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domingo, 15 de março de 2020

MORRE NO RIO, AOS 89 ANOS, O ACADÊMICO AFFONSO ARINOS DE MELLO FRANCO



O Acadêmico e diplomata Affonso Arinos de Mello Franco faleceu em casa na manhã de hoje, 15 de março. Segundo a família, o Acadêmico foi vítima de problemas respiratórios. O sepultamento será nesta segunda-feira, 16 de março, às 14h, no mausoléu da Academia Brasileira de Letras. Diante da recomendação de se evitar reuniões e aglomerações por conta do coronavírus, não haverá velório.
O Acadêmico
Sexto ocupante da Cadeira nº 17, eleito em 22 de julho de 1999, na sucessão de Antonio Houaiss e recebido em 26 de novembro de 1999 pelo acadêmico José Sarney. Recebeu o acadêmico José Murilo de Carvalho.
Affonso Arinos de Mello Franco (Afonso Arinos, filho) nasceu em Belo Horizonte (MG), em 11 de novembro de 1930. Filiação: Affonso Arinos de Mello Franco e Anna Guilhermina Pereira de Mello Franco.
Fez o curso de Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, em 1949-53; o curso de Preparação à Carreira de Diplomata no Instituto Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores, em 1951-52; o curso de Doutorado, Seção de Direito Público, na Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, em 1954-55; o curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas no Instituto Rio Branco do Ministério das Relações Exteriores, em 1954; o curso do Instituto Superior de Estudos Brasileiros, no Ministério da Educação e Cultura, em 1955; o curso de Especialização em Política e Direito Internacional na Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da Universidade Internacional de Estudos Sociais Pro Deo, em Roma, em 1958; o curso de Promoção Comercial no Centro de Comércio Internacional da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento e do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, em Genebra, em 1968; o curso de Economia Teórica e Aplicada na Escola de Pós-Graduação em Economia do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, em 1975; o Curso Superior de Guerra na Escola Superior de Guerra, em 1975; o Curso de Atualização da Escola Superior de Guerra, em 1980.
Iniciou a Carreira de Diplomata em 1952, como Cônsul de Terceira Classe, e em 1953 fez estágio na Divisão de Questões Jurídicas do Departamento Jurídico das Nações Unidas, em Nova York. Às suas funções e cargos, no Brasil e no exterior, somam-se atividades jornalísticas e de divulgação cultural, legislativas e docentes.
Na área jornalística, foi colaborador da revista Manchete, em 1955-56; correspondente do Jornal do Brasil em Roma, em 1957-58; colaborador da Tribuna da Imprensa, 1960-61; colaborador de Fatos e Fotos / Gente, 1976; colaborador da TV Educativa, 1976; colaborador da Enciclopédia do Brasil Ilustrada, 1977; comentarista da TV Manchete, 1995-99; colaborador do Jornal do Commercio, 2002-03. Escreveu artigos e deu entrevistas para A Época, O Metropolitano, Tribuna da Imprensa,A Noite, Correio Braziliense, Revista Civilização Brasileira, Manchete, Jornal do Brasil, Revista Nacional.
De 1960 a 1962, foi deputado à Assembléia Constituinte e Legislativa do Estado da Guanabara, na qual se destacou como membro da Comissão de Constituição e Justiça, em 1961, e como presidente da Comissão de Educação, em 1962. Em 1964-65, foi professor de Civilização Contemporânea no Departamento de Jornalismo do Instituto Central de Letras da Universidade de Brasília. De 1964 a 1966, foi deputado federal pelo Estado da Guanabara, tendo sido, em 1965-66, membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados.
 15/03/2020


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sexta-feira, 13 de março de 2020

O AVENTAL DA AVÓ

O primeiro fim do avental da avó foi proteger a roupa de baixo. Depois... serviu como luva para tirar a panela do fogão... Foi maravilhoso para secar as lágrimas dos netos e também para limpar as suas caras sujas. Do galinheiro, o avental foi usado para transportar os ovos e, às vezes, os pintainhos. 

Quando os visitantes chegavam, o avental servia para proteger as crianças tímidas. Quando fazia frio, á avó servia-lhe de agasalho. Este velho avental era um fole agitado para avivar o lume da lareira.

Era nele que levava as batatas e a madeira seca para a cozinha. Da horta, servia como um cesto para muitos legumes: depois de apanhadas as ervilhas, era a vez de arrecadar nabos e couves.

