Estamos todos excitados e emocionados com a chegada do
evento mais maravilhoso e merecido da terra, que é a comemoração do aniversário
do querido e louvável “MENINO JESUS”!
Coberto das alegrias religiosas, expectativas de dar e
receber presentes, comer iguarias especiais, fazer pedidos e orações e,
positivamente, ter a oportunidade de provar não só para si próprio como para
todos, que é um homem bom e solidário!
Embora já tenha esses dias feitos alguns textos sobre o
assunto, nada custa ratificar o meu desejo com todos os meus amigos e leitores,
inclusive para todos (conhecidos ou não), um NATAL maravilhoso e encantador, um
ANO NOVO com as realizações das confianças que foram depositadas, através das
promessas, em fim que tudo transcorra com Harmonia, Paz, Saúde e Alegrias!
Vamos nesse fim de ano bastante conturbado, orar para que
Deus nos ofereça, no mínimo, as coisas básicas que tanto necessitamos!
Feliz Natal, boas festas e que tenhamos a tranquilidade que
merecemos nesse período festivo e religioso!
Muitas vezes reclamamos que não alcançamos nossas metas, sonhos. Mas será que
estamos acreditando e agindo para que tudo isso seja alcançado?
No dia de hoje trago uma pequena mensagem que nos faz refletir que quando
queremos podemos alcançar.
Reflitam:
Um viajante ia caminhando em solo distante, às margens de um grande lago de
águas cristalinas. Seu destino era a outra margem. Suspirou profundamente
enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio
momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. O pequeno barco envelhecido, no
qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de
carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada
remo.
Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que
se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e
no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes
originais dados aos remos.
O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remou com toda força.
O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava.
Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou
em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles
simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através
das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante: Esse porto se chama autoconfiança.
Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos
alcançá-lo!
Queridos amigos!! Essa história nos faz refletir que precisamos ter metas em
nossa vida e acima de tudo acreditar e agir para que possamos alcançá-las.
Será que em nossas vidas estamos utilizando esses remos para que a mesma vá
para frente? Será que acreditar e agir fazem parte de nosso cotidiano, do
nosso barco da vida? Amigos vamos usar os dois remos!!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa,
dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. Entrou na casa de
Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a
criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as
mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe
do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus
ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela
que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.
Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Frei Alvaci
Mendes da Luz, OFM:
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Nascimento
de Jesus: Deus se deixa encontrar nas periferias
“Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não
havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2,7)
No Natal celebramos esta realidade: Deus “se fez diferente”
e é na “diferença” que Ele vem ao encontro do ser humano como chance de
enriquecimento vital e de intercâmbio criativo. Deixemo-nos surpreender pelo
Deus da vida que rompe esquemas, crenças, legalismos, bolhas...; ou nossa
vivência de fé se reduzirá a um ritualismo fechado, impedindo sair de nós
mesmos.
Se Deus correu o risco de encarnar-se, de nascer pobremente
e crescer como salvação a partir da exclusão deste mundo, já não há excluídos
para Ele, ninguém fica fora d’Ele. E o lugar principal para a festa é ali onde
Ele aparece: nos “aforas”, onde não há lugar, onde tudo parece esgotar-se e é
condenado a crescer em meio às ameaças e às intempéries das situações
humanas.
Jesus, em Belém, encontrou o seu lugar: nas periferias. A
periferia passa a ser terra privilegiada onde nasce o “novo”, por obra do
Espírito. Ali aparece o broto original do “nunca visto”, que em sua pequenez de
fermento profético torna-se um desafio ao imobilismo petrificado e um
questionamento à ordem estabelecida.
Jesus se fez presente no lugar onde se encontravam aqueles
que não tinham “lugar”, os “deslocados”, os socialmente rejeitados e que foram
a razão de seu amor e do seu cuidado; fez-se solidário com os “sem lugares” e
os convidou a caminhar para um novo lugar. Na Gruta, Jesus teve sua preferência
e escolheu o seu “lugar”, o lugar entre os mais pobres, vítimas daqueles que se
fazem donos dos lugares.
