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terça-feira, 17 de abril de 2018

QUINTESSÊNCIA



Conhecemos os 4  Elementos:  
Terra, Ar, Fogo, Água!
Quintessência seria o quinto elemento
do qual se compõe o universo!

Substância etérea que permearia o cosmo!
O quinto elemento  é a energia pura emanada do centro criador, presente em todos os compostos. Os sábios o consideram a causa ou origem dos outros quatro elementos. É o poder espiritual presente em todos os mistos. Isaac Newton admitia que matéria e luz comunicavam-se por algo desconhecido pela ciência. Em suas teorias sobre a propagação das vibrações dos corpos,  chamava essa essência desconhecida pelo sugestivo nome de "espírito da matéria".

Há uma resposta para todas as buscas e uma solução para todas as aflições humanas. Basta apenas utilizar-se dos meios adequados para tal. Essa solução mágica que pode curar o mal está necessariamente no mesmo local de onde o mal se originou... na fonte de tudo... no Quinto Elemento. Aí está a fonte dos milagres a que a ciência deve recorrer reconhecendo que tudo é um milagre, a começar pelo próprio conhecimento adquirido através da ciência. A busca maior da alquimia interior consiste na manutenção deste Quinto Elemento, através de técnicas químico-espirituais que visam a obtenção dessa Energia Sagrada para finalidades diversas.

Em magia, essa mesma energia é denominada Akasha. Quem aprende a dominar e utilizar essa força torna-se um ser iluminado. Geralmente tal insight só ocorre depois de muitos anos de estudo e meditação quando, trabalhando secretamente no laboratório da alma, o iniciado  compreende a simplicidade do Ser Absoluto e a sua Onipresença e Onipotência. Percebendo que tudo deriva-se dessa coisa única, passa a trabalhar em harmonia com suas Leis e Princípios e em tudo o que vê, sente, toca, consome; sente a presença viva do Divino, do Quinto Elemento.

Quem assimila esse conhecimento torna-se capaz de realizar coisas que a ciência materialista dificilmente conseguirá em suas pesquisas simplórias, que leva em conta apenas o lado visível e palpável dos seus objetos de estudo.

Eis um segredo revelado: quem adquire o conhecimento sobre os quatro elementos pode fazer manipulações na matéria... Quem aprende, compreende e aplica o conhecimento com base na utilização dos cinco elementos, acrescentando o Divino aos quatro anteriores, pode transmutar as coisas... transformar chumbo em ouro. O estudo dos quatro elementos:  ar, água, terra e fogo, tem quase sempre um objetivo intermediário  para se chegar ao conhecimento do Quinto Elemento que consiste na Quintessência.

Através de técnicas de trabalho e oração, conseguiremos penetrar na essência dos materiais e nos apoderarmos da Energia Divina aprisionada em todos os mistos. Alguns o chamam de Pedra Filosofal, outros o chamam de Ovo Filosófico, outros Licor Alkhaest, Elixir da Longa Vida, etc, etc. Assimilar o poder do Quinto Elemento ou da Energia Cósmica Criadora presente em todas as coisas, consiste na proeza do que chamam "realização da Grande Obra". Mas tal proeza não está limitada a alguns poucos iluminados que se debruçaram sobre enciclopédias inteiras buscando encontrar o segredo oculto  por trás de todas as coisas.

Eu, você, qualquer um dos seres humanos que habitam a face da terra podemos nos apropriar desse quinto elemento, na medida de nossas capacidades. Ore e trabalhe. Eis o segredo para se canalizar cada vez mais uma porção maior do Quinto Elemento em nosso dia-a-dia. Labora e Orat – Trabalhe e Ore... O  significado da palavra laboratório pode ter tido sua origem nestes termos, do Latim. “Tudo o que fazemos de bom, dá forças às nossas asas. Tudo o que fazemos de errado, tira força das nossas asas.” “Ao longo do tempo fizemos tantas coisas erradas  que nossas asas perderam as forças e, sem elas para nos sustentarmos, caímos no Mundo Sensível, onde vivemos até hoje.” PLATÃO

"Gotas de Crystal" gotasdecrystal@gmail..com


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ITABUNA CENTENÁRIA PELA SUA SAÚDE - Musicoterapia


Musicoterapia
   
Há muitos anos, a escola de medicina integral de Caracas pesquisou sobre Musicoterapia: para cada doença, uma música para curar. A musicoterapia é uma técnica terapêutica que usa a música em todas as suas formas com participação ativa ou receptiva por parte do paciente.

