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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

VIREM A PÁGINA DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO!

5 de agosto de 2020

Carta Aberta do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira ao Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil 

Excelências: Chegou a hora de virar a página da Teologia da Libertação!

“Errar é humano, mas perseverar no erro por arrogância é diabólico”
(Santo Agostinho)

Segundo notícias de imprensa, o Conselho Permanente da CNBB irá discutir, no dia 5 de agosto, a “Carta ao Povo de Deus”, vazada para uma colunista da Folha de S. Paulo e assinada presumidamente por 152 bispos.A carta é um forte ataque ao atual Governo, baseado muito mais em uma posição ideológica de esquerda do que na doutrina social da Igreja.


                                Titulo da matéria sobre a “Carta ao Povo de Deus” na Folha de S. Paulo


Os primeiros nomes dos signatários, que se tornaram públicos, são representativos de uma corrente episcopal cuja doutrina claramente inspirou a redação do documento. São prelados de ascendência alemã, hoje aposentados, que vibraram na sua juventude com a revolução marxista promovida pelos corifeus da Teologia da Libertação. Após o colapso da URSS, esses prelados — e outros da mesma corrente ideológica — se reciclaram com as utopias ambientalistas e indigenistas e, em outubro passado, promoveram o escandaloso culto à Pachamama nos jardins do Vaticano [foto abaixo].

Culto a Pachamama promovido em outubro do ano passado nos jardins do Vaticano

Enquanto estavam na ativa e à frente das suas dioceses, esses prelados foram os mentores do Partido dos Trabalhadores, seus maiores promotores, através das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), e seus principais aliados quando o partido conseguiu chegar ao poder e tentou implantar no Brasil o regime socialista com o qual sonhavam.

Descontentes com o “aburguesamento” dos quadros do PT e sua demora em fazer as reformas estruturais que a passagem para o socialismo necessitava, esses prelados aliaram-se ao MST e aos “movimentos populares”, que representavam a ala ardida da esquerda.

Comissão Pastoral da Terra

Através da Pastoral da Terra, do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e de outros organismos eclesiais, incentivaram e abençoaram as invasões de terras e de prédios urbanos, a destruição de campos de pesquisa científica, as greves e os distúrbios nas ruas, os arrastões e a impunidade para os criminosos, como meio de pressão política sobre a opinião pública nacional e sobre um Governo que, para eles, não estava sendo suficientemente radical em suas reformas.

Mas esse desgosto não impediu esses prelados de manter seu apoio ao sistema petista quando este compensou a relativa lentidão na aplicação das reformas econômicas com uma radicalização apressada da agenda de corrupção dos costumes, mediante a legalização de alguns casos de aborto, o reconhecimento das uniões extraconjugais e de parceiros homossexuais, a paulatina introdução da ideologia de gênero na educação das crianças, o financiamento de expressões “artísticas” imorais e blasfemas etc.

Por fim, quando explodiu o descontentamento da população pelo aparelhamento do Estado, promovido pelo PT, e pela instalação do maior sistema de corrupção financeira da história do Brasil e talvez da história da humanidade, esses prelados fizeram tudo que estava ao seu alcance para salvar esse Governo que eles julgavam ser o mal menor. Mas, acima de tudo, para evitar que a onda conservadora das ruas se traduzisse em um movimento de restauração moral em nosso País, apressando-se a retirar qualquer apoio religioso aos que se levantavam contra o processo de socialização do Brasil.

Entretanto, a atuação militante dessa ala mais à esquerda do episcopado não impediu o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a posterior eleição do Sr. Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Amargurados pela derrota eleitoral, incluindo o estrondoso fracasso do Sr. Boulos e das outras correntes da extrema esquerda com as quais esses prelados melhor se identificavam, ainda viram ser eleito, escolhido pela maioria dos brasileiros, um homem que representava o oposto ideológico do que defendiam.

Diante do gradual desmantelamento dos fracassados assentamentos de Reforma Agrária, dos guetos indígenas, do combate à impunidade etc, esses Bispos, minoritários e aposentados, vociferam agora sua frustração, voltando-se raivosamente contra as autoridades federais com o pretexto da má condução da crise sanitária.

Trata-se provavelmente de sua derradeira tentativa (que seria incongruente qualificar de canto de cisne), de persuadir o povo brasileiro da bondade de suas utopias, agora já nas vésperas de deixar o palco e passar a engrossar a longa série dos “iluminados” que fracassaram nessa missão de levar o Brasil para a esquerda.

