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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

O DIGITAL E O ENSINO



O digital e o ensino

Painel Digital terá mesa sobre as oportunidades de aprendizado em conjunto no ambiente digital


Pelo mundo afora existem iniciativas que usam o digital para construir ambientes de inclusivo de aprendizado em conjunto. Para falar um pouco mais sobre este tema o Painel Digital trará no dia 19 de agosto, às 15 horas, a mesa Rede Colaborativas e Aprendizado. Nela, Henrique Foreti, Robo Livre, e 
Débora Abdalla, Projeto Onda Digital mediados por 
Vicente Aguiar, Colivre, baterão um bate-papo redes colaborativas, comunidades virtuais, ensino e conhecimento compartilhado.


Curador dos principais eventos de Robótica e Tecnologia da América Latina, Henrique Foresti trará sua experiência para a conversa. Idealizador da plataforma RoboLivre, desde 2005, ajuda a promover o ensino da robótica para qualquer pessoa que tenha interesse. A metodologia Robolivre, desenvolvida a partir da plataforma online, ainda é usada para levar aulas presenciais de robótica às escolas públicas do Recife (cidade sede do projeto).

O engenheiro ainda desenvolve projetos de pesquisa e inovação creditados por diversas instituições de fomento, em especial nas áreas de robôs domésticos,  robótica pedagógica, robôs terrestres, veículos aéreos não tripulados e plataformas de telemetria, processamento e comunicação. Engenheiro de sistemas no CESAR e Doutorando no Cin UFPE, fomenta competições de Robótica em diversos estados do Brasil, presencialmente ou pela internet. 

Com trabalhos realizados em temas como inclusão sociodigital, informática na educação, educação em computação, computação e sociedade, ontologias, lógicas de descrições e web semântica, Débora Abdalla falará das facilidades e desafios que enfrenta no seu dia a dia. Professora de Ciência da Computação da Universidade Federal da Bahia, é pesquisadora e coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão em Informática, Educação e Sociedade - ONDA DIGITAL (UFBA), programa de inclusão sociodigital. Também participa do grupo FORMAS - Formalismos e Aplicações Semânticas da UFBA

O mediador da conversa será Vicente Aguiar, organizador e co-autor do livro 'Software Livre, Cultura Hacker e Ecossistema da Colaboração', sócio fundador e gestor de projetos da COLIVRE, além de membro da equipe do Projeto Noosfero – uma solução em software livre, onde é possível criar a sua própria rede social e ali usar de seus diversos recursos como blog, fórum de discussão, portfólio online e agenda de eventos.

Painel Atitude Digital - Big Bata, Cidades Inteligentes, Redes Colaborativas, Representatividade, Comunicação Digital, Influência, Aprendizado, Robótica, Interações Sociais e Comunidades, serão os temas debatidos na primeira edição do Painel Atitude Digital. O evento vai estabelecer conversas sobre comportamento e cultura em mesas e oficinas com a participação de nomes locais e nacionais de destaque, que têm contribuído para o estudo do ambiente digital, e suas evoluções.Ao todo são cinco mesas e duas oficinas, que buscam apresentar conexões entre as mudanças no nosso olhar perante o mundo e as principais tendências da cultura digital.

Incentivo à cultura - A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Salvador foi inaugurada em 1999, no prédio datado do século XVII, que já abrigou a antiga Casa de Orações dos Jesuítas e onde, ao longo da história, já trabalharam personalidades como Glauber Rocha, Caetano Veloso e Lina Bo Bardi. 

Após ser tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e restaurada pela CAIXA, a Casa hoje oferece ao público duas galerias de arte, um anfiteatro, um salão para espetáculos, uma sala para eventos e uma sala de oficinas, constituindo importante espaço de difusão cultural localizado no centro de Salvador (BA), com sala para eventos e uma sala de oficinas, constituindo importante espaço de difusão cultural localizado no centro de Salvador.


