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quinta-feira, 26 de maio de 2022

 ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS REALIZA SESSÃO DA SAUDADE


 

Cumprindo o que preceitua o seu regimento interno, que aduz que quando um dos seus acadêmicos falece, a Academia de Letras de Ilhéus (ALI) deve realizar uma sessão da saudade em sua homenagem, assim foi feito na noite de sexta-feira (20), quando o confrade Mário Augusto Albiani Alves, morto no dia 11 de junho de 2021, em Salvador, foi postumamente homenageado.

A solenidade, que foi presidida pelo acadêmico-presidente Pawlo Cidade (Cadeira 13), ocorreu no Salão Nobre da “Casa de Abel” e contou com a participação de familiares e autoridades, entre elas o juiz e membro da ALI, Antônio Carlos de Souza Hygino (Cadeira 1) e o desembargador Mário Albiani Alves Júnior, que com emoção e reverência discorreram sobre a trajetória do desembargador aposentado, figura importante no meio jurídico baiano.

O ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Mário Augusto Albiani Alves ocupava a Cadeira nº 37 da ALI, cujo patrono é Vasconcelos de Queiroz e fundador Nathan Coutinho, cursou Direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Na função judicante, ele atuou na comarca de Palmeiras, na Chapada Diamantina. Em dezembro de 1989 foi promovido desembargador do TJ-BA e no ano seguinte tornou-se presidente.

Mário Albiani foi também presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab) por sete mandatos, fundou a Escola de Preparação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Epam), em 1987, no ano 1991 assumiu o cargo de governador da Bahia pelo período de 10 dias, durante o governo de Nilo Augusto de Moraes Coelho (15/5/1989 – 15/3/1991).

Na solene e prestigiada sessão, discursou em nome do sodalício o acadêmico Antônio Carlos Hygino, que sobre o confrade Mário Albiani declarou: “Foi um juiz que se destacou por participar do meio social em que vivia, inteirando- -se dos problemas, anseios e aflições da sociedade, com vista a solução dos conflitos e em busca da paz social. Era um conciliador nato e será lembrado pelo seu talento, como o eterno presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA)”.

 

Por Vercil Rodrigues

Advogado, professor e escritor. Membro-fundador da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL), Cadeira1; Membro-idealizador fundador da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA), Cadeira1 e membro da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), Cadeira 21.

E-mails: vercil@jornaldireitos.com

 jornalocompasso@gmail.com

 vercil5@hotmail.com

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Fonte: JORNAL DIREITO, EDIÇÃO 141 – MAIO DE 2022


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segunda-feira, 28 de março de 2022

MANOEL CARLOS DE ALMEIDA NETO TOMA POSSE NA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS



Mesa composta por Vercil Rodrigues (Academia de Letras Jurídicas), René Albagli (Ex-reitora da UESC), Jane Hilda (Secretária Geral), Pawlo Cidade (Presidente da ALI), Tenente Paulo (18º CSM) e Jacson Cupertino (Presidente da OAB/Ilhéus). 

Foto: José Nazal


 



          Autoridades civis, militares, política, amigos, familiares e acadêmicos da casa e das coirmãs Academia Grapiúna de Letras (AGRAL) de Itabuna e da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA), foram prestigiar a posse do mais novo imortal da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), Dr. Manoel Carlos de Almeida Neto, na sexta-feira, 25/3, às 19h na sede da instituição no Centro Histórico.

          O novo membro da “Casa de Abel”, ocupa Cadeira 39, antes pertencente a um dos fundadores da instituição, José Cândido de Carvalho Filho, que foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 


          
A prestigiada solenidade de posse foi presidida pelo acadêmico-presidente Pawlo Cidade (Cadeira 13) e a saudação ao novo membro da Academia de Letras de Ilhéus, ficou a cargo do acadêmico Edvaldo Brito (Cadeira 28), ex-professor de Direito de Manoel Carlos, que na oportunidade fez um breve escorço das Academias de letras, que têm por modelo a “Académie Francaise”, criada em 1635 por Armand-Jean Du Plessis, cardeal de Richelieu, apontando mudanças que ocorreram ao longo desse mais de quatrocentos anos de história. “As academias hoje não são apenas espaço ocupados por literatos, mais o lugar de variadas manifestações artísticas e culturais”.

            Em seu discurso, o agora imortal da ALI destacou o perfil pessoal e profissional do seu antecessor, José Cândido de Carvalho Filho, falecido em abril de 2019, e do patrono da Cadeira 39, o político e jurista baiano José da Silva Lisboa, o Visconde de Cairu.

 

O acadêmico

 


          Manoel Carlos de Almeida Neto é membro da Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (ALJUSBA), onde ocupa a Cadeira 29, que tem como patrono o jurista Orlando Gomes, é também doutor e pós-doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Advogado e vice-presidente da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais da OAB, o novo membro da ALI foi professor da Faculdade de Direito da USP (2020-2022) e da Faculdade de Direito da UESC (2005-2006), secretário-geral da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Obras lançadas

 

          Manoel Carlos é autor das obras “O novo controle de Constitucionalidade Municipal” (editora Forense), “Direito Eleitoral Regulador” (RT), “Juiz Constitucional” (RT), dentre outras. A posse na ALI coincide com o lançamento nacional da sua mais recente obra, “O Colapso das Constituições do Brasil: uma reflexão pela democracia”, considerado pelo ex-presidente da República e membro da Academia Brasileira de Letras, José Sarney, um “trabalho insubstituível na literatura de nosso Direito Constitucional”. Sarney assina o prefácio do livro.

