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domingo, 13 de junho de 2021

CARTA ABERTA AO SENADOR OTTO ALENCAR

Excelência,

Não sou Charlatão. Sou Médico com mais de 200.000 prontuários de pacientes atendidos por mim ao longo de aproximadamente 45 anos de atividade profissional. Nessa Pandemia Covid-19 utilizo a Ivermectina, Hidroxicloroquina como Profilaxia tanto para mim, meus familiares e centenas de amigos.

Sabe Vossa Excelência quantos foram acometidos da Doença? Zero. Também no início da sintomatologia da Covid-19, independente de exame laboratorial pois a Clínica é soberana, outras centenas de pacientes os tratei com Ivermectina, Azitromicina, Ivermectina. Sabe Vossa Excelência quantos deles morreram ou foram entubados? Zero. Se prescrevesse para estes apenas Dipirona ou água como dito por Vossa Excelência, seria o meu resultado Zero? Na Medicina como no Amor Excelência, nem nunca nem sempre.

Mas na Política, notadamente na esfera da Corrupção, vejo eu e creio que milhares de brasileiros, que o NUNCA prevalece. Tome Vossa Excelência como exemplo o caso dos 48 MILHÕES DOS RESPIRADORES. Por que tanta temeridade em expor a verdade? 

Quantos aí sim morreram por falta dos Respiradores e não provocados por condutas dos "charlatães" como carimbados que somos indevidamente por Vossa Excelência? Por que não se abrir o caminho dos Bilhões de Reais que foram endereçados para o Combate à Pandemia Covid-19? Por que não se debruçar para se identificar a razão pela qual a Bahia não seguiu a orientação do Coordenador Científico do Consórcio Nordeste ao prescrever, na qualidade de respeitado Cientista, para um Lockdown sério que aí sim poderia ter evitado muitas mortes de Baianos?

Excelência: assinei junto com mais de 651 Médicos o Documento intitulado " Manifesto dos Médicos Baianos a Favor da Vida em Defesa da Autonomia Médica e do Tratamento Imediato contra a Virose Covid-19. Aqui não existe Charlatanismo e tão pouco Corrupção.

A minha caneta é minha, Excelência. Sou regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina.

Respeitosamente,


Dr. Modesto Jacobino, Médico, CRM BAHIA 3987.

Professor Aposentado da UFBA

Vice-Diretor da Faculdade de Medicina da UFBA (Gestão Prof. Tavares Neto) por 08 anos, eleito em votação direta por mais de 90% da Comunidade da mesma.


(Recebi via Whats)

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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

VIREM A PÁGINA DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO!

5 de agosto de 2020

Carta Aberta do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira ao Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil 

Excelências: Chegou a hora de virar a página da Teologia da Libertação!

“Errar é humano, mas perseverar no erro por arrogância é diabólico”
(Santo Agostinho)

Segundo notícias de imprensa, o Conselho Permanente da CNBB irá discutir, no dia 5 de agosto, a “Carta ao Povo de Deus”, vazada para uma colunista da Folha de S. Paulo e assinada presumidamente por 152 bispos.A carta é um forte ataque ao atual Governo, baseado muito mais em uma posição ideológica de esquerda do que na doutrina social da Igreja.


                                Titulo da matéria sobre a “Carta ao Povo de Deus” na Folha de S. Paulo


Os primeiros nomes dos signatários, que se tornaram públicos, são representativos de uma corrente episcopal cuja doutrina claramente inspirou a redação do documento. São prelados de ascendência alemã, hoje aposentados, que vibraram na sua juventude com a revolução marxista promovida pelos corifeus da Teologia da Libertação. Após o colapso da URSS, esses prelados — e outros da mesma corrente ideológica — se reciclaram com as utopias ambientalistas e indigenistas e, em outubro passado, promoveram o escandaloso culto à Pachamama nos jardins do Vaticano [foto abaixo].

Culto a Pachamama promovido em outubro do ano passado nos jardins do Vaticano

Enquanto estavam na ativa e à frente das suas dioceses, esses prelados foram os mentores do Partido dos Trabalhadores, seus maiores promotores, através das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), e seus principais aliados quando o partido conseguiu chegar ao poder e tentou implantar no Brasil o regime socialista com o qual sonhavam.

Descontentes com o “aburguesamento” dos quadros do PT e sua demora em fazer as reformas estruturais que a passagem para o socialismo necessitava, esses prelados aliaram-se ao MST e aos “movimentos populares”, que representavam a ala ardida da esquerda.

Comissão Pastoral da Terra

Através da Pastoral da Terra, do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e de outros organismos eclesiais, incentivaram e abençoaram as invasões de terras e de prédios urbanos, a destruição de campos de pesquisa científica, as greves e os distúrbios nas ruas, os arrastões e a impunidade para os criminosos, como meio de pressão política sobre a opinião pública nacional e sobre um Governo que, para eles, não estava sendo suficientemente radical em suas reformas.

Mas esse desgosto não impediu esses prelados de manter seu apoio ao sistema petista quando este compensou a relativa lentidão na aplicação das reformas econômicas com uma radicalização apressada da agenda de corrupção dos costumes, mediante a legalização de alguns casos de aborto, o reconhecimento das uniões extraconjugais e de parceiros homossexuais, a paulatina introdução da ideologia de gênero na educação das crianças, o financiamento de expressões “artísticas” imorais e blasfemas etc.

Por fim, quando explodiu o descontentamento da população pelo aparelhamento do Estado, promovido pelo PT, e pela instalação do maior sistema de corrupção financeira da história do Brasil e talvez da história da humanidade, esses prelados fizeram tudo que estava ao seu alcance para salvar esse Governo que eles julgavam ser o mal menor. Mas, acima de tudo, para evitar que a onda conservadora das ruas se traduzisse em um movimento de restauração moral em nosso País, apressando-se a retirar qualquer apoio religioso aos que se levantavam contra o processo de socialização do Brasil.

