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terça-feira, 23 de agosto de 2022

 Um dia triste para o jornalismo

 


Os ativismos de William Bonner e Renata Vasconcellos transformaram a "entrevista" na TV Globo em um tribunal de inquisição. Bolsonaro faz gol de bicicleta elogiando os ex-ministros candidatos e deixa entrevistadores com cara de bobos.

Por Cláudio Magnavita*

 

Gostando ou não de Jair Bolsonaro, quem assistiu o que seria uma entrevista com um Presidente da República, que disputa a reeleição, viu ela se transformar em um tribunal de inquisição. Renata Vasconcellos e William Bonner estavam visivelmente treinados para provocar Jair Bolsonaro e levá-lo a algum rompante intempestivo, atingido o objetivo de produzir manchetes para a mídia de oposição.

Só que, desta vez, o Bolsonaro na bancada do JN era bem diferente do candidato de 2018. Eles estavam entrevistando um chefe de estado, o presidente da República Federativa do Brasil, fato que a dupla ignorou o tempo todo, até a derrapagem de Vasconcellos, que o chamou de Presi… logo corrigindo para candidato. Traquejado e como líder da nação, Bolsonaro agiu como um estadista. Respeitou o tempo, os entrevistadores e não atacou a Globo. Cumpriu o seu objetivo de fio a pavio. Já os dois entrevistadores, especialmente o William, foi de uma soberba constrangedora. Ria jocosamente, colocava o dedo indicador ofensivamente na frente e interrompia o entrevistado. Se fossem cronometradas as intervenções do casal, pode vir a ser constatado que os dois falaram um tempo quase equivalente ao do candidato.

Tentaram desconstruir a figura do Presidente, pescando frases e expressões folclóricas fora de um contexto. Agiram como crucificadores debochados, procurando cravar o prego em cada possível incoerência entre o que se falou e do que foi feito. Erraram feio. Bolsonaro, presidente e enfrentando a missão de administrar o país com uma pandemia, seca e guerra e uma facada, o transformou em uma pessoa insone e com enorme peso nos ombros. A sua frase mais lapidar resume este cenário: "é diferente do que você quer fazer, do que você pode fazer". Falou com responsabilidade.

Outra grande diferença foi ignorar as provações quase colegiais da dupla global e dar números e resultados do governo. Ele teve o que contar e relatar o que fez.

Cada vez que Bolsonaro decolava nas suas assertivas, os dois se desesperavam e tentavam cortá-lo e voltar às perguntas de picuinhas. Com uma audiência de milhões de brasileiros, turbinada pelo apoio da militância bolsonarista, eles ficaram só no ataque e não falaram do Brasil que vai sair das urnas. Estavam tão encruados em desconstruir o presidente que se esqueceram de perguntar sobre os planos de governo para um próximo mandato. Cometeram aí um grande pecado. Chamava-o de candidato e todas, todas as perguntas mesmo, eram feitas sobre os quatro anos de Governo. Foi o tribunal de inquisição do Presidente da República.

Quem assistiu percebeu que a Globo, e o experiente editor William Bonner, jogou fora a oportunidade de resgatar valores do bom jornalismo, sem ativismo. Não é sem razão que a credibilidade do jornalismo da Rede Record e da Bandeirantes superam a Globo já há algum tempo. A credibilidade foi jogada no lixo. De forma premonitória, o Correio da Manhã publicou em manchete que a entrevista iria revelar o antagonismo da Globo contra Bolsonaro. Foi exatamente este ponto que tomou conta das redes sociais. Foi um dia triste para o jornalismo e, sem dúvida, um dia que Renata Vasconcellos e William Bonner rasgaram seus diplomas e colocaram no pescoço o colar dos inquisidores medievais. Já Bolsonaro deixou a Globo exatamente como entrou: com a altivez de um presidente ungido pelas urnas e que respeitará eleições limpas.

Finalmente, para quem entende de política, mereceu aplauso a sapiência de Bolsonaro de ignorar as provocações e fazer desfilar a lista de ministros candidatos, como Tereza Cristina, Tarcísio de Freitas e Gilson Machado, que ganhou mais tempo. O Jornal Nacional deu a oportunidade de alavancar estas candidaturas e defender a participação da maioria parlamentar ao lado do Presidente. Neste momento de sabedoria política, Renata e Bonner ficaram com cara de bobos. Bolsonaro fez um Gol de bicicleta na frente dos dois inquisidores.

 

*Cláudio Magnavita é diretor de redação do Correio da Manhã

 

https://www.correiodamanha.com.br/colunistas/magnavita/2022/08/17788-coluna-magnavita-entrevista-na-globo-vira-tribunal-de-inquisicao.html


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quinta-feira, 12 de maio de 2022

 

60 ANOS EM 6 - Já parou para pensar?

 


Em 2014, fomos às ruas para tentar derrubar a tresloucada Dilma... votando no Aécio. Sim, o Aécio, o cara que era chefe de quase todo o esquema de corrupção, traficante e drogado, mancomunado com o PT e com todo o lixo que nos governou durante os últimos 30 anos.

Éramos completamente cegos e ignorantes na política. Éramos escravos do sistema e nem sabíamos que havia um sistema!

Para nós, Olavo de Carvalho era um desconhecido; Enéas Carneiro era um louco; Roberto Campos era o “Bob Fields” e Bolsonaro era o deputado nervosinho.

Confiávamos na Rede Globo e batíamos palmas para os artistas sem talento que compravam apartamento em Paris e Nova Iorque com nosso dinheiro.

