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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

ABL: PROFESSOR ULPIANO BEZERRA DE MENEZES ENCERRA NA ABL O CICLO SOBRE PATRIMÔNIO CULTURAL



A Academia Brasileira de Letras encerra seu ciclo de conferências do mês de outubro de 2018, intitulado Patrimônio Cultural Brasileiro: abordagens, desafios, políticas, com do professor Ulpiano Bezerra de Menezes. A coordenação será do Acadêmico, historiador e professor Arno Wehling e o tema escolhido foi Dicotomias no campo do patrimônio cultural. O evento está programado para quinta-feira, dia 25 de outubro, às17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2018.

Ulpiano Bezerra de Menezes adiantou, sobre sua palestra, que, em 2012, uma rede de pesquisadores e técnicos do patrimônio cultural começou a se organizar numa associação internacional de “estudos críticos do patrimônio” para combater o chamado “discurso do patrimônio autorizado” e ressaltar a necessidade de encará-lo, preferencialmente, como, também, fato social.

Afirmou que, “no Brasil, a Constituição Federal de 1988 abriu, nessa linha, novas perspectivas que, contudo, ainda não foram devidamente amadurecidas na prática profissional, nem criticamente avaliadas em suas perspectivas e insuficiências – apesar de termos identificado o campo como arena política, de conflitos ideológicos, sociais e econômicos, a exigir negociações”.

E concluiu: “Não se eliminou, porém o protagonismo exclusivo do Estado, nem a persistência de algumas perniciosas dicotomias, sobre as quais convém refletir: cultura e “cultura” (ou razão social vs razão técnica), material e imaterial (ou coisas vs sujeitos), processo e produto (ou patrimônio vivo vs patrimônio morto), valores imanentes e contingentes (ou reconhecidos vs atribuídos), autenticidade e identidade (ou suportes vs significações”.

 
O CONFERENCISTA

Professor Emérito da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Ulpiano Bezerra de Menezes é titular aposentado de História Antiga, docente do programa de Pós-Graduação em História Social, Licenciado em Letras Clássicas (USP, 1959), Doutorado em Arqueologia Clássica (Sorbonne, 1964).

Ulpiano Bezerra de Menezes foi diretor do Museu Paulista/USP (1989-1994), organizador do Museu de Arqueologia e Etnologia/USP (1963-8) e o dirigiu (1968-78).

Membro do Conselho Superior da FAPESP (1977-79), da Missão arqueológica francesa na Grécia (antigo membro estrangeiro), do CONDEPHAAT (1971-87, 1996-2004, 2006-7), do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural / IPHAN (desde 2005), Ulpiano Bezerra de Menezes fez pesquisas e publicou, no Brasil e no Exterior, nas áreas de História Antiga (história da cultura, pintura helenística, urbanismo antigo), cultura material, cultura visual, patrimônio cultural, museus e museologia. Recebeu a Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico (2002).

18/10/2018



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PAJELANÇA IGUALITÁRIA – Jacinto Flecha


27 de setembro de 2014
Jacinto Flecha

Ucranianos, depois de terem derrubado monumento de Lênin, destroem a estátua no centro de Kiev

Depois que se tornou patente aos olhos do mundo a situação de miséria na União Soviética, os adeptos de doutrinas igualitárias deveriam ter pedido perdão por espalhar suas ideias, tão contrárias ao progresso da humanidade. Seria esta uma atitude razoável, decente, mas se alguém esperava ou ainda espera esse improvável mea culpa, é melhor reavaliar seus conhecimentos sobre a natureza humana, pois não existiu nem existirá essa retratação. Não se deve esperar também que escolham caminho diferente, a não ser que o tal caminho diferente seja o mesmo.

Não pense que estou brincando com os termos, logo você verá que o mesmo é diferente de diferente.

