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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

A LUZ NÃO TEM SOMBRA – João de Paula

A Luz não tem sombra

E viva a luz que não se apaga... E viva, Deus!

Viva a luz que não se apaga!
Viva a grande luz!
Viva a luz de Deus!
Viva, Deus,
Viva a luz divina,
Viva você!
Sejamos um farol de luz a iluminar a vida das outras pessoas, por onde andamos, por onde  passamos e caminhamos, nesta realidade tal como ela é.
Sejamos luzes de verdade, bem e belo!
É muito bom a gente viver na luz e iluminados; ser bacana, pacato, amigo e cortês; poder colocar a cara no sol e se sentir bem com a luz divina e do astral.
Viva a Era da Luz! Nada ficará camuflado, nada ficará escondido, não adianta colocar a sujeira para debaixo do tapete, porque tudo será exposto à luz da verdade.
Coitado do mentiroso!
Coitado daquele que age na calada da noite e na escuridão.
A pessoa que é iluminada e benquista é sempre bem-vinda onde estiver ou chegar, porque é uma pessoa abençoada, da alegria, positiva e apaixonante; é do bem e da paz, seja qual for a ocasião e a situação.
Faça parte dos iluminados de Deus, porque a luz não tem sombra, a luz é o nosso porto seguro.
Você é um ser de luz com amor, com a beleza, com a boa ação, com a solidariedade, com atuação em defesa de um mundo melhor e mais feliz para todos.
Seja um ser de Luz,
Uma estrela,
Um ponto,
Um ser,
Uma voz,
Um corpo,
Um Céu!
Porque o iluminado afasta as trevas e os inimigos de Deus.
Viva a era da Luz! O Encantamento será a razão e a razão será a verdade.
É um coração amoroso, uma atitude positiva,
Um abraço de paz, um apoio, um bom amigo,
Um bom marido, uma boa esposa, um bom filho,
Um pensamento positivo é um sentimento nobre que nos torna iluminados,
Vistos e benquistos, com nossos pensamentos, palavras e obras.
Tudo se faz quando almejamos o bem e testemunhamos
A beleza que vem de Deus.
Quem não gosta de luz é o inimigo...
Quem não gosta da verdade é o falsário e trapaceador...
Viva a luz divina! Luz que ilumina nossa mente e nosso coração!
A luz não se apaga para quem anda em comunhão com a bondade, com a verdade,
Com o amor e a gratidão, com a criação e a beleza dos céus!
A luz não tem sombra;
A sombra é a mácula das vezes que omitimos o bem.
Sejamos da luz, sejamos da verdade e do bem!
Sejamos um farol a iluminar a vida das pessoas que nos cercam, porque a luz atrai,
A luz da verdade revela o que somos e o que fomos,
O que é bom e o que é ruim.
Viva, Deus, a Grande LUZ!

João Batista de Paula

Escritor e Jornalista

* * *

OS FARISEUS E OS SADUCEUS DO NOSSO TEMPO


“O tributo a César”, quadro de James Tissot.
Os fariseus tentam fazer com que Jesus Cristo caia em contradição.
16 de novembro de 2015 

A crítica aos “fariseus” é recorrente nas palavras do Papa Francisco. Em numerosos discursos entre 2013 e 2015, ele falou sobre a“doença dos fariseus” (7 de setembro de 2013), “que acusam Jesus de não respeitar o sábado” (1° de abril de 2014); sobre a “tentação da suficiência e do clericalismo, que codificam a crença em normas e instruções, como faziam os escribas, os fariseus e os doutores da lei do tempo de Jesus” (19 de setembro de 2014).

No Angelus de 30 de agosto, ele disse que, como com os fariseus, “existe também para nós o perigo de nos considerarmos retos, ou, pior, melhor do que os outros, pelo simples fato de observarmos as regras, os costumes, mesmo se não amamos o próximo, se somos duros de coração, se somos soberbos, orgulhosos”. Em 8 de novembro de 2015 ele contrapôs a atitude dos escribas e dos fariseus, fundadas na “exclusão”, à de Jesus, fundada na “inclusão”.

