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terça-feira, 18 de setembro de 2018

O QUE VERDADEIRAMENTE ESTÁ POR TRAZ DO ATENTADO... Paulo Emendabili


"Déjà vu 

por Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa


Acredito que Jair Bolsonaro não somente sobreviva ao martírio a que está sendo submetido, bem como vença as eleições de 2018 à presidência da República.

Acredito também, e isto escrevo com a experiência de quem passou por quatro vezes por situações similares, que Bolsonaro sairá de sua internação outra pessoa, bem mais espiritualizado, reflexivo, ciente que tocou a morte com os dedos e com sua alma.

O mesmo não posso escrever de quem atentou à sua vida.

Não foram Adélio Bispo, Lula, José Dirceu, Boulos, Freixo, Stedile, FHC, Maria do Rosário, PT, PSOL, MST, PSDB, os verdadeiros mandantes e executores do atentado a Bolsonaro.

Essa gente, seus partidos, suas organizações de esquerda, são financiados por alguém infinitamente mais poderoso, alguém que integra um clube seleto de financistas e banqueiros que controlam o parlamento europeu, vários governos espalhados pelo mundo, bancos centrais, e toda a mídia ocidental, e também pelo mundo inteiro.

Do alto dos seus 25 bilhões de dólares norte-americanos líquidos, George Soros entregou nada menos que U$ 19 bilhões para fundar e fazer funcionar a sua organização conhecida como ‘Open Society’ ou, ‘Sociedade Aberta’.

Todos os princípios, ideias, bandeiras, encampadas pelas esquerdas, pelas ONGs, saíram da ‘Open Society’ e foram e vem sendo promovidos por ela.

Todos os partidos de esquerda, seus braços paramilitares, como as FARC, e ONGs, no mundo inteiro, são financiados pela ‘Open Society’, enquanto todo o sistema financeiro e bancos centrais são controlado pela Casa Rothschild, a qual, por sua vez, controla as agências de risco, como a JP Morgan, por exemplo.

Soros, por sua vez, é controlado pelo sistema financeiro internacional, tendo sido ele que, em 1998, traçou uma estratégia de ataque financeiro e monetário ao Brasil, que sofreu uma grande evasão de capitais, provocando o colapso de seu regime cambial, fazendo com que o real perdesse dois terços do seu valor em menos de dois meses, plano este urdido após a moratória russa, fazendo com que, pelo pânico generalizado, investidores resgatassem às pressas seus títulos, sobretudo brasileiros, causando aqui o caos econômico.

Sobre Soros e sua personalidade, além de livros vários, o YOUTUBE traz uma infinidade de vídeos capazes de esclarecer, a quem se interessar, a natureza deste indivíduo vil.

Porém, sobre Soros basta dizer que em sendo judeu húngaro de nascimento, embora se declare ateu, foi ele o braço informativo dos nazistas na Hungria ocupada, então com 14 anos de idade, apontando em quais casas judias havia prataria, ouro, diamantes, obras de arte, dinheiro, tudo o que fosse de interesse econômico para os nazistas, e de quebra, a identidade judaica dos proprietários, propiciando seus envios para Treblinka e Aushwitz...

Indagado pelo ’60 minutes’, em 2007, se não se arrependia de ter feito isso, Soros não somente confessou publicamente que fez sim esta traição com seu próprio povo, bem como justificou-se dizendo que “alguém teria de fazer” e que “não deveria prestar contas a D’us porque não acreditava nele”.

É de um homem assim, poderosíssimo, cruel, frio, traiçoeiro, bilionário, canalha, que estou falando e escrevendo.

Recentemente, Soros determinou ao parlamento europeu que criasse leis que limitassem e fiscalizassem conteúdos publicados nas redes sociais e na WEB em geral, dado o avanço de governos nacionalistas na Europa e no mundo, absolutamente contrários aos seus anseios globalistas de derrubada total dos Estados Nacionais e implantação de um governo de pensamento único universal, exercendo poder absoluto unipolar.

