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terça-feira, 21 de maio de 2019

BUSCA-ME



Quando nas horas de íntimo desgosto o desalento te invadir a alma, e as lágrimas te aflorarem aos olhos, Busca-me! Eu sou aquele que sabe sufocar o pranto e estancar as lágrimas.

Quando te julgares incompreendido dos que te circundam, e vires que em torno de ti há indiferença, Aproxima-te de Mim. Eu sou a Luz sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos.

Quando diminuir o ânimo e te achares na iminência de desfalecer Chama-Me! Eu sou a Força capaz de remover as pedras do caminho e sobrepor-te às adversidades do mundo.

Quando, inclementes, te açoitarem os vendavais da vida, e já não souberes onde reclinar a cabeça, corre para junto de mim! Eu sou o Refúgio em cujo seio encontrarás guarida para teu corpo e tranquilidade para teu espírito.

Quando te faltar a calma, nos momentos de maior aflição, e te considerares incapaz de conservar a serenidade, Invoca-Me! Eu sou a Paciência que te faz vencer os transes mais dolorosos, e triunfar nas situações mais difíceis.

Quando te debateres nos porquês da dor, e tiveres a alma machucada pelos espinhos, grita por mim! Eu sou o Bálsamo que cicatriza as chagas e te diminui os padecimentos.

Quando o mundo te iludir com suas promessas falazes, e perceberes que ninguém pode inspirar-te confiança, vem a Mim! Eu sou a Sinceridade que sabe corresponder à fraqueza de tuas atitudes e à plenitude de teu olhar.

Quando a tristeza e a melancolia te povoarem o coração, e tudo te causar aborrecimento, clama por Mim! Eu sou a Alegria que insufla alento novo e te faz conhecer os encantos do teu mundo interior.

Quando, um a um, te fenecerem os mais belos sonhos, e te sentires no auge do desespero, apela por mim! Eu sou a Esperança que te robustece a fé e te acalenta os ideais.

Quando a impiedade se recusar a relevar-te as faltas, e experimentares a dureza do coração humano, Procura-Me! Eu sou o Perdão que te levanta o ânimo e promove a reabilitação do teu espírito.

Quando duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te inundar a mente, recorre a Mim! Eu sou a Crença que te completa de luz e entendimento, e te habilita para a conquista da felicidade.

Quando já não provares a sublimidade de uma afeição terna e sincera, e te desiludires do sentimento de teu semelhante, Aproxima-te de Mim! Eu sou a Renúncia que te ensina a esquecer a ingratidão dos homens, e a esquecer a incompreensão do mundo.

E quando, enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda... Chamo-Me Amor... o remédio para todos os males que te atormentam o espírito.

Eu Sou o Seu DEUS-PAI!



(Autor não mencionado)


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HISTORIADORA ROSA MARIA ARAÚJO FALA NA ABL SOBRE O TEMA ‘O RIO INVENTOU A MARCHINHA’



A historiadora Rosa Maria Araújo fará, na Academia Brasileira de Letra, a quarta palestra do ciclo “Poesia cantada: melodia e verso”, sob a coordenação do Acadêmico e jornalista Zuenir Ventura, intitulada “O Rio inventou a Marchinha”, no dia 23 de maio, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro). Entrada franca.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos Ciclos de Conferências de 2019.

Serão fornecidos certificados de frequência.

No dia 30 de maio, quinta-feira, haverá mais uma conferência “Poesia cantada: melodia e verso” com o poeta e professor Eucanaã Ferraz, intitulada “Vinicius de Moraes: a canção como destino”.

A CONFERENCISTA

Doutora em História pela Universidade de Johns Hopkins, EUA, Mestra pela Universidade de Paris X-Nanterre, Rosa Maria Araújo iniciou a carreira de historiadora no CPDOC, da Fundação Getúlio Vargas (1975-1979), foi pesquisadora do Iuperj (1979-1982) e professora de História da PUC-RIO (1976-1982).

Na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, foi Diretora de Projetos do Rioarte e Secretária Executiva da Comissão Carioca de Promoção Cultural. Foi chefe do Setor de História (1982-1993) e Diretora Executiva da Fundação Casa de Rui Barbosa do Ministério da Cultura (1995-1999). Como coordenadora da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, criou e dirigiu a programação cultural das feiras de 1999 a 2007.

Foi consultora de Patrimônio da Fundação Roberto Marinho, consultora acadêmica do Instituto Arte Viva, Museu de Belas Artes e da Rede Globo, consultora editorial da Editora Paz e Terra e produtora do programa Palavras Cruzadasno Armazém Digital.

Rosa Maria também foi Diretora Executiva da Universidade Candido Mendes e Presidente da Fundação Museu da Imagem e do Som do Governo do Estado do Rio de Janeiro (2007-2019).

