— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe
e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do
Homem?”
Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros
que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus
vivo”.
Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de
Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está
no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra
construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu
te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será
ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Paulo
Ricardo:
“Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” (Mt 16,13)
A Igreja, ao unir numa só celebração, duas figuras humanas
tão diferentes - Pedro e Paulo - nos indica o quê pretende com esta festa:
manifestar a obra comum que Deus realizou através deles. Com certeza, a
liturgia descobriu a complementariedade desses dois homens; são um claro
exemplo de que personalidades tão diferentes se revelaram autênticos seguidores
de Jesus.
Foram completamente diferentes na formação pessoal: Pedro
era simplesmente um pescador, sem nenhuma preparação, mas teimoso e sincero.
Paulo era um intelectual. Havia passado pela escola rabínica, onde se envolveu
no estudo profundo da Lei. Um com sua simplicidade e espontaneidade e o outro
com sua agudeza intelectual, constroem a única Igreja. Tanto em Cesareia de
Filipe (Pedro), como no caminho de Damasco (Paulo), Jesus desvela a
originalidade e a diferença de cada um deles (rocha), sobre as quais vai
fundamentar sua nova comunidade. Nada do que é humano foi anulado, mas
integrado no horizonte do seguimento.
Cada um deles seguiu Jesus à sua maneira Por isso, Pedro e
Paulo foram considerados como as colunas da Igreja. Eles são como duas
referências permanentes para a comunidade dos(as) seguidores(as) de Jesus; são
exemplo de fé cristã, no seguimento do Mestre de Nazaré. No final os dois
rubricaram sua fidelidade entregando a própria vida como testemunhas de Jesus
Cristo.
A Igreja, corpo de seguidores(as) de Jesus Cristo, plural e
diversa em seus membros, também é chamada à comunhão na diversidade. Somos
conscientes de viver a difícil alteridade no interior da mesma Igreja.
A fé cristã em Deus, que é uno e trino, aparece como o
primeiro fundamento para acolher a diferença.
O modo original de ser e viver de Jesus também nos motiva a
sair de nós mesmos para acolher o outro diferente como revelação de Deus,
assumir a mudança e encontrar na Eucaristia, o sinal e a fonte da união.
A festa de hoje se apresenta como oportunidade privilegiada
para aprofundar o sentido da “diferença” no interior da comunidade cristã e na
convivência social. Estamos inseridos num contexto religioso e social carregado
de muita intolerância e indiferença, onde prevalece o medo diante de quem é
diferente.
“A diferença é inerente à comunhão na Igreja. É um
elemento da comunhão. A Igreja não é nem eliminação nem soma das ‘diferenças’,
mas comunhão nas mesmas” (J.M Tillard). Assim, ser cristão significa ser
aberto, acolhedor da diferença, sensível à diversidade. Afinal, somos humanos,
seres em caminho, buscadores de sentido, buscadores da verdade e habitados pelo
mesmo Deus, que atua em tudo e em todos. O princípio de alteridade está fundado
no princípio de identidade: podemos nos compreender apesar de sermos
diferentes, porque todos somos seres criados e agraciados por Deus, chamados a
ser habitados por uma verdade que está para além de uma ideia ou doutrina.
Esta é a vocação fundamental de todo ser humano: alimentar
uma relação mútua em cada encontro. Todos trazemos dentro de nós ricas
possibilidades que só podem ser colocadas em movimento quando alguém se
encontra conosco e nos chama à vida, numa verdadeira relação. Somos relação, e
nos fazemos ou desfazemos na relação. Não há um “eu sem um tu” que nos
complementa com a comunhão, que nos une na diferença; esse movimento desvela
nossa própria originalidade, abrindo-nos ao desconhecido e à riqueza do outro.
Tanto a comunhão como a diferença são espaços de crescimento mútuo.
A diversidade nos permite enriquecer-nos, adquirir mais
humanismo. Diferença é expressão inerente ao ser humano, é modo de pensar, de
dizer, de trabalhar, de existir e de conviver. A humanidade diferenciada
torna-se mais dinâmica; o tesouro está precisamente em sua diversidade
criadora. A humanidade é profundamente diversificada em seus talentos, valores
originais e em sua vitalidade.
Daí a importância de aprender a ver o melhor de cada pessoa
e de cada povo, superando as visões estreitas e fundamentalistas de todo tipo
de racismo, xenofobia, desprezo, preconceito, dominação...
Saber conviver com as diferenças é sinal de
maturidade.