A vitória de Trump nos EUA e seu apoio a Israel, neste momento, é a grande pedra no sapato de Soros e companhia bela, impedindo a implementação global de seu projeto hegemônico, causando nele estertores e exercício de pressão continuada sobre a mídia norte-americana e Congresso, para que o derrubem, via impeachment.

O mesmo está acontecendo com governos nacionalistas que ganharam as eleições na Europa, caso de Salvini, na Itália; de Orban, na Hungria (que aprovou uma lei declarando Soros persona non grata naquele país); além dos governos da Áustria, Polônia e o avanço da direita nacionalista na França (Macron é o bambino d’oro de Soros) e recentemente na Suécia.

Como todos estes seguem a linha de Trump, demonizado pela mídia, caso não consiga, tenham certeza que Trump será alvo dos sicários de Soros, que tentarão matá-lo.

Por aqui, dada a fragilidade do Brasil, informado da inexorabilidade da vitória de Jair Bolsonaro para as presidenciais, sendo ele comparado ao ‘Trump brasileiro’, com a derrota da mídia em conseguir refrear, pela calúnia, pela mentira, pela manipulação popular, a candidatura, de certo determinou aos seus financiados brasileiros, especialmente a classe dirigente do PT, e das esquerdas, de executarem o atentado que, por muito pouco, não teve êxito.

Não à toa Bolsonaro foi internado no Hospital Israelita Albert Einstein, de notória capacidade médica.

O fato que determinou a família Bolsonaro a preferir o Einstein está umbilicalmente ligado a atuação de pelo menos 30 quadrilhas criminosas que fazem da Tríplice Fronteira, região em que o Brasil faz divisa com a Argentina e o Paraguai, um território dominado pelo crime organizado internacional.

A organização libanesa Hezbollah, cujo nome significa “Partido de Deus”, financiada por Soros, atua na Tríplice Fronteira em parceria estreita com o Primeiro Comando da Capital (PCC), contrabandeando drogas e, sobretudo, armas, desde 2006.

O crime organizado formado pelo PCC e pelo Hezbollah vem gerando prejuízos para o Brasil que superam a casa dos R$ 500 bilhões nos últimos anos.

Márcio Sérgio Christino, procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo e um dos principais investigadores do PCC no Brasil, afirma que além do tráfico de drogas produzidas em países sul-americanos, como Paraguai e Colômbia, a aliança do PCC com o Hezbollah domina o contrabando de cigarros para o Brasil e de armas para o tráfico interno e para o exterior.

A vitória de Bolsonaro é uma temeridade para essa gente, que o quer simplesmente morto, dado que empenhará toda a força do Estado para desmantelar o PCC e desarticular sua parceria com o Hezbollah, expulsando-o do Brasil com a ajuda de Israel.

Por isso o Mossad, neste momento, em colaboração com a PF, está monitorando atividades que visem atentar contra a vida de Bolsonaro, visto o fracasso do atentado e a sua manutenção na liderança das pesquisas.

Portanto, tenho comigo a certeza que Bolsonaro, vencendo as eleições e superando as sequelas deste atentado urdido dentro e fora do Brasil contra ele, nunca mais poderá dar as costas para o inimigo, porque não pararão de buscar atingir o alvo.

Deverá ele, pois, bem como todos os líderes políticos nacionalistas que citei, tomar todos os cuidados doravante, pois que se tem a certeza que suas vidas estarão em risco continuado enquanto exercerem poder.

Prudência e canja de galinha, nunca fizeram mal a ninguém, já dizia minha avó...

Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa – 13 de setembro de 2018."
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Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa

Cirurgião-Dentista graduado como Clínico Geral pela atual Universidade Metodista de São Bernardo do Campo em 1987 - CRO/SP 36.941
Atuou na área de Cirurgia Oral de Urgência na Rede Pública Municipal de Saúde nos Prontos-Socorros e Hospitais do Município de São Paulo,  a partir de 1988
Pós-graduando na I Turma de Harmonização Facial do IBOP - Instituto Braga de Odontologia e Pesquisa - São Paulo - Capital


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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

EXCLUSIVO - A ANÁLISE DE UM ATENTADO


Análise dos cenários antes e pós-atentado ao candidato Jair Bolsonaro

10 de Setembro, 2018 ( Brasília )

Nelson Düring
Editor-chefe DefesaNet
 
Local, Juiz de Fora, estado de Minas Gerais, 06 Setembro 2018. O ponteiro dos segundos gira e os minutos funcionam como uma chamada para a entrada em rede das principais agências de Inteligência do mundo, com foco na cidade mineira.
São 15h30 / 31 / 32....