 

Em apenas 6 anos (6 e não 60):

 

- Tiramos uma débil mental e ex-terrorista do poder.

 - Prendemos um semianalfabeto corrupto e seu bando

 - Elegemos o primeiro Presidente de direita dos 500 anos do Brasil

 - Aprendemos muito mais de política do que de futebol.

 - Esvaziamos as plateias de artistas comunistas e sem talento.

 - Paulo Guedes foi eleito o melhor Ministro da Fazenda do mundo de 2019.

 - Demos uma banana para Cuba e Venezuela e nos aliamos a EUA e Israel.

 - Quebramos a espinha dorsal de um sistema de ensino que criava zumbis esquerdistas.

 - Boicotamos uma das mais influentes emissoras de TV do mundo.

 - Identificamos quem são Maia e Alcolumbre e muitos outros traidores.

 - Acabamos com a carreira de um juiz infiltrado, vaidoso e traidor (“ele cometeu suicídio político”).

 - Tivemos o prazer de aprender com um ministro da Educação que os 11 do STF não passam de bandidos com toga.

 - Enfim, Bolsonaro escancarou todo o sistema podre! Bolsonaro abriu a tampa do imenso bueiro! Ratos e baratas estão desesperados!

-Bolsonaro fez o povo ficar ciente da política e da economia como nunca!

 -Bolsonaro governa com transparência, ou seja, ele mostra seus erros e acertos.

 -Bolsonaro nos devolveu o amor pelo nosso país.


 Você acha que enterraremos um sistema todo em 6 anos?

Claro que não! Mas estamos mais fortes e mais lúcidos do que nunca estivemos.

 Desistir, nunca! Render-se, jamais!

 Por tudo o que Bolsonaro passou (e passa), apostando até sua vida por nós, o mínimo que devemos fazer é ter a decência de lutar com toda a força e coragem que tivermos.

 ESTAMOS JUNTOS, BRASIL!

 

 (Recebi via WhatsApp sem menção de autoria)

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO, ATRAVÉS DE DECRETO, APROVADO PELO CONGRESSO NACIONAL, AVISA AO MUNDO QUE NÃO VAI ATENDER A AGENDA DA ONU 2030.


 

Leiam com atenção e entendam o porquê de Bolsonaro estar reaparelhando as Forças Armadas tão rapidamente. Nosso Presidente sabe o que está acontecendo e o que está por vir

 

O Brasil se coloca praticamente sozinho contra a Nova Ordem. Nosso presidente é um visionário corajoso, mas ciente do que enfrenta. Os países mais ricos do mundo estão unificados sob um poder ainda maior, que tem uma agenda para conquistar o mundo todo sob sua ditadura genocida e eterna. Logo as posições estarão claras do mundo inteiro contra nós, o país mais rico do mundo, capaz de sustentar e enriquecer todos os outros, e desde o princípio usurpado.

Se quisermos ter a chance de um futuro (não apenas sobreviver, mas não sermos escravizados definitivamente a algo que será a pior tirania que já houve), devemos acordar como nação e como espíritos, pois a luta pela justiça purifica o espírito. Devemos enxergar que logo combateremos contra todos os poderes do planeta, que não guardam para nós espaço algum em suas preocupações e solidariedade...

Nosso tempo é curto para despertarmos em atitude enérgica de represália aos abutres internacionais, que estão aliados aos ratos da política nacional.

O país todo precisa assumir uma consciência e postura militar, aguardando algo brutal que certamente virá. Temos que estimular o patriotismo e a honra da nação contra a Nova Ordem, os corruptos, o socialismo, a Vacina, e seu passaporte da morte. Temos que enxergar com discernimento as manobras que sempre são encobertas pelo manto da _"segurança e amor à coletividade”. Temos que enxergar o mal nas falas que soam amorosas "como o azeite"... Temos que assumir uma postura irresoluta e assustadora aos inimigos internacionais, e expurgar com urgência os ratos traiçoeiros da política.

A religião não pode estimular a letargia no ímpeto de lutar pela justiça! Não haverá futuro aos frágeis a partir de agora!

O que se une contra nós são os maiores e mais negros poderes da Terra. Só uma atitude apaixonada, ininterrupta e honrosa vai conceder um futuro aos nossos filhos. O culto aos efêmeros prazeres materiais deve ser eliminado, ou NÓS seremos eliminados... Há uma abundância inimaginável na Amazônia, que os abutres mundiais se preparam para usurpar. E eles não hesitarão em nos executar em massa (por isso a vacina, a arma biológica...).  Busquem as medidas de anulação dessa arma biológica, pois vamos precisar de todos os braços e cérebros contra a tirania definitiva mundial.

Se o Brasil cair, o mundo todo cai, definitivamente! 


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(Recebi via WhatsApp. Autoria não mencionada)

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domingo, 11 de outubro de 2020

NUVENS NEGRAS – Péricles Capanema

11 de outubro de 2020


Péricles Capanema

Em 14 de novembro de 2018 divulguei artigo intitulado “Hora de observar o panorama”. Era momento de analisar o que vinha pela frente no País, ponderar possibilidades, alimentar esperanças e, em especial, evitar ilusões. Jair Bolsonaro eleito formava o governo, três semanas depois do segundo turno.

