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domingo, 22 de julho de 2018

PALAVRA DA SALVAÇÃO (88)


16º Domingo do Tempo Comum – 22/07/2018

Anúncio do Evangelho (Mc 6,30-34)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado.
Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer.
Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles. Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão de Dom Pedro Carlos Cipolini, bispo da diocese de Amparo – São Paulo:

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COMPAIXÃO: compartilhar a mesma humanidade

"Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão” (Mc 6,34) 

No evangelho deste domingo(16º dom do Tempo Comum), contemplamos Jesus olhando a realidade para além da superfície evidente de abandono em que vive o povo, até chegar a outra dimensão mais profunda onde descobre o rosto de um Pai compadecido, que sofre o abandono e a dor de seus filhos e filhas. Jesus olha e vê. Esse é o primeiro passo. Não desvia de seus olhos a realidade dura de seu povo. “Contemplava”, ou seja, olhava atentamente, uma e outra vez, pousava o olhar sobre a crosta ressecada e sem beleza provocada por golpes mal curados. E, nesse primeiro olhar, vê a miséria da multidão dispersa frente a ausência de verdadeiros pastores que cuidassem de suas ovelhas; vê as mordidas mal cicatrizadas dos lobos. Desse primeiro olhar nascem a compaixão, a misericórdia. Seu coração sensível deixa-se afetar pela miséria e abandono de seu povo.

Como em outras passagens do Evangelho, Jesus muda o plano do dia de descanso com seus discípulos para acolher a dor das pessoas que surge de repente em seu caminho; contempla-as, e em sua maneira de se fazer próximo está já encarnado, em gestos, palavras e olhares, o Reino que anuncia.

Deus é compassivo: esta é a base da atuação de Jesus. É precisamente esta compaixão de Deus aquela que move Jesus em direção das vítimas inocentes: as maltratadas pela vida ou pelas injustiças dos poderosos. É a compaixão de Deus que faz Jesus tão sensível ao sofrimento e à humilhação das pessoas. Sua paixão pelo Deus da compaixão se traduz em compaixão pelo ser humano.

A partir desta experiência de um Deus compassivo, Jesus vai introduzir um princípio de atuação, a compaixão. Chegou o momento de recuperar a compaixão como a herança decisiva que Jesus deixou à humanidade, a força que deve impregnar a marcha do mundo, o princípio de ação que deve mover a história para um futuro mais humano. É a compaixão, ativa e solidária, aquela que nos há de conduzir para esse mundo mais digno e ditoso querido por Deus para todos.

 “Com-paixão”, palavra de etimologia latina, significa “padecer-com”, “sentir-com”, vibrar-com”, “afetar-se-com”... Seu equivalente, derivado do grego, seria a palavra “sim-patia”, termo ao qual se opõe diretamente o de “a-patia”, ausência de sentimentos, de vibração, de capacidade de proximidade... Muitos se referem à compaixão como uma paixão, outros como uma emoção forte, outros ainda, como um sentimento...; mas todos coincidem em um ponto: ela tem a ver com nossa comum humanidade.

A compaixão nos situa em uma espécie de irmandade entre seres radicalmente iguais em sua humanidade. É um dinamismo natural que expressa a bondade original do ser humano, a origem dos sentimentos altruístas, a sensibilidade solidária...

A compaixão é força que impulsiona à ação; não se trata de uma relação de cima para baixo, de quem, a partir de uma situação superior e distante, faz concessões a quem lhe é inferior. A compaixão é, antes de tudo, uma situação na qual prevalecem a igualdade, a dignidade básica e comum do ser humano; ela capacita a superar barreiras e condicionamentos que impedem uma vinculação fraterna entre as pessoas, para chegar a se colocar no lugar do outro e atuar por  e para ele.

A compaixão é essa capacidade de sentir com o outro, particularmente o outro golpeado pelas circunstâncias da vida. É a valentia para compartilhar sua paixão, é participação imediata no seu sofrimento e buscar com ele a esperança, o alívio e a alegria.  A compaixão desvela o sentimento profundo de amor para com aqueles que sofrem, buscando eficazmente aliviar sua situação, através de uma ação bondosa e serviçal.

Por isso o outro deixa de ser um estranho e se converte em próximo.