Um “lugar” é sempre mais do que um simples lugar. A
geografia de cada “lugar” revela lembranças, referências, ansiedades, medos,
saudades...; cada “lugar” guarda histórias, presenças e tem força de memória.
Há vidas, pessoas, caminhos, acontecimentos, experiências... Na verdade, o
“lugar geográfico” se confunde com o “lugar interior”. É no lugar geográfico
que o lugar do coração encontra seu suporte e seu repouso. Quando dizemos: “não
tenho lugar”, “estou sem lugar”, “tenho medo deste lugar”... queremos
significar que o coração não encontrou no lugar geográfico o seu lugar próprio.
O Natal nos convida a imaginar lugares em movimento, lugares
de encontro, de desafio, lugares provocativos e criativos..., enfim, lugares
carregados de presença. Celebrar o Natal implica um contínuo êxodo do “lugar
estreito e dispersivo” ao “lugar expansivo e unificador”; ali vivemos uma
permanente travessia dos “nossos lugares rotineiros e auto-referenciais” para
os “amplos lugares cristificados”.
A travessia para a Gruta é um risco, é um salto para um
outro “lugar”, é deixar-se afetar por este “outro lugar”: lugar iluminado por
uma Presença despojada de poder, de riqueza, de prestígio... O mistério do
Nascimento é profundamente “espacial”: um lugar vital, dramático, que
questiona, ilumina, vitaliza e carrega de sentido os lugares cotidianos. Ele nos
ajuda a ter acesso a um “lugar inspirador”, um polo de referência e de atração,
onde nos sentimos acolhidos, integrados e pacificados na “presença”
d’Aquele que, na Gruta, assume e ilumina todos os lugares, sobretudo dos mais
excluídos.
A Gruta de Belém é o espelho dessa experiência originária
que transforma o “caos” cotidiano em “cosmos” e que, somando-se a outras
experiências semelhantes, ativa o modo original de ser e de estar no mundo.
Entrar no espaço do Nascimento de Jesus configura e ordena, de modo novo e
diferente, os lugares por onde transitamos. Sabemos que o espaço faz parte do
ar que respiramos em nível fisiológico e biológico, como faz parte das nossas
experiências interiores. No entanto, vivemos um tempo de confusão de “lugares”,
conseqüência de uma confusão interior. Nossa sociedade parece estar indo à
deriva porque não sabe mais reconhecer “espaços diferentes e vitais”, porque
tudo se torna igual e os lugares não falam mais, pois carecem de sentido e se
revelam como lugares vazios. Os espaços são violados, os “lugares sagrados” são
profanados, os “ambientes” carregados de sentido e de história já não revelam
mais nada...
Esse é o primeiro sintoma de uma visão humana desastrosa e
desastrada. Na insignificância e no achatamento dos espaços está o primeiro e
mais grave esmagamento do pensamento e da consciência, a ruptura das relações
sociais, a indiferença para com o lugar do outro que é diferente, frieza
ecológica e o definhamento das experiências religiosas.
Descer ao lugar da Gruta para encontrar uma Criança desperta
em nós um novo “olhar” para perceber, com mais nitidez e intensidade, os
lugares por onde transitamos, uma nova disposição para dar sentido e valor aos
lugares cotidianos, um olhar solidário para perceber o lugar do outro, uma nova
sensibilidade para “ver” a Presença d’Aquele que ocupa todos os lugares.
Não é comum prestar atenção ao lugar ocupado pelo outro,
sobretudo o outro que pensa e sente diferente; é normal perceber, delimitar,
defender e fechar-se no próprio lugar. Isso se faz de maneira tão zelosa que
nem se vê aquilo que está para além do próprio lugar. São grandes os riscos de
se viver em horizontes tão estreitos. Tal estreiteza aprisiona a solidariedade
e dá margem à indiferença, à insensibilidade social, à falta de compromisso com
as mudanças que se fazem urgentes. O próprio lugar se torna uma couraça e o
sentido do serviço some do horizonte inspirador de tudo aquilo que se faz.
O profeta Isaías nos recomenda ampliar o “lugar interior”:
“Alarga o espaço de tua tenda, estende sem medo tuas lonas, alonga tuas cordas,
finca bem tuas estacas” (Is. 54,2). Um “lugar sagrado” que nasce do coração,
carregado de afeto, de inspiração, de vitalidade...
