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quarta-feira, 6 de outubro de 2021
LANÇAMENTO DO LIVRO "O GIGANTE E A BICICLETA E OUTRAS BELAS CRÔNICAS”
Às 19h, na quinta-feira, dia 14 de outubro de 2021, pela plataforma do Youtube e retransmitida pela rede Facebook.
Com:
Cyro de Mattos
Ivo Korytowsky
Jane Hilda Badaró.
Participação Especial: Wilson Leite Mendes
Mediador: Pawlo Cidade
* * *
terça-feira, 5 de outubro de 2021
CIRCUNSTÂNCIAS DE JOACI GOES – Cyro de Mattos
Circunstâncias de Joaci Goes
Cyro de Mattos
Houve quem observasse que a discussão sobre o tema o
intelectual e o homem pragmático nada oferece de produtivo, daí ficar relegada
ao plano teórico superado. Contudo, não é tarefa simples estabelecer a noção
sobre os limites entre os dois agentes, fazer o esclarecimento do que é ser
intelectual, pensador da vida, e o sujeito usuário da práxis imediata, que vê o
mundo pelas dimensões concretas das necessidades materiais.
Quando um homem nasce, se vê numa circunstância concreta, na
qual tem de viver como um ser social, atravessar pontes para construir uma de
suas dimensões, por consequência histórica. Como vínculo de gravidade, está
conectado a um aqui e um agora em que lhe coube viver. Por ser uma combinação
de valores, sua historicidade é um modo de submissão a ser isto ou aquilo, pois
viver é estar numa circunstância crítica e nela fazer determinadas coisas com
exclusão de todas as outras.
O homem pode ser encontrado com uma personalidade versátil
no seu estar no mundo, atuar como pensador da vida e ser o agente que dá
importância aos valores materiais. É possível vê-lo no horizonte histórico do
viver e no fundo pessoal da vocação, que tende para a vida pragmática. É com a
vocação que incide na afirmação e faz da vida humana individual um acréscimo
importantíssimo do destino como ser gregário, usuário do pensamento e do
sentimento, atributos que são pertencentes a ele mesmo.
Essas considerações vêm à mente quando lembro de companheiros de minha geração, que se destacaram com seus atributos pessoais na escala da vida e, entre eles, o moço Joaci Goes, que conheci no Colégio da Bahia (Central), nos idos de 1955. Cursávamos o clássico, era um ano mais adiantado do que ele. Às vezes encontrava com o moço na biblioteca do colégio, ele com os olhos mergulhados sobre algum livro que tratasse do conhecimento humano cujo autor e tema lhe chamassem a atenção. Em outro momento, no papo fraternal, era para me aconselhar que não deixasse de ler O Espirito das Leis, de Montesquieu, um dos livros fundamentais do Iluminismo, básico para a inspiração do estado moderno com os três poderes independentes, e O Contrato Social, de Rousseau, o livro que inspirou a Revolução Francesa e motivou o célebre lema da igualdade, fraternidade e liberdade. E ainda mais: A Vigésima Quinta Hora, de Constantin Virguil Gheorghiu, o romancista romeno que nos mostrava a expressão da dor com os horrores da guerra, afundando o homem no abismo da razão e na negação absurda do sentimento da liberdade.
Tempos depois encontraria o intelectual inquieto na Faculdade
de Direito da Universidade Federal da Bahia. Ele sempre com aquele espírito
animado para discutir com os colegas sobre temas de filosofia, sociologia e
literatura. Com o instrumental que conseguiu armazenar sobre diversos campos do
conhecimento, só poderia se destacar como um universitário virtuoso, dotado de
ideias, conhecedor da problemática social do indivíduo e de outras linguagens
que ensinam a leitura do mundo em termos axiológicos.
Compareceu com artigos lúcidos às páginas da revista
Ângulos, do Centro Acadêmico Rui Barbosa, cujo editor era o acadêmico João
Eurico Matta, um mito entre os universitários. A revista tinha como
colaboradores o professor Antônio Luís Machado Neto, o cineasta Glauber Rocha,
os poetas João Carlos Teixeira Gomes e Florisvaldo Mattos, o pensador marxista
Carlos Nelson Coutinho, o crítico literário Davi Sales, os ficcionistas João
Ubaldo Ribeiro e Sônia Coutinho, o ativista político Nemésio Sales e tantos
outros.