Mas a compaixão genuína nasce de uma fonte ainda mais profunda: não é só a experiência da própria vulnerabilidade, mas a consciência de uma identidade compartilhada. Não somos seres separados que, eventualmente, se ajudam uns aos outros, mas que constituímos uma Unidade, pela qual ninguém nos é indiferente. O bem dos outros é nosso bem; sua dor, nossa dor. “Sou humano, e nada do humano me é alheio” (escritor romano Lactancio). Por isso, podemos afirmar que o obstáculo comum para viver a compaixão é a identificação com o ego. Tal identificação apoia-se na crença fundamental de que somos seres separados. Dessa crença nascem, entre outras coisas, o individualismo, a egocentrismo, a indiferença, a intolerância...

O ego busca a comodidade, porque se rege pela lei do mínimo esforço, ou seja, pelo apego ao “agradável” e a aversão para o “desagradável”. Tende a evitar tudo aquilo que lhe implica mudança em suas rotinas ou expectativas e busca, acima de tudo, “sentir-se bem”. Dado que a necessidade do outro o implicaria em um compromisso, o ego tende a refugiar-se na indiferença, que não é outra coisa que a “cegueira” diante da realidade, porque, como diz o refrão popular “olhos que não veem, coração que não sente”.

Em definitiva, para poder viver a compaixão, precisamos ativar os recursos internos que potenciam nossa capacidade de sentir e nossa capacidade de amar e, simultaneamente, o empenho pessoal que nos permita libertar-nos da identificação com o ego, assumindo um compromisso solidário com quem mais sofre.

A compaixão esvazia toda pretensão de poder, pois ela projeta a pessoa para o outro, torna a pessoa sensível ao clamor e às necessidades do outro. A compaixão rompe a couraça do “eu” constituída pelo poder. A vida do outro é a razão única da autoridade.
  
Um dos sintomas que definem a nossa época é o fato de ser um tempo de “sem-compaixão”, um tempo no qual se faz muito difícil vibrar de verdade com os outros, alegrar-se com quem se alegra, caminhar juntos, com-viver, oferecendo-se mutuamente o ombro e dando-se as mãos.  O outro, sua necessidade e sofrimento, será sempre a alavanca que gera no coração humano a compreensão e o exercício da autoridade como verdadeiro serviço. 

Só a compaixão desloca cada um para o lugar do outro. Só a compaixão ilumina a realidade do sofrimento do outro. Só a compaixão move na direção da oferta do outro. A compaixão é a entrada do ser humano no mundo do humano; ela é o perfume do humano que invade a chão da vida, a sua fragilidade e sofrimento, e torna operativo o processo de humanização. 

Texto bíblico:  Mc 6,30-34 

Na oração: A experiência de viver permanentemente sob o olhar compassivo de Deus nos permite descobrir que “o ser-com” e “o ser-para”  é a autêntica condição humana que se desloca em direção ao outro, na arte de deixar e abrir lugar ao excluído, ao estranho, ao sobrante...

- Sua vivência do Seguimento de Jesus é marcada pelo “olhar compassivo e comprometido” ou por práticas piedosas alienadas, que não o(a) projetam em direção aos mais sofredores?

Pe. Adroaldo Palaoro sj

* * *




sábado, 21 de julho de 2018

DUETO: EGLÊ S MACHADO & OSCAR BENÍCIO DOS SANTOS



EGLÊ, POETA PREFERIDA!


Eglê, poeta preferida,
minha e da Inspiração,
por esta agora assistida
ao semear versos co’a mão.

Em esta carta querida
aviso-lhe da decisão,
à Bahia, de minha ida,
em busca de saúde e atenção:

Deus cuidará da primeira,
médicos da derradeira
– de ambas eu fico à mercê.

Despeço-me com carinho,
que é da amizade o ninho,
De Oscar para Eglê.
  
Oscar Benicio dos Santos
Faz. Guanabara

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OSCAR, AMIGO POETA!


Caríssimo Oscar Benício
De  ego doce, inspirado,
E coração ilustrado
Pela poesia, teu ofício:

É muito reto e propício
Ter com a saúde cuidado,
Viver feliz, sem enfado,
Denotando  bom auspício!

De Deus estando à mercê
Estás seguro, meu amigo,
No mais generoso abrigo.

Sejas prudente e audaz
E Salvador te dê Paz;
Saudade da amiga Eglê!


Eglê S Machado
Itabuna - BA


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O MILAGRE QUE JESUS FEZ NA TAILÂNDIA


Os detalhes desconhecidos e extraordinários do milagre que Jesus fez na Tailândia nos últimos dias:


1º - Eles foram encontrados e resgatados através de situações impossíveis.