O antipetismo que determinou a eleição de Jair Bolsonaro abriga em seu bojo variadas correntes. Alguns exemplos em fieira. Ali se destaca o conservador em matéria de costumes, porém apático em relação à economia muito estatizada. Boa parte constituída de gente simples, representa enorme força eleitoral. Existe o liberal [privatista] em economia, libertário nos costumes, comum nos setores letrados. A ele em geral impacta pouco a ideologia do gênero, a generalização do aborto, o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, a agenda LGBT. Temos o homem de hábitos antissocialistas, mas que admite sociedade nivelada para seus netos ou bisnetos. São influentes setores organizados da burocracia estatal, que com certeza espernearão quando da aprovação das reformas que ora se anunciam. A lista é maior, muita gente ficou de fora.

No verso da moeda, um gigantesco contingente popular, de hábitos e até princípios conservadores, pouco instruído, votou em Fernando Haddad por temer a perda de apoios assistenciais, caso vencesse Bolsonaro. Com propostas e trabalho inteligente, pode mudar o voto. Se a economia andar bem, a frente eleitoral que elegeu Bolsonaro tem condições de se manter sem fissuras destrutivas. Caso marche mal (e aqui pode influir muito a situação internacional, sobre a qual nada podemos), tal frente corre risco de desagregação rápida. Paro por aqui. Quem avisa, amigo é.

No Natal de 1971, 26 de dezembro, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira publicou na “Folha de S. Paulo” artigo intitulado “Luz, o grande presente”. Dirigia-se a todos os autênticos homens de boa vontade para que vigiassem nas trevas da situação e, como os pastores, refletissem e esperassem. Na presente escuridão, espero que o artigo, bico de lamparina, possa para alguns leitores ser um presente (um pouco de luz) e assim facilite a subida em elevações para observar o panorama. Depois, passos para frente no rumo certo. Agir com desídia trará retrocessos, a perda do que foi conquistado com enorme esforço.

Vou fazer o mesmo agora; estamos, de novo em situação de encruzilhada, de perplexidades, hora de observar o panorama, no qual tanta gente, eu também, vê nuvens negras; claro; não só cumulonimbus; existem algumas do tipo cumulus.

O conservador espancado. 

Primeiro, passarei o olhar rapidamente por partes do horizonte e depois me fixarei em um só assunto: “o conservador em matéria de costumes, […] gente simples, representa enorme força eleitoral”. É o foco de hoje, o conservador de costumes, homem simples, religioso. Lembro o que disse acima, se a economia andasse bem, a frente que elegeu Bolsonaro poderia permanecer unida. Se andasse mal, viriam fissuras e desagregação. Vieram, explodiu a frente, a economia está em frangalhos. E sentem-se espancados os conservadores em matéria de costumes. Abaixo, vou falar a respeito.

O enigma da 2ª turma. 

Antes, partes preocupantes do horizonte. O pessoal conservador tremeu nas bases com a indicação do desembargador Kássio Nunes Marques para a vaga aberta no STF pela aposentadoria do ministro Celso de Mello. Ele substituirá o decano do STF na 2ª turma que, parece, passará a ser constituída pelos ministros Cármen Lúcia, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Kássio Nunes. Por esta turma passarão matérias importantes, agora um tanto esvaziadas pela votação oportuna determinada pelo ministro Luiz Fux, que fez com que voltassem para a decisão do plenário da corte inquéritos e ações penais antes submetidos ao crivo em geral complacente da dupla Gilmar Mendes-Ricardo Lewandowski. Um terceiro voto constituiria maioria vencedora. E se temia, pela publicação na imprensa de indícios preocupantes, que a dupla Gilmar Mendes-Ricardo Lewandowski se transformasse em repetidas ocasiões numa trinca, pela adesão do novo ministro, Kássio Marques. Temos um enigma agora; poderá virar pesadelo; poderá também se dissolver. O tempo dirá.

Esfriamento de Washington. Aproximação com Pequim? 

Vamos adiante. Segundo as pesquisas divulgadas pela mídia, a vitória de Joe Biden na eleição norte-americana parece segura, com previsível esfriamento das relações entre Brasília e Washington e fortalecimento dos laços entre Pequim e Brasília como contrapartida. E aí, noto de passagem, os setores nacionalistas que hoje emperram as privatizações, empilhando entre outras alegações que não podemos entregar blocos estratégicos ao capital internacional (sobretudo norte-americano), suspeito, vão silenciar, quando estatais chinesas começarem (começarem, não; continuarem) a abocanhar partes da infraestrutura nacional. Tal caminhada, a lógica nos empurra para lá, tem um destino final ainda oculto nas sombras de um futuro mal disfarçado, é o Brasil passar à condição inconfessada de protetorado, se nossa diplomacia agir com inépcia e/ou traição aos verdadeiros interesses nacionais.

Surto de chavismo. 

O site “O Antagonista” transcreveu opiniões do Sr. Kássio Nunes Marques sobre a situação venezuelana. Segundo suas surpreendentes reflexões, chamemo-las assim, não parecem infelicitar a simpática nação nortenha as delirantes experiências do “socialismo do século XXI”, impostas tiranicamente por Chávez e Maduro, mas tão-somente as quedas dos preços do petróleo. É, aliás, o despautério divulgado com descoco pelos maiorais petistas. Kássio Nunes Marques afivela nele suas convicções: a baixa do preço do barril do petróleo levou a Venezuela a “níveis de decréscimo econômico jamais vistos”. Constato cm tristeza, o douto magistrado desembesta na mesma bernardice: “Isso se refletiu da economia para a política e da política para as questões humanitárias”. E parte para fantasias sem amarras — relevem o português e a lógica: “Com a alta do barril, a Venezuela experimentou níveis de prosperidade jamais vistos. Houve uma política de transferência e distribuição de renda, uma infraestrutura do setor de saúde e educação”.

