Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Igreja Católica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igreja Católica. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de junho de 2022

“Senhor, por que pareceis dormir?”


 

Padre David Francisquini *

 

No último domingo, dia 5 de junho, 50 dias depois da Páscoa, a Santa Igreja celebrou a grande festa da descida do Espírito Santo sobre a Virgem Maria e os Apóstolos reunidos no Cenáculo. Trata-se de uma das datas mais importantes do calendário litúrgico, juntamente com a Páscoa e o Natal.

O termo “Pentecostes” vem do grego pentēkostḗ, que significa “quinquagésimo”, em referência aos 50 dias que se sucedem à Páscoa. No Antigo Testamento, o Pentecostes era celebrado apenas pelos judeus, no fim da última colheita do ano, como forma de agradecer a Deus pela comida. É também conhecida como celebração da Lei de Deus, em memória do dia em que Moisés recebeu as Tábuas com as Leis Sagradas.

Essa festividade aconteceu especificamente na primeira Páscoa depois de o povo de Israel sair da escravidão do Egito e receber os Dez Mandamentos enviados por Deus. Mas, no Antigo Testamento, o dia de Pentecostes é citado com outros nomes, tais como ‘Festa da Colheita ou Sega’ (Êxodo 23.16), ‘Festa das Semanas’ (Deuteronômio 34.22) e ‘Dia das Primícias dos Frutos’ (Números 28.26).

No Novo Testamento, a comemoração de Pentecostes é citada no livro dos Atos dos Apóstolos, no capítulo 2, quando narra o momento em que os apóstolos receberam os dons do Espírito Santo: “Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (Atos dos Apóstolos 2:1-4).

Os fiéis católicos sabem que a festa do divino Espírito Santo é comemorada com toda solenidade e se estende por oito dias. Tão importante é este tempo, que os domingos seguintes estão concatenados entre si e são chamados ‘domingos depois de Pentecostes’. A importância dessa solenidade se acentuou a partir do século IV, e conferiu à Igreja o valor do batismo e da crisma administrados aos catecúmenos na vigília de Pentecostes para aqueles que não os receberam no Sábado Santo.

Com o fato histórico descrito nos Atos dos Apóstolos, fica estabelecida a promulgação solene da verdadeira Igreja de Jesus Cristo, que se dá na difusão do evangelho e administração do Batismo. As línguas de fogo sobre os apóstolos indicam a difusão da verdadeira fé e da palavra de Cristo contidas nos evangelhos e nas epístolas: “ide, pois, ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28, 19). A Igreja, esposa de Jesus Cristo, se inicia pelo esplendor e grandeza desta ação no mundo no dia desta solenidade, onde se encontrava reunidos os discípulos do Senhor.

Com a descida retumbante do Divino Paraclito sobre os apóstolos, estes se tornaram instrumentos eficazes da graça para transmitir em toda a face da Terra a doutrina ensinada por seu Divino Mestre. Não é de estranhar que a vinda do Espírito Santo no Cenáculo deu-se com grande estrondo; com um vento impetuoso e a aparição de destacadas línguas de fogo sobre todos os que se encontravam no recinto sagrado, onde Jesus Cristo instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio católico. Todos ouviram em seus próprios idiomas, com enorme fascínio, o que os apóstolos falavam sobre as maravilhas de Deus.

São Luís Grignion de Montfort, no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, descreve a relação entre o grande acontecimento de Pentecostes e os pregoeiros do Reino de Maria. Fundamenta ele que a ação de Maria no Cenáculo sobre os apóstolos seria semelhante à graça que receberão aqueles que lutarão pela vitória indelével da Igreja em uma era inteiramente marial, pulverizando o processo revolucionário multissecular desencadeado há séculos com o declínio da Cristandade.

Este grande santo francês, que viveu no século XVIII, num momento em que o movimento revolucionário grassava fortemente em toda a França, não por acaso lançou, com um brado pungente, os seus justos e zelosos anseios de ver restabelecida a ordem universal de outros tempos, fazendo ecoar os anseios do salmista: “Levante-se Deus, e sejam dispersados os seus inimigos” (Sl. 67, 1-2); Erguei-vos, Senhor, por que pareceis dormir? Erguei-Vos.

Acalentava São Luís Grignion no mais profundo de sua alma, o ideal profético de instauração de uma civilização ainda mais aperfeiçoada do que a de outrora. Segundo os perenes ensinamentos daquela que é Mãe e Mestra da verdade, a Santa Igreja Católica Apostólica Romana ensina, guia, governa, santifica e define as verdades de Fé com vistas à salvação eterna dos homens, em todos os séculos.

Ao se referir ao reino profetizado por ele, São Luís fala que nessa era marial as almas estarão embebidas do amor de Deus, e serão instrumentos do Espírito Santo para constituir uma era de fogo na qual a face da Terra será renovada pela ação da Santa Igreja. Convém ressaltar o relacionamento existente entre Maria e os apóstolos, unidos em oração no Cenáculo, pois Maria é o elo entre a Igreja e Deus, pois sendo Mãe de Jesus Cristo, tornou-se a Mãe da Igreja.

