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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

A ESQUERDA ACABOU. SAIBA POR QUÊ - Stephen Kanitz


por Stephen Kanitz.


(Publicado originalmente em http://blog.kanitz.com.br)

A esquerda sempre precisou de dinheiro, de muito dinheiro para se sustentar. A direita por sua vez, não. Isso porque a direita é composta de adolescentes que estudaram quando estudantes, trabalharam quando jovens, pouparam quando adultos, e, portanto, se sustentar não é um grande problema.

A direita progride, enquanto a esquerda protesta nas Ongs e nos cafés filosóficos. Esquerda sempre viveu do dinheiro dos outros. Karl Marx é o seu maior exemplo, sempre viveu às custas de amigos, heranças e do companheiro Friedrich Engels.

Não conheço um esquerdista que não viva às custas do Estado, inclusive os empresários esquerdistas que votam no PT e PSDB e vivem às custas do BNDES. Nos tempos áureos a esquerda tomou para si até países inteiros. China, União Soviética, Cuba, por exemplo, onde a esquerda se locupletou anos a fio com Dachas e Caviar.

Essa esquerda gananciosa foi lentamente sugando a totalidade do Capital Inicial usurpado da sua direita, até virar pó. Foi essa a verdadeira razão do fim do muro de Berlim. A esquerda faliu os Governos que eles apoderaram.

No Brasil, a esquerda também aparelhou e tomou Estados e Municípios, e também conseguiu quebrá-los. Socialistas Fabianos como Delfim Netto, FHC, Maria da Conceição Tavares ainda vivem às custas do Estado com duas ou mais aposentadorias totalmente imorais. Só que o dinheiro grátis acabou.

Sem dinheiro, a esquerda brasileira começou a roubar, roubar e roubar com uma volúpia jamais vista numa democracia. Mas graças à Sergio Moro, até esse canal se fechou para a esquerda brasileira. Sem a Petrobras, as Estatais, o BNDES, o Ministério da Previdência, o Ministério da Educação, a esquerda brasileira não tem mais quem a sustente.

O problema da esquerda hoje é outro e muito mais sério. Como esquerdistas irão se sustentar daqui para a frente? Como artistas plásticos e Estudos de Gênero da FFLCH, apadrinhados políticos, vão se sustentar sem saberem como produzir bens e produtos que a população queira comprar?

Que triste fim para todos vocês que se orgulhavam de pertencer à esquerda brasileira!

Verdade!
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Stephen Kanitz – Consultor e ex-colunista da revista Veja.

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O ANO NOVO BATE NA PORTA – Dom Ceslau Stanula


Mas ainda não abrimos porque, faltam tantas coisas para fechar o balanço final do ano velho...

Chega a meia noite, estouram os champanhes, o céu ilumina tonelada de artefatos.... Uf!...  E ele se foi.... Nem percebi... 

Ah... esqueci de colocar algo tão importante no balanço: o carimbo da gratidão...

 Neste dia a única atitude que nos deva preocupar é colocar o carimbo no balance final do ano que se vai: a GRATIDÃO. 

Obrigado Deus pela minha existência, pelos amigos (as), pelo alimento, pela saúde... Pelo Ano Novo, ao qual agora lhe abro a porta de par em par...

OBRIGADO meu velho, bem-vindo o novo!

Pense nisto... 

Obrigado pela sua amizade.

Bom dia. 

Com a minha oração e benção. 

Dom Ceslau.

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Dom Ceslau Stanula – Bispo Emérito da Diocese de Itabuna-BA, escritor, Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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domingo, 30 de dezembro de 2018

A BÚSSOLA APONTA PARA UM NOVO NORTE - Ênio Mainardi




Bolsonaro já está diplomado, junto com o Mourão. E empossado no primeiro dia de janeiro.


- Recado ao PT: não vai adiantar vocês engendrarem outra tentativa de    assassinato do Bolsonaro. Porque o Mourão pode ser ainda pior para vocês.

- A massa que votou no PT, começou a ouvir o despertador tocar. E muitos  acordarão, entendendo o que um novo Brasil está para acontecer.

- O destronamento do Magno Malta foi um triste aviso, dramático. Ele caiu  em desgraça por agir como os políticos costumavam fazer, no passado.

- A pancadaria da esquerda começou: e como resposta o Coaf provocou  seu próprio suicídio, ao desafiar o governo com velhas bandalheiras.

- O Trump virá ao Brasil, no começo do ano. Um empréstimo já está  ajustado. As engrenagens da nova relação Brasil-Estados Unidos soará  como uma marcha fúnebre para a esquerda. 

- Israel está junto, forma-se agora um novo eixo do poder mundial.

- Cuba treme. O polo comunista que ia se formatando na América do Sul vai  ter que ser duramente revisado, se eles quiserem sobreviver.