Cresce hoje a consciência sobre a diferença do ser humano
como atração, e não como rejeição. A humanidade pós-moderna exige a diversidade
de convivência sociocultural. Não podemos permanecer trancados em redutos que
rejeitam as diferenças existenciais. A humanidade deixou de ser distante para
tornar-se mais próxima, mediante as diferenças, os diálogos e as convergências.
O mundo globalizado não pode ser apenas econômico. É chamado também a respeitar
e a cultivar as diferenças entre as pessoas, as raças, as sociedades e as
nações.
A diversidade racial, cultural, religiosa... supera a
monotonia e oferece a criatividade de muitas formas. A harmonia fecunda entre
as pessoas está na diversidade das diferenças, não na repetição mecânica.
O conformismo repete cópias, mas não facilita a união
autêntica. Sem as diferenças entre pessoas, a sociedade seria apenas um
marasmo. Por isso, as diferenças pluralistas são valores, não anomalias. Além
disso, são sedutoras, não amedrontadoras. A diferença pessoal mantém certo
fascínio.
A diversidade é uma forma de aproximação entre os seres
humanos. E deve ser vista como estimulo, não como estorvo. A diferença do
“outro” deve ser motivo para o encontro e para o enriquecimento mútuo.
Segundo o pensador E. Levinas é a diferença que gera alteridade. O outro
é diversificado e não repetitivo. A visão da diferença mostra que cada ser
pessoal é original. Massificar as pessoas é uma forma de silenciá-las e
dominá-las. Daí a importância e a urgência de aprender a valorizar o que é
próprio e também o que é diferente, esforçando-nos para não transformar as
diferenças normais (geográficas, culturais, de raça, de gênero...) em
desigualdades. É preciso educar e preservar as diferenças humanas.
Deveríamos pensar mais sobre a importância das diferenças
entre os seres humanos. Deveríamos admirar as diferenças pessoais e
grupais, e não lamentá-las. É necessário evitar tudo o que deforma as
diferenças e desenvolver a verdadeira coexistência pessoal, social, científica,
religiosa, ética. Deveríamos remover abusos e vícios que anulam a diferenças.
Perverter a diferença é uma atitude que degrada a pessoa. Valorizar o diferente
e os diferentes implica tratar com cortesia, saber interagir, trabalhar juntos,
respeitar... Diferença não dispersa nem divide, mas provoca convergência
crítica. Promove a unidade lúcida e criativa. Por isso é valor a ser preservado
e a ser desenvolvido, é potencial a ser explicitado.
A questão da «diferença cristã» não toca apenas à relação
entre o cristianismo e o espaço não-cristão. O problema situa-se no interior
mesmo do cristianismo. Viver como «comunidade» implica saber conjugar a
diversidade na unidade. Assim, o cristianismo revela uma multiplicidade de
textos, de ritos, de movimentos, de escolas de espiritualidade, de perspectivas
teológicas; mas também de funções e vocações no interior da comunidade. A
fidelidade, no cristianismo, passa por uma capacidade de integrar a
diversidade.
Somos Igreja, Casa e Povo de Deus, que vive a acolhida
positiva e respeitosa da diversidade de pessoas, carismas, ministérios, funções
e expressões da fé. O reconhecimento desse pluralismo no interior da comunidade
nos instiga a viver uma eclesiologia da comunhão.
Isso nos move a fazer a contínua passagem de uma Igreja que
discrimina os que pensam diferentes, os diversos, os outros... a uma Igreja que
respeita os que seguem sua própria consciência, as outras religiões, os ateus,
as minorias excluídas...; uma Igreja de portas abertas, atenta aos novos sinais
dos tempos, que abra caminhos novos em meio às diferenças, que saia às margens
sociais e existenciais...; uma Igreja jovem e alegre, fermento na sociedade,
com a alegria e a liberdade do Espírito, com luz e transparência...
Texto bíblico: Mt 16,13-19
Na oração: Deus nos ciou “diferentes” e é na “diferença” que
Ele vem ao nosso encontro como chance de enriquecimento vital e de intercâmbio
criativo.
- Deixe-se surpreender pelo Deus da vida que rompe esquemas,
crenças, legalismos, bolhas...;
- O que prevalece em você diante de quem pensa, sente e ama
de maneira “diferente”? intolerância, sectarismo, preconceito, mixo-fobia (medo
de se misturar), xenofobia (medo do estrangeiro);... ou acolhida, proximidade,
convivência...?
Acusado de xenofobia e radicalismo nacionalista, se
reaproximou dos Estados Unidos, do Japão, da China e dos países árabes.
Denunciado de ser nazista, hasteou a bandeira brasileira em
Israel.