Entretanto, a atuação militante dessa ala mais à esquerda do episcopado não impediu o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a posterior eleição do Sr. Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Amargurados pela derrota eleitoral, incluindo o estrondoso fracasso do Sr. Boulos e das outras correntes da extrema esquerda com as quais esses prelados melhor se identificavam, ainda viram ser eleito, escolhido pela maioria dos brasileiros, um homem que representava o oposto ideológico do que defendiam.

Diante do gradual desmantelamento dos fracassados assentamentos de Reforma Agrária, dos guetos indígenas, do combate à impunidade etc, esses Bispos, minoritários e aposentados, vociferam agora sua frustração, voltando-se raivosamente contra as autoridades federais com o pretexto da má condução da crise sanitária.

Trata-se provavelmente de sua derradeira tentativa (que seria incongruente qualificar de canto de cisne), de persuadir o povo brasileiro da bondade de suas utopias, agora já nas vésperas de deixar o palco e passar a engrossar a longa série dos “iluminados” que fracassaram nessa missão de levar o Brasil para a esquerda.

Encontro das CEBs

De tal maneira esses prelados derrotados estão cientes do abismo que os separa das aspirações da maioria da população brasileira que, na sua carta-vitupério, nem sequer tiveram a coragem de afirmar em alto e bom som os princípios comunistas que os animam. Servindo-se de circunlóquios e de outras ginásticas verbais, procuraram exprimir seu pensamento: o Brasil seria uma “sociedade estruturalmente desigual, injusta e violenta”, o sistema do atual Governo colocaria no centro “a defesa intransigente dos interesses de uma ‘economia que mata’, centrada no mercado e no lucro a qualquer preço”, seu desprezo pela educação e a cultura ficaria visível “no desconhecimento e depreciação de processos pedagógicos e de importantes pensadores do Brasil” (não teria sido mais simples e transparente dizer “a ‘pedagogia dos oprimidos’ de Paulo Freire”?) etc.

O fanatismo ideológico desses prelados os leva a ver o cisco no olho alheio e a não perceber a trave no próprio. “Até a religião é utilizada”, afirmam eles incautamente, “para manipular sentimentos e crenças, provocar divisões, difundir o ódio, criar tensões”, como se não fosse precisamente isso que fizeram durante décadas por meios das CEBs e das pastorais de apoio às atividades incendiárias dos movimentos ditos “populares”.

Por terem sido esses prelados os responsáveis em promover, durante décadas, a luta de classes e o comunismo, são eles que se fazem merecedores da apóstrofe que dirigem ao presidente Bolsonaro e ao seu Governo: “Como não ficarmos indignados diante do uso do nome de Deus e de sua Santa Palavra, misturados a falas e posturas preconceituosas, que incitam ao ódio, ao invés de pregar o amor, para legitimar práticas que não condizem com o Reino de Deus e sua justiça?”

Presidente Jair Bolsonaro recebendo a visita da imagem de Nossa Senhora de Fátima em Brasília

Na realidade, o que os bispos signatários da «Carta ao Povo de Deus» rejeitam é, sobretudo, o apoio que o Presidente Bolsonaro recebe de católicos conservadores, assim como de lideranças pentecostais que contam com um eleitorado também conservador nos costumes.

Paradoxalmente, os principais responsáveis pela perda de fiéis católicos e pelo crescimento dessas igrejas pentecostais, tão atuantes na política, foram esses mesmos bispos da “esquerda católica”, que hoje se queixam do resultado de seus próprios desatinos.

Os próprios protestantes não hesitam em reconhecer que seu crescimento exponencial se deu no período em que a corrente desses prelados, adeptos da Teologia da Libertação, dirigia a CNBB.

Ao apoiarem o PT, o MST e outros movimentos de esquerda, conferindo um viés político às suas pastorais, esses bispos católicos desagradaram milhões de fiéis que, sentindo-se órfãos de uma verdadeira assistência religiosa, migraram para as seitas protestantes.

Em 2001, o então líder da Convenção Batista do Brasil, o pastor Nilson Fanini, resumiu para a revista americana Time1, em um comentário, ao qual não falta uma nota de sarcasmo, como e por qual motivo isso se deu: “A Igreja Católica optou pelos pobres, mas os pobres optaram pelos evangélicos”. Por quê? Simplesmente porque “essas pessoas estavam famintas de algo mais do que simplesmente comida; os evangélicos supriram melhor as necessidades emocionais e espirituais do povo”, afirmou para a mesma revista o Sr. Henrique Mafra Caldeira de Andrada, diretor do programa protestante no Instituto de Estudos Religiosos de Rio de Janeiro.

Bispo e padres celebram missa em assentamento do MST

Em nome da interpretação marxista da “opção preferencial pelos pobres”, feita pela Teologia da Libertação, as conferências episcopais da América Latina deram apoio à agenda revolucionária de esquerda. O resultado foi o abandono de milhões de almas, sobretudo das pessoas mais simples, nas mãos dos pastores protestantes.

Um estudo do Conselho Episcopal Latino-Americano—CELAM revelou, no fim dos anos 1990, que, já naqueles anos, 8.000 latino-americanos abandonavam a Igreja Católica por dia e passavam para os evangélicos!2

Em apenas quatro décadas — levando-se em conta o crescimento populacional do Brasil —, essa mal interpretada “opção preferencial pelos pobres” de viés esquerdista fez com que os protestantes ganhassem 30 milhões de adeptos e a Igreja Católica perdesse mais de 50 milhões de fiéis, para eles ou para as diversas seitas, ou até para a irreligião.

Essa é a triste evidencia dos fatos. Ela é uma prova flagrante de que foi por ter apoiado correntes revolucionárias e demagógicas que a Igreja Católica se desacreditou junto aos pobres e aos excluídos. Os mesmos “excluídos” que esses bispos ‘foice e martelo’ dizem querer libertar!

