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quarta-feira, 11 de julho de 2018

ABL: ACADÊMICO ANTONIO CICERO FAZ NA ABL A SEGUNDA PALESTRA DE CONFERÊNCIAS ‘POESIA E FILOSOFIA’


A Academia Brasileira de Letras dá continuidade ao seu Ciclo de Conferências do mês de julho de 2018, intitulado Poesia e filosofia, com palestra do Acadêmico, poeta, ensaísta, filósofo e compositor Antonio Cicero. O tema escolhido foi A poesia e a filosofia no mundo contemporâneo. O evento está programado para quinta-feira, dia 12 de julho, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado, Primeira-Secretária da ABL, é a Coordenadora-Geral dos Ciclos de Conferências deste ano.

Serão fornecidos certificados de frequência.

Poesia e Filosofia terá mais uma palestra, na quinta-feira, dia 26, no mesmo local e horário, com o ensaísta e professor Evandro Nascimento, intitulada Uma literatura pensante: Pessoa, Clarice e as plantas.

O CONFERENCISTA

Formado em Filosofia em 1972 pelo University College London, da Universidade de Londres, Antonio Cicero é autor, entre outras trabalhos, dos livros de poemas GuardarA cidade e os livrosPorventura e, em parceria com o artista plástico Luciano Figueiredo, de O livro de sombras; além dos de ensaios filosóficos: O mundo desde o fim, Finalidades sem fim e Poesia e filosofia. Muitas de suas entrevistas foram reunidas no livro, organizado por Arthur Nogueira, Encontros: Antonio Cicero.

Foi o responsável pela organização do livro de ensaios Forma e sentido contemporâneo: poesia; e, em parceria com Waly Salomão, o volume de ensaios O relativismo enquanto visão do mundo. Em parceria com Eucanaã Ferraz, também organizou a Nova antologia poética de Vinícius de Moraes.

Em 1993, concebeu o projeto intitulado “Banco Nacional de Idéias”, através do qual, nesse ano e nos dois subsequentes, promoveu, em colaboração com o poeta Waly Salomão e com o patrocínio do Banco Nacional, ciclos de conferências e discussões de artistas e intelectuais de importância mundial, como João Cabral de Melo Neto, Richard Rorty, Tzvetan Todorov, Hans Magnus Enzensberger, Peter Sloterdijk, Bento Prado Jr. e Darcy Ribeiro, entre outros. É também autor de inúmeras letras de canções, tendo como parceiros compositores como Marina Lima, Adriana Calcanhotto e João Bosco.

Em 2012, Antonio Cicero foi agraciado com o “Prêmio Alceu Amoroso Lima – Poesia e Liberdade”, concedido pela Universidade Candido Mendes e pelo Centro Alceu Amoroso Lima pela Liberdade.

05/07/2018


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15 PROFECIAS do Padre Pio - ICAL

A METÁFORA DA MÃE E DA MADRASTA - Fernando Melo



O cara se separa da esposa, conhece uma nova mulher que entra pra família e vende todos os bens sem o marido saber, então torra toda a grana com ele e as crianças. Um dia a grana acaba e ela dá no pé. A mãe das crianças volta pra casa e começa a recolocar tudo em ordem.

Mas com a nova realidade de gastos controlados a molecada sente falta da madrasta: – No tempo dela que era bom, a gente vivia gastando dinheiro e viajando.

Quanto tempo até as crianças crescerem e, olhando pra trás, entenderem que na verdade a madrasta não trouxe felicidade e sim destruiu a estabilidade da família?

É o caso de parte dos brasileiros, que até hoje fala do Lula como "aquele que trouxe avanços na área social".

Lula chegou ao poder e literalmente torrou todo o dinheiro público em programas mal gerenciados (como o Fome Zero e o PAC) e na criação do maior sistema de compra de votos da história da humanidade (Mensalão).

Mas até hoje somos obrigados a ouvir especialistas na TV dizendo que "houve avanços indiscutíveis".

