(Publicado originalmente em http://blog.kanitz.com.br)
A esquerda sempre precisou de dinheiro, de muito dinheiro
para se sustentar. A direita por sua vez, não. Isso porque a direita é composta
de adolescentes que estudaram quando estudantes, trabalharam quando jovens,
pouparam quando adultos, e portanto se sustentar não é um grande problema.
A direita progride, enquanto a esquerda protesta nas Ongs e
nos cafés filosóficos. esquerda sempre viveu do dinheiro dos outros. Karl Marx
é o seu maior exemplo, sempre viveu às custas de amigos, heranças e do
companheiro Friedrich Engels.
Não conheço um esquerdista que não viva às custas do Estado,
inclusive os empresários esquerdistas que votam no PT e PSDB e vivem às custas
do BNDES. Nos tempos áureos a esquerda tomou para si até países inteiros.
China, União Soviética, Cuba, por exemplo, onde a esquerda se locupletou anos a
fio com Dachas e Caviar.
Essa esquerda gananciosa foi lentamente sugando a totalidade
do Capital Inicial usurpado da sua direita, até virar pó. Foi essa a verdadeira
razão do fim do muro de Berlim. A esquerda faliu os Governos que eles
apoderaram.
No Brasil, a esquerda também aparelhou e tomou Estados e
Municípios, e também conseguiu quebrá-los. Socialistas Fabianos como Delfim
Netto, FHC, Maria da Conceição Tavares ainda vivem às custas do Estado com duas
ou mais aposentadorias totalmente imorais. Só que o dinheiro grátis acabou.
Sem dinheiro, a esquerda brasileira começou a roubar, roubar
e roubar com uma volúpia jamais vista numa democracia. Mas graças a Sergio
Moro, até esse canal se fechou para a esquerda brasileira. Sem a Petrobras, as
Estatais, o BNDES, o Ministério da Previdência, o Ministério da Educação, a
esquerda brasileira não tem mais quem a sustente.
O problema da esquerda hoje é outro e muito mais sério. Como
esquerdistas irão se sustentar daqui para a frente? Como artistas plásticos,
professores de Filosofia e Estudos de Gênero da FFLCH, apadrinhados políticos,
vão se sustentar sem saberem como produzir bens e produtos que a população
queira comprar?
Que triste fim para todos vocês que se orgulhavam de
pertencer à esquerda brasileira!"
Senhor, que és o céu e a terra, que és a vida e a
morte! O sol és tu e a lua és tu e o vento és tu. Tu és os nossos corpos e as
nossas almas e o nosso amor és tu também. Onde nada está tu habitas e onde tudo
está – (o teu templo) – eis o teu corpo.
Dá-me alma para te servir e alma para te amar. Dá-me
vista para te ver sempre no céu e na terra, ouvidos para te ouvir no vento e no
mar, e mãos para trabalhar em teu nome.
Torna-me puro como a água e alto como o céu. Que não
haja lama nas estradas dos meus pensamentos nem folhas mortas nas lagoas dos
meus propósitos. Faze com que eu saiba amar os outros como irmãos e servir-te
como a um pai. [...]
Minha vida seja digna da tua presença. Meu corpo seja
digno da terra, tua cama. Minha alma possa aparecer diante de ti como um filho
que volta ao lar.
Torna-me grande como o Sol, para que eu te possa adorar
em mim; e torna-me puro como a lua, para que eu te possa rezar em mim; e
torna-me claro como o dia para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e
adorar-te.
Senhor, protege-me e ampara-me. Dá-me que eu me sinta teu.
Senhor, livra-me de mim.
[Prece - no livro O EU PROFUNDO - Obras em Prosa - em
um volume - Editora Nova Aguilar, 2da Edição - 1976, página 33]
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens
do mar da Galileia.
Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso, Jesus
entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia.
E disse-lhes muitas coisas em parábolas: “O semeador saiu
para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho,
e os pássaros vieram e as comeram.
Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia
muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas,
quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não
tinham raiz.
Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos
cresceram e sufocaram as plantas.
Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à
base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. Quem tem ouvidos,
ouça!”
Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que
falas ao povo em parábolas?”
Jesus respondeu: “Porque a vós foi dado o conhecimento dos
mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. Pois à pessoa que tem
será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem será
tirado até o pouco que tem.