Vossas Excelências não são da mesma geração desses frustrados e fracassados bispos que assinaram a famigerada Carta ao Povo de Deus. Como os jovens israelitas nascidos no cativeiro da Babilônia, os Senhores podem justificadamente murmurar: “Os pais comeram uvas verdes, e prejudicados ficaram os dentes dos filhos” (Jer 31, 29). Em outras palavras, a atual direção da CNBB herdou uma situação catastrófica que foi criada pelos seus antecessores imediatos. Incumbe agora aos Senhores reparar o dano.

Para isso foram sagrados Bispos da Santa Igreja, chamados por Deus à altíssima missão de restaurar o Catolicismo no Brasil, para cujo cumprimento podem contar com o apoio dos fiéis católicos que frequentam os sacramentos, muito mais numerosos do que as minguadas tropas dos militantes das CEBs.

Se Vossas Excelências não abandonarem resolutamente a via errada pela qual se embrenharam seus predecessores e entrarem em clara consonância com as aspirações religiosas profundas do povo brasileiro e, em particular, de seu próprio rebanho católico, o abismo psicológico que hoje separa as ovelhas dos pastores não fará senão crescer, com a perda suplementar de milhões de almas!

Quando os Srs. estudaram no seminário, o latim já tinha sido abandonado no currículo acadêmico. Mas ser-lhes-á fácil compreender a frase, outrora famosa, de Santo Agostinho: “Humanum fuit errare, diabolicum est per animositatem in errore manere”.[3]

Na atual emergência nacional, que requer a união de todos os brasileiros num projeto que atraia a imensa maioria da população, seria realmente diabólico obstinar-se no erro humano que levou à trágica perda de incontáveis fiéis e grave prejuízo para todo o País.

Apelamos, portanto, para o bom senso do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, pedindo a Vossas Excelências que repudiem, com a máxima energia, o documento escandaloso assinado por 152 dos seus irmãos no episcopado e o façam saber do alto dos púlpitos. É preciso ficar claro, à maioria conservadora do público brasileiro, que essa posição minoritária não corresponde à dos bispos do Brasil.

A mais importante reforma que o Brasil tanto necessita — e que espera ver encampada por seus bispos — é a moral: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.”

É com essas esperanças que nos dirigimos respeitosamente a Vossas Excelências, pedindo sua bênção,

In Jesu et Maria,


Eduardo de Barros Brotero

Diretor


INSTITUTO PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA

São Paulo, 4 de agosto de 2020

Festa litúrgica de S. João Maria Vianney, o Cura d’Ars

___________________

[1]http://content.time.com/time/magazine/article/0,9171,156277,00.html

[2] https://www.ncronline.org/blogs/all-things-catholic/dramatic-growth-evangelicals-latin-america

[3] Sermões 164.14.

 

http://www.abim.inf.br/virem-a-pagina-da-teologia-da-libertacao/


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

CARTA ABERTA AO PAI QUE FOI ASSISTIR FROZEN 2 COM AS FILHAS


Serhii Bobyk | Shutterstock

Sarah Kroger | Jan 14, 2020

Espero que você tenha pessoas próximas que também reconheçam o trabalho incrível que você está fazendo


Prezado “Cara Durão” (estou falando do pai que usava uma camisa de futebol no cinema ontem à noite. Sim, você! O machão que cantou “Let it Go” com três pequenas filhas loiras que vestiam roupas azuis da Elsa…),

Você fez o meu ano. Você também me lembrou muito do meu pai – o gigante gentil que me olhou nos olhos quando criança e disse: “você é uma princesa”. Depois disso, nos últimos 40 anos, vivi para honrar cada palavra dele.

Mas não foi exatamente o que meu pai disse (embora isso tenha sido importante); foi o que ele fez. Como você, ele se interessou muito pelas coisas que eu amava, mesmo que elas não o interessassem. Ele abraçou meus hobbies como se fossem dele, tanto que acabou amando-os também. Um deles era andar de patins. Sinceramente, não me lembro quem foi fisgado primeiro – mas, olhando para trás, nenhum dos outros pais da cidade passeava pelo parque com as filhas quase todas as noites.

Então, “Cara Durão”, eu pensei em escrever uma carta para você saber que eu o aplaudo. Espero que você tenha pessoas próximas a você (talvez sua esposa) que também reconheçam o trabalho incrível que você está fazendo: a maneira como você ajeitou o cabelo de sua filha enquanto todos estávamos esperando na fila, o jeito que você mantinha a calma quando sua outra filha deixou cair o refrigerante…

Ao adotar o seu papel de pai carinhoso, ao aprender a fechar presilhas brilhantes, mesmo que suas mãos sejam do tamanho de luvas de apanhador, você está dando o tom para a vida inteira dessas garotinhas. Como meu pai, você está mostrando às suas preciosas filhas que elas são dignas de amor, dignas de ternura, dignas do mais alto respeito.

Mas essas não são palavras minhas. Estudos e estatísticas mostram repetidamente que os pais são importantes para todos os filhos, especialmente as meninas. Meg Meeker, em seu livro “Pais Fortes, Filhas Fortes”, lista os seguintes fatos:

– Crianças firmemente ligadas aos pais são melhores na solução de problemas;

– Os bebês de seis meses têm uma pontuação mais alta nos testes de desenvolvimento mental quando os pais estão presentes em suas vidas;

– Com os pais presentes em casa, as crianças gerenciam melhor o estresse da escola;

– Garotas cujos pais proporcionam calor e controle alcançam maior sucesso acadêmico;

– As meninas próximas dos pais exibem menos ansiedade e comportamentos retraídos.

O Instituto de Estudos da Família dos Estados Unidos também relata: “A mulher que teve o pai presente tem mais chances de ter relacionamentos amorosos emocionalmente íntimos e gratificantes (…). O que é surpreendente não é que os pais tenham tanto impacto no relacionamento de suas filhas com os homens, mas que eles geralmente têm mais impacto do que as mães.”

Além disso, o mesmo estudo constata: “Filhas cujos pais se envolveram ativamente durante a infância na promoção de suas realizações acadêmicas ou atléticas e no incentivo à autoconfiança e assertividade têm maior probabilidade de se formar na faculdade e de ingressar em empregos mais exigentes e com salários mais altos.”

