Em visita ao vale do rio Dordogne, no centro-sul da França,
deparei-me com esta cena insólita: um educado representante de raça canina à
janela de uma linda casa, com tal ar de superioridade que parecia ser o dono…
Ora, essa casa pertenceu ao antigo batteur de la monnaie, ou seja, o
equivalente à Casa da Moeda em nossos dias.
A cena intrigou-me. Como pode um animal portar-se quase como
um ser humano? Talvez me engane, mas para um feroz boxer tomar essa
atitude só pode ter sido por um trabalho de educação. E essa educação
chegou a ponto de o animal exprimir até certo ar de senhorio. Terá ele imitado
seu dono ou dona?
Provavelmente jamais saberemos. Mas resta-nos a lição: nos
tristes dias em que vivemos, quão poucos seres humanos recebem uma verdadeira
educação para a vida. Quantos se rebaixam até onde às vezes não o permite nem
mesmo o instinto dos animais. O desleixo, a desordem, o espírito revolucionário
degradam pessoas que possuem uma alma imortal e que serão julgadas por Deus no
fim desta vida!
Se a tarefa da educação é das mais nobres e meritórias, por
isso mesmo deveria constituir a maior preocupação, não só de todos os pais,
mães e educadores, mas também de todos os governantes. Infelizmente não é o que
ocorre em nossos dias.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe
e aí perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do
Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é
Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus
vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas,
porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no
céu. Por isso, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei
a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as
chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus;
tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.
Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a
ninguém que ele era o Messias.
Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Roger
Araújo:
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As perguntas inquietantes que
nos habitam
“E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16,15)
Já agradecemos alguma vez pelas perguntas que nos fizeram?
Em um diálogo, as perguntas são a ponte entre as vozes, a confluência de
corações, o brilho de luz compartilhada. Todas e cada uma delas nos fizeram
crescer, mesmo aquela que parecia a mais trivial. Porque cada pergunta vem
carregada de matizes, umas com carinho, outras de atenção ou de interesse, e,
inclusive, algumas de desafio... Umas foram respondidas, outras não sabíamos
como respondê-las, talvez nunca saberemos respondê-las...
A pedagogia de Jesus nos Evangelhos é feita de perguntas.
Jesus é um Deus que pergunta. São inúmeras as vezes em que
Ele se aproxima das pessoas e as interroga. Desde o “quê buscais?” no início do
evangelho de S. João, passando pelas perguntas na região de Cesareia de Filipe,
“quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”,“e vós, quem dizeis que eu sou?”,
até à tríplice interpelação a Pedro, “tu me amas”?
Aquele que é a Verdade, o Caminho e a Vida, também se compõe
de perguntas.
Jesus, com sua pedagogia fundada em perguntas, nos coloca
diante do mistério de Sua vida e de Suas opções. Responder à pergunta “quem é
Ele” é comprometer-se com Ele, é assumir o caminho d’Ele, é arriscar-se
n’Ele. Jesus aproxima-se das pessoas. Não procura convencer, argumentar,
ou fazer seguidores à base de discur-sos. Suas perguntas ousadas colocam em crise
visões distorcidas, falsas concepções e idéias pré-conce-bidas a respeito
d’Ele. Com sua pergunta Jesus provoca uma radical decisão pró ou contra Ele,
uma clara opção pró ou contra o Reino. Um cristão que nunca tenha proposto
seriamente esta questão a si mesmo, de uma maneira vital, não está maduro na
maneira de viver o seguimento de Jesus Cristo.
Como cristãos nós nos definimos mais pelo perguntar do que
pelo responder. “Perguntar” é buscar, é despertar a capacidade de nos deslumbrar
diante deste mundo fenomenal que somos nós e diante desta realidade que nos
circunda.
A espiritualidade cristã reacende em nós as grandes “interrogações
existenciais”:
“Quem somos nós? – Quê estamos fazendo? –
Por quê estamos fazendo? – Para quem estamos fazendo?...”
A índole interrogatória é traço típico da espiritualidade
cristã; o perguntar é ousado; perguntar desafia, tem dose de irreverência; são
perguntas de “conversão”, de mudança, que abrem para o futuro, para o novo. A pergunta
é movimento, é vida... e suscita resposta viva, criativa, surpreendente... e
inesgotável. Não são perguntas para começar a caminhar, mas para reforçar nosso
espírito de aventura e mobilizar nossos recursos interiores na busca do
“sentido” de nossa identidade e da missão que realizamos. Tais perguntas trazem
à tona nossas motivações, nossas formas de agir, de amar e de sentir... A busca
é interior, o caminho é pessoal e coletivo, a resposta tem um toque de eleição
comunitária.