Ampliar os espaços do coração implica agilidade,
flexibilidade, criatividade, solidariedade e abertura às mudanças e às novas
descobertas. Algumas fortalezas e seguranças pessoais caem quando os “espaços
interiores”, abrasados e iluminados pelo Nascimento de Jesus, começam a romper
as paredes e se encarnam em “lugares exteriores”, marcados pela beleza e
encantamento: lugar familiar, lugar celebrativo, lugar social, lugar de
convivência, lugar de trabalho... um lugar nobre que só tem sentido quando
carregado de presenças.
Só quem transita com liberdade pelos “lugares interiores”
será capaz de ir ao encontro dos outros e entrar em sintonia com eles. O “lugar
externo” é o prolongamento do lugar percorrido e saboreado internamente. Não
tem sentido ampliar os lugares externos se nossa mente permanece estreita, se
nosso coração continua insensível, se nossas mãos estão atrofiadas, se nossa
criatividade sente-se bloqueada...
Lugar amplo é convite a sonhar alto, a pensar grande, a
aventurar-se, ousar ir além, lançar por terra nosso modo arcaico de proceder,
romper com os espaços rotineiros e cansativos para ir ao encontro dos “novos
lugares” dos excluídos e marginalizados. Precisamos levantar-nos cotidianamente
de nossos “lugares”: há sempre um “lugar ferido” que nos espera, um “ambiente
atrofiado” a ser curado, um “espaço” excluído a ser visitado...
Texto bíblico: Lc 2,1-14
Na oração: É o ser humano mesmo o verdadeiro lugar a partir
do qual Deus se encontra e se dá a conhecer; cada pessoa é o autêntico lugar da
eterna presença de Deus.
O melhor presente: uma “uma cesta natalina” repleta de
sensibilidade, tolerância, compreensão, alegria, acolhida, proximidade,
generosidade, solidariedade...
Este é o verdadeiro Natal: que, em Jesus, nossos espaços
cotidianos sejam incubadores de encontros humanizadores, foco de reconhecimento
da dignidade de todas as pessoas.
Em Oberndorf, pequena cidade austríaca, a capela
construída no lugar da antiga igreja de São Nicolau, onde foi interpretado pela
primeira vez o Stille Nacht, e o selo comemorativo do bicentenário da canção.
“Noite silenciosa, noite Santa, tudo dorme, somente o fiel e
santíssimo casal está desperto”
♦ Paulo
Corrêa de Brito Filho
Diretor da revista Catolicismo
Uma canção suave, simples e inocente toca profundamente
todos os corações: Stille Nacht (Noite Silenciosa) — a melodia da
noite bendita entre todas, traduzida para o português como “Noite Feliz”.
Ouvindo-a, até mesmo muitos corações endurecidos pelo
pragmatismo moderno ficam tocados por uma graça primaveril, que tem o dom de
transportar as pessoas para os Natais de suas infâncias, quando uma alegria
sobrenatural impregnava os ambientes. Uma alegria que é a fonte de todas as
alegrias: na Gruta de Belém, numa noite fria, nascera o Menino Jesus.
Celebramos neste ano o bicentenário dessa maravilhosa e
angélica canção, entoada pela primeira vez na Noite de Natal de 1818, na aldeia
de Oberndorf, vizinha de Salzburg, na Áustria. Sua melodia celestial ecoa até
hoje em todos os povos da Cristandade, ora em uma esplendorosa catedral, ora em
uma simples capelinha; em palácios como em casinhas populares; em qualquer
ambiente, rico ou pobre. Todos ficam transformados por algo imponderável,
atraindo os anjos e aproximando o Céu da Terra.
De São Francisco de Assis, no século XIII, pode-se afirmar
que foi o primeiro a montar um presépio com figuras vivas, representando Maria
Santíssima, São José, o Menino Jesus, os Reis Magos, os pastores e os animais.
Foi a origem dos vários estilos de presépios da arte sacra disseminada por
todas as nações. Do Stille Nachtpode-se afirmar que é por excelência a
canção natalina.