Serviço

Painel Atitude Digital 
Quando: 17, 18 e 19/08/2018 – (Sexta, Sábado e Domingo)
Onde: Caixa Cultural Salvador, Rua Carlos Gomes, 57, Centro.
Entrada Franca, observada a capacidade do espaço - Estacionamento gratuito ao lado nos dias 17 de agosto, a partir das 18h e 18 e 19 de agosto, a partir das 14h. 
Horários do evento:
17/08/2018 - a partir das 18 horas
18 e 09/08/2018 - a partir das 14horas
Classificação: Livre


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sábado, 26 de maio de 2018

I MOSTRA CULTURAL IFBA


Clique sobre as fotos, para vê-las no tamanho original
O Projeto Oxe: literatura baiana contemporânea participará, entre os dias 28 e 30 de maio, da I Mostra de arte e cultura do IFBA. Em sua primeira edição, o evento traz o tema "Baianidades Possíveis" e receberá, nos três dias apresentações de vários municípios do estado onde estão instalados campi do IFBA.

Com o intuito de visibilizar institucionalmente projetos culturais e artísticos desenvolvidos nos 23 campi do Instituto, localizados na capital e interior da Bahia, o evento foi idealizada e organizada pela Pro-reitoria de extensão e contou com a participação de bolsistas, técnicos e docentes.

O Oxe apresentará dois recitais Oxe: palavra mapeada, que articula recitação de trechos de autores e autoras baianas com projeção de videomapping e música e Rabiscos revelados, que apresenta produções dos integrantes do projeto após curso de criação literária.

Respectivamente, os espetáculos serão apresentados no palco do auditório Dois de Julho e o pátio externo da Reitoria do IFBA, localizada no bairro do Canela, em Salvador.

Para saber mais sobre o evento, clique e veja a programação.


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segunda-feira, 7 de maio de 2018

APROXIMA-SE O SÃO JOÃO! – Antonio Nunes de Souza


Aproxima-se o São João

Como o povo brasileiro, principalmente o nordestino, é adepto fervoroso do S. João e S. Pedro, mesmo ainda faltando mais de um mês para os festejos, todos já estão preparando suas suntuosas quadrilhas, contratando suas bandas, trios, sanfoneiros, etc., para que suas cidades brilhem e ofereçam aos turistas e nativos, grandes e inesquecíveis comemorações!

Inegavelmente, talvez seja a festa mais simpática, divertida com humildade, percebe-se uma grande confraternização sem lidar com os preconceitos habituais. As misturas são benéficas, pois todos se vestem com roupas simples, mostrando no geral uma igualdade que faz gosto e muita alegria!

Pena que hoje, pelos crescimentos das cidades, trânsito, postes e fiações, não é mais possível se ver em cada porta de casa uma fogueira com suas brasas e labaredas, assando milhos, batatas doces e esquentando os corpos daqueles que delas se cercavam. Pular fogueira e se tornar compadre e comadre era uma beleza. E, muitas vezes era uma maneira de começar um namoro!

Os fogos eram lindamente coloridos, os foguetórios sempre assoviando no céu, os pistolões a pipocar sem parar, as crianças brincando com “chuvinhas e cobrinhas”, enquanto as moças se divertiam soltando “rodinhas ou pistolas com balas coloridas”!

Não podia faltar, em nenhuma hipótese a soltura de alguns balões de pequenos tamanhos e menos perigosos que os monstrengo atuais, que saiam singrando pelo céu, alcançando alturas de porte médio! Tudo isso era visto com harmonia, alegria e naturalidade, com a abrangência e sorrisos dos avós até os pequeninos netinhos!

Deixei transparecer umas lembranças nostálgicas que, com certeza, jamais abandonarão a minha velha mente!

Vamos continuar nossas comemorações folclóricas e tradicionais, todos com os olhos brilhando de satisfação, dançando os forrós quer seja o de pé de serra, como os universitários. O importante é sentir os requebrados das cadeiras das meninas, a esfregação que faz parte da coreografia e, se possível, depois de um licorzinho de jenipapo, possa fazer as coisas esquentarem mais os desejos ardentes!

“Feliz São João minha gente querida! Não esquecendo que, daqui há alguns dias será a vez do amado e velho São Pedro, o padroeiro das viúvas!

