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domingo, 27 de agosto de 2017

EDUCAÇÃO E SENHORIO - Gabriel J. Wilson

27 de agosto de 2017

[ Fotos: Gabriel J. Wilson ]


Em visita ao vale do rio Dordogne, no centro-sul da França, deparei-me com esta cena insólita: um educado representante de raça canina à janela de uma linda casa, com tal ar de superioridade que parecia ser o dono… Ora, essa casa pertenceu ao antigo batteur de la monnaie, ou seja, o equivalente à Casa da Moeda em nossos dias.

A cena intrigou-me. Como pode um animal portar-se quase como um ser humano? Talvez me engane, mas para um feroz boxer tomar essa atitude só pode ter sido por um trabalho de educação. E essa educação chegou a ponto de o animal exprimir até certo ar de senhorio. Terá ele imitado seu dono ou dona?

Provavelmente jamais saberemos. Mas resta-nos a lição: nos tristes dias em que vivemos, quão poucos seres humanos recebem uma verdadeira educação para a vida. Quantos se rebaixam até onde às vezes não o permite nem mesmo o instinto dos animais. O desleixo, a desordem, o espírito revolucionário degradam pessoas que possuem uma alma imortal e que serão julgadas por Deus no fim desta vida!

Se a tarefa da educação é das mais nobres e meritórias, por isso mesmo deveria constituir a maior preocupação, não só de todos os pais, mães e educadores, mas também de todos os governantes. Infelizmente não é o que ocorre em nossos dias.




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PALAVRA DA SALVAÇÃO (41)

21º Domingo do Tempo Comum - 27/08/2017


Anúncio do Evangelho (Mt 16,13-20)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e aí perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.
Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Roger Araújo:

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As perguntas inquietantes que nos habitam


“E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16,15)

Já agradecemos alguma vez pelas perguntas que nos fizeram? Em um diálogo, as perguntas são a ponte entre as vozes, a confluência de corações, o brilho de luz compartilhada. Todas e cada uma delas nos fizeram crescer, mesmo aquela que parecia a mais trivial. Porque cada pergunta vem carregada de matizes, umas com carinho, outras de atenção ou de interesse, e, inclusive, algumas de desafio... Umas foram respondidas, outras não sabíamos como respondê-las, talvez nunca saberemos respondê-las...

A pedagogia de Jesus nos Evangelhos é feita de perguntas.
Jesus é um Deus que pergunta. São inúmeras as vezes em que Ele se aproxima das pessoas e as interroga. Desde o “quê buscais?” no início do evangelho de S. João, passando pelas perguntas na região de Cesareia de Filipe, “quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”, “e vós, quem dizeis que eu sou?”, até à tríplice interpelação a Pedro, “tu me amas”?
Aquele que é a Verdade, o Caminho e a Vida, também se compõe de perguntas.

Jesus, com sua pedagogia fundada em perguntas, nos coloca diante do mistério de Sua vida e de Suas opções. Responder à pergunta “quem é Ele” é comprometer-se com Ele, é assumir o caminho d’Ele, é arriscar-se n’Ele. Jesus aproxima-se das pessoas. Não procura convencer, argumentar, ou fazer seguidores à base de discur-sos. Suas perguntas ousadas colocam em crise visões distorcidas, falsas concepções e idéias pré-conce-bidas a respeito d’Ele. Com sua pergunta Jesus provoca uma radical decisão pró ou contra Ele, uma clara opção pró ou contra o Reino. Um cristão que nunca tenha proposto seriamente esta questão a si mesmo, de uma maneira vital, não está maduro na maneira de viver o seguimento de Jesus Cristo.

Como cristãos nós nos definimos mais pelo perguntar do que pelo responder. “Perguntar” é buscar, é despertar a capacidade de nos deslumbrar diante deste mundo fenomenal que somos nós e diante desta realidade que nos circunda.

A espiritualidade cristã reacende em nós as grandes “interrogações existenciais”:  
“Quem somos nós? – Quê estamos fazendo? –
Por quê estamos fazendo? – Para quem estamos fazendo?...

A índole interrogatória é traço típico da espiritualidade cristã; o perguntar é ousado; perguntar desafia, tem dose de irreverência; são perguntas de “conversão”, de mudança, que abrem para o futuro, para o novo. A pergunta é movimento, é vida... e suscita resposta viva, criativa, surpreendente... e inesgotável. Não são perguntas para começar a caminhar, mas para reforçar nosso espírito de aventura e mobilizar nossos recursos interiores na busca do “sentido” de nossa identidade e da missão que realizamos. Tais perguntas trazem à tona nossas motivações, nossas formas de agir, de amar e de sentir... A busca é interior, o caminho é pessoal e coletivo, a resposta tem um toque de eleição comunitária.