Encontro das CEBs

De tal maneira esses prelados derrotados estão cientes do abismo que os separa das aspirações da maioria da população brasileira que, na sua carta-vitupério, nem sequer tiveram a coragem de afirmar em alto e bom som os princípios comunistas que os animam. Servindo-se de circunlóquios e de outras ginásticas verbais, procuraram exprimir seu pensamento: o Brasil seria uma “sociedade estruturalmente desigual, injusta e violenta”, o sistema do atual Governo colocaria no centro “a defesa intransigente dos interesses de uma ‘economia que mata’, centrada no mercado e no lucro a qualquer preço”, seu desprezo pela educação e a cultura ficaria visível “no desconhecimento e depreciação de processos pedagógicos e de importantes pensadores do Brasil” (não teria sido mais simples e transparente dizer “a ‘pedagogia dos oprimidos’ de Paulo Freire”?) etc.

O fanatismo ideológico desses prelados os leva a ver o cisco no olho alheio e a não perceber a trave no próprio. “Até a religião é utilizada”, afirmam eles incautamente, “para manipular sentimentos e crenças, provocar divisões, difundir o ódio, criar tensões”, como se não fosse precisamente isso que fizeram durante décadas por meios das CEBs e das pastorais de apoio às atividades incendiárias dos movimentos ditos “populares”.

Por terem sido esses prelados os responsáveis em promover, durante décadas, a luta de classes e o comunismo, são eles que se fazem merecedores da apóstrofe que dirigem ao presidente Bolsonaro e ao seu Governo: “Como não ficarmos indignados diante do uso do nome de Deus e de sua Santa Palavra, misturados a falas e posturas preconceituosas, que incitam ao ódio, ao invés de pregar o amor, para legitimar práticas que não condizem com o Reino de Deus e sua justiça?”

Presidente Jair Bolsonaro recebendo a visita da imagem de Nossa Senhora de Fátima em Brasília

Na realidade, o que os bispos signatários da «Carta ao Povo de Deus» rejeitam é, sobretudo, o apoio que o Presidente Bolsonaro recebe de católicos conservadores, assim como de lideranças pentecostais que contam com um eleitorado também conservador nos costumes.

Paradoxalmente, os principais responsáveis pela perda de fiéis católicos e pelo crescimento dessas igrejas pentecostais, tão atuantes na política, foram esses mesmos bispos da “esquerda católica”, que hoje se queixam do resultado de seus próprios desatinos.

Os próprios protestantes não hesitam em reconhecer que seu crescimento exponencial se deu no período em que a corrente desses prelados, adeptos da Teologia da Libertação, dirigia a CNBB.

Ao apoiarem o PT, o MST e outros movimentos de esquerda, conferindo um viés político às suas pastorais, esses bispos católicos desagradaram milhões de fiéis que, sentindo-se órfãos de uma verdadeira assistência religiosa, migraram para as seitas protestantes.

Em 2001, o então líder da Convenção Batista do Brasil, o pastor Nilson Fanini, resumiu para a revista americana Time1, em um comentário, ao qual não falta uma nota de sarcasmo, como e por qual motivo isso se deu: “A Igreja Católica optou pelos pobres, mas os pobres optaram pelos evangélicos”. Por quê? Simplesmente porque “essas pessoas estavam famintas de algo mais do que simplesmente comida; os evangélicos supriram melhor as necessidades emocionais e espirituais do povo”, afirmou para a mesma revista o Sr. Henrique Mafra Caldeira de Andrada, diretor do programa protestante no Instituto de Estudos Religiosos de Rio de Janeiro.

Bispo e padres celebram missa em assentamento do MST

Em nome da interpretação marxista da “opção preferencial pelos pobres”, feita pela Teologia da Libertação, as conferências episcopais da América Latina deram apoio à agenda revolucionária de esquerda. O resultado foi o abandono de milhões de almas, sobretudo das pessoas mais simples, nas mãos dos pastores protestantes.

Um estudo do Conselho Episcopal Latino-Americano—CELAM revelou, no fim dos anos 1990, que, já naqueles anos, 8.000 latino-americanos abandonavam a Igreja Católica por dia e passavam para os evangélicos!2

Em apenas quatro décadas — levando-se em conta o crescimento populacional do Brasil —, essa mal interpretada “opção preferencial pelos pobres” de viés esquerdista fez com que os protestantes ganhassem 30 milhões de adeptos e a Igreja Católica perdesse mais de 50 milhões de fiéis, para eles ou para as diversas seitas, ou até para a irreligião.

Essa é a triste evidencia dos fatos. Ela é uma prova flagrante de que foi por ter apoiado correntes revolucionárias e demagógicas que a Igreja Católica se desacreditou junto aos pobres e aos excluídos. Os mesmos “excluídos” que esses bispos ‘foice e martelo’ dizem querer libertar!

