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domingo, 30 de junho de 2019

ALGUMAS FRASES PARA REFLEXÃO


30 de junho de 2019

“Seguir a corrente é covardia, pois é contra as correntes que devemos lutar”
(São Clemente Maria Hofbauer)

“A vida do homem sobre a Terra é uma luta”
(Jó, 7, 1)

“Só tenho a oferecer sangue, fadigas, suor e lágrimas”
(Winston Churchill)

“A luta pela verdade deve ter precedência sobre todas as outras”
(Albert Einstein)

“A luta é, abaixo da oração, a mais alta atividade do homem”
(Plinio Corrêa de Oliveira)

“Quem vence sem perigo, triunfa sem glória”
(Corneille)



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PALAVRA DA SALVAÇÃO (137)


13ª Semana do Tempo Comum – Domingo, 30/06/2019

Anúncio do Evangelho (Mt 16,13-19)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Paulo Ricardo:

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Pedro e Paulo - El Greco

“Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” (Mt 16,13)

A Igreja, ao unir numa só celebração, duas figuras humanas tão diferentes - Pedro e Paulo - nos indica o quê pretende com esta festa: manifestar a obra comum que Deus realizou através deles. Com certeza, a liturgia descobriu a complementariedade desses dois homens; são um claro exemplo de que personalidades tão diferentes se revelaram autênticos seguidores de Jesus.

Foram completamente diferentes na formação pessoal: Pedro era simplesmente um pescador, sem nenhuma preparação, mas teimoso e sincero. Paulo era um intelectual. Havia passado pela escola rabínica, onde se envolveu no estudo profundo da Lei. Um com sua simplicidade e espontaneidade e o outro com sua agudeza intelectual, constroem a única Igreja. Tanto em Cesareia de Filipe (Pedro), como no caminho de Damasco (Paulo), Jesus desvela a originalidade e a diferença de cada um deles (rocha), sobre as quais vai fundamentar sua nova comunidade. Nada do que é humano foi anulado, mas integrado no horizonte do seguimento.

Cada um deles seguiu Jesus à sua maneira Por isso, Pedro e Paulo foram considerados como as colunas da Igreja. Eles são como duas referências permanentes para a comunidade dos(as) seguidores(as) de Jesus; são exemplo de fé cristã, no seguimento do Mestre de Nazaré. No final os dois rubricaram sua fidelidade entregando a própria vida como testemunhas de Jesus Cristo.

A Igreja, corpo de seguidores(as) de Jesus Cristo, plural e diversa em seus membros, também é chamada à comunhão na diversidade. Somos conscientes de viver a difícil alteridade no interior da mesma Igreja.

A fé cristã em Deus, que é uno e trino, aparece como o primeiro fundamento para acolher a diferença.

O modo original de ser e viver de Jesus também nos motiva a sair de nós mesmos para acolher o outro diferente como revelação de Deus, assumir a mudança e encontrar na Eucaristia, o sinal e a fonte da união. 

A festa de hoje se apresenta como oportunidade privilegiada para aprofundar o sentido da “diferença” no interior da comunidade cristã e na convivência social. Estamos inseridos num contexto religioso e social carregado de muita intolerância e indiferença, onde prevalece o medo diante de quem é diferente.

 “A diferença é inerente à comunhão na Igreja. É um elemento da comunhão. A Igreja não é nem eliminação nem soma das ‘diferenças’, mas comunhão nas mesmas” (J.M Tillard). Assim, ser cristão significa ser aberto, acolhedor da diferença, sensível à diversidade. Afinal, somos humanos, seres em caminho, buscadores de sentido, buscadores da verdade e habitados pelo mesmo Deus, que atua em tudo e em todos. O princípio de alteridade está fundado no princípio de identidade: podemos nos compreender apesar de sermos diferentes, porque todos somos seres criados e agraciados por Deus, chamados a ser habitados por uma verdade que está para além de uma ideia ou doutrina.

