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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

ITABUNA CENTENÁRIA, UM POEMA: Quando poema rota - Geraldo Maia



Quando poema rota

Queria escrever depois do almoço
gotas de sais faíscam no prato
sobras de um fato com crase
quase um menino com dedos famintos
a futucar meu riso com sua míngua
depois do almoço arroto a rota 66
pavê de sobremesa só quem é cego
e não vê que o menino tem cárie 
no carinho e uma tatuagem de silêncio 
no cotovelo cai a moeda a perna se abre 
embaixo da mesa cabe uma coxa sem trânsito
mas tudo em volta emerge urgem 
coquetéis e motos bomba no cruzamento
entre judeus e palestinos em barricada de pássaros e pátina e pálpebras
forçar a barra para o ritmo não ficar binário 
e não passar por otário na polícia
minha mulher fugiu com o talão de cheque 
do antigo amigo de infância
e eu perdi o jogo do corinthians que perdeu o campeonato mundial de sopapos
depredaram tudo no elevador antes do garçom chegar 

com sua máquina portátil de débito em crédito
mas eu insisto e não acredito em papai noel
não acredito em cornos sem furos
não acredito em muros sem Berlim
não acredito enfim em traições
a não ser as que vi
aspirina pirei
às de topázio
e o menino está pagando de comer
pedi um prato de spaghetti ao sugo
e juro que é real
esse poema é real
a fome do menino é real
FHC pagou de real no circo
Na real ele quer liberar geral
e geraldo é o meu primeiro nome
geraldo
apenas geraldo
sete letras
não dá para ver lá no fundo do universo
Não?
Antonio Milton faça o favor
Ilumine aqui com sua verve
esse cantinho do infinito
onde ínfimo perambulo
com um embrulho de poeira
onde guardo o pó do meu pecado
e creio que Deus é tão concreto
quanto Amor.



Geraldo Maia

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SULLY, O CACHORRO QUE ACOMPANHOU GEORGE H.W. BUSH ENCANTA O MUNDO EM DESPEDIDA





O labrador que acompanhou o ex-presidente dos Estados Unidos George H.W. Bush nos últimos sete meses foi visto deitado ao lado de seu caixão no último domingo (2).

 Bush, que serviu como o 41º presidente dos EUA entre 1989 e 1993, morreu na noite de sexta-feira aos 94 anos.

 O clique foi feito pelo assessor do ex-presidente Jim McGrath com a legenda: “Missão completa”. A família planeja levar Sully para Washington para dar o último adeus ao ex-presidente, segundo a rede norte-americana CNN.

Sully tem dois anos e é altamente treinado para obedecer a vários comandos, como atender o telefone, buscar itens e abrir e fechar portas.

Ele foi morar com George H.W. Bush em abril, depois que a ex-primeira-dama Barbara Bush morreu.





The 41st President accompanied by his two best friends -- Jim Baker and Sully -- discharging his civic duty and voting today.



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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

MANTRA DA GRATIDÃO


Obrigado à vida que me inspira, me renova e me dá chances de evoluir diariamente.

Obrigado ao lugar onde estou aqui e agora, pois esse lugar precisa de mim e eu dele.

Obrigado a todos os órgãos do meu corpo que funcionam em plena harmonia e perfeição.

Obrigado a casa onde moro, que me serve de refúgio e descanso.

Obrigado às oportunidades de trabalho, conquistas, sucesso e evolução que se abrem diante de mim diariamente.

Obrigado a cada dívida paga, porque dessa forma honro meu nome, honro meus compromissos e meu dinheiro se multiplica.

Obrigado a tudo aquilo que eu compro, adquiro pois é fruto do meu trabalho.

Obrigado a todas as pessoas que cruzam meu caminho.

Obrigado às pessoas que me fizeram mal, porque assim desenvolvi força e coragem para seguir sempre adiante.

Obrigado às pessoas que me fizeram bem, porque assim me senti muito amado e abençoado.

Obrigado a todas as oportunidades de sucesso financeiro e pessoal que recebo, identifico e aceito.

Obrigado a mim mesmo que encontro a gratidão em todas as pessoas, coisas e fatos.

Obrigado ao Universo inteiro, que conspira a favor de cada pensamento meu, por isso escolho com cuidado tudo aquilo que penso, falo ou desejo.

Obrigado ao Deus maravilhoso que existe dentro de mim, sou parte de sua divindade e por isso espalho luz, amor e paz onde quer que eu esteja.

