O trabalho é bom, mas precisa ser equilibrado com o
descanso. Só assim poderemos imitar o nosso Criador
Estudos recentes afirmam que jornada média de trabalho no
mundo está aumentando, com mais e mais pessoas trabalhando em média 50 horas
por semana. Isso é ainda mais preocupante quando se leva em conta o número de
trabalhos home office, onde se confundem trabalho e vida familiar.
Além disso, em muitas países, o domingo não é mais um dia de
descanso; é simplesmente incluído na semana de trabalho quando há necessidade
de concluir determinados projetos, por exemplo. Como resultado, o conceito de
descanso está desaparecendo lentamente da vida de muitas pessoas.
São João Paulo II escreveu, em sua encíclica Laborem
Exercens, que precisamos ler o livro de Gênesis para entender a dignidade
de nosso trabalho, bem como nossa necessidade inerente de descanso.
A descrição da criação, que encontramos no primeiro capítulo
desse livro, também é, em certo sentido, o primeiro “evangelho da obra”, pois
ensina que o homem deve imitar Deus, seu Criador, trabalhando. Porém o homem
deve imitar a Deus tanto no trabalho quanto no descanso.
Deus nos mostra claramente, por meio de sua atividade
criativa, que os humanos não foram projetados para levar vidas de trabalho
constante. Até mesmo os nossos corpos revelam essa realidade, pelo fato de ser
impossível ficar sem dormir.
João Paulo II chega ao ponto de dizer que os trabalhadores
têm “direito ao descanso. Em primeiro lugar, isso envolve um descanso semanal
regular, que inclui pelo menos o domingo, e também um período mais longo de
descanso, a saber: as férias tiradas uma vez por ano ou, possivelmente, em
vários períodos mais curtos durante o ano.”
A nossa alma precisa de descanso não apenas para sobreviver
neste mundo, mas também para nos preparar para o que está por vir.
João Paulo II explica que “o trabalho do homem também não
exige apenas um descanso a cada sete dias”. Em outras palavras, o Céu é o
“descanso eterno” a que estamos destinados a desfrutar e, a fim de preparar
nossa alma para esse descanso, devemos praticá-lo agora.
Ao prosseguirmos em nossas vidas diárias, lembremo-nos de
que, embora o trabalho possa ser importante, o descanso também deve ser um
lugar primordial em nossas vidas, permitindo, assim, que nossos corpos e almas
possam descansar na paz de Jesus Cristo.
Estão reclamando que Bolsonaro não se pronunciou contra as
alucinações do STF.
Não vai, não!
Quem tem que se manifestar é o Legislativo.
Desde quando o Judiciário legisla?
Bolsonaro deve sentar-se confortavelmente com todos os
ministros deste governo de excelência em trabalho, competência e coesão para
assistir de camarote o desenrolar dos fatos.
Estamos sob a tutela de um grupo de césares dantescos com
cetro nas mãos e tacando fogo em Roma como se Nero fossem. E tem a pachorra de
virar o dedinho pra baixo, para o presidente eleito e o povo, que enfiaram no
Coliseu e jogaram aos leões.
Cuidado...
Androclus e o Leão
Existe uma história real que conta o seguinte: Androclus foi
feito escravo, tentou escapar e correu por uma floresta. Deu de cara com um
leão. Mas ao invés de correr observou que o leão chorava com um enorme objeto
que trespassava sua pata.
Androclus então passou horas tentando retirar o objeto.
Quando conseguiu, fez um curativo com pedaços de suas roupas, ajudou-o a
caminhar. O animal seguiu até uma caverna. Lá ficaram. Androclus cuidou do
leão. E o animal depois caçava e trazia comida para ambos.
Mas... foram capturados pelos romanos.
Como Androclus era um escravo fugitivo foi condenado a morte
e a lutar na Arena.
E jogado na arena aos leões...
O maior e mais bravo deles trucidava as vítimas,
rapidamente.
E lá estava Androclus diante do animal sob os olhares de um
Coliseu lotado.
O enorme leão correu e se posicionou à frente dele.
Em vez de atacá-lo pulou nele e lambeu seu rosto, depois
suas mãos e se deitou no chão. Ele o reconheceu!