Uma constante nos países comunistas foi explicitada neste paradoxo muito divulgado no Ocidente não comunista: Todos são iguais, mas uns são mais iguais do que os outros. Já era assim antes de desmoronar o comunismo (você deve se lembrar da famigerada e privilegiada nomenclatura soviética), e continua adquirindo requintes o favorecimento desses “amigos do rei”. Também nos poucos países onde se manteve o regime, basta comparar o padrão de vida do povo com o do “rei” e seus amigos. Nos países que agem atualmente de acordo com a cartilha bolivariana, o espetáculo dos “mais iguais” se renova com outras cores, outras moedas, outros atores, a mesma desonestidade e incompetência. Aí você tem algumas diferenças no mesmo caminho.

No ambiente psicossocial posterior à derrocada do império comunista, muitos estudiosos se esforçaram honestamente para explicar por que não deu certo. São muitas as explicações válidas, e uma delas está na base de todas as outras: O ser humano é desigual pela própria natureza, e tende a melhorar sua situação com esforço e iniciativa próprios, aumentando assim a desigualdade. Portanto as doutrinas igualitárias tendem necessariamente ao fracasso. E fracassarão sempre, ainda que meios coercitivos tentem impedir essa diferenciação.

Além desses estudiosos bem orientados, alguns esquerdistas com graus variáveis de preconceitos igualitários apresentaram tentativas de explicação, com o objetivo de disfarçar algumas coisinhas para poderem permanecer nos mesmos erros. Não vou catalogar nem discutir cada uma dessas tentativas de explicação, apenas direi algo sobre uma que li em alguns comentaristas, desses que encontram sempre abertas as portas da mídia. Ela pode ser resumida assim: O socialismo, para dar certo, tem de ser aplicado em todos os países, não pode restringir-se a um só ou a alguns.

Qualquer filósofo, psicólogo, sociólogo, antropólogo dotado de bom nível de conhecimento da sua ciência, terá argumentos incontestáveis para aniquilar propostas como essa. Na faixa científica em que sempre atuei, exemplos abundantes mostram a falsidade dessa pretensa explicação. Comento apenas um, muito fácil de entender. Antes de lançar no mercado um medicamento novo, indicado para o tratamento de uma doença, a eficácia dele é inicialmente testada in vitro, depois em animais de laboratório. Se funcionou bem, sem efeitos colaterais consideráveis, será em seguida testado em número restrito de voluntários. O uso em maior escala só será permitido se sua eficácia for comprovada, sem riscos consideráveis. Esse processo costuma demorar mais de dez anos. Mesmo na última fase, em que o medicamento passa a ser usado pelos pacientes em geral, qualquer alerta sobre alguma consequência imprevista ou imprevisível acarretará sua exclusão imediata. Com a Talidomida aconteceu isso, e o laboratório foi processado no mundo inteiro, com enormes multas e indenizações.

Imagine agora o que aconteceria se não fossem tomadas todas essas precauções. Suponhamos que um vendedor ambulante — digamos, um Carlos Marques da Sillva — saia por aí vendendo uma “garrafada” igualitária que produziu. Ele imagina bons efeitos terapêuticos, mas não a testou cientificamente. Você correria o risco de tomá-la? Se muitos se deixassem convencer, e as consequências danosas começassem a aparecer, você recomendaria que fosse usada por todos?

Formulo estas perguntas apenas pro forma, pois não imagino estar sendo lido por algum desparafusado e inconsequente. Mas veja bem que esta é a atitude sugerida por aqueles comentaristas igualitários da mídia. E as minhas perguntas precisam ser respondidas por quem dirige os destinos de países e governos, como também pelos que pretendem assumir essa condição. O destino de um país não pode ser confiado a quem se serve de pajelanças perigosas, como a “garrafada” comunista. E agora nem há mais desculpa, pois as consequências desastrosas já estão comprovadas. Só não entendo que não entendam isso nossos terroristas enfeitados e empoleirados.

