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domingo, 30 de junho de 2019

ALGUMAS FRASES PARA REFLEXÃO


30 de junho de 2019

“Seguir a corrente é covardia, pois é contra as correntes que devemos lutar”
(São Clemente Maria Hofbauer)

“A vida do homem sobre a Terra é uma luta”
(Jó, 7, 1)

“Só tenho a oferecer sangue, fadigas, suor e lágrimas”
(Winston Churchill)

“A luta pela verdade deve ter precedência sobre todas as outras”
(Albert Einstein)

“A luta é, abaixo da oração, a mais alta atividade do homem”
(Plinio Corrêa de Oliveira)

“Quem vence sem perigo, triunfa sem glória”
(Corneille)



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PALAVRA DA SALVAÇÃO (137)


13ª Semana do Tempo Comum – Domingo, 30/06/2019

Anúncio do Evangelho (Mt 16,13-19)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Paulo Ricardo:

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Pedro e Paulo - El Greco

“Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” (Mt 16,13)

A Igreja, ao unir numa só celebração, duas figuras humanas tão diferentes - Pedro e Paulo - nos indica o quê pretende com esta festa: manifestar a obra comum que Deus realizou através deles. Com certeza, a liturgia descobriu a complementariedade desses dois homens; são um claro exemplo de que personalidades tão diferentes se revelaram autênticos seguidores de Jesus.

Foram completamente diferentes na formação pessoal: Pedro era simplesmente um pescador, sem nenhuma preparação, mas teimoso e sincero. Paulo era um intelectual. Havia passado pela escola rabínica, onde se envolveu no estudo profundo da Lei. Um com sua simplicidade e espontaneidade e o outro com sua agudeza intelectual, constroem a única Igreja. Tanto em Cesareia de Filipe (Pedro), como no caminho de Damasco (Paulo), Jesus desvela a originalidade e a diferença de cada um deles (rocha), sobre as quais vai fundamentar sua nova comunidade. Nada do que é humano foi anulado, mas integrado no horizonte do seguimento.

Cada um deles seguiu Jesus à sua maneira Por isso, Pedro e Paulo foram considerados como as colunas da Igreja. Eles são como duas referências permanentes para a comunidade dos(as) seguidores(as) de Jesus; são exemplo de fé cristã, no seguimento do Mestre de Nazaré. No final os dois rubricaram sua fidelidade entregando a própria vida como testemunhas de Jesus Cristo.

A Igreja, corpo de seguidores(as) de Jesus Cristo, plural e diversa em seus membros, também é chamada à comunhão na diversidade. Somos conscientes de viver a difícil alteridade no interior da mesma Igreja.

A fé cristã em Deus, que é uno e trino, aparece como o primeiro fundamento para acolher a diferença.

O modo original de ser e viver de Jesus também nos motiva a sair de nós mesmos para acolher o outro diferente como revelação de Deus, assumir a mudança e encontrar na Eucaristia, o sinal e a fonte da união. 

A festa de hoje se apresenta como oportunidade privilegiada para aprofundar o sentido da “diferença” no interior da comunidade cristã e na convivência social. Estamos inseridos num contexto religioso e social carregado de muita intolerância e indiferença, onde prevalece o medo diante de quem é diferente.

 “A diferença é inerente à comunhão na Igreja. É um elemento da comunhão. A Igreja não é nem eliminação nem soma das ‘diferenças’, mas comunhão nas mesmas” (J.M Tillard). Assim, ser cristão significa ser aberto, acolhedor da diferença, sensível à diversidade. Afinal, somos humanos, seres em caminho, buscadores de sentido, buscadores da verdade e habitados pelo mesmo Deus, que atua em tudo e em todos. O princípio de alteridade está fundado no princípio de identidade: podemos nos compreender apesar de sermos diferentes, porque todos somos seres criados e agraciados por Deus, chamados a ser habitados por uma verdade que está para além de uma ideia ou doutrina.

Esta é a vocação fundamental de todo ser humano: alimentar uma relação mútua em cada encontro. Todos trazemos dentro de nós ricas possibilidades que só podem ser colocadas em movimento quando alguém se encontra conosco e nos chama à vida, numa verdadeira relação. Somos relação, e nos fazemos ou desfazemos na relação.  Não há um “eu sem um tu” que nos complementa com a comunhão, que nos une na diferença; esse movimento desvela nossa própria originalidade, abrindo-nos ao desconhecido e à riqueza do outro. Tanto a comunhão como a diferença são espaços de crescimento mútuo. 

A diversidade nos permite enriquecer-nos, adquirir mais humanismo. Diferença é expressão inerente ao ser humano, é modo de pensar, de dizer, de trabalhar, de existir e de conviver. A humanidade diferenciada torna-se mais dinâmica; o tesouro está precisamente em sua diversidade criadora. A humanidade é profundamente diversificada em seus talentos, valores originais e em sua vitalidade.

Daí a importância de aprender a ver o melhor de cada pessoa e de cada povo, superando as visões estreitas e fundamentalistas de todo tipo de racismo, xenofobia, desprezo, preconceito, dominação...

Saber conviver com as diferenças é sinal de maturidade. 

Cresce hoje a consciência sobre a diferença do ser humano como atração, e não como rejeição. A humanidade pós-moderna exige a diversidade de convivência sociocultural. Não podemos permanecer trancados em redutos que rejeitam as diferenças existenciais. A humanidade deixou de ser distante para tornar-se mais próxima, mediante as diferenças, os diálogos e as convergências. O mundo globalizado não pode ser apenas econômico. É chamado também a respeitar e a cultivar as diferenças entre as pessoas, as raças, as sociedades e as nações. 

