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domingo, 25 de novembro de 2018

PALAVRA DA SALVAÇÃO (106)


Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo – Domingo, 25/11/2018

Anúncio do Evangelho (Jo 18,33b-37)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Pilatos chamou Jesus e perguntou-lhe: “Tu és o rei dos judeus?” Jesus respondeu: “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”
Pilatos falou: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?” Jesus respondeu: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”. Pilatos disse a Jesus: “Então tu és rei?”
Jesus respondeu: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Roger Araújo:

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Realeza interior, nosso ser verdadeiro

Fano

“Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”  (Jo 18,37) 

É muito importante que tenhamos uma pequena ideia sobre o momento e o motivo que levou o Papa Pio XI, em 1925, a instituir a festa de Cristo Rei. A Igreja estava perdendo seu poder e seu prestígio, acossada pela modernidade. Com esta festa, tentou-se recuperar o terreno perdido frente a um mundo secular, laicista e descrente. Na encíclica o papa dava as razões para instituir a festa: “recuperar o reinado de Cristo e de sua Igreja”. 

Ao confessar Cristo como Rei universal queria-se, com isso, veicular o desejo de que também a Igreja fosse testemunha e participante já aqui na terra dessa realeza; em outras palavras, uma realeza de Cristo reconhecida, redundava inevitavelmente em uma igreja respeitada, favorecida pelo Estado, com alto status na sociedade, forte e organizada, que, embora já não podendo mais revestir-se de poder político temporal, pelo menos pudesse participar dele através de uma relação estreita e harmoniosa. 

A intenção da festa pode ser boa, mas o título atribuído a Jesus não poderia ser de seu agrado. Embora muitos estejam ainda centrados na visão de uma Igreja que busca poder, prestígio, riqueza... a partir da imagem do Cristo Rei, na realidade, o que celebramos é uma radical mudança de linguagem: Jesus rei servidor, que se coloca a serviço dos mais desfavorecidos, sem poder, sem glória, sem pompas... Podemos conservar o título, mas mudar a maneira de entendê-lo; Jesus é “Rei do Universo” quando a paz, o amor e a justiça reinarem em todos os rincões da terra, quando todos forem testemunhas da verdade, quando em todos os ambientes a mesa do Reino se tornar mesa de inclusão e de acolhida...

Portanto, qualquer conotação que o título tenha com o poder e com as pompas, esvazia a mensagem de Jesus. Uma coroa de ouro na cabeça, um cetro brilhante nas mãos, um manto tecido de brocados e pedras preciosas, são muito mais degradantes que a coroa de espinhos e a cana que os soldados colocaram em suas mãos no momento do seu julgamento. Ali, diante do poder violento e corrupto de Pilatos, Jesus, açoitado e coroado de espinhos, se mostra sereno e revela a plena humanidade de um Rei sem reino; um rei das nações de exilados, do povo sem lar, dos desamparados..., que prefere o poder do amor ao poder da força e da violência. 

Há uns domingos atrás, Jesus nos dizia que aquele que queria ser o primeiro, deveria ser o último, e aquele que queria ser grande deveria ser o servidor de todos. Esse afã de identificar Jesus com o poder e a glória, não será acaso uma maneira de justificar nosso afã de poder, de prestígio, de nos impor sobre outros? Não será porque nós cristãos temos projetado n’Ele nossa necessidade de grandeza? 

Reinar e ter poder é objeto de desejo de extraordinária magnitude e fascínio para o ser humano. Seu brilho encanta e seduz; sua proposta é extremamente atraente; para muitos, é a suprema ambição. Não há ser humano que não tenha sido tentado pelo canto desta sereia. 

“Reinar”. Em nosso mundo reina o terror, reina a miséria, reina a exploração, reina a vingança, reina o negócio sujo, reina a violência, a intolerância, o preconceito... Quando em nosso mundo reinar a confiança mútua, quando todos viverem a cultura do encontro, quando não houver excluídos nem sofredores, quando os negócios forem honrados, quando formos capazes de compartilhar e de acolher o diferente..., então poderemos começar a atribuir o título de Rei a Jesus e proclamar que Ele reina. 

Jesus acreditou na força da semente, no poder do fermento, na criatividade dos pobres, no dinamismo incomparável do Espírito, mas a partir de dentro, a partir da humanização dos corações. Por isso, Jesus é Rei porque deixou transparecer sua “realeza interior”: o que n’Ele era mais humano e divino, a sua verdade, seu ser verdadeiro..., no mais profundo de si mesmo. Realeza que se visibilizava no encontro com o outro. Jesus destravava e ativava a realeza escondida em cada um, desvelava a verdade mais nobre presente nas profundezas de cada pessoa. 