A referência aos fariseus é evidente, finalmente, no discurso com o qual o Papa concluiu em 24 de outubro o XIV Sínodo Ordinário sobre a família. Os outros seriam, com efeito, “os corações fechados que muitas vezes se escondem atrás até mesmo dos ensinamentos da Igreja, ou atrás das boas intenções, para sentar-se na cadeira de Moisés e julgar, às vezes com superioridade e superficialidade, casos difíceis e famílias feridas” ou “os fariseus, que faziam da religião um conjunto infinito de mandamentos” (26 de junho de 2014)?

Fariseu parece ser quem defende com orgulho obstinado a existência de mandamentos, leis, regras da Igreja absolutas e obrigatórias.
Mas quem eram realmente os fariseus? Quando Jesus começou a sua pregação, o mundo judaico estava dividido em várias correntes, sobre as quais falam os Evangelhos e, entre os historiadores, Flavio Josefo (37-100 d.C.) em suas obras As Antiguidades Judaicas e A guerra judaica.

As principais seitas eram a dos fariseus e a dos saduceus. Os fariseus observavam em todos os seus detalhes as prescrições religiosas, mas tinham perdido o espírito da verdade. Eram homens orgulhosos, que distorciam as profecias sobre o Messias e interpretavam a lei de Deus segundo as próprias opiniões. 
Jesus diante dos fariseus, Jacques Tissot  (1836 – 1902).
Os saduceus ensinavam erros ainda mais graves, colocando em dúvida a imortalidade da alma e rejeitando a maioria dos Livros sagrados. Ambos disputavam o poder no Sinédrio que, quando Jesus foi condenado, era dirigido pelos saduceus.

Os saduceus são mencionados apenas uma vez por São Marcos e três por São Mateus, enquanto os fariseus aparecem repetidamente nos seus Evangelhos. O capítulo 23 de São Mateus, em particular, é uma acusação aberta contra eles:“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar em primeiro lugar, sem contudo deixar o restante.”

Comentando essa passagem de Mateus, São Tomás explica que os fariseus não eram condenados pelo Senhor porque pagavam o dízimo, “mas só por desprezarem preceitos mais importantes, isto é, os de natureza espiritual. Mas a prática em si Ele parece elogiá-la, dizendo: ‘Estas coisas era preciso fazer’ (Haec oportuit facere) nos termos da lei, acrescenta Crisóstomo”(Summa Theologica, II-IIae, q. 87 ad 3).

Referindo-se ao fariseu [que reza no templo], mencionado por São Lucas (18, 10-14), Santo Agostinho diz que ele não é julgado por suas obras, mas por ter-se vangloriado de sua suposta santidade (Carta 121, 1, 3). O mesmo Santo Agostinho, na sua Carta a Casulano, explica que o fariseu não foi condenado porque jejuava (Lc. 18, 11 ss.), mas “porque se zangava, inchado de orgulho, com o publicano” (Carta 36, 4, 7 ).

Na verdade, “jejuar duas vezes por semana é destituído de mérito para uma pessoa como o fariseu, embora seja um ato religioso para uma pessoa humildemente fiel ou fielmente humilde, de tal maneira que o Evangelho não fala de condenação para o fariseu, mas sim de justificação para o publicano” (Carta 36, 4, 7).

A definição mais concisa de fariseu é dada por São Boaventura: “Pharisaeus significat illos qui propter opera exteriora se reputant bonos; et ideo non habent lacrymas compunctionis” (De S. Maria Magdalena Sermo I, in Opera omnia, Ad Claras Aquas, Firenze 2001 vol. IX, col. 556b). “Fariseus significa aqueles que se reputam bons por suas próprias obras exteriores; e, portanto, não têm lágrimas de compunção.”