Esta é a vocação fundamental de todo ser humano: alimentar uma relação mútua em cada encontro. Todos trazemos dentro de nós ricas possibilidades que só podem ser colocadas em movimento quando alguém se encontra conosco e nos chama à vida, numa verdadeira relação. Somos relação, e nos fazemos ou desfazemos na relação.  Não há um “eu sem um tu” que nos complementa com a comunhão, que nos une na diferença; esse movimento desvela nossa própria originalidade, abrindo-nos ao desconhecido e à riqueza do outro. Tanto a comunhão como a diferença são espaços de crescimento mútuo. 

A diversidade nos permite enriquecer-nos, adquirir mais humanismo. Diferença é expressão inerente ao ser humano, é modo de pensar, de dizer, de trabalhar, de existir e de conviver. A humanidade diferenciada torna-se mais dinâmica; o tesouro está precisamente em sua diversidade criadora. A humanidade é profundamente diversificada em seus talentos, valores originais e em sua vitalidade.

Daí a importância de aprender a ver o melhor de cada pessoa e de cada povo, superando as visões estreitas e fundamentalistas de todo tipo de racismo, xenofobia, desprezo, preconceito, dominação...

Saber conviver com as diferenças é sinal de maturidade. 

Cresce hoje a consciência sobre a diferença do ser humano como atração, e não como rejeição. A humanidade pós-moderna exige a diversidade de convivência sociocultural. Não podemos permanecer trancados em redutos que rejeitam as diferenças existenciais. A humanidade deixou de ser distante para tornar-se mais próxima, mediante as diferenças, os diálogos e as convergências. O mundo globalizado não pode ser apenas econômico. É chamado também a respeitar e a cultivar as diferenças entre as pessoas, as raças, as sociedades e as nações. 

A diversidade racial, cultural, religiosa... supera a monotonia e oferece a criatividade de muitas formas. A harmonia fecunda entre as pessoas está na diversidade das diferenças, não na repetição mecânica.

O conformismo repete cópias, mas não facilita a união autêntica. Sem as diferenças entre pessoas, a sociedade seria apenas um marasmo. Por isso, as diferenças pluralistas são valores, não anomalias. Além disso, são sedutoras, não amedrontadoras. A diferença pessoal mantém certo fascínio. 

A diversidade é uma forma de aproximação entre os seres humanos. E deve ser vista como estimulo, não como estorvo. A diferença do “outro” deve ser motivo para o encontro e para o enriquecimento mútuo.  Segundo o pensador E. Levinas é a diferença que gera alteridade. O outro é diversificado e não repetitivo. A visão da diferença mostra que cada ser pessoal é original. Massificar as pessoas é uma forma de silenciá-las e dominá-las. Daí a importância e a urgência de aprender a valorizar o que é próprio e também o que é diferente, esforçando-nos para não transformar as diferenças normais (geográficas, culturais, de raça, de gênero...) em desigualdades. É preciso educar e preservar as diferenças humanas. 

Deveríamos pensar mais sobre a importância das diferenças entre os seres humanos.  Deveríamos admirar as diferenças pessoais e grupais, e não lamentá-las. É necessário evitar tudo o que deforma as diferenças e desenvolver a verdadeira coexistência pessoal, social, científica, religiosa, ética. Deveríamos remover abusos e vícios que anulam a diferenças. Perverter a diferença é uma atitude que degrada a pessoa. Valorizar o diferente e os diferentes implica tratar com cortesia, saber interagir, trabalhar juntos, respeitar... Diferença não dispersa nem divide, mas provoca convergência crítica. Promove a unidade lúcida e criativa. Por isso é valor a ser preservado e a ser desenvolvido, é potencial a ser explicitado.

A questão da «diferença cristã» não toca apenas à relação entre o cristianismo e o espaço não-cristão. O problema situa-se no interior mesmo do cristianismo. Viver como «comunidade» implica saber conjugar a diversidade na unidade. Assim, o cristianismo revela uma multiplicidade de textos, de ritos, de movimentos, de escolas de espiritualidade, de perspectivas teológicas; mas também de funções e vocações no interior da comunidade. A fidelidade, no cristianismo, passa por uma capacidade de integrar a diversidade.

