sou aquela que custou a entender que quando se aceita
o que a vida tem para nos oferecer sem revoltas
e lamúrias :tudo fica mais fácil e mais bonito
a Vitória tem sabor gostoso de Triunfo:
os louros são mais verdes e dourados
Quem sou eu?
Sou aquela que acorda depois de um sonho bom e
fica procurando cadê a realidade e, arregaça as mangas
e vai luta, que está na hora de trabalhar
e com o coração cheio de amor e muita gratidão, vai com satisfação
trabalhar, depois do dia de trabalho, encerra mais um dia pensando:
amanhã se Deus quiser voltarei, e penso triste em quem não tem emprego, ou não tem gratidão pelo seu ganha pão, penso que gosta mesmo é de ser um mamão,
quer comer na mão, pois vai é chorar onde ninguém ver,
é como chorar no deserto que até a lágrima é sufocada pela terra
solta dos ventos do deserto, a vida de quem não sonha
não produz ilusões, desejos de viver e ser melhor,
é uma vida é seca é árida é pior que agreste ou pântano.
Quem sou eu?
sou aquela que leva uma topada ou pedrada apanho as pedras e edifico os meus
castelos de sonhos que se misturam com realidade
e torno a minha vida mais feliz fico mais cantante e cantando louvo e agradeço
a a Deus, cantando te encontrei chorando te perdi mas não perdi a alegria Fé e
a vontade de viver e vencer eu sou aquela que tem Fé que Deus está sempre comigo, caminhando com Jesus Cristo, guiando meus passos para não ser atropelada e nem
tropeçar na estrada da vida
Quem sou eu?
sou aquela que sempre com sorrisos nos lábios e
pronta para meu próximo servir
Firmei os meus pés na Fé em Cristo Jesus,
Maria e José e se puder e Deus quiser nesta Fé
Eu viverei Sempre
no coração com portas abertas por Jesus de Nazaré
e serei preenchida de Saúde, Paz e Amor e, que junto venha a prosperidade pois
já na idade que estou preciso,
para viver com mais sabedoria e dedicar mais meu tempo livre a dizer que vale a
pena viver se a vida e o coração não são pequenos
Viva a Deus!
que me mostrou quem sou e a que vim.
e que se Deus é por mim quem será contra mim?
Na entrevista coletiva de 29 de agosto, por ocasião do
lançamento de seu livro, José Dirceu foi didático: “Temos um programa
radical e a maioria do Parlamento precisa ser combinada com uma grande pressão
popular”. Como exemplo de pressão popular, citou o cerco da militância à Câmara
e ao Senado.
A intimidação de legisladores — aqui entra o uso
inescrupuloso de dossiês, às vezes chega até a ameaças à família, sequestros e
morte — constitui tática revolucionária antiga, empregada na Revolução
Francesa, a torto e a direito na Revolução Comunista e, mais recentemente,
amplamente utilizada na Venezuela. Aplicá-la no Brasil é congruente com as
raízes doutrinárias do PT, na prática o sucessor do Partido Comunista. Basta
que a ocasião se apresente e seja politicamente conveniente. O leninismo
continua vivo.
José Dirceu [nas fotos acima, com Fidel Castro] se
dirigia em especial a petistas e a membros de correntes ideológicas a ele
próximas; em verdade anunciava plano de transformar o Brasil tão logo factível
em uma Venezuela — a marcha do radicalismo goela abaixo do povo rumo ao
bolivarianismo. Para tanto, estimulava a militância a procurar eleger tantos
quantos possíveis para a Câmara e o Senado, ademais de tentar colocar Haddad no
segundo turno das próximas eleições. E aí fazê-lo vitorioso.
O dirigente petista acha que haveria suficiente
transferência de votos de Lula para seu ungido (ou seu poste), o que lhe
garantiria a vaga em 28 de outubro: “Para a margem de transferência de
votos ser dentro do que a gente espera, 20 ou 30 dias são mais que suficientes.
A Justiça decidirá até 17 de setembro. Teremos tempo para cada eleitor tomar
conhecimento de que Lula é Haddad e Haddad é Lula”.