Dentro do processo de Jesus frente a Pilatos, segundo o quarto Evangelho, ocupa um lugar destacado a questão sobre a verdade; ali o título de “rei” é identificado com ser “testemunha da verdade”. Jesus é consciente, como os grandes sábios, de viver na verdade de si mesmo, porque se adentrou no “território” de sua verdadeira identidade. A Verdade estava na sua atitude de vida. Esta era a Verdade. O convite de Jesus é, portanto, absolutamente inclusiva: toda pessoa que, a partir de uma atitude de busca sincera e humilde, se “adentre” na experiência de sua própria verdade, sentirá necessariamente a “sintonia” com Ele, assim como com todos aqueles(as) que o seguem e vivem de maneira verdadeira e transparente. Portanto, o verdadeiro sentido do seguimento de Jesus e a fé madura em Deus não se reduzem à segurança e firmeza em umas determinadas verdades; mais importante que as verdades de nosso saber é a humanização de nossas atitudes. 

“Vim ao mundo para dar testemunho da verdade”. Jesus não se refere a verdades doutrinais ou científicas; Ele está falando da autenticidade de seu Ser; Ele está falando da verdade de seu Ser e da verdade de todo ser humano. Jesus é rei porque vive na verdade, vive na transparência; Ele é verdadeiro porque revela o que é mais nobre em seu coração e no coração de todos os seguidores(as); não usa máscara, é pura transparência do rosto do Pai.

Jesus é o Homem autêntico, a referência de ser humano, o ser humano verdade. Jesus é a última referência para todo aquele que queira deixar transparecer em sua vida a verdadeira qualidade humana. Em certo sentido, poder-se-ia dizer que a verdade não passa pela mente, mas pela vida; nem pelo pensar de uma determinada maneira, mas por ser e viver de um modo humano e inspirador. Por isso, frente ao fanatismo e intolerância que denota fechamento e estreiteza de vida, a verdade requer abertura humilde, questionamento e flexibilidade. 

O importante não é ter a verdade, mas ser verdadeiro. A pessoa verdadeira pode entrar em ressonância e em sintonia com a verdade do outro. O intolerante, o preconceituoso julga ser dono da verdade e quer impô-la sobre os outros. A verdade não é um dogma e sim um caminho. Quanto mais verdades absolutas, mais estreito vai ficando o nosso mundo. A humanidade busca a verdade, mas também pode asfixiá-la. Costuma-se calar a verdade que incomoda. Também existe sempre a tendência de querer impor, pela força, pelo medo, aquilo que se acredita ser verdadeiro. “A verdade também pode ter suas vítimas”. 

Texto bíblico:  Jo 18,33-37

Na oração: precisamos dar passos em direção a maiores níveis de verdade humana e evangélica em nossas vidas, nossas relações, nossas instituições...

* o que há de verdade e o que há de mentira em nosso seguimento de Jesus? Onde há verdade que nos humaniza e onde há mentira que nos atrofia? 

Pe. Adroaldo Palaoro sj


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sábado, 24 de novembro de 2018

ISRAEL


"Apenas 70 anos atrás os judeus foram levados para o matadouro como ovelhas.

Há 60 anos não tínhamos país ou exército.

Apenas algumas horas após a sua criação, sete países árabes declararam guerra ao nosso pequeno Estado judeu.

Nós éramos apenas 650 judeus contra o resto do mundo árabe, sem nenhuma força de defesa.

Nenhuma força aérea poderosa, apenas pessoas corajosas.

Líbano, Síria, Iraque, Jordânia, Egito, Líbia, Arábia Saudita, todos nos atacaram ao mesmo tempo.

O país que as Nações Unidas nos deram foi 65% deserto. O país não era nada!

35 anos atrás nós lutamos contra os três exércitos mais poderosos do Oriente Médio, e nós os varremos, sim,  em seis dias.

Lutamos contra várias coalizões de países árabes, que tinham exércitos modernos e muitas armas soviéticas, e sempre os derrotamos!

Hoje nós temos:
*Um país
*Um exército
*Uma poderosa força aérea
* Um Estado cuja economia exporta milhões de dólares
* Intel - Microsoft - A IBM desenvolve produtos para todos.
* Nossos médicos recebem prêmios por pesquisa médica.
* Temos inúmeros prêmios Nobel em todas as áreas.