A diversidade racial, cultural, religiosa... supera a monotonia e oferece a criatividade de muitas formas. A harmonia fecunda entre as pessoas está na diversidade das diferenças, não na repetição mecânica.

O conformismo repete cópias, mas não facilita a união autêntica. Sem as diferenças entre pessoas, a sociedade seria apenas um marasmo. Por isso, as diferenças pluralistas são valores, não anomalias. Além disso, são sedutoras, não amedrontadoras. A diferença pessoal mantém certo fascínio. 

A diversidade é uma forma de aproximação entre os seres humanos. E deve ser vista como estimulo, não como estorvo. A diferença do “outro” deve ser motivo para o encontro e para o enriquecimento mútuo.  Segundo o pensador E. Levinas é a diferença que gera alteridade. O outro é diversificado e não repetitivo. A visão da diferença mostra que cada ser pessoal é original. Massificar as pessoas é uma forma de silenciá-las e dominá-las. Daí a importância e a urgência de aprender a valorizar o que é próprio e também o que é diferente, esforçando-nos para não transformar as diferenças normais (geográficas, culturais, de raça, de gênero...) em desigualdades. É preciso educar e preservar as diferenças humanas. 

Deveríamos pensar mais sobre a importância das diferenças entre os seres humanos.  Deveríamos admirar as diferenças pessoais e grupais, e não lamentá-las. É necessário evitar tudo o que deforma as diferenças e desenvolver a verdadeira coexistência pessoal, social, científica, religiosa, ética. Deveríamos remover abusos e vícios que anulam a diferenças. Perverter a diferença é uma atitude que degrada a pessoa. Valorizar o diferente e os diferentes implica tratar com cortesia, saber interagir, trabalhar juntos, respeitar... Diferença não dispersa nem divide, mas provoca convergência crítica. Promove a unidade lúcida e criativa. Por isso é valor a ser preservado e a ser desenvolvido, é potencial a ser explicitado.

A questão da «diferença cristã» não toca apenas à relação entre o cristianismo e o espaço não-cristão. O problema situa-se no interior mesmo do cristianismo. Viver como «comunidade» implica saber conjugar a diversidade na unidade. Assim, o cristianismo revela uma multiplicidade de textos, de ritos, de movimentos, de escolas de espiritualidade, de perspectivas teológicas; mas também de funções e vocações no interior da comunidade. A fidelidade, no cristianismo, passa por uma capacidade de integrar a diversidade.

Somos Igreja, Casa e Povo de Deus, que vive a acolhida positiva e respeitosa da diversidade de pessoas, carismas, ministérios, funções e expressões da fé. O reconhecimento desse pluralismo no interior da comunidade nos instiga a viver uma eclesiologia da comunhão. 

Isso nos move a fazer a contínua passagem de uma Igreja que discrimina os que pensam diferentes, os diversos, os outros... a uma Igreja que respeita os que seguem sua própria consciência, as outras religiões, os ateus, as minorias excluídas...; uma Igreja de portas abertas, atenta aos novos sinais dos tempos, que abra caminhos novos em meio às diferenças, que saia às margens sociais e existenciais...; uma Igreja jovem e alegre, fermento na sociedade, com a alegria e a liberdade do Espírito, com luz e transparência...

Texto bíblico:  Mt 16,13-19

Na oração: Deus nos ciou “diferentes” e é na “diferença” que Ele vem ao nosso encontro como chance de enriquecimento vital e de intercâmbio criativo.

- Deixe-se surpreender pelo Deus da vida que rompe esquemas, crenças, legalismos, bolhas...;

- O que prevalece em você diante de quem pensa, sente e ama de maneira “diferente”? intolerância, sectarismo, preconceito, mixo-fobia (medo de se misturar), xenofobia (medo do estrangeiro);... ou acolhida, proximidade, convivência...? 

Pe. Adroaldo Palaoro sj

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AGORA: General Heleno faz discurso impactante em defesa de Sergio Moro d...

sábado, 29 de junho de 2019

BOLSONARO SAI CONSAGRADO DO G-20 E FAZ O MUNDO RESPEITAR O BRASIL!


29/06/2019


Acusado de xenofobia e radicalismo nacionalista, se reaproximou dos Estados Unidos, do Japão, da China e dos países árabes.

Denunciado de ser nazista, hasteou a bandeira brasileira em Israel.

Tido por predador ecológico e acusado de não respeitar os direitos humanos, obteve a reverência e o aval da União Européia, que se curvou ante a sua firmeza ideológica e coerência política.

Ajusta uma efetiva reaproximação com os BRICS, que com segurança, não tardará.

Em somente seis meses de Governo, Bolsonaro recolocou o Brasil no cenário geopolítico, como potência econômica mundial.

Por onde passa está sendo saudado e festejado pela imprensa e pelos principais líderes do mundo.

Fechou acordos de cooperação jamais sequer imaginados, nas áreas de tecnologia, aerospacial, aviação, educação, segurança, commodities, geração de energia limpa.

Mudou o sentido e a direção da nossa diplomacia, executando nas relações internacionais exatamente o que prometeu que faria: política externa com foco nos interesses do Brasil. Aproximação e formação de blocos que geram riqueza e que impactam a nossa economia. Conquista de grandeza econômica ao invés de expansão ideológica.