Gratidão, gratidão, gratidão!


(Recebi via WhatsApp, sem menção de autoria)

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ABL: ‘EDUCAÇÃO: A GRANDE PRIORIDADE’ É O TEMA DO MÊS DE DEZEMBRO DO SEMINÁRIO ‘BRASIL, BRASIS’ DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS



A Academia Brasileira de Letras encerra a série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema Educação: a grande prioridade, sob coordenação geral do Acadêmico, professor, escritor e poeta Domício Proença Filho (quinto ocupante da Cadeira 28, eleito em 23 de março de 2006), e coordenação do Acadêmico, educador e escritor Arnaldo Niskier (sétimo ocupante da Cadeira 18, eleito em 22 de março de 1984). O participante convidado é o professor Antonio Celso Pereira. O evento está programado para o dia 4 de dezembro, terça-feira, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

O CONVIDADO

Antônio Celso Alves Pereira é natural de Peçanha, Estado de Minas Gerais. Doutor em Direito Público pela Faculdade Nacional de Direito e pós-graduado em Política Internacional e História Diplomática pela Universidade de Lisboa. Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ - 1996/2000; presidente da FAPERJ – 2000/2001. Professor Associado (aposentado) da UFRJ.

Desde 2009, é diretor geral do Centro de Ensino Superior de Valença, RJ. Membro titular do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro (mandatos 1985/l990 e 1997/2001). Chefe da delegação brasileira à Reunião Técnica Multinacional sobre Inovação Tecnológica na Educação, promovida pela OEA, em Kingston, Jamaica, 1986. Professor visitante e conferencista em várias universidades e instituições científicas do Brasil e do exterior.

Autor de livros científicos e literários, artigos, prefácios, ensaios, resenhas e verbetes publicados no Brasil e no exterior, Antonio Celso Alves Pereira, em 1984, recebeu o “Prêmio Coelho Neto”, concedido pela Academia Brasileira de Letras ao romance A Porta de Jerusalém. É sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, bem como do PEN Clube do Brasil, entidade da qual foi vice-presidente, entre 2008-2010; membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Brasileira de Educação. Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Direito Internacional.

28/11/2018



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ENTRAMOS NELE DE CABEÇA! – Antonio Nunes de Souza


Dias atrás fiz uma crônica sobre ele, mas, pelas minhas preocupações atuais, deixei passar despercebida uma das mais importantes das suas comemorações, premiando o pobre povo (e os não tão pobres), que é seguramente o sorridente e aconchegante, além de sempre esperado com carinho, o décimo terceiro mês. Ele que me refiro é o mês de dezembro!

Essa quantia financeira, muitas vezes não passa de uma merreca pouco alvissareira, inegavelmente faz com que muitos saiam do “vermelho”, atualize as suas parcelas de compras, prestações em atrasos e, logicamente, dá o maior “refresco” na plebe sofredora!

Os mais bafejados pela sorte até aproveitam para viajar e curtir outras terras. Logicamente trata-se de uma minoria privilegiada!

Sem dúvida alguma, esse fato jamais deveria ter sido esquecido por mim, já que faz parte desse mês urgido e sacramentado.

Me expressei sobre o Natal, que é o nascimento do Menino Jesus, como o evento de maior plenitude e religiosidade, festejo que domina, praticamente, o mundo inteiro, também coloquei a comemoração da entrada do novo ano, que cria milhões de esperanças em todas as pessoas, até nas mas céticas e descrentes, esquecendo do velho e desgastado décimo terceiro, criado por algum filho de Deus que, infelizmente, não sei o seu nome para agradecer (que Deus o tenha em bom lugar).

Assim sendo, merecidamente, dou meus parabéns respeitosos ao nosso dezembro, pois, com os seus atos e eventos, deixa os corações humanos cheios de felicidades e alegrias!

Peço, encarecidamente, que Deus tenha pena de nós e, com essa mudança brusca de administração política e pública, tenhamos uns anos novos de paz, harmonia, tranquilidade e saúde!

Feliz dezembro e um Feliz Natal e um réveillon cheio de encantos!


Antonio Nunes de Souza, escritor
Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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domingo, 2 de dezembro de 2018

FEMINISMO, O DEFENSOR DAS MULHERES. – SERÁ MESMO? - Ítalo Nóbrega


2 de dezembro de 2018
♦  Ítalo Nóbrega

O feminismo, enquanto corrente ideológica, tem suas raízes no Iluminismo, com a proclamação dos ideais revolucionários de liberdade, igualdade e fraternidade. Entretanto, somente após a Revolução Francesa é que o vemos sair do campo meramente teórico para abarcar também o campo político.