Nós fizemos o deserto florescer, vendemos laranjas, flores e legumes para todos.
Israel enviou seus próprios satélites para o espaço! Três satélites ao mesmo tempo!

Estamos orgulhosos de estar no mesmo nível que os Estados Unidos, que tem 250 milhões de habitantes.
Rússia, que tem 200 milhões de habitantes, a China tem 1.300 milhões de habitantes.
Europa (França, Grã-Bretanha, Alemanha), com 350 milhões de habitantes.
Estes são os únicos países do mundo que enviam objetos para o espaço! Israel agora faz parte da família de potências nucleares, com os Estados Unidos, Rússia, China, Índia, França e Grã-Bretanha.

Nós nunca admitimos isso oficialmente (mas todos sabem disso): apenas 60 anos atrás, eles nos pegaram, envergonhados e desesperados para nos sacrificar!

Tivemos recentemente a opressão sobre a Europa e vencemos nossas guerras aqui com menos do que nada. Nós construímos nosso pequeno "Império" do nada.

Quem é o Hamas que quer nos assustar, nos intimidar? Eles nos fazem  rir!

A Páscoa foi celebrada; não vamos esquecer o que isto significa:

Nós sobrevivemos ao Faraó.
Nós sobrevivemos aos gregos.
Nós sobrevivemos aos romanos.
Nós sobrevivemos à inquisição da Espanha e dos massacres na Rússia.
Nós sobrevivemos a Hitler.
Nós sobrevivemos aos alemães.
Nós sobrevivemos ao Holocausto.
Nós sobrevivemos aos exércitos de sete países árabes.
Nós sobrevivemos a Saddam.
Continuaremos a sobreviver também aos inimigos de hoje.

Pense em qualquer outro momento da história da humanidade! Pense nisso: para nós, o povo judeu, a situação nunca foi melhor! Nós vamos enfrentar o mundo.

Lembre-se: todas as nações ou culturas que uma vez tentaram nos destruir, hoje não existem mais e nós ainda vivemos!

Egito?
Os gregos?
Alexandre da Macedônia?
Os romanos? Alguém fala latim hoje em dia?
E o terceiro reich?

E olhem para nós:
A nação da Bíblia
Os escravos do Egito,
Nós ainda estamos aqui.

E nós falamos a mesma língua! Antes e agora! Os árabes ainda não sabem disso, mas aprenderão que existe um Deus! Enquanto mantivermos nossa identidade, nós seremos para sempre!

Então pedimos desculpas por não nos preocuparmos.
Por não chorarmos.
Por não termos medo
As coisas estão bem por aqui.
Elas certamente poderiam ser melhores.

Não acredite na mídia, porque eles não dizem que as festas ainda estão acontecendo, as pessoas ainda estão vivendo, as pessoas ainda estão saindo, as pessoas estão saindo para ver seus amigos.

Sim, nossa moral é baixa. Por quê? Só porque lamentamos nossos mortos, enquanto outros se regozijam no sangue derramado. É por isso que vamos vencer no final.

Ele nunca dorme  e nunca dormirá o guardião de Israel, HaShem, Deus de Abraão, Isaque e Jacó".



(Recebi via WhatsApp, sem menção de autoria)


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ABL: JURISTA E EDUCADOR JOAQUIM FALCÃO TOMA POSSE NA CADEIRA 3 DA ABL E AFIRMA: ‘NÃO DEVEMOS NOS ENTREGAR À OUTRA ESCURIDÃO. AQUELA QUE ALGUÉM ESCOLHE POR NÓS O QUE NÓS PODEMOS ESCOLHER’


O jurista, educador e intelectual público Joaquim Falcão tomou posse na Cadeira 3 da Academia Brasileira de Letras, hoje, sexta-feira, dia 23 de novembro, em solenidade no Salão Nobre do Petit Trianon. O novo Acadêmico foi eleito no dia 19 de abril deste ano, na sucessão do Acadêmico, escritor e jornalista Carlos Heitor Cony, falecido no dia 5 de janeiro de 2018. Em nome da ABL, a Acadêmica, escritora e ensaísta Rosiska Darcy de Oliveira fez o discurso de recepção.