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(Para receber novas crônicas, inscreva-se no blogwww.jacintoflecha.blog.br)
 Esta coluna semanal pode ser reproduzida e divulgada livremente


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ITABUNA CENTENÁRIA UM SONETO: Levaste de mim - Geraldo Maia


Levaste de mim

Levaste tudo de mim,
pedaços de sonhos esparramados na mesa,
sem ter mais quem os devore,
vão apodrecer ou parar no lixo,
teu cheiro que ainda perfuma
os vestígios do rosto que se demora no espelho,
levaste sim, tudo que é teu,
teus vestidos de solidão, teus sapatos de preguiça,
levastes a alma das paredes, o sorriso do silêncio,
mas tiveste que arrancar do tempo as horas de tua agonia,
cortaste na raiz a ternura que brotou em tua ferida,
sim, foi com esforço que tiraste
o carinho pregado em tuas noites de dor e medo,
mais fácil foi arrancar o rastro do teu abraço,
o sabor de entrega do beijo,
ainda dói no lugar de onde tiraste à frio
a minha alma de teu vazio,
doeu, não nego, mas pior foi cortar os laços do olhar
que ficaram trôpegos, cambaleantes,
soltos no espaço imenso que abristes entre tua mão e a minha,
um abismo que tentei preencher na marra
com tanta lágrima que fosse possível te lavar da memória,
foi pior que dor de dente, dor de viúva, dor de chuva do telhado,
foi pior que arrancar o coração a pulso, bater, bater, machucar,
cortar em pedaços até te arrancar de mim aquele teu pedaço
que sem querer deixaste cair na pressa para te levares
tudo que possa te prender à minha vida,
então, deixa ele aqui, não sei mesmo para onde enviar,
eu te prometo cuidar do mesmo jeito com que cuidei
daquele teu outro pedaço que me chegou todo esmigalhado
e foi preciso ir colando com meu próprio sangue e zelo
até que ficasse de novo inteiro, belo, lindo,
forte e precioso como sempre serás para mim,
mesmo que seja só um pedaço esquecido sem querer
na minha porta por onde saíste descuidada
sem ter sequer tempo para o que ficou de ti mesma,
e te deixaste assim esse pedaço de ti,
talvez para compensar, já que levaste de mim a vida inteira.


Geraldo Maia, poeta 
Estudou Jornalismo na instituição de ensino PUC-RIO (incompleto)
Estudou na instituição de ensino ESCOLA DE TEATRO DA UFBA
Coordenou Livro, Leitura e literatura na empresa Fundação Pedro Calmon
Trabalha na empresa Folha Notícias,
Filho de Itabuna/BA/BRASIL, reside em Louveira /SP.

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

A ARTE DE SER FELIZ


Acorde todas as manhãs com um sorriso.

Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.

Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará.

Não o desperdice, pois você nasceu para ser feliz!

Enumere as boas coisas que você tem na vida.

Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força, coragem e confiança!

Trace objetivos para cada dia.

Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.

Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional, além disso o ajuda a manter a dignidade.

Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente.

Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias.

Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você.

A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim dar.

Estenda sua mão. Compartilhe. Sorria. Abrace.

A felicidade é um perfume que você não pode passar nos outros sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.

O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor…

O tempo para ser feliz é agora.

O lugar para ser feliz é aqui!


(Autor desconhecido)


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DIGAMOS UM NÃO DEFINITIVO AO LULOPETISMO


23 de outubro de 2018

Reproduzimos a seguir o comunicado do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, publicado em seu site neste domingo (21-10-18) e, no mesmo dia, distribuído na manifestação realizada na Av. Paulista

Grandes manifestações populares tomaram as ruas do Brasil nos últimos anos, resultantes de uma profunda inconformidade com os 13 anos de governo petista.

Com efeito, os brasileiros sentiram-se agredidos por uma ideologia anticristã, o comunismo, condenado reiteradas vezes pelos Papas. Hoje está patente que a Seita Vermelha, mascarada de petismo e com promessas enganadoras, levou-nos à beira do precipício. Não fosse a alma profundamente cristã e o imenso potencial do Brasil, teríamos sido arrastados para a mesma situação em que gemem nossos irmãos venezuelanos.

Não permitamos que o PT volte ao poder e consuma sua obra nefasta. O ex-ministro José Dirceu, em entrevista ao jornal El País, declarou que “é uma questão de tempo para o PT tomar o poder”.*

No dia 28 de outubro os brasileiros irão novamente às urnas para escolher o seu chefe de Estado.