Bolívia, Venezuela, Cuba e Irã já são páginas viradas (embora ainda tenham que pagar os bilhões de dólares que nos devem).

Nas relações internacionais o Governo Bolsonaro está consagrado e é um estrondoso sucesso, colhendo os melhores resultados da nossa história.

Não fechou jornais, não prendeu jornalistas, não matou gays ou lésbicas, não incendiou aldeias indígenas, não exterminou florestas, não incentivou indústrias poluidoras, não fez toma lá dá cá. Respeita as instituições. E o melhor de tudo, não mudou de estilo.

Ironizado e transformado em meme pela esquerda derrotada, recalcada e movida pelo ódio, soube - com humildade - responder aos críticos com trabalho e obras.

Segue vítima de uma parte da grande imprensa, que desesperadamente tenta minimizar seus feitos, semear discórdias não existentes e apontar incoerências na sua coerente conduta.

Aos poucos e a seu modo, está limpando o Brasil recolocando o verde e amarelo no lugar do vermelho.

A estrela de outrora, que não passava de uma nebulosa periférica, está substituída por uma constelação de craques, na qual estão inseridos monumentais homens públicos e cada um dos brasileiros que acreditaram nesse novo Brasil.

É o "o sol da liberdade em raios fúlgidos" que brilha "no céu da Pátria nesse instante".

Ah, antes que eu esqueça: e ainda por cima, não custa lembar que o Lula continua preso...

Assista ao vídeo:



Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.
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FASES DO VAZIO - Katie Gallanti



O Universo é muito mais criativo do que nós
e geralmente nos surpreende com mais do que pedimos,
pois a nossa habilidade para criar
é limitada pelo nosso atual nível de imaginação,
que está sempre baseado em nosso passado...

Confie que tudo em sua vida
está acontecendo perfeitamente,
ainda que não possa entender
completamente
por que as coisas tinham que mudar,
confie que um dia você compreenderá.




Às vezes as mudanças que surgem são tão grandes que nos deixam desorientados e alarmados. Um ente querido que se vai subitamente. Uma carreira que termina de repente. Uma ligação de um amor profundo que se rompe. Esta é frequentemente a lição de Urano, cortando-nos abruptamente do velho e nos liberando para o novo. Ou a lição de Plutão, que nos despoja de tudo quanto é entulho. Entre o velho e o novo, entretanto, está o vazio. E no vazio podemos sentir uma profunda tristeza.

A tristeza é a primeira fase do vazio. A fase na qual lamentamos o que está perdido. É um momento doloroso. Mas é também um período de limpeza, pois cada experiência de tristeza, quando plenamente compreendida, nos permite fazer uma limpeza profunda de toda a velha dor. Pois em cada episódio de profunda tristeza, o coração, quebrado, se abre, e a partir desta abertura, a energia das velhas feridas pode ser liberada. Antigas dores de vidas passadas, da infância, os desapontamentos da vida atual, tudo o que esteve energeticamente trancado no coração, pode ser sentido e, eventualmente, liberado.

Lágrimas, como a água, nos limpam e nos ajudam a manter o nosso coração aberto. As lágrimas contidas criam um endurecimento e uma obstrução no coração, o que nos paralisa e nos impede o estado de amor que procuramos para dar e receber. Este é um momento sagrado e tem o seu propósito de cura. A segunda fase do vazio é o que acontece quando a tristeza está quase esgotada. A dor começa a diminuir e nós aceitamos o que é. É quando surge um vislumbre da nova vida, novos sonhos começam a se formar, como novos brotos germinam na primavera.

Esta fase do vazio é uma fase de potencial, uma fase onde começamos a decidir para onde apontarmos a seta, a fim de criarmos o novo capítulo em nossas vidas. Não importa quão profunda seja a perda, há sempre um novo capítulo, um novo início esperando. O vazio é o momento no qual nós começamos a definir a intenção da nova jornada à frente. Ao olharmos o que já terminou, podemos ver que, talvez, partes disto não fossem um verdadeiro reflexo de quem nós somos e podemos partir para criarmos algo que melhor combine com a nossa atual expressão.

Se uma carreira termina, geralmente é porque nós a superamos. Se um relacionamento termina, geralmente é porque chegou a um ponto em que teríamos que nos afastar desta pessoa, se quiséssemos evoluir. Até no caso de entes queridos que se despedem, as Almas geralmente partem pelo acordo da Alma, quando os contratos que tínhamos com eles, expiraram. Assim, até nestas situações podemos ver que frequentemente os entes queridos nos deixam porque eles completaram o que eles vieram fazer, e também para que possamos ser liberados para avançarmos para novos territórios.

Tão sem sentido quanto alguns de nossos términos possam parecer, raramente eles são aleatórios e quase sempre acontecem de modo que possamos ser liberados nas partes da jornada que não podemos seguir juntos, pelo menos nesta expressão do plano da Terra em particular. Assim, em algum ponto, enquanto as lágrimas secam, é natural começarmos a aceitar a jornada à frente, de modo que possamos seguir em direção às novas experiências que nos acenam..

Se não tivermos certeza para onde ir, se os ventos da mudança estão soprando, mas o destino ainda não está claro, um modo de avançarmos  é pedirmos que o próximo nível do nosso projeto comece a ser ativado  para que a nossa Alma ajude a atrair para nós todas as pessoas, situações, oportunidades e experiências que precisamos, a fim de realizarmos o próximo nível do desdobramento da nossa Alma para esta existência, no tempo divino e perfeito.