Vossas Excelências não são da mesma geração desses frustrados e fracassados bispos que assinaram a famigerada Carta ao Povo de Deus. Como os jovens israelitas nascidos no cativeiro da Babilônia, os Senhores podem justificadamente murmurar: “Os pais comeram uvas verdes, e prejudicados ficaram os dentes dos filhos” (Jer 31, 29). Em outras palavras, a atual direção da CNBB herdou uma situação catastrófica que foi criada pelos seus antecessores imediatos. Incumbe agora aos Senhores reparar o dano.

Para isso foram sagrados Bispos da Santa Igreja, chamados por Deus à altíssima missão de restaurar o Catolicismo no Brasil, para cujo cumprimento podem contar com o apoio dos fiéis católicos que frequentam os sacramentos, muito mais numerosos do que as minguadas tropas dos militantes das CEBs.

Se Vossas Excelências não abandonarem resolutamente a via errada pela qual se embrenharam seus predecessores e entrarem em clara consonância com as aspirações religiosas profundas do povo brasileiro e, em particular, de seu próprio rebanho católico, o abismo psicológico que hoje separa as ovelhas dos pastores não fará senão crescer, com a perda suplementar de milhões de almas!

Quando os Srs. estudaram no seminário, o latim já tinha sido abandonado no currículo acadêmico. Mas ser-lhes-á fácil compreender a frase, outrora famosa, de Santo Agostinho: “Humanum fuit errare, diabolicum est per animositatem in errore manere”.[3]

Na atual emergência nacional, que requer a união de todos os brasileiros num projeto que atraia a imensa maioria da população, seria realmente diabólico obstinar-se no erro humano que levou à trágica perda de incontáveis fiéis e grave prejuízo para todo o País.

Apelamos, portanto, para o bom senso do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, pedindo a Vossas Excelências que repudiem, com a máxima energia, o documento escandaloso assinado por 152 dos seus irmãos no episcopado e o façam saber do alto dos púlpitos. É preciso ficar claro, à maioria conservadora do público brasileiro, que essa posição minoritária não corresponde à dos bispos do Brasil.

A mais importante reforma que o Brasil tanto necessita — e que espera ver encampada por seus bispos — é a moral: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.”

É com essas esperanças que nos dirigimos respeitosamente a Vossas Excelências, pedindo sua bênção,

In Jesu et Maria,


Eduardo de Barros Brotero

Diretor


INSTITUTO PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA

São Paulo, 4 de agosto de 2020

Festa litúrgica de S. João Maria Vianney, o Cura d’Ars

___________________

[1]http://content.time.com/time/magazine/article/0,9171,156277,00.html

[2] https://www.ncronline.org/blogs/all-things-catholic/dramatic-growth-evangelicals-latin-america

[3] Sermões 164.14.

 

http://www.abim.inf.br/virem-a-pagina-da-teologia-da-libertacao/


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domingo, 10 de março de 2019

CARNAVAL — ABJETO ATO BLASFEMO PARA ULTRAJAR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO


6 de março de 2019
Para chocar os Cristãos às vésperas da Quaresma, Escola de Samba sacrilegamente blasfema contra Nosso Senhor Jesus Cristo. Zombando da Fé, “Gaviões da Fiel” mostra o demônio arrastando e vencendo nosso divino Redentor. A respeito, transcrevemos o comunicado publicado hoje pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Erguei-Vos, Senhor: por que pareceis dormir?

Na madrugada do último domingo, dia 3 de março, a escola de Samba Gaviões da Fiel mostrou Satanás pisando, arrastando e, por fim, derrotando o Filho de Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo.

O intuito era claro e foi declarado descaradamente pelo seu idealizador, o coreógrafo Edgar Junior: “O foco era esse mesmo, era chocar! Acho que a gente alcançou o nosso objetivo, que era mexer com essa polêmica de Jesus e o diabo, com a fé de cada um[i].”

Não é de hoje que os desfiles das escolas de samba, cada vez mais, procuram agredir o senso moral e religioso de milhões de brasileiros. Todavia, agora se ultrapassou uma barreira até então ainda desconhecida.

Publicamente, Satanás foi aplaudido enquanto vencia o Redentor do Mundo. Aquele que escravizou a humanidade, desfilava, vitorioso, no meio da euforia de uma multidão que presenciava a derrota de seu Salvador.

Se por parte de alguns houve aplausos, por parte de outros houve uma inércia culposa diante da blasfêmia que se praticou, uma indiferença inaceitável diante de Deus!