Jesus condenou os fariseus porque conhecia-lhes o coração: eram pecadores, mas se consideravam santos. O Senhor queria ensinar aos seus discípulos que não basta o cumprimento exterior de boas obras; o que torna boa uma ação não é apenas o seu objeto, mas a intenção.

No entanto, se é verdade que não bastam as boas obras se falta a boa intenção, é igualmente verdade que não basta a boa intenção se faltam as boas obras. O partido dos fariseus, ao qual pertenciam Gamaliel, Nicodemos, José de Arimatéia (Antiguidades judaicas, 20.9.1) e o próprio São Paulo (Atos 23: 6), foi melhor do que o dos saduceus, porque, apesar de sua hipocrisia, seus membros respeitavam as leis, enquanto os
saduceus, que contavam em suas fileiras com os sumos sacerdotes Anás e Caifás (Antiguidades judaicas, 18.35.95), as desprezavam.

Os fariseus eram legalistas orgulhosos, e liberais incrédulos os saduceus, mas ambos estavam unidos pela rejeição da missão divina de Jesus (Mateus 3: 7-10).

Quem são os fariseus e os saduceus do nosso tempo? Podemos dizer com tranquila certeza: são todos aqueles que antes, durante e depois do Sínodo tentaram e tentarão mudar a disciplina da Igreja e, através da disciplina, a sua doutrina sobre a família e o casamento.

Jesus proclamou a indissolubilidade do matrimônio, fundando-a na restauração da lei natural, da qual os judeus haviam se distanciado, e a reforçou pela elevação do vínculo matrimonial a Sacramento. Os fariseus e os saduceus rejeitaram esse ensinamento, negando a palavra divina de Jesus e substituindo-a por sua própria opinião.

Eles se reportavam falsamente a Moisés, como os inovadores de hoje se reportam a uma suposta tradição dos primeiros séculos, falseando a história e a doutrina da Igreja.
São João Batista, San Paolo fuori le Mura, Roma.
Por isso um valoroso defensor da fé ortodoxa, Mons. Athanasius Schneider, fala de uma “prática neomosaica” que ressurge: 

“Os novos discípulos de Moisés e os novos fariseus, durante as duas últimas Assembleias do Sínodo (2014 e 2015), esconderam o fato de terem negado na prática a indissolubilidade do casamento e de terem como que suspendido o Sexto Mandamento na base do ‘caso por caso’, sob um aparente conceito de misericórdia, usando expressões como ‘caminho do discernimento’, ‘acompanhamento’, ‘orientação do Bispo’, ‘diálogo com o sacerdote’, ‘foro interno’, ‘uma integração mais plena na vida da Igreja’, para indicar uma possível eliminação da imputabilidade para os casos de convivência no seio de uniões irregulares(cfr. Relatório Final, números 84-86)”.

Os saduceus são os inovadores que afirmam abertamente a superação da doutrina e da disciplina da Igreja, enquanto os fariseus são os que proclamam com os lábios a indissolubilidade do matrimônio, mas a negam hipocritamente nos fatos, propondo a transgressão “caso por caso” da lei moral

Os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo não pertencem nem ao partido dos neofariseus nem ao dos neosaduceus, ambos modernistas, mas seguem a escola de São João Batista, pregando no deserto espiritual de seu tempo.

Quando Batista estigmatizou os fariseus e os saduceus como “raça de víboras” (Mt 2, 7), e quando advertiu Herodes Antipas pelo seu adultério, não era duro de coração, mas foi movido pelo amor de Deus e das almas. 

Hipócritas e de coração duro eram os conselheiros de Herodes, que pretendiam conciliar sua condição de pecador impenitente com o ensinamento das Escrituras. Herodes matou Batista para abafar a voz da verdade, mas a voz do Precursor ainda ressoa depois de vinte séculos. Quem defende publicamente a boa doutrina não segue o exemplo dos fariseus e dos saduceus, mas o de São João Batista e de Nosso Senhor. 

Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II.

