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terça-feira, 21 de agosto de 2018

A ONU A SERVIÇO DE UM CRIMINOSO E DE UM PLANO IDEOLÓGICO



Por Pedro Henrique Alves, publicado pelo Instituto Liberal

Todos aqueles que possuem o mínimo de prudência, e capacidade de ir além dos gritos das massas, conseguem perceber que a validade da vida humana é inerente a ela mesma. Esses mesmos ponderados que aqui rogamos para que ainda existam, entendem que os postulados dos “Direitos Humanos” não iniciaram com a ONU; que o cristianismo já pincelava há séculos em suas doutrinas aquilo que hoje vemos mais ou menos sistematizados em tratados. É verdade que na história esses direitos andaram claudicantes e, por vezes, relativizados pelo poder do momento; o século XX que nos diga.

Mas os ditos Direitos Humanos, agora institucionalizados por dezenas — talvez centenas — de instituições da ONU, UNESCO, ONG’s, institutos e demais órgãos duvidosos, não tardaram em abandonar suas manjedouras cristãs adotando os comitês socialistas como suas catequeses humanistas. Quem possui o mínimo conhecimento sobre o pensamento marxista e os desdobramentos de suas teorias, sabe que as pautas defendidas por essas instituições não passam de um servilismo ideológico ao socialismo e suas vertentes culturais. De defesa da dignidade humana não tardam a passar para defesa de governos e queridos.

Se é verdade que conhecendo a árvore qualificamos os frutos por ela gerada; podemos qualificar as intenções dessas instituições de “Direitos Humanos” a partir de suas causas finais.

Sexta-feira (17/08) fomos brindados com a “recomendação” do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para que a justiça brasileira, através do TSE, possibilite a disputa eleitoral pelo presidiário Lula. Não entrarei muito na questão jurídica dessa absurdidade, pois no amago da questão está um pedido de um comitê da ONU para que a justiça transgrida uma lei nacional; apenas quero reforçar que se trata de uma recomendação medonha que afronta de maneira debochada a Lei da Ficha limpa que impossibilita a candidatura do presidiário petista.

Também devo esclarecer que o pedido não consegue disfarçar seu apelo ideológico; sob uma máscara de legalidade jurídica banal, unida a uma carteirada de instituição internacional, tentar influenciar o processo criminal de um Estado-Nação independente chega a beirar o desrespeito à soberania jurídica do país.

Como disse Nelson Lehmann da Silva ao comentar o pensamento de Crane Brinton, a característica “comum mais em evidência de todas as grandes revoluções modernas tem sido seu inicial escopo universal, que depois contrasta com seus sucessos meramente locais. Elas começam com uma mensagem para toda a humanidade, mas acabam por adiar tal meta, que então se torna a missão de um povo ou grupo escolhido de iniciados” (SILVA, 2016, p. 54).

O que começou como salvaguarda dos “Direitos Humanos” acaba como couraça dos direitos dos companheiros; aquilo que era defesa da dignidade humana passa a ser tutela ideológica; a instituição guardiã das tábulas da liberdade dos indivíduos, passou a ser tão somente peão de partido. Uma comissão internacional e, porque não dizer: global; está a serviço de um partido e plano ideológico. Não é possível, sendo politicamente sensato e mentalmente razoável, levar a sério uma instituição que se presta a tal vergonha vistosa.


Entenderam ou querem que eu desenhe?

O globalismo não brinca e sequer tem vergonha de seus meios de ação, dizer que não há uma agenda internacional em favor daquilo que damos a alcunha de: “esquerdismo cultural”, é negar o evidente. São esses que se calam e nada fazem frente aos aberrantes desumanismos na Venezuela e Nicarágua; se contentando com cartas e textos vergonhosos de uma suposta “preocupação com a situação política do país”, mas que, bem sabemos, não passa de panos quentes e acovardamentos.

Enfim, esse artigo tem que acabar porque tal recomendação da ONU me parece tão importante quanto uma carta ao Papai Noel; e, sinceramente, a nós que vivemos sob o leviatã de 63 mil assassinatos ao ano, sem nunca termos visto nenhuma efetiva ajuda da ONU para amenizar esse pandemônio, por que deveríamos agora nos importar com as suas recomendações? Quando passávamos pela da maior crise de corrupção que essa nação já viveu não contamos com nenhuma ajuda ou apoio institucional da ONU, tivemos que arregaçar as mangas ir às ruas parar o país sozinhos; pois agora que fiquem com suas ideologias e recomendações enviesadas.