Antes, Joaquim Falcão discursou na tribuna. Ao terminar, assinou o livro de posse. A seguir, o Presidente Marco Lucchesi convidou o Acadêmico e jornalista Merval Pereira para fazer a aposição do colar; o Acadêmico e professor Arnaldo Niskier (decano presente) para entregar a espada; e o Acadêmico e escritor Marcos Vinicios Vilaça para entregar o diploma. Terminada a cerimônia, o Presidente, então, declarou empossado o novo Acadêmico.

A mesa da cerimônia foi presidida por Marco Lucchesi e composta pelos seguintes Acadêmicos e convidados: Alberto da Costa e Silva, Secretário-Geral da ABL; Merval Pereira, Segundo Secretário; Rosiska Darcy de Oliveira; Paulo Câmara, Governador Pernambuco; Jarbas Vasconcellos, Governador Maranhão.

Os ocupantes anteriores da Cadeira foram: Filinto de Almeida (fundador) – que escolheu como patrono Artur de Oliveira –, Roberto Simonsen, Aníbal Freire da Fonseca e Herberto Sales.

 
DISCURSO DE POSSE

“Comecei propondo a ABL como patrimônio cultural. Termino propondo o estado democrático de direito como patrimônio político. Ambos dentro do comando de nossa constituição: ampliar a cidadania plena.

“Cultura é a capacidade de cada um escolher seu melhor futuro. Matéria-prima da democracia, tão importante quanto segurança, emprego, saúde, educação e justiça. Nenhuma economia funciona sem eficiente infraestrutura: rodovias, saneamento, transportes, energia e tanto mais. Assim, também, a democracia. Não funciona sem adequada infraestrutura para a livre circulação de direitos e deveres culturais. Direito é energia. Move igualdades e liberdades. Não pode faltar.

“Como energia, focalizo o direito de ler, de leitura e a literatura. Por todos os meios: livro, jornal, laptop, celular, internet, rádio, tv, exposições de arte. Analógicos, dialógicos, presenciais. Ler vendo, ler lendo, ler ouvindo, ler acessando. Sou dos que acreditam que mesmo em era visual, nunca se leu tanto no mundo. Apenas, lê-se diferentemente. Sejam grandes romances, instalações, twitter, facebook ou whatsapp.

Vencemos o analfabetismo que nos impedia de tecnicamente ler. Não devemos nos entregar à outra escuridão. Aquela onde alguém escolhe por nós o que nós mesmos podemos escolher”.

E encerrou: “O direito de expressão é direito relacional. Entre a liberdade do emissor e a escolha do receptor. Um energiza e dá vida ao outro. Mas, Austregésilo de Athayde, de Caruaru, nordestinado, diria o pernambucano Marcos Accioly, cimento que une esta instituição já com 120 anos, dizia: ‘O direito não é do jornalista, é do povo’”.

 
DISCURSO DE RECEPÇÃO

Rosiska Darcy de Oliveira afirmou, em seu discurso de recepção, que “uma vida que faz sentido é realmente um fazer. O sentido de uma vida não nos é dado, é escultura do tempo, é lapidação da matéria insondável da existência, é gênio e arte nas escolhas. Nada disso lhe faltou.

“Joaquim tem o dom de fazer o sentido da sua vida jogando no caleidoscópio do seu destino seus múltiplos talentos, atividades, criações, pertencimentos, afetos, andanças, como se toda essa diversidade pudesse se entender entre si, harmoniosamente, como se pertencesse a uma mesma matriz.

“Creio que essa matriz, como disse na abertura desse discurso, seja o sangue de seus ancestrais que formou com o seu essa pessoa única, Joaquim de Arruda Falcão Neto, advogado, jurista, jornalista, homem de letras, educador, intelectual público e que, por todos esses títulos, pertence a partir de hoje à Academia Brasileira de Letras.

 
O NOVO ACADÊMICO

Jurista, educador, intelectual público, Joaquim Falcão, sexto ocupante da Cadeira 3 da ABL, tem 74 anos, nasceu no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro – mas mantém origem e vínculos com Olinda, Pernambuco. Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Rio de Janeiro (Summa cum Laude), é mestre em Direito na Harvard Law School, mestre em Planejamento de Educação e doutorado na Universidade de Genebra. Foi Diretor, na década de setenta, da Faculdade de Direito da PUC-Rio. Professor Associado da Universidade Federal de Pernambuco e Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fundador e professor titular da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro.

Indicado pelo Senado, foi conselheiro representante da sociedade civil na primeira gestão do Conselho Nacional de Justiça, na época presidido pelo Ministro Nelson Jobim. Quando, então, se combateu o nepotismo e os adicionais salariais dos magistrados.