De fato, o Espírito Santo operou uma transformação naquelas almas, que passaram a difundir as verdades ensinadas por Nosso Senhor. Pela fé, não somente temos certeza na promessa divina de que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja, mas confiamos que algo extraordinário ocorrerá nos tempos atuais, diante da crise na qual Ela se encontra.

De tal modo extraordinário, que é impensável instaurar o Reino de Maria sem a ocorrência de uma ação extraordinária do Espírito Santo sobre as almas. Como pela ação de Maria no Cenáculo foi possível a vinda do Espírito Santo, assim também será em nossos dias, para que os escolhidos sejam verdadeiros condutores para a difusão da verdadeira civilização em toda a face da terra, em que Cristo será o centro e o rei da sociedade temporal e espiritual.

*Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria – Cardoso Moreira (RJ).

https://www.abim.inf.br/senhor-por-que-pareceis-dormir/

* * *

 

 


quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA

8 de dezembro de 2021

 

A Coluna da Imaculada, na Piazza di Spagna (Roma), erguida a 18 de dezembro de 1856 e abençoada pelo Bem-aventurado Pio IX em 8 de setembro de 1857.


Hoje, 8 de dezembro, é festa da Imaculada Conceição, uma das magnas celebrações da Santa Igreja. Neste dia em 1823, na cidade de Ariano di Puglia, os padres dominicanos Gassiti e Pignataro obrigaram satanás, em nome de Deus, provar Imaculada Conceição de Maria, através de um menino de 12 anos, possesso, analfabeto, que estava sendo exorcizado. Obrigado, e muito contra sua vontade, fez satanás com este soneto:

 

Sou verdadeira mãe de um Deus que é Filho

E sou sua filha, ainda ao ser-lhe mãe

Ele de eterno existe e é meu Filho

E eu nasci no tempo e sou sua mãe

                   Ele é meu criador e é meu Filho

                   E eu sou sua criatura e sua mãe

                   Foi divinal prodígio ser meu Filho

                   Um Deus eterno e ter a mim por mãe

O ser da mãe é quase o ser do Filho

Visto que o filho deu o ser a mãe

E foi a mãe que deu o ser ao Filho

                   Se, pois, do Filho deve o ser a mãe

                   Ou há de se dizer manchado o Filho

                   Ou se dirá Imaculada a mãe.

____________

Pio IX, que proclamou o dogma da Imaculada Conceição em 1854, se emocionou ao ler este soneto (Apud. Salve Rainha, pág.147, Caxias do Sul-RG, 1955).

https://www.abim.inf.br/imaculada-conceicao-de-nossa-senhora/

* * *


domingo, 3 de janeiro de 2021

A VERDADEIRA BELEZA ATRAI A JUVENTUDE – II

 


Fachada ocidental da Abadia de Westminster (Londres)

Plinio Maria Solimeo

 

          Cumpro minha promessa voltando ao tema da atração da juventude pela verdadeira beleza das igrejas. O que tratei recentemente, ancorado numa notícia do jornal The Telegraph e comentada pelo Prof. Gabriel Ferreira, da Unisinos, vai na linha do que diz o Conselho Pontifício para a Cultura, no documento Via Pulchritudinis:

            “O caminho da beleza responde ao íntimo desejo de felicidade que reside no coração de cada pessoa. Abrindo horizontes infinitos, leva a pessoa humana a empurrar para fora de si mesmo, desde a rotina do efêmero instante, até o Transcendente e Mistério, e procura, como objetivo final da busca pelo bem-estar e nostalgia total, essa beleza original que é o próprio Deus, criador de toda a beleza”.

            A beleza é uma das mais cativantes perfeições divinas, pois ela nos remete ao Criador e nos leva a amá-Lo. Ensina São Tomás que os seres criados à imagem e semelhança de Deus participam e refletem de algum modo a beleza divina. Os limites de um artigo não permitem uma análise desse transcendental em todos seus aspectos, mas apenas no efeito que se manifesta na arquitetura cristã sobre os jovens de hoje.

           Temos de recorrer ao passado, pois com a abertura da Igreja para o mundo depois do Concílio Vaticano II, praticamente todos os aspectos do campo eclesiástico, como a liturgia, a “música”  sacra, a arquitetura, enfim tudo se sucumbiu à feiúra e ao mau gosto que passaram a dominar as exterioridades da vida religiosa, perdendo todo e qualquer atrativo.

         O que mais surpreende é esse interesse da juventude pelo belo na arquitetura religiosa é universal. A título de exemplo, citamos o que ocorre na Universidade de Santo Tomás de Aquino, em Nebraska/Lincoln. Como grande parte dos seus 25 mil alunos frequentava a missa na capela do Campus, esta se tornou pequena, sendo preciso construir outra.