É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando,
eles não veem, e ouvindo, eles não escutam nem compreendem. Desse modo se
cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Havereis de ouvir, sem nada entender.
Havereis de olhar, sem nada ver. Porque o coração deste povo se tornou
insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com
os olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que
se convertam e eu os cure’.
Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos
ouvem. Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que
vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram.
Ouvi, portanto, a parábola do semeador: Todo aquele que
ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi
semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho.
A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a
palavra e logo a recebe com alegria; mas ele não tem raiz em si mesmo, é
de momento; quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra,
ele desiste logo.
A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a
palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra,
e ele não dá fruto.
A semente que caiu em terra boa é aquele que ouve a palavra
e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta”.
Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Paulo
Ricardo:
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Tempo das raízes
“Quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e
secaram, porque não tinham raiz” (Mt 13,6)
Temos perdido as raízes? Como conectar-nos com elas? Quê
raízes nos alimentam? Onde estamos enraizados? Quais são as raízes que nutrem
atualmente nossa vida? São as melhores? Enraizamento, fincar raízes, viver da
profundidade das raízes... O “novo” vem das raízes, vem de baixo, da base, do
chão da vida. É preciso relançar uma nova radicalidade. Viver a partir das
raízes, projetar a partir das raízes, criar a partir das raízes. É tempo
de fortalecer as raízes; e viver o tempo das raízes para ser presença
“diferenciada” na realidade cotidiana de cada um.
Neste novo contexto em que vivemos, marcado pelo
desenraizamento, promove-se muito mais viver em mundos virtuais, em espaços
criados pela tecnologia, comunicando-se através de relações informáticas com
pessoas distantes, desenraizando-se do próprio chão existencial; no emaranhado
das imagens e sons perde-se a noção daquilo que é essencial, decisivo para a
vida; vive-se na superfície dos acontecimentos e de si mesmo; mina-se a
consistência interior e fundamento sobre o qual se apoia a própria vida;
esfria-se toda proximidade e relação com o outro; petrifica-se todo compromisso
com as causas sociais...
Desenraizar-se é desumanizar-se.
Jesus, o homem enraizado em seu povo e sua cultura, traçou
seu caminho em parábolas. Suas palavras romperam a ordem oficial do templo, a
segurança dos sacerdotes, a razão dos escribas, colocando todos os homens e
mulheres do povo frente à proposta de vida plena e feliz, desejada pelo Pai. As
parábolas parecem revelar a verdadeira identidade de Jesus; é como se alguém
lhe perguntasse: “quem és tu? O que fazes?”. Segundo Mateus, Jesus é o
verdadeiro semeador. Por isso, é decisivo prestar atenção ao seu modo de
semear. E Ele faz isso com uma surpreendente confiança; semeia de maneira
abundante; as sementes de humanidade são lançadas em todos os tipos de
terrenos, mesmo entre aqueles onde a germinação parece difícil. O semeador não
desanima nunca; sua semeadura não será estéril.
A parábola do “semeador” é muito precisa, nem uma palavra a
mais, nem uma a menos; nenhum floreio ou comentários em excesso...
Austeramente, Jesus descreve o que acontece com a semente, partindo das
experiências normais da agricultura de seu tempo, um exemplo concreto do
trabalho nos campos, de maneira que todos os ouvintes podiam entendê-lo.
Tudo é normal e todos se descobrem imersos nela, como se
estivessem juntos construindo a parábola, buscando seu sentido. Pois bem,
quando ela é escutada dessa forma descobrimos que ela desafia todas as
convenções sociais, pondo em movimento nossa vida, pois ela fala de nós, do que
somos e fazemos. Assim ela se revela surpreendente, pura transparência, como um
chamado à nossa própria criatividade. Nesse sentido, toda parábola vem iluminar
e inspirar nosso modo de seguir e de nos identificar com Jesus; tal seguimento
não é questão de uma simples adesão à pessoa de Jesus, mas um enraizamento na
vida d’Ele, buscando ali a seiva que vai dar novo sentido à nossa existência.
A “nova radicalidade” (e não radicalismo) é a forma de
seguir a Jesus. É uma radicalidade amável e expansiva, porque quem chega às
raízes descobre-se enraizado na natureza humana, naquilo que todos compartilham
e, por isso mesmo, descobre-se e sente-se enraizado no Outro. Ninguém pode
viver sem raízes, pois não se sustentaria de pé. Quando perde suas raízes, o
ser humano se atrofia e fica privado de algo decisivo, essencial: de uma fonte
de vitalidade.