“Cara Durão”, você poderia ter saído com seus amigos ontem à noite. Você poderia ter ficado em casa assistindo futebol – posso dizer pela sua camisa, que provavelmente é mais interessante do que Frozen II. Mas você passou a noite dividindo a pipoca com suas filhas, cantando as músicas delas e moldando o futuro do mundo. Deus o abençoe!


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Ligue o vídeo e veja o trailer do filme Frozen 2:


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terça-feira, 19 de novembro de 2019

CARTA ABERTA AO EXCELENTÍSSIMO SR. PRESIDENTE DA CÂMARA - Padre David Franscisquini


19 de novembro de 2019
Reproduzimos a seguir uma carta aberta que o Pe. David Franscisquini — sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria, em Cardoso Moreira (RJ) — enviou ao Dep. Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados.

*   *   *
Prezado Senhor Rodrigo Maia,

          Permita-me fazer algumas apreciações e, ao mesmo tempo, demonstrar minha indignação pela maneira como vem sendo conduzida a política brasileira, de modo particular pelas duas casas legislativas, cuja Câmara dos Deputados é presidida pelo senhor.

          Como sacerdote no interior do Estado do Rio de Janeiro, no meu contato direto com os paroquianos posso afirmar que as ponderações que farei são compartilhadas por grande parte deles que anelam todo o bem que se possa fazer por esse Brasil, nascido sob o signo da Cruz.

          De um fato, estou seguro, a maioria absoluta da população brasileira está desagradada e desaprova a maneira de os nossos deputados e senadores conduzirem o processo de recuperação moral e institucional do País desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro.

          Pelo que tenho ouvido, a postura do Parlamento tem decepcionado e muito o público brasileiro, que percebe a má vontade de seus representantes em votar projetos originários do poder executivo, ora desfigurando-os, ora desidratando-os, ora postergando as suas votações.

          Desapontamento esse que não atinge apenas questões econômicas, mas sobretudo àquilo que diz respeito à ordem moral e familiar. Sendo a família a “célula mater” da sociedade, com ela esfacelada não haverá ordenação harmônica, estável e duradoura possível na vida social.

          Para o magistério tradicional da Igreja não se pode violar o direito fundamental do ordenamento familiar, pois sem ele os desígnios mais altos do bem-estar e a própria sobrevivência da sociedade estariam comprometidos. E a essência familiar é constituída por um homem e uma mulher, e isso foi determinado por Deus ao criá-los, dizendo: crescei e multiplicai-vos e enchei toda Terra.

         Foi uma vitória quase miraculosa o povo brasileiro ter tirado do poder a esquerda que há décadas vinha meticulosamente destruindo os valores morais de nossa sociedade, não só pelo péssimo exemplo que davam, mas também por leis cada vez mais permissivas, tornando-a frágil, degradada e sem qualquer perspectiva de futuro.

          Nos últimos anos do PT, tais desvios já vinham se conformando em perseguição religiosa àqueles que por dever de consciência religiosa reagissem contra a introdução de leis sobre homofobia, identidade de gênero, aborto, equiparação do casamento monogâmico entre um homem e uma mulher com as uniões de pessoas do mesmo sexo e adoção de crianças pelos mesmos.

          Nesse contexto, foi criado um ambiente favorável ao vício, à delinquência e à corrupção generalizada, que em contrapartida inibia a virtude, a honra e a dignidade da grande maioria dos brasileiros. Com efeito, tudo caminhava para o descalabro e para o caos. Infelizmente, o câncer que carcomia a ordem não foi totalmente extirpado.

         Suas metástases ainda seguem fazendo estragos não pequenos nas duas Casas Legislativas, frustrando assim os mais nobres anseios da sociedade. É dever dos governantes exercerem seu poder dentro dos parâmetros da justiça à procura do bem-estar social. Isto, Sr. Deputado, é um princípio universal e tem demonstrado que, quando bem cumprido, traz desenvolvimento, paz e progresso moral e material para as nações.

          Caso tal princípio não seja observado, ocorrerá exatamente o contrário, só trará desgraças, atrasos e até convulsões sociais, como afirma Santo Agostinho em sua obra “A Cidade de Deus”, quando as nações violam a Lei de Deus, não existindo céu nem inferno para as mesmas, o prêmio ou castigo será conquistado nesse mundo, como podemos constatar hoje na Venezuela!

          Exemplos patéticos foram as ditaduras comunistas e nazistas do século passado, e que ainda perduram neste tão conturbado início deste milênio. Esperamos bem que nessa fase da vida pública brasileira, nossos políticos — muitos deles imbuídos de ideologias ateias e comunistas — não continuem nos conduzindo por essas vias tenebrosas. Estaremos atentos e dispostos a cumprir nosso dever diante do Criador a fim de evitar tal desgraça para nossa Pátria. Disso Vossa Excelência pode estar seguro, pois o povo brasileiro já deu provas concretas de sua determinação e coragem.

          Com efeito, os valores morais e civilizatórios advindos do Cristianismo são as bases de uma sociedade sadia. Basta conhecer um pouco da história da civilização ocidental para perceber o quanto a Igreja Católica contribuiu para tirar as nações europeias do verdadeiro caos advindo com a queda do Império Romano em meados do século V.

          Ao longo dos séculos, os ensinamentos cristãos foram pouco a pouco transformando os costumes e as leis pagãs, substituindo-as pelos sábios ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Inúmeros frutos atestam a transformação em todos os ramos e atuação do homem, tanto no campo intelectual, quanto no espiritual, assim como na arte, nos costumes, nas leis, na política, na vida familiar, que ninguém pode negar ou subestimar o valor histórico da ação benfazeja da Igreja em todos os setores da vida do homem.

          Ninguém tem o direito de destruir esta grande conquista da humanidade, que foi a cristianização dos costumes e das leis, pois retornaríamos ipso facto à barbárie. E o bom senso popular proclama que é exatamente esse o desejo da esquerda para o Brasil, pelo papel de relevância que o nosso País vem ocupando no concerto hodierno das nações. Ao observar as discussões que ora vêm ocorrendo no Senado e na Câmara, pode-se concluir que — infelizmente — nada de relevante vem sendo feito para a construção de nosso futuro, pelo contrário, o boicote é total.