2º - A corda dos mergulhadores britânicos estava usando para guiá-los na caverna acabou, então ele subiu para pegar ar e nesse momento ele encontrou os meninos sentados na frente dele! Ele disse que se a corda fosse mais longa, teria passado direto debaixo d'água e não os encontrado!

3º - Apenas um dos meninos sabia inglês e pode comunicar com os mergulhadores britânicos. Ele é o único cristão do grupo, e aprendeu o idioma no projeto missionário que acontece em sua pequena igreja.

4º - A chuva se manteve discreta durante a missão de resgate por 3 dias e não afetou a operação ... choveu em áreas ao redor. 

5º - Assim que o último mergulhador saiu da caverna ontem (depois de todos os garotos estarem seguros) a bomba que retirava água da caverna quebra (Teria sido um desastre!!!)

6º - Choveu a manhã toda e hoje (11/07) ao meio-dia a caverna está completamente inundada!

7º - Todos os meninos foram resgatados e em condições surpreendentes de saúde, que nem os médicos budistas "sabem como" explicar

8º - A unidade envolvida na ação de resgate: pessoas trabalhando juntas através de barreiras linguísticas e culturais. Decisões e escolhas importantes foram tomadas em consenso até a execução dos planos. O trabalho excelente e determinação de uma equipe com tantas pessoas e nacionalidades diferentes.

9º - A igreja de Cristo em todo o mundo, se uniu para clamar a Deus por Sua intervenção. Discípulos de todos os cantos da terra oravam, na esperança que o Senhor podia fazer o impossível acontecer... e aconteceu!!!!

Sem dúvidas, Deus fez este milagre que o mundo presenciou e se comoveu!

Agora é hora de celebrar o poder e graça de Deus, que diferente dos ritos budistas, não precisou de oferendas nem sacrifícios, mas em amor, se lançou mais uma vez na história para resgatar os que estavam perdidos.

Que a nossa resposta seja gratidão e adoração ao único Deus tem quem todo o poder em suas cravejadas e ressurretas mãos. 


Texto traduzido e adaptado da família Ben and Kiesha Jones  que serve no norte da Tailândia.



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sexta-feira, 20 de julho de 2018

20 DE JULHO > Dia do Amigo - Eglê S Machado


Clique sobre a foto, para vê-la no tamanho original
DE AMIGO...

AMIGO É UM SER QUE AMA,
TEM PACIÊNCIA E ACEITA,
É COMPLACENTE E RECLAMA,
PERDOA, CALA  E RESPEITA!...

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


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“Perdoa, cala, respeita”
O bom amigo da gente,
Nunca, jamais nos rejeita,
E sente o que agente sente.

Oscar Benício dos Santos
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“O bom amigo da gente”
Dá-nos ventura serena,
É um tesouro fulgente,
Céu de paz que nos acena!...

Eglê
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“Perdoa, cala e respeita”,
O bom amigo da gente
Ele sempre nos aceita
Com o coração e a mente.

Oscar Benício dos Santos

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AI DE TI, BRASIL! - Arnaldo Jabor


Ai de ti, Brasil! *


Ai de ti, Brasil, eu te mandei o sinal e não recebeste. Eu te avisei e me ignoraste, displicente e conivente com teus malfeitos e erros. Ai de ti, eu te analisei com fervor romântico durante os últimos 20 anos e riste de mim. Ai de ti, Brasil! Eu já vejo os sinais de tua perdição nos albores de uma tragédia anunciada para o presente do século XXI, que não terá mais futuro. Ai de ti, Brasil — já vejo também as sarças de fogo onde queimarás para sempre! Ai de ti, Brasil, que não fizeste reforma alguma e que deixaste os corruptos usar a democracia para destruí- la. Malditos os laranjas e as firmas sem porta.

Ai de ti, Miami, para onde fogem os ladrões que nadam em vossas piscinas em forma de vagina e corcoveiam em jet- skis, gargalhando de impunidade. Malditas as bermudas cor- de- rosa, barrigas arrogantes e carrões que valem o preço de uma escola. Maldita a cabeleira do Renan, os olhos cobiçosos de Cunha, malditos vós que ostentais cabelos acaju, gravatas de bolinhas e jaquetões cobertos de teflon, onde nada cola. Por que rezais em vossos templos, fariseus de Brasília? Acaso eu não conheço a multidão de vossos pecados?

