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domingo, 17 de fevereiro de 2019

PALAVRA DA SALVAÇÃO (118)


6º Domingo do Tempo Comum – 17/02/2019

Anúncio do Evangelho (Lc 6,17.20-26)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus desceu da montanha com os discípulos e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia.
E, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: “Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus!
Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados!
Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque havereis de rir!
Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome, por causa do Filho do Homem! Alegrai-vos, nesse dia, e exultai, pois será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas.
Mas, ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação! Ai de vós, que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós, que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Paulo Ricardo:

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“E, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: ‘bem-aventurados vós...” (Lc 6,20) 

“Ser feliz”: não há outra meta mais importante na vida de todos nós. De fato, é tão importante que se converteu em um desejo que repetimos de maneira muito frequente e, de forma especial, para as pessoas que mais amamos. Proferimos os votos de felicidade em qualquer evento, em todos os aniversários, no início de cada ano... Não podemos desprezar o excesso de nossas felicitações, por mais rotineiras que nos pareçam. Elas expressam um desejo profundo, talvez o desejo mais íntimo de nós mesmos.

“Que sejas feliz!” Que melhor sentimento que isso podemos desejar a alguém, seja ele(ela) quem for?

A proposta evangélica de felicidade tem algo a nos dizer em nosso momento atual? 

A impressão que temos é que a vivência de muitos cristãos está longe de apresentar a Deus como amigo da felicidade humana, fonte de vida, alegria, saúde; na experiência de fé de muitas pessoas, o seguimento de Jesus, muitas vezes, não se associa com a ideia de “felicidade”.  Predomina, em certos ambientes ou grupos cristãos, uma doutrina dolorida e uma catequese afastada da busca humana da felicidade. O cristianismo se apresentou, durante muito tempo, como a religião da cruz, da dor, do sofrimento, da renúncia, da repressão ao prazer e à felicidade neste mundo.

Diante de tal situação, Jesus, no Evangelho de hoje, afirma categoricamente: “Felizes sois vós!”. Jesus, ao “descer à planície”, promulga seu programa “com” vida, fundado não numa ética de “deveres e obrigações”, mas numa ética de “felicidade e ventura”. Aqui está a surpreendente novidade do projeto oferecido por Jesus. Sem sombra de dúvida, o significado das bem-aventuranças e, portanto, do programa de Jesus, é algo mais humano, mais próximo e mais ao alcance de ser entendido e vivido por qualquer pessoa de boa vontade.

O Evangelho, a “boa notícia”, é o tesouro que enche o ser humano de uma felicidade indescritível. Com efeito, a primeira característica que aparece nas bem-aventuranças é que o programa de Jesus para os seus é um programa de felicidade”. Cada afirmação de Jesus começa com a palavra “makárioi”, “ditosos”. Essa palavra, significa, em grego, a condição de quem está livre de preocupações e atribulações cotidianas.

As bem-aventuranças substituem os mandamentos que proíbem por um anúncio que atrai para a felicidade. E a promessa de felicidade não é para depois da morte. Jesus fala da felicidade nesta vida.

Conhecemos duas listas de Bem-aventuranças: a de Lucas e a de Mateus. São bastante distintas, porque uma fala dos pobres e a outra fala dos pobres “em espírito”; uma fala de fome e outra de fome de “justiça” ... Costuma-se dizer que as Bem-aventuranças de Lucas são bem-aventuranças “de situação”, e as de Mateus são “de atitude”. Ou seja, enquanto Lucas diz: os que se encontram assim, os que estão nesta situação, são bem-aventurados (os que estão chorando, os que tem fome, os que são pobres...), Mateus diz: os que reagem desta maneira diante dos que choram, dos que são pobres, dos que tem fome... são bem-aventurados. É como a atitude que se toma frente aqueles que Lucas descreveu.

Antes de proclamá-las, Jesus vive intensamente as bem-aventuranças; elas são a expressão daquilo que é mais humano no seu interior; elas são seu auto-retrato. Jesus é o bem-aventurado. Ele personaliza tais atitudes: é o pobre, aquele que se comoveu diante da dor e misérias humanas, que expressa uma fome e sede de plenitude e humanização, que é incompreendido e perseguido por causa dos seus sonhos.