         Volto a afirmar que o fundamento da sociedade é a família. Ela só será bem constituída se for nos moldes cristãos, ou seja, monogâmica e indissolúvel, que é direito dos pais formarem seus filhos dentro da moralidade. Tudo o que fugir disso é inaceitável e fatalmente, cedo ou tarde, nos conduzirá à ruína.

          Atualmente são tantos os fatores de degradação que podem colaborar para abalar a família, que é dever imperioso dos legisladores zelarem pela sua fundamental proteção e defesa. Tenham certeza de que não é fazendo concessões aos erros modernos que poderão salvá-la, na verdade, isso só a enfraquecerá mais.

         No preâmbulo de nossa Constituição está dito que mesma foi promulgada sob a proteção de Deus. Sendo assim, as leis devem ser conformes com a Sua santa vontade. Caso contrário não proporcionarão a harmonia, a paz e o progresso almejado por todos.

         Apenas para constar, mais uma observação. A mídia, pelo menos a grande imprensa escrita ou televisiva está cada vez mais desacreditada, porque tem corroborado no sentido de destruir os valores da civilização cristã em nossa sociedade. Felizmente a população ordeira e laboriosa tem tido opções no acesso à informação idôneas e de qualidade, sem o cunho político esquerdista e marxista que domina nas TVs abertas, por meio das redes sociais, e isso foi uma conquista. O Brasil espera que os nossos legisladores não queiram votar leis que possam cercear a liberdade de expressão e o acesso à informação idônea e de qualidade.

         Nascido sob o signo da Cruz, o primeiro ato oficial do Brasil foi a celebração da Santa Missa. Nascido cristão, assim deveremos nos manter numa nação soberana, imponente e varonil. Pedimos a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, que vele pelo povo brasileiro, e ilumine os nossos governantes a fim de que façam uma administração dentro dos valores morais e cristãos, assegurando para esta grande nação e a este povo ordeiro, laborioso e pacífico um futuro de paz, harmonia e autêntico progresso.


Padre David Franscisquini
Cardoso Moreira, 16 de novembro de 2019


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sábado, 19 de outubro de 2019

CARTA ABERTA À MINISTRA ROSA WEBER - Renato Sant'Ana


18/10/2019

"Excelentíssima Senhora Ministra Rosa Weber,

Antes de mais nada, é devido expressar reconhecimento e louvar a trajetória de Vossa Excelência na Suprema Corte, marcada pelo diálogo, pela moderação e por um devotado empenho no resguardo de nossa Carta Maior, virtudes que encorajam este manifesto.

Pois bem, momento houve em que Vossa Excelência demonstrou inclinar-se contrariamente à "prisão em 2ª instância", divergência com a sábia posição firmada pelo pleno do STF em 2016. Sim, haverá mentes muito respeitáveis com tal posicionamento. Todavia, é oportuno registrar que um expressivo número (quiçá, maioria) das grandes mentalidades do Direito considera imprescindível que o precedente do STF ora em vigência seja mantido, isto é, que a pena de restrição de liberdade siga sendo aplicada a condenados a partir da 2ª instância, o que se coaduna plenamente com o preceito constitucional (como se pretende aqui demonstrar).

Aliás, pela publicização que o assunto adquiriu, esse é também o anseio da maior parte da população brasileira.

Mas, o que levará doutos juristas a postularem que o precedente do STF seja preservado? Ora, a motivação iniludível é apenas assegurar a "efetividade da lei penal". E quais serão os fundamentos? A isso vamos.

1. A que se destina a lei penal: ser instrumento da chancela estatal das relações sociais harmônicas (efeito amplo) ou dar garantias àquele que opta por adotar condutas antissociais (efeito restrito)? Eis a questão norteadora da presente sustentação, cuja resposta é indissociável dos valores insculpidos em nossa Carta Maior como justiça, liberdade e convivência social harmônica. Com efeito, não haverá justiça nem, por conseguinte, harmonia social sem uma lei penal de inelutável efetividade a garantir a conduta reta e a inibir o comportamento antissocial dos indivíduos.

2. Máxima cautela convirá para evitar-se a armadilha retórica que sustenta a insidiosa tese de que só existe "trânsito em julgado" após a impetração de todo e qualquer recurso admitido no regramento processual, tese com ares de fundamentalismo, que nega a Constituição como um "corpus" (que de fato é) para, fragmentando-a, apegar-se a uma distorção da literalidade do texto.

3. A Constituição, no art. 5º, combinados os incisos LXI e LVII, estatui: "ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente (...)"; e "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". É malabarismo retórico, sem qualquer zelo pelo Direito, afirmar que, no referido dispositivo, a CF proíbe o início da pena de restrição de liberdade imediatamente ao acórdão da 2ª instância, no qual, sabe-se bem, ocorre o exaurimento de qualquer dúvida quanto à autoria do crime. Sendo que, aliás, o texto não faz alusão a "prisão", "restrição de liberdade", "grau de jurisdição" nem a "cumprimento da pena".

4. Sabidamente, o "trânsito em julgado" é imprescindível à "segurança jurídica" (elemento definidor de um regime democrático). Ora, uma determinada matéria transita em julgado quando se torna insuscetível de alteração mediante recurso. Agora, é preciso ter em vista que os autos de um processo contêm diversas matérias, podendo cada qual transitar em julgado em diferentes momentos. Assim, a "autoria do crime" é apenas e tão-somente uma entre várias matérias nos autos de um processo penal; e tem obviamente seu "trânsito" antes e sem prejuízo doutras que a defesa poderá seguir questionando.