E, pela chegada do Outono, usava-o para apanhar as maçãs caídas. Quando os visitantes apareciam, inesperadamente, era surpreendente ver quão rápido este velho avental podia limpar o pó. Quando era a hora da refeição, da varanda, a avó sacudia o avental e os homens, a trabalhar no campo, sabiam, imediatamente, que tinham que ir para a mesa. A avó também o usou para tirar a torta de maçã do forno e colocá-la na janela para arrefecer. 

Passarão muitos anos até que alguma outra invenção ou objeto possa substituir este velho avental da minha Avó.

Em memória das nossas avós, envie esta história para aqueles que apreciarão a "História do avental da vovó".


Tradução e adaptação livre de um texto, em Castelhano, em CITAS LITERÁRIAS.

Fiquei comovido ao lê-lo, por isso, partilho com todos vós!

(Recebi via WhatsApp)

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quinta-feira, 12 de março de 2020

DESISTIR JAMAIS – Ronaldo Lopes


"Brasileiros patriotas, 

desistir jamais!
 
Pertenço ao grupo de risco de contágio do corona, entretanto corre nas minhas veias
o sangue latente de um guerreiro que ama
e quer a liberdade.

Irei à manifestação
representando todos os brasileiros
que já se foram nos hospitais por conta
dessa classe política nojenta,
desonesta e corrupta que já ceifou a paz,
a saúde e alegria de tantas famílias...

Desculpe-nos, amado presidente Jair,
nossa causa é nobre;

amanhã nossos filhos e netos
terão orgulho de todos nós.

OU FICAR A PÁTRIA LIVRE, OU MORRER PELO BRASIL"

Texto de Ronaldo Lopes


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quarta-feira, 11 de março de 2020

O QUE É QUE VOCÊ TEM FEITO? - Oscar Benício dos Santos


O que é que você tem feito?


(Para a poeta Eglê Machado)


O que é que você tem feito?
Versos, se ouço a inspiração,
que da mente desce ao peito
e se aninha ao coração.


Daí ela sobe, suspeito,
para a língua ou pra mão,
aonde, pra meu deleito,
surge em som ou inscrição.


Se fosse muda ou maneta,
não só usava a caneta,
nem meus versos recitava,


mantinha-os sempre em si (na mente),
q’é nosso cofre silente
que não fala e tudo grava.


Oscar Benicio Dos Santos
Salvador, 06/04/16

*08.12. 1926 - +19.02. 2019

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terça-feira, 10 de março de 2020

O HOMEM DO SUDÁRIO NÃO ESTAVA MORTO, SEGUNDO UM ESTUDO MÉDICO – Dolors Massot


Shutterstock | gonewiththewind

Dolors Massot | Mar 09, 2020

A pesquisa do Dr. Bernardo Hontanilla é baseada no fato de que a figura do Sudário de Turim apresenta “sinais de vida incompatíveis com um cadáver”


A origem do Sudário e a imagem que ele mostra continuam motivando estudos da comunidade científica. Uma investigação médica recente poderia mudar as hipóteses que estavam sendo consideradas até agora.
O Dr. Bernardo Hontanilla, especialista em Cirurgia Plástica da Universidade de Navarra (Espanha), acaba de publicar um artigo na revista científica “Scientia et fides”, no qual expõe suas conclusões: a imagem do Santo Sudário “corresponde a um homem vivo”.

O Dr. Hontanilla, com 25 anos de carreira profissional e especialista em cirurgia facial, fornece os seguintes dados:

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A presença de sulcos nasogenianos na face do Sudário

“Na imagem do Sudário, os sulcos nasogenianos são claramente visíveis. São essas fendas ou dobras que temos à direita e à esquerda do nariz e que descem à boca ”, explica o médico. Em um cadáver, esses sulcos não aparecem porque, com a morte, os músculos relaxam e o vinco desaparece.

Esses sulcos desaparecem apenas – no caso de uma pessoa viva – quando ocorre uma paralisia facial.

“A presença de sulcos nasogenianos é incompatível com um cadáver, excluindo o caso de espasmo facial, que não ocorre na figura”, conclui Hontanilla.

Os lábios fechados do “Homem do Sudário”

Este médico afirma que “após a morte, o corpo experimenta um ato de relaxamento e isso faz com que a boca se abra. Na imagem do Sudário, essa situação não ocorre: os lábios estão fechados.”

A presença de lábios fechados e a presença de sulcos ao mesmo tempo é novamente incompatível com um cadáver.

Posição do corpo

No Sudário, “existe uma flexão do pescoço para a frente, há uma semi-flexão assimétrica das pernas (O joelho está dobrado levemente e não da mesma forma nas duas pernas) e uma sola do pé está apoiada no solo. Ao mesmo tempo, as mãos repousam sobre os órgãos genitais e os cobrem”. Hontanilla acrescenta: “o que o Sudário mostra é o conjunto de movimentos que uma pessoa faz quando recolhe seus membros”.