O Jesus que os Evangelhos nos apresentam deixa transparecer, permanentemente, um sentimento sereno e agradecido diante da vida. Ele vive apaixonado pelo Reino do Pai; Ele é um homem aberto e próximo das pessoas, com uma enorme capacidade de relação, de maneira especial diante dos mais pobres e excluídos. Mostra uma infinita confiança nas pessoas que encontra, seja qual for sua situação existencial. Ele é o portador definitivo de boas notícias. O evangelho da salvação chega até às barreiras e fronteiras humanas. Seu tempo é tempo de alegria; é a festa das bodas. Jesus nos convida a entrar na nova vida de felicidade e fraternidade. As bem-aventuranças são o caminho da felicidade.

Jesus, ao proclamar “bem-aventurados” os pobres, os famintos, os que choram, os que são perseguidos... jamais quis sacralizar a dor humana. Ao contrário, são bem-aventurados, sim, os pobres, porque, vazios de apegos e cheios de esperança, anunciam o sonho de Deus para a humanidade, uma nova sociedade baseada na solidariedade e na partilha; são bem-aventurados, sim, os famintos, porque trazem nas entranhas a fome de liberdade e sabem que o ser humano e o mundo carregam infinitas possibilidades de crescimento; são bem-aventurados, sim, os que choram porque suas lágrimas  demonstram que eles ainda não perderam a sensibilidade, que eles sentem o mundo como injusto e que, por isso, são verdadeiramente os únicos a sonharem, a buscarem e a lutarem por um mundo novo; são bem-aventurados, sim, os que são perseguidos porque seguem corajosamente a estrela do Reino e são sinal de grande transformação realizada por Deus.

As bem-aventuranças nos revelam que somos habitados por um impulso que nos torna “buscadores de felicidade”. A sociedade de consumo que invadiu tudo, realça a felicidade como a meta imediata de nossas buscas, algo ao qual temos direito e que depende de fatores externos. Esta felicidade é passageira, pois quando a alcançamos, invade de novo a insatisfação, a inquietude, o ressentimento, a inveja... e de novo empreendemos nossa busca. Assim, pois, a felicidade nos escapa quando a buscamos “fora”, como fim em si mesma, para saciar nosso ego insaciável.

A felicidade nasce dentro de nós: daquilo que sentimos, que valorizamos, que vivemos... Por isso, as bem-aventuranças não são algo externo, mas atitudes que plenificam nossos corações. A chave da felicidade está em permitir que se revele o sentido da luminosidade que se encontra no fundo de nosso ser. O que nos tira a energia e nos torna impotentes é afastar-nos desse princípio vital que é o Divino em cada ser.

Ser o que somos, em serenidade e profundo sentido. A felicidade, tal como a verdade e a beleza, ao se revelar a nós, desata a potencialidade daquilo que somos e de tudo o que é. Nesse sentido, felicidade pode ser entendida como um “estado de espírito”; felicidade é viver sem chegada, sem partida; é experimentar uma sensação de renascimento de satisfação interior... ou sentir despertar em si um potencial de bondade, de compaixão, de solidariedade...muitas vezes desconhecida. 

A verdadeira felicidade coincide com a paz interior; é o prazer de descobrir, cada dia, que a vida se inicia novamente em cada amanhecer; é fazer da mesma vida uma grande aventura... Por isso, a felicidade está relacionada com a gratuidade e com a gratidão.

Texto bíblico:  Lc. 6,17.20-26

Na oração: “empalavrar” (pôr em palavras) as bem-aventuranças que brotam do seu coração, aquelas que lhe inspiram e dão sentido à sua existência, como seguidor(a) de Jesus.

Pe. Adroaldo Palaoro sj

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sábado, 16 de fevereiro de 2019

A MÍDIA MAINSTREAM*



Como "02" anteviu e desmontou o plano maquiavélico da Rede Globo 

Se Bebiano não tivesse sido desmascarado na questão da suposta candidatura-laranja que ele, Bebiano e Bivar (ou sabem-se lá quem mais) arrumaram nas vésperas da eleição, para aparentemente desviar R$ 400.000,00, hoje o problema estaria grudado no Presidente da República, e certamente existiria de fato uma crise grave no Governo.