5. Assim, exaurida a matéria da "culpabilidade" (o que ocorre nas instâncias ordinárias), é teratologia retórica dizer que, ainda assim, persiste a "presunção de inocência". Vale lembrar o que prelecionou o saudoso Ministro Teori Zavascki no sábio voto de 2016 (HC 126.292): "(...) tendo havido, em segundo grau, um juízo de incriminação do acusado, fundado em fatos e provas insuscetíveis de reexame pela instância extraordinária, parece inteiramente justificável a relativização e até mesmo a própria inversão, para o caso concreto, do princípio da presunção de inocência até então observado".

6. É adequado asseverar-se, pois, que, havendo o tribunal confirmado a sentença condenatória, tornando-a irrevogável, é uma pretensão totalmente desprovida de razoabilidade manter em suspenso o cumprimento da pena de restrição de liberdade sob a alegação de ainda restar, à defesa, pelejar em instância extraordinária – onde unicamente poderá discutir a legalidade do processo. Sim, a Suprema Corte acertou, em 2016, ao reconhecer que a presunção da inocência vigora só até a "confirmação da sentença condenatória em segundo grau".

7. Cabe indagar: qual seria o risco de injustiça em dar-se início ao cumprimento da pena a partir da condenação em 2ª instância, quando o condenado não mais poderá esquivar-se da culpa? Que direito é fraudado, na hipótese de o condenado estar preso enquanto tramitam recursos em instância extraordinária? Nenhum! Nenhum! Ao passo que são conhecidos os efeitos deletérios da impunidade suscitada pelo "instituto da procrastinação".

8. Em artigo publicado no ano de 2011, criticando o "regime de impunidade" que vedava a "prisão em 2ª instância" (regime surgido em 2009 por puro casuísmo, sem dizer que, até 1973, a prisão podia dar-se na 1ª instância), o ministro Cezar Peluso, então presidente do STF, declarou: "O sistema atual produz intoleráveis problemas, como a 'eternização' dos processos, a sobrecarga do Judiciário e a morosidade da Justiça."

9. Assegurar, como prevê a Carta Magna, o "contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes" é uma garantia à sociedade.

Contudo, absolutizar este, assim como qualquer outro princípio constitucional, desequilibra o sistema normativo e acarreta prejuízo do que é a essência de uma ordem jurídica democrática: uma justiça efetiva e apta a galvanizar a confiança da sociedade. Haverá, pois, grande dano se, para desfazer o que foi feito em 2016, for convalidada uma tortuosa exegese do texto constitucional, eis que o intuito da Carta Maior (vista como sistema normativo que perfaz uma unidade) é, em síntese, chancelar a justiça, desiderato que se torna inalcançável sem a efetividade da lei penal.

10. Saliente-se! A posição adotada pelo STF em 2016, cuja manutenção aqui se está requerendo, não interfere em nenhum dos direitos garantidos pela Constituição, como as liberdades individuais, o devido processo legal, a ampla defesa, o tratamento digno do réu. O que fica a utilização dos recursos para perpetuar processos e evitar o cumprimento das decisões.

Pelas razões ora expostas, vimos perante Vossa Excelência apelar a que, conservando a chama do judicioso espírito com que exerce a magistratura, se posicione no sentido de manter o precedente ora em vigência, rejeitando o insidioso regramento da procrastinação e da impunidade. O processo penal não pode ser uma espécie de "videogame" que, a jogadores especiais, ofereça o prêmio da prescrição.

A história recente do Supremo Tribunal Federal, que Vossa Excelência engrandece com seu magistério, é dignificada por ministros como Alvaro Ribeiro da Costa, Antônio Gonçalves de Oliveira, Antonio Carlos Lafayette Andrada e Adauto Lúcio Cardoso, que, postando-se como guardiões da ordem democrática, tiveram a coragem de enfrentar excessos autoritários do regime político de sua época. Integram eles uma galeria de vultos notáveis que, com a visão ampla do estadista que não se deixa ofuscar por aspectos periféricos - à qual souberam somar a despretensiosa simplicidade dos sábios -, ajudaram a aprimorar a ordem jurídica nacional, elevando a Constituição como um farol a orientar a nação, sem distinguir o brasileiro mais humilde do mais influente.

Pois o espírito republicano, a independência e a coragem de Vossa Excelência farão que seu nome figure no rol desses grandes luminares quando, no futuro próximo, a história desta Egrégia Corte for lembrada.

Creia! Em Vossa Excelência deposita-se a confiança de milhões de brasileiros que, com clara consciência cívica, percebem a gravidade destes tempos: nossas escolhas e nossos atos determinarão se vamos propulsar ou atrasar o futuro do Brasil.

Receba a gratidão de seus compatriotas democratas".


Advogado e psicólogo. E-mail do autor: sentinela.rs@uol.com.br


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terça-feira, 26 de março de 2019

CARTA ABERTA AO RODRIGO MAIA - Carla Pola



"Caro Rodrigo Maia


Não adianta querer botar as manguinhas de fora a fim de pressionar o Governo Bolsonaro para que a política do toma lá dá cá volte a ser o norte do Brasil.

O recado das ruas e das urnas (mesmo que desconfiemos das fraudes nas urnas eletrônicas, pois é um direito que temos e cremos que o resultado foi ainda maior em favor do Presidente Bolsonaro) foi claro.

De nada adianta combinar com a imprensa dos porões uma pesquisa Ibope a fim de forçar uma queda de popularidade do Presidente Bolsonaro, pois o Ibope não tem a mínima credibilidade e a imprensa também não. Conforme o mesmo Ibope (que ressurgiu das cinzas) nosso Presidente seria qualquer um, menos Jair Bolsonaro. A Dilma (que espero também seja presa em breve) seria a senadora com a maior votação em Minas Gerais, o Suplicy o mais votado em São Paulo; bem como vários Governadores atuais sequer estariam no segundo turno.

Saiba, Rodrigo Maia, que o povo não é mais o gado que vocês tocavam como bem entendiam. Estamos vendo que a cada ataque de vocês, políticos motivados por benesses pessoais e não comprometidos com o Brasil, em relação às reformas e ao governo é sinal de desespero pela morte iminente que se aproxima da velha e retrógrada prática política que só fez o Brasil afundar e se agarrar na promessa do país do futuro a fim de enganar os desavisados. Um futuro que só faria bem a vocês, jamais ao povo. Um futuro de continuação do passado de corrupção, roubalheiras, desmandos, achaques ao dinheiro e aos verdadeiros valores do povo brasileiro.