A platéia foi ao delírio: gritava e aplaudia.
Assim, o escravo Androclus (no grego Androklos) ganhou a
liberdade e o leão como presente.
Juntos, Androclus puxando o leão pelas ruas de Roma, foram
saudados e presenteados com dinheiro, alimentos, o leão recebeu coroas de
flores no pescoço.
E assim seguiram juntos.
Moral da História
Androclus e o leão são Bolsonaro e o povo.
Não adianta tentarem jogar um contra o outro.
O leão representa o povo ferido e traído. Bolsonaro como
Androclus, salvou o povo do fim.
Não estão mais na arena, portanto...
Césares supremos do STF: os senhores terão que se resolver
com o "Senado" (o Legislativo). Ou ambos serão jogados aos leões.
O povo ruge!
E tem ao seu lado, o presidente eleito e sua equipe de
governo.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, os apóstolos disseram ao Senhor:
“Aumenta a nossa fé!”
O Senhor respondeu: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como
um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: ‘Arranca-te daqui e
planta-te no mar’, e ela vos obedeceria. Se algum de vós tem um empregado
que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele
volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’
Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o
jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso tu poderás
comer e beber?’ Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe
havia mandado?
Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos
mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.
Os relatos evangélicos nos oferecem a possibilidade de
conhecer o “caminho” aberto por Jesus. É o que revela a mensagem do evangelho
deste domingo, a partir do pedido dos apóstolos: “aumenta nossa fé!”. Jesus não
responde diretamente, pois quer dar a entender que a petição não está bem formulada.
Não se trata de quantidade, mas de autenticidade. Jesus não lhes podia aumentar
a fé, por mínima que fosse. A fé não pode ser aumentada a partir de fora; ela
deve crescer a partir de dentro, como o grão de mostarda. A fé é uma vivência
de Deus; por isso, não tem nada que ver com a quantidade.
Efetivamente, podemos dizer que a fé é um dom de Deus, mas
um dom que já foi dado a todos; à medida que a pessoa entra em sintonia com a
presença de Deus em tudo e em todos, sua fé se expande e amadurece, ativando
todas suas potencialidades humanas e abrindo-a a um compromisso de vida.
Precisamos revisar nosso modo de entender e viver a fé
cristã, muitas vezes, passiva e estática, infantil e imatura. A fé não é “algo”
que uns tem e outros não. A fé é uma vida que se desperta, cresce, se
expande... Segundo S. Paulo, se cremos em Jesus Cristo “nosso interior vai se
renovando de dia em dia” (2Cor. 4,16). A fé viva e operante amadurece no
coração de quem vive como discípulo(a) e seguidor(a) de Jesus.
Nesse sentido, a imagem da amoreira transplantada no mar
está nos dizendo que toda a força de Deus já está presente em cada um de nós.
Aquele que tem confiança em Deus, poderá expandir toda essa energia. A fé não é
um ato, nem uma série de atos, mas uma atitude pessoal fundamental e total que
imprime uma direção definitiva à existência. Confiar naquilo que realmente
somos nos dá uma liberdade de movimento para desatar todas as nossas
possibilidades humanas.
Sabemos que Jesus desencadeou um movimento profético em
favor da vida, mobilizando seguidores(as) a quem confiou a missão de anunciar e
promover o projeto do Reino de Deus. Por isso, o mais importante para reavivar
a fé cristã é ativar a decisão de viver como seguidores(as) seus(suas).
Nesta perspectiva, o critério primeiro e a chave decisiva
para entender e viver a fé cristã é seguir Jesus Cristo. Quem o segue vai
descobrindo o mistério que se revela n’Ele, situa-se na perspectiva correta
para entender Sua mensagem e vai aprendendo a trabalhar a serviço do Reino de
Deus. O seguimento constitui o núcleo, o eixo e a força que permite a uma
comunidade cristã expandir sua fé em Jesus Cristo. Por isso, mais que ter fé em
Jesus, o decisivo é “viver a fé de Jesus”; seguir Jesus é a opção primeira que
há de fazer um cristão. Esta decisão muda tudo. É começar a viver, de maneira
nova e criativa, a adesão a Jesus e a pertença à sua comunidade. Encontrar, por
fim, o caminho, a verdade, o sentido, a razão do viver cotidiano.