A mídia inteira a partir de agora estaria começando a falar de “crime eleitoral” pelo Presidente, de desvio de dinheiro de campanha (nos moldes de PC Farias/Collor), e a arapuca estaria montada para inviabilizar o governo.

Era de fato um plano maquiavélico. 

Mas Carlos Bolsonaro desmontou a trama. Ao ter capacidade de perceber o perigo que se armava no horizonte para o governo do pai, desmentiu praticamente em tempo real, a notícia veiculada na mídia tradicional (e replicada instantaneamente pelo prestigiado site ‘O Antagonista’) da (inexistente) conversa de Bebiano com Bolsonaro para tratar do assunto da “candidatura-laranja”.

E além de desmentir Bebiano e a mídia, Carlos Bolsonaro ainda divulgou o áudio do pai para provar que não houve qualquer conversa com Bebiano, deixando claro que o problema não seria assunto do Governo e da Presidência da República.

Carlos Bolsonaro, com essa atitude, gerou ódio dos muitos que esperam de fato um enfraquecimento do Governo Bolsonaro, com o aparecimento de crises e o surgimento de motivos para se tentar derrubar o presidente.

E, incrivelmente, hoje a mídia “mainstream”, incluindo-se o próprio ‘O Antagonista’, passou o dia inteiro defendendo a permanência de Bebiano no governo e condenando a atitude de Carlos Bolsonaro.

Com efeito, se ela tivesse bom-senso deveria ter feito justamente o inverso: teria apoiado o afastamento de Bebiano e aplaudido a atitude de um Presidente que, ao menor sinal de algo errado por parte de alguém de sua equipe, o isola do Governo e o demite (o que tudo leva a crer que será feito).

Mas não. A cegueira ideológica dela, mídia “mainstream”, é tão grande, e a raiva que sente pelo fato de a arapuca ter sido desarmada é tão insuportável, que sequer percebe o vexame que passa ao ser tão contraditória.

Assim como o Rei, na fábula, a mídia também ficou nua: passou os anos petistas dizendo arrogantemente, de forma pernóstica, que ministros não podiam ser protegidos, que tinham que ser demitidos ao sinal de “malfeitos”, e agora, justamente quando Bolsonaro age como ela, mídia, sempre disse que se tinha que agir, passa a ser contra a medida do Presidente, passa a defender a permanência do malfeitor no governo.

Carlos Bolsonaro, com uma tuitada e um post no Facebook, de uma só vez blindou o pai no episódio da “candidatura-laranja” e desmascarou tanto a hipocrisia da mídia “mainstream” quanto o seu espírito golpista de querer fabricar crises.

O “02”, ou o “pit-bull”, mostra que tem de fato uma mente preparada para lutar a guerra cultural.

Está apenas começando. Tem muita limpeza a ser feita ainda. Até o final do governo, muito jornalista vai entrar em colapso nervoso.

Repassando...


Texto de Guillermo Federico Piacesi Ramos
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*Mainstream é um conceito que expressa uma tendência ou moda principal e dominante. A tradução literal de mainstream é "corrente principal" ou "fluxo principal". Em inglês, main significa principal enquanto stream significa um fluxo ou corrente.
 (Pesquisei no Google)

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SÍNODO DA AMAZÔNIA: MÍDIA DE ESQUERDA QUER JOGAR GOVERNO CONTRA IGREJA


14 de Fevereiro de 2019
♦  Marcos Machado

A mídia de esquerda continua dando provas de seu antipatriotismo.

Afoita, como sempre, em explorar declarações ou divergências entre membros do governo — que com frequência redundam em “tiros pela culatra”, pois a população continua conservadora, ordeira e vigilante —, essa mídia dá agora um passo mais ousado: antepõe e indispõe a Igreja Católica e o Governo Federal a pretexto do Sínodo da Amazônia.