A verdade é que a vida cristã nos pede “desenraizamento” de
algumas realidades que nos envenenam e fazem romper as relações
(enraizamento no poder, na riqueza, na centralidade do próprio ego, na cultura
da superficialidade...). Para dizer um “sim” ao seguimento de Jesus e
enraizar-nos em uma realidade verdadeiramente consistente (sua palavra e vida)
é preciso dizer “não” àquelas outras realidades, desprender-nos delas,
desenraizar-nos delas.
Ao nos convidar a ter raízes profundas, o Evangelho de hoje
(15º TC) está afirmando algo muito importante: nesta terra, nesta realidade
social, cultural, eclesial e política, já está semeado o Reino, já está viva e
ativa a presença do Deus fiel que cria futuro. Nós nos alimentamos desta
realidade na medida em que nos deixamos semear nela. Somente aquele que
se deixa semear experimenta o sabor da seiva da vida de Deus entrando por suas
raízes, percorrendo seu ser inteiro, fazendo-o crescer e dando os frutos de que
nosso povo precisa. Aquele que não se deixa semear vive de ilusões e quimeras
que envenenam sua existência.
O duro trabalho de lavrar a terra, de semear e semear-nos
nela, supõe um amor pela terra. Acreditamos nela, a apalpamos entre os dedos
para sentir sua qualidade. O camponês ama sua terra não só pelo que lhe possa
produzir, mas porque nela está presente a herança de gerações familiares que
lhe precederam. Sua terra tem nomes e sobrenomes: para ele é um ser vivo com
sangue de família em suas entranhas. Amamos a terra na qual estamos semeados
como Jesus amou o seu povo?
Ter as raízes fincadas na história, na realidade, raízes que
a partir do oculto nutrem nossa vida e alargam o coração, é saber que temos uma
origem e uma meta que é o próprio Deus. Raízes que se entrecruzam por debaixo
do solo, no profundo, compartilhando a mesma água e o mesmo húmus. Vida nova,
que cresce a partir de dentro e a partir de baixo, a partir do oculto. Ramos
que se abrem e se curvam buscando a luz. Uma vida iluminada. Profundidade,
serenidade e descanso. Solidariedade e comunhão. Vida que cresce em companhia.
Vida consistente. Solidão habitada e fecunda.
Muitas vezes o enraizamento supõe estar presente naquelas
realidades das quais muitos fogem, das quais muitos renegam, ou que são somente
terras de passagem, fronteiras que geram medo e insegurança. O enraizamento
supõe respeito para com toda realidade, amar a terra concreta tal como ela é,
como Jesus que, na Encarnação, foi semeado naquela terra dominada e excluída da
Palestina.
Foi no enraizamento do chão daquele povo que Jesus foi se
humanizando e abrindo-se à novidade do Reino do Pai que tudo transforma. Assim
expressa Jesus de si mesmo quando se comparou com a videira plantada na terra
de Israel.
É preciso deixar-se semear não só onde a terra já está
preparada durante gerações, mas também nas margens da realidade, na dureza das
terras sem arar, cheias de pedregulhos e de espinhos. Não podemos fugir da
realidade que temos de arar, semear e cultivar com sua dureza e com seu
encanto.
Texto bíblico: Mt 13,1-23
Na oração: Uma vida que se enraíza, é uma vida firme,
consistente. Por outra parte, as raízes na planta, são as que se introduzem na
terra e crescem em sentido contrário do tronco, servindo-se como sustentação.
Graças a elas pode absorver o alimento necessário para seu crescimento.
- quais são e onde estão as raízes nas quais seu coração se
alimenta?
Como sempre, esperançoso e ávido, o povo aguarda a chegada
do aniversário da cidade, evento que orgulha muitos os reais itabunenses, que
lutaram e lutam pelo seu progresso e crescimento, para ver novas obras, novas
anunciações de projetos, concretizações de sonhos e planos antigos e,
logicamente desfrutar de um evento que orgulha qualquer cidadão que ama sua
cidade!
Estamos preparando com carinho um belíssimo bolo confeitado,
com 107 velinhas, para soprar na hora devida e cantar o “parabéns pra você”,
acompanhado pela banda de música local! Obviamente, estaremos cheios de
felicidades, sorrisos e vivas gritados, entremeados pelos foguetórios sempre
ocorridos nessa honrosa ocasião!