Observou, ladino: “Eu não diria que é um programa com a faca
no dente, porque esta expressão é praticamente de confronto aberto”. Caso se
despisse da cautela de político matreiro, diria a realidade, é programa faca no
dente, não há dúvida. Outra questão é se a liderança do PT conseguirá
executá-lo, não dependerá apenas do fanatismo revolucionário de dirigentes e
militância. Como reagirá o povo?
O PT tem cartas boas nas mãos em seu intento de venezuelizar
(ou cubanizar) o Brasil. Faz décadas (já era assim no período militar), a
esquerda, em seus vários graus de radicalidade, “grosso modo”, domina a
universidade, os seminários, as redações e os clubes grã-finos. É um câncer que
deitou gigantescas metástases e que só poderá ser curado por trabalho
ideológico sério ao longo de anos e anos a fio. Não é rósea nossa situação.
Kerensky pavimentou a via para Lênin; os girondinos facilitaram o caminho para
os jacobinos. O Brasil, triste sina, está apinhado de kerenskys e de
girondinos. Não constroem estradas, mas as pavimentam, para que outros nelas
trafeguem.
Um exemplo, talvez o mais conhecido. Na Jovem Pan, FHC
comentou a possibilidade do segundo turno entre Bolsonaro e Haddad ou entre
Bolsonaro e Alckmin. Perguntado sobre possível aliança entre PT e PSDB,
respondeu sereno: “Espero que o PSDB vá para o segundo turno e acho que o
PT espera a mesma coisa, mas dependendo das circunstâncias, eu não teria
nenhuma objeção a isso”.
A declaração irritou apoiadores de Alckmin; afinal, era o
maior líder tucano confessando, a vitória petista não despertava objeção nele.
FHC precisou arranjar uma saída de momento. Contudo, a posição de FHC não
deveria surpreender, era coerente com princípios seus e conduta.
Existem nas situações acima ventiladas consonâncias
profundas quanto a objetivos. “Pas d’ennemis à gauche” (não há inimigos à
esquerda), lembrando fórmula cunhada em fins do século XIX. Em encontro com
intelectuais no Rio de Janeiro, abril de 2014, ambiente descontraído, FHC se
deixou levar: “Hoje, se eu disser que sou de esquerda, as pessoas não vão
acreditar. Embora seja verdade. É verdade!”. Prosseguiu: “O Chávez só me
chamava de ‘Mi maestro’. Eu dizia para ele: ‘Baixinho, por favor’”.
Falava de consonâncias. Elas influenciam fundo, por vezes
são determinantes nas atitudes.
Via de regra, contudo, para os revolucionários, é melhor que
tais sintonias passem despercebidas, pois podem chocar opinião pública
desavisada. “Baixinho, por favor”. Quando não é possível escondê-las,
é sempre a diretriz. A nossa bússola, para esclarecimento do povo, aponta rumo
oposto, brado alto e nítido contra o conluio deletério, ainda para muitos
oculto.
O artigo já estava pronto quando houve o horrendo atentado
contra Jair Bolsonaro. Graças a Deus, depois da angústia inicial, parece que
caminha bem sua recuperação. O artigo continua atual, talvez tenha até
aumentado de atualidade. Não julgo que deva modificá-lo.
Se teu coração fosse um oceano, que tipo de oceano
gostarias que ele fosse? Agitado, tumultuoso? Tranquilo, sereno?
Conscientemente escolherias o oceano tranquilo, um oceano ideal para um
veleiro, suavemente ondulado pela brisa. Não escolherias um oceano tempestuoso,
um furacão, um tufão, um ciclone, um redemoinho no mar. Sabes muito bem que
escolherias um oceano calmo. Entretanto, amado, o que tens escolhido com mais
frequência? Um coração turbulento.