Eis alguns exemplos:

“O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, ironizou o fato de a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a mando do General Heleno [foto ao lado], estar espionando os bispos da CNBB; “Vaticano comuna: Bolsonaro vê Igreja Católica como opositora, por discutir temas considerados de esquerda, como situação de povos indígenas e quilombolas, e mudanças climáticas”, disparou Haddad.1

“O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, condenou a espionagem do governo Bolsonaro, através da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), aos bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); “Governo Bolsonaro usa a Abin para espionar reuniões de bispos da CNBB sobre a defesa da Amazônia, que seriam ‘agenda de esquerda’ e ‘ingerência externa’. ‘A saudade da ditadura se transforma em reencontro com velhas práticas’, disse Boulos”.2

Progressismo não é a Igreja Católica

No jornal “O Estado de S. Paulo” de 10 de fevereiro, Tânia Monteiro, com um título equivocado — “Planalto vê Igreja Católica como potencial opositora” — confunde o progressismo e “esquerda católica” com a Igreja Católica:

“O Palácio do Planalto que conter o que considera um avanço da Igreja Católica na liderança da oposição ao governo Jair Bolsonaro, no vácuo da derrota e perda de protagonismo dos partidos de esquerda. Na avaliação da equipe do presidente, a Igreja é uma tradicional aliada do PT e está se articulando para influenciar debates antes protagonizados pelo partido no interior do País e nas periferias”.

Mais adiante, a notícia do “Estado de S. Paulo” corrige-se a si mesma: “setores da Igreja aliados a movimentos sociais e partidos de esquerda, integrantes do chamado ‘clero progressista’, pretenderiam aproveitar o Sínodo para criticar o governo Bolsonaro e obter impacto internacional”.3

CPT, CIMI, setores da “esquerda católica” da CNBB não podem ser confundidos com a Igreja Católica. Pelo contrário, são aliados fanáticos da esquerda, conforme comprova o livro A Igreja ante a Escalada da ameaça comunista: apelo aos bispos silenciosos, de autoria do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, largamente difundido em todo território nacional.4 (baixe o livro em PDF gratuitamente no link abaixo).

O Brasil é católico e o católico é brasileiro

“Anima humana naturaliter christiana” (A alma humana é naturalmente cristã), escreveu Tertuliano. Assim também, o brasileiro é naturalmente inclinado ao catolicismo.

A movimentação religiosa em torno do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, a monumental procissão do Círio de Nazaré, os contingentes católicos que elegeram o presidente Bolsonaro, o vazio em que caíram as declarações de bispos esquerdistas aconselhando votar no PT nas eleições de 2018 aí estão para provar que o brasileiro católico soube rejeitar o “clero progressista”, a “esquerda católica” e a “teologia da libertação”.

O maior abaixo assinado da nossa história contra o comunismo na Igreja

Em 1968, a TFP (Tradição, Família e Propriedade) coletou em ruas e praças públicas do Brasil 1.600.368 (um milhão, seiscentas mil, trezentas e sessenta e oito assinaturas!) contra a infiltração comunista na Igreja [foto ao lado].5

Esse memorável abaixo assinado, realizado por ocasião da primeira visita de um Papa à América Latina, contou com o apoio de dezenas de arcebispos e bispos, de centenas de sacerdotes, de ministros de Estado, governadores, parlamentares e homens públicos.

Ele foi o porta voz dos católicos brasileiros que pediam ao Papa Paulo VI medidas eficazes contra a infiltração comunista na Igreja.6

A luta entre anticomunistas católicos e católicos progressistas tem uma longa e gloriosa história. E prova, ao contrário do que insinua a mídia, que essa minoria de esquerda não pode ser confundida com a Igreja Católica.7

Saibamos dissipar a confusão veiculada pela mídia de esquerda

Uma sábia campanha de esclarecimento, tato e jeito da parte de nossas autoridades — mostrando que essa minoria progressista não representa a Igreja — manterá sempre os católicos em defesa do Brasil, da soberania nacional e da integridade de nosso território.

O Sínodo da Amazônia envolve outros aspectos, inclusive os internos da Igreja, mas isso desviaria o objetivo central de nosso artigo que é desfazer a fumaça da confusão espalhada pela mídia de esquerda.