Baseado em uma errônea interpretação dos significados de igualdade e liberdade, ele se empenha na luta contra os valores chamados de patriarcais, fundamentados nas diferenças entre os sexos.

A luta contra tais valores implica, de um lado, a destruição de costumes, tradições e instituições seculares fundamentais para a sociedade, muitas delas remanescentes da Cristandade medieval. De outro lado, essa luta consiste na proclamação de pérfidos ideais cujo estandarte tem como lema “empoderamento feminino”.

Entre as reivindicações do referido movimento, sempre a pretexto de advogar pelas mulheres, estão o tratamento equânime para ambos os sexos em todas as esferas da sociedade, a emancipação das mulheres em todos os campos em que predominam os chamados preconceitos patriarcais, uma maior participação da mulher em cargos de mando ou poder, direitos reprodutivos (leia-se: “direito” de assassinar um ente inocente que ainda não nasceu), entre outros.

Entretanto, ao confrontarmos as ideias feministas com algumas de suas atitudes, encontramos uma gritante contradição: enquanto se auto proclamam defensoras das mulheres e valorizadoras do sexo feminino, vemos concomitantemente suas atitudes caminharem em sentido radicalmente contrário.

Provemos.

Nas últimas décadas, as manifestações feministas de grande porte ora reivindicavam direitos sociais equânimes, ora pediam o fim da violência contra as mulheres ou a descriminalização do aborto. Entretanto, denominadores comuns entre todas elas — as manifestações — inclusive as mais recentes, põem em xeque a legitimidade das mesmas: a omissão de um combate direto e explícito contra a sharia, por exemplo.

A sharia poderia ser considerada a lei anti-feminina por excelência. Além de tratar as mulheres como impuras, incapacitadas mentais, escravas sexuais de seus maridos, entre outras abominações, ainda torna meninas pré-púberes objeto de espancamentos e de pedofilia.

Por que as feministas se omitem ante tão crítica situação da mulher nos países islâmicos?

As contradições são se limitam apenas aos casos negativos; elas estão por toda parte, até mesmo onde se faz mister elogiar.

Os elogios do movimento feminista se restringem àquelas figuras femininas que servem de cavalo-de-batalha para suas militantes. Algumas de suas principais expoentes servem-nos de ilustração: Mary Wollstonecraft, escritora e “educadora” inglesa, considerada “avó” do feminismo, e Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir [foto ao lado], uma francesa filha de aristocratas,mais conhecida como Simone de Beauvoir, que além da bandeira feminista defendia a pedofilia.

Porém, quantas mulheres honradas que fizeram história e deixaram sua marca são ignoradas pelas feministas?

Branca de Castela, mãe de São Luís IX de França, foi uma rainha medieval que assumiu a regência do reino enquanto seu filho ainda não podia fazê-lo. Além de ter sido uma excelente governante, é cultuada como santa.

Isabel de Castela [ao lado, sua estátua], esposa de Fernando de Castela — os dois passaram para a História como os Reis Católicos — tinha autoridade política maior que a do seu marido e a usou para o bem de Castela e do catolicismo ali reinante.

Querem exemplos ignorados mais recentes?

Santa Gianna Beretta Molla [foto abaixo] preferiu morrer a ter que abortar seu filho. Realizou um gesto heróico.

Kátia Sastre, policial paulista, neutralizou definitivamente um bandido que ameaçava mães e crianças na porta de uma escola.

Bem, por que limitar tanto nossa lista? Façamos menção às mães de família que com tanto esforço e em meio às ameaças do mundo moderno — como a ideologia de gênero, por exemplo — lutam para criar e bem educar seus filhos, manter seus lares e servir de apoio a seus maridos.

Por que tamanha omissão em relação a essas grandes mulheres do passado e do presente? Existe um motivo?

Sim, ele existe. Ei-lo: uma personagem só serve ao feminismo na medida em que é possível usar ou distorcer sua personalidade ou seus atos para desfigurar a imagem da mulher. E este, aliás, é o verdadeiro objetivo do feminismo.

Vemos que o denominador comum, implícito ou explícito, nos atos ou reivindicações do feminismo, é essa deformação da figura feminina. Desfiguração feita seja pelo aviltamento das qualidades da mulher, seja por uma falsa atribuição de características masculinas a ela.