Quantas vezes por semana te agarras ao teu
coração? Quantas vezes por semana ele desaba? Quem é que escolhe para onde
teu coração vai? Mesmo em mares turbulentos, manterias teu equilíbrio. Mas, com
teu coração deixas que aconteça qualquer coisa, que ele vá para qualquer
lado; para cima, para baixo, para a extrema esquerda, para a extrema direita,
para frente e para trás, deste jeito ou daquele jeito… fazes uma tormenta do
teu coração, mesmo quando ele está seguro no porto. Teu coração não precisa ser
selvagem. Teu coração não precisa ser uma “ópera de sabão”, uma telenovela.
Teu coração não precisa ser um navio na tormenta. Tem
pena do teu coração, e deixa que ele enfrente a vida com calma. Não há nenhuma
necessidade de destruíres teu coração. Dizes que queres paz, entretanto o que
tens vivido? Mesmo quando há uma tempestade na vida, não precisas maltratar teu
coração. Corações são feitos para o amor, não para perturbação. Corações são
destinados a velejar suavemente pela vida. Faz as pazes com teu coração. Se teu
coração fosse um navio, nem sempre o navegarias a todo vapor. Serias um
proprietário mais amável; permitirias que teu coração tivesse momentos de
descanso.
Sê um mestre gentil para o teu coração. Não o faças
passar por acessos de raiva. Sê agradável ao teu coração. Diga ao teu amigo
fiel: Calma, calma, coração. Não precisas viver numa tempestade; fica em águas
tranquilas. Providenciarei para que descanses de atividades horríveis. Sou grato
a ti. Bates por mim tantas vezes a cada minuto; entretanto, podes tomar fôlego
entre uma batida e outra.
Vou afrouxar as rédeas e deixar que caminhes numa
pulsação tranquila. Isto é o mínimo que posso fazer por ti. Não te farei
trabalhar tão duro de agora em diante. Vou te conduzir às águas serenas. Vou te
mostrar como remar ao longo da vida como se estivesses numa canoa sobre águas
cantantes. Vou acalmar-te e abençoar-te. Permitirei que vivas em paz e
tranquilidade. Não vou mais aborrecer-te.. Seja o que for que aconteça, não vou
mais chicotear-te.
Não vou deixar-te irritado, nem acelerado nem
aborrecido. Deixarei que sejas o coração que Deus me deu; não vou mais
permitir que te agites. Peço que me desculpes, meu coração, por toda
perturbação que tenho causado a ti. Tens sido um coração bom, fiel e esforçado,
e não mais o farei trabalhar tão duro. De agora em diante, vou ser uma bênção
para ti. Nós – eu e tu, querido coração – velejaremos para cima e para baixo
pelos Altos Mares do Amor, e isto é o que nos ocupará. Ouço tua batida, meu
coração, e ela é firme e uniforme. Obrigado por permaneceres junto a mim e por
me mostrares como suavizar as ondas da vida.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus saiu de novo da região de Tiro,
passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da
Decápole.
Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade,
e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. Jesus afastou-se com o homem,
para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e
com a saliva tocou a língua dele. Olhando para o céu, suspirou e disse:
“Efatá!”, que quer dizer: “Abre-te!”
Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou
e ele começou a falar sem dificuldade.
Jesus recomendou com insistência que não contassem a
ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. Muito
impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: aos surdos faz
ouvir e aos mudos falar”.
Ligue o vídeo e acompanhe a reflexão do Dom Alberto Taveira
Corrêa:
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Abrir os sentidos para o encontro
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“Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e
continuou até o mar da Galileia...(Mc 7,31)
Uma imagem constante no evangelho de Marcos: Jesus, portador
da Vida, é um itinerante; rompe os espaços geográficos-culturais-religiosos e
transita com muita liberdade pelo território pagão. Ali também se encontravam
os excluídos, aspirando viver relações mais humanizadoras.
Nesse deslocamento, algumas pessoas trazem um surdo-mudo a
Jesus e pedem que lhe imponha a mão. O surdo-mudo poderia ir ao encontro d’Ele,
mas não teria como expressar seu pedido. Portanto, parece lógico, que
alguém tivesse que atuar para conduzir o surdo-mudo até Jesus, para que fosse
“tocado”; aqui aparece a força do contato.