Todos sabemos como reconhecer quando uma música parece alegre ou triste. Em geral, associamos nosso estado de espírito à melodia de inúmeras obras de todos os tipos.

Bem, precisamente, a terapia de música usa recursos para essas melodias como um método para curar ou reduzir vários problemas de saúde.

A ideia básica é reconhecer que uma grande parte das doenças se originam no cérebro, que então transmite a uma parte do corpo um estímulo específico que reproduz uma doença. A terapia da música tenta obter estímulos para o cérebro que levam a um relaxamento ou cancelamento daqueles que reproduzem a doença através de várias melodias com as quais podem ser alcançados efeitos surpreendentes.

Aqui deixamos uma lista de obras clássicas e suas virtudes, que podem ser ouvidas, enquanto elas continuam trabalhando, simultaneamente:


Insônia:

Nocturnes de Chopin (op.9 No. 3) 
(Op.15 No. 2) 
(ou página 9 # 2) 
Prelúdio para a cochila de Fauno por Debussy 
Canon em Re de Pachelbel 


Hipertensão:

As quatro estações de Vivaldi 
Serenade nº13 em Sol Mayor por Mozart 
Música aquática de Haendel 
Concerto para violino Beethoven 
Symphony nº 8 de Dvorak 


Ansiedade:

Concerto de Aranjuez de Rodrigo 
As quatro estações do Vivaldit http://www.youtube.com/watch?v=f_pjH2b808w&feature=related  
Sinfonia de Linz, k425 de Mozart 


Dor de cabeça:

O Sonho de Amor de Lisz 
Serenata de Schubert 
Hymn to the Sun by Rimsky-Korsakov 


Dor de estômago: 

Música para Telemann's Table 
Haendel's Harp Concert 
Concerto do oboe de Vivaldi 


Energia: 

O Sibelius Karalia Suite 
Serenade of Strings (op.48) por Tschaikowsky https://www.youtube.com/watch?v=DPBKukl0oc4 


Para a cura e harmonia de sua casa: 

Tudo sobre Wolfang Amadeus Mozart 

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Área de anexos


Visualizar o vídeo Tchaikovsky: Serenade for Strings Op. 48 - Deutsches Kammerorchester Berlin / Mateusz Molęda do YouTube

(Recebi  via WhatsApp)

segunda-feira, 16 de abril de 2018

O PEQUENO DE 10 ANOS LEVOU A ITÁLIA E O MUNDO ÀS LÁGRIMAS NESTE DOMINGO AO PERGUNTAR AO PAPA SOBRE O DESTINO DE SEU PAPAI ATEU, FALECIDO RECENTEMENTE


Emanuele, ou Manuel em italiano, é um menino de 10 anos que comoveu a Itália e o mundo inteiro quando, de voz embargada, começou a chorar diante do Papa Francisco neste domingo, 15 de abril de 2018, durante uma visita do Santo Padre à paróquia de São Paulo da Cruz, na periferia de Roma.

As crianças da paróquia iam fazer perguntas ao Papa, mas, quando chegou a sua vez, Emanuele não conseguiu falar e começou a chorar.

Ao ver o pranto do menino, o Papa o recebeu com um abraço e pediu com afeto que ele fizesse a sua pergunta ao seu ouvido. As imagens que mostram pontífice vestido de branco recordam mais do que nunca um avô que abraça e consola. Francisco, em seguida, pediu permissão ao pequeno Emanuele para revelar às pessoas o que ele tinha lhe perguntado.