         Além do bom sinal de crescente religiosidade entre a juventude, algo de espetacular se passou com o projeto da nova capela. Os alunos se interessaram tanto pela construção do templo que procuraram modelos de igrejas tradicionais, sobretudo das que lhes mais agradavam, a fim de dar sugestões sobre seu embelezamento.

         Tanto o bispo responsável pela Universidade quanto os arquitetos do projeto são também partidários de um reviver da arquitetura religiosa clássica. Afirma o bispo Dom John Conley: “Nós pensamos que o estilo e toda a estrutura da igreja de Santo Tomás de Aquino comunicam beleza, e beleza atrai […]. Nós acreditamos que os estudantes serão atraídos por isso. Aliás, eles já estão sendo. Sempre há estudantes rezando lá”.

          Para o arquiteto Kevin Clark, “é incrível ver alunos católicos e não-católicos participarem da beleza física do edifício. Isso faz parte da conversa entre eles, e é uma coisa que intriga. Há uma série de não-católicos com quem me deparo quando estou dando voltas na igreja […]. Eles só querem estar lá, só querem ver aquilo, e a igreja realmente se tornou um elemento capital da cidade”.

         Outro exemplo da abertura dos jovens para a beleza dos edifícios religiosos, ocorreu no Centro Católico da Universidade de St. Paul, em Madison, Wisconsin. Lá também uma nova capela foi construída tendo como objetivo inspirar a beleza da arquitetura católica tradicional. A razão foi a mesma: “os estudantes estão sedentos de beleza”.

         Outro estudo recente mostrou que a beleza era uma das razões mais importantes pelas quais as pessoas vêm e ficam no catolicismo. A construção precisa ser grande, linda e visível o suficiente para que os estudantes percebam isso. Os alunos comentam que seus amigos não entendem como o prédio de concreto cinzento ao lado da livraria [a antiga capela em arte moderna] possa ser uma igreja.         

          Esperemos que esse movimento tão salutar do reviver do interesse pelo belo religioso contagie também os jovens brasileiros, os quais, apesar de tudo, representam maioria da população ainda católica.

 

https://www.abim.inf.br/a-verdadeira-beleza-atrai-a-juventude-ii/

 

 * * *

 

segunda-feira, 29 de junho de 2020

SÃO PEDRO E A CHAVE DO CÉU E A DA TERRA – Plinio Corrêa de Oliveira

29 de junho de 2020 
Neste dia 29 de junho a Santa Igreja celebra a festividade de São Pedro e São Paulo. Em memória desta importante comemoração — hoje tão diminuída e abafada devido ao processo de autodemolição da Igreja promovido pela própria autoridade eclesiástica —, transcrevemos a seguir trecho de uma conferência de Plinio Corrêa de Oliveira de 11-11-1988. 

“Bem no meio da praça de São Pedro, chama a atenção um obelisco — agulha de pedra muito alta, coberta de inscrições egípcias. Os faraós mandavam erigir obeliscos narrando os fatos do reinado deles, ou coisas do gênero. O Egito foi a mais gloriosa das nações antigas, e a Grécia formou grande parte de sua cultura aproveitando elementos da cultura egípcia. Os romanos, por sua vez, inspiraram-se em larga medida na cultura da Grécia. 

Assim, um obelisco no centro daquela praça romana tem muito significado. No alto do obelisco foi colocada uma cruz, simbolizando assim o triunfo da Santa Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo sobre o mundo inteiro. 

E a ideia que preside o conjunto da praça e da Basílica de São Pedro é a representação de uma chave. É muito significativa tal representação em forma de chave, lembrando as chaves do Apóstolo São Pedro –– a chave dos Céus e a da Terra –– o poder exercido no Reino do Céu e, indiretamente, no Reino da Terra!”




quarta-feira, 27 de maio de 2020

QUANDO UMA CONVERSÃO É PROFUNDA – Plinio Maria Solimeo

27 de maio de 2020

 Plinio Maria Solimeo


          Às vezes vemos notícias sobre conversões ao catolicismo de atletas famosos. O que nos surpreende é a seriedade com que os neo convertidos passam a viver a vida religiosa, sendo comum procurarem a forma antiga da liturgia para as suas devoções. John Scott é um desses exemplos. Nascido no Canadá 37 anos atrás, passou sua vida profissional entre seu país e os EUA, onde se formou em engenharia pela Universidade de Michigan. É casado e pai de cinco filhas, incluindo duas gêmeas.

         Scott se tornou conhecido como jogador da Liga Profissional americana de hóquei sobre gelo, a qual move milhões naquele país. Esse esporte é tão violento ou mais que o futebol americano. Por isso, com seus quase dois metros de altura ele se sobrepunha aos adversários. Sua maior notoriedade ocorreu na temporada 2015-16, quando foi escolhido pelos fãs como capitão da equipe da Divisão do Pacífico da Conferência Oeste para o All-Star Game.