Sabemos pouco da riqueza de nosso contato. O contato nos
cura. É um caminho de comunicação maravilhoso. Na enfermidade, muitas pessoas
não buscam mais que o contato. Um verdadeiro contato nos envia sempre para
dentro. Não é somente o contato da pele, mas o que nos põe em marcha para nosso
interior. O contato nos faz despertar. Existe a idade da palavra, a do
ouvido, a do olhar..., mas neste momento Jesus se detém na idade do contato. O
caminho do contato é o da mais profunda comunhão. A mão é fonte de contato, é
canal de passagem da energia curativa.
O Mestre separa o surdo-mudo da multidão e lhe confere uma
atenção especial, em um espaço protegido, onde pode estar a sós com o doente. É
apenas nesse encontro entre os dois que a confiança necessária pode crescer
para que aquele, cuja boca e ouvidos estão fechados, se abram.
O processo da cura do surdo-mudo é descrito aqui em cinco
passos, onde Jesus abre a possibilidade para o encontro deste homem com os
outros e para o encontro com o Pai: coloca os dedos nos ouvidos do surdo, toca
a língua do mudo, eleva os olhos ao céu, suspira e ordena: “Efatá” –
“abre-te”. Palavra dirigida ao coração do surdo-mudo. É como se dissesse:
“abre-te à tua identidade! Destrava teu interior!” Depois de tantos passos
através do não-verbal, vem a palavra. E o surdo-mudo desata sua língua e começa
a falar.
Contrariamente aos outros milagres, Jesus realiza uma série
de gestos que demonstravam proximidade e envolvimento: tocou o corpo do homem,
olhou para o céu, exprimindo sua comunhão com o Pai, e suspirou como sinal de
participação profunda no acontecimento. A cura deixa de ser um ritual puramente
exterior, mas brota de um encontro, de um gesto que demonstra comunhão entre o
doente e Jesus.
Jesus, com seus sentidos abertos e acolhedores, destrava os
sentidos do pobre homem excluído e o capacita a integrar-se na convivência
social; com os sentidos abertos, agora ele pode expressar a riqueza de sua
interioridade. Uma vez libertado da atrofia dos sentidos, o homem se emancipou,
recuperou sua autonomia e agora pode manifestar-se sem bloqueios; nada mais o
limita. Com todos os órgão e sentidos do seu corpo mobilizados, ele insere-se
na comunidade que ouve a Deus e proclama que Ele é o único Senhor. Desaparecem
as causas que lhe impediam optar com liberdade; a possibilidade de uma nova
vida se abriu para ele.
Nessa nobre missão de ajudar os outros a “dar à luz” o
melhor deles mesmos, Jesus foi um sábio “parteiro”: n’Ele podemos contemplar em
quê consiste o saber servir de ajuda para que a vida possa emergir como dom.
Jesus se dedica ao surdo-mudo de forma carinhosa, como uma mãe. Ele toca a
língua do mudo com sua saliva. Este é um gesto maternal. O surdo-mudo só
consegue abrir seus ouvidos e sua língua, num ambiente marcado pela confiança e
pelo amor maternal.
É sugestiva a imagem de ser “parteiro da vida”, ou seja,
saber favorecer o nascimento de cada um, em sua verdade mais profunda, em todas
as suas possibilidades. É colaborar com o Deus Pai/Mãe nessa bela missão,
ajudando cada pessoa a ser o que pode e está chamada a ser.
“Ativar e expandir vida” foi a paixão que mobilizou todo o
ministério de Jesus: seu desejo de que todos tivessem vida e vida em plenitude,
sua capacidade de fazer emergir a vida atrofiada, centrou-se de um modo
especial nos excluídos, marginalizados, enfermos, pessoas “oficialmente
pecadoras”...; pois, assim Deus o havia revelado, assim sentia Ele seu coração
entrar em sintonia com o coração do Pai, que põe mais amor onde há mais
necessidade. Poder “dar vida”, capacitar para que cada pessoa pudesse viver sua
vida e sua verdadeira identidade foi, para Jesus, uma fonte profunda de
fecundidade e de felicidade.