Estão com saudades da madrasta que vendeu a casa e levou todo mundo pra Disney.

Fernando Melo


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terça-feira, 10 de julho de 2018

AJUFE SOBRE AMEAÇAS A MORO: “É INADMISSÍVEL”


Brasil 10.07.18

Fernando Mendes, recém-empossado presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), acaba de divulgar a seguinte nota sobre ameaças feitas ao juiz Sergio Moro — a Polícia Federal investiga:


“A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), entidade de âmbito nacional representativa dos magistrados federais, vem a público defender, mais uma vez, a necessidade de respeito à independência judicial dos Magistrados que atuam em processos que envolvem ações de combate à corrupção.

A atuação da Justiça Federal em processos criminais, inclusive os que envolvem agentes públicos ou políticos acusados de corrupção, é isenta e imparcial, não havendo razão para se estranhar decisões que condenem e prendam pessoas consideradas culpadas, após o devido processo legal, independentemente do poder ou condição econômica e social. Trata-se de obrigação imposta pelo princípio da igualdade de todos perante a lei.

É importante destacar que os Juízes Federais entendem que o direito à livre manifestação é constitucional, mas não pode transbordar para ofensas, agressões verbais, nem atentar contra instituições. É inadmissível que Magistrados, no exercício das funções constitucionais, sejam alvos de ataques pessoais, provenientes de figuras públicas ou de dirigentes de partidos políticos. Atitudes como essa, refletem uma visão autoritária e atentam contra o Estado Democrático de Direito.

A Ajufe, ao mesmo tempo em que se solidariza com os Magistrados que vêm sendo afrontados publicamente, não vai admitir qualquer ameaça que possa atentar contra as prerrogativas da Magistratura Federal. Não reconhecer a realidade dos fatos e não adotar medidas voltadas a sanar as distorções identificadas, com a devida punição dos responsáveis por desvios criminosos, é abrir caminho para o atraso que macula a legitimidade das instituições e afronta a sociedade brasileira.”



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CONHECENDO E DISSEMINANDO A MENSAGEM (VI) - Clóvis Silveira Góis Júnior


4.6  Um teste de fé

            Um episódio marcante provou a fé dos neoadventistas. Vislumbro neste caso uma semelhança com a história narrada no Segundo Livro de Crônicas, capítulo 20, quando o rei de Judá, Josafá, foi afrontado e insultado por três nações cananeias. Faço aqui rapidamente um resumo de fato bíblico e, a seguir, passarei a relatar o que aconteceu no Boqueirão.

            Moabitas, amonitas e meunitas, povos vizinhos de Judá, resolveram se unir e pelejar contra os hebreus. Um mensageiro avisa ao rei Josafá sem esconder de que se tratava de grande multidão. O monarca teve medo e buscou ao Senhor e apregoou de imediato um jejum generalizado à nação. Diante do Templo, em prece, ele clama por socorro urgente, pois o inimigo já estava a caminho, não deixando de relembrar feitos antigos quando o Eterno libertara seu povo. Confiado na onipotência de Jeová e consciente da pequenez dos judeus, o rei clamou: “Ah! Nosso Deus, acaso, não executarás Tu o Teu julgamento contra eles? Porque em nós não há força para resistirmos a essa grande multidão que vem contra nós, e não sabemos o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em Ti”. Toda a gente ali presente, calada, esperava uma resposta, um alento, um sopro de segurança. O Espírito Santo Se utiliza do levita Jaasiel e acalenta a multidão, afirmando não ter o que temer, pois Ele próprio, Deus, se encarregaria de protegê-los e guerrear contra a tríade inimiga: “Não temais nem vos assusteis por causa dessa grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus”. E o mais interessante foi o que Deus mandou Judá fazer, em termos militares, bélicos e em relação ao uso da força – NADA! Para ouvintes boquiabertos, o Senhor falou: “Neste conflito, não tereis que pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o salvamento que o SENHOR vos dará... Não temais, nem vos assusteis; amanhã saí-lhes ao encontro, porque o SENHOR é convosco”. Diante de tamanha promessa, Josafá teve certeza do livramento e, ali mesmo, ajoelhando-se com a nação, adorou por meio de um louvor comunitário.