 

        Desde criança começou a praticar hóquei, esporte muito popular no Canadá devido à neve. Ele confessa que aprendeu a interagir com outras pessoas por meio do esporte. Como não possuía formação religiosa, o hóquei teria sido para ele a coisa mais próxima de uma religião, pois coloriu a sua visão da vida. Como profissional, Scott adquiriu fama de violento durante os jogos: “Lutar era parte rotineira da minha carreira. Fui pago para proteger meus colegas de equipe, mas gostaria de não ter feito isso”.    

          Universitário, ele conheceu sua futura esposa, Danielle, uma moça católica cuja fé lhe proporcionou uma base estável de vida. Ele estava de algum modo ‘patinando no gelo fino’, pois não tinha uma explicação geral de como o mundo foi montado ou seu significado. Quando pernoitava na casa de sua namorada, dormia no porão, enquanto ela dormia em seu próprio quarto. Iam juntos à missa com os pais dela.

 

        Quando os dois falaram sobre o casamento, Danielle deixou claro que “se eu quisesse me casar, teria de ser na Igreja Católica, e eu teria que concordar em criar nossos filhos como católicos. Depois nos reunimos com um padre e discutimos o compromisso de toda a vida um com o outro, a procriação e instrução das crianças”. Nessa conversa ficou bem claro que o casamento era para toda a vida, que não fariam controle artificial da natalidade, pois a Igreja o proíbe, e deveriam aceitar todos os filhos que Deus mandasse.

         Quando o repórter lhe observa que o tamanho de sua família é maior que o da maioria dos americanos, ele afirma: “É estatisticamente incomum, mas o importante não é ser mediano, mas viver como a Igreja nos ensina a viver, estando abertos à vida”. Ele, com efeito, sabe o que quer e quer o que faz: “Com famílias maiores, há amigos incorporados e oportunidades de abnegação e expansão dos horizontes, há sempre algo para aprender”.

         Embora fosse à Missa com a esposa e seus familiares, John não deu logo o passo decisivo para se tornar católico. Foi só em 2016, quando se aposentou, que ele fez o curso completo de catequização, sendo batizado na Páscoa de 2017. Cumpre salientar que, além de profundos, esses cursos de catequizaçãonos EUA são muito conservadores do que no Brasil. Para ele, os católicos são obrigados a compartilhar a fé, mas, ao mesmo tempo, permitir que cada pessoa tome a própria decisão.

           A família de John Scott adota o homeschooling, ensinando suas filhas em casa. Ele comenta que como estavam com isso perdendo um pouco o senso de comunidade, decidiram procuraram uma paróquia em que houvesse muitas famílias numerosas para se relacionarem. Encontraram então igreja do Santíssimo Rosário, em Cedar, Michigan, conhecida por seus vitrais em estilo gótico e cuja Missa é celebrada com suma reverência no rito extraordinário, além de ser uma rica fonte de catequese familiar.

           Scott comenta: “Somos afortunados por assistir a uma missa solene aos domingos. É gratificante fazer parte dela, com a precisão dos acólitos, o incenso, a música celestial, e a língua usada. Eu até estou aprendendo mais o latim para poder acolitar a Missa”. A igreja tem uma capela de adoração perpétua do Santíssimo Sacramento: “Aguardo com expectativa minha hora semanal de adoração eucarística, que é um período muito valioso para estar na presença direta de Deus”, onde há paz e se obtém ajuda para viver melhor.

         Perguntado sobre as devoções familiares, Scott diz: “Todos nós temos nossas devoções individuais. Mas juntos rezamos um Rosário diário em família, que é a coisa mais importante que todos podemos fazer juntos agora”. Em sua casa foram entronizados o Sagrado Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria, praticam a devoção recomendada em Fátima da Primeira Sexta-feira e o Primeiro Sábado do mês, além das orações da manhã, do Ângelus, e ainda, quando podem, assistem à Missa durante a semana. Essas devoções lhes dão uma sensação de estrutura e lhes recorda a necessidade de pedir ajuda para superar as tentações do mundo e fazer a vontade de Deus.

         Em uma demonstração da profundidade de sua conversão, John Scott fala da pouco praticada devoção ao castíssimo esposo de Maria: “O que também faz todo sentido, especialmente para nós, homens, é aprender mais sobre São José, e confiar em sua ajuda”. Considera São José o modelo de todos os maridos e pais cristãos. Foi ele quem deu o nome a Jesus e salvou-O de Herodes. Seu silêncio foi sua força, liderou e protegeu a Sagrada Família.