Concretamente, viver a “fé de Jesus é crer no que Ele acreditou, dar
importância ao que Ele dava, interessar-nos por aquilo que Ele se interessou,
defender a causa que Ele defendeu, olhar as pessoas como Ele as olhava,
aproximar-nos daqueles que sofrem como Ele se aproximava, sofrer por aquilo que
Ele sofria, confiar no Pai como Ele confiava, enfrentarmos a vida e a morte com
a esperança com a qual Ele enfrentou.
No seguimento, vamos buscando uma maneira criativa de viver
hoje o que Jesus viveu no seu tempo.
Jesus, narrado nos evangelhos, nos ensina a viver a fé, não
por obrigação, mas por atração. Faz-nos viver a vida cristã, não como um dever,
mas como discípulos(as) e seguidores(as), seduzidos(as) por Ele. No encontro
com seu Evangelho, aprendemos seu estilo de viver e descobrimos formas mais
humanas e evangélicas de pensar, viver, celebrar e contagiar nossa fé. Parece
uma afirmação óbvia: ser cristão é ser seguidor de uma Pessoa, Jesus Cristo. No
entanto, grande parte dos cristãos estão mais preocupados em seguir uma
doutrina, uma religião, ou centrar a vida na prática fundamentalista de leis ou
normas morais. Muitos buscam mais uma religião que dá segurança e não o
Evangelho que inquieta e desinstala.
Ter fé é, sobretudo, viver de acordo com os valores segundo
os quais vivia Jesus. Uma primeira afirmação importante: vida. A fé é uma vida,
uma relação pessoal que nos faz caminhar para aquela expressão feliz de S.
Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). Um
caminho, durante o qual vamos vivendo uma relação pessoal e um progressivo
crescimento.
A fé, portanto, é vida e, como tal, tem todas as
características da vida, com um suplemento a mais: é vida aberta à vida eterna,
à imortalidade; vida que se inspira no modo de viver de Jesus: vida oblativa,
inspiradora, comprometida em favor da vida.
O seguimento exige uma dinâmica de movimento. E seguimento
não é questão de razão (doutrina) mas de paixão, sedução, afeto (coração).
Seguir Jesus significa viver a aventura da fé: fazer caminho com Ele,
identificar-se cada vez mais com Ele, revestir-se do Seu estilo de vida...
Infelizmente, tal como é vivida hoje por muitos, a fé cristã
não suscita “seguidores”, mas só adeptos de uma religião. Não gera
“discípulos(as)” que, identificados(as) com seu projeto, se entregam a abrir
caminhos ao Reino de Deus, mas membros de uma instituição que cumprem melhor ou
pior suas obrigações religiosas. Muitos deles correm o risco de não conhecer
nunca a experiência mais originária e apaixonante: o encontro pessoal com
Jesus. Na realidade, nunca tomaram a decisão firme de segui-lo.
A maioria dos cristãos não querem amadurecer na fé por medo
das exigências que isso implica. Alguns se instalam interiormente: já não
crescem, não se deixam questionar pelo Evangelho; não creem em sua própria
conversão, não se arriscam em aproximar-se de Jesus... Outros vivem sua fé de
maneira rotineira e repetitiva: com isso, a oração se faz fórmula, o evangelho
torna-se letra morta, a Igreja se transforma em “ong”, a autoridade se faz
poder, a missão se reduz a propaganda, o culto vira ritualismo, a ação moral se
revela ação de escravos e a fé viva na pessoa de Jesus vai se apagando.
Finalmente, a parábola do empregado cuja única obrigação é
fazer o que lhe fora pedido, sem mérito algum, está na linha da crítica de
Jesus aos fariseus por confiarem no cumprimento da Lei como único caminho de
salvação. Trata-se do eterno problema da fé ou das obras. Quantos
problemas teríamos evitado se não tivéssemos esquecido o evangelho! Nem Deus
tem que aumentar nossa fé, nem somos “servos inúteis”. Descobrir o que
realmente somos seria a chave para uma verdadeira confiança em Deus, na vida,
na pessoa humana...Nesse sentido, “somos servidores e nada mais, fizemos o que
devíamos fazer”.