“Sinais de morte e sinais de vida”

Embora até agora sempre se pensasse que o Santo Sudário ilustrava a imagem de um homem morto, o Dr. Hontanilla afirma que “ele traz sinais de morte e sinais de vida”. Entre os sinais de vida estão aqueles que manifestam um homem em uma atitude de se levantar.

Quanto aos sinais de morte apresentados pelo Sudário, haveria, por exemplo, restos de sangue: “há sangue pre-mortem no rosto e nas costas; e restos de sangue post-mortem na lateral, onde há um coágulo.”

Jesus Cristo é “o homem do Sudário”?
Para o Dr. Bernardo Hontanilla, os dados de seu estudo “falham em determinar se estamos falando sobre Jesus Cristo, porque para isso precisaríamos de prova de DNA. Mas o que esse trabalho científico pode dizer é que nada observado é incompatível com o relato evangélico tanto da morte quanto da ressurreição de Jesus.”
Hontanilla não nega que, com sua teoria, a imagem do “homem do Sudário” combine “sinais de morte e sinais de vida”.

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segunda-feira, 9 de março de 2020

É RIDÍCULO TER SAUDADES DO GOVERNO MILITAR



Como alguém, em sã consciência, pode ter saudades de um governo que tinha, apenas, 12 ministérios? Prova, inequívoca, que o país não era bem administrado.

Como confiar em presidentes que morreram pobres? Um homem que ocupa o cargo máximo de uma nação, sem fazer fortuna, prova que não sabe aproveitar oportunidades, nem gerir o patrimônio próprio. Um incapaz.

Como ser saudoso de uma época de ditadura, onde todos os cidadãos tinham direito ao livre acesso às armas de fogo? E pior, a repressão era tão violenta que, mesmo armados, os cidadãos não se matavam. Isso demonstra o medo da população contra aquele governo bárbaro.

Como respeitar um regime que criou o INSS, o PIS, o PASEP, regulamentou o 13º, instituiu a correção monetária, criou o Banco Nacional da Habitação, o FUNRURAL, construiu mais de 4 milhões de moradias e abriu 13 milhões de vagas de emprego?

Melhor nem falar de infraestrutura. Em 21 anos, conseguiram, apenas, asfaltar 43.000Km de estradas, construir 4 portos, reformar outros 20, instalar as maiores hidrelétricas do mundo, decuplicar a produção da Petrobrás, criar a Embratel e a Telebras, implementar dois polos petroquímicos, entre outras coisinhas sem importância.

A educação era ridícula. Pegaram o país com 100 mil estudantes secundaristas e transformaram em 1.3 milhões. Criaram o Mobral, o CESEC, a CNPQ e o programa de Merenda Escolar.

Nestes vergonhosos anos de chumbo, onde o PIB cresceu 14%, as exportações saltaram de 1.5 para 37 bilhões, atingimos a 7ª economia mundial e nos tornamos o 2º maior produtor de navios do planeta. Uma catástrofe!

Realmente, durante essa página negra da história nacional, pelo visto, apenas os presídios funcionavam. Esses, sim, um exemplo. Neles entraram terroristas, assassinos, assaltantes, guerrilheiros, sequestradores, e saíram deputados, ministros, governadores e, até, dois presidentes. Isso que é recuperação.

(Recebi via WhatsApp, sem menção de autoria)

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domingo, 8 de março de 2020

EM CANTAR – Geraldo Maia



Em Cantar


A mulher quando chega
parece um milagre;
sua presença se espalha
por toda parte,
e não sabemos se o que se passa
é lentidão de raio
ou ensaio de eternidade.
A mulher quando chega
é como se a beleza do mundo
de repente se
condensasse num tela viva
em constante movimento e graça
e não sabemos se o que se passa
é traço de loucura
ou distorção de sanidade.
Se é magia pura,
ou apenas a tarefa cotidiana
de trançar com sonho e realidade
o tecido da existência
sobre o qual pouco sabemos
a não ser que se revela
quando chega
a mulher.

Geraldo Maiassanto
  
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Geraldo Maia, poeta
Estudou Jornalismo na instituição de ensino PUC-RIO (incompleto)
Estudou na instituição de ensino ESCOLA DE TEATRO DA UFBA
Coordenou Livro, Leitura e literatura na empresa Fundação Pedro Calmon
Trabalha na empresa Folha Notícias,
Filho de Itabuna/BA/BRASIL, reside em Louveira /SP.

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