Ampliação dos casos de aborto legal. 

Chego, por fim, ao que é mais momentoso, coloco-o em destaque; tratei dele pela rama acima: “o conservador em matéria de costumes, […] gente simples, representa enorme força eleitoral”. A deputada mais votada no Brasil, Janaína Paschoal (2.060.780 votos), que foi cotada para vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, prestigiada professora de Direito na USP, escreveu com autoridade que, pelo que está defendido na tese de mestrado do Sr. Kássio Nunes Marques, poderemos em futuro próximo amargar no Supremo sucessivos votos favoráveis à ampliação do aborto, como decorrência da sustentação da “interrupção da gravidez” como direito da mulher.

Vejamos o que afirma a professora Janaína Paschoal: “Acabo de ler a Dissertação de mestrado do desembargador Kássio Nunes Marques. […] Um ponto me preocupou. O […] candidato, citando Dworkin, diz que o Judiciário pode ser acionado para fazer frente à maioria conservadora. Ilustra com o caso do aborto. [NB O Judiciário impõe legalmente o aborto contra o desejo da maioria popular conservadora]. […] O magistrado traz como exemplo justamente o caso Roe v. Wade, aduzindo que o direito ao aborto foi garantido nos EUA. […] Conheço bem a ideia de que aborto é apenas questão de saúde da mulher. […] Não esperava encontrar tal posicionamento em jurista indicado por Presidente eleito como conservador! […] Como eu, a esmagadora maioria dos eleitores de Bolsonaro é contrária à legalização do aborto, defendida pelo PSOL. Justamente a maioria ‘conservadora’, que o Judiciário não deve ouvir, conforme Dworkin, citado por Dr. Kassio Nunes Marques, sem nenhuma ressalva. […] Os eleitores de Bolsonaro não votaram nele para ter decisões típicas de um governo Haddad!”

Volto ao tema. A nomeação do desembargador Kássio Nunes Marques para o STF, se ele lá votar consoante as opiniões que cita sem reserva em sua tese de mestrado, seus votos eventualmente contribuirão para formar maioria a favor da ampliação dos casos de aborto permitidos no Brasil. O povo não os quer? Pouco importará, o Judiciário os imporá por via judicial, tornar-se-ão leis. É retrocesso civilizatório, temor da Profª Janaína Paschoal. Tal involução democrática constituirá bofetada no que intitulei “conservador em matéria de costumes, […] gente simples, que representa enorme força eleitoral”. Espero que não aconteça, rezo para que não aconteça, mas compartilho o receio da deputada Janaína Paschoal. Em suma, meu maior anseio é estar inteiramente errado em meus receios aqui expressos.

Por fim, o que tem a dizer a respeito neste momento crucial a CNBB, que tem manifestado posição contrária à ampliação do aborto no Brasil? Não irá, em defesa da vida, reclamar esclarecimentos inequívocos ao desembargador Kássio Nunes Marques, ao Senado e ao Executivo? Ou se esconderá no silêncio nesta questão central para nosso futuro de nação cristã? Silêncio envergonhado, pensarão muitos. Fuga do dever, pensarão outros. Um forte brado de zelo pastoral da entidade dissiparia nuvens negras se adensando no horizonte. De tais nuvens negras sobre nós despencarão, por décadas e décadas, chuvas ácidas.

 https://www.abim.inf.br/nuvens-negras/

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segunda-feira, 13 de julho de 2020

A HORA DA VERDADE – Jair Messias Bolsonaro

12 de Julho de 2020

Milhões de empregos destruídos, dezenas de milhões de informais sem renda e um país na beira da recessão.

A situação só não está pior pelas ações do Governo Federal que foi ao socorro das pequenas e médias empresas, arranjou recursos para estados e municípios e está pagando Auxílio Emergencial de R$ 600,00 para mais de 60 milhões de pessoas.

Sempre disse que o efeito colateral do combate ao vírus não poderia ser pior que o próprio vírus.

A realidade do futuro de cada família brasileira deve ser despolitizada da pandemia. Os números reais dessa guerra brevemente aparecerão.

A desinformação foi uma arma largamente utilizada. O pânico foi disseminado fazendo as pessoas acreditarem que só tinham um grave problema para enfrentar.

Não será fácil, mas havemos de recomeçar.

BOM DIA A TODOS.

 Jair Messias Bolsonaro, Presidente do Brasil


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terça-feira, 28 de abril de 2020

HOJE, HORAS APÓS O QUE ACONTECEU ENTRE BOLSONARO E MORO...


... com a poeira baixa, tive tempo de pensar com mais calma e me dei conta de quantos anos luz a Esquerda, com auxílio da Nova Ordem Mundial, está a nossa frente em planejamento.... Eu explico:

Lembro de Bolsonaro arrastando multidões pelo Brasil, de Norte a Sul, mesmo como Deputado; e as visitas que George Soros fez a Fernando Henrique Cardoso no mesmo período...

A imprensa que escondera o Foro de São Paulo por mais de 15 anos não deu destaque as essas visitas do Líder da Nova Ordem ao passo abafava qualquer reportagem sobre o crescimento de Bolsonaro.

Era claro que aquele Ex-Militar ia dar trabalho e atrapalhar os planos de escravizar a Nação Brasileira, já que ele não entrava nos círculos dos conspiradores... Mas como interromper ou evitar que o povo amasse aquele personagem tão parecido com ele? Já haviam eliminado vários opositores mas acharam que desta vez era melhor usar armas diferentes, como por exemplo a imprensa que o massacraria com falsas acusações...Pelo menos naquele momento acharam melhor não matá-lo.