          O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, é outra personalidade a falar do livro. “Com rigor acadêmico e destacada originalidade, esta obra do professor Manoel Carlos de Almeida Neto, fruto de longa e proveitosa pesquisa de pós-doutorado na Faculdade de Direito da USP, revisita os últimos duzentos anos da história político-institucional do país para desvendar os fatores reais do poder que deram vida e decretaram a morte das distintas Constituições brasileiras, propiciando aos leitores uma reflexão sobre as raízes sociológicas determinantes da fragilidade de nossa democracia”, escreveu.

 




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sexta-feira, 29 de outubro de 2021

O ESCRITOR EFSON LIMA É ELEITO PARA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS


O escritor Efson Lima [foto] foi eleito, ontem, dia 28/10, para fazer parte da Academia de Letras de Ilhéus (ALI).  O escritor tem 37 anos, é natural de Itapé e aos 11 anos foi morar na cidade de Ilhéus. Atualmente reside em Salvador, onde trabalha. É advogado e professor universitário. Fez sua formação no ensino superior na Universidade Federal da Bahia, sendo bacharel em direito, em 2012, mestre e doutor na sequência.

A Carta indicativa do escritor para a Academia de Letras de Ilhéus teve a assinatura de doze membros da confraria e, na sequência, o documento foi subscrito pelos demais membros do sodalício, alcançando a maioria absoluta.  O professor Efson lima vai suceder o editor Gumercindo Dórea, na cadeira nº 40. O imortal Gumercindo fundou a Editora e editou  pela primeira vez, escritores como Rubem Fonseca, Nélida Piñon e Fausto Cunha, entre outros que figuram na literatura nacional.

O escritor Efson Lima teve uma infância pobre. Em Ilhéus, trabalhou com a mãe na Feira do Malhado.  Morou no Alto do Coqueiro e no Basílio.  Nas redes sociais, o indicado para ALI, disse que o “morro chegava à Academia”. O escritor sempre esteve próximo da área literária. Na Feira do Malhado, antes de enrolar os litros de dendê, que vendia, lia os jornais velhos compulsivamente. Foi um leitor assíduo de A Tarde, Correio da Bahia, Diário de Ilhéus, Agora, Diário do Sul  e A Região.

No Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães participou da fundação do grêmio e liderou o movimento para nomear o Grêmio Estudantil  com o nome do escritor Hélio Pólvora, ainda vivo o escritor. Na UFBA, com outros colegas, liderou o Projeto Conviver, responsável por promover a inclusão literária de jovens na universidade, sendo organizador de seis livros. É autor do livro “Textos Particulares”. Tem inúmeros poemas publicados em diversas Antologias. Coordena o Projeto Bardos Baianos no Litoral Sul e é um dos criadores do Festival Literário do Sul da Bahia (FLISBA). É coordenador de assistência técnica e inclusão socioprodutiva na SETRE, no Estado da Bahia, sendo responsável pelos 15 Centros Públicos de Economia Solidária (CESOLs) na Bahia. Na Faculdade 2 de Julho foi coordenador de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, entre 2015/2021, criando diversos cursos de extensão e pós na área da cultura e da comunicação.

A Academia de Letras de Ilhéus foi fundada em 1959. É a mais tradicional do interior do Estado da Bahia. Foi fundada no auge da lavoura do cacau e teve participação efetiva de Abel Pereira, Nelson Schaun. Da Confraria fizeram parte escritores famosos, como: Jorge Amado, Adonias Filho, Jorge Medauar, Milton Santos, Sosígenes Costa e de juristas como Orlando Gomes. O mais novo imortal vai estar entre os escritores contemporâneos: Aleilton Fonseca, Cyro de Mattos, Ruy Póvoas, Luh Oliveira, Pawlo Cidade, Vercil Rodrigues, Jane Hilda Badaró, Geraldo Lavigne de Lemos e Neuza Maria Kerner. Ele também vai se encontrar com seus mestres: Arléo Barbosa, Edvaldo Brito e Ramayana Vargens. Agora, o escritor vai pertencer a Casa de Abel, como é chamada a Academia de Letras de Ilhéus.


ASCOM SUL ascomsul@yahoo.com

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

ALITA E ALI Convidam

CONVITE


A Academia de Letras de Itabuna-ALITA e a Academia de Letras de Ilhéus-ALI , irmanadas na homenagem ao confrade Cyro Pereira de Mattos, têm a honra de convidar Vossa Senhoria para a sessão solene destinada a festejar seu ingresso na Academia de Letras da Bahia-ALB.

Data: 21 de outubro de 2016, às 19:30h
Local: Auditório do Hospital Beira Rio
Avenida Aziz Maron – Itabuna

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