Desde o início, ainda no paraíso, Deus buscou o ser humano com uma pergunta: “onde estás?”. Deus nos busca continuamente com suas perguntas. Nós somos resposta a essa pergunta primordial. Igualmente, o ser humano é um amontoado de perguntas, é um ser que pergunta. Com pouco tempo de nascimento e quando vai se abrindo à aventura da vida começam suas perguntas: “por quê?”... um infinidade de “por quês?”

Também somos uma pergunta que fazemos a Deus e esperamos resposta. Quantas gostaríamos de fazê-las a Deus? Mas a resposta só virá quando o nosso coração estiver preparado para escutá-la: sem medo, sem angústias, em atitude de espera e confiança.
“Sê paciente com tudo o que ainda não está resolvido em teu coração... Procura amar tuas próprias perguntas... Não busques as respostas que não podem ser dadas, porque não serias capaz de vivê-las. E é disto que se trata, de viver tudo. Vive agora as perguntas. Talvez assim, gradativa-mente, sem dar-te conta, possas algum dia viver as respostas” (Rainer María Rilke).

De fato, habitamos nas perguntas. Viver à escuta das interrogações nos mantém despertos no caminho. São as perguntas que suscitam em nós o assombro frente à riqueza da realidade, a preocupação frente o drama da humanidade, a disposição frente ao futuro..., exigindo-nos assim viver continuamente numa atitude de escuta.

A mediocridade das respostas formatadas paralisam e fecham as portas às novas possibilidades. As perguntas, ao contrário, são o fio de ouro em meio ao cascalho que mobilizam o garimpeiro a buscar sem cansar. As respostas cortam o movimento, atrofiam a curiosidade, matam a criatividade e o espírito de a-ventura; elas impedem a mobilização dos recursos interiores da pessoa na construção do conhecimento, levando-a à apatia e à acomodação.

O momento é de tecer perguntas onde há mais respostas formatadas e fechadas.  Urge, pois, implementar e desenvolver hábitos, processos, que nos ajudem a sermos mais intuitivos através das perguntas que abrem acesso às reservas interiores de criatividade e imaginação, frente aos desafios cotidianos.

A pregunta “quem é Jesus” não pode ser respondida simplesmente com os dogmas. A resposta deve ser prática, brotar do chão da vida. Nossa vida é a que tem que dizer quem é Jesus Cristo para nós. “Quê diz tua vida de mim?”  Do esforço dos primeiros séculos da Igreja por compreender a Jesus, devemos fazer nossas, não as respostas que deram, mas as perguntas que foram feitas.

A verdadeira pergunta é: “quê é, que significa Jesus Cristo em nossa vida?”  Não basta dizer que cremos em Jesus. É preciso nos perguntar: em quê Jesus cremos e quem é Jesus para nós?

Texto bíblico: Mt. 16,13-20

Na oração: nosso coração se encontra diante da revelação do “eu original”, porque está enraizado na identidade do próprio Jesus (“quem sou eu para vocês?”).
A contemplação da pessoa de Jesus é também desvela-mento do eu “escondido com Cristo em Deus” (Col 3), ou seja, revelação da verdade do eu, onde descobri-mos os traços de nossa própria fisionomia.
Não posso responder a essa pergunta – “Quem é Jesus para mim?” – se não me pergunto ao mesmo tempo: “Quem sou eu, diante do Senhor?” Sem identificação não haverá um encontro profundo com o Senhor.
O encontro comigo mesmo me aproxima do encontro com o Senhor e o encontro com o Senhor revela minha própria identidade.

Pe. Adroaldo Palaoro sj



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sábado, 26 de agosto de 2017

ITABUNA CENTENÁRIA PELA SUA SAÚDE – A respiração certa

Imagem Google

A respiração certa acalma a ansiedade e até alivia depressão

Inspirar e Expirar corretamente são um Antídoto contra o Estresse 

Sua cabeça está latejando. Sobram preocupações em casa, seu chefe e resolveu ter crises diárias no trabalho e aquele amor de conto-de-fadas acabou em drama mexicano. "Fiz uma massagem ótima", palpita um, tentando ajudar. "Só com terapia consigo ficar de pé", pitaca o outro. "Ginástica é a solução, deixo todos os meus problemas na esteira", intromete-se mais alguém. E, no meio de tanto zunzunzum, fica você ainda mais atordoada e sem saber como reagir. Pois não faça nada. Sim, você entendeu certo. Pare quieta e apenas respire: aí está o remédio contra a maioria dos desconfortos emocionais. "Aprendendo a controlar a respiração, damos fim em todas as perturbações da mente e dos sentidos", afirma o médico David Frowley, autor de “Uma visão Ayurvédica da Mente, a cura da consciência” (Editora Pensamento).