Assim como o surdo-mudo, também nós podemos viver dentro de
bolhas, que nos atrofiam e impedem que cheguem até nós o rumor da vida dos
demais, com seus problemas e suas alegrias; ou permanecer fechados dentro de
nossas pequenas fronteiras, com dificuldades para expressar o que sentimos e
vivemos. Enquanto permanecemos fechados, reduzidos a falsas identidades,
geramos confusão e sofrimento. Acreditamos naquilo que não somos e esquecemos
quem realmente somos. Tal fechamento evoca a imagem de uma jaula, feita à
medida dos limites que nossa própria mente estabelece. Condenar-nos-emos a um
sofrimento estéril e insolúvel, por um único motivo: confundimo-nos com algo
que não somos.
“Efatá”: “abre-te”. O ser humano, mesmo sendo pura abertura
e amplitude sem limites, tende a fechar-se. Talvez, porque isso lhe traz uma
sensação de segurança, ao crer que mantém o controle sobre o pequeno espaço ao
qual se reduziu. Para começar, ele se fecha em seu próprio corpo, como se as
fronteiras físicas do mesmo delimitassem também sua identidade; fecha-se em
suas ideias atrofiadas, em sua religião burguesa, em seu legalismo e moralismo
doentios, em suas intolerâncias e preconceitos...
Nesse contexto, a palavra de Jesus aparece como um convite
firme a sair de qualquer identificação redutora: “abre-te”, “não te mantenhas
fechado na crença de uma identidade isolada, que não pode ouvir nem contar a
Beleza que realmente és”. “Abre-te”, “não te feches em nada, não te reduzas a
nenhum objeto, não te deixes aprisionar em nenhuma jaula, reconheça a abertura
sem limites do “oceano” que constitui tua verdadeira natureza”. “Abre-te”…, “a
quê? À tua verdadeira identidade!”
O surdo-mudo necessitava abrir os ouvidos e a língua, mas
todos nós temos necessidade de abrir alguma dimensão de nossa pessoa, ou talvez
alguma capacidade adormecida ou bloqueada. É provável que, normalmente, a
abertura seja progressiva: à medida que consentimos abrir algo em nós,
ser-nos-á mostrado o próximo passo a ser dado. Como nas “sete moradas” de S.
Teresa D’Ávila, diferentes portas se sucedem, uma depois de outra; assim se
revela ser nosso mundo interior. Cada porta aberta nos coloca diante de outra
nova “porta”, que clama para ser também aberta. E, no percurso interior, vamos
tendo acesso a espaços cada vez mais originais e inspiradores, até chegar
finalmente a nos reconhecer na Divina Morada, nossa verdadeira identidade,
nosso “eu profundo”. Daí nasce a sabedoria, unindo corpo-mente-afetividade,
coração.
Esse caminho conduz à descoberta de que somos Um com Aquele
que nos habita e nos conecta com o universo, forjando nossa identidade de filhos(as),
irmão e irmã de todos. Quando conectamos com esta realidade, toda nossa vida se
equilibra e adquire sentido; esbarramos na Fonte.
Texto bíblico: Mc 7,31-37
Na oração: No evangelho deste domingo, o autor transmite a
palavra chave no próprio idioma de Jesus, o aramaico “Efatá”, “abre-te”.
É preciso deixar ressoar no próprio interior esta expressão;
enquanto pronuncia, pergunte-se: “A quê ou em quê preciso abrir-me?”
- Quê portas de sua vida é preciso abrir? Capacidades
adormecidas (amor, ternura, alegria, generosidade, solidariedade,
liberdade...), defesas protetoras que se converteram em armadura oxidada (medo,
indiferença, imagem idealizada, intolerância...), “manias” nas quais se
instala, costumes e rotinas que o(a) mantém fechado(a) em uma bolha de tolerado
conforto...
Do incêndio ao atentado — Um apelo ao Brasil brasileiro
Dois fatos, em menos de uma semana, causaram profunda comoção
nos brasileiros dos mais variados quadrante e são de molde a deixar traços
profundos na História nacional.