Em breve, os novos passos a tomar se tornarão mais claros e novos caminhos se abrirão para trilharmos. Observe a sincronicidade e as portas que logo se abrem repentinamente depois que fazemos esta solicitação e notem aquelas que se fecham abruptamente. Lembre-se sempre de almejar as qualidades que você quer criar em sua vida (paz, amor, tranqüilidade, diversão, emoção) e menos as espécies (um carro, uma casa, uma viagem), pois as qualidades lhes trará formas através das quais eles possam ser canalizados, além do que as espécies podem vir até você vazias das energias que você busca.

Assim, peça as qualidades e veja o que se apresenta. Peça, por exemplo, uma carreira que seja um canal da expressão da sua alma e o faça sentir grandioso, ao invés de um emprego com um determinado salário e horário. Peça um relacionamento que o ilumine, inunde-o com o amor, a conexão e a felicidade da Alma, e não com um companheiro que preencha uma lista de coisas exteriores. E deixe o universo escolher os detalhes.

O Universo é muito mais criativo do que nós e geralmente nos surpreende com mais do que pedimos, pois a nossa habilidade para criar é limitada pelo nosso atual nível de imaginação, que está sempre baseado em nosso passado. Confie que tudo em sua vida está acontecendo perfeitamente, ainda que não possa entender completamente por que as coisas tinham que mudar, confie que um dia você compreenderá. Há muita pouca aleatoriedade em nossas vidas.

Nós criamos as nossas próprias realidades sim, mas os golpes abruptos em nossas vidas são determinados pelos contratos de Alma. “nossos” contratos de Alma. Somos nós que estamos ainda criando, mas a partir de um nível mais elevado de ser, que devido ao véu que temos neste plano, permanece em grande parte inconsciente e que frequentemente parece uma guinada externa do destino. Mas é sempre a nossa Alma, decidindo que é o momento de avançarmos, para que experiências novas e mais plenas possam ser trazidas.

Lembre-se de que o objetivo da Alma é continuar a expandir quem nós somos, assim podemos nos tornar maiores, mais ousados, mais brilhantes em nossa luz e amor, e em nossa habilidade de canalizarmos a plena expressão da nossa Alma através do veículo físico. Assim, aceite o vazio como a oportunidade de expandi-lo e de trazer a expansão a sua vida, para conter mais da sua verdadeira essência. Viaje totalmente no vazio, sabendo que, eventualmente, você aterrissará em uma nova praia. E invoque o brilhante amanhã que o aguarda, para que possa receber a sua próxima aventura no ser. Aguarde com expectativa a nova vida por vir.


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sexta-feira, 28 de junho de 2019

O CORAÇÃO DE JESUS - Dom Ceslau Stanula



O coração, órgão do corpo humano 
simboliza todos os sentimentos que expressamos no amor.

Neste sentido foi instituída a festa do Sagrado Coração de Jesus, 
para homenagear, louvar e agradecer todo o amor 
que Deus nos tem desde sempre.

Neste sentido, e nestes termos, o Papa Pio XII, escreveu a 
Encíclica para toda a Igreja, "Sobre o Culto ao Sagrado Coração de Jesus" (Haurietis Quas) em 1956, justificando e animando o povo 
a uma devoção sincera ao Sagrado Coração de Jesus.

"Coração de Jesus, rico para todos os que Vos invocam", tende piedade de nós.

Bom dia... 
Com a benção e oração.

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Dom Ceslau Stanula, Bispo Emérito de Itabuna/BA, 
escritor, membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


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28 DE JUNHO - ANIVERSÁRIO DE ILHÉUS




Itabuna Centenária
Eleva uma prece aos céus
Pela vida solidária
Da amada ‘Mãe’ ILHÉUS!...

...E nossa ICAL hoje presta
Sua homenagem singela
E se une à grande festa
Da ‘terra da Gabriela’!

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-ICAL

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INTELIGÊNCIA FESTIVA EM ARAXÁ - Zuenir Ventura


Reunir em cinco dias mais de cem autores brasileiros e alguns estrangeiros para debater ideias é arriscado neste momento em que as divergências de opinião costumam se transformar em ódio, as diferenças, em hostilidade e bate-boca.

Pois o VIII Fliaraxá, uma invenção de Afonso Borges, colocou em prática essa ousadia entre os dias 19 e 23 passados de tal maneira que o resultado levou uma senhora que assistia a uma das 30 mesas de debate a comentar, incrédula: “Acho que não estamos no Brasil”. Ela se referia ao clima de respeito entre os palestrantes e de confraternização entre os que foram assistir.

Como todas as atividades estavam concentradas num só local — o Grande Hotel Termas — autores e leitores se encontravam nos elevadores, no café da manhã, no almoço, no parque, ou seja, podiam fazer o que cada vez mais é mediado por uma tecnologia — a internet, o telefone, a TV. Ali havia o contato real, a conversa, o olho no olho. Os autores saíram de lá conhecendo melhor os seus leitores, e vice-versa.

A estridência obscurantista foi substituída pelas vozes da razão e da tolerância. Em Araxá, foram elas que se fizeram ouvir não só nas discussões sobre praticamente todos os aspectos da literatura como sobre temas não literários: democracia, condição feminina, desigualdade social. Nesse capítulo, ressalte-se a participação do sociólogo Sérgio Abranches e da historiadora Heloisa Starling. Carismática, divertida, bem-humorada, ela é a prova de que o saber não precisa ser enfadonho. Sem dúvida, foi a mais animada e luminosa presença.