Trabalhou diretamente com Roberto Marinho, Roberto Irineu, João Roberto e José Roberto, que o convidaram para dirigir a Fundação Roberto Marinho, na década de noventa. Na época, criou o Telecurso 2000, que chegou a ter mais de dois milhões de alunos. Criou, também, o pioneiro Globo Ecologia, com Cláudio e Elza Savaget, e o Canal Futura, com Roberto de Oliveira.

Ruth Cardoso o convidou para conselheiro da Comunidade Solidária, quando importantes avanços na organização e mobilização da sociedade civil foram feitos, inclusive a criação do GIF. Seu livro Democracia, Direito e Terceiro Setor, publicado pela Editora FGV – Rio de Janeiro, em 2006, reflete esta mobilização. Com um jovem grupo de professores de direito, de formação nacional e global, criou a Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas.

Na área jurídica, especializou-se no Supremo Tribunal Federal e publicou o livro O Supremo, pela Edições de Janeiro – Rio de Janeiro, em 2015. Organizou com colegas os livros Onze Supremos, publicado pela Editora Letramento – Belo Horizonte, em 2017; Impeachment de Dilma Rousseff: entre o Congresso e o Supremo, em 2017, editora Letramento – Belo Horizonte; e em breve sairá o novo livro O Supremo Criminal. Entre outros livros que escreveu estão também: Os advogados: ensino jurídico e mercado de trabalho, pela Editora Massangana, 1984; Quase Todos, em 2014, pela Editora FGV.

Faz parte de múltiplas instituições como: Vice-Presidente do Instituto Cultural Itaú; Conselheiro da Fundação do Câncer; Conselheiro da Fundação Bienal de São Paulo; Membro do Instituto dos Advogados do Brasil; Conselheiro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; Membro da Ordem dos Advogados do Brasil; Conselheiro da Transparência Internacional.


AUTORIDADES

Compareceram à cerimônia, além dos Acadêmicos, parentes e convidados, as seguintes autoridades  (em ordem alfabética): Alexandre Moraes e Sra. Vivian – Min. STF; Carlos Ayres Britto e Sra. Rita – Min STF; Ellen Gracie Northfleet – Min. STF; Flávio Dino e Sra. Daniele; João Roberto Marinho e Sra. Gisela – Pres. Org. Globo; Jorge Hue e Sra.; Luís Roberto Barroso e Sra. Teresa Cristina – Min. STF; Nelson Jobim e Sra. Adrienne – Min. STF; Og Fernandes e Sra. – Ministro STJ; Paulo Câmara e Sra. Ana – Governador de Pernambuco; Paulo Herkenhoff Raul Henry e Sra. Luiza, Deputado Federal; Ricardo Brennand e Sra. Graça; Sérgio Fernando Moro e Sra. Rosângela; Sidnei Benetti – Ministro STJ.

23/11/2018



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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

ITABUNA CENTENÁRIA REFLETINDO: Direcione Seu Olhar



Quando estiver em dificuldade
e pensar em desistir
OLHE PARA TRÁS
e lembre-se dos obstáculos
que já superou. 

Se tropeçar e cair,
Levante-se! Não fique prostrado...
OLHE PARA A FRENTE 
e esqueça o passado...

Ao sentir-se orgulhoso
por alguma realização pessoal,
OLHE PARA DENTRO DE SI...
E sonde suas motivações.
Antes que o egoísmo o domine...

Enquanto seu coração é sensível
OLHE PARA OS LADOS 
e socorra aos que o cercam.

Na escalada rumo às altas posições,
 no afã de concretizar  seus sonhos,
OLHE PARA BAIXO 
e observe se não está
pisando em alguém.

Em todos os momentos da vida
seja qual for sua atividade
OLHE PARA CIMA 
e busque a aprovação de Deus.

E SEJA FELIZ... DE VERDADE!


"Gotas de Crystal" ppscrystal@yahoo.com..br

 (Autor não mencionado)



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BBB, REALIDADE MACABRA, NENHUM SHOW - Péricles Capanema


22 de novembro de 2018
♦  Péricles Capanema

O BBB (Big Brother Brasil) é um programa de televisão que mostra cenas da vida real de participantes confinados por certo tempo. É um reality show. A expressão Big Brother tem origem no romance 1984 de George Orwell. O Big Brother (Grande Irmão ou Irmão Mais Velho) é o ditador que vigia o povo 24 horas por dia num estado mítico Oceania. O idioma oficial era a newspeak (fala nova) em que o expresso queria dizer exatamente o oposto. No livro, Orwell prevê o totalitarismo sombrio que ameaçava o mundo. Não vou tratar do BBB, programa da televisão.