Sem menosprezar as numerosas, belíssimas e até sublimes
canções de Natal compostas ao longo dos séculos em todo o orbe, não parece exagerado
dizer que a mais sublime, famosa e imortal é o Stille Nacht, cantado não
apenas em alemão, mas transcrito para todas as línguas. “Stille Nacht,
heilige Nacht, Alles schläft, einsam wacht, nur das traute hochheilige Paar” (Noite
silenciosa, noite Santa, tudo dorme, somente o fiel e santíssimo casal está
desperto).
Na revista Catolicismo deste mês [no alto, foto da
capa], comemorativa do Santo Natal, a matéria principal apresenta a origem e o
histórico da canção, e seu autor tece comentários transcendentais a respeito
desse evocativo cântico natalino.
Além de uma boa apreciação desta edição (disponível no
site www.catolicismo.com.br),
desejo aos diletos leitores um Feliz Natal, com as bênçãos e graças da Sagrada
Família, as quais se estendam ao longo do Ano Novo.
Você sabia que você pode manter contato com seu anjo? Você
já se conecta com seu anjo de muitas maneiras maravilhosas, incluindo
através dos sonhos, sentimentos e sinais que você recebe. Ler histórias de
anjos tende também a aumentar a consciência da presença dos Anjos em sua vida.
Apenas o processo de leitura pode criar uma experiência angelical, da qual você
estará consciente.
Nosso clima emocional pode criar ou bloquear conexões com os
anjos. Quando temos uma emoção extremamente forte – tal como o
medo, a raiva ou a preocupação – e simultaneamente apelamos ajuda ao céu, isto
frequentemente provoca uma experiência angelical. Entretanto, se temos
estas fortes emoções e não pedimos ajuda, isto realmente nos impede de ouvir a
sua orientação.
Assim, pedir é a principal chave. Você pode pedir a ajuda de
Deus, do Espírito Santo, de Jesus, dos Arcanjos, do seu Anjo da Guarda, ou de
um ente querido que já se encontra em outro plano, de muitas maneiras
diferentes... Tenha o Pensamento: “Ajude-me”. O Céu ouve os nossos
pensamentos, e responde com a assistência. Fale o seu pedido em voz alta.
As palavras que você escolhe e a maneira com que as diz, não são importantes. O
que conta é a sua sinceridade.
Escreva uma carta ao Seu Anjo. Entregue o seu coração,
incluindo todos os seus medos, preocupações e esperanças. Convide-o a
participar de seus sonhos. Antes de adormecer, ore para ter uma conexão
com seu Anjo. É útil também escrever a sua prece e pedir um sinal. Não
especifique como quer que o sinal apareça. Permita que seu Anjo o surpreenda
com o seu método. Mas peça ao
Anjo para fazê-lo com um sinal muito claro, de
modo que você perceba sem dúvidas que é a sua resposta.
Peça pela fé. Se você se perceber cheio de dúvidas, peça ao
seu Anjo que aumente a sua confiança espiritual. Ainda que não tenha
certeza se eles realmente existem, peça de qualquer modo. A maneira mais
fácil é falar mentalmente com o seu Anjo antes de adormecer. Apele para
ele para que sustente a sua fé e se conecte com você, de modo que tenha certeza
de sua presença.
Seu anjo está ao seu lado, agora. Ainda que seja um
descrente, você tem um anjo da guarda que o ama, e que está com você, neste
exato momento. Feche os seus olhos por um momento, respire profundamente e
sinta a sua presença. Seu anjo o ama muito e quer que você saiba que ele é
um presente de Deus em sua vida.
A mídia nacional e do exterior tem publicado notícias
sobre o “comportamento da China” — tanto no plano interno quanto internacional
— que nos ajudam a refletir sobre as futuras relações sino-brasileiras e a
crescente ingerência chinesa na América Latina.