Considerado o maior especialista ocidental em terapia ayurvédica, ele acaba de vir à América do Sul pela primeira vez e escolheu o Brasil, onde deu uma palestra, para dividir os ensinamentos sobre o sistema de cura tradicional da Índia. "Nossa energia vem, basicamente, da respiração (...). Se o cérebro não recebe a quantidade certa de oxigênio, não temos a energia vital suficiente para nos desenvolver e mudar". A seguir, Dr. David Frawley ensina como mudanças sutis na inalação e na respiração podem contribuir no alcance e na manutenção de um estado psicológico marcado pelo bem-estar.

Sopre a ansiedade para longe.
A receita é imbatível contra temores pelo que ainda nem aconteceu, além de bastante eficaz no combate à insônia. Separe uns dez minutos do seu dia, não importa o horário - pode ser, inclusive, no pico de uma situação superestressante. Comece só prestando atenção no ritmo em que o ar entra e sai dos pulmões. Aos poucos, vá controlando este intervalo, até que ele se torne bem espaçado: tente contar até dez enquanto puxa e, depois, quando solta a respiração. Fazendo inalações mais prolongadas, você fortalece todo o seu corpo e acalma a mente. Com isso, as preocupações, por mais terríveis que sejam, acabam amenizadas, já que a energia passa a circular melhor por todo o organismo.

Respirações fortes e intensas
Contornar os sintomas depressivos com a respiração é muito simples. A falta de disposição desaparece, caso você consiga manter um ritmo mais intenso enquanto realiza as inalações e as exalações. A ideia é não apenas respirar com grande velocidade, mas com bastante vigor, puxando e soltando a máxima quantidade de ar possível a cada tentativa. Mantenha o pique por dois minutos e descanse. Repita mais duas vezes. Não se assuste caso venha a sentir tonturas, a sensação é normal - e devida ao excesso de oxigênio que, de repente, passa a percorrer o organismo.

Não é lógico viver assim
Até para quem não consegue dar um passo à frente sem medir todos os prós e contras dessa atitude existem uma respiração ideal. As pessoas que têm o lado racional extremamente desenvolvido (e sofrem maquinando sobre tudo o que acontece ao redor) devem estimular a respiração com a narina esquerda, conectada com o a região do cérebro ligada às emoções. Funciona assim: com um dos dedos, tape a narina direita e faça 30 respirações (inalação, seguida de exalação) somente com a narina esquerda. O exercício será seguido de uma sensação de refrescância e calma.

Emoção demais, não há quem aguente
Aqui, vale o contrário do treino acima. Se você derrama lágrimas até pela grama cortada e se descabela por qualquer bobagem, a dica é estimular um pouco mais o seu lado racional, favorecendo um estado de equilíbrio entre ele e suas desenvolvidíssimas emoções. Com um dos dedos, tape a narina esquerda e faça 30 respirações (inalação seguida de exalação) apenas com a narina direita. O efeito aquecedor desta prática irá ajudar na busca por análises mais racionais das situações impostas pelo dia-a-dia.


Fonte: Site Minha Vida

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

ROMANCISTA CRISTOVÃO TEZZA FAZ NA ABL A PALESTRA DE ENCERRAMENTO DO CICLO “REALISMO EM QUESTÃO’” SOB COORDENAÇÃO DO ACADÊMICO GERALDO CARNEIRO

A Academia Brasileira de Letras encerra seu Ciclo de Conferências do mês de agosto de 2017, intitulado Realismo em questão, com palestra do romancista Cristovão Tezza. A coordenação será do Acadêmico e poeta Geraldo Carneiro.

A conferência, intitulada “Literatura e autorrepresentação”, está programada para o dia 29 de agosto, terça-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado, Primeira-Secretária da ABL, é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2017.

Serão fornecidos certificados de frequência.

Acadêmico Geraldo Carneiro convida para o Ciclo de 
conferências "Realismo em questão"

 “De que forma as máscaras de autor e narrador se confundem na obra de ficção? A chamada "autoficção" é um fenômeno contemporâneo ou tem raízes profundas na história literária? O que está em jogo na separação gramatical entre primeira e terceira pessoas e na fronteira subjetiva entre realidade e ficção?”. Estas são algumas das questões centrais que serão abordadas, de acordo com Cristovão Tezza, em sua palestra.

Saiba mais

Cristovão Tezza é autor dos romances Trapo, O fotógrafo, Breve espaço, Um erro emocional, O fantasma da infância, O professor e A tradutora, entre outros. Seu livro O filho eterno, de 2007, recebeu os mais importantes prêmios literários do Brasil, foi publicado em uma dezena de países e adaptado para o cinema. É colunista quinzenal da Folha de S. Paulo. Lançou duas coletâneas de crônicas: Um operário em férias e A máquina de caminhar. Em 2012, publicou O espírito da prosa, sua autobiografia literária.
23/08/2017



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4 AULAS DE GESTÃO ESTRATÉGICA - Fernando Costa

1ª AULA

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:

- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?