         John Scott fala sobre a necessidade de se praticar abertamente a fé: “Este é o momento em que precisamos ouvir mais sobre a grandeza do catolicismo, que oferece uma alternativa ao que ouvimos e vemos tanto hoje. A felicidade do mundo é muito superficial, mas a felicidade do catolicismo é profunda”. Para ele, existem muitos caminhos possíveis para partilhar a fé, mas todos eles são motivados pelo desejo de ajudar as pessoas a encontrar o caminho para o Céu. Essa é a luta que importa. A Igreja Católica, com suas devoções e seus sacramentos, torna isso possível.

         John Scott escreveu sua autobiografia [capa acima], com o título: A Guy Like Me: Fighting to Make the Cut (em tradução livre: Um homem como eu: lutando para fazer a diferença).

 

 http://www.abim.inf.br/quando-uma-conversao-e-profunda/


* * *

 


 

 


quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

VENCENDO AS TREVAS, A LUZ DE CRISTO QUE BRILHA NO NATAL JAMAIS SE EXTINGUIRÁ


terça-feira, 17 de dezembro de 2019



O Natal é comemorado em toda a face da Terra.

Mas, cada povo o comemora a seu próprio modo.
Por quê?
A Igreja Católica, vivendo na alma de povos diferentes, produz maravilhosas e diversas harmonias. Ela é inesgotável em frutos de perfeição e santidade.
Ela é como o sol quando transpõe vidros de cores diferentes. Quando penetra num vitral vermelho, acende um rubi; num fragmento de vitral verde, faz fulgurar uma esmeralda!

O gênio da Igreja passando pelos povos alemães produz algo único; passando pelo povo espanhol faz uma outra coisa inconfundível e admirável, e depois mais aquilo e aquilo outro num outro povo, num outro continente, numa outra raça.

No fundo é a Igreja iluminando, abençoando por toda parte. É Deus que na Sua Igreja realiza maravilhas da festa de Natal.

Canta a liturgia : “Puer natus est nobis, et Filius datur est nobis...”

“Um Menino nasceu para nós, e o Filho de Deus nos foi dado.

“Cujo império repousa sobre seus ombros e o seu nome é o Anjo do Grande Conselho”.

“Cantai a Deus um cântico novo, porque fez maravilhas”.

Aquele Menino nos foi dado — e que Menino! Então, cantemos a Deus um cântico novo.

O Natal do católico é sereno, cheio de significado, e ao mesmo tempo elevado como o interior de uma igreja!

A vitalidade inesgotável da festa natalina é sobrenatural, produz na alma católica uma paz profunda, uma sede insaciável de heroísmo, e um voltar-se completamente para as coisas do Céu.

No Natal, a graça da Igreja brilha de um modo especial na alma de cada católico. E de cada povo que conserva algo de católico na face da Terra inspirando incontáveis formas de comemorar o nascimento do Redentor!

Porque a Igreja é a alma de todos os Natais da Terra!

Vídeo:



Luis Dufaur

* * *

quinta-feira, 25 de julho de 2019

MODERNIZAÇÃO ESVAZIOU DE ECLESIÁSTICOS A IGREJA CATÓLICA


25 de julho de 2019

Depois de 500 anos de vida consagrada, o convento do Socorro de Sevilha fecha suas portas

Na era pós-conciliar, foi assombroso na Espanha o número de apostasias sacerdotais, mosteiros fechados e seminários abandonados.
Em 2018 foram ordenados apenas 135 padres, quando na década de 60 eram mais de 8.000 por ano.
Em regiões rurais, um único padre deve cuidar de uma dezena de cidades.
Laura Lara, historiadora das religiões, aponta que uma causa relevante para essa decadência foi a laicização da Igreja, pois a dimensão sobrenatural foi abafada.
Marqueteiros bem pagos tentam atrair jovens com sedutores slogans, mas as vocações sinceras procuram os seminários e conventos com disciplina e doutrina tradicionais, onde se formam almas que combatem as insídias do mundo, demônio e carne. Esses pressagiam uma renovação da Igreja, soprada pela graça de Jesus Cristo e a mediação universal de Nossa Senhora.


* * *

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

A SANTA MISSA E O IMENSO PODER DO SACERDOTE - Padre David Francisquini


6 de dezembro de 2018
♦  Padre David Francisquini *

Tanto pelo seu cerimonial quanto pelo sacrifício que nela se realiza — a renovação e perpetuação do próprio holocausto do Calvário —, a Santa Missa é um mistério tão sublime, que sua grandeza e esplendor, sua santidade e profundidade, sua nobreza e excelência ultrapassam o conhecimento dos mortais. No entanto, tudo isso está contido nessa celebração que é o centro da Igreja Católica Apostólica Romana enquanto instituição divina.

A Missa, por sua ação sacrifical, representa simbolismo único ao indicar que o próprio Deus enviou a Vítima para redimir e salvar o gênero humano. No Gólgota, Jesus Cristo morreu uma só vez por todos, com o derramamento de seu sangue e de sua morte física. No altar, essa imolação é renovada diariamente de forma incruenta, e os seus infinitos frutos são aplicados aos membros da Igreja, misticamente, sob as espécies do pão e do vinho.