Ai de vós, celebridades cafajestes, que viveis como se estivésseis na corte de Luís XIV, entre bolsas Chanel, gargantilhas de pérola, tapetes de zebra e elefantes de prata. Portais em vosso peito diamantes em que se coagularam as lágrimas de mil meninas miseráveis. Ai de vós, pois os miseráveis se desentocarão e seus trapos vão brilhar mais que vossos Rolex de ouro. Ai de ti, cascata de camarões!

Tu não viste o sinal, Brasil. Estás perdido e cego no meio da iniquidade dos partidos que te assolam e que contemplas com medo e tolerância. Cingiram tua fronte com uma coroa de mentiras e deste risadas ébrias e vãs no seio do Planalto. Ai de vós, intelectuais, porque tudo sabeis e nada denunciais, por medo ou vaidade. Ai de vós, acadêmicos que quereis manter a miséria “in vitro” para legitimar vossas teorias. Ai de vós, “bolivarianos” de galinheiro, que financiais países escrotos com juros baixos, mesmo sem grana para financiar reformas estruturais aqui dentro. Ai de ti, Brasil, porque os que se diziam a favor da moralidade desmancham hoje as tuas instituições, diante de nossos olhos impotentes. Ai de ti, que toleraste uma velha esquerda travestida de moderna. Malditos sejais, radicais de cervejaria, de enfermaria e de estrebaria — os bêbados, os loucos e os burros, que vos queixais do país e tomais vossos chopinhos com “boa consciência”. Ai de vós, “amantes do povo” — malditos os que usam esse falso “amor” para justificar suas apropriações indébitas e seus desfalques “revolucionários”.

Ai de vós, que dizeis que nada vistes e nada sabeis, com os crimes explodindo em vossas caras.
Ai de ti, que ignoraste meus sinais de perigo e só agora descobriste que há cartéis de empresas que predam o dinheiro público, com a conivência do próprio poder. Malditas sejam as empresas fantasmas em terrenos baldios, que fazem viadutos no ar, pontes para o nada, esgotos a céu aberto e rapinam os mínimos picuás dos miseráveis.

Malditos os fundos de pensão intocáveis e intocados, com bilhões perdidos na Bolsa, de propósito, para ocultar seus esbulhos e defraudações. Malditos também empresários das sombras. Malditos também os que acham que quanto pior, melhor.

A grande punição está a caminho. Ai de ti, Brasil, pois acreditaste no narcisismo deslumbrado de um demagogo que renegou tudo que falava antes, que destruiu a herança bendita que recebeu e que se esconde nas crises, para voltar um dia como “pai da pátria”. Maldito esse homem nefasto que te fez andar de marcha à ré.

Ai de ti Brasil, porque sempre te achaste à beira do abismo ou que tua vaca fora para o brejo. Esse pessimismo endêmico é uma armadilha em que caíste e que te paralisa, como disse alguém: és um país “com anestesia, mas sem cirurgia”.

Ai de vós, advogados do diabo que conseguis liminares em chicanas que liberam criminosos ricos e apodrecem pobres pretos na boca-do boi de nossas prisões. Maldita seja a crapulosa legislação que vos protege há quatro séculos. Malditos compradiços juízes, repulsivos desembargadores, vendilhões de sentenças para proteger sórdidos interesses políticos. Malditos sejam os que levam dólares nas meias e nas cuecas e mais ainda aqueles que levam os dólares para as Bahamas. Ai de vós! A ira de Deus não vai tardar... Sei que não adianta vos amaldiçoar, pois nunca mudareis a não ser pela morte, guerra ou catástrofe social que pode estar mais perto do que pensais. Mas mesmo assim, vos amaldiçoo. Ai de ti, Brasil! Já vejo as torres brancas de Brasília apontando sobre o mar de lama que inundará o cerrado. Já vejo São Paulo invadida pelas periferias, que cobrarão pedágio sobre vossas Mercedes. Escondidos atrás de cercas elétricas ou fugindo para Paris, vereis então o que fizestes com o país, com vossa persistente falta de vergonha. Malditos sejais, ó mentirosos, vigaristas, intrujões, tartufos e embusteiros! Que a peste negra vos cubra de feridas, que vossas línguas mentirosas sequem e que água alguma vos dessedente. Ai de ti, Brasil, o dia final se aproxima.