Nossa Senhora Aparecida ajude e esclareça os católicos a discernir quais são os verdadeiros Pastores da Santa Igreja e a rejeitar a heresia progressista.
____________  
Notas:
1.https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/383403/Haddad-ironiza-espionagem-de-governo-na-igreja-Vaticano comuna.htm?utm_source=social_monitor&utm_medium=widget_vertical


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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

ALEM DO PORTAL - Carolyn ORiley


Meu Belo Ser, de Luz!

O Criador pede que você se conceda tanta paz interior e serenidade quanto possa reunir. Isto o auxiliará a lidar com as muitas mudanças na Terra que ocorreram e que estão por vir.

O Criador está presenteando você com uma pequena bola etérica de cristal para que coloque em seu Chacra Espiritual. Simplesmente coloque a sua mão em seu coração e saiba que esta dádiva agora lhe pertence. Esta bola presenteada amplificará o amor que está chegando ao Chacra Cardíaco Espiritual, bem como o amor que você envia a partir do Chacra Cardíaco Espiritual. Nunca se pode ter muito amor e graça, Divino Ser da Graça.

Use esta pequena bola de cristal diariamente para enviar amor e graça à Terra e a todos os seus ocupantes e à matéria, incluindo até as mínimas partículas. Envie amor e graça a todo o Plano da Terra e a todos os seus níveis, dimensões e aspectos. Ser de Luz Amado! O seu serviço de enviar diariamente amor e graça ao Plano da Terra ajudará a acelerar a transformação que está ocorrendo em todos os níveis dentro deste setor do Universo. Isto é parte de sua missão e parte do por que você está aqui: Para ajudar a Terra a voltar ao equilíbrio através deste Projeto Divino.

O Criador lhe envia o Amor e a Graça Divinos. Basta se abrir e permitir que esta maravilhosa Onda de Amor o envolva e permeie tudo o que esteja dentro do seu campo de energia. Sinta a pequena bola de cristal ampliar esta Onda de Amor. Curta a experiência de receber de Deus, o mais puro e elevado Amor e Graça Divinos. Seus olhos espirituais estão se abrindo totalmente para o Plano Divino agora e você está começando a ver além dos Portais e Limitações.

 Amado, você está acessando as infinitas possibilidades que são suas para que as aceite mais e mais a cada dia. Peça ao Seu Anjo para ajudá-lo a ver Além do Portal e para que esteja aberto ao que ele tem a lhe mostrar. Permita que Seu Mensageiro o leve a uma nova jornada. O Criador lhe fala dentro de sua própria mente!

 Perceba os símbolos, cores, sons e tons. É como uma espécie de transmissão que chega a sua consciência em explosões de chaves de luz. Seus sentimentos de paz e de gratidão continuam a se multiplicar exponencialmente.“Meu Filho você é ilimitado, por que se aprisiona com previsões e temores?” diz o Criador! “Lembre-se de que você é um Ser Espiritual tendo uma experiência Humana, não um Humano que tem uma experiência Espiritual.”

 Você passou por centenas de experiências e fez escolhas para todas elas. Se algo não der certo desta vez, a lição será redigida novamente com um grupo diferente de escolhas para selecionar. Sua vida não é limitada, saiba disso! Filho Amado de Deus! Não há nenhuma razão para se lamentar! Apenas passe por cada experiência como se fosse a primeira vez. Vislumbre a sua Essência brilhante no Universo. Seu Anjo levará você através de um Portal Dourado, que é tão somente o seu próprio Chacra Espiritual Cardíaco!

 Você agora consegue se ver: Um ser de Luz absolutamente deslumbrante! Você agora consegue dimensionar toda a sua Essência Espiritual dentro de sua forma física. Amado! Você é abençoado além das palavras e amado imensuravelmente, mais que qualquer palavra ou gesto que o Plano da Terra possa expressar. Deus ama você acima de tudo. Por isso você está aqui!


"Gotas de Crystal 02" uchacrystal@yahoo.com.br


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O APOSTADOR - Cyro de Mattos


 O Apostador


            Começou jogando no bicho. Mudou para a loteria federal. Meses depois migrou para a loteria esportiva. Agora estava de olho gordo na mega-sena. Só valia ganhar, se fosse o único ganhador, entre milhares de apostadores. Mega-sena acumulada, ao felizardo marés de milhões. Ele, o apostador incorrigível.