Diplomado na turma de 1962, da gloriosa Faculdade de Direito
da UFBA, com o canudo na bagagem e o anel no dedo, regressei ao interior para
exercer a profissão de advogado. Em minha terra natal, seguia alguns
companheiros de geração em Salvador, que tomaram rumos diversos. De Joaci soube
que se tornara empresário bem-sucedido, jornalista respeitável, articulista dos
bons, fundador de jornal importante na imprensa soteropolitana.
Quis o destino que me encontrasse com ele na Academia de
Letras da Bahia. Era o espaço que encontrara em boa hora para escrever páginas
valorosas de sua biografia, fazer acréscimos de natureza cultural à honrosa
instituição e exercer uma faceta que eu ainda não conhecia, a do orador de
dicção envolvente, que unia sem esforço, na palavra eloquente, fácil, a memória
prodigiosa à erudição com citações certeiras de autores universais. Nessa
ocasião não faltava o humor para tirar do sério os que ouviam o orador vestido
de crenças e verdades, histórias e fatos memoráveis, que a todos hipnotizava.
De uns anos para cá tornou-se ensaísta de primeira linha, autor de alentados volumes com estudos críticos sobre os gigantes da alma, como A Inveja Nossa de Cada Dia e Anatomia do Ódio. Em A Força da Vocação no Desenvolvimento das Pessoas, publica uma espécie de dicionário em que analisa cinquenta e uma personalidades marcantes do país. Ao perceber uma carência de títulos no mercado que ensinassem como governar um município, estado, ou mesmo um país, o baiano Joaci Góes desenvolveu alguns estudos e assim criou um corpo de ideias para lançar o seu próprio livro sobre o assunto: Como Governar um Estado.
Bom saber que como ensaísta de temas que acompanham o homem
ao curso dos tempos vem tendo boa receptividade no ambiente cultural
brasileiro, em especial entre os expoentes da crítica especializada.
*Cyro de Mattos é autor de 80 livros, de diversos gêneros. É também publicado em Portugal, Itália, França, Espanha, Alemanha, Dinamarca, Rússia e Estados Unidos. Membro da Academia de Letras da Bahia, Ordem do Mérito do Governo da Bahia, Pen Clube do Brasil e Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Primeiro Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz. Distinguido com a Medalha Zumbi dos Palmares da Câmara de Vereadores de Salvador. Premiado no Brasil, Portugal, Itália e México.
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segunda-feira, 4 de outubro de 2021
“CAMINHO SINODAL” DECIDIDO A FAZER UMA REVOLUÇÃO NA IGREJA
Não parece, mas a foto é de uma assembleia de bispos (progressitas) da Alemanha
Mathias von Gersdorff
Por ocasião das “bênçãos” a duplas homossexuais no início de
maio passado, foram feitos vários apelos aos progressistas radicais alemães
para que se moderassem. Advertências claras vieram também de Roma, pois com seu
comportamento estrondoso eles ameaçavam prejudicar o processo sinodal no mundo
inteiro.
Como resultado, a maioria dos teólogos e dos grupos de base
se conteve de fato em suas posições extremadas, levando a supor até que se
havia alcançado certa disciplina no progressismo radical alemão. Contudo, dela
nada restou na II Assembleia Geral do Caminho Sinodal, quando
voltaram formular exigências extremistas, contrárias ao Magistério e a Igreja
universal:
— A Comunidade de Mulheres Católicas Alemãs (KFD),
a União Alemã de Mulheres Católicas (KDFB) e a associação
Maria 2.0 passaram a exigir a introdução do sacerdócio feminino. Tais
associações são apoiadas especialmente pelos bispos Overbeck, de Essen e Bode,
de Osnabrück.
— Elas exigem uma vez mais a abolição da moralidade
sexual católica, em particular as parcerias homossexuais e extraconjugais devem
ser aceitas e possivelmente e mesmo abençoadas.