O santo sacrifício tem por finalidade honrar a Deus como convém num ato de adoração, render-Lhe graças pelos benefícios recebidos, aplacá-Lo e dar-Lhe a devida satisfação pelos nossos pecados,a fim de alcançarmos todas as graças necessárias à nossa eterna salvação.

Missa significa enviada, de acordo com São Tomás de Aquino. “Ide, o envio está feito”, ou, no sentido literal, “ide, foi enviada”. Daí deriva o nome de missa. “Ite missa est“, a Vítima é enviada por meio de um Anjo para que seja aceita por Deus.

Nesse ato litúrgico adornado e enriquecido por sinais, gestos, orações, reverências e cruzes há uma beleza encantadora para a piedade cristã. O que se realiza não são apenas simbolismos, mas uma realidade, pois o próprio Cristo é sacerdote e vítima, através da ação ministerial do celebrante. Até as alfaias sacerdotais utilizadas nesse cerimonial embelezam a Missa, pela variedade de simbolismos. O sinal da cruz na casula do paramento românico [foto acima] indica tratar-se de um sacrifício que está sendo renovado.

Cabe salientar que a Missa tradicional é de uma riqueza incomparável no campo litúrgico, exegético, moral e teológico, constituindo um verdadeiro tratado dessas matérias. Ela invoca a intercessão dos santos, da Virgem Maria e dos santos exponenciais do sacrifício do Antigo Testamento, que se perpetua ao longo dos séculos.

Com efeito, não há um ato mais excelente na Terra do que a Missa, por se tratar do sacrifício do Homem-Deus que se renova em nossos altares debaixo das espécies do pão e do vinho, sendo o sacrifício da antiga Lei prefigura do sacrifício de Cristo. Por isso exclamava o Salmista que suas delícias estavam na casa de Deus, a alegria da sua juventude.

Então, o júbilo dos filhos de Deus é o de se encontrar com o Senhor dos Exércitos, que Se imola e Se oferece a Deus Pai. Ao estarem na casa do Senhor, seus pés não param, porque a casa de Deus está edificada como uma cidade cujas partes estão em perfeita e mútua união.

Em seu livro As excelências da Santa Missa, São Leonardo de Porto-Maurício, da Ordem dos Frades Menores, narra que Santo Isidoro, simples lavrador [ao lado, sua imagem em azulejos] , tomava o cuidado de nunca faltar à Missa pelas manhãs. Deus, para demonstrar-lhe o quanto prezava essa devoção, mandava seus anjos lavrar o campo de Isidoro enquanto ele se encontrava na igreja.

Não é de esperar que Deus faça para o comum dos fiéis milagres tão sensíveis e de tal monta, mas de muitas maneiras irá Ele recompensá-los por esse ato de piedade.

Outro exemplo citado na mesma obra é o de São Venceslau, Rei da Boêmia, que com muita humildade fazia questão de acolitar diariamente a Missa. Além de presentear as igrejas com joias preciosas de seu tesouro, costumava confeccionar com as próprias mãos as hóstias destinadas ao Santo Sacrifício. E sem diminuir em nada a sua dignidade real, cultivava um trigal, e desde a preparação da terra até a colheita, ele próprio moía os grãos, preparava a farinha e as hóstias e as apresentava aos sacerdotes para se tornarem o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus Cristo.

Como é bom o Senhor, que fez maravilhas e Se entregou a nós em sacrifício para expiação dos nossos pecados! Não há como explicar e nem sequer realçar a grandeza do sacerdócio católico, porque é outro Cristo que imola em união com Ele esse sacrifício perene que liga Deus aos homens. Com efeito, nem os Anjos possuem tal poder.
____________
(*) Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria (RJ).



* * *

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

MÜLLER DESAFIA O PAPA A UM DEBATE FORMAL SOBRE AMORIS LAETITIA

27 Setembro 2017
Ainda ressentido por ter sido demitido como prefeito da Doutrina da Fé, Gerhard Müller vai por todos os lados. O cardeal ultraconservador desafiou o Papa Francisco a um debate teológico formal sobre o conteúdo de Amoris Laetitia, em uma tentativa de aproveitar uma hipotética fragilidade do Pontífice, após a “correção filial” a seu magistério, que se tornou pública neste final de semana.

A reportagem é de Cameron Doody, publicada por Religión Digital, 26-09-2017. A tradução é do Cepat.

O purpurado alemão divulgou seu plano, nesta terça-feira, ao vaticanista do National Catholic Register, Edward Pentin. Em essência, a proposta de Müller pretende colocar fim à “situação séria” que foi criada após a publicação dos dubia dos quatro cardeais e as acusações de “heresias” desta meia centena de teólogos e acadêmicos.

Para conseguir seu objetivo, o cardeal gostaria que o Papa Francisco nomeasse um grupo de cardeais para defender sua postura, ao vivo, diante dos argumentos de seus detratores, em uma espécie de debate formal, conhecido na Idade Média como uma “disputa teológica” (disputatio).