            A mulher tentou livrá-lo do vício. Brincadeira no início, logo pegou feito visgo. De tudo tentou. Benzedeira, banho com sal grosso, cartomante. Candomblé, espiritismo. Fez promessa forte a santo Expedito, o santo das causas impossíveis. Não adiantou.

            O pequeno patrimônio, com tanto esforço adquirido, sendo dissolvido. Primeiro o sítio, depois o automóvel, a própria casa. Morador agora de apartamento pequeno, sem luz do sol, vento fresco. Aluguel modesto, conjunto habitacional popular.

            A aposentadoria precária evitava que passasse fome.

            Não tinha jeito. Todos os dias fazia o jogo, bebia sua bebida especial. Mês entrava, mês fugia. Até as joias da mulher, herança recebida da mãe, que recebera da avó, foram vendidas. Apostava, apostava. Venderia a alma ao tinhoso, se preciso. Seguia em frente. Um dia acordaria como o grande ganhador. Não conseguia fazer sequer a quadra, não desistia. Quem não aposta, nunca ganha, uma máxima que os apostadores não esqueciam, seguiam à risca, dela não fugiam.

            Alardeava. No dia que tirasse a sorte grande com a mega-sena acumulada, faria a maior surpresa a centenas de pessoas de sua cidade natal. A cena diante dos rostos pasmos, na avenida principal, abarrotada de gente. Distribuiria dinheiro gordo com muita gente, de preferência com os mais desvalidos. Queria ver todo mundo sorridente.

            Foi comprar o pão na padaria do bairro. Na rua, as fezes do pombo acertaram sua cabeça. Que nojo! Considerou o fato, podia ter sido um aviso. Entre tantos habitantes da cidade populosa, só ele foi o agraciado, ao ser carimbado com as fezes das aves na cabeça. O imponderável poderia favorecer-lhe em dados positivos lá na frente. Acertaria na mega-sena, para isso acontecer continuasse fazendo as apostas seguidas.

            Fez o jogo, riscou apenas uma sena na cartela. O dinheiro estava curto, há tempos não fazia jogo alto. Foi conferir depois, o coração acelerado. Só alegria, acertou em cheio na mega-sena. Sozinho. Ganhou o mundo a notícia. Acertador do maior prêmio acumulado pela mega-sena fez apenas um jogo em uma cartela.

            Cumpriria a promessa. Compartilharia o dinheiro ganho na mega-sena com muita gente.

            Estavam crentes, pobres, medianos e ricos, que ele ia distribuir muito dinheiro na avenida principal.

            O trânsito interrompido. O locutor pelo megafone parabenizava o homem da sorte grande. Não cabia de gente a avenida principal naquele trecho.

            Todos ficaram perplexos com a cena surpreendente. Tirou as roupas do corpo, tacou o facão em cima e tocou fogo. Ficou gritando: “Dinheiro você diz que me quer bem, no meu bolso você vem!”

            Foi morar no sanatório Bom Retiro. Lá continuou a fazer as apostas para acertar de novo na mega-sena.


Cyro de Mattos é escritor e poeta. Publicado por editoras europeias. Membro da Academia de Letras da Bahia. Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz (Bahia). Premiado no Brasil, México, Itália e Portugal.

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

POR QUE O HOMEM PRECISA DA MULHER - Herbert Stein


(Conclusões de um observador de casais)

            Uma de minhas fantasias mais recorrentes era a de me sentar em um café de Paris com mesas na calçada. Ficaria ali escrevendo; não sobre economia, mas sim um romance. Ou, quem sabe, poesia, ou mesmo um tratado filosófico. De vez em quando, ergueria os olhos para apreciar as garotas passando.

            Já não tenho essa fantasia. Vez por outra, porém, saio para comer num restaurante com mesas na calçada, na rua que leva ao Kennedy Center, em Washington. Não tento escrever nada. Em vez disso, observo os passantes.