— A Igreja deve ser democratizada e, na melhor das hipóteses, os bispos devem atuar como moderadores entre as diferentes correntes eclesiais. A natureza sacramental da ordenação ainda não foi rejeitada, mas suas consequências sim. Em particular, a constituição hierárquica da Igreja.
Em resumo busca-se erigir uma Igreja completamente nova, com uma Moral própria, e nova estrutura diretiva. Assim, o Caminho Sinodal quer construir de fato uma igreja nacional alemã. Há resistência em marcha, de modo especial de Dom Voderholzer, bispo de Regensburg, e de Dom Oster, bispo de Passau.
Contudo, Dom Rudolf Voderholzer foi imediata e duramente
criticado por Dom Georg Bätzing, bispo de Limburg e presidente da Conferência
Episcopal: “Suas declarações não foram autorizadas, além de
presunçosas”. Não pode haver dúvida de que o Caminho Sinodal nada
mais é do que uma revolução eclesiástica para uma nova religião.
A estratégia futura a ser aplicada em vista do Sínodo
Mundial está em aberto, havendo três opções:
— Possivelmente os progressistas quererão criar fatos
consumados, erigindo uma igreja nacional, independendo das reações por parte de
Roma e da Igreja universal. Com quase certeza irão fazer ouvidos moucos aos
brados de alerta, correndo o risco de se separarem de Roma.
— Talvez eles não queiram ir tão longe, tomando diante
do Sínodo Mundial uma posição, de início, a mais revolucionária possível, mas
sem adotar medidas concretas, esperando para ver como as coisas irão se passar
em âmbito mundial.
— É possível que eles pensem que uma revolução em
escala mundial na Igreja possa ser deflagrada a partir da Alemanha, como já se
deu no século XVI com o protestantismo. As resoluções do Caminho
Sinodal seriam algo como um manifesto da revolução da Igreja para o
mundo inteiro.
Uma coisa é certa. Os bispos, sobretudo Dom Georg Bätzing,
já não dirigem os acontecimentos, mas são arrastados pelas correntes radicais
na assembleia do Caminho Sinodal. Eles teriam de encerrar o já
iniciado processo de destruição com uma palavra de força, mas na aparência
temem que os grupos radicais de base partam para as barricadas.
A possibilidade de se apoiarem em católicos leais ao
Magistério na Alemanha encontra-se fora de questão para a maioria dos bispos,
de tal modo eles se encontram prisioneiros de associações financeiramente
fortes.
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Texto original: https://mathias-von-gersdorff.blogspot.com/2021/10/vollversammlung-synodaler-weg-ist-zur.html
Tradução: Renato Murta de Vasconcelos
https://www.abim.inf.br/caminho-sinodal-decidido-a-fazer-uma-revolucao-na-igreja/
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O4 DE OUTUBRO: Dia de São Francisco de Assis
FRANCISCO DE ASSIS
São Francisco de Assis, nasceu na cidade de Assis, na
Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco
tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos
boêmios.
Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a
tentativa foi em vão.
Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos
alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em
Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para "o Patrão
e não para o servo".
Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo
dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto
rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer:
"Francisco, restaura minha casa decadente".
O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado
no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para
restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o
ocorrido, deserdou-o.
Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São
Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã
Pobreza".
A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do
papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores
itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.
O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os
irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na
capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava
superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço,
foi aberto outro convento em Bolonha. Um fato interessante entre os pregadores
itinerantes foi que poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São
Francisco de Assis, por exemplo, nunca foi sacerdote.
Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa
Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento
franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia
ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a
criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela,
chegando inclusive a Inglaterra.
Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas
também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em
1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado
"estigmatização".
Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante
da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.
Em 1939, o papa Pio XII tributou um reconhecimento oficial
ao "mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos",
proclamando-o padroeiro da Itália.
(Recebi via WhatsApp)
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EX-GERENTE DO FACEBOOK ASSUME AUTORIA DE DENÚNCIAS CONTRA REDE

Delatora deve prestar depoimento ao Congresso dos EUA nesta
terça-feira (5).
Frances Haugen, ex-gerente de produtos do Facebook, revelou
ao programa ’60 Minutes’, da CBS News, que foi ela a responsável por apresentar
uma série de denúncias sobre as práticas da rede social.