- A velha classe política brasileira com seus acordos e corrupções não está  conseguindo pegar uma alça de oportunidade neste novo governo.

- A democracia se alimenta da educação e da renovação política, essa é a  nossa verdadeira revolução. 

- O golpe militar no Brasil já foi dado. E as Forças Armadas revisam    a situação secundária a que foram relegadas nos governos anteriores.

- A Justiça fica cada vez mais forte com o Moro e seu time.

- E o STF está jogando na mesa suas últimas fichas, para garantir posições cada vez mais criticadas pela sociedade: como está, não vai durar.

- A burocracia comunistóide vai cair, despencando como pulgas dedetizadas dos pelos de um cachorro infestado.

- O Brasil dividido em sesmarias corruptas e ONGs vendidas, 
 serão atacadas  e perderão a guerra - com ou sem o apoio de governos    de esquerda.

- A pobreza do povo se contrapõe aos gordos contracheques da classe  política que tornou em lei os seus privilégios. Isso vai acabar.

- A expulsão “diplomática“ do Mais Médicos revelou mais a força corruptora  dos cubanos do que mil discursos demagógicos.

- Aos poucos, a força da esquerda nos meios de comunicação vai diminuir e desaparecer com os cortes nas verbas governamentais. 

- Novas políticas formarão novos homens, dispostos a reerguer o Brasil do pântano em que estava enterrado.

Boa sorte para nós!

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Enio Mainardi (Pindorama24 de maio de 1935) é um publicitáriojornalista e escritor brasileiro, pai do também escritor e jornalista Diogo Mainardi.

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POEMA DE CYRO DE MATTOS FIXADO EM MONUMENTO AO MONSENHOR MOISÉS COUTO


“A gente se sente útil quando nosso fazer literário repercute nos outros”. (Cyro de Mattos).
Poema do Cyro de Mattos fixado no monumento que homenageia o monsenhor Moysés Couto, fundador da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna /BA.


Cyro de Mattos é escritor e poeta. Membro Titular da Academia de Letras da Bahia e do Pen Clube do Brasil. Primeiro Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz.

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PALAVRA DA SALVAÇÃO (111)


Sagrada Família: Jesus, Maria, José – Domingo, 30/12/2019

Anúncio do Evangelho (Lc 2,41-52)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”.
Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?”
Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera.
Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Santo Evangelho:

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Deus resgatou a nossa humanidade no seio de uma família 
Deus quis habitar entre nós, resgatar a nossa humanidade perdida no ventre e no seio de uma família

“Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens” (Lucas 2,51-52).

Hoje, celebramos a Sagrada Família de Nazaré: Jesus, Maria e José. Deus poderia ter escolhido outros caminhos para estar no meio de nós, mas o caminho que salva a humanidade tem um nome, chama-se: família.

Deus, na sua própria natureza é família, a família divina; a Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo é uma família, é o Pai que ama o Filho e do amor do Pai e do Filho brota a força e o poder do Espírito que é derramado sobre toda a humanidade.

Deus criou à nossa imagem e semelhança para que fôssemos família, por isso viemos de uma família e toda a família é sagrada. Deus quis habitar entre nós, resgatar a nossa humanidade perdida no ventre e no seio de uma família.

É preciso acima de tudo e mais do que tudo valorizar, amar, respeitar e cuidar das nossas famílias. Nada mais pode ser sagrado para um pai, para uma mãe e para um filho do que a sua própria família muitas vezes esquecida, deixada de lado ou tratada de qualquer jeito.

Não tem na vida responsabilidade maior do que cuidar da família, transformá-la em um lar sagrado, berço da vida, principalmente da vida nascente, mas é “berço de família” no seu sentido mais amplo e profundo que se deve viver, conviver e brincar, muitas vezes até brigar mas se reconciliar, se perdoar, se amar porque é da família que brota os verdadeiros valores que marcarão para sempre a nossa história.

É na família que aprendemos ou desaprendemos, é na família que se vive a profundidade do amor. Por isso, hoje, no coração de toda a igreja quando se volta a cada dia, mas de modo especial neste domingo volta-se para cuidar e olhar o valor sagrado de cada família.

Não podemos desconsiderar que muitas famílias foram atacadas, dilaceradas, muitas famílias vivem situações difíceis, mas não deixam de ser e ter o seu valor de família.

Cuidemos das famílias que estão caminhando bem, mas cuidemos mais ainda das famílias que enfrentam dificuldades, dramas e situações adversas ao amor divino. Essas famílias não podem ser tratadas como famílias marginalizadas, pelo contrário, elas precisam ser cuidadas como famílias mais amadas, porque ali Jesus quer se fazer também presente.