O resultado desta eleição decidirá se o Brasil resvalará ou não para o comunismo, pois:

O PT pretende impor a “ideologia de gênero” nos colégios e corromper nossas crianças;

O PT pretende impor o dito casamento homossexual, discriminando e acusando de “homofobia” todos que se lhe opuserem;

O PT pretende implementar a prática criminosa do aborto;

O PT pretende cercear a liberdade de imprensa e perseguir seus desafetos na mídia e nas redes sociais;

O PT pretende promover invasões de terras e de prédios, no campo e nas cidades;

O PT pretende aplicar a Reforma Agrária socialista e confiscatória, incitar invasões indígenas e “quilombolas”, e usar a arma do “trabalho escravo” para novas expropriações de terras;

O PT pretende perseguir a propriedade privada — que é um Direito Natural e que antecede o Estado, além de estar garantida pelo 7º e 10º Mandamentos da Lei de Deus — com novas leis e mais impostos escorchantes;

O PT pretende implantar uma “política racial” que gerará, no melhor estilo marxista, a luta racial no Brasil, lançando uns contra os outros;

O PT pretende continuar ajudando as ditaduras “bolivarianas” da Venezuela, da Bolívia e de Cuba, além de outras, em grave detrimento de nossa já combalida economia;

O PT contará com o apoio da nefasta “esquerda católica” (religiosas, sacerdotes, e até bispos progressistas, que aplicam dentro da Igreja os mesmos erros que o comunismo impõe na sociedade civil). “O PT não existiria sem a ajuda de milhares de padres e comunidades cristãs do Brasil. [Ele] deve muito ao trabalho da Igreja, à teologia da libertação, aos sacerdotes progressistas. Tudo isso contribuiu para minha formação política, a construção do PT e minha chegada ao poder”. Declaração do ex-presidente Lula ao jornal “El País” em 9-5-10.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, associação cívica continuadora da obra do insigne pensador e homem de ação cujo nome ostenta, apela a todos os brasileiros para que repudiem definitivamente o PT e toda sua ideologia marxista. E fiquem vigilantes porque é da natureza dessa seita filosófica, ateia e anticristã não se dar por vencida. Ela não somente “aparelhou” em larga medida nosso País, detendo ainda numerosos cargos de influência, como está à espreita da primeira ocasião para tentar recuperar o Poder — como o confessou José Dirceu —, se não prestarmos atenção. “Vigiai e orai”, recomendou o Divino Mestre.

Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, nos cubra com o seu manto sagrado e afaste definitivamente de nosso País os malefícios da seita comunista.

Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
São Paulo, 21 de outubro de 2018
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Notas
* https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,e-questao-de-tempo-para-tomar-o-poder-diz-dirceu,70002522942

Cruzeiro do Sul, símbolo da Redenção

Transcrevemos as palavras de fogo pronunciadas pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira sobre o futuro glorioso que nos está reservado nos planos da Providencia Divina:

“Folheie o Brasil as páginas de sua própria história. Indague de Anchieta qual o fundamento de sua admirável abnegação apostólica; pergunte a Vieira qual a chama que acendeu em prol das mais nobres causas o talento de sua inexcedível eloquência; interrogue o Duque de Caxias sobre o segredo que tornou gloriosa a sua espada no Paraguai; investigue as razões que levaram a Princesa Isabel a abolir o cativeiro, com o sacrifício do próprio trono. E todos, a uma voz, apontarão para nosso céu estrelado, mostrando o Cruzeiro do Sul, símbolo bendito da Redenção, que a Providência desenhou em nosso firmamento.” ²

 (Trecho do discurso pronunciado no dia 1 de setembro de 1932, nos microfones da Sociedade Rádio Educadora Paulista e Rádio Cruzeiro do Sul).




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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

ANOS DE VIDA. VIVA – João de Paula


Melhor viver de acordo com as leis da natureza e de Deus.