Autora de artigos e livros, dentre eles: O Batismo do Trabalho, Ed. Civilização Brasileira, 1982; A Vocação do prazer, a família e a cidade no Rio de Janeiro republicano, Ed. Rocco, 1993; e O Imperador das Ideias: Gilberto Freyre em questão, com Joaquim Falcão, Ed. Topbooks, 2001. É coautora dos musicais Sassaricando: E o Rio inventou a marchinha (2007) e É com esse que eu vou: o samba de carnaval na rua e no salão (2010).

16/05/2019


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segunda-feira, 20 de maio de 2019

A VIAGEM A CURITIBA – Francisco Benício dos Santos


       
    Estamos em março de 1918. Parto em companhia de José Cardoso, Aprígio Melo, Virgílio Amorim e vários conterrâneos e embarcamos no Íris, do Loyd Brasileiro, que fazia a linha Ilhéus-Rio.

             O navio superlotado, fomos sem acomodações, e enjoei tanto que interrompi a viagem em Vitória, prosseguindo, por terra, pela “Leopoldina”, para o Rio.

            De Vitória, depois de visitar o que a cidade tinha de interessante e importante, fui a Vila Velha, onde, numa serra altíssima, edificaram um mosteiro. Lá, após difícil ascensão, deixei, num livro de impressões para os visitantes, as minhas. Belo local para ser instalado um aparelho de telegrafia sem fio (a esse tempo não existiam ainda os rádios), a bem e em benefício da indústria e do comércio, e das comunicações entre os homens e as cidades. Só assim é que se ora e que se rende graças a Deus.

            Fazia profecia inconsciente do que havia de ser no futuro o rádio.

            De volta, de Vitória viajei para Cachoeiro do Itapemirim e dali para Campos, no estado do Rio de Janeiro e por último, a Niterói, de onde, em barcas da “Cantareira”, atravessei a Guanabara para o Rio, hospedando-me  no Rio Pálace Hotel, e, depois de curta demora, viajei para Belo Horizonte, passando três dias  em Juiz de Fora e, de passagem, por Palmira.

            Belo Horizonte apesar de bem traçada e de ruas e praças amplas e belamente arborizadas, era de pequena população e pequeno comércio. Era seu governador o Arthur Bernardes.

            De Belo Horizonte voltei à Barra do Piraí e daí a São Paulo, passando por Guaratinguetá, Pindamonhangaba, Jacareí.

           Hospedei-me no Hotel Oeste, donde foram convidar-me para um jantar, os representantes dos senhores Vieira Cunha e Companhia. As casas paulistas me cumularam de atenções.

            Depois dos inevitáveis passeios pela capital, a visitar o que havia de mais interessante, viajo para Campinas pela estrada de ferro paulista e volto de automóvel, e daí a Santos, pela estrada inglesa, cujo porto movimentado apreciei.

            Nessa cidade hospedei-me no Hotel Bandeirantes, na praia de José Menino. Ali assisti ao primeiro voo de aeroplano. O aparelho fazia o percurso Santos-São Paulo, em viagem esportiva e de recreio.

            Em Santos é altamente festejada a entrada da Itália na guerra, ao lado dos aliados – após a traição dos alemães – e só se falava desse acontecimento, mais parecia uma cidade-colônia da Itália do que uma cidade brasileira.

            No hall do hotel havia extensa ordem de cadeiras de barbeiros, onde esses escanhoavam as caras da freguesia, inclusive a minha. Em dado momento, um dos que se barbeavam levanta-se e diz:

            - Hoje é o nosso grande dia, vamos festejá-lo, viva a Itália!...

            Surpreendido pela correção do vernáculo, sem entonação peculiar aos italianos, perguntei-lhe:

            - O senhor fala bem o português, é italiano?

            - Nasci aqui, porém sou italiano.

            E ainda hoje o Brasil suporta tais, e quem sabe quando essa gente se valoriza? Deus!

            Deus que proteja e ampara o nosso país, e dia há de chegar em que o estrangeiro que aqui vive, à sua sombra, tenha prazer em dizer-se brasileiro.

            Todos os países do mundo têm ou tiveram a sua época de liderança, a nossa chegará também. Deus assim determinou e assim sucederá, quando então os ingratos serão confundidos.

            De Santos volto para São Paulo, desistindo do resto do passeio, não podendo ir a Curitiba devido ao frio reinante, dois graus abaixo de zero. Era insuportável. Em São Paulo eu já não vivia, andava enluvado, de sobretudo e roupas de lã, para proteger-me do frio.