O candidato Bolsonaro cumpre mais um evento na cidade mineira com uma caminhada, com seus correligionários, no coração comercial a Rua Halfeld.
A presa e o caçador - A imagem é do fotógrado do Estadão, Fábio Motta, que acompanha a agenda do presidenciável.

Junto à massa de seus seguidores há ADÉLIO BISPO DE OLIVEIRA, que estava próximo à segurança do candidato e arremeteu desferindo uma estocada, com uma faca de cozinha, no ventre do candidato, que no momento era carregado nos ombros por seus apoiadores. 

O atentado ao candidato à Presidência da República Jair Messias Bolsonaro dispara uma série de alertas e questões: Quem atentou? Como? Quais suas Ligações? E uma infinidade de outras perguntas.

A “estória” que temos para as motivações do atentado até o momento é a que consta no INQUÉRITO POLICIAL 0475/2018-4, da Justiça Federal:  
 
"(...)Que perguntado sobre a motivação religiosa, esclarece que recebeu uma ordem de Deus para tirar a vida de BOLSONARO, haja vista que, embora ele se apresente como evangélico, na verdade não é nada disso; Que questionado sobre a motivação política, informa que o interrogado defende a ideologia de esquerda, enquanto o Candidato Jair Bolsonaro defende ideologia diametralmente oposta, ou seja, de extrema direita; Que se considera um autor da esquerda moderada; Que BOLSONARO, defende o extermínio de homossexuais, negros, pobres e índios, situação que discorda radicalmente ( ....) Que declara que não foi contratado por ninguém para atentar contra a vida do Candidato; Que não recebeu o auxílio de ninguém para o intento criminoso (...)" (trechos do depoimento prestado perante a Autoridade Policial em decorrência da prisão em flagrante)

Uma estória perfeita para justificar o ataque e que a imprensa encampou no primeiro momento. Trata-se de um “Justiceiro Social”.

DefesaNet analisou e obteve uma série de informações que levam a um curso diferente. Seguimos primeiramente: 

1 - O Cenário Politico

De quase “outsider”, com um partido pequeno, sem estrutura partidária, Jair Bolsonaro vinha crescendo nas pesquisas. O crime ocorreu um dia depois de o IBOPE divulgar uma pesquisa em que Jair Bolsonaro aparecia com 22% das intenções de voto, seu maior índice na campanha. A sondagem revelou ainda, que a rejeição ao presidenciável também havia chegado a um patamar inédito: 44% disseram que não votariam nele de forma alguma (anotem este item que é importante).

Neste cenário não haveria receio para o “Establishment” ser ameaçado pela candidatura, que segundo o Datafolha seria batida por todos (Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin menos Fernando Haddad), no segundo turno.

Mas a realidade era diferente:

A – O próprio Grupo Globo procurou uma reunião com Paulo Guedes, guru econômico do futuro governo Bolsonaro. Foi realizada uma reunião de 1h30min com o presidenciável.

B – A claudicante campanha de Geraldo Alckmin (PSDB), levou o setor financeiro a procurar Jair Bolsonaro, e,

C- A possibilidade, já plausível, de a eleição ser decidida no primeiro turno. A junção dos itens B + C são explosivos e necessitam ser detalhados.

A possibilidade de Fraude Eleitoral – O diretor do Datafolha, Mauro Paulino, percorreu, todos os programas de televisão sempre com um mantra: “o índice de rejeição de Bolsonaro o inviabiliza no 2º turno”

Este era o mote que cobriria a fraude a ser implantada no segundo turno, considerando como certa a passagem de Jair Bolsonaro. Pelo menos duas agências de inteligência estrangeiras fizeram chegar a informação ao candidato Bolsonaro desta ameaça. E ele articulava ações internacionais para denunciá-la.
       