A expressão “somos servos inúteis”, revela uma tradução
muito limitada. Se o servo fosse inútil, o senhor não lhe pediria serviço
algum. Pelo contrário, ele é extremamente útil. Seu trabalho tem muito valor
aos olhos do senhor. Mas o servidor não é nenhuma personalidade de destaque.
Ele não está acima do senhor, Ele faz seu trabalho; é servidor, e nada mais.
Mas serve.
Servindo com simplicidade, não em função de compensações
egoístas, mas em função da retidão, da fidelidade e da gratuidade, seremos indispensáveis
para o projeto de Deus.
Texto bíblico: Lc 17,5-10
Na oração: na vivência cristã, sua fé se resume a algumas
“práticas religiosas” ou é expressão de uma profunda identificação com o modo
de ser e de agir de Jesus?
- sua vida deixa transparecer a “fé de Jesus”? – sintonia
com o Pai, serviço humilde aos outros, empenho em favor da vida, compromisso
com os mais pobres e excluídos...
Se você sofre de diabetes, então deve saber que seu corpo
não produz nem usa insulina como deveria.
O resultado disso são níveis elevados de glicose no sangue.
Felizmente, é possível controlar os sintomas com uma dieta
saudável.
Ao mesmo tempo que há uma série de alimentos proibidos,
também há muitos outros que são ótimos para quem sofre desse mal.
As restrições provavelmente você já conhece:
– Evitar bebidas alcoólicas
– Evitar comidas gordurosas
– Fugir de alimentos ricos em açúcar
– Fugir de alimentos industrializados
Investir em frutas e legumes é o segredo para manter o
organismo saudável.
Procure consumir pequenas refeições ao longo do dia.
Veja a lista de alimentos recomendados para os diabéticos:
1. Aveia
Estudos comprovaram que uma dieta rica em grãos integrais e fibras
reduz o risco de diabetes em cerca de 40%.
O que acontece é que a aveia possui grande quantidade de
fibra solúvel, o que ajuda muito a manter os níveis de açúcar no sangue.
2. Feijão-branco
É o melhor feijão para que tem diabetes.
Ele ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue.
Isso se deve à presença da proteína faseolamina, que atua
como um bloqueador natural de carboidratos e açúcares.
3. Maçã
Um estudo com voluntários mostrou que as pessoas que comem
cinco ou mais maçãs por semana têm um risco 23% menor de desenvolver diabetes
tipo 2 em comparação às pessoas que não comem a fruta.
Uma maçã contém cerca de 3 gramas de fibra, por isso elas
são altamente recomendados para pessoas com diabetes.
Além disso, a fruta tem propriedades antioxidantes.
4. Aspargo
Contém um antioxidante chamado glutationa, que ajuda a
tratar várias doenças, incluindo diabetes, doenças cardíacas e câncer.
5. Peixe
é uma excelente fonte de proteína magra.
Você pode comer com legumes, pois essa combinação ajuda a
diminuir os níveis de açúcar no sangue.
6. Abacate
Sim, ele tem gorduras, mas são saudáveis para o coração.
A explicação está no fato de que a gordura do abacate pode
melhorar os níveis de colesterol, reduzindo o risco de doenças no coração.
E o abacate também é rico em glutationa, que ajuda a
controlar a glicose.
7. Kefir
É uma fantástica bebida probiótica que, entre muitas coisas,
regula o açúcar no sangue.
O iogurte natural (feito em casa e sem açúcar) também é um
bom probiótico e benéfico para quem tem diabetes.
8. Quiabo
Contém fibras extremamente poderosas para controlar a
glicose e, dessa forma, reduzir o risco de diabetes.
9. Brócolis
Tanto ele como a couve-de-bruxelas, o repolho, a couve-flor
e o repolho-chinês contêm compostos de enxofre conhecidos como glucosinolatos,
que ajudam a reduzir o risco de diabetes e doença cardíaca.
Você só não pode exagerar no consumo dessas verduras, pois
em excesso podem prejudicar a tireoide.
10. Amêndoas
As amêndoas têm pouco carboidratos e contêm gorduras
monoinsaturadas e magnésio.