(MEMÓRIAS DE CHICO BENÍCIO)
Francisco Benício dos Santos

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A ÁGUIA E A PROMESSA DE FÁTIMA – Pe. David Francisquini


20 de maio de 2019
Pe. David Francisquini*

Ao contemplar certos aspectos da natureza, o homem muitas vezes fica tão tomado de admiração que sai de seu microcosmo para remontar a Deus, num verdadeiro ato de louvor ao Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis. A Escritura Sagrada costuma mencionar com frequência a águia como a ave forte e veloz, que vive entre o céu e a terra. Contemplativa e guerreira, ela simboliza valores próprios a ensinar os homens a viver nesse vale de lágrimas com os olhos postos nas alturas.

Conhecida como a rainha das aves, a águia é combativa e majestosa, voa alto, muito alto, com a força própria de sua natureza nobre e, portanto, cheia de direitos. Se ela conquista os mais altos píncaros é graças à sua natureza, pois possui todas as prerrogativas de verdadeira rainha. Para indicar uma nação aguerrida que às vezes vem de longe para conquistar outros povos e submetê-los ao seu arbítrio, o Deuteronômio (28, 49) a compara a uma águia que irá devorar todos os frutos dos estados a serem subjugados. Não sem razão, os povos afeitos à luta costumam tomar por símbolo a águia.

No espírito do livro bíblico citado acima, as águias não se compadecem de suas presas. Assim acontecerá com toda a geração perversa e adúltera que abandona a Lei de Deus, passando a viver apenas para a satisfação de seus caprichos. De uma sociedade forjada por pessoas desse naipe não ficará pedra sobre pedra, como disse Nosso Senhor a respeito do povo judeu. Quais presas fáceis, elas poderão saltar como cabritos, mas a águia se apoderará delas para o seu sustento e o de seus filhotes.

Até a ira de Deus tem elegância, majestade, agilidade e nobreza, por isso ela é santa. Para estabelecer a ordem no mundo que Lhe virou as costas, Deus se serviu de sua Mãe, em Fátima, para anunciar que uma nação predadora e má — a Rússia — espalharia seus erros pelo mundo. Ela é a nação que vem de longe para tomar com a precipitação não da águia, mas de um abutre, as carnes apodrecidas das nações pecadoras.

Uma particularidade dos urubus é que eles parecem não fazer muita força para voar, enquanto o apetite só faz aumentar a ousadia deles de pularem sobre a carniça. Assim é a ave de mau agouro russa: enquanto não promove a guerra cruenta, prepara-se para ela iludindo nações com promessas fátuas, e, para anestesiá-las mais eficazmente, utiliza-se da mídia colaboracionista, das cátedras de colégios e universidades a fim de impor a sua revolução cultural e confiscar todos os seus frutos. Como os urubus para se defender das turbulências provocadas pelas tempestades são capazes de voar acima das nuvens e aguardar o momento oportuno para atacar, assim a Rússia — com astúcia e magnetismo viperinos — enfrenta todos os obstáculos que encontra pela frente, ora pela mentira, ora por ameaças, ora pela guerra, a fim de tirar a vida da presa escolhida para depois comê-la e digeri-la.

É de modo particular assustadora a infiltração das ideias comunistas nos meios religiosos, na hierarquia eclesiástica, ditando as suas máximas até nos mais altos postos da Santa Igreja, a fim de fazer prevalecer as suas falácias sopradas pelos espíritos malignos para corromper as almas. Para enfrentar inimigo tão ágil e tão poderoso, é preciso ter ascese constante, o que infelizmente não presenciamos ao nosso derredor. Nem mesmo as pessoas sagradas — já anestesiadas — se interessam mais em alertar as suas ovelhas para o perigo, pois aqui se aplica o ensinamento divino de que os filhos das trevas são mais sagazes do que os filhos da luz.

Os maus costumam ter a agudeza de espírito e, na espreita, esperar o momento e a ocasião para avançar para se apoderarem, por exemplo, de um alto posto na sociedade civil ou religiosa para impor as suas ideias e fazer a sua propaganda nefasta. Com efeito, Nossa Senhora advertiu em Fátima que a Rússia espalharia seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja, que várias nações seriam aniquiladas caso os homens não fizessem oração e penitência. Onde está a oração? Onde está a penitência?

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira considerou na 8ª. Estação da Via Sacra — Jesus consola as filhas de Jerusalém — escrita por ele, que naquele momento trágico não faltaram almas boas que percebiam a enormidade do pecado que se praticava e temiam a justiça divina. “Não presenciamos nós algum pecado assim? Onde estão e o que fazem os filhos da Santa Igreja neste momento que é trágico como trágica foi a Paixão, momento em que uma humanidade inteira está escolhendo por Cristo ou contra Cristo? Quantos míopes que preferem não ver nem pressentir a realidade que lhes entra olhos adentro!”