O homenageado do VIII Fliaraxá foi Valter Hugo Mãe, excelente escritor, simpático, um humor irresistível, onde vai, arrasta uma multidão. Um fenômeno.

Há muitos destaques que ficam aqui de fora por falta de espaço, mas acho que vale a pena registrar o momento que minha neta Alice chamaria de o “mais fofo”: foi quando o homenageado abriu a camisa e mostrou no braço a tatuagem da palavra “amigo”, escrita com a caligrafia de Ignácio de Loyola Brandão, que subiu ao palco para um demorado abraço. E o autor de “Zero” beijou a tatuagem. A plateia delirou.

O Globo, 26/06/2019


......
Zuenir Ventura - Sétimo ocupante da Cadeira n.º 32 da ABL, Zuenir Ventura foi eleito no dia 30 de outubro de 2014, na sucessão do Acadêmico Ariano Suassuna, e recebido no dia 6 de março de 2015, pela Acadêmica Cleonice Berardinelli.


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quinta-feira, 27 de junho de 2019

NÃO ATIREIS VOSSAS PÉROLAS AOS PORCOS – Pe. Roger Araújo


25 JUN 2019

"Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis vossas pérolas aos porcos, para que eles não as pisem com os pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem” (Mateus 7,6).


Valorizar o que é sagrado é respeitar e valorizar o que é divino, é respeitar, acima de tudo, Deus.

Vivemos numa sociedade onde o sagrado é despedaçado, desprezado e pisado; é pisoteado pelos pés e pelo coração dos homens, onde o profano se mistura ao sagrado, e o profano oprime o que é santo e sagrado.

Não podemos dar aos cães as coisas santas, e sabemos que os cães são simbolizados pela ira dos homens, pela valentia dos homens, simbolizados pelas brigas e confusões nas quais os homens sacodem as relações humanas. Não podemos atirar o que é santo, despedaçar o que é sagrado e deixar que Deus seja desrespeitado.

Precisamos evitar brigas, discussões que não levam a nada, que simplesmente levam as pessoas a zombar e desprezar o que é sagrado. Só quem experimenta o que é sagrado sabe o valor do que é sagrado. Quem não experimenta, quem não faz a experiência mística, verdadeira e autêntica de uma relação com Deus não sabe valorizar o que é d’Ele.

Não podemos atirar o que é santo, despedaçar o que é sagrado e deixar que Deus seja desrespeitado.

Muitas vezes, queremos convencer as pessoas pela força do argumento, queremos obrigá-las a pensar e crer como nós. Ninguém vai pensar, ninguém vai crer naquilo que não experimentou. A fé que, muitas vezes, se impõe aos outros não dá frutos autênticos nem verdadeiros, pelo contrário, ela gera frutos de rebeldia, de confusão e assim por diante.

A fé é aquilo que nos transforma por dentro, é que faz de nós pessoas melhores. Pessoas de fé não podem ser como os cães, valentes na ira. Aqueles que experimentam o que é sagrado, levam na mansidão evangélica, no espírito evangélico, os valores sagrados no mundo que está profanado, mas sem jamais deixar profanar o que é santo.

Há em todas as nossas redes sociais, discussões, brigas sobre isso e aquilo, e são discussões tolas quando não levam o princípio de respeitar o sagrado.

O primeiro sagrado é Deus, e tudo o que pertence a Ele é sagrado. O ser humano também é sagrado.

Quando somos levados a desrespeitar a outra pessoa, agredir outra pessoa, nós mesmos perdemos o referencial do sagrado, do que é santo. Por isso, procuro viver a minha fé, as minhas devoções, as minhas convicções religiosas sem precisar agredir ninguém. E se o mundo nos agride, porque não respeita a nossa fé, aprendemos com o Mestre a não dar na mesma moeda. Se o mundo vem com o que é profano, respondemos com aquilo que é sagrado.

O sagrado para nós é o amor de Deus, é amarmos uns aos outros.

Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo
Comunidade Canção Nova

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CONSERVADORES DO MUNDO, UNI-VOS! – Frederico H. S. de Freitas


25 de junho de 2019

Frederico H. S. de Freitas

Se olharmos retrospectivamente, veremos que a esquerda fez avanços enormes nos vários campos da atividade humana no século XX: nas artes, na música, nas modas, nos costumes, na política etc.
 
Lembro-me de que lá pelos anos 80 um audiovisual chamado Rio de Sangue era exibido em ambientes diversos pela impertérrita TFP ― e só por ela. Naquele tempo era chic ser de esquerda, e démodé ser de direita. O audiovisual mostrava o avanço do comunismo no mundo desde a Revolução Russa de 1917, escancarando as vergonhosas capitulações ― ou mesmo traições ― daqueles que no Ocidente deveriam conter tal avanço.

Pode-se considerar a década de 70 como tendo sido de vergonhosas entregas, fruto das políticas de concessões que permearam todo o século ― incluindo a Ostpolitik vaticana ―, culminando, digamos assim, na humilhante derrota dos EUA frente ao comunismo no Vietnã em 1975, fato que parecia assinalar a vitória irreversível da seita vermelha em todo o mundo.

Esse olhar retrospectivo não poderia deixar de ver também que, ao longo do século XX, houve alguém que, impávido, denunciou sempre a seita comunista, conclamando todos para a mais intransigente oposição aos sequazes da revolução marxista. Sua voz ecoou na mídia escrita e falada, atingindo grandes e pequenas cidades de todo o orbe.
Plinio Correa de Oliveira desfraldou o estandarte dos inconformados, daqueles que se recusam a dobrar os joelhos diante da Revolução comunista e de conexos a ela. Ele a denunciou em todos os campos em que ela se manifestou. Denunciou quando ela avançava em armas, como quando tentava avançar sorrateira e dissimuladamente, arrancando-lhe a máscara que cobria suas sombrias intenções.