Um estudo realizado pela Universidade de Harvard descobriu
que um elevado consumo de magnésio diariamente reduz o risco de desenvolvimento
de diabetes em até 33%.
Outros alimentos que podem substituir as amêndoas são
sementes de abóbora, gergelim e acelga, que também são ricos em magnésio.
11. Cenoura
É um bom alimento para quem tem diabetes.
Ela contém grande quantidade de betacaroteno.
Você pode consumi-la a qualquer hora do dia, tanto
crua como levemente cozida (no vapor).
12. Linhaça
Esta semente contém ácido alfalinolênico (ALA), que pode ser
convertido em ômega 3, encontrado facilmente em peixes.
A linhaça é uma boa fonte de antioxidantes que são ótimos
para prevenir doenças cardíacas.
13. Clara de ovo (de galinha criada solta e de forma
natural)
Ajuda a controlar ou prevenir a diabetes, porque ela é rica
em proteína magra e de alta qualidade, além de possuir baixo teor de
carboidratos.
14. Alho
Há muitos benefícios no alho, como ajudar a controlar o
açúcar no sangue e diminuir a pressão arterial elevada, outro fator que pode
causar doenças cardiovasculares.
15. Folhas verdes
Salsão e outros vegetais verdes estão associados a um menor
risco de diabetes tipo 2, segundo pesquisas.
16. Batata-doce
Excelente fonte de energia.
Ela ajuda a controlar o açúcar no sangue e, por
consequência, o diabetes. Isso porque a batata-doce aumenta significativamente os níveis de adiponectina,
um hormônio regulador do metabolismo da insulina em pessoas com diabetes tipo
dois. O açúcar que aparece na batata-doce não se encontra em altos níveis e é
absorvido lentamente – é exatamente isso que a torna um alimento saudável
também para os diabéticos.
Desde pequenina, até onde minha memória alcança as inúmeras
lembranças sobre minha formação religiosa, fui criada na religião católica.
Minha mãe, mulher dedicada a Deus e à religião que
escolheu, que desde cedo também foi orientada dentro do catolicismo
por seus pais, abraçando a religião ao longo de toda sua vida; aderindo-a
com personalidade... pois personalidade era uma de suas marcas
principais. Afirmo isso com veemência, pois a conheci desde minha
concepção rsrs. - Estranho? Não! A ciência diz em suas pesquisas que
os bebês já reconhecem sua mãe a partir da convivência em seu útero, inclusive
guardando memórias. Nesse caso sei da personalidade forte da minha mãe,
principalmente nas suas escolhas. Acredito, então, que apesar dela ter herdado
de seus pais a religião deles, entre tantas outras coisas, a escolha dela pela
religião que abraçou até a sua morte, foi dela com muita crença e dedicação.
O que mais eu admirava nela, entre milhares de coisas, era
exatamente a liberdade que nos deu, em mais tarde, quando tivéssemos idade
suficiente, escolher nossa própria religião. Porém, enquanto crianças, a
religião católica, a mesma dela, tinha que ser também a nossa.
Apesar da crença irrefutável na sua religião, nunca a vi
criticar outras religiões e, muito menos, qualquer tipo de preconceito relativo
a nenhuma delas.
Criou todos os 12 filhos no catolicismo e dentro das
recomendações do mesmo: batismo, catecismo, crisma...
À proporção que fomos crescendo e ganhando conhecimento,
lendo sobre outras religiões, a maioria dos filhos continuaram na religião
católica, mas temos dentro da família tão numerosa, aqueles que aderiram à
religião espírita Kardecista. Digo assim, porque dentro da religião espírita há
várias vertentes como o candomblé, umbanda e tantas outras. Nesse momento estou
falando sobre os filhos de Mônica Leite, minha mãe, e não dos netos e bisnetos.
Esses entram mais tarde. Agora ficam de fora. Senão é história que não acaba
mais rsrs.
Falar sobre religião é difícil quando cada um defende a sua
como a certa ou a melhor...daí eu admirar o Dalai Lama, quando perguntado por
Leonardo Boff, sobre “Santidade, qual a melhor religião?" e, ele responde:
"A melhor religião é a que te aproxima de Deus, do
infinito."