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* Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria – Cardoso Moreria (RJ).


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domingo, 19 de maio de 2019

HUMOR INCOLOR! - Antonio Nunes de Souza*



Esse sentimento, sensação ou estado de espírito é de uma importância sem limite para que uma pessoa possa viver bem, e tenha a satisfação de ser vista por todos como alguém especial!

Verdadeiramente comprovada, a falta de humor mexe muito com a cabeça, provocando sinais de debilitação, saúde, tristeza e, chegando até a um estado depressivo, temporário ou permanente!

As pessoas bem-humoradas, geralmente, são simpáticas, agradáveis, sorridentes e comunicativas. Pois, sempre estão prontas para ouvir e responder com sutilezas, algumas vezes até com frases de sentidos dúbios, fazendo com que o humor seja mais prolongado e atraente, dando uma conotação especial ao bate papo.

Todos nós, queiramos ou não, estamos passivos de encontrar em nossos caminhos indivíduos com péssimos humores, com uma postura de seriedade e falta de humildade, nos deixando pouco a vontade e com desejo de ir embora rapidamente. Esse risco é muitíssimo provável de acontecer nos dias atuais com mais frequência, em função da situação nada agradável do nosso país, atingindo os bons e maus humorados!

O Brasil no exterior é considerado um país de ótimo humor, em função da verve humorística do povo em geral que, curiosamente, debocha e zomba das suas próprias misérias e falta de oportunismo! Esse comportamento, por incrível que pareça, ajuda nosso navio que está a deriva de terminar chegando a um porto seguro. Tomara que sim!

Intitulei como “humor incolor”, pois, infelizmente, existe o velho e exagerado humor negro, que sempre é aplicado para denegrir algo ou alguém não merecido. Mas, faz parte da vida, pois, em outros países acontece a mesmíssima coisa!

Analise-se, reflita, observe as reações de terceiros e veja se você é uma pessoa que está sempre de bom humor, é chamado para participar de reuniões, festas, ou para fazer parte de uma equipe de trabalho. Se isso não tiver ocorrendo, fique certo que seu comportamental está deixando a desejar!

“SORRIA, POIS, VOCÊ ESTÁ SENDO OBSERVADO!”


*Antonio Nunes de Souza, escritor
Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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PODE A VENEZUELA ESTAR SUJEITA A PODERES INFERNAIS?


19 de maio de 2019

É difícil explicar como o povo venezuelano se resigna ante a degradação imposta pela tirania socialista-comunista.

Vídeos no Youtube apresentam o povo servindo-se da água de esgotos ou comendo restos obtidos em caminhões de lixo.

Essa inércia da população, segundo testemunhas venezuelanas, seria resultado de invocações públicas a espíritos obscuros, em rituais parecidos à macumba, espiritismo ou satanismo, para tomar conta do país.

Um casal venezuelano exilado no Brasil descreveu os cultos de líderes socialistas-populistas às potências infernais, para manter o país sob controle.

Seria esta uma explicação para a desgraça que se abateu sobre a nação vizinha, cujas consequências já atingem o Brasil.



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ITABUNA CENTENÁRIA UM POEMA: Desertos – Geraldo Maia


DESERTOS
Geraldo Maia


Se o sol perder o ânimo
Se a lua entrar em pânico
Se a chuva errar de alvo
Se o mar se por a salvo

Se a terra abortar
O estupro do átomo
Se o vulcão devorar
As luas de asfalto

Se o vento escapar
Pelos horizontes
Se o amor implodir
Nos indiferentes

E se o rio engasgar
E se a ponte fingir
E se a rua ruir
E se o riso rasgar

E se o olhar tropeçar
E cair no espelho
E se o cheiro do tempo
Estiver vencido

E se o gosto do veneno
For o antídoto

E se tocar der barato
E se ouvir for calar
E se falar for sem rosto

E se o efeito de pensar
For imediato
E se todo sentimento
Investir no mercado

E se as cédulas
Rasgarem as celas
Sem piedade
E se as selvas
Salvarem as cidades
Do vírus
Civilizado

Então está revelado: é hora de se
Despir
Do deserto das casas

É hora de se vestir asas de
Audácia
E sobrevoar a culpa do
Perdão
E se exercitar nos
Gestos
Deus no coração


Geraldo Maia, poeta
Estudou Jornalismo na instituição de ensino PUC-RIO (incompleto)
Estudou na instituição de ensino ESCOLA DE TEATRO DA UFBA
Coordenou Livro, Leitura e literatura na empresa Fundação Pedro Calmon
Trabalha na empresa Folha Notícias,
Filho de Itabuna/BA/BRASIL, reside em Louveira /SP.

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