            Mas não me concentro nas garotas. O que observo são os casais, particularmente as mulheres. Não são glamourosas. Nada têm de Marilyn Monroe. Algumas são bonitas, mas muitas poderiam ser consideradas sem graça. Como estão indo em direção ao Kennedy Center para o teatro, a ópera ou um concerto, suponho que estejam acima da média em termos culturais. Em outros aspectos, porém, são pessoas comuns.

            No entanto, para o homem que lhe dá a mão ou o braço, essa mulher nada tem de “comum”. Ela é o mundo inteiro para ele.

            Está no Livro do Gênese: “O Senhor Deus disse: ‘Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada.’” E, assim, Deus “fez a mulher”. Ali não diz que Ele a fez bonita ou inteligente, ou com qualquer outra qualificação. Deus criou a mulher comum.

            E por que essa mulher comum tem tanto valor para o homem? Por três razões:

            Em primeiro lugar, ela é um corpo que o aquece na cama. E aqui não me refiro à atividade sexual. Esta é importante, mas falo de algo – se isso é possível – ainda mais primitivo: o contato humano.

            Quando um bebê chora no berço, ele não está interessado em conversar ou em ganhar uma aliança de ouro. Ele quer é ser abraçado e acariciado. Os adultos também precisam desse contato físico. Precisam aconchegar-se, em busca de calor e conforto, em um mundo indiferente e frio. A mulher e o homem comuns fazem isso pelo outro.

            Mas conversar também é importante esses casais muitas vezes vêm conversando há 30 anos ou mais. Talvez você pense que não tenham mais nada a dizer. Eles, porém, falam com o outro de uma forma como não falam com mais ninguém. Ele pode comentar sobre algo bom que fez sem temer que ela pense que está se gabando. Pode contar com o interesse a compreensão dela.

            O principal propósito desse tipo de conversa não é transmitir informações. A ideia é dizer: “Estou aqui e sei que você também está.”

            Em terceiro lugar, a mulher satisfaz a necessidade do homem de sentir-se necessário. Se ninguém precisa de você, qual o sentido de sua presença aqui? Outras pessoas – patrões, alunos, leitores – podem dizer que precisam de você. Entretanto, nesses relacionamentos, todos podem ser substituídos a um determinado preço. Mas, para sua mulher, você não é substituível por nada no mundo. Isso lhe dá a autoestima de que precisa para enfrentar o dia-a-dia.

            Por isso, essa mulher “comum” – igual a milhões de outras – tem enorme valor para esse homem. E, embora eu tenha escrito estas observações sob um ponto de vista masculino, não penso que o relacionamento seja unilateral. Ao contrário, tenho certeza de que é recíproco.

            Talvez você esteja se perguntando: “Como pode saber de tudo isso? Você é apenas um economista, um homem dos números. Não é nem conselheiro sentimental.” É verdade. Mas minha mulher e eu já subimos a rua em direção ao Kennedy Center muitas vezes.



(Reader’s Digest – SELEÇÕES. Fevereiro 2000)


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O SÍNODO SOBRE A AMAZÔNIA E A SOBERANIA NACIONAL – Fernando Oliveira Diniz


13 de Fevereiro de 2019
   Fernando Oliveira Diniz

Acabou acontecendo. Sendo o Brasil um Estado que se declara laico, está agora envolvo num turbilhão internacional de fundo religioso que poderá custar sua soberania sobre a Amazônia.

E quem brande a ameaça não é o poderio militar da Rússia ou da China, mas a força institucional de um Estado com 0,44 km² de território e uma população estimada em 1.000 habitantes.

Tempo houve em que o Brasil não tinha nada a temer do Vaticano. Mas agora sopram por lá ventos da mais bem articulada e virulenta esquerda do planeta, a qual possui a arma mais mortífera até hoje descoberta: a capacidade de mover as consciências.

E o fato está consumado. Sob o poder de Francisco, realizar-se-á em Roma, entre os dias 6 e 29 de outubro próximo, o Sínodo sobre a Amazônia.

Que orientação terá esse Sínodo? A depender do quadro de seus organizadores, a predominância será a da Teologia da Libertação. E a partir dela, uma orquestração internacional envolvendo o Vaticano, a ONU, a União Europeia, as ONGs do mundo inteiro, que clamariam pela internacionalização da Amazônia.