O futuro, Rodrigo Maia, a Deus pertence e o Brasil quer viver o presente.

É muito interessante essa pesquisa ridícula do Ibope ter saído justamente no momento em que o Presidente Jair Bolsonaro fez bonito na sua ida ao Estados Unidos, abrindo as portas para, aí sim, o Brasil ser um país com futuro, sem as amarras de uma política suja, torpe e corrupta. Nos tirando da vassalagem a governos ditatórias como Cuba, Venezuela, China e tantos outros que só fazem enriquecer seus políticos profissionais e ao povo fica a miséria, os impostos altíssimos, a falta de liberdade, a violência e o caos.

Ao invés de vocês políticos e a imprensa dos porões comemorarem esse alinhamento com a maior nação do mundo; fizeram o contrário, reclamaram o tempo todo, inventaram intrigas inexistentes e, como se não bastasse ainda retiraram dos mortos o Ibope para tentar, artificialmente, diminuir a popularidade de um governo legítimo e que vem mostrando  um bom trabalho.

Também foi interessante notar que essa pesquisa infundada do desacreditado Ibope saiu após milhares e milhares de pessoas terem saído às ruas no dia 17 de março e, em alguns estados abaixo de chuva, contra o STF que resolveu baixar a ditadura do judiciário contra o povo brasileiro.

No dia 07 de abril sairemos às ruas mais uma vez e nossos protestos serão mais abrangentes, não se limitará ao STF, abrangerá também o Congresso Nacional. Exigiremos as reformas que o Brasil precisa, exigiremos do Senado a CPI da Lava-Toga, bem como os impeachments dos que se acham no Olimpo do STF. Do Congresso cobraremos as reformas que o Brasil precisa e os brasileiros querem e, se bobear, exigiremos a tua saída da Presidência da Câmara, já que você esquece que é nosso funcionário e nós pagamos o teu salário, além das benesses absurdas que você usufrui; bem como, sustentamos os outros 512 deputados federais.

Você disse certa vez, Rodrigo Maia, que não era obrigado a fazer o que o povo quer e sim o que você bem entende. Se é assim que pensa, a política não deveria ser tua profissão, melhor tentar a iniciativa privada.

Quando o povo cansou de vez do PT e dos descaminhos que o Brasil trilhava, vislumbrando virarmos uma Venezuela em breve tempo, fomos às ruas aos milhões e a Dilma caiu e o PT se transformou num partido execrado pelos brasileiros, mesmo que tenham inflado aqueles números ridículos ao Haddad nas eleições. Se conseguimos tirar uma Presidente da República, por que não um Presidente da Câmara que pensa que pode mais que os brasileiros que o elegeram?

Respeite os brasileiros, Rodrigo Maia. Respeite a vontade popular que elegeu um Presidente que simboliza o que somos e o que queremos, não o que você e outros políticos da mesma cepa pensam que podem nos enfiar goela abaixo o que querem.

 Dia 07 de abril, mais uma vez mostraremos que o Ibope está errado, que vocês estão errados, que a imprensa (que também agoniza após perder as verbas milionárias que nos sugava) está errada.

Toda vez que vocês acharem que nós, “A Vossa Excelência o Povo”, estamos acomodados, que vocês podem manipular nossa opinião com a ajuda da imprensa dos porões e institutos de pesquisas fraudulentos a fim de atrasar o desenvolvimento do país e voltarem às velhas práticas que só nos prejudica, “sairemos às ruas para mostrar que vocês estão errados e que o poder emana do povo”. Vocês são somente nossos representantes e representantes devem sim, queiram ou não, fazer valer a vontade do povo. Creio não ser preciso desenhar.

Se conselho fosse bom a gente vendia, mas não custa te dar a dica. Esperneie dentro de casa, mas fora dela coloque as manguinhas para dentro e comece a fazer o teu trabalho. Trabalhe na Reforma da Previdência que é inadiável para o desenvolvimento do Brasil, caso contrário, você bem sabe, que num futuro próximo ninguém mais receberá nada de aposentadoria e isso inclui vocês políticos também. Ou você quer que o Brasil quebre como aconteceu com a Grécia e a intervenção internacional fez o país cortar na carne na marra?

Outra, queremos o projeto Anti-Crime do Ministro Sérgio Moro (que você deve desculpas, inclusive) tramitando juntinho com a Reforma da Previdência, pois se com nosso dinheiro pagamos a tua segurança, com o nosso dinheiro exigimos a nossa. A primeira medida é tirar o projeto das mãos do PSOL e do PT, pois isso é pura sabotagem da tua parte, Rodrigo Maia; ou passa mesmo pela tua mente que não sabemos que eles farão picadinho do projeto do Ministro Moro que preza por nos dar um pouco mais de segurança?

Concluo, por ora, afirmando que nós, a Vossa Excelência o Povo (jamais esqueça isso), optamos pela mudança real dos caminhos do Brasil e todos que ainda não entenderam isso e, que esperneiam a fim de impedir essa mudança serão varridos da política brasileira, serão varridos da imprensa, serão varridos do cenário. Não permitiremos que compadrios, conluios e conchavos nos porões de Brasília impeçam que as futuras gerações tenham um país digno e decente, como nós mesmos não tivemos e, por nossa própria culpa, em não ter enxergado o mal que políticos corruptos, torpes e traidores da Pátria fizeram ao nosso país e, por conseguinte, a nós mesmos.

Falhamos em relação a nossa geração, mas não falharemos para com as gerações vindouras. Sabemos que levaremos anos para limpar o Brasil, mas limparemos. Vassouras, panos, desinfetantes e baldes a postos já começamos e não mais pararemos.