Tido por predador ecológico e acusado de não respeitar os
direitos humanos, obteve a reverência e o aval da União Européia, que se curvou
ante a sua firmeza ideológica e coerência política.
Ajusta uma efetiva reaproximação com os BRICS, que com
segurança, não tardará.
Em somente seis meses de Governo, Bolsonaro recolocou o
Brasil no cenário geopolítico, como potência econômica mundial.
Por onde passa está sendo saudado e festejado pela imprensa
e pelos principais líderes do mundo.
Fechou acordos de cooperação jamais sequer imaginados, nas
áreas de tecnologia, aerospacial, aviação, educação, segurança, commodities,
geração de energia limpa.
Mudou o sentido e a direção da nossa diplomacia, executando
nas relações internacionais exatamente o que prometeu que faria: política
externa com foco nos interesses do Brasil. Aproximação e formação de blocos que
geram riqueza e que impactam a nossa economia. Conquista de grandeza econômica
ao invés de expansão ideológica.
Bolívia, Venezuela, Cuba e Irã já são páginas viradas
(embora ainda tenham que pagar os bilhões de dólares que nos devem).
Nas relações internacionais o Governo Bolsonaro está
consagrado e é um estrondoso sucesso, colhendo os melhores resultados da nossa
história.
Não fechou jornais, não prendeu jornalistas, não matou gays
ou lésbicas, não incendiou aldeias indígenas, não exterminou florestas, não
incentivou indústrias poluidoras, não fez toma lá dá cá. Respeita as
instituições. E o melhor de tudo, não mudou de estilo.
Ironizado e transformado em meme pela esquerda derrotada,
recalcada e movida pelo ódio, soube - com humildade - responder aos críticos
com trabalho e obras.
Segue vítima de uma parte da grande imprensa, que
desesperadamente tenta minimizar seus feitos, semear discórdias não existentes
e apontar incoerências na sua coerente conduta.
Aos poucos e a seu modo, está limpando o Brasil recolocando
o verde e amarelo no lugar do vermelho.
A estrela de outrora, que não passava de uma nebulosa
periférica, está substituída por uma constelação de craques, na qual estão
inseridos monumentais homens públicos e cada um dos brasileiros que acreditaram
nesse novo Brasil.
É o "o sol da liberdade em raios fúlgidos" que
brilha "no céu da Pátria nesse instante".
Ah, antes que eu esqueça: e ainda por cima, não custa lembar
que o Lula continua preso...
Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação
em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e
Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.
e geralmente nos surpreende com mais do que pedimos,
pois a nossa habilidade para criar
é limitada pelo nosso atual nível de imaginação,
que está sempre baseado em nosso passado...
Confie que tudo em sua vida
está acontecendo perfeitamente,
ainda que não possa entender
completamente
por que as coisas tinham que mudar,
confie que um dia você compreenderá.
Às vezes as mudanças que surgem são tão grandes que nos
deixam desorientados e alarmados. Um ente querido que se vai subitamente. Uma
carreira que termina de repente. Uma ligação de um amor profundo que se rompe.
Esta é frequentemente a lição de Urano, cortando-nos abruptamente do velho e
nos liberando para o novo. Ou a lição de Plutão, que nos despoja de tudo
quanto é entulho. Entre o velho e o novo, entretanto, está o vazio. E no
vazio podemos sentir uma profunda tristeza.
A tristeza é a primeira fase do vazio. A fase na qual
lamentamos o que está perdido. É um momento doloroso. Mas é também um período
de limpeza, pois cada experiência de tristeza, quando plenamente compreendida,
nos permite fazer uma limpeza profunda de toda a velha dor. Pois em cada
episódio de profunda tristeza, o coração, quebrado, se abre, e a partir desta
abertura, a energia das velhas feridas pode ser liberada. Antigas dores de
vidas passadas, da infância, os desapontamentos da vida atual, tudo o que
esteve energeticamente trancado no coração, pode ser sentido e, eventualmente,
liberado.
Lágrimas, como a água, nos limpam e nos ajudam a manter o
nosso coração aberto. As lágrimas contidas criam um endurecimento e uma
obstrução no coração, o que nos paralisa e nos impede o estado de amor que procuramos
para dar e receber. Este é um momento sagrado e tem o seu propósito de
cura. A segunda fase do vazio é o que acontece quando a tristeza está
quase esgotada. A dor começa a diminuir e nós aceitamos o que é. É quando
surge um vislumbre da nova vida, novos sonhos começam a se formar, como novos
brotos germinam na primavera.