Eleições se aproximando e aquele Capitão do Exército só crescia nas pesquisas e no coração do povo... FHC recebeu mais algumas visitas de seu patrão George Soros para receber instruções... Precisavam de um plano maior do que apenas usar a Militância, a Mídia e seus marionetes dentro do Congresso e Câmara... Precisavam urgentemente criar uma figura que se igualasse ao Capitão Bolsonaro , mesmo que fosse pelo menos na admiração do povo, Mas quem seria esse personagem se todos os nomes mais populares já haviam perdido suas máscaras e não conseguiam a mesma sintonia com a população?

Precisavam de alguém que tivesse dentro de si os Ideais Progressistas e fosse admirado por desempenhar bem sua função… Sim precisavam de alguém influente como um Juiz que fosse alinhado com o Progressismo e tivesse amizades capazes de convence-lo a iniciar a empreitada de se igualar ao Capitão do Exército que tomava o coração do povo de assalto…

Lembro que o Capitão também mostrava admiração pelo personagem escolhido pelos conspiradores e até tentou cumprimentá-lo ao cruzar com ele num Aeroporto… Mas o Juiz, assim como os conspiradores, o desprezava e se recusou a cumprimentá-lo…
Será que vai dar tempo de parar esse Capitão? Se perguntavam os conspiradores… A ala radical dentre eles decidiu não esperar e decidiram matá-lo como fizeram com outros desafetos... Veio a facada... Mas o que é isso? Como ele foi capaz de sobreviver e estar saindo da situação mais forte ainda? Atenção, voltem ao plano original, mandem o Juiz ligar para o hospital e se desculpar do incidente no Aeroporto e se oferecer para visitá-lo… O Juiz precisava entrar naquele Palácio da Presidência de alguma forma mesmo que fosse como Ministro ou algo assim…Se não conseguissem vencer o Capitão nas eleições que se aproximam, pelo menos teriam um trunfo próximo dele quando precisassem…

E assim foi feito… Desde a eleição do Capitão , tudo que tem sido feito com a ajuda da Mídia, tem sido para diminuir a imagem de Bolsonaro e fortalecer a do Juiz Moro que conseguiu sim, não só’ a admiração de grande parte da população, como também o mesmo nível de amor que o povo tem pelo Capitão.. A Lava-jato milagrosamente começa a prender criminosos poderosos e contando até com votos do próprio STF… Entende agora as condenações de Lula? E claro que ninguém nunca viu Lula atrás de grades reais, e era um sacrifício necessário arriscar a divulgar uma pequena parte dos crimes cometidos pelo molusco… Colocariam Lula num hotel confortável e chamariam de prisão domiciliar… Eu desafio que haja um brasileiro sequer que tenha visto Lula atrás de grades reais…

O resto acho que não preciso explicar…. Com os ataques coordenados de Rodrigo Maia, Alcolumbre e STF também começando a não dar certo, e a popularidade do Presidente eleito só crescendo, os Conspiradores viram que era hora de usarem seu trunfo…. Grande parte da população virou as costas para o Capitão por causa da saída de Moro e finalmente o Plano que começou com as visitas de George Soros a FHC parece estar funcionando…. A população está confusa e indignada por ver o amado Juiz sair do cargo, e nem se deu conta de que aquele personagem, símbolo de honestidade, está mostrando uma outra face, fazendo acusações que fortalecem as conspirações de Maia, Alcolumbe e STF e se igualando até mesmo a seres desprezíveis como o pretenso jornalista Verdevaldo ao dar print de conversas e entregar para o jornalismo porco da Rede Globo

Sim, os esquerdopatas estão séculos a nossa frente em planejamento e organização, a ponto de nos levar a fazer o trabalho sujo para eles, ajudando a destruir o único político em mais de 100 anos que verdadeiramente se preocupa com o Brasil e seu povo…

Sinto nossa chance de liberdade escorrendo entre os dedos…. Ou colocamos nossa cabeça no lugar e apoiamos Bolsonaro, ou os conspiradores irão vencer e dessa vez será sem volta… Espero sinceramente que pensem nisso e compartilhem com seus amigos… Se não concordarem com meus argumentos apenas ignorem e voltem a dormir…

Ayres 
Abril 2020

(Recebi via WhatsApp)


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sexta-feira, 17 de abril de 2020

O CARA É FORTE DEMAIS - Fernando Takeshi

"O cara é forte demais

Em plena guerra cultural, um tiozão de 60 e poucos anos, sentado, de chinelo, na frente do palácio do alvorada, é capaz de fazer arrepiar até o último fio de cabelo de todo um império corrupto.

Todas as tentativas de encurralá-lo foram em vão, todas as vezes que ele parecia fraquejar, ele virou a mesa. Todas as narrativas criadas pela extrema mídia e pela esquerda, viraram pó diante das suas atitudes.

Por que você acha que agora será diferente?

- Fez feminista defender a família.

- Fez abortistas se preocuparem com a vida durante o COVID-19.

- Fez profanos odiarem a expressão "golden shower", após um Carnaval.

- Fez a própria Globo repudiar expressões do médico Drauzio Varella.

- Fez a Globo atacar a própria atriz Regina Duarte, após indicação á cargo.

- Fez pessoas pró-drogas começarem a se questionar acerca de efeitos colaterais de medicamentos.