"É aquela que te faz melhor."
Leonardo Boff, insiste:
"E o que me faz melhor?"
Dalai Lama:
"Aquilo que te faz mais compassivo. Aquilo que te faz
mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais
responsável, mais ético... A religião que conseguir isso de ti é a melhor..."
O que Leonardo Boff conclui:
"Não me interessa a tua religião ou mesmo se tens ou
não uma. O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, teu
trabalho, tua comunidade, perante o mundo... Para muitos, ser feliz não é
questão de destino, é questão de escolha. Pense nisso."
Concluo eu desse diálogo entre Leonardo Boff e Dalai Lama, é
que minha mãe, apesar de nos ter dado uma religião da sua escolha, também nos
deu a liberdade de fazermos nossas próprias escolhas na vida, através dos
princípios éticos e morais que ela tão bem soube passar, sem sequer ter
conhecido Dalai Lama. Mas seu conhecimento veio através da sua filosofia
de vida em proporcionar a seus 12 filhos, que através dela formam também
seus descendentes dentro dos mesmos princípios morais que formaram nosso
caráter. Caráter que ninguém destrói.
É isso: Concordo com Dalai Lama:
"A melhor religião é a que te aproxima de Deus, do
infinito."
E vou concordar eternamente com mamãe:
Crie seu filho dentro de uma religião que seja a sua. Você
está fazendo a sua parte. Mas dê a ele a liberdade de pensar, refletir sobre a
mesma de forma crítica, para através dessa reflexão ter a sua própria religião,
fazendo suas próprias escolhas, aquela que o faz mais sensível quando em
empatia com o outro e sem preconceitos.
Gostamos de competir sempre com a Argentina. Há um setor em
que sofremos há muito tempo: é o da ciência. O país vizinho tem a honra de
contar com um Prêmio Nobel (Bernardo Houssay), o que jamais ocorreu ao Brasil.
Como se diz no esporte, batemos na trave algumas vezes, com Josué de Castro,
autor de “Geografia da Fome”, Jorge Amado e D. Helder Câmara. Não contaram com
a simpatia do governo brasileiro.
Agora, o assunto volta à tona, com os desastres ambientais
da Amazônia. Fala-se no nome do cacique Raoni, lembrado para o Nobel da Paz,
que é dado na Noruega. É claro que as caneladas nesse país escandinavo
estão longe de ajudar nessa conquista desejada, o mesmo podendo ser dito em
relação à redução das verbas para os projetos de iniciação científica.
Mas temos outros caminhos, que passam pela medicina, física,
química e matemática, onde há nomes notáveis em grandes instituições
brasileiras, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade de
São Paulo, a Unicamp e a Universidade Federal de Pernambuco, para só ficar
nessas. O tema foi lembrado numa reunião na Academia Brasileira de Letras, com
a presença do cientista Luiz Davidovich, presidente da Academia Brasileira de
Ciências. São mais do que justas as reivindicações feitas.
Há uma clareira aberta recentemente pelo intercâmbio
Brasil-Israel. Lideranças empresariais e políticas de Santa Catarina, como
lembrou o jornalista Henrique Bernardo Veltman, visitaram a jovem nação,
deixando fincadas as bases de um sólido intercâmbio, a partir da Universidade
de Tel Aviv, hoje a maior instituição de ensino superior de Israel, com mais de
30 mil alunos, além de um quadro altamente qualificado de cientistas. Foi uma
iniciativa da Conib (Confederação Israelita do Brasil). O mesmo fez a ABMES
(Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior), sob a liderança do
reitor Celso Niskier (Unicarioca). Foram 30 reitores brasileiros a Israel, em
busca do necessário intercâmbio. Deixaram assinados oito convênios com esse
fim, de olho inclusive nas conquistas do Vale do Silício de Israel, onde há
feitos de extraordinário valor para a humanidade. Temos outro dado positivo que
é a existência há três anos do projeto Edupark, de que fazem parte a Secretaria
Municipal de Educação do Rio de Janeiro e a Fundação Cesgranrio. Já foram
exibidos nas escolas cariocas vários filmes israelenses (Planeta Casa,
Dependentes da Vida e Livre para ser), todos em terceira dimensão, já
assistidos com entusiasmo por 42.000 alunos. Iniciativas assim fazem a
diferença.