Antonio Nunes de Souza, escritor
Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


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terça-feira, 9 de maio de 2017

EDUARDO PORTELLA: PENSADOR DA CULTURA - Cyro de Mattos

Eduardo Portella: Pensador da Cultura
Cyro de Mattos

  
          Eduardo Portella  era um desses intelectuais atuantes que argumentava com lucidez sobre assuntos de nossas letras e cultura. Graduado pela Faculdade de Ciências Sociais e Jurídicas da Universidade Federal de Pernambuco. Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro,  lecionou até os últimos dias de vida. Ministro da Educação no  governo do Presidente João Figueiredo, lutou pela anistia, foi demitido por ter  dado apoio à greve dos professores  universitários.

          Seu discurso de vida dirigiu-se para os parâmetros de um humanismo solidário com base na ordem da verdade. Foi interditado por aqueles que pensam ser suficiente para valer na dotação humana   o poder que você exerce com o cargo. Dele é a célebre frase: “Não sou ministro, estou ministro”, para afirmar com isso, no tácito entendimento da palavra enunciada, que tudo é transitório ante o eterno que fica.

          Crítico, pesquisador, conferencista, editor, advogado e político brasileiro. Ocupou a presidência da Conferência Mundial da UNESCO. Foi   diretor das  Edições Tempo Brasileiro, divulgando Heidegger no Brasil e o Formalismo Russo de Yuri Tynianov. Membro titular da Academia Brasileira de Letras, recebido por Afrânio Coutinho.  Naquela instituição recebeu João Ubaldo Ribeiro, Lígia Fagundes Telles e  Zélia Gattai.

          Propôs um método crítico de base hermenêutica, teórica e filosófica. Sem inclinações para a interpretação da obra literária com base na inserção de autor e obra nos  períodos históricos, nem decorrente de gratuitas impressões sobre a massa do que foi escrito,   mas em função do estilo em que o autor se funda e marca sua obra  na expressividade da escrita, tanto na forma  como no conteúdo.  Esteve  à frente dos níveis usuais,  sendo o responsável pela introdução da análise estilística nas letras brasileiras. Filtrou os pressupostos, métodos  e ferramentas dos espanhóis Carlos Bousoño  e Dámaso Alonso, propondo  o julgamento como ato final na análise  literária   após a captura do fundamento  que transita  entre linguagem e uso da língua, responsável pela literariedade. Este fundamento é a visualização do entretexto.  Sua tese de doutorado foi  publicada sob o título Fundamento da Investigação Literária (1973), refundida em 1974.
 
        Deixou um legado constituído de 23 obras e, entre elas, Dimensões I (1958), Dimensões II (1959), África colonos e cúmplices (1961), Literatura e realidade nacional (1963), Dimensões III (1965),  Teoria da comunicação literária (1970), Vanguarda e cultura de massa (1978) e A Sabedoria da Fábula (2011). Recebeu prêmios literários  e títulos honoríficos de muito prestígio, como Gran Cruz de la Orden del Mérito Civil, Madri (2001), Doutor Honoris-Causa, Universidade Federal da Bahia (1983), Gran-Cruz de la Orden Civil de Alfonso X, el Sabio, Madri (1980), Grã-Cruz da Ordem do Rio Branco, Brasília (1979).
                
          Aprendi muito com ele.  Acompanhou  minha carreira literária desde o nascimento, há cinquenta anos. Prestigiava-me. Prefaciou meu livro Cancioneiro do Cacau, que me deu  quando inédito o Prêmio Nacional  de Poesia Ribeiro Couto da União  Brasileira de Escritores (Rio) e, quando   publicado,  o Segundo Prêmio Internacional de Literatura Maestrale Marengo d’Oro, em Gênova, Itália,  o Terceiro Prêmio Nacional de Poesia Emílio Moura da Academia Mineira de Letras e foi finalista do Jabuti.

          É dele essa observação sobre o livro:

                “ Mas o seu poema  não irrompe de qualquer abalo sísmico, ou de qualquer intempérie facilmente previsível. Ele eclode da história revigorada, nasce do fundo do homem  e das coisas, da sua raiz em curso, da origem protegida  do menor sedentarismo... Cyro de Mattos se compraz em revalorizar a raiz, e reverenciar a origem, em reconhecer  o fundamento   radicalmente imune  ao fundamentalismo. O poeta enraizado e, no caso, porque enraizado, generoso, recorda para a frente.  Como quem retira dos filtros do passado,  e dos detectores de metais do presente, lições,  mesmo que enviesadas, para a construção do amanhã.”
 