O tiozão de 60 e poucos anos é o maior estrategista da história do BRASIL!

Muitas coisas ainda estão por vir.

#EstouComBolsonaro"


Texto: Fernando Takeshi

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MANDETTA, O INGRATO! – Cláudio Magnavita


15 Abril 2020
Foto: Isac Nóbrega/Presidência da República

Ministro entrará para a história como o homem que tentou fritar quem o nomeou e jogou uma oportunidade única de escrever seu nome nos anais da medicina

Por Cláudio Magnavita*

Há uma máxima na medicina de que todo o médico ortopedista é grosso, truculento e bruto. Não é função para pessoas sensíveis e delicadas. Não se trata de nenhum demérito à especialidade, mas um pré-requisito até para um bom ortopedista.

Foi exatamente esta a especialidade que o acadêmico da Gama Filho do Rio, Luiz Henrique Mandetta, escolheu para seguir a sua carreira.

Nos últimos dias ele tem exercido com perfeição o papel truculento nas relações que emanavam a sua fonte de poder.

Nunca um brasileiro jogou fora uma oportunidade histórica por puro egocentrismo e a incapacidade de perceber que parte da bajulação que recebia tinha um objetivo único: ferrar o seu chefe, constranger aquele que o ungiu ao cargo mais importante da saúde no Brasil.

Por ter tido dois mandatos de deputado e por ter tido duas campanhas financiadas por patrocinadores, que depois viraram fornecedores do próprio Ministério sem ter licitação, não se pode dizer que Mandetta foi um inocente útil na mão de uma oposição velada, e por parte da mídia que quer implodir a popularidade de Bolsonaro.

O certo é que o ministro foi inábil, partiu para o confronto, acreditando que em plena crise ninguém seria capaz de exonerá-lo. O apoio que recebeu de colegas e até da turma verde-amarela do Palácio se esfacelou por pura deslealdade.

Faltou humildade a Mandetta, faltou perceber que ele não era mais detentor de um mandato, no qual teria imunidade por fazer e desfazer ao bel prazer.

Ele estava preso a uma cadeia de comando, a uma delegação de poderes, a uma hierarquia que um dia o nomeou e, como falamos antes, o ungiu ao cargo mais alto da saúde do país. E o que ele fez? Passou os últimos dias, destruindo os tênues fios que o ainda o sustentava.

Como um médico, um brasileiro, um pseudo apaixonado pela ciência, joga fora a maior oportunidade de sua vida por simples orgulho? Por vaidade. Ele não poderia ter usado o seu charme para convencer o presidente dos seus pontos de vista? Não poderia usar a sua eloqüência para equilibrar os ritos do poder?

Por que ser irônico? Por que se aliar a inimigos? Será que o cansaço e o esgotamento físico levou um tarimbado homem público a perde o dom do diálogo?

Mandetta cometeu todos os pecados que um ocupante de uma função de confiança não deveria cometer. Desafiou publicamente o chefe. Foi desleal com os colegas que enfrentaram o presidente e avalizaram sua permanência. Foi desleal com o seu currículo, jogando fora o juramento de Hipócrates, pilotando o maior plano de emergência de saúde da história da humanidade.

Ele vai sair do Governo e vai se abrigar em São Paulo ou em Goiás, atrás de uma trincheira nitidamente de oposição. Será julgado pela história não pela sua capacidade de tentar acertar, mas de não ter a humildade e o jogo de cintura para permanecer em uma função que o destino lhe deu e que, por burrice política, deixou escapar pelas mãos.

A história será implacável, mas o carimbo de traidor e sobretudo de ingrato está fixado em seu currículo. Um ministro que durante semanas fritou o seu próprio presidente e que foi incapaz de perceber que estava fazendo o jogo de uma oposição inconformada de ter no Palácio do Planalto um homem disposto a quebrar paradigmas, acabar com privilégios e que, pela primeira vez, deu carta branca e porteira fechada a todos os seus ministros. Infelizmente, no caso do ortopedista Luiz Henrique Mandetta, ele não soube usar.

*Cláudio Magnavita é diretor de Redação do Correio da Manhã


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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

TREM BALA - Neimar Fernandes


Parece que o “TREM BALA” conduzido por Jair Messias Bolsonaro, vulgo Johnny Bravo, está ultrapassando todas as barreiras, mas os apitos e barulhos ficam por conta dos descontentes.


Se o Tarcísio Gomes de Freitas não parar, passaremos o Chile em infraestrutura.

Se o Paulo Guedes não parar, nossa economia será a mais forte da America Latina e Caribe.

Se Ernesto Araujo não parar, seremos referência.

Se Ricardo Salles não parar, o mundo entenderá como respeitar a natureza de fato deixando os ambientalistas desesperados.

Se Damares Alves não parar, anistias serão negadas, pedófilos e estupradores entrarão em extinção…. todas as crianças terão a sua infância protegida e respeitada….e vamos ser referências mundiais no verdadeiro significado de Direitos Humanos.

Se Sergio Moro não parar, todos os corruptos e bandidos da nação serão presos e terroristas estrangeiros deportados. Brasil não é mais Disneylândia da bandidagem e nem dos narcotraficantes.

Se Abraham Weintraub não parar, a educação será finalmente de qualidade quebrando a espinha dorsal.

Se Tereza Cristina não parar o agro crescera absurdamente deixando o Greenpeace e várias ONG's loucos.

Se Jair Messias Bolsonaro não parar, ele será reeleito em 2022!

Se o povo não parar de apoiar o Jair Messias Bolsonaro, teremos uma Direita permanente no governo.