            Em ato de obediência, no outro dia pela manhã, Josafá dispôs o exército e, à frente, o coral do Templo. Entendeu que,  numa guerra, o exército, mesmo que não fosse lutar, deveria estar presente, cabendo ao povo e aos cantores o louvor. Não teriam que se preocupar senão em prestar culto por meio do louvor. A fé viva e atuante é aquela que espera no Senhor: “Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o SENHOR emboscadas contra os filhos de Amon e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados”. Sem levantar uma espada, Judá venceu. Sem matar um judeu, os inimigo se autodestruíram, confusos,  sem entender, inicialmente, o porquê daquele momento adverso, infausto e tormentoso. O autoextermínio foi assim retratado: “Os filhos de Amon e de Moabe se levantaram contra os moradores do monte Seir, para os destruir e exterminar; e tendo eles dado cabo dos moradores  de Seir, ajudaram uns aos outros  a destruir-se.” Assim foi o fim daqueles que tentaram incomodar os eleitos do Senhor.

            E o que a comunidade adventista do Boqueirão, o primeiro núcleo de guardadores do sábado em Itabuna, tem a ver com essa história?

            Após a aceitação da mensagem bíblica por parte de alguma agricultores e trabalhadores rurais da comunidade que se uniram à Igreja  Adventista, houve uma mudança radical na forma de se comercializar, falar, reunir e escolher amigos. Novos hábitos, bem mais sadios, foram implantados. As rotinas foram alteradas, buscando-se algo mais próximo do Criador. Conversações frívolas, festividades vãs e ajuntamentos inúteis foram deixados para trás. Talvez o conjunto disso tudo acabou provocando despeito, zanga e mal-estar em alguns vizinhos não tão crédulos e zelosos pela causa de Deus. Um temerário fazendeiro da família Badaró, que morava nas adjacências, não aceitando ou mesmo aturando aquelas inusitadas reuniões de crentes, mandou um recado para João Roberto Ramos. “Se continuassem a ocorrer as reuniões sabáticas, ele mesmo iria com seus capangas obstruí-las, utilizando se necessário da força física e das armas”.

            Em período anterior, pré-aceitação do Adventismo, João Roberto resolveria a pendenga de outra forma, pois a coragem e a bravura sempre lhes foram características congênitas. Mas agora seria diferente, entregou o problema e o insulto nas mãos divinas. Diante da afronta ele confiaria em Deus. Apresentaria seus louvores e orações Àquele que poderia livrar os devotos.

            Chegando o sábado, os membros apresentaram-se na congregação como de costume, mas foram aconselhados pelo líder que não se sentassem em seus locais habituais. O grupo foi dividido em dois: homens na frente, armados com suas respectivas  Bíblias, e mulheres e crianças nos bancos derradeiros. Orações, louvores e intercessões levantadas aos céus pedindo livramento. E assim começou o culto. Sem alterações do ponto de vista do ritual sabático.

            Mais tarde ocorreu algo que fez alterar o batimento cardíaco dos fiéis mais inconstantes. Tiros são ouvidos! Pensavam tratar-se de um aviso dado pelo algoz de que ele estaria chegando com seu bando. O que fazer? A recomendação é que se continuasse com a programação e não fosse esquecido em momento algum que a proteção vem do Senhor. Mais estampidos! Orações e louvores redobrados, então! Assim foi durante toda a programação matinal. Mas os valentões não apareceram. O que aconteceu finalmente?

            Culto realizado, toda a membresia, agradecida, retornou aos seus respectivos lares. No trajeto ou mesmo durante aquela tarde tomaram ciência do que havia acontecido. Quando o grupo ofensor se preparava para ir ao local de culto, foi surpreendido por outro bando oponente, que estava ali para acertar antigas diferenças e rixas. O grupo que se preparava para atacar foi fortemente atacado! O temerário fazendeiro não morreu em virtude de ter se refugiado num local pantanoso existente nas cercanias de sua propriedade, ficando somente com a cabeça de fora para conseguir respirar enquanto os oponentes se rivalizavam!