Traduzido do original italiano por Hélio Dias Viana



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domingo, 23 de outubro de 2016

LIRISMO NA BELEZA E PERFUME DA FLOR - Expedita Maciel

Lirismo na beleza e perfume da flor

Vibramos com a chegada de mais uma primavera!
Deus nos presenteia mais um ano com lindas rosas,
miosótis, perfumadas verbenas, lindas multicolores e de formas exóticas as lindas e perfumadas orquídeas, gérberas,
Apesar do tempo escasso das águas vindas do céu
nos perdoa e, mais uma vez nos mostra, que nos perdoou pelas atrocidades cometidas contra seu filho que sofreu e, deu a vida por nós;
É a Mãe natureza, que mesmo na dureza da escassez das águas,
O Poder de Deus, nos mostra para Ele que é Pai e que para Ele nada é impossível
Seja nesta primavera da vida uma flor, uma rosa,
um botão, que exala um perfume inebriante de Amor,
capaz de gerar o Bem e o Bom
para que a humanidade caminhe para Deus
construindo um mundo melhor, onde o Bem e a Felicidade são possíveis junto ao Amor.
Tudo para um mundo melhor.
Semeie flores,
Plante gratidão,
Ofereça as flores que você plantou e colheu no seu jardim do amor;
com certeza serão naturais como os bons sentimentos,
e terão o perfume doce da alegria de se viver Feliz
e irmanado com o seu próximo
porque é Deus que lhe fará Justiça.

Salve Deus do Amor!
Todas as flores nos convidam ao amor!
Com suas cores e seus perfumes.
É um lindo período colorido e perfumado com a branca
e linda dama da noite que nos dá sua beleza e nos inebria
com seu doce e suave perfume doce aroma da noite.

Ah! Como eu gosto de ti!
Minha mais alegre estação de beleza, criada por Deus,
com lindas pinceladas coloridas para nos encantar os olhos,
com suas cores, inebriar nossas almas com seus perfumes.
Só vós senhor, com tanto amor e sensibilidade,
terias este poder de criar tão bela estação.
Salve Deus!
Gloria a Deus pelas obras de suas mãos.
Obrigado Senhor por fazeres da natureza um capricho teu.
Obrigado Senhor, por me permitir, 
contemplar e viver mais esta linda primavera, que durante a mesma 
completarei mais uma vez uma primavera.
E Deus me abençoou são muitas primaveras.
Salve Deus da Vida e das Flores! 

Expedita Maciel
Autora do livro “Vim, Vi e Venci”



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É VIDA QUE SEGUE - Agenilda Palmeira

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É VIDA QUE SEGUE... 