“Meu Papai Ateu Está No Céu?”

O papa explicou que Emanuele chorava porque seu pai tinha morrido recentemente; o menino contou que, apesar de ateu, ele o havia levado à igreja para ser batizado, assim como aos seus outros quatro filhos. E, depois de contar isso a Francisco, o pequeno perguntou ao Papa se o seu papai estava no céu.

O Papa compartilhou o relato com as pessoas ali presentes e comentou:
“Que bonito quando um filho diz que o seu papai era bom! Um bonito testemunho sobre aquele homem, quando os seus filhos podem dizer que ele era um homem bom! Se esse homem foi capaz de ter filhos assim, é verdade que era um grande homem!

Muitos dos fiéis seguravam o nó na garganta. O Pontífice então destacou a misericórdia de Deus, “que tem um coração de papai”, inclusive em relação a esse homem que “não tinha o dom da fé, que não era crente”, mas levou “os seus filhos para serem batizados”.

E, olhando para Emanuele, disse ao menino:

“Quem diz quem vai para o céu é Deus! Mas como será o coração de Deus diante de um pai assim? (…) Será que Deus abandona os seus filhos quando eles são bons?”

E o coro dos fiéis respondeu em alta voz: “Não!”
Francisco acrescentou:

Bom, Emanuele, esta é a resposta. Deus certamente estava orgulhoso do seu papai, porque é mais fácil batizar os filhos quando se acredita do que quando não se tem o dom da fé. E sem dúvida Deus gostou muito de ver isso.

O Papa ainda convidou Emanuele a rezar a Deus e recordar sempre o seu papai:

Fale com o seu papai, reze ao seu papai. Obrigado, Emanuele, pela sua valentia”.

Via: Aleteia.org


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A HONESTIDADE


O professor João Adalberto Guimarães, brasileiro em um intercâmbio na Europa, entrou numa estação de Metrô em Estocolmo, capital da Suécia.

Ele notou que havia, entre muitas catracas normais e comuns, uma de passagem grátis livre. 
Então questionou a vendedora de bilhetes o porquê daquela catraca permanentemente liberada, sem nenhum segurança por perto.

Ela, então, explicou que aquela era destinada às pessoas que, por qualquer motivo, não tivessem dinheiro para o bilhete da passagem. 

Com sua mente incrédula, acostumada ao jeito brasileiro de pensar, não conteve a pergunta, que para ele era óbvia: - E se a pessoa tiver dinheiro, mas simplesmente não quiser pagar?

A vendedora, espremeu seus olhos límpidos azuis, num sorriso de pureza constrangedora: - Mas por que ela faria isso?

Sem resposta, ele pagou o bilhete e passou pela catraca, seguido de uma multidão que também havia pago por seus bilhetes...

A catraca livre continuou vazia.

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A honestidade é um dos valores mais libertadores que um povo pode ter. A sociedade que a tem naturalmente certamente está num patamar de desenvolvimento superior.

Cultive este valor e o transmita a seus filhos, mesmo sem esperar o mesmo da sociedade.

SEU MUNDO MUDA QUANDO VOCÊ MUDA.


(Recebi via WhatsApp, sem menção a autoria)

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LIVRO DE CYRO DE MATTOS VAI SER APRESENTADO EM SALÃO INTERNACIONAL DO LIVRO


               A antologia poética Poesie Brasiliane della Bahia (Poesia Brasileira da Bahia), do baiano Cyro de Mattos, será apresentada no stand da  Aracne Editora, no Salão Internacional do Livro em Turim, Itália, que será realizado  de 10 a 14 de maio e que neste ano reunirá mais de 300 editoras de 81 países.  O livro Poesie Brasiliane della Bahia, publicado recentemente pela Aracne, integra a Coleção Ragnatele, foi traduzido para o italiano por Mirella Abriani e a imagem da capa é de autoria do desenhista baiano Ângelo Roberto.