Desde o início, ainda no paraíso, Deus buscou o ser humano
com uma pergunta: “onde estás?”. Deus nos busca continuamente com suas
perguntas. Nós somos resposta a essa pergunta primordial. Igualmente, o ser
humano é um amontoado de perguntas, é um ser que pergunta. Com pouco tempo de nascimento
e quando vai se abrindo à aventura da vida começam suas perguntas: “por
quê?”... um infinidade de “por quês?”
Também somos uma pergunta que fazemos a Deus e esperamos
resposta. Quantas gostaríamos de fazê-las a Deus? Mas a resposta só virá quando
o nosso coração estiver preparado para escutá-la: sem medo, sem angústias, em
atitude de espera e confiança.
“Sê paciente com tudo o que ainda não está resolvido em teu
coração... Procura amar tuas próprias perguntas... Não busques as respostas que
não podem ser dadas, porque não serias capaz de vivê-las. E é disto que se
trata, de viver tudo. Vive agora as perguntas. Talvez assim, gradativa-mente,
sem dar-te conta, possas algum dia viver as respostas” (Rainer María Rilke).
De fato, habitamos nas perguntas. Viver à escuta das
interrogações nos mantém despertos no caminho. São as perguntas que suscitam em
nós o assombro frente à riqueza da realidade, a preocupação frente o drama da
humanidade, a disposição frente ao futuro..., exigindo-nos assim viver continuamente
numa atitude de escuta.
A mediocridade das respostas formatadas paralisam e fecham
as portas às novas possibilidades. As perguntas, ao contrário, são o fio de
ouro em meio ao cascalho que mobilizam o garimpeiro a buscar sem cansar. As respostas
cortam o movimento, atrofiam a curiosidade, matam a criatividade e o espírito
de a-ventura; elas impedem a mobilização dos recursos interiores da pessoa na
construção do conhecimento, levando-a à apatia e à acomodação.
O momento é de tecer perguntas onde há mais respostas
formatadas e fechadas. Urge, pois, implementar e desenvolver hábitos,
processos, que nos ajudem a sermos mais intuitivos através das perguntas que
abrem acesso às reservas interiores de criatividade e imaginação, frente aos desafios
cotidianos.
A pregunta “quem é Jesus” não pode ser respondida
simplesmente com os dogmas. A resposta deve ser prática, brotar do chão da
vida. Nossa vida é a que tem que dizer quem é Jesus Cristo para nós. “Quê diz
tua vida de mim?” Do esforço dos primeiros séculos da Igreja por
compreender a Jesus, devemos fazer nossas, não as respostas que deram, mas as
perguntas que foram feitas.
A verdadeira pergunta é: “quê é, que significa Jesus Cristo
em nossa vida?” Não basta dizer que cremos em Jesus. É preciso nos
perguntar: em quê Jesus cremos e quem é Jesus para nós?
Texto bíblico: Mt. 16,13-20
Na oração: nosso coração se encontra diante da revelação do “eu
original”, porque está enraizado na identidade do próprio Jesus (“quem sou eu
para vocês?”).
A contemplação da pessoa de Jesus é também desvela-mento do eu
“escondido com Cristo em Deus” (Col 3), ou seja, revelação da verdade do eu, onde
descobri-mos os traços de nossa própria fisionomia.
Não posso responder a essa pergunta – “Quem é Jesus para
mim?” – se não me pergunto ao mesmo tempo: “Quem sou eu, diante do Senhor?” Sem
identificação não haverá um encontro profundo com o Senhor.
O encontro comigo mesmo me aproxima do encontro com o Senhor
e o encontro com o Senhor revela minha própria identidade.
A respiração certa acalma a ansiedade e até alivia depressão
Inspirar e Expirar corretamente são um Antídoto contra o
Estresse
Sua cabeça está latejando. Sobram preocupações em casa, seu chefe e resolveu
ter crises diárias no trabalho e aquele amor de conto-de-fadas acabou em drama
mexicano. "Fiz uma massagem ótima", palpita um, tentando ajudar. "Só
com terapia consigo ficar de pé", pitaca o outro. "Ginástica é a
solução, deixo todos os meus problemas na esteira", intromete-se mais
alguém. E, no meio de tanto zunzunzum, fica você ainda mais atordoada e sem
saber como reagir. Pois não faça nada. Sim, você entendeu certo. Pare quieta e
apenas respire: aí está o remédio contra a maioria dos desconfortos emocionais.