O corvo responde:

- Claro, porque não?

O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

2ª AULA

Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo.

Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

3ª AULA

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada mágica.

Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.

O gênio diz:

- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!

- Eu primeiro, eu primeiro, grita um dos funcionários! Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida... Puff e ele foi.

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas! Puff e ele se foi.

Agora você, diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois folgados de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

4ª AULA

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho, ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas terras.

Ao se aproximar lentamente,observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa. Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:

- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.



Portanto,
Antes de falar, escute...
Antes de escrever, pense...
Antes de gastar, ganhe...
Antes de julgar, espere...
Antes de desistir, tente...


Head of IT



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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

O IMORTAL? - Washington Cerqueira

Clique sobre a foto, para vê-la no tamanho original
O imortal?


Talvez seja um entendimento comum, para uns, e para outros não. Posso dizer que no mínimo causa interpretações das mais diversas a figura do “imortal”.

Imortal é o mesmo que dizer que este ou aquele não morrerá? Porque ao se referir a um membro de Academias de Letras, fala-se: Agora, és um imortal!. Mas de que morte estamos falando: da morte física, da moral, dos valores, da coragem, da dedicação, do amor, do caráter, da família, da fé, da caridade, da retidão, da honestidade, do respeito, da tolerância, da paz, da amizade?

Refletindo, pensando, me interrogando, vêm respostas cada vez mais confusas para uma simples inquietação, e quando as rebato, o discernimento indica-me que o simples pode tornar-se confuso, e o confuso muito simples, a depender da forma como se é visualizado. Na minha concepção, a imortalidade de qualquer pessoa, não apenas dos Confrades e Confreiras, se dá no conjunto de atitudes, praticadas antes da Morte Física, esta que apenas deixa alguns quilos de carne que em pouco tempo é tomada pela decomposição e carnificina.

A Imortalidade Plural se dá quando as pessoas se despem de suas Vaidades e procuram exercitar a moral e os bons costumes, cavando masmorras aos vícios, construindo aqui o “Templo” em que gostaria de viver com fé e caridade, respeitando os limites e as fraquezas dos seus semelhantes em nome da Paz do amor, Amor às famílias, respeitando a Pátria e toda a humanidade. Ainda me interrogo: onde está o Ser Imortal? A minha Imortalidade, onde está? E a sua Imortalidade?

Considerando que a Imortalidade esta colocada no infinito, construí-la de forma fracionada, de nada adiantará. Aos acadêmicos (as) resta a consciência de que tudo que se é escrito, o é feito pensando em deixar transparente como contribuição contundente para o bem estar da humanidade. Conclamo a todos de forma coletiva para que em tudo que façam, procurem fazê-lo da melhor forma estando sempre despido da “VAIDADE” que nada mais é que uma carapaça que ilude de forma cruel e perversa àquele que por ela se deixa conduzir.

Ao ler, aproveite o texto como base para uma profunda reflexão. Quem sabe, é possível que Você descubra em que grau de Imortalidade se encontra agora. REFLITA!


Washington Farias Cerqueira

Membro da AGRAL- Academia Grapiúna de Letras.

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COMIGO VOCÊ PECOU - Mírian Warttusch


                       Comigo você pecou



  
Em matizes de um mural, grafitei todo meu sonho;
Desvendei tantas auroras, tive um despertar risonho.
Nada disso me comove, sem você nada sou eu.
Céu se abre, mar se fecha, um sonho bom que morreu.
Nada disso tem sentido sem prova de amor maior.
Quem frustra o outro é pequeno, o que existe de pior.
Veredas, sóis, salamandras, feitiço que extasiou!
Nunca fui de mais ninguém, comigo você pecou…

Sempre que te olhei nos olhos, incrível dizer assim,
Pude ver tanta paixão que tu tinhas sim, por mim.
Hoje eu olhei novamente, e quanta decepção…
Não vi mais amor nenhum, confrangeu meu coração.
Delirantes desvarios, senti sem poder tocar
Nenhuma vez, mais, teu corpo, isto dói, é de matar!
Veredas, sóis, salamandras, feitiço que extasiou!
Nunca fui de mais ninguém, comigo você pecou!

Paradigmas notáveis, amar neste desconforto,
É como perder um filho - que tristeza - num aborto.
Nem bem, se eu tudo quisera, me darias nesta vida;
Já fui eu sei, algum dia, tua mulher preferida.
Sem piedade, desmembraste, cada fibra do meu ser.
Não me deixaste o amanhã, até pra poder morrer.
Veredas, sóis, salamandras, feitiço que extasiou!
Nunca fui de mais ninguém, comigo você pecou!

Mírian Warttusch

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