O mundo está tornando-se incrivelmente volátil. Apesar dos avanços sem precedentes na tecnologia, ciência e educação, nossa sociedade vai tornando-se mais frágil a cada ano que passa. 
As bases institucionais, culturais e morais sobre as quais viemos a apoiar-nos estão decaindo rapidamente, e pressões dentro e fora do lar muitas vezes nos inibem. Quantas vezes estamos lutando com forças que parecem estar fora de seu controle? Como é o seu dia a dia? É como uma roda-viva girando mais rápido do que você? É sim? Você está vivendo a sua própria vida, passando de crise a crise sem atenuar o ritmo. 
Já que uma pessoa doente despreza uma dor na perna, você trabalha mais e gasta mais tentando distrair-se de uma realidade que poderia tirar a sua vida. Há algo insuportável, devemos buscar ajuda. Já pensou? Você notar que a sua condição é pior do que pensava e que isso poderia ser evitado se você tivesse lidado com essa  situação mais cedo. 
Notamos que o nosso viver é sempre na roda-viva. Viver é desafio. Mas importa que lutemos, erremos, conquistemos, tropecemos e formos levantados. Já vi o topo de uma montanha espiritual e me encontrei em um vale tão profundo que achei que nunca mais encontraria uma saída. Descobri neste viver que só Deus pode ajudar a ter uma vida verdadeiramente extraordinária. Com Deus temos um fundamento sólido da verdade sobre a qual podemos ficar de pé; uma verdade tão forte que nenhuma onda pode derrubar. 
Num resort na cidade de Ilhéus, antes de deitar-me para dormir, abri a persiana da minha janela para deixar um pouco de ar fresco entrar. Acordei e contemplei a manhã bonita com aquele mar límpido e azulado. Pasma eu pensava! Deus está falando: veja o que acontece quando você espera por mim. Notei com isso que Deus está sempre perto, quer você consiga vê-lo quer não. Às vezes a gente olha e nem  percebe o  que exatamente estamos vendo. Envolvidos a instabilidade, é fácil esquecer a verdadeira fonte de sua força. Mesmo tropeçando ao longo e exaustivo caminho da vida, Ele caminha comigo, com você, em meio à  desilusão, ao desânimo e à dúvida. 
Quando as pessoas colocam sua esperança em coisas materiais, dinheiro, status social realizações, aceitação ou o amor de sua família e de seus amigos – sua base inevitavelmente desaba. Conheço pessoas que desejam ficar firme, sua identidade tem de estar baseada em algo maior do que as coisas que o mundo oferece. Pois a vida não se resume a quem você é e sim a quem você pertence. O grande desafio é sair de frente e deixar Deus mover-se em você e por intermédio de você. 

Agenilda Palmeira,  professora  
Membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL) 



LOBISOMEM FELIZ, por Wagner Albertsson

LOBISOMEM FELIZ

HAVIA UM CAMINHO
NA ESCURIDÃO DA ROÇA
ONDE DESFILAVA
CAMBALEANTE
UM LOBISOMEM
QUE GARGALHAVA
PARA A LUA,
DANÇAVA NA RELVA,
ROLAVA NA ESTRADA
DE CHÃO BATIDO
E ME DIZIA NO OUVIDO
QUAL FASCINANTE
ERA A MADRUGADA.
EU TAMBÉM ,CAMBALEANTE,
COM UMA GARRAVA
DE VINHO NA MÃO
VOLTAVA PARA CASA CONTENTE
SABENDO QUE IRIA
ENCONTRAR MAIS UMA VEZ
MEU AMIGO ENGRAÇADO
NA SEGUINTE DA MINHA
EMBRIAGUEZ.


WAGNER ALBERTSSON

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sábado, 22 de outubro de 2016

PORTRAIT, por Sione Porto

Clique na foto para vê-la em tamanho original 
PORTRAIT

Na memória, um rosto,
uma triste meia-lua,
a energia megaton
com tua breve passagem
refletida num "portrait".
Entre todos os pertences
e cansaços do meu rumo,
na cabeceira da cama,
estás num porta-retrato
lembranças de frios risos,
de ausências e descasos.
E para sentir-me livre
alço voo entre os ventos
atropelando paisagens,
para encontrar a brisa
que suaviza meus passos
e açoita longe o passado
de tristes experiências,
nos sinuosos percalços.
Que venha o NOVO com risos
em outro porta-retrato!


Sione Maria Porto de Oliveira, poetisa.
Membro da Academia de Letras de Itabuna (Alita)
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ACRÓSTICO PARA EGLÊ SANTOS MACHADO, Por João de Paula e Expedita Maciel


Para Eglê Santos Machado:
Esta é uma pequena amostra de nossa gratidão. Quando alguém falar ou pronunciar seu nome para nós, são estas palavras de amor e gratidão que associaremos a ele, porque você é importante para nós. 

Emocionante.
Grandiosa.
Louvável.
Encantadora.


Simpática.
Amiga.
Nota 10.
Tudo de bom.
Olhar poético.
Simples.


Maravilhosa.
Amada.
Coração feliz.
Hora feliz.
Amor de Pessoa.
Dedicada.
Olhar para o bem.


João de Paula e Expedita Maciel
Poetas e Escritores - Cidadãos Itabunenses
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