 
Fez o que hoje para sua vida ser digna de ser bem vivida?
Fez o que hoje para seu ano ser encantador e maravilhoso?
Fez o que hoje para seu dia ser magnifico?

Fez o que para ser lembrado como amado de Deus?
Fez o que para respeitar e colaborar com o meio ambiente?
A tarefa mais difícil do dia é se livrar do apego e ficar ao lado de quem amamos e gostamos, sem menosprezar aqueles que se dizem nossos inimigos, porque também devemos amá-los.

A questão de ser anoso também depende do nosso estado de espírito:  Umas pessoas já nascem velhas, outras jamais envelhecem. Estão vivas e vivem como todos vivem, numa realidade tal como ela é, mediante seus interesses  e personalidades.

Todo mundo quer viver bem, feliz, próspero, longe da doença, pobreza e do conflito, almejando uma maior longevidade da própria vida. É claro que o imprevisto, não manda aviso prévio. Neste sentido, devemos viver de acordo com as leis da natureza e as leis de Deus, respeitando nossas limitações e buscando uma alimentação saudável e praticar exercícios  físicos para o fortalecimento do nosso corpo, além de buscar e ampliar os conhecimentos a respeito das culturas materialista e espiritualista.

Anos de vida fazem bem para qualquer ser vivente. É tão bom ser anoso com qualidade de vida, melhor do que estar morto.
Anos de vida fazem bem com nossos amigos, familiares, conhecidos, agregados, ou mais, que gerem felicidade ao nosso viver.

É tão bom cantar os “parabéns para você”, desejando muito anos de vida. O importante que estes anos sejam gloriosos e gozosos, bem vividos, com flores, encantos, risos, poesia, encontros, beijos, abraços, felicidade e gratidão todos os dias.

Quando vivemos de acordo com as leis da natureza e as leis de Deus, vamos aprender a respeitar todos os seres viventes; a agradecer, a colocar ordem nas nossas ações e realizações, sem gerar o sofrimento, sem gerar o rancor, sem gerar o ódio, sem gerar a inveja, sem gerar a morte, porque o fundamental é a vida, é a boa vida, a paz e bom sossego.

Gente! É tão bom viver os anos dourados.
Viver bem!
Viver em comunhão com as coisas que nos acercam.
Viver com fé, esperança, saúde e projetos.

Faz bem ter: Deus, saúde e dinheiro, nesta longevidade de nossas vidas, para que possamos edificar sempre as virtudes e arte de elevado nível, oração simples que chega ao céu, vivenciando a colaboração, a cumplicidade, o amor pela vida e pelo bem a humanidade.

O ideal é vivenciar o que podemos, com os bons exemplos, eliminando as máculas, e transformando este mundo em  um paraíso, menos infernal, menos egoísta, menos desumano.

Sejamos anosos e felizes.

Não sei para que existe tanta arrogância, orgulho, nariz empinado e salto alto, se devemos é erguer as mãos para o alto e agradecer a Deus pela vida e pela saúde, porque anosos  são as pedras, que duram muito mais do que nós seres vivos.
Viva. Parabéns para você, Feliz aniversário de Vida. 



João Batista de Paula

Escritor e Jornalista.

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DISSONÂNCIA COGNITIVA – Joaci Góes

Dissonância cognitiva


Para Gorgônio José de Araújo Neto, amigo de toda a vida.

O psicólogo americano Leon Festinger (1919-1989) desenvolveu, a partir de 1957, a teoria da Dissonância Cognitiva para explicar a necessidade que as pessoas têm de manter coerência entre os valores que professam e suas atitudes ou comportamentos.

Quando se constatam discrepâncias entre esses elementos, ocorre a dissonância, acarretando níveis distintos de desconforto emocional ou existencial, desequilíbrio dinâmico indispensável, no entanto, ao processo de evolução intelectual imposto pela mudança constante do meio social. Como regra, os indivíduos evoluem, lentamente, com graus variados de ansiedade, como mecanismo adaptativo às mudanças sociais.