              Com doze livros publicados em várias editoras europeias, Poesie Brasiliane della Bahia é  o quinto livro do autor baiano Cyro de Mattos  publicado na Itália. Os outros foram Poesie della Bahia, pela Runde Taarn Edizione, Il Bambino e il Trio Elétrico, pela Romar Editrice,  Il Bambino Camelô, pela  Aracne Editrice, e Canti della terra e dell’acqua, Prêmio Internacional Leodegário Azevedo Filho da União Brasileira de Escritores (Rio), pela Editora Romar.

              A antologia Poesie Brasiliane della Bahia reúne poemas selecionados dos livros Cancioneiro do Cacau, Vinte Poemas do Rio, Ecológico, Oratório de Natal  e dos inéditos Rumores de Relva e Mar, Devoto do Campo e Agudo Mundo.
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Sobre Cyro de Mattos:
Escritor e poeta. Premiado no Brasil, Portugal, Itália e México. Publicado nos Estados Unidos, Dinamarca, Rússia, Portugal, Espanha, Itália, França e Alemanha. Membro efetivo da Academia de Letras da Bahia. Doutor  Honoris Causa pela  Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC.

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domingo, 15 de abril de 2018

O HERÓI MORO - Rodrigo Constantino


13/abr/18
Pobre do país que precisa de heróis, disse Brecht. Discordo. Entendo que o papel de heróis, reais ou mitológicos, é fundamental para forjar uma nação livre e próspera, para servir como um norte, uma liderança que motiva os cidadãos comuns. Penso que o verdadeiro problema não é ter heróis, mas sim escolher os heróis errados. Se o herói for Macunaíma, aquele sem caráter, um ditador como Vargas, ou um bandido como Lula, aí sim a sociedade estará em perigo.

Mas se Lula foi o herói de muitos por algum tempo, hoje só lhe restou o apoio de uma militância desesperada com o risco de perder suas boquinhas, ou então daqueles muito alienados que encaram o PT como uma seita religiosa. O verdadeiro herói brasileiro hoje é o juiz Sergio Moro, e isso fica claro pela recepção que ele tem por onde passa. Pude testemunhar bem de perto isso nesta semana, quando ele compareceu ao Fórum da Liberdade em Porto Alegre, evento do qual também participei como palestrante.

Moro foi ovacionado de pé por uma multidão, tratado como um ídolo de rock. Merecido. É fato que, como lembrou o juiz italiano que liderou a Operação Mãos Limpas, feliz é o país que não precisa aplaudir tanto um magistrado que “simplesmente” cumpre sua função. Nesse sentido a frase de Brecht pode até se aplicar: o ideal, claro, seria não precisarmos desses heróis. Mas no mundo real o buraco é mais embaixo.

Afinal, cumprir a lei, no caso, implica em declarar guerra a uma enorme quadrilha poderosa e perigosa. Não é algo trivial. Envolve grandes riscos pessoais, mudanças radicais no estilo de vida, andar cercado de seguranças, temer pela segurança dos filhos. Quem quer que desmereça tal ato de coragem vive numa bolha, aprisionado em abstrações utópicas. Não é à toa que Moro brincou ao dizer que estava feliz por ver seus similares italianos vivos e bem de saúde após tantos anos.

Agir com retidão e firmeza apesar de tantos obstáculos e ameaças demanda coragem e patriotismo, um dever cívico que poucos possuem, e que não pode ser diminuído por séries da Netflix que tentam retratar tudo como pura vaidade pessoal. É fácil falar quando não é o seu na reta. Todos que conhecem o modus operandi dessas máfias, em especial do PT, devem reconhecer que comprar essa briga não é para qualquer um, certamente não é para os fracos e covardes.