São Luís Maria Grignion de Montfort, o grande santo amigo da Cruz, em sua Oração Abrasada, dirigindo-se a Deus, afirma: “Vossa divina fé é transgredida; Vosso Evangelho desprezado; abandonada Vossa religião; torrentes de iniquidade inundam toda a terra, e arrastam até os Vossos servos; a terra toda está desolada…; a impiedade está sobre um trono, Vosso santuário é profanado, e a abominação entrou até no lugar santo. E assim deixareis tudo ao abandono, justo Senhor, Deus das vinganças? Tornar-se-á tudo afinal como Sodoma e Gomorra? Calar-Vos-eis sempre? Não cumpre que seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu, e que a nós venha o Vosso reino? […] Não Vos clamam todos os santos do céu: ‘Justiça! Vindica?’ Não Vos dizem todos os justos da terra: Amen, veni Domine? Não gemem todas as criaturas, até as mais insensíveis, sob o peso dos inumeráveis pecados de Babilônia, pedindo a Vossa vinda para restabelecer todas as coisas?” (grifos nossos)E finalmente clama São Luís: “Erguei-Vos, Senhor! Por que pareceis dormir? Erguei-Vos em Vossa onipotência, em Vossa misericórdia e em Vossa justiça[ii]…”.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, reproduzindo tais palavras de fogo de São Luís M. G. de Montfort, não poderia deixar de manifestar, dentro da lei e da ordem, seu absoluto repúdio ao que se praticou neste Carnaval em São Paulo.

Em união com todos aqueles que se sentiram ultrajados por esse ato infame, em espírito de oração e de reparação, pedindo a intercessão da Santíssima Virgem, aquela de quem a Sagrada Escritura diz: “Quem é esta que surge como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol, temível como um exército em ordem de batalha?[iii]”, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira faz suas as palavras de São Miguel ao enfrentar a revolta igualitária de Lúcifer: “Quis ut Deus”, isto é: Quem é como Deus?

O Brasil, em 2018, se livrou de uma seita socialista, mas ainda não se libertou das consequências dessa mentalidade anticristã que penetrou em todos os ambientes sociais. O satanismo que vai se afirmando nada mais é do que uma consequência dessa visão igualitária, que busca derrubar toda superioridade e não descansará enquanto não atingir o próprio Deus.

Confiantes na certeza da vitória, nessa certeza que deriva da Fé em Deus, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira conclama os brasileiros desta Terra de Santa Cruz, aqueles que tomaram as ruas de verde e amarelo, para que se manifestem contra essa blasfêmia, que não se omitam quando a honra de Nosso Senhor Jesus Cristo é ultrajada.

“Quem der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante de meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus[iv].”

São Paulo, 6 de março de 2016, Quarta-feira de Cinzas

Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




[ii] São Luís Maria G. de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, Vozes, inúmeras edições.



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Comentários:


José Antonio Rocha
7 de março de 2019

A Gaviões da Fiel é escrava de satanás. Não tenhamos medo. Os escravos de satanás não vencerão. Deus é mais forte que todo o mal. Jesus Cristo venceu o mundo, a morte e o pecado. O imaculado coração da Virgem Maria triunfará. Amém.

Luiz Guilherme Winther de Castro
7 de março de 2019

Se o Brasil é um país laico, qualquer pessoa pode ter suas crenças e até criar seus templos. Mas, o fato do Brasil ser laico, não significa que alguém possa desrespeitar a crença e os símbolos religiosos, os símbolos de seitas e os templos.
Repugnar crenças alheias, considerá-las inúteis, sem lógica, sem cabimento, sem basamento qualquer, é um direito de qualquer um, o que não se aceita e a propagação pública, por quaisquer meios, dessa indignação, da descrença nas opções religiosas alheias.
Qualquer pessoa pode acreditar no que desejar, desde que não fira as leis, não desrespeite direitos dos outros e nem traga quaisquer tipos de prejuízos aos outros, à sociedade, ao país.
O que a “Gaviões da Fiel” sentiria, sem falar em crenças religiosas, mas, em crenças esportivas, em fanatismo esportivo, se uma agremiação adversária ofendesse num desfile a “Gaviões da Fiel” com atitudes depreciativas e até imorais?

Valdete Vieira dos Santos Winther de Castro.
8 de março de 2019

Pelo jeito as escolas de samba estão sem assunto, então, resolveram ultrajar Nosso Senhor Jesus Cristo. O Divino Pai Eterno lhes dará a resposta por tanto desrespeito. “A cruz sagrada seja minha luz, não seja o dragão o meu guia. Afasta-te Satanás”.(São Bento). Vá para o inferno que é seu lugar.



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