         Que melhor prêmio poderia receber autor e obra do que essa opinião do enorme ensaísta? Humanista, leal, elegante, sóbrio, companheiro, intelectual de primeira grandeza. A última vez que estive com ele, na Academia Brasileira de Letras, quando fui proferir  palestra sobre os mares trágicos de Adonias Filho, disse-me que estava escrevendo um livro sobre Adonias Filho e outro sobre Jorge Amado.
              
         Baiano de Salvador,  nascido em 8 de outubro de 1932, Eduardo Portella passou desse plano terrestre para outra dimensão no  dia 2 de maio deste ano.’




Cyro de Mattos,  escritor e poeta. Primeiro Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Santa Cruz. Membro efetivo da Academia de Letras da Bahia, Pen Clube do Brasil, Academia de Letras de Ilhéus e Academia de Letras de Itabuna. Autor premiado no Brasil, Portugal, Itália e México.

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sábado, 25 de fevereiro de 2017

UNIDOS DE VILA MARIA: Samba enredo para o Carnaval 2017

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Presidente: Adilson José de Souza

Carnavalesco: Sidnei França
Diretor de Carnaval: Demis Roberto

Compositores: Leandro Rato, Zé Paulo Sierra, Almir Mendonça, Vinicius Ferreira, Zé Boy e Silas Augusto

Ligue o vídeo abaixo:


Aparecida – A Rainha do Brasil

“300 Anos de Amor e Fé no Coração do
Povo Brasileiro” 




Aos teus pés vou me curvar
Senhora de Aparecida
                         A prece de amor que nos uniu                             
Salve a Rainha do Brasil

  
Pedi aos céus para iluminar essa jornada
Seguir com fé, na caminhada
Santa Aparecida dessas águas
Fez a nossa rede prosperar
Virgem Conceição Imaculada
Os teus feitos vão se revelar

Num choro incontido, o nó na garganta
A história marcada em devoção
Joia da princesa pra te coroar
Presente que acalanta o coração.


Oh Senhora, oh Senhora
Reluz teu manto azul bordado em ouro           
A benção de viver a tua glória.

  
Milagre....
É lindo ver o povo venerando
Pagando promessas em oração
Negra Mãe divina liberdade
Do impossível és a salvação
O cortejo vem te receber
E eu já posso ouvir a cantoria
É gente abraçada a chorar
Vila Maria abençoada vem pedir

Pátria mãe gentil
Não deixe de exaltar a padroeira
Pro bem do meu país
Nos de a paz bendita e verdadeira



Aos teus pés vou me curvar
Senhora de Aparecida
                        A prece de amor que nos uniu                            
Salve a rainha do Brasil


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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

UNIDOS DA TIJUCA: Samba enredo para o Carnaval 2017

Autores: Totonho, Fadico, Josemar Manfredini, Dudu

Participação especial: Sergio Alan

Ligue o vídeo abaixo: 

Sinta o som…
É melodia, música
Negro dom que acalentava os nossos ancestrais
É muito mais, é liberdade a luz da inspiração
Hoje a Tijuca é quem dá o tom em notas e acordes musicais
Viaje na barca das canções
Um jazz embalando os corações
Num sopro a saudade, a moda country se eternizou
E o meu Borel americanizou

  
Chega, my brother… vem ver
A batucada é de enlouquecer
Pura Cadência de bambas juntou guitarra e pandeiro
Ta aí um soul de um jeito brasileiro

  
Ôôô… o som do rock ecoou
Nas ondas do rádio embalou gerações
As baladas do cinema despertam
Tamanhas emoções
Mudando de hábito o pop é samba
Deixa chover que hoje eu vou cantar
Sou eu da nação tijucana mais um pop star “vem com a gente sambar”
A musicalidade desse seu país
Virou paixão universal
Nessa avenida, rege o enredo do meu carnaval


Invade minh’alma a linda canção
No tom da vitória chegou meu pavão
Com samba no pé, nós vamos à luta
To na boca do povo, meu nome é Tijuca


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

GRANDE RIO: Samba enredo para o Carnaval 2017

Compositores: Paulo Onça, Kaká, Dinho Artiligri, Rubens Gordinho, Alan Vasconcelos e Marco Moreno
Participação Especial:
Hugo da Grande Rio, Marcelo Bracco e Carlinhos Fiscal
Intérprete: Emerson Dias (participação especial: Ivete Sangalo)
Ligue o Vídeo abaixo:

Brilha minha estrela
alumia o meu caminhar
menina baiana do juazeiro
saudade mandou um cheiro
velho Chico… Histórias fez lembrar
Nossa Senhora sempre a me guiar
sol inclemente
terra seca era o sertão
adolescente, abraço o violão
forroziei, pulei fogueira, viva são João
minha família, doce inspiração.