Orwell foi visionário, acertou. Vou comentar um totalitarismo moderno. Na China comunista, especialmente mediante a ação da ZTE, estatal de telecomunicações, vem sendo implantado celeremente o programa intitulado oficialmente (e eufemisticamente) “construção de um sistema de crédito social”.  Em 14 de junho de 2014 o Conselho de Estado determinou medidas que o tornaria inteiramente efetivo em 2020. Trata-se de vigilância intensa. O país já tem 200 milhões de câmeras ligadas a programas para interconectar dados. Terá 600 milhões em 18 meses. E informações de todos os lados alimentam os computadores dos órgãos de segurança do regime comunista.

O que é o crédito social? É um sistema de pontos (créditos), já largamente empregado na China (chegará a um primeiro nível de perfeição em 2020). Recolhe dados continuamente sobre cada chinês: locais onde está, renda, tempo que passa jogando games, fumante ou não, alcoólatra ou não, multas de trânsito, velocidade do carro, rotas, atraso em pagamento de prestações, desfalques, fraudes nos negócios, frequência em igrejas, se o vigiado (todos) ou parentes dele manifestaram opinião contrária à linha do Partido em comentários de sites, tanta coisa mais. E pontua a seguir. A exata metodologia de coleta e avaliação é secreta (chamada por alguns de sistema de pontuação psicométrica), mas todos sabem, com base em bilhões e bilhões de referências, recolhidas, conectadas e classificadas, a contagem vai subindo ou descendo no crédito social de cada um; e ali está seu futuro. De outro jeito, pioram ou melhoram as perspectivas do vigiado e de sua família. Por vezes, são totalmente destruídas.

Com base nos pontos, os filhos podem frequentar ou não escolas de elite, são concedidas ou não passagens para trens-bala e aviões, permissão para ou veto a viagens ao Exterior, acesso ou interdição a bons empregos, transferências, demissões, descontos nas contas de água e luz, internet mais rápida ou mais lenta, e vai por aí afora. Até melhoram ou pioram as possibilidades de casamento nos sites especializados. Num segundo estágio, a pessoa entra para uma lista negra, ostracismo, fim de qualquer perspectiva de ascensão na vida social e econômica. É forma nova e minuciosa de controle da conduta e da vida econômica. Trata-se de um totalitarismo sem as nuvens de agentes secretos e das brigadas de defesa da revolução, comuns décadas atrás em países comunistas. Na prática, é um totalitarismo mais asfixiante e mais minucioso. Aqui o BBB é realidade macabra e nenhum show.

Saio da China e entro na Venezuela. O governo venezuelano contratou a ZTE, a estatal chinesa que está no centro do programa do crédito social para implantar no país um sistema semelhante ao que vem sendo posto em prática na China inteira. Só em 2017, é o que se divulga, a ZTE recebeu 70 milhões de dólares por esse trabalho. E muitos venezuelanos já não estão recebendo os pacotes de alimentos subsidiados, nem remédios de órgãos estatais, por causa de pontuação que obtêm no “carnet de la pátria”.

O senador Marco Rubio, dos mais destacados homens públicos norte-americanos advertiu a respeito: “A China está exportando seu totalitarismo. A crescente dependência do regime Maduro em relação à ZPE na Venezuela é apenas o último exemplo da ameaça que as estatais chinesas representam para os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos”.

Não tenhamos ilusões, é programa prontinho para ser aplicado no Brasil. Desencaixotam-no, logo que voltem ao poder os derrotados no último pleito. Para isso, trabalha o PT, auxiliados por inocentes úteis e companheiros de viagem. As linhas auxiliares do PT são políticos de esquerda em partidos burgueses, PSOL e a miuçalha de partidos de esquerda, movimentos sociais, acadêmicos e empresários de esquerda ou “progressistas”, gente assim. Em 2010, em artigo intitulado “Inocentes úteis e companheiros de viagem, expressões banidas nas eleições de 2010”, lembrei: “O inocente útil é o que, sem se dar conta, facilita a execução do programa, do qual ele é real ou supostamente adversário. Ajuda a tomada do poder por alguém que, no futuro, vai trucidá-lo, moral ou fisicamente. O companheiro de viagem é o que caminha junto até um ponto da estrada. Ajuda o parceiro a chegar a um ponto determinado de seu programa. O maior exemplo de companheiro de viagem e inocente útil das últimas décadas é a CNBB. Ninguém mais que ela foi companheira de viagem e inocente útil do programa de fazer do Brasil um país libertário e coletivista”.
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Comentários:

Marcos Costa
22 de novembro de 2018
A China comunista está realizando o maior controle dos cidadãos que nem sequer a Science Fiction conseguiu imaginar.
Sao 200 milhões de câmeras espalhadas pelo Pais e um total controle da população pelo “crédito social”.
Onde fica a “liberdade” tão prometida pela Revolução como ideal metafísico sempre a ser superado?
E por que razão a ONU e o Papa Francisco também não se pronunciam contra a ditadura comunista de Xi?
Aliás, com Fidel Castro, Xi também foi confirmado Presidente Vitalicio!
Marcos Costa


Luiz Guilherme Winther de Castro
22 de novembro de 2018
Não foi Napoleão Bonaparte quem disse lá pelos anos de 1816 que a China era um gigante adormecido e o dia que ela acordasse dominaria o mundo, ou algo nesse sentido?
Está aí a profecia, mas, acredito que ainda haja tempo, ao menos para nós no Brasil. É só o povo continuar acordado e não permitir que ninguém de esquerda volte ao poder e que a CNBB abra os olhos para a realidade da doutrina da nossa Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, expulsando ou anulando de seus quadros os bispos e padres esquerdistas.
Para tanto, esperemos a complacência de Deus e mais a intervenção de sua mãe, a Virgem Santíssima.


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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

22 DE NOV. 2018 - DIA MUNDIAL DE AÇÃO DE GRAÇAS




O Dia Mundial de Ação de Graças, ou Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day, em inglês), é celebrado na quarta quinta-feira de novembro. Em 2018, este dia cai no dia 22 de novembro.

Esse é um dia de agradecimento, em que além de expressar gratidão a Deus, as pessoas demonstram gratidão entre elas por tudo de bom que receberam ao longo do ano.

É um dos feriados mais importantes dos Estados Unidos e também do Canadá, juntamente com o Natal e Réveillon.

Nos Estados Unidos

Nos Estados Unidos, o Dia de Ação de Graças é um feriado comemorado em família, por isso, é comum as pessoas viajarem para se reunir com os seus familiares.

Há muita fartura e são consumidos pratos tradicionais, tal como peru, batata-doce, purê de batata e tortas de abóbora, maçã e nozes, entre outras iguarias.

Existe uma cerimônia em que o presidente americano perdoa dois perus. Isso quer dizer que ele livra esses animais da morte, já que milhões de perus são consumidos nessa ocasião.

No Brasil

A data foi instituída no Brasil pela Lei n.º 781, de 17 de agosto de 1949. No entanto, nem todos comemoram o Dia de Ação de Graças no País. Essa comemoração fica a cargo de algumas igrejas protestantes, bem como de famílias cuja origem seja norte-americana.

Origem
No início, a comemoração era feita no outono. Isso aconteceu em 1621, quando as pessoas organizaram uma festa para celebrar a colheita produtiva após terem tido um inverno bastante rigoroso.

Desde então, todos os anos havia festa para agradecer as boas colheitas.

Em 1863, o presidente dos Estados Unidos Abraham Lincoln decretou oficialmente que a quarta quinta-feira de novembro seria o Dia de Ação de Graças.



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QUEM APAGOU A ESTRELA DO PT?




A estrela que brilhou em verde amarelo azul e branco na Barra da Tijuca Rj

 “Aquele que vence o seu inimigo é potente,  mas aquele que vence a si mesmo é iluminado”.
Ao retroceder um pouco no tempo ainda recordamos a estrela da esperança que unia tantas vozes em torno de um sonho. Artistas, operários, metalúrgicos, professores, crianças, jovens e idosos que em nome de um projeto de mudança não se cansava de cantar aquele refrão o qual denunciava o medo vencido de toda uma nação tão cansada de ser esquecida pelos nossos governantes e tão calejada pela miséria e as frustrações. Mas era em nome da mudança que em 2002 todos nós cantávamos assim:

“Lula lá, brilha uma estrela Lula lá, cresce a esperança Lula lá, o Brasil criança Na alegria de se abraçar Lula lá, com sinceridade Lula lá, com toda a certeza pra você Meu primeiro voto Pra fazer brilhar nossa estrela…”

Uma estrela que se acendia todas as vezes em que o nosso peito ardia e a esperança de dias melhores saltava dentro de cada um de nós que com os olhos tão iluminados pelo brilho daquela estrela tão propagada pelo partido dos trabalhadores aos poucos íamos perdendo o medo de ser feliz. E a palavra de ordem era essa mesma que nos fazia acreditar mesmo que a esperança havia vencido o medo.