Somos Igreja, Casa e Povo de Deus, que vive a acolhida positiva e respeitosa da diversidade de pessoas, carismas, ministérios, funções e expressões da fé. O reconhecimento desse pluralismo no interior da comunidade nos instiga a viver uma eclesiologia da comunhão. 

Isso nos move a fazer a contínua passagem de uma Igreja que discrimina os que pensam diferentes, os diversos, os outros... a uma Igreja que respeita os que seguem sua própria consciência, as outras religiões, os ateus, as minorias excluídas...; uma Igreja de portas abertas, atenta aos novos sinais dos tempos, que abra caminhos novos em meio às diferenças, que saia às margens sociais e existenciais...; uma Igreja jovem e alegre, fermento na sociedade, com a alegria e a liberdade do Espírito, com luz e transparência...

Texto bíblico:  Mt 16,13-19

Na oração: Deus nos ciou “diferentes” e é na “diferença” que Ele vem ao nosso encontro como chance de enriquecimento vital e de intercâmbio criativo.

- Deixe-se surpreender pelo Deus da vida que rompe esquemas, crenças, legalismos, bolhas...;

- O que prevalece em você diante de quem pensa, sente e ama de maneira “diferente”? intolerância, sectarismo, preconceito, mixo-fobia (medo de se misturar), xenofobia (medo do estrangeiro);... ou acolhida, proximidade, convivência...? 

Pe. Adroaldo Palaoro sj

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AGORA: General Heleno faz discurso impactante em defesa de Sergio Moro d...

sábado, 29 de junho de 2019

BOLSONARO SAI CONSAGRADO DO G-20 E FAZ O MUNDO RESPEITAR O BRASIL!


29/06/2019


Acusado de xenofobia e radicalismo nacionalista, se reaproximou dos Estados Unidos, do Japão, da China e dos países árabes.

Denunciado de ser nazista, hasteou a bandeira brasileira em Israel.

Tido por predador ecológico e acusado de não respeitar os direitos humanos, obteve a reverência e o aval da União Européia, que se curvou ante a sua firmeza ideológica e coerência política.

Ajusta uma efetiva reaproximação com os BRICS, que com segurança, não tardará.

Em somente seis meses de Governo, Bolsonaro recolocou o Brasil no cenário geopolítico, como potência econômica mundial.

Por onde passa está sendo saudado e festejado pela imprensa e pelos principais líderes do mundo.

Fechou acordos de cooperação jamais sequer imaginados, nas áreas de tecnologia, aerospacial, aviação, educação, segurança, commodities, geração de energia limpa.

Mudou o sentido e a direção da nossa diplomacia, executando nas relações internacionais exatamente o que prometeu que faria: política externa com foco nos interesses do Brasil. Aproximação e formação de blocos que geram riqueza e que impactam a nossa economia. Conquista de grandeza econômica ao invés de expansão ideológica.

Bolívia, Venezuela, Cuba e Irã já são páginas viradas (embora ainda tenham que pagar os bilhões de dólares que nos devem).

Nas relações internacionais o Governo Bolsonaro está consagrado e é um estrondoso sucesso, colhendo os melhores resultados da nossa história.

Não fechou jornais, não prendeu jornalistas, não matou gays ou lésbicas, não incendiou aldeias indígenas, não exterminou florestas, não incentivou indústrias poluidoras, não fez toma lá dá cá. Respeita as instituições. E o melhor de tudo, não mudou de estilo.

Ironizado e transformado em meme pela esquerda derrotada, recalcada e movida pelo ódio, soube - com humildade - responder aos críticos com trabalho e obras.

Segue vítima de uma parte da grande imprensa, que desesperadamente tenta minimizar seus feitos, semear discórdias não existentes e apontar incoerências na sua coerente conduta.

Aos poucos e a seu modo, está limpando o Brasil recolocando o verde e amarelo no lugar do vermelho.

A estrela de outrora, que não passava de uma nebulosa periférica, está substituída por uma constelação de craques, na qual estão inseridos monumentais homens públicos e cada um dos brasileiros que acreditaram nesse novo Brasil.