Já imaginaram se dessa parceria, que envolve os afamados
Instituto Weizmann de Ciências e o Technion de Haifa, surgisse a conquista de
um Prêmio Nobel? A ideia é perfeitamente possível, no quadro dos entendimentos
internacionais que envolvem o Brasil e Israel, inclusive se pensarmos nos 4
milhões de km2 da região amazônica, com seus problemas e desafios, como a
existência de queimadas que cresceram mais de 111%, de 2013 a 2019. É um fato
que merece a ação prioritária dos cientistas.
Querem o exemplo de um nicho promissor? É o caso da venda
consumada de 36 caças Grippen suecos ao governo brasileiro. Prevê-se, a partir
do ano próximo, uma intensa troca de tecnologia aeronáutica – e isso pode
envolver a nossa Embraer e a Aeronautics Ltd. ou a Israel Aerospace Industries.
Dará um Nobel?
Arnaldo Niskier - Sétimo ocupante da Cadeira nº 18 da ABL,
eleito em 22 de março de 1984, na sucessão de Peregrino Júnior e recebido em 17
de setembro de 1984 pela acadêmica Rachel de Queiroz. Recebeu os acadêmicos
Murilo Melo Filho, Carlos Heitor Cony e Paulo Coelho. Presidiu a Academia
Brasileira de Letras em 1998 e 1999.
Que
o Sínodo Especial para a Região Pan-Amazônica seja a oportunidade
para um verdadeiro reavivamento do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo,
evitando qualquer tentação ao sincretismo religioso.
Este é o apelo lançado pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira aos
padres sinodais, que se reúnem em Roma de 6 a 27 de outubro.
Hoje pela manhã, um representante do Instituto, o jornalista Nelson Ramos
Barretto, entregou no Vaticano mais de 22 mil assinaturas recentemente
coletadas durante campanha organizada pelos jovens voluntários do Instituto
Plinio Corrêa de Oliveira, que em 20 dias atravessaram vastas regiões
amazônica.
Em carta enviada ao cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário-geral do Sínodo dos
Bispos, o presidente do Instituto, Adolpho Lindenberg, lembrou o trabalho
meritório realizado pela Igreja na América ao longo dos séculos, destacando
também como o Brasil sempre foi chamado de “Terra da Santa Cruz”.
A maioria da população da região amazônica — escreve Adolpho Lindenberg — pede
à Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos “que não atue como uma caixa de
ressonância de teorias que estão longe de ter a aprovação da comunidade
científica e que poderiam jogar esse imenso território no atraso social e
econômico”.
“Essas
teorias — acrescenta ele —, embora amplamente divulgadas pelos
poderosos deste mundo, como as Nações Unidas, inúmeras ONGs extremamente
ideológicas e a grande mídia, não representam o sentimento comum do homem da
rua daquela região, como nossos jovens puderam ver e comprovar”.
Para amanhã, 5 de outubro, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira organizou
um fórum internacional, que será realizado no Hotel Quirinale, na Via
Nazionale, das 9h30 às 18h00.
No evento, falarão o príncipe imperial do Brasil, Dom
Bertrand d’Orleans e Bragança, autor do livro Psicose Ambientalista,
recentemente citado pelo presidente Jair Bolsonaro; o Prof. Luiz Carlos Molion,
meteorologista da Universidade Federal de Alagoas; o advogado Jonas Marcolino
Macuxí, líder da etnia Macuxí de Roraima, na Amazônia.
Em seguida, intervirão no fórum José Antonio Ureta, da Association
Tradition, Famille, Propriété (TFP) da França; James Bascom, diretor do
escritório de TFP de Washington; o Prof. Stefano Fontana, Diretor do
Observatório Card. Van Thuận da Doutrina Social da Igreja e Prof. Roberto de
Mattei, presidente da Fundação Lepanto. Julio Loredo, presidente da TFP
italiana e autor de Teologia da Libertação – Um salva-vidas de chumbo para
os pobres será o moderador.