Claro que todo herói real, de carne e osso, tem suas falhas, e por isso é mais seguro ter os míticos, alguém como um Batman. Os verdadeiros podem sempre escorregar: são humanos. Até aqui, porém, Moro tem demonstrado humildade e mantém um saudável distanciamento de qualquer pretensão política, o que só aumenta seu valor. Seu reconhecimento pelo público é justo. O Brasil estava mesmo precisando de um herói decente…


Rodrigo Constantino é economista, escritor e um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”

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DOM CESLAU STANULA - Reflexões sobre o Magistério Ordinário do Papa

06/04/2018

As Encíclicas, por mais que não contenham definições infalíveis, elas merecem respeito e a nossa adesão, aceitação religiosa. Por isso a gente não pode rejeitar o ensinamento em determinada Encíclica. Assim afirma o Papa Pio XII na enc. Humani generis (Genero Humano) em 1950, quando disse: “Não se deve julgar que o que vem proposto nas encíclicas não exige assentimento, sob o pretexto de que os Papas aí não exercem o supremo poder do seu magistério”.
A Encíclica não define, e nem altera um dogma de fé, mas atualiza a doutrina católica através de um ensinamento ou um tema da atualidade e é vista como a posição da Igreja Católica sobre um determinado tema. (Veja: D. Estevão Bettencourt :“Pergunte e Responderemos” (Nº 483) citado pelo Prof. Filipe Aquino).
A Encíclica é o instrumento do ensino ordinário do Papa. Os bispos usam os documentos parecidos, chamados Cartas Pastorais. Então a encíclica está reservada para o papa e os bispos usam no seu ensino Cartas Pastorais.

Com a benção e oração, desejo uma excelente e repousante noite.
Dom Ceslau.
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10/04/2018

Estou em Aparecida na Conferência  da CNBB que começa amanhã. Deus abençoe a todos. A todos apresento a Nossa Senhora Aparecida.

Segue a reflexão.

Bula 

Muitas vezes ouvimos falar sobre a Bula Apostólica. O que é o Documento Papal chamado Bula?

Na Roma antiga, “bulla” significava um pequeno globo de metal vazio, que os vencedores de um prémio traziam pendurado do pescoço.

A partir do século VI os Papas empregaram a bula (portadora do nome do respectivo Papa) a fim de autenticar os seus documentos. Desde o século XIII Bula designa não apenas o globo de metal, o carimbo ou sinete do Papa, mas a própria carta à qual ele se prende.  

Na Bula o Papa geralmente exprime algo de muito solene, como um Dogma, criação de uma Diocese, nomeações de bispos etc. 
A Bula começa pelo nome do Papa, dito “servus servorum Dei” (servo dos servos de Deus), segue-se uma saudação e o conteúdo do documento. Utiliza-se o pergaminho. Antigamente a letra era de tipo gótico e apresentava no texto diversas abreviações que dificultavam a leitura. Leão XIII, em 1878, determinou que se utilizasse a escrita comum. As Bulas na sua apresentação visual  passavam por adaptações ao tempo. A última “roupagem” deu o papa Pio X. As Bulas têm pendurado com cordões coloridos, um globo de chumbo no qual está gravada a imagem de São Pedro e São Paulo. 

Eu já tenho duas desta Bulas: nomeação para o bispo diocesano de Floresta e nomeação para o Bispo Diocesano de Itabuna.

Deus te abençoe e te dê uma noite serena e de muita paz.
Dom Ceslau 
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11/4/2018

O primeiro dia da Conferência foi dedicado as questões de organização , Visão da realidade sócio - religiosa hoje. 

Continuando a nossa reflexão sobre o magistério, vejamos o que é  Exortação Apostólica.

O outro meio do Magistério do Papa no seu  ensino ordinário  é a Exortação Apostólica. Esta tem o caráter menos solene, que uma encíclica, mas, não menos importante. Este documento  transmite um ensinamento do papa a respeito de um assunto com o objetivo de esclarecer e animar os fiéis na vivência do mesmo.