Se vossos canalhas prevalecerem, virá a hidra de sete cabeças e dez chifres em cada cabeça e voltará o dragão da Inflação. E a prostituta do Atraso virá montada nele, segurando uma taça cheia de abominações. E ela estará bêbada com o sangue dos pobres e em sua testa estará escrito: “Mãe de todas as meretrizes e Mãe de todos os ladrões que paralisam nosso país.” Ai de ti, Brasil! Canta tua ultima canção na boquinha da garrafa.


(*) Homenagem a Rubem Braga segundocaderno@oglobo.com.br ARNALDO JABOR


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quinta-feira, 19 de julho de 2018

MUDANÇAS


Coisas  que já mudaram e mudarão ainda mais:


01) O Spotify faliu as gravadoras;

02) O Netflix faliu as locadoras;

03) O Booking complicou as agências de turismo;

04) O Google faliu a Listel, Páginas Amarelas e as enciclopédias;

05) O Airbnb está complicando os hotéis;

06) O WhatsApp está complicando as operadoras de telefonia;

07) As Mídias sociais estão complicando os veículos de comunicação;

08) O Uber está complicando os taxistas;

09) A OLX acabou com os classificados de jornal;

10) O Smartphone acabou com as revelações fotográficas e com as câmeras amadoras;

11) O Zip Car está complicando as locadoras de veículos;

12) A Tesla está complicando a vida das montadoras de automóveis;

13) O E-mail e a má gestão complicou os Correios;

14) O Waze acabou com o GPS;

15) O Original e o Nubank ameaçam o sistema bancário tradicional;

16) A Nuvem complicou a vida dos Pen drive;

17) O Youtube complica a vida das tevês. Adolescentes não assistem mais canais abertos;

18) O Facebook complicou a vida dos portais de conteúdo;

19) O Coaching mudou a forma de aprender, pensar e agir,  levando a um novo modelo mental, gerando resultados extraordinários em um curto espaço de tempo nas organizações;

20) O Tinder e similares complicando baladas e "similares";

21) Com o Banco online não precisa mais ir até às agências;

E você acha que vai durar quanto tempo seu emprego na forma atual?

...e você quer viver como vivia há 10 anos?...

Temos que nos reinventar diariamente para continuarmos nesse "jogo" chamado vida. 

VAMOS EM FRENTE... Não porque atrás vem gente... Mas, porque já tem muita gente na nossa frente!


(Desconheço o autor, mas é bom refletir sobre isso)

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PREPARANDO MAIS DOIS FILHOS! - Antonio Nunes de Souza


Preparando mais dois filhos!


Em princípio pode parecer que estou na gestação de gêmeos, ou mabaços, curtindo a maravilhosa sensação que somente as mulheres tem o privilégio celestial de desfrutar!

Mas, na verdade estou desenvolvendo a diagramação de mais dois livros, lendo e relendo todas as crônicas e textos que farão parte integrante dessas modestas obras literárias. Tendo o cuidado minucioso de fazer as pequenas correções gramaticais, tonificando-os com algumas novas frases, tentando melhorar mais ainda suas compreensões e, ao mesmo tempo, enfatizando um pouco as situações!

Então... Logicamente, posso dizer com certo orgulho, que estou “gravido’ desses dois compêndios que, provavelmente, estarão sendo “paridos” para meus modestos leitores, dentro de mais um mês, provavelmente. Muito embora, todos os meus escritos, estão a disposição de todos, através do meu blog VIDA LOUCA – antoniomanteiga.blogspot.com!

Nele constam mais de mil e quinhentos textos, poemas e micro contos, todos criados e escritos, exclusivamente, por mim. Basta abrir que terá todo meu cabedal de escritor a sua disposição. Posso, debochadamente, chamar meu blog de minha creche, já que nele moram minha filharada de quatorze livros, sobre todas as vertentes existentes e possíveis!

Por essa razão nada tenho escrito de novidade, dedicando-me a gostosa e ao mesmo tempo exaustiva, tarefa de um homem “gestante” com muita responsabilidade, com o desejo e a pretensão de oferecer o melhor que posso nessa área!

Envio um abraço para todos, pedindo que rezem por mim, pedindo a “Nossa Senhora do Parto” que eu não sinta nenhuma dor, apenas alegrias e felicidades no dia do “lançamento” dos meus meninos mais novos!


Antonio Nunes de Souza, escritor
Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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