A Caravana passa e os cães ladram.

Eis que a esperança ressurge no coração da nação brasileira.


NEIMAR FERNANDES é jornalista e publicitário, pós graduado em marketing pela SUNY-State University of New York e tem mais de 40 anos de experiência com serviços prestados no Brasil e exterior. Vamos compartilhar!

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

O BRASIL JÁ É UM PAÍS DIFERENTE - J. R. Guzzo


”O jornalista José Roberto Guzzo, colunista da Exame, produziu uma das mais lúcidas análises sobre o presente e o futuro do governo do Presidente Jair Bolsonaro.
Sob o título, "O Brasil já é um país diferente", o renomado jornalista desenvolveu a seguinte reflexão:


”O presidente da República pode ser ruim, ou muito ruim, conforme a definição que deixar o leitor mais confortável.

Também pode ser bom, caso se leve em conta a opinião dos que acham que ele está sempre certo.

Na verdade, para simplificar a conversa, o presidente pode ser o que você quiser.

Mas os fatos que podem ser verificados na prática estão dizendo que seu governo, depois dos primeiros sete meses, é bom — ou, mais exatamente, o programa de governo é bom, possivelmente muito bom.

Esqueça um pouco o Jair Bolsonaro que aparece em primeiríssimo plano no noticiário, todo santo dia, em geral falando coisas que deixam a maioria dos comunicadores deste país em estado de ansiedade extrema.

Em vez disso, tente prestar atenção no que acontece.

O que acontece, seja lá o que você acha de Bolsonaro, é que seu governo está conseguindo resultados concretos.

Mais:
É um governo que tem planos, e tem a capacidade real de executar esses planos.

Enfim, é um governo que tem uma equipe muita boa fazendo o trabalho que lhe cabe fazer.

O ministro Paulo Guedes tem um plano, e seu plano está sendo transformado em realidades — a começar pela aprovação de uma reforma da Previdência que todos os cérebros econômicos do Brasil julgavam, até outro dia, ser uma impossibilidade científica.

A reforma tributária virá; seja qual for sua forma final, ela deixará um país melhor.

Uma bateria de outras mudanças, basicamente centradas no avanço da liberdade econômica e na faxina administrativa para melhorar a vida de quem produz, está a caminho — diversas delas, por sinal, já foram feitas e estão começando a funcionar.

Guedes é um ministro de competência comprovada, e sua equipe, que ele deixa em paz para trabalhar, tem qualidade de país desenvolvido.

É bobagem, simplesmente, apostar contra ele.

Os ministros Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura, Bento Albuquerque, de Minas e Energia, e Tereza Cristina, da Agricultura, são craques indiscutíveis — e estão mudando, em silêncio, o sistema nervoso central das estruturas de produção do país.

Há mais.

O ministro Sérgio Moro, que seria destruído numa explosão nuclear, está mais vivo do que nunca.

Há todo um novo ambiente, voltado para as realidades e para a produção de resultados, em estatais como a Petrobras ou a Caixa Econômica Federal, a Eletrobras ou o BNDES.

As mudanças, aí e em muitos outros pontos-chave do Estado nacional, estão colocando o Brasil numa estrada oposta à que vem sendo seguida desde 2003 — e é claro que a soma de todos esses esforços, por parciais, imperfeitos e deficientes que sejam, vai criar um país diferente.

Os avanços são pouco registrados na mídia?
São.

O governo comete erros, frequentemente grosseiros?
Comete.

Suas propostas sofrem deformações, amputações e alterações para pior?
Sofrem.

O presidente é uma máquina de produzir atritos, problemas de conduta e confusões inúteis?
É.

Mas nada disso tem impedido, não de verdade, que o governo esteja conseguindo obter a maioria das coisas que quer.

Já conseguiu uma porção delas em seus primeiros sete meses.

Não há fatos mostrando que vá parar de conseguir nos próximos três anos e meio.

O governo Bolsonaro é ruim?

De novo, dê a resposta que lhe parecer melhor.

Mas sempre vale a pena lembrar que a maioria das coisas só é ruim ou boa em comparação com outras da mesma natureza.

O atual governo seria pior que o de Dilma Rousseff ou de Lula?

E comparando com o de Fernando Collor, então, ou o de José Sarney?

Eis aí o problema real para quem não gosta do Brasil do jeito que ele está — o governo Bolsonaro não vai ser um desastre.

A possibilidade de repetir o que houve nos períodos citados acima é igual a zero.

Impeachment?

Sonhar sempre dá.

Mas onde arrumar três quintos contra Bolsonaro no Congresso?

Na última vez que a Câmara votou uma questão essencial, a reforma da Previdência, deu 74% dos votos para o governo.

Melhor pensar em outra coisa — ou aceitar o fato de que o homem vai estar aí pelo menos até 2022."“


#GoBolsonaro #SeNaoVaiAjudarEntaoNaoAtrapalhe #EsquerdoidesDeixemOHomemTrabalhar #BrasilAcimaDeTudoDeusAcimaDeTodos

 (Recebi via WhatsApp)

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José Roberto Guzzo, mais conhecido como J.R. Guzzo, jornalista brasileiro, diretor editorial do grupo EXAME e colunista das revistas Exame e Veja.

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sábado, 29 de junho de 2019

BOLSONARO SAI CONSAGRADO DO G-20 E FAZ O MUNDO RESPEITAR O BRASIL!


29/06/2019


Acusado de xenofobia e radicalismo nacionalista, se reaproximou dos Estados Unidos, do Japão, da China e dos países árabes.