Geralmente a Exortação Apostólica  o Papa a  publica após um sínodo.  Os padres sinodais lhe apresentaram propostas  conclusivas do sínodo, e o Papa elabora o documento. Mas a Exortação Apostólica não está ligada só aos Sínodos. O Papa a publica livremente, como por exemplo a  Exortação  recente do Papa Francisco, publicada nesta semana,  sobre  o chamado a santidade,  "Exultai-vos e Exultai". As Exortações que  mais foram  comentadas e estudadas, a meu ver, foram a sobre a Evangelização "Evangelii nunciandi" do papa Paulo VI, depois a "Familiaris Consórcio" do Papa  João Paulo II,  sobre a família de hoje,  do Bento XVI Verbum Dei sobre a sagrada Escritura e do Papa Francisco, Evangeli Gaudium, sobre a alegria de Evangelizar.

Uma boa e tranquila noite. Com a benção e oração aos pés de N.S. Aparecida.
Dom Ceslau
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12/4/2018 

Na Conferência em Aparecida hoje dia 12.04.18, trabalhamos praticamente o dia inteiro sobre o tema central que é a formação sacerdotal e os seminários.

Continuando as nossas reflexões sobre o Magistério ordinário do Papa vejamos o que é o Motu Proprio
Motu Proprio (do latim   - por iniciativa própria-) é o documento expedido por iniciativa própria do Papa, pelo qual, quer recomendar algo com particular empenho. Os primeiros documentos deste tipo apareceram durante o pontificado de Inocêncio VIII (1484-1492). 

O Motu Proprio, publicado sem nome de destinatário, tinha alcance mais amplo; pode abordar temas importantes ou introduzir novas disposições legislativas. Assim o Papa Paulo VI pelo Motu Proprio de “Ecclesiae Sanctae” modificou alguns traços do Direito Canônico; 1971 remanejou normas do procedimento que investiga a nulidade de um casamento.

O Papa Francisco, modifica, com o Motu Proprio: “Mitis Iudex Dominus Iesus” (Senhor Jesus manso juiz) o procedimento da declaração de nulidade do matrimonio; e o último documento Motu Proprio “Aprender de despedir-se” de fevereiro 2018, regula a renúncia dos bispos dos seus cargos por motivo de idade).

Este é o documento Motu Proprio que utiliza o Papa na sua missão como Pastor Universal da Igreja Católica.

Deus nos abençoe. Com a oração e o abraço. Uma boa e tranquila noite.
Dom Ceslau.
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13/4/2018

Hoje o terceiro dia da conferência percorreu no estudo do documento sobre a formação sacerdotal nos seminários.

Voltando ao tema do nosso estudo, término sobre os documentos papais.
Estes são os principais meios com as quais o Papa exerce o magistério ordinário.  Claro, incluindo as suas homilias, cartas e mensagens. Tomei a liberdade de explicar o significado dos documentos mais importantes, que nos ambientes eclesiásticos ouvimos com frequência. Esta linguagem para muitos católicos está desconhecida, o que dificulta a compreensão, o entendimento das razões da nossa fé.
Como - uma comparação de agora  - quando assistimos os debates jurídicos na TV, só alguns entendem a linguagem dos juízes e advogados, e a maioria está esperando que alguém “traduza” esta linguagem para a “nossa”.

Os bispos nas suas Dioceses, no seu magistério se servem dos documentos da Igreja, seguindo o magistério da Igreja e a traduzem em suas homilias e em ocasiões especiais nas Cartas Pastorais. Por exemplo, a última que recebi foi da Diocese de Ilhéus (BA), de outubro de 2017, Dom Mauro que  escreveu sobre cuidado com a Liturgia. Aliás, muito boa e muito oportuna. O Dom Armando Bucciol da Diocese de Livramento de Nossa Senhora (BA) escreve livrinhos de orientações litúrgico-catequéticas. O último dele foi: Sinais e Símbolos, gestos e palavras na Liturgia (Para compreender e viver a Liturgia) As orientações e explicações muito claras e muito interessantes, que ajudam a viver a nossa fé.

Este é o magistério ordinário dos Bispos nas suas Dioceses em comunhão com o Magistério do Papa, da Igreja.

Com a benção e oração. Boa noite.
Dom Ceslau
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Dom Ceslau Stanula – Bispo Emérito da Diocese de Itabuna-BA, escritor, Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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