O debate, sugeriu Müller, poderia ser feito com “alguns representantes proeminentes” dos dubia ou da “correção filial”, ou com os dois. O debate seria regido pelas normas estabelecidas há séculos para tais tipos de discussões acadêmicas, e teria como finalidade a descoberta das supostas verdades teológicas, mediante uma análise pormenorizada das Escrituras, da lei canônica e de outras fontes dos dogmas católicos. No centro estariam “as diferentes e, às vezes, controvertidas interpretações de algumas declarações no capítulo 8 de Amoris Laetitia”, nas palavras do próprio Müller. 

Segundo o que revelou a Pentin, Müller está convencido de que, ainda que o Papamereça 
“um pleno respeito”, os críticos “honestos” também “merecem uma resposta convincente”. O purpurado acredita que o debate formal pode ser uma maneira de promover o que a Igreja realmente necessita nesta conjuntura, ou seja, “mais diálogo e confiança recíproca”, ao invés de “polarização e polêmica”.

“Temos que evitar um novo cisma e separações da única Igreja católica, cujo princípio permanente e cuja fundação de sua unidade e comunhão em Jesus Cristo é o Papa atual, Francisco, e todos os bispos em comunhão com ele”, finalizou Müller.

 Leia mais





* * *

quarta-feira, 1 de março de 2017

“NÃO SE DÊ APARÊNCIA DE SACRAMENTO A UNIÕES ILEGÍTIMAS”

1 de março de 2017
Plinio Maria Solimeo


         A instituição do matrimônio está hoje agonizante e ficando coisa do passado. Infelizmente são cada vez menos numerosas as moças que sonham com um casamento solene na Igreja, que marcava toda uma vida.

Em países outrora maciçamente católicos, como a Espanha, o número dos que se casam na Igreja gira em torno de 25% do total das uniões. E cremos que no Brasil será o mesmo, senão menor.

Como, apesar dos pesares, o catolicismo ainda marca a vida corrente em nossa nação, muitos casais em segunda ou terceira núpcias procuram dar à sua nova união uma aparência de casamento religioso. Com isso querem receber pelo menos uma bênção do sacerdote, numa cerimônia semelhante à do Sacramento do Matrimônio, visando validar assim sua união e dando a impressão de que seu novo casamento foi também legitimado pela Igreja.

É contra essa impostura que se levanta corajosamente o Arcebispo de La Plata, na Argentina, D. Héctor Aguer [foto ao lado], em Carta Pastoral de 28 de janeiro.

O Prelado adverte os sacerdotes de sua arquidiocese: “Quando não é possível celebrar, segundo o rito litúrgico, um matrimônio canônico [isto é, sacramental], deve-se evitar cuidadosamente todo sinal que induza à confusão, quer os próprios supostos contraentes, quer seus familiares, ou o povo de Deus em geral”.

Nesse sentido, D. Héctor desce aos pormenores, para que fique bem claro assunto tão delicado: “Estão proibidas, portanto, as bênçãos de anéis, e mesmo a bênção do casal, já que esta pode levar a pensar que se benze a união concubinária ou adúltera”. Não podia ser mais claro. Ele esclarece: “Uso estes nomes [concubinária ou adúltera] que hoje resultam antipáticos, porque designam a verdade, embora convenha evitá-los no diálogo pessoal com os peticionários”. Ou seja, quando procurado pelos interessados, o sacerdote deve dizer com delicadeza, mas com firmeza, o preto no branco.

Por isso, “com maior razão estão proibidas as cerimônias no templo, com as aparências que se costumam usar nos casamentos verdadeiros”.

É claro que “toda negativa [a isso] deve ser feita com absoluto respeito, com a máxima serenidade e caridade, sem ofender a ninguém, mas explicando o que significa a celebração nupcial, e o valor do Sacramento do Matrimônio e suas condições de recepção”. Portanto, nada de sofismas.

Quando procurado para atender um caso desses, o que o sacerdote deve fazer? “Em muitos casos os sacerdotes poderão encaminhar à conversão com delicadeza”, e sempre convidar a estes casais a “implorar a misericórdia de Deus, [para que] antecipe o momento de sua graça. Quiçá não faltem [entre os pretendentes] os que estejam em condição de celebrar um casamento canônico”, e só não o fazem por comodismo ou injunção da moda.

Para D. Aguer, isto é uma coisa muito séria, e uma “exigência evangélica e da disciplina da Igreja”. Por isso, os sacerdotes que não obedecerem a estas normas, aos que “incorram na frivolidade”, tornar-se-ão “passíveis das sanções que correspondam a cada caso”.

Adverte o corajoso antístite: “Não se manuseiem, nem se malbaratem, sob o pretexto de uma pastoral mal entendida ou por razões sentimentais, as belas e santas realidades de nossa fé. É nosso dever custodiá-las e oferecê-las como dons do Senhor, que elevam e dignificam a pessoa humana”.