É o "o sol da liberdade em raios fúlgidos" que brilha "no céu da Pátria nesse instante".

Ah, antes que eu esqueça: e ainda por cima, não custa lembar que o Lula continua preso...

Assista ao vídeo:



Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.
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FASES DO VAZIO - Katie Gallanti



O Universo é muito mais criativo do que nós
e geralmente nos surpreende com mais do que pedimos,
pois a nossa habilidade para criar
é limitada pelo nosso atual nível de imaginação,
que está sempre baseado em nosso passado...

Confie que tudo em sua vida
está acontecendo perfeitamente,
ainda que não possa entender
completamente
por que as coisas tinham que mudar,
confie que um dia você compreenderá.




Às vezes as mudanças que surgem são tão grandes que nos deixam desorientados e alarmados. Um ente querido que se vai subitamente. Uma carreira que termina de repente. Uma ligação de um amor profundo que se rompe. Esta é frequentemente a lição de Urano, cortando-nos abruptamente do velho e nos liberando para o novo. Ou a lição de Plutão, que nos despoja de tudo quanto é entulho. Entre o velho e o novo, entretanto, está o vazio. E no vazio podemos sentir uma profunda tristeza.

A tristeza é a primeira fase do vazio. A fase na qual lamentamos o que está perdido. É um momento doloroso. Mas é também um período de limpeza, pois cada experiência de tristeza, quando plenamente compreendida, nos permite fazer uma limpeza profunda de toda a velha dor. Pois em cada episódio de profunda tristeza, o coração, quebrado, se abre, e a partir desta abertura, a energia das velhas feridas pode ser liberada. Antigas dores de vidas passadas, da infância, os desapontamentos da vida atual, tudo o que esteve energeticamente trancado no coração, pode ser sentido e, eventualmente, liberado.

Lágrimas, como a água, nos limpam e nos ajudam a manter o nosso coração aberto. As lágrimas contidas criam um endurecimento e uma obstrução no coração, o que nos paralisa e nos impede o estado de amor que procuramos para dar e receber. Este é um momento sagrado e tem o seu propósito de cura. A segunda fase do vazio é o que acontece quando a tristeza está quase esgotada. A dor começa a diminuir e nós aceitamos o que é. É quando surge um vislumbre da nova vida, novos sonhos começam a se formar, como novos brotos germinam na primavera.

Esta fase do vazio é uma fase de potencial, uma fase onde começamos a decidir para onde apontarmos a seta, a fim de criarmos o novo capítulo em nossas vidas. Não importa quão profunda seja a perda, há sempre um novo capítulo, um novo início esperando. O vazio é o momento no qual nós começamos a definir a intenção da nova jornada à frente. Ao olharmos o que já terminou, podemos ver que, talvez, partes disto não fossem um verdadeiro reflexo de quem nós somos e podemos partir para criarmos algo que melhor combine com a nossa atual expressão.

Se uma carreira termina, geralmente é porque nós a superamos. Se um relacionamento termina, geralmente é porque chegou a um ponto em que teríamos que nos afastar desta pessoa, se quiséssemos evoluir. Até no caso de entes queridos que se despedem, as Almas geralmente partem pelo acordo da Alma, quando os contratos que tínhamos com eles, expiraram. Assim, até nestas situações podemos ver que frequentemente os entes queridos nos deixam porque eles completaram o que eles vieram fazer, e também para que possamos ser liberados para avançarmos para novos territórios.

Tão sem sentido quanto alguns de nossos términos possam parecer, raramente eles são aleatórios e quase sempre acontecem de modo que possamos ser liberados nas partes da jornada que não podemos seguir juntos, pelo menos nesta expressão do plano da Terra em particular. Assim, em algum ponto, enquanto as lágrimas secam, é natural começarmos a aceitar a jornada à frente, de modo que possamos seguir em direção às novas experiências que nos acenam..

Se não tivermos certeza para onde ir, se os ventos da mudança estão soprando, mas o destino ainda não está claro, um modo de avançarmos  é pedirmos que o próximo nível do nosso projeto comece a ser ativado  para que a nossa Alma ajude a atrair para nós todas as pessoas, situações, oportunidades e experiências que precisamos, a fim de realizarmos o próximo nível do desdobramento da nossa Alma para esta existência, no tempo divino e perfeito.