Referência:
SILVA, Nelson Lehmann da. A religião civil do Estado moderno, 2ª Ed, Campinas: Vide Editorial, 2016.

Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

https://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/onu-servico-de-um-criminoso-e-de-um-plano-ideologico/?utm_medium=feed&utm_source=feedpress.me&utm_campaign=Feed%3A+rconstantino

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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

VENEZUELA VIVE IMPASSE, MAS INTERVENÇÃO EXTERNA NÃO DEVE SER DESCARTADA A PRIORI

4 de janeiro de 2018
O ex-ministro do Planejamento da Venezuela (1992-1993) e ex-economista-chefe do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Ricardo Hausmann, que é diretor do Centro para Desenvolvimento Internacional da Universidade Harvard, escreveu um polêmico artigo para a Project Syndicate esta semana considerando uma intervenção militar estrangeira na Venezuela como uma alternativa, uma vez que a ditadura socialista de Maduro vem destruindo o país e jogou a população no completo caos social. Diz ele:

No que se refere a soluções, por que não considerar a seguinte: a Assembleia Nacional poderia declarar o impedimento de Maduro e do vice-presidente Tareck El Aissami, narcotraficante e sancionado pelos EUA.

A Assembleia poderia indicar constitucionalmente um novo governo, que por sua vez poderia pedir ajuda militar a uma coalizão de países dispostos, incluindo latino-americanos, norte-americanos e europeus.

Essa força libertaria a Venezuela, assim como canadenses, australianos, britânicos e americanos libertaram a Europa em 1944-45. Mais perto de nós, seria como quando os EUA libertaram o Panamá da opressão de Manuel Noriega, instalando a democracia e o mais rápido crescimento econômico da América Latina.

Segundo o direito internacional, nada disso exigiria a aprovação do Conselho de Segurança da ONU (o que a Rússia e a China poderiam vetar), porque a força militar seria convidada por um governo legítimo buscando apoio para o cumprimento da Constituição do país. A existência dessa opção poderia até melhorar as perspectivas das atuais negociações na República Dominicana.

Uma implosão na Venezuela não é do interesse da maioria dos países. E as condições lá constituem um crime contra a humanidade que deve ser detido por razões morais.

O fracasso da Operação Mercado Jardim em setembro de 1944, imortalizada no livro e no filme “Uma Ponte Longe Demais”, levou à penúria nos Países Baixos no inverno de 1944-45. A fome na Venezuela hoje já é pior. Quantas vidas devem ser destruídas antes que chegue a salvação?

Hoje, a folha publicou dois textos em resposta. O primeiro foi a coluna de Matias Spektor, que considerou a proposta “estapafúrdia”. Ele apresenta três motivos: a falta de alternativa de poder, a limitação geopolítica de quem poderia realizar tal intervenção, e a falta de legalidade ou legitimidade a ela. Diz ele:
A Venezuela encontra-se em seu pior momento, mas ir à guerra contra o chavismo no que seria a primeira intervenção na América do Sul no século 21 não é solução. Há alternativas para lidar com o problema que não trazem o risco embutido de uma aventura militar questionável e de resultado incerto.

Resta perguntar: quais? Que alternativas são essas, se até hoje só vemos a Venezuela afundar mais e mais no caos ditatorial? Vamos acreditar em “diálogo” ainda? Há algo menos legítimo do que o regime atual? Gostaria de saber quais alternativas concretas o especialista apresenta, pois não consigo nem imaginar quais sejam.
O segundo texto é de Xabier Coscojuela, resposta direta ao original, e que rotula a proposta de Hausmann como “desesperada”. De fato. Mas a situação na Venezuela não é de desespero? “Os males desesperados são aliviados com remédios desesperados ou, então, não têm alívio”, disse Shakespeare em Hamlet. Coscojuela, porém, rejeita a ideia, e diz:

Considero-a uma alternativa totalmente inconveniente para o país. Uma possibilidade que só geraria mais anos de instabilidade para a Venezuela.