2 – O Atacante

O atacante tem um perfil construído com muita riqueza de detalhes para transformá-lo em “Justiceiro Social”. As palavras mais usadas na imprensa após o atentado foram: intolerância, ódio, revolta, etc.

Isto permitiu que a figura de Jair Bolsonaro fosse atacada e desconstruída inúmeras vezes nas horas após o atentado.

As motivações apresentadas sempre deixam uma saída.

Trabalho da FGV Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) sobre a tendência de tuítes após o atentado. Mostra a batalha nas redes sociais.
 

A – Ideologia

Apresenta que o atentado seria uma consequência lógica de reação às posições ideológicas do candidato.

“o interrogado defende a ideologia de esquerda, enquanto o Candidato Jair Bolsonaro defende ideologia diametralmente  oposta, ou seja, de extrema direita”

Porém afirma:

“Que se considera um autor da esquerda moderada”

B - Motivação Religiosa

“Que perguntado sobre a motivação religiosa, esclarece que recebeu uma ordem de Deus para tirar a vida de BOLSONARO.”

Embora se apresente como evangélico.
“na verdade não é nada disso”

C – Justiceiro Social

Que BOLSONARO, defende o extermínio de homossexuais, negros, pobres e índios, situação que discorda radicalmente ( ....)

3 – O Ataque

As cenas do ataque foram vistas por milhões de pessoas, em todo o mundo, e pelos mais diversos ângulos. Mesmo assim indagações surgem a todo instante.

Porém, há a visita ao Clube de Tiro, em Santa Catarina, frequentado pelos filhos do candidato, que pode mudar o curso de investigações tornando-as mais complexas.

“Que declara que não foi contratado por ninguém para atentar contra a vida do Candidato; Que não recebeu o auxílio de ninguém para o intento criminoso (...)"

A Juíza Federal Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, coloca com clareza:

“Ora, não obstante as circunstâncias que envolveram o delito demandem maiores investigações das autoridades policiais, a fim de identificar se houve o envolvimento de terceiros, ou, até o momento, não descartado envolvimento político-partidário; fato é que, a toda evidência, o motivo que imbuiu Adélio foi fútil e inescusável.”

4 – Pós-Atentado

Analisando o Cenário Político e a construção do personagem “Adélio Bispo de Oliveira”, muitas questões surgem. As ações para responder a estas questões começa o pós-atentado.

A – Ao definir pelo sigilo Lei de Segurança Nacional, as autoridades tirarão dos olhos da Sociedade os resultados do andamento das investigações. Talvez o único documento a vir a público foi o do dia 07 Setembro.
   
B – A confusa ação da Polícia Federal passados mais de 72 horas não definiu um Delegado para o caso.
C - As primeiras declarações do Ministro de Segurança, Raul Jungmann, afirmando ser uma ação de “Lobo-Solitário” 
            
DefesaNet tem informações que há o receio de que as investigações sobre o atentado sejam “rifadas” por interesses de grupos políticos e de corporações interessados em negociar assentos no próximo governo, independente de qual for a sigla partidária.

Uma das ações tem sido impor um “stress” à família Bolsonaro e aos membros do partido. Como a Polícia Federal negar segurança à Família Bolsonaro. E a falta de percepção de risco como a do próprio candidato à vice-presidente General Mourão, caminhar sem segurança, no calçadão de Copacabana no domingo, após uma forte posição política na GloboNews, na sexta-feira (07SET2018).

A ação da Rua Halfeld impactará as eleições presidenciais brasileiras de forma clara, mas terão nuances devastadoras e sombrias.

E há indícios que o atentado tenha cunho político-partidário-criminal, com toque de ação de desestabilização de origem externa.

Esta ação de desetabilização é voltada contra todos os candidatos. O Brasil é hoje o campo de uma Guerra Híbrida sem escala.


O jornal Estado de Minas foi o único no Brasil a questionar este importante ponto.

 Matéria Relevante

Acrescentamos esta matéria que traz uma análise fundamental do atual momento brasileiro e os possíveis cenários em um ambiente pós-eleitoral com vitória de qualquer dos candidatos.