É difícil encontrar em nossos dias um documento contundente, que vai tão diretamente contra o “politicamente correto”, que se tornou a norma de conduta. E também contra uma mentalidade, infelizmente muito divulgada, principalmente depois das muitas interpretações da recente (e confusa) Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia[i].

____________



* * *

sábado, 25 de fevereiro de 2017

CURIOSIDADES SOBRE A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

Igreja Católica


1. É a única fundada pessoalmente por Jesus Cristo (Mateus 16,18).

2. É a única que recebeu de Jesus a promessa de ser assistida pelo Espírito Santo para não errar (João 15,21).

3. É a única declarada na Bíblia como “Coluna e fundamento (ou sustentáculo) da verdade” (1Timóteo 3,15).

4. É a única que tem, no mundo, um chefe supremo (papa) escolhido pessoalmente por Jesus, por três vezes com a ordem para apascentar o rebanho de Cristo. (Apascenta as minhas ovelhas – João 21,15,16,17 ).

5. É a única que recebeu pessoalmente de Jesus autoridade para ligar ou desligar tudo na terra, que isso seria aceito no céu (Mateus 16,19 e 18,18).

6. É a única que no século IV selecionou e formou a Bíblia Sagrada e completa que hoje conhecemos, a qual não existia no início da Igreja, até o ano de 381 (A Igreja católica teve autoridade para isso: Mateus 16,19 e 18,18).

7. É a única que recebeu de Jesus a missão de ser “Católica”, isto é, com caráter universal, destinada a acolher em si e evangelizar todos os homens, todas as nações (Mateus 28,19).

8. É a única à qual pertenceram, ou fizeram parte os primeiros cristãos, que morreram assassinados por causa da fé, no início da Igreja, quando a doutrina era conhecida pela tradição e pregação dos apóstolos e seus discípulos antes mesmo de existir a Bíblia.

9. É a única que existiu sozinha por cerca de 1500 anos antes de muitos homens começarem a se desviar da Bíblia e criar heresias fundando, sem autoridade bíblica, novas igrejas com ensinamentos diferentes da fé original.

10. É a única que segue as três fontes de Fé Cristã: a Tradição Apostólica, 1Coríntios 11,2 + 2Tessalonicenses 2,15), o Papa com o Magistério (João 21,15-17 + Mateus 16,18 e 18,18) e a Bíblia criada (selecionada) pela Igreja Católica no ano 381.


11. É a única que detém em si os Grandes Milagres de Deus, os quais desafiam qualquer ciência ou inteligência, mas que se sustentam pela Fé: uma hóstia que se tornou carne humana visível, sem conservantes, exposta ao público por mais de 1200 anos em Lanciano, na Itália. O mesmo ocorreu com o vinho que se tornou sangue visível. Casos idênticos ou parecidos ocorreram noutros lugares; Corpos incorruptíveis sem qualquer intervenção dos homens; A Estampa da Virgem Maria sem tinta, suspensa no ar por 5 mm, sobre uma capa de capim por quase 500 anos, no México, a famosa estampa de Nossa Senhora de Guadalupe; a liquefação do sangue de alguns santos; a língua de Santo Antônio exposta há mais de 700 anos etc. Um único caso de corpo incorruptível que existe na Igreja Anglicana ocorreu no tempo em que ela era católica.

12. A única na qual Jesus instituiu o sacerdócio, dando a eles alguns poderes, dentre os quais o de perdoar ou não os pecados das pessoas. (João 20,22). Nas igrejas que se desviaram do catolicismo, a Ortodoxa e Anglicana o sacerdócio foi mantido válido.

13. Pelo poder e ordem de Jesus transmitido aos bispos e sacerdotes, a Igreja Católica pode celebrar a Eucaristia quando a Hóstia e vinho consagrados se tornam o verdadeiro Corpo e Sangue de Jesus (Isto é o meu Corpo – 1Coríntios 11,24 + Lucas 22,19) e não “símbolo” como ensinam algumas igrejas inventadas por homens. Verdade é que na igreja deles é realmente só símbolo, porque eles não têm sacerdote real nem bispo verdadeiro. Na Igreja Ortodoxa e na Anglicana, a Eucaristia é verdadeira, porque quando se separaram de Roma levaram consigo bispos e sacerdotes.

14. A grande Legião de Apóstolos, Santos, Mártires, que viveram no início do Cristianismo (até hoje), e que são exemplos de fé cristã, fazem parte da Igreja Católica Apostólica Romana e de nenhuma outra que não existiam naquele tempo.

15. É a única que Jesus garante, no Papa, a fé verdadeira. (Eu roguei ao Pai para que tua fé não desfaleça  -Lucas 22,32).



Não mencionado o autor desta seleção

---------------
Enviado do meu smartphone Samsung Galaxy.

* * *