1. Espionagem e ataque cibernético
Notícia do “New York Times” de 12 de dezembro reproduzida
pelo “Estado de S. Paulo” informa que “o ataque cibernético à rede de hotéis
Marriott, no qual foram roubados dados pessoais de 500 milhões de hóspedes, é
parte de uma investida de espionagem chinesa que também hackeou operadoras de
planos de saúde e arquivos de milhões de americanos com acesso a informações
confidenciais, segundo duas fontes próximas às investigações. De acordo com as
fontes, os hackers são suspeitos de agir em nome do Ministério de Segurança do
Estado, a agência de espionagem civil controlada pelo Partido Comunista”.
Prossegue a notícia: “Essas ações [que o governo americano planeja] incluem o
indiciamento de hackers chineses trabalhando para os serviços de informações e
para as Forças Armadas da China, segundo quatro funcionários do governo que
falaram sob a condição de anonimato. O governo Trump também planeja liberar
relatórios de inteligência mostrando que as tentativas chinesas de montar um
banco de dados contendo nomes de executivos americanos e de funcionários do
governo com acesso a informações confidenciais vêm ocorrendo no mínimo desde
2014”.
O artigo se refere ainda a uma trégua de 90 dias negociada há duas semanas em
Buenos Aires entre Trump e o presidente vitalício (ditador) chinês Xi Jinping
“com vistas a uma eventual mudança de comportamento (sic) da China”.
“Esse comportamento inclui coagir empresas americanas a fornecer dados
tecnológicos sigilosos caso queiram entrar no mercado chinês; inclui também o
roubo de segredos industriais americanos, que são repassados a empresas
estatais chinesas”.1
2. O PC chinês é o verdadeiro ditador onipotente e
onipresente
Agora vem a ameaça sobre o Canadá.
Como foi amplamente noticiado, Meng Wenzhou, “CEO da Huawei e filha do fundador
da empresa chinesa de telecomunicações, foi presa em 1º de dezembro sob a
acusação de fraude e enfrenta extradição para os Estados Unidos” (Epoch Times).
Luís Fernando Novaes, comentando em 10 de dezembro a notícia de Epoch Times,
escreve: “A China pressiona veementemente o lado canadense a libertar
imediatamente a pessoa detida [Meng Wenzhou] e a proteger seus direitos legais,
caso contrário ‘o Canadá deve assumir total responsabilidade pelas graves
consequências causadas’, segundo uma declaração de 8 de dezembro do Ministério
das Relações Exteriores da China”.
E mais adiante: “O que o regime comunista chinês pode estar ignorando, no
entanto, é que os governos em países democráticos não podem interferir nos
procedimentos legais”.
“Eu acho que isso é muito típico do comportamento da China”, disse Brian Lee
Crowley, diretor do Instituto Macdonald-Laurier. “Eles agem como se comportam
internamente, onde cada instituição na China deve se submeter à vontade do
Partido Comunista”.2
3. O PC chinês é fundamentalista. Nem Pombal levou tão longe
o seu anticatolicismo
Em setembro de 2018 o Vaticano e a China firmaram um “acordo
provisório” cujas cláusulas permanecem parcialmente sigilosas.
Após esse acordo continuaram as intimidações, os interrogatórios e as prisões
de bispos, clérigos e católicos fiéis a Roma, a destruição de cruzes e igrejas,
bem como a proibição aos menores de frequentarem os templos católicos.
A China havia criado — à maneira da Revolução Francesa — a sua “igreja
patriótica”, totalmente subserviente ao regime comunista.
Mais ainda, tal igreja sagrou bispos comunistas, alguns dos quais são
deputados, à revelia de Roma.
O Papa Francisco cedeu e legalizou os “bispos” da igreja patriótica,
empossando-os em dioceses antes conduzidas por bispos fiéis a Roma.
Do que vale um acordo com o regime comunista chinês?3
4. Intervenção chinesa ou “a América para americanos”?
Noticia da UOL de 28-11-18, sobre a reunião do G20 em Buenos
Aires, coloca a América Latina como palco de uma disputa entre os Estados
Unidos e a China comunista.
“Além da disputa comercial entre Estados Unidos e China, há uma disputa entre
os dois países que também diz respeito à projeção de influência política na
América Latina.
“O instituto Inter-American Dialogue (Washington) compilou dados de estradas,
portos e outros projetos de infraestrutura que atraem apoio e investimento
chinês desde 2002 na América Latina. Estima-se que mais de 150 projetos estejam
em andamento.”