"Aprendendo a controlar a respiração, damos fim em todas as perturbações
da mente e dos sentidos", afirma o médico David Frowley, autor de “Uma
visão Ayurvédica da Mente, a cura da consciência” (Editora Pensamento).
Considerado o maior especialista ocidental em terapia ayurvédica, ele acaba de
vir à América do Sul pela primeira vez e escolheu o Brasil, onde deu uma
palestra, para dividir os ensinamentos sobre o sistema de cura tradicional da
Índia. "Nossa energia vem, basicamente, da respiração (...). Se o cérebro
não recebe a quantidade certa de oxigênio, não temos a energia vital suficiente
para nos desenvolver e mudar". A seguir, Dr. David Frawley ensina como
mudanças sutis na inalação e na respiração podem contribuir no alcance e na manutenção
de um estado psicológico marcado pelo bem-estar.
Sopre a ansiedade para longe.
A receita é imbatível contra temores pelo que ainda nem
aconteceu, além de bastante eficaz no combate à insônia. Separe uns dez minutos
do seu dia, não importa o horário - pode ser, inclusive, no pico de uma
situação superestressante. Comece só prestando atenção no ritmo em que o ar
entra e sai dos pulmões. Aos poucos, vá controlando este intervalo, até que ele
se torne bem espaçado: tente contar até dez enquanto puxa e, depois, quando
solta a respiração. Fazendo inalações mais prolongadas, você fortalece todo o
seu corpo e acalma a mente. Com isso, as preocupações, por mais terríveis que
sejam, acabam amenizadas, já que a energia passa a circular melhor por todo o
organismo.
Respirações fortes e intensas
Contornar os sintomas depressivos com a respiração é muito simples. A falta de
disposição desaparece, caso você consiga manter um ritmo mais intenso enquanto
realiza as inalações e as exalações. A ideia é não apenas respirar com grande
velocidade, mas com bastante vigor, puxando e soltando a máxima quantidade de
ar possível a cada tentativa. Mantenha o pique por dois minutos e descanse.
Repita mais duas vezes. Não se assuste caso venha a sentir tonturas, a sensação
é normal - e devida ao excesso de oxigênio que, de repente, passa a percorrer o
organismo.
Não é lógico viver assim
Até para quem não consegue dar um passo à frente sem medir todos os prós e
contras dessa atitude existem uma respiração ideal. As pessoas que têm o lado
racional extremamente desenvolvido (e sofrem maquinando sobre tudo o que
acontece ao redor) devem estimular a respiração com a narina esquerda,
conectada com o a região do cérebro ligada às emoções. Funciona assim: com um
dos dedos, tape a narina direita e faça 30 respirações (inalação, seguida de
exalação) somente com a narina esquerda. O exercício será seguido de uma
sensação de refrescância e calma.
Emoção demais, não há
quem aguente
Aqui, vale o contrário do treino acima. Se você derrama
lágrimas até pela grama cortada e se descabela por qualquer bobagem, a dica é
estimular um pouco mais o seu lado racional, favorecendo um estado de
equilíbrio entre ele e suas desenvolvidíssimas emoções. Com um dos dedos, tape
a narina esquerda e faça 30 respirações (inalação seguida de exalação) apenas
com a narina direita. O efeito aquecedor desta prática irá ajudar na busca por
análises mais racionais das situações impostas pelo dia-a-dia.
A Academia Brasileira de Letras encerra seu Ciclo de
Conferências do mês de agosto de 2017, intitulado Realismo em questão, com
palestra do romancista Cristovão Tezza. A coordenação será do Acadêmico e
poeta Geraldo Carneiro.
A conferência, intitulada “Literatura e autorrepresentação”,
está programada para o dia 29 de agosto, terça-feira, às 17h30min, no Teatro R.
Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada
franca.
A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado,
Primeira-Secretária da ABL, é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências
de 2017.
Serão fornecidos certificados de frequência.