Tais cogitações me vieram ao espírito ao tomar conhecimento do recente noticiário abordando as manifestações havidas em Hong Kong e na Rússia. Na China, impressionou o número de pessoas que afluíram às ruas contra uma lei de extradição com o regime de Pequim e foram brutalmente reprimidas pela polícia local. Na Rússia, a inesperada reação em favor de um jornalista que tem denunciado corrupção no Kremlin, sendo que a própria mídia parceira de Putin foi obrigada a tomar a defesa do jornalista. Em ambas as manifestações, o alvo foi o mesmo: o comunismo; e em ambas o comunismo teve que ceder! Notemos bem, cedeu em seu próprio domínio, em seu próprio território! Na China, inclusive, a chefe do governo local, pró-Pequim, foi obrigada a se desculpar pela repressão violenta da polícia. Quem diria que isso aconteceria…


Av. Paulista, em 2016,manifestação contra o PT 

Lá como cá, no Brasil ― e em várias partes do mundo ―, a aversão ao comunismo é categórica. Aversão ao comunismo e seus conexos, como a ideologia de gênero, o aborto, as drogas etc. A convocação de uma greve geral para o dia 14 de junho passado, por exemplo, foi um estrondoso fracasso. Pelo contrário, “nossa bandeira é verde e amarelo / sem foice e martelo” é o mote que tem ecoado pelas ruas e praças do nosso país. O Brasil rejeita o comunismo; o Brasil quer trabalhar, crescer, seguir na direção de glória e grandeza, fiel à fé herdada de seus antepassados, primando pela defesa de suas tradições, da família e da propriedade privada.

As manifestações pipocam em várias partes do mundo contra a imposição de doutrinas contrárias a fé cristã. Ainda este ano, na Argentina, houve uma manifestação estrondosa contra o aborto… E por aí vai. A alma humana é naturalmente cristã, dizia Tertuliano. E a meta da Revolução — esse movimento universal que vem há vários séculos destruindo a civilização cristã — é de substituir todos os valores dessa civilização por um estado de coisas comuno-tribalista como o acenado pelo próximo Sínodo Pan-Amazônico em seu Instrumentum laboris.

Assim, é geral a degringolada da esquerda no mundo. A onda esquerdista está sendo terminantemente recusada, rechaçada. A recusa é tal, que agora esquerdista passou a ser chamado de progressista, como se mudando o rótulo mudasse o conteúdo. Aliás, a esquerda se passando por progressista confirma a identidade com o que na Igreja Católica são conhecidos os progressistas, ou seja, a esquerda católica, uma verdadeira aberração.

Em que medida a atuação de Plinio Correa de Oliveira contribuiu para impor ao adversário derrota tão humilhante? Em que medida, como resultado de sua gigantesca obra, reações conservadoras que há não muito tempo se diriam impensáveis começam a aflorar? Ninguém sabe. O certo é que sua gesta não foi em vão. Pois o que o moveu foi o seu entranhado amor à Santa Igreja Católica Apostólica Romana e seu fruto, que é a civilização cristã. E para Deus nada é em vão.

O jornalista Gilles Lapouge concluiu um artigo dizendo: “Hong Kong conseguiu levar às ruas 1 milhão de moradores furibundos. É um número impressionante. Mas 1 bilhão de chineses não impressiona mais?” Como se esse 1 milhão fosse um monólito, e não o foco de um incessante e crescente descontentamento contra o regime comunista, como o atestam incontáveis notícias boicotadas pela nossa grande mídia! Usando uma arma de guerra do adversário, digamos: Conservadores e chineses do mundo, uni-vos!



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quarta-feira, 26 de junho de 2019

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, VÍTIMA DOS TERRORISTAS - Plinio Corrêa de Oliveira


26 de junho de 2019

No lugar do crime, uma fonte de perdão e de graças

Plinio Corrêa de Oliveira


          Às três horas da madrugada do dia 20 de junho de 1969, um grande estrondo foi ouvido nos bairros de Higienópolis e Santa Cecília, da capital paulista. Uma bomba colocada por terroristas explodira numa sede da TFP, na véspera de uma grande campanha da entidade contra o chamado “progressismo”, denunciando a infiltração esquerdista nos meios católicos.

         O explosivo destruiu boa parte da fachada da casa [foto acima], danificando também uma imagem barroca de Nossa Senhora da Conceição. Em desagravo, a TFP erigiu no local um oratório para veneração dessa imagem. Esse oratório acaba de completar 50 anos, e para lembrar essa sequência de fatos reproduzimos trecho de um artigo de Plinio Corrêa de Oliveira, publicado na “Folha de S. Paulo” em 26-4-1970:
  
“Quando, na madrugada de 20 de junho de 1969, os terroristas estouraram uma bomba na sede da Presidência do Conselho Nacional da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), imaginavam estar vibrando um rude golpe nessa entidade. Na realidade, sucedia precisamente o contrário: a Providência se serviria do fato para abrir pouco depois, naquele local, um rio de graças.