Se o feminismo se preocupasse de fato com as mulheres, ele defenderia a verdadeira imagem destas. Imagem que não só completa e adorna a imagem do homem, como tem um papel fundamental na vida da família e da sociedade.

É a imagem da mãe, da companheira, da conselheira, da protetora, da educadora; é a imagem daquela que sabe combinar esplendidamente a força e a delicadeza, a bondade e a firmeza; é a imagem daquela que, em uma palavra, sabe ser mulher.

Vemos essa verdadeira imagem nos exemplos históricos que citei. Vemo-la diariamente nas mães de família, nas senhoras da sociedade, em moças respeitáveis, em meninas que transbordam de inocência e graça. Vemo-la resplandecer ao longo da História nas santas canonizadas pela Igreja.

Vemo-la, por fim, de modo perfeitíssimo em Nossa Senhora, que soube ser Filha e Mãe, Virgem e Esposa, e que possui em altíssimo grau todas as qualidades femininas.

Para Ela devemos olhar e contemplar o ideal da mulher. Ela, sim, é um exemplo a ser seguido.




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ALEXANDRE GARCIA: “ANTES MESMO DE O VITORIOSO TOMAR POSSE, AS IDEIAS VENCEDORAS DA ELEIÇÃO JÁ SE IMPÕEM”


1 de dezembro de 2018

Em dois meses, minha mãe completa 100 anos de vida e diz que nunca viu nada igual ao que está testemunhando hoje.

Ela passou pela ditadura Vargas, pelas tentativas comunistas de tomada do poder, a começar em novembro de 1935, depois por tantos governos diferentes e tantos planos de salvação nacional, mas nunca viu uma reação como agora, contra o estado de coisas em que enterraram o país. Uma reação popular e pacífica, de uma maioria que cansou de ser enrolada, ludibriada, enganada – desculpem usar tantos sinônimos para a mesma mentira.

Eu mesmo, em meus quase 80 anos de Brasil, nunca vi nada igual.

Eu diria que se trata de uma revolução de ideias, tal a força do que surgiu do cansaço de sermos enganados.

Mencionei a primeira tentativa comunista de tomada do poder, há 83 anos. Naquele 1935, houve reação pelas armas. Nas outras tentativas, no início dos anos 60, a reação veio das ruas, que atraiu as armas dos quartéis. A última, veio pelo voto, na mesma linguagem desarmada, com que começou a sutil tentativa tucana, para desaguar nos anos petistas, já com a tomada das escolas, dos meios de informação, da cultura – com aquela conversa que todos conhecemos. De repente, acordamos com a família destroçada, as escolas dominadas, os brasileiros separados por cor e renda, a cultura nacional subjugada, a História transformada. Mas acordamos.

Reagimos no voto, 57 milhões, mais alguns milhões que tão descrentes estavam que nem sequer foram votar.

O candidato havia sido esfaqueado para morrer, nem fez campanha, não tinha horário na TV, nem dinheiro para marqueteiro. Mas ficou à frente do outro em 10 milhões de votos. Ainda não se recuperou da facada, a nova intentona; precisa de mais uma cirurgia delicada, mas representou a reação da maioria que não quer aquelas ideias que fracassaram no mundo inteiro, que mataram milhões para se impor e ainda assim não se impuseram.

O que minha mãe nunca viu é que antes mesmo de o vitorioso tomar posse, as ideias vencedoras da eleição já se impõem.

Policiais que tiram bandidos das ruas já são aplaudidos pela população; juízes se sentem mais confiantes; pregadores do mal já percebem que não são donos das consciências; as pessoas estão perdendo o medo da ditadura do politicamente correto, a sociedade por si vai retomando os caminhos perdidos, com a mesma iniciativa que teve na eleição de outubro, sem tutor, sem protetor, sem condutor. Ela se conduz.

O exemplo mais claro desse movimento prévio ao novo governo é a retirada cubana, no rompimento unilateral de um acordo fajuto, de seus médicos, alugados como escravos ao Brasil.

Cuba “passou recibo” na malandragem e tratou de retirá-los antes que assumisse o novo governo, na prática confessando uma imoralidade que vai precisar ser investigada no Brasil, para apontar as responsabilidades, tal como ainda precisam ser esclarecidos créditos do BNDES a ditaduras, doação de instalações da Petrobras à Bolívia, compra de refinaria enferrujada no Texas, e tantas outras falcatruas contra as quais a maioria dos brasileiros votou em outubro.

(Texto do jornalista Alexandre Garcia)


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