Com o andar da carruagem que está seguindo a administração,
certamente surpresas virão nos agraciar, nos dando uma alegria, há bastante
tempo esquecida pelas administrações passadas, que, em vez de nos oferecer um
gostoso bolo de ovos, nos saudavam, horrivelmente, com bolos de palmatórias,
ainda sorrindo e fazendo novas falsas promessas, idiotizando a população com
seus mentirosos e repetidos deboches!
Volto a dizer que, minhas crônicas não são de denúncias
investigativas, deixo essa vertente para os jornalistas especialistas no
assunto, encontrarem os erros que são existentes e fazerem suas justas
acusações, baseados em provas cabais. Não aprovo em nenhuma hipótese a velha e
idiota teoria: “ROUBA, MAS FAZ!”
Pois, o roubo é inadmissível e fazer é uma obrigação!
Vamos continuar preparando o bolo, na esperança que sejamos
presenteados com trabalhos que merecemos e estamos há muito tempo necessitando!
Tudo isso me faz lembrar a história do homem que queria
suicidar e jogou-se do décimo quinto andar. E, ao passar pelo oitavo tinha
alguém na sacada assustado com a cena, e o suicida gritou: Calma! Até agora vai
tudo bem!
" Sentada, interrompo a leitura da histórica Sentença
do Dr. Sergio Moro, para fazer um registro:
A objetividade jurídica do Juiz é impecável. A leitura é
fácil, sem qualquer rodeio ou drama.
Da mesma forma, o exame da prova é cuidadoso e detalhado.
Muito detalhado!
Mas de forma clara e direta.
E em português, não em "juridiquês"...
São 238 laudas.
Estou na página 63...
Feliz!
Feliz porque vivi para ler esta obra de arte jurídica!
Feliz porque depois de anos assistindo ao descalabro da
impunidade dos poderosos, finalmente leio uma decisão que personifica os
"olhos vendados" da lei!
Não quero aqui ficar idolatrando o Juiz, simplesmente porque
ele, fielmente, cumpre a lei. Mas não há dúvida de que é um "ponto fora da
curva", pois não é assim que as coisas funcionam deste lado do Equador.
Lamentavelmente, por trinta anos, briguei contra a aplicação
desigual da lei.
Sem sucesso, confesso...
Hoje tenho a alma lavada!
E não me venham com aquele mimimi derrotado de que ainda
"cabe recurso" e de que "não vai dar em nada".
Já deu! Caramba!
Só a sentença já é motivo de muita celebração!
E não é porque é contra o Senhor Molusco, ou qualquer outro
marisco das profundas.
Simplesmente porque é contra um político poderoso, um
ex-presidente da República, e eu, repito, vivi para testemunhar este momento.
Celebrem comigo, ora!
E que venham outras, muitas outras sentenças, condenando
cada um dos componentes desta quadrilha infernal, que tomou de assalto o meu
país! Independente de partido!
E tenho dito! "
Mariela Santos Neves Siqueira- procuradora de Justiça
aposentada. Recebeu a “Comenda Medalha do
Mérito do Ministério Público do Estado do Espírito Santo”.
Existe o costume que cada bispo escolhe um lema para a sua vida
episcopal. O meu é: "Voz que Clama no Deserto".
Segundo um bispo amigo meu, polonês, que se dedicou ao estudo dos lemas
dos bispos, este é o único que ele encontrou no Anuário Pontifício.
Numa manhã fria de janeiro de 1962 nesta capela, na meditação matutina, me veio
o pensamento questionador: quem você vai ser como padre? E a resposta veio logo
- só posso ser a "Voz que clama no Deserto dos Corações".
Desde este momento a paz envolveu o meu coração. Este projeto de vida
assumi para o meu sacerdócio e quando 25 anos depois foi nomeado bispo não
procurei outro lema para o meu episcopado, mas confirmei o projeto da minha
vida sacerdotal, transformando-o no lema episcopal.
Sou Voz que Clama no Deserto.
Isto aconteceu nesta capela cujo foto aqui público. O altar for restaurado
depois, mas o quadro do altar é o mesmo e o Ícone do Perpétuo Socorro também.
Desculpe o acento muito sentimental e tão pessoal.
Com a minha benção e oração na sua intenção, desejo uma boa noite.