O sensato, o conveniente, é que as negociações que estão sendo realizadas na República Dominicana terminem com acordos nos quais se inclua a eleição presidencial com garantias de respeito à vontade popular ali expressada e que também se eliminem ou se imponham limites, muito precisos, à atuação da Assembleia Nacional Constituinte.

Não tenho nenhuma dúvida de que os que governam a Venezuela não são democratas, que utilizaram e utilizarão todas as alternativas ao seu alcance para manter-se no poder, sem importar a opinião da maioria dos venezuelanos, mas é preciso tirá-los do poder mediante o voto e constituir um governo de muita amplitude porque a crise nacional é das mais graves que a Venezuela teve em toda a sua história.

Se o próprio autor reconhece que Maduro não vai sair por livre e espontânea vontade, como ele será retirado por meio do voto? Se ele manipula as “eleições”, como os votos vão derruba-lo? Entendo o argumento dele, e também de Colette Capriles, de que propor essa intervenção já serve como arma para Maduro justificar a intensificação da opressão. Mas não é por isso que será um erro considerar esta opção.

Não sei se a ideia é exequível, se há como colocá-la em prática mesmo, se haveria coordenação de vários países, ou se o governo americano tomaria uma decisão dessas de forma unilateral. Só sei que o “diálogo” não vai resolver nada, e acreditar nisso é uma quimera perigosa, típica de românticos pacifistas, os mesmos que vibraram quando Chamberlain assinou um pacto com Hitler, ou quando Obama assinou um pacto com o Irã.

A Venezuela vive um grande impasse. Não há saída fácil. É sempre assim com experimentos socialistas: todos terminam em miséria, terror e escravidão. E a imensa maioria só caiu com luta, com intervenção externa, com muita pressão. Com “diálogo” realmente não temos caso na história para contar…

Rodrigo Constantino

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Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

1º DE DEZEMBRO - DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembleia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU.

A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministro da Saúde.

Na campanha contra a Aids utiliza-se como símbolo o laço vermelho que é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids. O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à ideia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo.

No ano de 2015 o Ministério da Saúde lança a campanha do DEZEMBRO VERMELHO que só foi aprovado como Projeto de Lei no ano de 2017 pela PLC 60/2017.

A mobilização em torno do Dezembro Vermelho deverá se apoiar em parcerias entre o governo, entidades da sociedade civil e organismos internacionais, obedecendo às diretrizes traçadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para enfrentamento da Aids e ISTs.

Em Itabuna o GAPA-ITABUNA (Grupo de Apoio à Prevenção da AIDS) desenvolve o trabalho de prevenção as ISTs/HIV/Aids e Hepatites Virais e assistência às Pessoas Vivendo com HIV há 28 anos. Neste dia mundial de combate a Aids a instituição vem reforçar a importância do envolvimento de toda a sociedade com as campanhas de prevenção, principalmente entre os jovens por ser este o grupo mais atingido nos último anos.

PROTEJA-SE!


Enviado do meu smartphone Samsung Galaxy.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

16/11 - DIA INTERNACIONAL PARA A TOLERÂNCIA

O Dia Internacional para a Tolerância foi instituído pela ONU como sendo o dia 16 de Novembro de cada ano, em reconhecimento à Declaração de Paris, assinada no dia 12 deste mês, em 1995, tendo 185 Estados como signatários. Foi instituído pela Resolução 51/95 da UNESCO.
Princípios da Declaração de Paris e efeitos
A Declaração da ONU fez parte do evento sobre o esforço internacional do Ano das Nações Unidas para a Tolerância. Nela os estados participantes reafirmaram a "fé nos Direitos Humanos fundamentais" e ainda na dignidade e valor da pessoa humana, além de poupar sucessivas gerações das guerras por questões culturais, para tanto devendo ser incentivada a prática da tolerância, a convivência pacífica entre os povos vizinhos.
Foi então evocado o dia 16 de Novembro, quando da assinatura da constituição da UNESCO em 1945. Remetia, ainda, à Declaração Universal dos Direitos Humanos que afirma:
Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião (Artigo 18);
Todos têm direito à liberdade de opinião e expressão (Artigo 19)
A educação deve promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações, grupos raciais e religiosos (Artigo 26).


Fonte: WIKIPÉDIA

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