E lá vou eu, pé na estrada
e lá vou eu, meu amor
olhos de fogo da serpente encantada
iluminavam meu destino a Salvador.


Cantei a noite buscando o que eu queria
alegria! Alegria!
Guitarra, frevo, tambores que tem magia
ê Bahia! Ê Bahia!
Com a Eva encantei toda cidade
no trio arrastei as multidões
canto a minha verdade, africanidade
mistura de emoções
meu timbau… Virou sucesso internacional
nos palcos do mundo o estrelato a consagração
comunidade, povo do gueto, eu sou
Caxias me abraçou.


A Grande Rio vem dar um banho de axé
salve! Toda essa gente de fé
o tambor da invocada promete
levanta a poeira Ivete.


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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

VILA ISABEL: Samba enredo para o Carnaval 2017

Compositores: Artur das Ferragens, Gustavinho Oliveira, Danilo Garcia, Braguinha e Rafael Zimmerman

Ligue o vídeo abaixo: 


A minha vila chegou
ouça essa voz
a pele arrepia ao som da batida…
força dos meus ancestrais
herança que fez ressoar o rufar do tambor
pra gente dançar assim, feliz
maracas encontram tamborins
o reggae celebra mensagens de paz
oh minha flor, quero você em meus braços
bailando no mesmo compasso
um tango de drama e amor.

Vila,
“azul” que dá o tom à minha vida
um “sopro” de esperança na avenida
eu faço um pedido em oração
ouvi-la pra sempre no meu coração


Um solo de guitarra a embalar
“soul” a mais perfeita forma de expressar
eu vou, eu vou… Onde fez raiz a tradição nagô
eu vou, eu vou, foi
o povo do samba quem me chamou
ginga no lundu, (morena)
negro é o rei (é o rei)
toque de ijexá, (afoxé)
pra “purificar” (minha fé)
gira baiana, deixa a lágrima rolar
quando no terreiro novamente ecoar


Ôô, kizomba é a vila
firma o batuque no som da cor
valeu zumbi, a lua no céu
é a mesma de Luanda e da Vila Isabel.


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domingo, 19 de fevereiro de 2017

BEIJA FLOR: Samba-Enredo 2017


Enredo: "Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel"

Compositores: Claudemir, Maurição, Ronaldo Barcellos, Bruno Ribas, Fábio Alemão, Wilson Tatá, Alan Vinicius e Betinho Santos

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Araquém bateu no chão
A aldeia toda estremeceu
O ódio de Irapuã
Quando a virgem de tupã se encantou com o europeu
Nessa casa de Cabloco hoje é dia de Ajucá
Duas tribos em conflito
De um romance tão bonito começou meu Ceará

Pega no amerê, areté, anama
Pega no amerê, areté, anama

Bem no coração dessa nossa terra
A menina moça e o homem de guerra
Ele sente a flecha, ela acerta o alvo
Índia na floresta, branco apaixonado
Vem pra minha aldeia, beija-flor
Tabajara, pitiguara bate forte o tambor
Um chamado de guerra, minha tribo chegou
Reclamando a pureza da pele vermelha
Bate o coração de Moacir
O milagre da vida, me faz um mameluco na sapucaí
Oh linda Iracema morreu de saudade
Mulher brasileira de tanta coragem

Um raio de sol a luz do meu dia
Iluminada nessa minha fantasia

A jandaia cantou no alto da palmeira
O nome de Iracema
Lábio de mel, riso mais doce que o jati
Linda demais cunhã-porã iterei
Vou cantar jureme, jureme, jureme
Vou cantar jurema, jurema
Uma história de amor, meu amor
É o carnaval da beija-flor


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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

SALGUEIRO: SAMBA-ENREDO PARA O CARNAVAL 2017

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COMPOSITORES: Marcelo Motta, Fred Camacho, Guinga do Salgueiro, Getúlio Coelho, Ricardo Neves e Francisco Aquino.