 Muitos indivíduos, porém, inaptos para conviver com o caráter dialético da vida, agarram-se às suas convicções e, por insegurança psicológica, ignoram as evidências em que baseiam suas crenças, bem como a lição de Nietzsche, segundo a qual o oposto da verdade não é a mentira, mas a convicção. Um meio desastrado de defender o ego, insurgindo-se contra o nível básico da lógica, de modo a assegurar o contexto de suas preferências adaptativas, ainda que ao preço de uma percepção distorcida dos fatos. Isso se verifica em quaisquer ambientes: familiar, laboral e social de toda natureza.

Tal é o que sucede a parcela ponderável dos que defendem o retorno do PT, ao ignorarem os inúmeros males que esse partido praticou contra o povo brasileiro, numa escala sem precedentes na História do Mundo. Para efeito de explicar a que segmento nos referimos, iniciemos por uma visão da pirâmide eleitoral do Partido dos Trabalhadores que tem:

1. Na base a grande massa das populações iletradas do País, algo em torno de 80%, compostos pelos brasileiros de menor escolaridade, entre analfabetos e concluintes do ensino secundário. Essa massa inculta aceita, por ignorância, sem tugir nem mugir, o papel de escravos da corte, louvando os algozes que lhes subtraíram recursos que deveriam ser destinados para a construção do seu bem-estar, numa masoquística prática coletiva da Síndrome de Estocolmo.

2. Em seguida, vêm membros da classe média, integrada por profissionais liberais, predominantemente, de desempenho modesto, e aposentados, dotados de conhecimentos medianos, insuficientes para a formulação de uma avaliação crítica consistente. Esses são os que mais padecem da dissonância cognitiva, razão pela qual continuam adeptos do PT por não serem capazes de reconhecer os enormes desvios de conduta que esse partido praticou quando esteve no poder.

3. Logo acima, de número mais reduzido, os que têm sinecuras, que mamam nas tetas do governo, inclusive professores universitários que substituem o rendimento acadêmico por reiterada declaração de fidelidade ideológica, meio apto a assegurar o reconhecimento de prestígio, não obstante suas notórias fragilidades, como se pode depreender do baixo rendimento das universidades públicas brasileiras, inteiramente adonadas pelos que se autoproclamam da esquerda intelectual, figurante entre as mais atrasadas do Planeta.

4. No topo da pirâmide, os políticos espertalhões, coronéis desse grande latifúndio que tem como capo di tutti i capi o presidiário Luiz Ignácio Lula da Silva, que, ao final do julgamento dos processos a que responde deverá disputar com o ex-governador Sérgio Cabral a liderança no número de anos de condenação. Essa dissonância cognitiva que oblitera a percepção dos que defendem o fim da Lava Jato, a soltura de Lula e sua eleição para a Presidência, só se tornou possível graças ao aparelhamento gramsciano da Universidade Pública brasileira, como é do conhecimento geral dos que pensam.

Ao perceber a inutilidade do genocídio praticado por Lênin e Stalin na União Soviética, como meio de forçar a aceitação do socialismo imposto pela Revolução Comunista de 1917, Antônio Gramsci, filósofo italiano, desenvolveu poderosa linha argumentativa, demonstrando a importância de fazer a cabeça dos formadores de opinião, tornando-os absolutamente resistentes à evidência dos fatos e aos traumas produzidos pelo que mais tarde viria a ser batizado como dissonância cognitiva.

É por isso que pessoas honestas e inteligentes que integram nosso universo afetivo nos deixam boquiabertos, ao defenderem o indefensável retorno do PT ao exercício de um poder que desonrou de um modo sem precedentes na geografia e no tempo.

É imperioso dever de solidariedade, de generosidade e de ética elementar tratar estas pessoas, num momento de tanta fragilidade moral, de um modo gentil e paciente, até porque este momento tenso da vida brasileira deverá chegar ao seu clímax no próximo dia 28, quando, para felicidade geral da nação, veremos o PT dar adeus às armas, com a vitória do slogan: PT nunca mais!

Joaci Góes

(Artigo publicado na Tribuna da Bahia em 18/10/18)


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