         Com efeito, entre os objetos mais danificados pelo atentado criminoso estava uma imagem de Nossa Senhora da Conceição [foto]. Nós a guardamos carinhosamente; e, concluída a restauração do edifício, nosso dedicado porteiro Manuel nos deu esta linda sugestão: fazer um oratório dando para a rua, no exato local onde a bomba explodira, a fim de ali expor à veneração pública a imagem danificada. Com isto se repararia a ofensa feita à Virgem Mãe de Deus.”


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A QUINTA DIMENSÃO



Somos semente divina
que inicialmente deve brotar,
crescer internamente
e amadurecer,
para aprender a manifestar
naturalmente nosso poder
de pensar, de sentir,
de se expressar e de agir
em liberdade
como Seres Divinos que somos.

 
Nós somos seres espirituais, vivendo uma experiência terrena, com a finalidade de experimentar a densidade material, mas estamos necessitando despertar o mais cedo possível para o essencial nosso propósito de vida, e agir na própria transformação, adequando equilibradamente a nossa personalidade condicionada com as necessidades espirituais.

Em outras palavras, somos uma semente divina que inicialmente deve brotar, crescer internamente e amadurecer, para aprender a manifestar naturalmente seu poder de pensar, de sentir, de se expressar e de agir em liberdade como um ser divino. Este é um processo de expansão da consciência individual, que é impulsionada pelo buscador da verdade, o ser pensante, que cada vez mais consciente, busca o seu equilíbrio e sua liberdade. Este processo inicia-se com a busca do conhecimento que vai possibilitar o autoconhecimento.

É um trabalho interior de observação, discernimento e esforço para transcender seus próprios limites, criados pelas crenças, preconceitos, paradigmas e apegos do passado. Brevemente será aberto um portal para a Quinta Dimensão, com uma freqüência de vibração mais próxima da Luz e do amor incondicional e com muitas mudanças no planeta Terra. O homem vivenciará o florescimento de uma nova realidade através de uma melhor integração com o planeta.

Todos os homens compreenderão que o reino mineral, vegetal, animal e toda matéria expandida pelo universo, em todas as escalas, desde o átomo até a galáxia, são seres vivos, interligados dentro de uma única consciência. A reintegração das consciências individuais de milhões de seres humanos despertará uma nova consciência, em que compreenderão que são partes de um mesmo organismo gigantesco.
  
Atualmente, todas as condições vibracionais estão em posição para que essa transformação ocorra. Nesse momento decisivo a purificação deverá estar completa, pois a massa crítica precisa estar pronta para dar um salto de consciência à Quinta Dimensão do tempo/espaço. Esse fenômeno vai consumir tudo o que existia antes. Alguns não terão mais as características de hoje porque assumirão uma forma superior, tendo acesso as faculdades superiores.
  
Alguns estão destinados a pertencer a um grupo de seres altamente desenvolvidos, com capacidade de criar por meio do pensamento e da palavra. A chave para compreender uma consciência superior está na luta para ser um com ela. Quando as regras e as leis universais são seguidas com mestria e disciplina, então tudo transcorre em harmonia.

Mas, para se tornar um com a própria divindade é preciso disciplina mental, sentir com o coração e procurar desenvolver o intelecto para compreendê-la. Para compreender e aplicar o conhecimento sobre as Leis Universais é central a compreensão de como a mente humana funciona, pois ela contém as chaves para a transformação. A mente ao ser controlada pelo ser consciente e equilibrada com o coração não mais necessitará estar sob o controle rígido do ego, para que este proteja as programações do passado, limitando o ser.

Livre, ele poderá agir dentro de uma nova e atual realidade, conduzida pelo Plano Espiritual para a Nova Era. Podemos dizer que atuamos com mais liberdade quando estamos mais sintonizados com os princípios e as leis do universo, e também quando estamos concentrados com vistas ao que é essencial à vida, ou quando estamos servindo com amor.
  
Mas, se possível, devemos evitar agir, quando estivermos emocionalmente perturbados e privados da sabedoria que flui do amor e da consciência em expansão. Lembre-se que é somente após retornar o equilíbrio emocional, é que poderá restaurar a união com sua espiritualidade retornando o seu amor e sua sabedoria. Temos potencial suficiente para tudo isso e estamos sendo preparados para capacitar-nos a assumir com responsabilidade a nossa caminhada espiritual. A palavra vibração é a chave.

Todos os seres humanos que continuarem a viagem até esse novo mundo da Quinta Dimensão do tempo/espaço devem ter uma freqüência vibracional, conquistada pela consciência elevada, compatível com a freqüência vibracional da Nova Era. Esse fenômeno é absoluto e será medido pela capacidade individual de ter a mente aberta, de ser amoroso, centrado, tranqüilo, pacífico e devotado.
  
Como essas características estão mais precisamente alinhadas com os estados superiores de consciência, essas pessoas, segundo os Mestres, são mais semelhantes à divindade. Elas aproximarão a freqüência vibracional da velocidade da Luz, que estará em alinhamento com a Era de Aquário e estarão ajudando a resgatar os retardatários que estão prestes a abrir a mente para esses conhecimentos.

Precisamos decidir como vamos atravessar o período transitório. Todos devem compreender que na verdade as trilhas são muitas, mas o caminho é um só. O caminho da Luz é aumentar a freqüência vibracional através da transformação pessoal e da expansão do bem a todas pessoas. É perfeitamente possível, vencermos sem ninguém perder.

Podemos despertar a motivação para juntos construirmos um mundo, onde todos possam se realizar e viver sem ser dependente, em liberdade, com mais dignidade e conforto, um mundo sem vícios, miséria, fome, violência. Podemos alcançar essa condição, sermos felizes e ainda influenciar com nosso exemplo os nossos semelhantes, além de criar oportunidades para que outros também alcancem a Luz.