Em breve, os novos passos a tomar se tornarão mais claros e novos caminhos se abrirão para trilharmos. Observe a sincronicidade e as portas que logo se abrem repentinamente depois que fazemos esta solicitação e notem aquelas que se fecham abruptamente. Lembre-se sempre de almejar as qualidades que você quer criar em sua vida (paz, amor, tranqüilidade, diversão, emoção) e menos as espécies (um carro, uma casa, uma viagem), pois as qualidades lhes trará formas através das quais eles possam ser canalizados, além do que as espécies podem vir até você vazias das energias que você busca.

Assim, peça as qualidades e veja o que se apresenta. Peça, por exemplo, uma carreira que seja um canal da expressão da sua alma e o faça sentir grandioso, ao invés de um emprego com um determinado salário e horário. Peça um relacionamento que o ilumine, inunde-o com o amor, a conexão e a felicidade da Alma, e não com um companheiro que preencha uma lista de coisas exteriores. E deixe o universo escolher os detalhes.

O Universo é muito mais criativo do que nós e geralmente nos surpreende com mais do que pedimos, pois a nossa habilidade para criar é limitada pelo nosso atual nível de imaginação, que está sempre baseado em nosso passado. Confie que tudo em sua vida está acontecendo perfeitamente, ainda que não possa entender completamente por que as coisas tinham que mudar, confie que um dia você compreenderá. Há muita pouca aleatoriedade em nossas vidas.

Nós criamos as nossas próprias realidades sim, mas os golpes abruptos em nossas vidas são determinados pelos contratos de Alma. “nossos” contratos de Alma. Somos nós que estamos ainda criando, mas a partir de um nível mais elevado de ser, que devido ao véu que temos neste plano, permanece em grande parte inconsciente e que frequentemente parece uma guinada externa do destino. Mas é sempre a nossa Alma, decidindo que é o momento de avançarmos, para que experiências novas e mais plenas possam ser trazidas.

Lembre-se de que o objetivo da Alma é continuar a expandir quem nós somos, assim podemos nos tornar maiores, mais ousados, mais brilhantes em nossa luz e amor, e em nossa habilidade de canalizarmos a plena expressão da nossa Alma através do veículo físico. Assim, aceite o vazio como a oportunidade de expandi-lo e de trazer a expansão a sua vida, para conter mais da sua verdadeira essência. Viaje totalmente no vazio, sabendo que, eventualmente, você aterrissará em uma nova praia. E invoque o brilhante amanhã que o aguarda, para que possa receber a sua próxima aventura no ser. Aguarde com expectativa a nova vida por vir.


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sexta-feira, 28 de junho de 2019

O CORAÇÃO DE JESUS - Dom Ceslau Stanula



O coração, órgão do corpo humano 
simboliza todos os sentimentos que expressamos no amor.

Neste sentido foi instituída a festa do Sagrado Coração de Jesus, 
para homenagear, louvar e agradecer todo o amor 
que Deus nos tem desde sempre.

Neste sentido, e nestes termos, o Papa Pio XII, escreveu a 
Encíclica para toda a Igreja, "Sobre o Culto ao Sagrado Coração de Jesus" (Haurietis Quas) em 1956, justificando e animando o povo 
a uma devoção sincera ao Sagrado Coração de Jesus.

"Coração de Jesus, rico para todos os que Vos invocam", tende piedade de nós.

Bom dia... 
Com a benção e oração.

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Dom Ceslau Stanula, Bispo Emérito de Itabuna/BA, 
escritor, membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


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28 DE JUNHO - ANIVERSÁRIO DE ILHÉUS




Itabuna Centenária
Eleva uma prece aos céus
Pela vida solidária
Da amada ‘Mãe’ ILHÉUS!...

...E nossa ICAL hoje presta
Sua homenagem singela
E se une à grande festa
Da ‘terra da Gabriela’!

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-ICAL

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