Portanto, Rodrigo Maia, dê meia volta e olhe pelo Brasil, seja digno do cargo que ocupa como Presidente da Câmara, pois a Câmara representa a Vossa Excelência o Povo e o povo quer e exige mudanças.

Só para constar, se para o cargo de Presidente da Câmara fosse preciso votação popular, com toda certeza não seria você a ocupá-lo. Mas, como teus pares te elegeram em nosso nome, não esqueça jamais que está a nosso serviço.

Respeito, Rodrigo Maia, se conquista. Aprenda isso com o Ministro Sérgio Moro e com o nosso Presidente Jair Bolsonaro.


Cordialmente.

Carla Pola"

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

CARTA ABERTA AOS PRESIDENTES DAS CONFERÊNCIAS EPISCOPAIS - Walter Card. Brandmüller e Raymond Leo Card.


Caros irmãos, Presidentes das Conferências Episcopais,

É com profunda aflição que nos dirigimos a todos vós! O mundo católico está desorientado e levanta uma pergunta angustiante: para onde está indo a Igreja?

Diante desta deriva, hoje em curso, pode parecer que o problema se reduz ao problema dos abusos de menores, um crime horrível, especialmente se perpetrado por um sacerdote, que, todavia, não é senão uma parte de uma crise bem mais ampla. 

A chaga da agenda homossexual difunde-se no seio da Igreja, promovida por redes organizadas e protegida por um clima de cumplicidade e de conspiração de silêncio (“omertà”). Como é evidente, as raízes deste fenômeno encontram-se nessa atmosfera de materialismo, relativismo e hedonismo, em que se põe abertamente em discussão a existência de uma lei moral absoluta, ou seja, sem excepções.

Acusa-se o clericalismo de ser responsável pelos abusos sexuais, mas a primeira e a principal responsabilidade do clero não recai sobre o abuso de poder, mas em se ter afastado da verdade do Evangelho. A negação, até mesmo em público, por palavras e nos factos, da lei divina e natural, está na raiz do mal que corrompe certos ambientes da Igreja.

Diante de tal situação, cardeais e bispos calam. Também vós vos calareis aquando da reunião convocada para o próximo dia 21 de Fevereiro, no Vaticano?

Em 2016, estivemos entre os que interpelaram o Santo Padre acerca dos dubia que dividiam a Igreja após a conclusão do Sínodo sobre a família. Hoje, esses dubia não só continuam sem receber qualquer resposta, mas são apenas parte de uma crise da fé mais geral. Por isso, vimos encorajar-vos a que levanteis a vossa voz para salvaguardar e proclamar a integridade da doutrina da Igreja.

Rezamos e pedimos ao Espírito Santo para que assista a Igreja e ilumine os pastores que a guiam. Neste momento, é urgente e necessário um acto resolutório. Confiamos no Senhor que nos prometeu: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28, 20).



Walter Card. Brandmüller
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Raymond Leo Card. Burke

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sábado, 3 de novembro de 2018

CARTA ABERTA AO JUIZ SERGIO MORO EMOCIONA O BRASIL


Posted on : novembro 3, 2018 By Da Redação


Caro Juiz Sergio Moro, queremos primeiramente  lhe parabenizar pelo seu trabalho no combate a corrupção e a tirania em nosso querido país, se não fosse vossa excelência e com sua inteligencia e honestidade no cumprimento ortodoxo da lei, nossa nação não teria dado o passo tão grande quanto o que foi dado pela Operação Lava Jato e nós teríamos sucumbido a uma verdadeira ditadura como acontece na Venezuela.

Juiz Moro, gostaria de dizer em nome de milhões de Brasileiros, o senhor não estará sozinho nesta nova empreitada no Ministério da Justiça. Nós sabemos que para o senhor foi uma decisão difícil deixar a sua longa carreira como magistrado para trás, por este motivo e ainda mais , será uma honra sem tamanho ter o senhor como parte de nosso novo governo.

Escrevo este texto emocionado, pois sei que o senhor é a esperança para o nosso Brasil. Tenha certeza que não estará sozinho nesta luta, o povo brasileiro está ao seu lado e sempre estará disposto a lutar em sua defesa e em defesa da Lei e da Ordem.

Juiz Moro, que o senhor seja muito abençoado nesta nova etapa e que possa colocar muito mais corruptos atrás das grades, porque o povo não aguenta mais sofrer nas mãos deste tipo de criminoso. Oraremos todos os dias pela sua vida e por sua família, que Deus o abençoe o guarde e o Ilumine, amém!

Autor – O povo Brasileiro!



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sábado, 1 de setembro de 2018

CARTA ABERTA AO MINISTRO EDSON FACHIN - Fayez Feiz José Rizk

01/09/2018 às 10:39

Caro Ministro:

Não sou advogado, mas não sou idiota.

O senhor, no seu voto memorável e desprezível, não só a mim me qualificou como um idiota, mas a todo o povo brasileiro.

Afinal, o motivo para barrar a candidatura de um criminoso condenado, com fartas provas, ao contrário do que dizem os fanáticos seguidores desse malandro, é um artigo de uma Lei, de origem popular, votada pelos representantes do povo, por unanimidade e, suprema ironia, promulgada por esse mesmo hoje prisioneiro.

Com suas firulas e linguagem empolada, com emaranhado de citações, o senhor revogou a soberania nacional, a soberania do povo brasileiro e nos submeteu à recomendação, isso, a uma recomendação e não uma decisão, de um comitê, que o senhor mesmo (e eles também) reconhecem que não tem caráter jurídico, não investigam, não produzem provas, não interrogam e não dão direito ao contraditório.

O senhor, com esse voto vergonhoso, rasgou a bandeira brasileira e proclamou a nossa servidão, à feitores que nem mesmo no solo pátrio estão.

Fomos enlameados na nossa honra e dignidade.

Independente do resultado, o seu voto manchou indelevelmente e vergonhosamente a sua biografia.

Um minuto de silêncio pela morte da Nação brasileira.

Arquiteto em Campo Grande-MS.

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/11240/carta-aberta-ao-ministro-edson-fachin

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