            Que belo testemunho de fé viveram nossos pioneiros. Não tentaram promover defesa com suas próprias forças, mas confiaram em quem os podia ajudar. Enquanto o inimigo se preparava para atacar, os fiéis, tal qual no tempo de Josafá, oravam e cantavam louvores. E a Providência encontrou um meio de socorrê-los.


(A GÊNESE DO ADVENTISMO GRAPIÚNA Cap. 4.6.)
Clóvis Silveira Góis Júnior

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segunda-feira, 9 de julho de 2018

OS SETE ESPELHOS DOS ESSÊNIOS - Thais Gibson


Os essênios seriam uma antiga irmandade de seres divinamente iluminados que acreditavam estarem aqui para compartilhar a iluminação com o planeta. Eles seriam fortes defensores do auto-domínio e da vida baseada no Amor com os ensinamentos dos sete espelhos. Estamos criando o tempo todo, estejamos conscientes disto ou não. Os sete espelhos dos Essênios estão constantemente nos avisando que, o que estamos criando ou estamos refletindo, continuamente voltam para nós.

Quando emitimos uma vibração positiva, o Universo nos mostra seu efeito para apoiar o nosso aprendizado. O Universo gentilmente nos lembra o que acontece dentro de nós, para nos tornar conscientes de que nós mesmos estamos criando. Quando não despertamos para isto e não tomamos consciência, o efeito dos sete espelhos aumentam em intensidade. O amor incondicional do Universo não tem piedade, ele respeita. É como ter que melhorar infinitamente o original.

O Universo não discrimina sobre o que espelhamos para nós. É incondicionalmente amável, refletindo para nós exatamente o que quer que seja que estejamos projetando para fora - positivo ou negativo. Quando estamos emitindo positividade, isto torna tudo bastante delicioso para nossa vida nesse plano. Desta forma, o Universo segue amoroso conosco e acredita em nós, esperando que superemos os desafios que surgem através do efeito infinito dos sete espelhos. O Universo acredita em nós e nos respeita o suficiente para refletir incondicionalmente o que estamos projetando para fora, para que nosso crescimento e expansão ocorram. Em sua benevolência, o Universo é a misericórdia absoluta.


COMO MENTALIZAR OS ENSINAMENTOS DOS SETE ESPELHOS DA SABEDORIA DOS ESSÊNIOS


PRIMEIRO ESPELHONosso Reflexo - O que vemos fora de nós, é um reflexo exato do que somos neste momento. Lembremo-nos de que os espelhos estão refletindo tanto a mente consciente quanto o subconsciente.

SEGUNDO ESPELHO - Atração - Atraímos o que julgamos. Muitas vezes, veremos isso ocorrer em um mesmo padrão em várias áreas de nossa vida, se prestarmos atenção. Entendamos que existe uma grande diferença entre julgamento e discernimento. Uma coisa é termos preferências – discernimentos. Algo completamente diferente é emitirmos julgamentos carregados sobre qualquer situação. No caso de um julgamento equivocado, estamos resistindo, e simultaneamente refletindo infinitamente nossa negatividade.

TERCEIRO ESPELHONossas Perdas - Este espelho nos mostra algo que perdemos, nos foi tirado, ou realocado no Universo. Cultivemos a capacidade de ver cada evento negativo em nossa vida como uma poderosa oportunidade de cura, que anteriormente não tivemos o poder consciente.

QUARTO ESPELHONossa Intensa Dor - Os espelhos nos entregam ferramentas específicas que nos ajudarão a mudar a maneira como interagiremos com o sofrimento, com a oportunidade de mudar a percepção que temos de nós mesmos. O sofrimento é o nosso mentor, que destrói o que já não nos serve mais para que possamos nos aproximar de nossa verdadeira essência.