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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

BOLSONARO, O ATENTADO ESQUERDISTA, O NOME E O ENDEREÇO DE QUEM PAGA OS ADVOGADOS DO CRIMINOSO


12/09/2018

O candidato a presidente Jair Bolsonaro, muito à frente nas pesquisas eleitorais, foi vítima de um típico atentado político comunista. Alguma dúvida? Então, vejamos:

Segundo a imprensa amestrada, Adelio Bispo de Oliveira, autuado em flagrante, era filiado ao PSOL, partido aliado do PT e tido como uma dissidência mais radical.

Por sua vez, dados básicos sobre o autor do atentado são sonegados pela mídia da esquerda amestrada: o perfil do ativista traçado no Facebook dá conta de que ele, além de cultor do Deus Lula (transformado, segundo a própria divindade, em uma “ideia”), apoia, com igual empenho, o PSOL, o MST, o PSTU e Gleise Hoffman (presidente do PT acusada de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e que já fez invocação ao mundo árabe, dominado por facções terroristas, para libertar o presidiário petista).

Na rede social, Adélio se revela leitor contumaz dos sites “Marxismo-leninismo” e “Coração Vermelho à Esquerda” e ainda das seccionais panfletárias de várias “associações e movimentos sociais”.

Mas o autor do atentado não é apenas um leitor passivo da literatura revolucionaria em trânsito livre na Internet. Ele postou no seu computador fotos em que participa ativamente, no Rio de Janeiro e em São Paulo, de manifestações de rua em favor do “Lula Livre” e das passeatas petistas do “Fora Temer”.

Pior: recentemente, tal qual um Lee Oswald a se exercitar em stands de tiro da KGB, na União Soviética, para assassinar John Kennedy, o ativista Adelio aprimorava sua mira criminosa numa academia de tiro ao alvo em Florianópolis-Santa Catarina.

Outro dado importante – a denunciar o histórico de violência desse admirador de um Lula sempre disposto a “botar o exército de Stédile nas ruas” – são os registros em delegacias policiais de prisões de Adélio por agressões físicas”.

Outro detalhe: em Minas Gerais, o criminoso esquerdista, tido como desempregado, estava hospedado numa pousada de classe média nas proximidades de Juiz de Fora: aguardava, “numa boa”, a passagem da comitiva de Jair Bolsonaro, único candidato a declarar abertamente sua condição de patriota, cristão e anticomunista.

Aqui, a pergunta que se faz é a seguinte: quem financiava as viagens e as estripulias do esquerdista galopante? Quem pagava seus deslocamentos interestaduais e lhe fornecia dinheiro vivo para pagar diárias em hotéis e pousadas?

Qual o nome e endereço de quem paga os quatro (4) advogados do criminoso?

A julgar pelo que se noticia, a Polícia Federal está pedindo em juízo a quebra do sigilo bancário do criminoso. É uma boa medida, mas não basta. Se faz necessário, por exemplo, constatar a veracidade do vídeo em que uma mulher, em meio à multidão, entrega a faca a um homem que, em seguida, a repassa ao autor de atentado. Tal exame é fundamental visto que a mídia amestrada sequer menciona o fato.

O ministro da Segurança Pública de Temer e ex-integrante do Partido Comunista Brasileiro, Raul Jungmann, sempre azeitado em suas falações, disse que o atentado é, basicamente, “um ato isolado de lobo solitário”. Não se pode levar a sério esse tipo de falação. Pelo seguinte: os comunistas, quando matam, planejam a coisa direitinho para atingir seus objetivos e, depois, amaciá-los pelo esquecimento.

Vejam o caso do dissidente León Trotski: o “soba” Joseph Stalin, “pai do povo”, mandou lavar com esmero a cabeça de Ramón Mercader e depois despachou-o para o México, quando, então, o sicário matou a golpe de picareta o criador do exército Vermelho.

(Mercader, ao que se diz, no final da vida foi gozar as delícias tropicais de Havana-Cuba).

No plano interno, temos o escabroso caso de Celso Daniel, prefeito petista de Santo André e tesoureiro da campanha presidencial de Lula, em 2002, assassinado com mais de 10 tiros numa rumorosa queima de arquivo que envolvia propinas grossas desviadas ilegalmente para os cofres do PT, segundo o irmão da vítima.