Mas ilusões também se acabam e com o passar do tempo a nossa estrela foi se apagando e fazendo com que voltássemos a enxergar a escuridão da realidade em que vivemos hoje.

Milhões de pessoas desempregadas, médicos cubanos voltando para o seu país de origem, violência na nossas portas todos os dias, pessoas deprimidas pela falta do pão e a nossa estrela vermelha já não brilha mais como antes.

Mas quem foi que apagou a estrela do PT?

Representantes e pessoas ligadas à esquerda denunciam a todo instante que a eleição de Jair Bolsonaro pela maioria esmagadora que no segundo turno não hesitou em escolher o seu novo presidente, acusam o ex juiz Sergio Moro e o então presidente eleito como autores de uma estratégia para excluir Luís Inácio Lula da Silva da disputa à presidência da república.

Mas o que os denunciantes esquecem é que o povo brasileiro não é cego e só quem sofreu a agonia de ter os seus sonhos mutilados pela corrupção é que pode entender e recusar o mesmo modelo de governo que um dia matou as suas esperanças.

Não! Não foi Sergio Moro quem apagou a estrela do PT mas sim aquele grito preso na garganta de todos nós que de repente conseguiu se libertar acreditando que realmente ainda podemos ser feliz sem aquele discurso mentiroso escondido por trás de um projeto de poder.

Quando Fernando Henrique Cardoso deu o Brasil para Lula?

Ainda podemos recordar o ex presidente Fernando Henrique Cardoso com muito respeito preocupado em fazer a transição para um novo governo sem muitas inquietações e Lula muito feliz recebendo a faixa presidencial. Mas o que não sabíamos é que naquele momento o partido de Lula não desejava apenas colocar um líder no poder mas sim se tornar dono do Brasil.

Ora, se democracia deve ser um governante escolhido pela maioria do povo porque querer se sentir dono de um país e fazer o “diabo” para permanecer no poder como aconteceu em 2014 na eleição tão tumultuada de Dilma Rousseff?

O impeachment de Dilma Rousseff foi considerado pela liderança do PT e seus aliados como um golpe da direita e foi ali que a estrela do PT começou a se apagar e um novo raio de luz nascer quando Jair Bolsonaro votou a favor do impeachment da presidenta.

Uma estrela tão grande e tão reluzente jamais se apagaria se não houvesse tanta corrupção, tanta mentira, e tantas estratégias em nome de um projeto de poder e um raio de luz não ia brotar se todos nós não estivéssemos mergulhados em tamanha escuridão.

A estrela que brilhou em verde amarelo azul e branco na Barra da Tijuca Rj

A eleição de Jair Bolsonaro no último dia 28 de outubro 2018 fez raiar nos céus do Brasil a luz de uma nova esperança ofuscando assim a estrela vermelha do PT.A tempos não se via tanto patriotismo, tantos fogos de artifícios e tantas ideias em torno de um projeto que possa recuperar um país tão grande com a dimensão do Brasil e libertar um povo das garras da corrupção.

Sergio Moro agora é ministro da justiça, Jair Bolsonaro o nosso presidente eleito pela maioria, os integrantes do PT quase todos são notícias que nos impactam a todo momento mas, o mais importante de tudo isso é que o Brasil voltou a ser de todos nós e já podemos sonhar novamente.

O que esperamos de Jair Bolsonaro?

Mas se vencer os seus inimigos faz com que um homem se sinta forte e potente o que esperamos de Jair Bolsonaro? Que os seus inimigos sejam a fome, o desemprego, a injustiça contra os mais fracos, a mentira, o projeto de poder e todas aquelas ideologias que o PT carrega na sua bandeira tão desbotada.

E se vencer a si mesmo faz com que um homem se sinta iluminado teremos então a resposta que precisamos para os esquerdistas. O que apagou a estrela do PT foi simplesmente a falta de humildade de seus integrantes para reconhecer o quanto erraram com tantas estratégias diabólicas apenas com o intuito de serem donos de um povo que mesmo tendo um novo comandante no seu destino ainda precisa ser alimentado de esperança todas as vezes que grita: “Liberdade Liberdade abre as asas sobre nós”!



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