Segue o mapa da América Latina com as garras comunistas dos investimentos
chineses.
Essa falsa alternativa EUA ou China comunista é inaceitável e esperamos que o
governo Bolsonaro saiba fazer valer a soberania, o brio e a honra do Brasil:
não deixe que a China compre a América Latina e o Brasil.
“América para americanos”, “O Brasil é nosso”. Vamos dar as cartas e impor
nossas condições nessa chantagem chinesa.
Em tempo: o presidente da China é vitalício! Isso é muito diferente de ser
ditador?4
5 . 772 milhões em subornos chineses na Venezuela
Informa o site elpais.com/brasilem (27-11-18) que empresas
chinesas pagaram 772 milhões de reais em subornos para obter contratos na
Venezuela.
“O chamado Grande Volume, um megacontrato de 20 bilhões de dólares (77,2
bilhões de reais) selado em 2010 entre a Venezuela e a China, se tornou um
ninho de corrupção. A construção de infraestrutura de energia no país
sul-americano ocultou um negócio fabuloso de comissões ilegais.
Uma
investigação da Justiça de Andorra revelou que o empresário venezuelano do ramo
de seguros Diego Salazar e seus colaboradores receberam 200 milhões de dólares
(772 milhões de reais) de cinco empresas chinesas.”
O dinheiro era lavado na Banca Privada d’Andorra (BPA), que foi fechada pelas
autoridades do Principado de Andorra em 2015, exatamente por operações ilegais.
Ainda segundo a notícia, a “China concedeu um empréstimo à Venezuela por
intermédio do Banco de Desenvolvimento da China (BDC) e contribuiu com dois
terços dos recursos. O Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (Bandes)
estava encarregado de administrar os fundos”.5
Causaram um justo desagrado aos brasileiros as declarações de autoridades
chinesas sobre um estreitamento de relações Brasil-EUA em decorrência da
eleição de Jair Bolsonaro.
A China repete com insistência o slogan: relações comerciais “sem viés
ideológico”.
Em 31 de outubro, em editorial o “China Daily” — jornal que funciona como
porta-voz informal do governo — trouxe uma advertência clara: um eventual giro
da política externa brasileira para uma submissão aos Estados Unidos pode
representar um “custo econômico duro para a economia brasileira”.6
Soa como uma ameaça!
Devemos realmente esperar uma “mudança de comportamento da China”, cujo regime
só age em função dos interesses imperialistas do Partido Comunista Chinês?
Por que razão esse especial interesse dela em relação a “estradas, portos e
outros projetos de infraestrutura”?
Na China Antiga, existia um homem chamado Wong, que se
sentia hostilizado pelas pessoas da pequena aldeia onde morava.
Um dia o senhor Wong foi visitar o sábio da região e então
desabafou: cumpro minhas obrigações para com os deuses, sou um bom cidadão, um
exemplar chefe de família, vivo praticando a caridade, Por que as pessoas não
gostam de mim?
E a resposta do mestre foi simples: embora o senhor Wong
fosse caridoso, o seu rosto sério levava a todos uma conclusão diferente.
Embora ele fosse muito rico, era pobre de “alegria” e “cordialidade” e, por
outro lado, nunca sorria, embora ajudasse as pessoas.
O sábio deu ao senhor Wong uma máscara sorridente que se
ajustava perfeitamente ao seu rosto. Advertiu-o, entretanto, de que se algum
dia a tirasse do rosto, não conseguiria recolocá-la.
No primeiro dia em que Wong saiu à rua, todos começaram a
cumprimentá-lo e em pouquíssimo tempo já estava cheio de amigos. Mas, um dia,
chegando à conclusão que as pessoas não gostavam dele, mas da máscara, pensou:
é preferível ser hostilizado, a ser estimado por uma máscara falsa.
Foi até ao espelho e retirou a máscara sorridente. Mas que
surpresa… o seu rosto tornara-se também sorridente, assumira as expressões e o
sorriso da máscara…
“O que você é internamente é uma consequência do que você
mostra externamente”