Curiosamente, as nove (9) testemunhas da morte de Celso Daniel, que poderiam denunciar os mandantes do crime, foram liquidadas, seguidamente, uma atrás outra, inclusive dentro da prisão onde se encontravam.

Os comunistas, sabe-se, têm uma velha tradição de liquidar seus adversários sem pestanejar. Basta consultar seu histórico de crimes e barbaridades. Em geral, em nome da lógica totalitária, em que os fins justificam os meios, eliminam impiedosamente quem ousa enfrentá-los.

PS 1 – Logo após o atentado ao candidato Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas, a terrorista Dilma Rousseff, um poste inventado por Lula, afirmou que o culpado de tudo era a própria vítima, ignorando que o criminoso era cobra criada do serpentário ideológico comunista. O próprio Adelio, que de doido não tem nada, confessou que era de esquerda e queria matar por motivo político e religioso, embora declarasse depois que “não acreditava em nada disso”.

(Os adversários de Bolsonaro dizem que ele prega a violência, Nada mais falso. Bolsonaro prega a necessidade do cidadão se armar diante de bandidos armados, tendo em vista a ausência do Estado). É muito diferente.

PS 2 – Do sempre bem informado Cláudio Humberto, em sua coluna diária: “Após a notícia da tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro, durante sua visita a Juiz de Fora, seguiram-se gargalhadas macabras nas dependências do Ministério dos Direitos Humanos”.

É preciso dizer mais alguma coisa?


Cineasta, jornalista, e autor de livros como ‘A Era Lula‘, ‘Cultura e Desenvolvimento‘ e ‘Politicamente Corretíssimos’, é um dos mais antigos colunistas do Mídia Sem Máscara. Também é conferencista e foi secretário Nacional da Cultura.



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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

A RAIZ DOS ÓDIOS, por Carlos Heitor Cony

A raiz dos ódios


Segundo os entendidos, são mais de 8.000 anos do predomínio dos homens no planeta Terra. Pelo calendário gregoriano, são 2017 anos que o cristianismo, religião dominante no Ocidente, prega a igualdade entre os seres humanos, condenando a violência, o racismo e a superioridade de uma raça sobre a outra.

Infelizmente, o atentado desta semana em Barcelona mostrou, mais uma vez, que a humanidade pode superar a brutalidade de certos animais. Nesse particular, tivemos recentemente os casos mais dolorosos da raça humana: o Holocausto nazista, a tragédia de Guernica (na própria Espanha) e os diversos atentados em várias cidades e regiões do mundo em pleno século 21.

Praticamente a cada ano uma grande cidade é devastada por criminosos que, invocando deuses e territórios, colocam a raça humana no mesmo nível dos animais ferozes. O atentado atribuído até agora ao Estado Islâmico é uma prova de que estamos longe de uma sociedade justa. O noticiário desses dias cita os detalhes da carnificina em Barcelona, que se somam às barbaridades de Londres, Nice, Estocolmo, Berlim, Paris, Bruxelas, Munique, Manchester e outras cidades que consideramos civilizadas.

Nesta semana, os atentados de Barcelona e Charlottesville, invocando a supremacia de uma raça sobre outra, demonstram que em pleno século 21 a sociedade humana não aprendeu nem quis aprender os fundamentos básicos da fraternidade que tornariam o mundo mais justo e digno.

Não adiantaram o sonho de Martin Luther King, Nelson Mandela, Mahatma Gandhi e Jesus Cristo. Com lamentável periodicidade, somos obrigados a admitir o bárbaro estágio em que ainda vivemos.
Infelizmente, o atentado em Barcelona nesta semana não será o último. A raiz dos ódios não foi extirpada dos corações humanos.


Folha de São Paulo (RJ), 20/08/201

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Carlos Heitor Cony - Quinto ocupante da Cadeira nº 3 da ABL, eleito em 23 de março de 2000, na sucessão de Herberto Sales e recebido em 31 de maio de 2000 pelo acadêmico Arnaldo Niskier.

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