Acadêmico Geraldo Carneiro convida para o Ciclo de
conferências "Realismo em questão"
“De que forma as máscaras de autor e narrador se confundem
na obra de ficção? A chamada "autoficção" é um fenômeno contemporâneo
ou tem raízes profundas na história literária? O que está em jogo na separação
gramatical entre primeira e terceira pessoas e na fronteira subjetiva entre
realidade e ficção?”. Estas são algumas das questões centrais que serão
abordadas, de acordo comCristovão Tezza, em sua palestra.
Saiba mais
Cristovão Tezza é autor dos romances Trapo, O
fotógrafo, Breve espaço, Um erro emocional, O fantasma da infância, O
professor e A tradutora, entre outros. Seu livro O filho eterno,
de 2007, recebeu os mais importantes prêmios literários do Brasil, foi
publicado em uma dezena de países e adaptado para o cinema. É colunista
quinzenal da Folha de S. Paulo. Lançou duas coletâneas de
crônicas: Um operário em férias e A máquina de caminhar. Em
2012, publicou O espírito da prosa, sua autobiografia literária.
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer
nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde:
- Claro, porque não?
O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa
aparece e come o coelho.
Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.
2ª AULA
Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr
mais do que o leão se quiser se manter vivo.
Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se
não quiser morrer de fome.
Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer
você tem que começar a correr.
3ª AULA
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua
encontram uma antiga lâmpada mágica.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro, grita um dos funcionários! Eu quero estar nas
Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida... Puff e ele
foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento
interminável de pina coladas! Puff e ele se foi.
Agora você, diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois folgados de volta ao escritório logo depois do almoço para
uma reunião!
Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.
4ª AULA
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde
vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho, ao passar por uma lagoa,
ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas
terras.
Ao se aproximar lentamente,observa várias belas garotas nuas se banhando na
lagoa. Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da
lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos
objetivos mais rapidamente.
Portanto,
Antes de falar, escute...
Antes de escrever, pense...
Antes de gastar, ganhe...
Antes de julgar, espere...
Antes de desistir, tente...
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O imortal?
Talvez seja um entendimento comum, para uns, e para outros
não. Posso dizer que no mínimo causa interpretações das mais diversas a figura
do “imortal”.
Imortal é o mesmo que dizer que este ou aquele não morrerá?
Porque ao se referir a um membro de Academias de Letras, fala-se: Agora, és um
imortal!. Mas de que morte estamos falando: da morte física, da moral, dos
valores, da coragem, da dedicação, do amor, do caráter, da família, da fé, da
caridade, da retidão, da honestidade, do respeito, da tolerância, da paz, da
amizade?
Refletindo, pensando, me interrogando, vêm respostas cada
vez mais confusas para uma simples inquietação, e quando as rebato, o
discernimento indica-me que o simples pode tornar-se confuso, e o confuso muito
simples, a depender da forma como se é visualizado. Na minha concepção, a
imortalidade de qualquer pessoa, não apenas dos Confrades e Confreiras, se dá
no conjunto de atitudes, praticadas antes da Morte Física, esta que apenas
deixa alguns quilos de carne que em pouco tempo é tomada pela decomposição e
carnificina.
A Imortalidade Plural se dá quando as pessoas se despem de
suas Vaidades e procuram exercitar a moral e os bons costumes, cavando
masmorras aos vícios, construindo aqui o “Templo” em que gostaria de viver com
fé e caridade, respeitando os limites e as fraquezas dos seus semelhantes em
nome da Paz do amor, Amor às famílias, respeitando a Pátria e toda a
humanidade. Ainda me interrogo: onde está o Ser Imortal? A minha Imortalidade,
onde está? E a sua Imortalidade?
Considerando que a Imortalidade esta colocada no infinito,
construí-la de forma fracionada, de nada adiantará. Aos acadêmicos (as) resta a
consciência de que tudo que se é escrito, o é feito pensando em deixar
transparente como contribuição contundente para o bem estar da humanidade.
Conclamo a todos de forma coletiva para que em tudo que façam, procurem fazê-lo
da melhor forma estando sempre despido da “VAIDADE” que nada mais é que uma
carapaça que ilude de forma cruel e perversa àquele que por ela se deixa
conduzir.
Ao ler, aproveite o texto como base para uma profunda
reflexão. Quem sabe, é possível que Você descubra em que grau de Imortalidade
se encontra agora. REFLITA!