(Recebi via WhatsApp, sem menção de autoria)

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terça-feira, 25 de junho de 2019

O PARCEIRO ÂNGELO ROBERTO - Cyro de Mattos


O Parceiro Ângelo Roberto
Cyro de Mattos


          Consagrado desenhista baiano, Ângelo Roberto nasceu em Ibicaraí, antiga Palestina, Sul da Bahia, em 1938. Estava radicado há décadas em Salvador. Pertenceu à geração de Glauber Rocha. Figurou nas famosas jogralescas, movimento estudantil com encenação de poetas modernos, dirigido por Glauber Rocha, no Colégio da Bahia (Central). Cursou a Escola de Belas Artes da UFBA. Participou de teatro amador, desenhou cartuns, fez ilustrações para jornais, revistas e livros de autores importantes da Bahia. Muitas exposições individuais e coletivas, no Brasil e exterior. Compareceu às duas Bienais Nacionais de Artes Plásticas na Bahia. Expôs individualmente no Museu de Arte de São Paulo (MASP). Possui alguns prêmios de cartazes em salões universitários. É autor de várias apresentações de filmes de curta-metragem, tendo participado de alguns deles como ator.

          Tive a sorte de ser amigo do Ângelo. Deus possibilitou nosso encontro na jornada da vida. Ele ilustrou vários dos meus livros. Foi um parceiro fraterno, que com seus desenhos de fina criação e conteúdo humano valoroso enriqueceu meus livros. Cito A Casa Verde e Outros Poemas, Oratório de Natal, infantil, Poesie Brasiliane della Bahia (Poesia Brasileira da Bahia), publicado na Itália, Alma Mais Que Tudo, crônicas, e O Mundo É Uma Criança com Palhaço e Lambança, ainda inédito, com projeto para ser publicado pela editora baiana Kalango, neste ano.

          Homem simples, estimado no círculo de escritores e artistas baianos. Indiferente às traiçoeiras invenções da inveja.  Abria meu coração de alegria quando enviava as ilustrações que iam figurar em algum dos meus livros.  De uma boa vontade que chamava a atenção pela repetição costumeira.   Sem querer nada de volta, a não ser o prazer que tinha em fazer circular com o meu texto a beleza de sua arte. Tinha sentimentos dignos, inseridos, sem esforço, em seus desenhos para acender a luz do amor na inocência e no drama.

          Foi um dia com as cores ressentidas de pesar quando soube que o amigo Ângelo havia nos deixado para morar em outras paragens, as quais no lado dos que ficam expandem-se em mistério e no esquecimento. Aquele homem solidário, de boa prosa.

          Quando se encontrava comigo em algum lançamento de livro em Salvador, na Academia de Letras da Bahia, por exemplo, gostava de reviver suas raízes provindas de Ibicaraí. Lembrava parentes e velhos amigos, gente que conviveu com ele na cidade natal, em tempo de infância. A conversa ficava animada e tomava ares de saudade incontornável quando se dava com Mariza, minha esposa, sua conterrânea, da mesma geração dele no chão de nascimento.

          Tomo conhecimento que Marlene, a esposa de Ângelo, com a filha Naia, teve a iniciativa de homenagear em boa hora a memória desse saudoso amigo, com a publicação póstuma de seu livro O Mistério do Arco-Íris, uma fábula para o público infantil. Ângelo diz na escrita com os ares da pureza que a vida só é possível com a amizade. Viável com os dias solidários, cheios de esperança.  Fiquei surpreso quando vi que  na última página desse pequeno grande livro consta o registro seguinte: “Ilustrador de mais de dez livros  de poesia e prosa do velho amigo, o escritor Cyro de Mattos, acredita (Ângelo)  que o fato de ilustrar seus  livros infantis, lhe deu a coragem para  retirar da gaveta esta velha história do arco-íris.”

          Claro que fiquei lisonjeado com a revelação do parceiro.  Se o Ângelo, em vida, tivesse me dado para ler O Mistério do Arco-Íris, não hesitaria em dizer-lhe: “Amigo Ângelo, escreva mais livros para crianças, você sabe das coisas.” Encanto e graça nas asas da beleza, foi o que eu senti quando fui arrastado pela história de O Mistério do Arco-Íris.  Os desenhos criativos como sempre dão a sensação de pessoas se movendo num cenário vivo, de tons que fazem bem aos olhos, de rostos nos quais emanam momentos do riso, de um lado, e, no outro, acalmam com a leveza dos gestos.
    
        Conhecia Ângelo Roberto como desenhista dos bons, o poeta do traço, como era chamado, de fina forma e conteúdo pontuado de lirismo.  Com O Mistério do Arco-Íris eis que passo a conhecer o autor de uma história interessante destinada à criançada, mas que serve para o adulto amante de poesia em prosa delicada, ritmada de afeto e surpresa agradável. Delícia. 

          *O Mistério do Arco-Íris, Ângelo Roberto, Pimenta Malagueta Editora, Salvador, 2019.

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          Cyro de Mattos é autor de mais de 50 livros, de vários gêneros. Também editado em Portugal, Itália, França, Alemanha, Espanha, Dinamarca, Rússia e Estados Unidos. Membro efetivo da Academia de Letras da Bahia, Pen Clube do Brasil e Academia de Letras de Ilhéus. Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz (Bahia).

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