QUINTO ESPELHOAusência da Alma - As partes reprimidas que condenamos são refletidas de volta para nós, pelas pessoas ou circunstâncias que apareceram em nossa vida. Se tivemos uma pessoa ou experiência negativa sobre a qual nos sentimos muito exigidos, precisamos descobrir o que isto está espelhando para nós e como representa um elemento profundo ou desrespeito de nós mesmos de alguma forma. Assim que entendermos isto, surge espaço para a cura profunda acontecer. Desta forma, nos veremos por inteiro, para que possamos nos reintegrar e sermos completos.

SEXTO ESPELHONossa Genética - Um espelho do aspecto de nossa genética familiar surge pra mostrar nossa conexão com nossos ancestrais que viveram e tornaram possível nossa presença nesse plano.

SÉTIMO ESPELHO - Auto Conceito - O espelho de nosso auto conceito, tanto consciente como subconsciente. As pessoas surgirão em nossa vida para refletirmos sobre como nós as tratamos como nossos semelhantes. Este pode ser o espelho mais poderoso, porque nem sempre estamos conscientes de como somos no relacionamento com nós mesmos. Se constantemente ouvimos falar sobre como as pessoas aproveitam-se de nossa inocência, é provável que nós aproveitemos nosso próprio tempo, recursos ou energia para agradar outras pessoas, apesar disto ser maléfico pra nossa existência. As pessoas que aparecem em nosso caminho e se aproveitam de nós, são nossos mentores, nos ensinando a sermos melhor e não aceitarmos o tratamento a nós dispensado, incluindo também nossa reação, como nós refletiremos de volta.
... 
Cada evento de espelhamento é uma oportunidade para reconhecermo-nos mais claramente. Dor ou frustração estão aqui para nos guiar para a parte fragmentada de nós mesmos que está pedindo integração. Quando estamos desmotivados, agindo automaticamente, não estamos criando conscientemente. Quaisquer que sejam as crenças que escolhemos acreditar, elas criam em nosso nome. Quanto mais intencionalmente vivermos  a cada momento, decisão, emoção e pensamento, mais seguiremos radiantes no fluxo natural da vida. Quanto mais conscientes estamos em cada momento, mais fácil se torna reconhecer as lições que o Universo está trazendo para nós.


"Gotas de Crystal" ppscrystal@yahoo.com.br


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LAMENTAR É PRECISO! - Antonio Nunes de Souza


Seria eu um brasileiro pouco patriota se não escrevesse, também, alguma coisa sobre nossa fragorosa e inesperada derrota da Seleção Brasileira de Futebol, para a Bélgica!

Essa ocorrência insípida e de grande surpresa, nos causou um desanimo brutal, tristeza absoluta e, pior ainda, tirou a alegria temporária do povo que, devido as falcatruas políticas, tem sofrido as agruras do inferno. E, tudo isso de podre, sem uma esperança de soluções contundentes e rígidas, exonerando e castigando severamente, os verdadeiros e comprovados bandidos!

É de dar dó a falta de vergonha geral e o corporativismo existente nessa alta cúpula, que através de pagamentos de verbas, favores ou nomeações, acomodam as coisas, dão perdões, relaxamento de prisões e outras benevolências mais!

Enquanto isso, nosso muro de lamentações cresce e fica mais alto e intransponível, com relação as necessidades básicas existentes há várias dezenas de anos.

Infelizmente, quando surge algo como esse grandioso evento da Copa do Mundo, que movimenta os mercados e turismos em dezenas de países, sempre para nós, cheios de esperanças, acontece uma inesperada derrota, nos deixando cabisbaixos, tristes e envergonhados, já que nossos jogadores são considerados os melhores do mundo, com ganhos de salários nababescos e inacreditáveis!

Com uma “corruptela” dos versos do magistral poeta português Fernando Pessoa, só me resta dizer que: “LAMENTAR É PRECISO, MAS VIVER FELIZ TAMBÉM É PRECISO”!


Antonio Nunes de Souza, escritor.
Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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