Esta fase do vazio é uma fase de potencial, uma fase
onde começamos a decidir para onde apontarmos a seta, a fim de criarmos o
novo capítulo em nossas vidas. Não importa quão profunda seja a perda, há
sempre um novo capítulo, um novo início esperando. O vazio é o momento no qual
nós começamos a definir a intenção da nova jornada à frente. Ao olharmos o que
já terminou, podemos ver que, talvez, partes disto não fossem um verdadeiro
reflexo de quem nós somos e podemos partir para criarmos algo que melhor
combine com a nossa atual expressão.
Se uma carreira termina, geralmente é porque nós a
superamos. Se um relacionamento termina, geralmente é porque chegou a um
ponto em que teríamos que nos afastar desta pessoa, se quiséssemos evoluir. Até
no caso de entes queridos que se despedem, as Almas geralmente partem pelo
acordo da Alma, quando os contratos que tínhamos com eles, expiraram. Assim,
até nestas situações podemos ver que frequentemente os entes queridos nos
deixam porque eles completaram o que eles vieram fazer, e também para que
possamos ser liberados para avançarmos para novos territórios.
Tão sem sentido quanto alguns de nossos términos possam
parecer, raramente eles são aleatórios e quase sempre acontecem de
modo que possamos ser liberados nas partes da jornada que não podemos seguir
juntos, pelo menos nesta expressão do plano da Terra em particular. Assim, em
algum ponto, enquanto as lágrimas secam, é natural começarmos a aceitar a
jornada à frente, de modo que possamos seguir em direção às novas experiências
que nos acenam..
Se não tivermos certeza para onde ir, se os ventos da
mudança estão soprando, mas o destino ainda não está claro, um modo de
avançarmos é pedirmos que o próximo nível do nosso projeto comece a
ser ativado para que a nossa Alma ajude a atrair para nós todas as
pessoas, situações, oportunidades e experiências que precisamos, a fim de
realizarmos o próximo nível do desdobramento da nossa Alma para esta
existência, no tempo divino e perfeito.
Em breve, os novos passos a tomar se tornarão mais
claros e novos caminhos se abrirão para trilharmos. Observe a
sincronicidade e as portas que logo se abrem repentinamente depois que fazemos
esta solicitação e notem aquelas que se fecham abruptamente. Lembre-se sempre
de almejar as qualidades que você quer criar em sua vida (paz, amor,
tranqüilidade, diversão, emoção) e menos as espécies (um carro, uma casa, uma
viagem), pois as qualidades lhes trará formas através das quais eles possam ser
canalizados, além do que as espécies podem vir até você vazias das energias que
você busca.
Assim, peça as qualidades e veja o que se apresenta. Peça,
por exemplo, uma carreira que seja um canal da expressão da sua alma e o faça
sentir grandioso, ao invés de um emprego com um determinado salário e horário.
Peça um relacionamento que o ilumine, inunde-o com o amor, a conexão e a
felicidade da Alma, e não com um companheiro que preencha uma lista de
coisas exteriores. E deixe o universo escolher os detalhes.
O Universo é muito mais criativo do que nós e
geralmente nos surpreende com mais do que pedimos, pois a nossa habilidade para
criar é limitada pelo nosso atual nível de imaginação, que está sempre baseado
em nosso passado. Confie que tudo em sua vida está acontecendo perfeitamente,
ainda que não possa entender completamente por que as coisas tinham que mudar,
confie que um dia você compreenderá. Há muita pouca aleatoriedade em nossas
vidas.
Nós criamos as nossas próprias realidades sim, mas os
golpes abruptos em nossas vidas são determinados pelos contratos de Alma.
“nossos” contratos de Alma. Somos nós que estamos ainda criando, mas a partir
de um nível mais elevado de ser, que devido ao véu que temos neste plano,
permanece em grande parte inconsciente e que frequentemente parece uma guinada
externa do destino. Mas é sempre a nossa Alma, decidindo que é o momento de
avançarmos, para que experiências novas e mais plenas possam ser trazidas.
Lembre-se de que o objetivo da Alma é continuar a expandir
quem nós somos, assim podemos nos tornar maiores, mais ousados, mais
brilhantes em nossa luz e amor, e em nossa habilidade de canalizarmos a plena
expressão da nossa Alma através do veículo físico. Assim, aceite o vazio como a
oportunidade de expandi-lo e de trazer a expansão a sua vida, para conter mais
da sua verdadeira essência. Viaje totalmente no vazio, sabendo que,
eventualmente, você aterrissará em uma nova praia. E invoque o brilhante amanhã
que o aguarda, para que possa receber a sua próxima aventura no ser. Aguarde
com expectativa a nova vida por vir.