conseguiu uma foto ou descobrir qualquer referência à autora do livro CARROSSEL em cujo prefácio Lygia Costa Moog diz: “ela nos prende e nos encanta desde o primeiro momento, precisamente pelo fato de que canta a vida, em suas alegrias e em suas tristezas, mas, sempre, na perspectiva feliz da esperança.” Na orelha do livro CARROSSEL consta apenas esta frase de Sandra Helena Vieira: “É um livro calcado na experiência da autora. Através de pequenas passagens do dia-a-dia, ela revela preocupação com os problemas sociais e a religiosidade das pessoas. Aproveita cada texto para fazer uma análise profunda que leva o leitor a uma reflexão interior tão necessária nos dias de hoje”.

Esta publicação data do ano 1984 e Marília a dedica a seus pais, a quem deve o dom da vida e ao seu psicólogo José Marques Junior, que, segundo ela, a ajudou a olhar o mundo de uma maneira mais profunda.

Lendo seus textos muito bem elaborados percebe-se que viveu em locais diversos. Fala das suas andanças na Calçada da Praia do Leblon, na Quinta da Boa Vista, Campo Grande, Belo Horizonte, Galeão, Salvador, Itapoã. Cita também sua volta a Itabuna. 

Dedica um texto com muito carinho à FAZENDA ALMADA, município de Coaraci (BA) Cada texto de Marília revela um pouco da sua alma: Fala do seu concurso no Magistério Primário e que foi Diretora da Escola Paroquial de Santana, em Salvador.

Num texto intitulado “BOAS ENTRADAS – FELIZ ANO NOVO” Marília revela que o seu pai teria uma Casa de Negócio que se chamava CRISÂNTEMO. Outra revelação da autora de CARROSSEL é que frequentava , - não sei se na qualidade de paciente ou funcionária, o CVV - Centro de Valorização da Vida (Órgão de prevenção contra o suicídio).

A ÚLTIMA FRASE DO LIVRO CARROSSEL É:
É TÃO BOM SABER QUE VOCÊ EXISTE E QUE PENSA EM MIM. OBRIGADA MEU DEUS!

ITABUNA CENTENÁRIA (R/SIC) estará postando, semanalmente, textos de Marília Benício dos Santos
E estará sempre, sempre, pedindo à FICC:
“FALE-NOS DA ESCRITORA MARÍLIA BENÍCIO DOS SANTOS!...”

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MEU DEUS É MEU TUDO (Marília Benício dos Santos)

Eu gostaria que quando dissesse isto, fosse mesmo verdade. Mas meu Deus me perdoe, não é esta a realidade. Quem tem tudo tem a felicidade. Hoje não me sinto feliz. Estou triste, abafada, amargurada. Você sabe por quê. Não tenho razão para sentir-me assim, pois conto com Você. Tenho certeza de que és Pai e me queres bem. E Você sabe que apesar da minha infidelidade, eu O quero muito, mas não ao ponto de dizer: “meu Deus é meu tudo”. Pois se assim o fosse, não o substituiria por ninguém. Tendo Você me bastava e eu diria: “meu Deus me basta”. Mas como estou tão presa a tudo e a todos, precisando dos outros para viver e ser feliz, não posso dizer: “meu Deus é meu tudo”.
Mas meu Deus, agora passou pela minha cabeça, que enquanto eu vivo, dependo de todos e de tudo. Não sou só espírito, sou corpo. Sim, preciso viver a realidade. A minha fantasia às vezes me leva a tomar uma realidade celestial, que só existe na minha cabeça.
Sim, sei que posso dizer que meu Deus é meu tudo, sem excluir as pessoas que amo e também participando de todas as maravilhas deste mundo.
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Comentário de roberto henrique dantas 1 dia atrás

PROVERBIO ORIENTAL = "QUANDO OUÇO, ESQUEÇO! QUANDO VEJO LEMBRO! QUANDO FAÇO, ENTENDO, COMPREENDO E APRENDO."

ESTE TEXTO FEITO PELA IRMÃ EGLÊ É UMA FONTE DE LUCIDEZ CRISTALINA EM QUE ANJOS VEM BEBER NELA. QUE ÁGUA TÃO DOCE QUE FONTE TÃO BELA.
VAMOS SORVER ENTÃO, UM POUCO DESSA ESSÊNCIA, TAMBÉM:

O TÍTULO = APRESENTAÇÃO DE UMA FILHA DA NOSSA TERRA, A PROTAGONISTA DA HISTÓRIA. OUVIDA, MAS ESQUECIDA.

INTRODUÇÃO = AO VER O TÍTULO, ATIVAMOS NOSSA MEMÓRIA PELA LEMBRANÇA E APELAMOS ATRAVÉS DE UM PEDIDO DE LICENÇA, À NOSSA RECORDAÇÃO:
QUEM É ESTA MULHER?

CONTEÚDO: AQUI TEMOS UM ROSÁRIO DE RESPOSTAS, RECORRENDO POR UM CAMINHO, À BORDO DE UM CARROSSEL, GIRANDO EM TORNO DO TEMPO E AO VENTO. E AÍ, PASSEIA PELA HISTÓRIA PASSANDO PELAS VEREDAS DA VIDA DA NOSSA QUERIDA PERSONAGEM DE VIRTUOSO E MÁGICO NOME: MARÍLIA, QUE ALÉM DE BENÍCIO É DOS SANTOS TAMBÉM.

PRÉ-FINAL: UMA FRASE DE AGRADECIMENTO E UMA PROPOSTA EM FORMA DE PROVOCAÇÃO.

CONCLUSÃO: UM PEDIDO DE PERDÃO E CLEMÊNCIA PELA FRAGILIDADE HUMANA, SUA DEMANDA.

A PARTIR DAÍ, O TUDO MAIS É SILÊNCIO! FICANDO EM ESTADO DE FÉ, ESPERANÇA, CARIDADE E AMOR,
QUE É O ESTADO-MAIOR DE TODOS ELES.

SÓ POSSO AFIRMAR QUE: COMO DIZIA, MEU PAI, O SR. JOSE DANTAS DE ANDRADE, = "NEM NO NORTE NEM NO SUL, NUNCA VI COISA IGUAL, UM TEXTO TÃO ILUMINADO, QUE NEM ÁRVORE DE NATAL".

QUEM AGRADECE, SOMOS TODOS NÓS, MEMBROS E AINDA NÃO-MEMBROS DESSA REDE SOCIAL QUE JÁ NASCE CENTENÁRIA.

A SENHORA É A LUZ, RAIO, ESTRELA E LUAR, MANHÃ DE SOL QUE UM DIA, QUE VIVER VERÁ...

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