Que a graça de Deus hoje dê a cada família o valor de se reconhecer como família, de meditar qual é o seu lugar na sociedade enquanto família e que a bênção do Senhor esteja sobre todas as famílias.
Deus abençoe você!
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Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova. Contato: padrerogercn@gmail.com – Facebook


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A FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA – Dom Ceslau Stanula


Nada estranho que dentro das festas natalinas a Igreja coloca a Sagrada Família. Essa festa não destoa das festas natalinas, porque o Natal é  a festa da Família: O Menino nasce na família e alegra todas as famílias. 

Hoje precisamos de modelos para nos espelhar e encorajar. A Família está de todos lados agredida.

A Sagrada família é para nós o exemplo. Ela está tão simples como a nossa, tão natural como a nossa, tão família-escola das virtudes como a nossa, e tão santuário como a nossa... 

Com orgulho defendamos a nossa família e a todas as verdadeiras famílias.

Parabéns a Família! Parabéns à Família Rainha de todas as pastorais. 

Com a benção e oração pela sua família.

Dom Ceslau.



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Dom Ceslau Stanula – Bispo Emérito da Diocese de Itabuna-BA, escritor, Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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sábado, 29 de dezembro de 2018

OZ ERA DOCE E DURO AO MESMO TEMPO, COMO O SABRA, FRUTA TÍPICA DE ISRAEL



Morto aos 79, escritor tinha visão de mundo pautada pela contradição estrutural da vida
28.dez.2018
Luiz Felipe Pondé

A primeira vez que conheci Amós Oz foi no kibbutz Hulda em Israel, no início dos anos 1980, para onde ele foi, muito jovem, para “buscar a si mesmo”.

Em meados dos anos 1990, conversamos de novo por ocasião do bar mitzvá do meu filho, assunto que ele levava muito a sério.

Em 1999, encontrei-o mais uma vez, para entrevistá-lo para a Folha. As tradições judaicas e a história de Israel eram dois temas de suma importância para ele —e que viriam a marcar profundamente sua obra, muito vasta e diversificada. 10 16 Amos Oz
Retrato do escritor, ativista e pacifista israelense Amos Oz em 2011, quando veio ao Brasil para conferências no Rio e em São Paulo, pelos 25 anos da Companhia das Letras.

Tenho em minha memória seu temperamento israelense de forma muito clara, doce e duro ao mesmo tempo, como a fruta típica de Israel sabra, nome dado a quem lá nasce, com casca espinhosa por fora e muito doce por dentro.

Oz costumava dizer que quando tinha certezas escrevia textos políticos; quando não tinha (a maior parte do tempo), escrevia ficção. Sua visão de mundo era pautada pela contradição estrutural da vida, pela sede de doçura que todos temos e pela luta em favor dos compromissos em todos os níveis da vida, afetiva, espiritual, social e política. Nessa chave ele via o interminável conflito entre Israel e palestinos.

Em 2002, Oz escreve “De Amor e Trevas”, filmado em 2015 pela atriz israelense Natalie Portman. Na obra autobiográfica, Oz narra o destino trágico da mãe suicida, e como ele romperá com o passado, a fim de “construir a si mesmo”.

Na narrativa, ele reflete sobre o caráter judaico como condenado a uma diáspora contínua, externa e interna, e o conflito israelense atual como parte dessa história muito antiga dos judeus, de não encontrar paz em lugar nenhum. É nesse processo de busca de si mesmo que Oz acabará por viver no kibbutz Hulda.

Em 2006, ele lança “Como Curar um Fanático”, obra de ensaios que recebeu edições posteriores, assimilando o drama do terrorismo islâmico mais recente. A posição de Oz nessa obra é muito clara: não há paz se as partes cederem a um convívio não pautado pelo “amor mútuo”, mas pela decisão de se comprometerem a tolerar a existência do outro.

Além do tema do compromisso, Oz aqui também enunciará sua máxima (aliás, muito judaica) de que uma das melhores formas de lidar com um fanático é usar de ironia e humor com ele, porque o fanático sofre por se levar muito a sério.

Em 2012, escreve junto com sua filha Fania Oz-Salzberger “Os Judeus e as Palavras”, livro em que os autores descrevem a condição judaica como um povo que vive nas palavras, não em algum “lugar físico”, mas nos espaços semânticos diversos entre o infinito de significados que os livros sagrados judaicos carregam ao longo do tempo. Um povo, por excelência, hermenêutico.

Já em 2014, com “Judas”, Oz “escolhe” o personagem Judas do Novo Testamento como referência para pensar o lugar dos judeus em relação ao outro: o lugar da contradição e do conflito.

Certa vez, Oz me disse que só Deus é único, o resto é sempre múltiplo. Não há como escapar dessa multiplicidade e desse compromisso com ela.



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