Denunciado de ser nazista, hasteou a bandeira brasileira em Israel.

Tido por predador ecológico e acusado de não respeitar os direitos humanos, obteve a reverência e o aval da União Européia, que se curvou ante a sua firmeza ideológica e coerência política.

Ajusta uma efetiva reaproximação com os BRICS, que com segurança, não tardará.

Em somente seis meses de Governo, Bolsonaro recolocou o Brasil no cenário geopolítico, como potência econômica mundial.

Por onde passa está sendo saudado e festejado pela imprensa e pelos principais líderes do mundo.

Fechou acordos de cooperação jamais sequer imaginados, nas áreas de tecnologia, aerospacial, aviação, educação, segurança, commodities, geração de energia limpa.

Mudou o sentido e a direção da nossa diplomacia, executando nas relações internacionais exatamente o que prometeu que faria: política externa com foco nos interesses do Brasil. Aproximação e formação de blocos que geram riqueza e que impactam a nossa economia. Conquista de grandeza econômica ao invés de expansão ideológica.

Bolívia, Venezuela, Cuba e Irã já são páginas viradas (embora ainda tenham que pagar os bilhões de dólares que nos devem).

Nas relações internacionais o Governo Bolsonaro está consagrado e é um estrondoso sucesso, colhendo os melhores resultados da nossa história.

Não fechou jornais, não prendeu jornalistas, não matou gays ou lésbicas, não incendiou aldeias indígenas, não exterminou florestas, não incentivou indústrias poluidoras, não fez toma lá dá cá. Respeita as instituições. E o melhor de tudo, não mudou de estilo.

Ironizado e transformado em meme pela esquerda derrotada, recalcada e movida pelo ódio, soube - com humildade - responder aos críticos com trabalho e obras.

Segue vítima de uma parte da grande imprensa, que desesperadamente tenta minimizar seus feitos, semear discórdias não existentes e apontar incoerências na sua coerente conduta.

Aos poucos e a seu modo, está limpando o Brasil recolocando o verde e amarelo no lugar do vermelho.

A estrela de outrora, que não passava de uma nebulosa periférica, está substituída por uma constelação de craques, na qual estão inseridos monumentais homens públicos e cada um dos brasileiros que acreditaram nesse novo Brasil.

É o "o sol da liberdade em raios fúlgidos" que brilha "no céu da Pátria nesse instante".

Ah, antes que eu esqueça: e ainda por cima, não custa lembar que o Lula continua preso...

Assista ao vídeo:



Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.
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segunda-feira, 27 de maio de 2019

PACTO SINISTRO - Por Alexandre Garcia

Em 23 de agosto de 1939, os ministros de Relações Exteriores da Alemanha de Hitler e da União Soviética de Stalin - nazistas e comunistas - assinaram o Pacto de Não-Agressão.

Uma semana depois, Hitler invadiu a Polônia, sem reação soviética. Cinco anos depois, quando divisões soviéticas se aproximavam de Varsóvia em contra-ofensiva, fizeram um alto para esperar que os alemães liquidassem os poloneses em revolta. Depois, liquidaram os alemães. Dez anos antes do início da II Guerra, o comunista Gramsci, em prisão italiana, escrevia seus cadernos sobre a dominação pelas mentes.

Pois aqui, nesses últimos 30 anos, o pacto do nazismo com o comunismo voltou a ser aplicado, não para destruir a Polônia, mas para destruir o Brasil. E quase conseguiram. O nazismo entrou com a máxima de Goebbels, de que a mentira repetida se torna verdade; e o comunismo contribuiu com os ensinamentos de Gramsci, aplicados no ensino e na informação, para conquistar as mentes, com sectarismo usual de nazistas e comunistas.

Meu amigo Paulo Vellinho, com a sabedoria de seus 90 anos, demonstrou que fomos usados como cobaias, num projeto fracassado. Para não ficarem expostos como fracassados, sabotam as soluções, como se não tivessem pátria. E, efetivamente, nazistas e comunistas tinham o mesmo projeto cosmopolita.

A sabotagem, pela pregação do pessimismo e divulgação de um lado único da história tem produzido resultados entre os que dependem das mesmas fontes de informação. Nas manifestações de domingo, muitos foram capazes de negar o que as imagens mostravam. A seita dos que querem fechar o Congresso e o Supremo foi usada  pelos agentes da desinformação. No mundo real, a maciça maioria defendeu as reformas combinadas com 58 milhões de eleitores, onde se inclui o fim do conchavo fisiológico.

Houve político afirmando que povo nas ruas significa perigo para a democracia. E, claro, essa falácia máxima foi para a primeira página. Aliás, no plenário da Câmara, na votação que manteve o COAF no seu ministério de origem, alguns reclamavam dos que, com o celular, transmitiam nas redes sociais o voto de cada um. Não queriam que seus mandantes soubessem de como estavam votando. 

 Povo na rua, contra e a favor do governo, é a democracia agindo, funcionando, expressando vontades. As ruas digitais cumprem papel semelhante, agrupando, socializando, agregando vontades e forças, de onde emana todo poder. E são um bom antídoto para a associação Gobbels-Gramsci. Aí, 2G vira passado.


Alexandre Garcia, Jornalista

Alexandre Eggers Garcia é um jornalista, apresentador e colunista político brasileiro. Foi porta-voz do último presidente do período do regime militar do Brasil, general João Batista Figueiredo. Wikipédia
Nascimento: 11 de novembro de 1940 (77 anos), Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul


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