As declarações ocorreram neste domingo (3) e, segundo
Haugen, os documentos repassados embasaram reportagens do ‘Wall Street Journal’
que mostraram, entre outras coisas, que há uma política de proteção de
celebridades — que não precisam respeitar as regras internas.
“Eu vi repetidamente conflitos de interesses entre aquilo
que era bom para o público e o que era bom para o Facebook. E, todas as vezes,
o Facebook escolheu só o que era melhor para ele e para seus lucros”, relatou.
Conforme a ex-funcionária, a rede social fundada por Mark
Zuckerberg a todo momento olhou para os “lucros acima da segurança” dos
usuários e do público em geral. Ela disse, inclusive, que trabalhou em outras
redes sociais, mas que a conduta do Facebook foi a pior de todas.
“Em um certo momento em 2021, eu percebi que precisava agir
de maneira sistemática e que eu precisava ter muitos documentos de maneira que
ninguém pudesse colocar em dúvida que isso era real”, relatou à CBS News.
Contratada em 2019, Frances Haugen deixou a empresa em
outubro deste ano.
“O Facebook viu que, se mudasse o algoritmo para algo que
seja mais seguro, as pessoas passarão menos tempo no site, vão clicar menos em
anúncios e vão gerar menos dinheiro. Ele ganha mais dinheiro quando você
consome mais conteúdo e as pessoas gostam de se envolver com coisas que
provocam uma reação emocional. E, quanto mais raiva você sentir, mais vai
interagir e consumir”, acrescentou.
https://presidentebolsonaro.com/ex-gerente-do-facebook-assume-autoria-de-denuncias-contra-rede/
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domingo, 3 de outubro de 2021
SÃO FRANCISCO DE ASSIS – Plinio Corrêa de Oliveira
Plinio Corrêa de Oliveira
São Francisco de Assis faleceu no dia 3 de outubro de 1226,
portanto séculos depois de São Bento (480-547), de quem era grande admirador e
devoto. Certa vez, ele resolveu ir ao mosteiro de Subiaco para venerar São
Bento.
Essa pintura de São Francisco de Assis está numa das grutas de Subiaco. Acho uma maravilha! Representa um homem com aproximadamente 30 anos. A cidade de Assis fica no centro da Itália, mas ele, nesta representação, parece mais com o tipo humano do norte do país; sua fisionomia revela algo de germânico, um pouco alourado, olhos claros, bigode e barba um tanto rosados. Sua mão direita toca ligeiramente o braço esquerdo. Notem a força e a lógica nas linhas dessa mão.
A atitude dele é muito serena e calma, mas com muita
determinação de vontade. Pela impostação da face notamos sua firmeza, traços
distendidos, mas sem nenhuma moleza. Olhar de uma pessoa pensativa, em
contemplação. Muita força de vontade de alguém que deseja aquilo que contempla.
Fisionomia de uma pureza impressionante! Um homem casto por
excelência, temperante e vigoroso. Compreende-se que ele gostasse de ler para
os seus noviços as histórias de Cavalaria. Antes de ser franciscano ele pensou
em ser cavaleiro.
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Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio
Corrêa de Oliveira em 6 de julho de 1985. Esta transcrição não passou pela
revisão do autor.
O mosteiro de Subiaco (Itália), construído a partir do século VI pelo
próprio São Bento, é o berço da Ordem Beneditina. Em 1223, São Francisco de
Assis o visitou. Esse afresco, de pintor anônimo do séc. XIII, é a
representação mais antiga do ‘Poverello de Assis’ e fica na Capela de São
Gregório na gruta de Subiaco. Pintado em vida do santo, antes de ele ter
recebido os estigmas. Fisionomia bem diferente dos habituais ‘santinhos’ que
conhecemos, normalmente distribuídos em igrejas, pintados segundo uma
iconografia progressista, em que o santo parece sentimental, adocicado,
hesitante e mole. O oposto das grandes virtudes de São Francisco de Assis,
considerado uma das maiores glórias da Igreja em todos os tempos.
https://www.abim.inf.br/sao-francisco-de-assis-2/
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