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terça-feira, 9 de junho de 2020

CHEGA DE BURRICE – Guilherme Fiuza

"No início da Pandemia aqui no Brasil, o cara (Jair Messias Bolsonaro) quis fazer uso da Hidroxicloroquina e defendeu o isolamento vertical; a resistência foi contra! 

O resultado: hoje a Hidroxicloroquina é uma realidade e o isolamento ao qual fomos submetidos com a finalidade de construir leitos de hospitais, não cumpriu seu papel. 

O STF, com seus 11 Presidentes da República, tirou do cara a prerrogativa de gerir a crise da Covid19, deixando a cargo de Governadores e Prefeitos a gestão! O que nós vimos? Roubos, superfaturamentos, Lockdown pra quebrar a economia, meia dúzia de máscaras e álcool em gel pra calar a boca da massa de manobra.

A OMS negligenciou informações cruciais, a Ditadura Chinesa matou médicos e jornalistas que divulgavam coisas sobre o vírus; Governadores e Prefeitos ignoraram o vírus pra pular Carnaval, mas o “genocida” é o cara que, em reunião fechada, defende a sua nação com unhas e dentes! 

 A última agora, é a troca do horário de atualização do número de mortos e infectados pela Covid19, porque os curados nunca interessaram! Agora, não permitir que a Globo anuncie em rede Nacional, comemorando como se fosse um recorde olímpico, os números do Brasil, é esconder informação? Vocês sabiam que existe outro meio de se informar, que não seja pela Globo, que aliás, só desinforma? Assistam aos jornais da imprensa livre; vocês vão ficar chocados com a quantidade de informação que estão sendo ocultadas! 

Você não precisa gostar do cara, mas não precisa torcer pro vírus só porque você perdeu a eleição! O Brasil não é uma partida de futebol, onde quem perde fica puto, pega a bola e acaba com o jogo! O Brasil é nosso, de quem ama suas cores e honra sua bandeira! 

O Brasil não é de quem, em nome de uma ideologia, queima seu maior símbolo! Odeie o cara, é um direito seu, mas não deixe esse ódio te fazer torcer pro seu país quebrar; lembre-se que com a sua ignorância, você não entra mais nos Estados Unidos e vai ter que, finalmente, amargar férias da sua Disney imaginária, na Venezuela!  
Chega de cegueira! Chega de burrice! Chega de dissonância cognitiva! Chega de cagação de regra de quem votava, vota e defende bandido! Chega!! 

Chegou a hora dos brasileiros de bem tomarem conta do futuro do país!" 

Brasil acima de tudo e Deus acima de todos! 

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Guilherme Fiuza - Rio de Janeiro, 30 de maio de 1965 é um jornalista e escritor brasileiro. 


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quarta-feira, 13 de maio de 2020

A QUARENTENA FALIU - Guilherme Fiuza


A quarentena faliu
por: Guilherme Fiuza

Das redes sociais aos telejornais, a patrulha viral está em pé de guerra – recitando números de mortos para dizer que mortos não são números. E quem é que pensa que mortos são números? Você! (segundo eles). A mensagem é clara: quem não se converter à Seita da Terra Parada é desumano e está brincando com vidas. Aí aconteceu o que ninguém esperava.

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, adversário de Donald Trump e adepto do isolamento horizontal, deu uma entrevista bombástica. Nota rápida: governadores e prefeitos em várias partes do mundo hoje em dia passam a vida dando entrevistas bombásticas – e intermináveis, porque com recordes sucessivos de audiência não se brinca. Frequentemente são entrevistas macabras, como aquela do prefeito de São Paulo enumerando urnas funerárias, sacos para cadáveres e abertura de valas. Mas essa de Andrew Cuomo mudou tudo.

Segundo o governador do estado americano mais atingido pela epidemia de coronavírus, 84% das pessoas que estão hoje hospitalizadas com Covid-19 estavam cumprindo as medidas de confinamento. Vamos repetir, porque você está achando que leu errado: apenas 16% dos pacientes de coronavírus internados hoje na rede hospitalar de Nova York não estavam na quarentena horizontal. Andrew Cuomo, que é adepto fervoroso do “fique em casa”, informou com todas as letras, “chocado” (nas palavras dele mesmo), que a imensa maioria dos doentes de Covid-19 estava em casa.

E agora?

Agora é o seguinte: você aí, militante furibundo da Seita da Terra Parada, que passa o dia patrulhando os outros nessa sua obsessão doentia de apontar assassinos, vai ter que se virar. Abrir a porta de casa e botar o pé na calçada, querido caçador de bruxas, não pode mais ter tipificado por você e seus capangas ideológicos como tentativa de homicídio. Que pena, né? Tava tão bom brincar de bancar o herói da ética humanitária contra o genocida da esquina, não tava? Pois é, mas agora acabou.

O seu pretexto covarde, que nunca teve nada de científico (mas você fingia que tinha) se desmanchou ao vivo na televisão – logo ela, que tanto te serviu para perseguir os outros. E veja que coisa curiosa: a revelação do governador de Nova York sumiu – simplesmente sumiu – do noticiário. Uma informação que demarca absolutamente todo o conjunto de premissas no combate à pandemia caiu na clandestinidade – ao menos nas primeiras 48 horas, o que é uma eternidade para quem vive gritando que cada minuto é precioso para salvar vidas enfiando todo mundo em casa.

A própria OMS – principal referência de vocês, os falsos seguidores da ciência, para a política do trancamento geral – já tinha alertado sobre a migração das frentes de contágio para dentro das casas. E não era culpa do velhinho que foi à padaria – como vocês, sempre covardemente, tentavam alegar para manter o seu dogma. Era culpa do vírus. Ele é que foi à padaria, ao banheiro, ao quarto, à sala e a todos os lugares de carona com humanos que nem sabiam dele.

Mas vocês, os científicos oniscientes, sempre souberam onde estava cada covid, e mandaram a humanidade se trancar em casa que o vírus ia morrer de fome do lado de fora. Mas ele fez a festa no aconchego dos lares, e será eternamente grato a vocês, os talibãs da quarentena burra (e devastadora).

Agora vamos ver como as vítimas do sequestro consentido farão para recuperar a liberdade – aquela que é muito fácil perder e muito difícil conquistar. Os tiranetes de São Paulo, João Dória e Bruno Covas, estão soldando as portas do comércio, numa boa, como se estivessem na União Soviética. Os tiranetes do Rio de Janeiro, Wilson Witzel e Marcelo Crivella, querem o lockdown total – para que o cidadão só possa ir à farmácia pedindo a autorização deles.

Nunca se viu tanta estupidez e covardia per capita. Acordem, antes que a noite se instale de vez.


Guilherme Fiuza - (Rio de Janeiro30 de maio de 1965


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