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Vou embarcar em ilusões

à loucura me entregar
prazer… (ô prazer)


Sou poeta delirante, o amante

na profana liberdade
devoto da infernal felicidade
quero o gostoso veneno do beijo
saciar o meu desejo
me embriagar
nos braços da folia me jogar


Vou me perder pra te encontrar

enlouquecer, morrer de amar!
Pra que juízo, amor? A noite é nossa…
do jeito que o pecado gosta!


Sinto minh´alma se purificar

vislumbrar…
o paraíso, no firmamento
três “com sagrados” talentos
“vê, estão voltando as flores…”
lá, onde ressoam tambores
toca batuqueiro, dobre o rum
aos presentes de orum…
gira baiana e faz do céu um terreiro
tinge essa avenida de vermelho
é nossa missão, carnavalizar a vida…
que é feita pra sambar!

Dessa paixão que encanta o mundo inteiro
Só entende quem é salgueiro…
só entende quem é salgueiro…

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

PORTELA: SAMBA ENREDO PARA O CARNAVAL 2017


Compositores: Samir Trindade, Elson Ramires,Neizinho do Cavaco, Paulo Lopita 77, Beto Rocha, Girão e J.Sales
Intérpretes: Tinga, Diego Nicolau, Marquinhos Art Samba, Zé Paulo e Luís Paulo
Participação Especial: Velha Guarda da Portela

Ligue o vídeo abaixo:

Vem conhecer esse amor

a levar corações através dos carnavais
vem beber dessa fonte
onde nascem poemas em mananciais
reluz o seu manto azul e branco
mais lindo que o céu e o mar
semente, de Paulo, Caetano e Rufino
segue seu destino e vai desaguar

A jangada vai chegar na aldeia

alumia meu caminho, candeia
onde mora o mistério, tem sedução
mitos e lendas do ribeirão

Cantam pastoras e lavadeiras pra esquecer a dor

tristeza foi embora, a correnteza levou
já não dá mais pra voltar (ô iaiá )
deixa o pranto curar (ô iaiá)
vai inspiração, voa em liberdade
pelas curvas da saudade
óh mãmãe orayeyeo vem me banhar de axé orayeyeo

É água de benzer, água pra clarear

onde canta um sabiá

Salve a velha guarda, os frutos da jaqueira

Oswaldo cruz e Madureira
navega a barqueada ,aos pés da santa em louvação
para mostrar que na portela o samba é religião


O perfume da flor é seu

um olhar marejou sou eu
quem nunca sentiu o corpo arrepiar
ao ver esse rio passar.


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sábado, 11 de fevereiro de 2017

SAMBA-ENREDO DA MANGUEIRA PARA O CARNAVAL 2017

Compositores: Lequinho, Júnior Fionda, Flavinho Horta, Gabriel Martins e Igor Leal
Intérprete: Tinga

Ligue o vídeo abaixo:

Mangueira… Eu já benzi minha bandeira

bati três vezes na madeira
para a vitória alcançar
no peito patuá, arruda e guiné
para provar que o meu povo nunca perde a fé
a vela acesa pro caminho iluminar
um desejo no altar, ou no gongá
vou festejar com a divina proteção
num céu de estrelas enfeitado de balão
é verde e rosa o tom da minha devoção
já virou religião.

O manto a proteger, mãezinha a me guiar

valei-me meu padim onde quer que eu vá
levo oferendas a rainha mar
inaê, marabô, janaína. 

Abriram-se as portas céu choveu no roçado

num laço de fita a menina pediu comunhão
bala, cocada e guaraná pro erê
meu padroeiro irá sempre interceder
clareia… Tenho um guerreiro a me defender
firmo o ponto pro meu Orixá (no terreiro)
pelas matas eu vou me cercar (mandingueiro)
mel, marafo e abô…
só com a ajuda do santo eu vou (confirmar meu valor)
o morro em oração, clamando em uma só voz
sou a primeira estação, rogai por nós!

O meu tambor tem Axé Mangueira

sou filho de fé do povo de aruanda
nascido e criado pra vencer demanda
batizado no altar do samba


***