Seria o lançamento de uma nova catequese, onde catequizar seria secundário e até supérfluo, porque, segundo tal catequese, os índios já vivem as bem-aventuranças: eles não conhecem a propriedade privada, o lucro, a competição. Então, para quê Pátria, se o verdadeiro seria a apologia do coletivismo tribal?

Estaríamos, portanto, diante de uma “Igreja-Nova” de inspiração comunista, onde a propriedade é a heresia e o proprietário o herege, e a vida selvagem a plena realização do ideal humano.

Quem quiser conhecer os desígnios dessa teologia em matéria indigenista, leia o livro Tribalismo indígena, ideal comuno-missionário para o século XXI. Escrito em 1977 pelo renomado presidente do Conselho Nacional da TFP, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, o livro previa esse ataque da nova missiologia e enunciava as teses que, ainda com mais radicalidade, serão certamente defendidas no Sínodo de outubro de 2019 e abrirão caminho para o pedido de internacionalização da Amazônia.

Em sua época, esse livro foi um sucesso de venda. Ele teve nove edições, num total de 82 mil exemplares. Caravanas de propagandistas da TFP levaram-no a 2.963 cidades, em todos os quadrantes do Brasil.

Reeditado em 2008, ele foi acrescido de uma segunda parte, na qual os jornalistas Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves contam o que viram na reserva Raposa-Serra do Sol, em Roraima, e o que pesquisaram em Mato Grosso e em Santa Catarina. Eles transcrevem reveladoras entrevistas com várias personalidades e confirmam em tudo as teses sustentadas pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em 1977.

Expressiva repercussão do alcance desse livro veio do Ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo Tribunal Federal, que em sua declaração de voto durante o julgamento da polêmica demarcação das terras indígenas da reserva Raposa-Serra do Sol, afirmou:

“Também vale registrar que o professor Plinio Corrêa de Oliveira, autor de ‘Tribalismo Indígena — Ideal Comuno-Missionário para o Brasil no Século XXI’, diante dos trabalhos de elaboração da Carta de 1988, advertiu: ‘O Projeto de Constituição, a adotar-se em uma concepção tão hipertrofiada dos direitos dos índios, abre caminho a que se venha a reconhecer aos vários agrupamentos indígenas uma como que soberania diminutae rationis. Uma autodeterminação, segundo a expressão consagrada (Projeto de Constituição angustia o País, Editora Vera Cruz, São Paulo, 1987, p. 182; e p. 119 da obra citada). Proféticas palavras tendo em conta, até mesmo, o fato de o Brasil, em setembro de 2007, haver concorrido, no âmbito da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, para a aprovação da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas” (cfr. Catolicismo n° 700, abril de 2009).

Prevenido o Brasil foi. Resta agora esperar que a diplomacia brasileira saiba, com todo o respeito devido às autoridades eclesiásticas, mas também com toda a firmeza necessária, fazer conhecer ao Vaticano e aos padres sinodais que o Brasil não aceitará pressões de governos, nem de nenhum organismo internacional, no sentido de fazer ingerências descabidas no governo de seu próprio território.

Segundo a doutrina católica, não está na missão da Igreja defender — conforme o fez D. Erwin Krütler (cfr. “O Estado de S. Paulo, 10-2-19), bispo emérito do Xingu, no Pará — o bioma ameaçado, nem definir se é supérfluo ou não fiscalizar as ONGs, ou saber se o governo mudou ou não mudou a demarcação das áreas indígenas. Também não cabe aos bispos fiscalizar se o governo cumpre ou não cumpre a Constituição.

O que sobretudo o Estado brasileiro não poderá de nenhum modo aceitar é a renúncia à sua soberania sobre a Amazônia. Ele terá todo o direito e todo o dever de garantir a integridade territorial brasileira.

Para terminar, uma reflexão que se impõe.

Do atual governo podemos esperar uma política eficaz de defesa da integridade do nosso território. O que seria impensável se ainda estivesse no poder o Partido dos Trabalhadores, que coadjuvaria o Sínodo sobre Amazônia no desmantelamento do Brasil…


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