O incêndio do Palácio da Quinta da Boa Vista, atribuído ao
descaso dos que deviam cuidar dele, ardeu parte de nossa História, nossa
tradição e nossos símbolos.
No atentado ao candidato Bolsonaro — que para muitos
brasileiros representa o contrário do ideário comunista do foro de São Paulo —
não pode se deixar de ver o surgimento de um anti-Brasil, fruto da divisão
causada no País pelos partidos de esquerda e do desgoverno dos últimos anos,
longe do feitio nacional pacato e ordeiro.
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira apela aos
brasileiros de bem a que tirem as consequências desses fatos para unirem
esforços em defesa do casamento como Deus o criou, pela vida desde o primeiro
momento de sua concepção, contra as políticas de perverter os nossos filhos
pelo ensinamento da ideologia de gênero, pela proteção da propriedade privada,
e os conclama a dirigirem suas preces a Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do
Brasil, para que proteja nosso País, particularmente nestes dias em que
comemoramos sua independência.
Eu já disse isso e repito: se o Brasil está do jeito como
está é porque renegou sua missão de “maior país católico do mundo” e se deixou
contaminar por apóstatas, blasfemos e hereges. E só sai dessa por milagre. Se
Deus e a Virgem Santíssima ouvirem os católicos que restam.
Qualidades que mais faltam ao homem da atualidade.
Bondade e cortesia são qualidades que mais faltam ao homem
da atualidade, além da sinceridade e do amor altruísta.
Faça agora, faça bem feito, faça sua vez, faça do seu nó um
laço lindo e maravilhoso para o encanto das pessoas, porque ninguém é igual a
você.
Parabéns!
Você é importante.
O ideal é a pessoa agir naturalmente, no sentido de ser
amável, cortês, grato, sincera e bondosa no relacionamento com as outras
pessoas, mantendo os pés no chão e o olhar voltado para o futuro.
É bom servir, agradar, fazer algo espetacular para aqueles
que amamos. O importante também é ter o mesmo procedimento mediante aquelas
pessoas que encontramos pelas estradas da vida.
Oferecer algo de bom, além do que a pessoa merece, isto sim,
é praticar o amor altruísta. Desejar e colaborar com a felicidade de todos os
amigos, ou não, elevam nossos sentimentos na geração de felicidades.
Vamos saltar de felicidade?
Vamos rir muito mais?
Vamos ser bons com todos?
Praticou alguma bondade hoje?
Praticou alguma cortesia hoje?
Praticou alguma gentileza hoje?
A cada instante devemos agir com naturalidade, simpatia,
amabilidade, atenção e generosidade, bondade e cortesia, todas as pessoas que
passarem pela vida da gente.
Todo mundo gosta de respeito e de atenção, gosta dos bons
tratos, gosta das boas maneiras, gosta de ser destacado em seu nível de
merecimento, gosta que seus direitos e deveres sejam cumpridos dentro de uma
ordem e disciplina.
.
Quando agimos sem interesses vários por trás dos nossos atos
e atitudes, fica evidente o amor que temos para dar e receber, permanecendo uma
gratidão e uma boa amizade no meio em que vivemos.
Tão bom se a maioria das pessoas eliminasse a maldade que
reside em sua mente! Assim o mundo seria bem melhor, com o paraíso instalado em
seu coração, sem os desejos de vingança , ódio e ostentação, ou procedimentos
de querer ser melhor do que os outros, no sentido de menosprezo e
inferioridade.
Maior é Deus!
A bondade e a Cortesia, o amor altruísta e fraternal, a
sinceridade e a beleza de sentimentos abrem portas para seguirmos avante;
edificando templos as virtudes, com amizades sinceras, duradoras e respeitosas.
Vamos elevar nosso nível de amizade, colocando a gentileza,
a cortesia, a sinceridade, agindo em nosso favor onde quer que estejamos.
Tudo é possível!
A bondade, a cortesia, a gratidão, a gentileza e a
sinceridade devem ser nossos companheiros constantes para fazer deste mundo, um
mundo menos infernal, com pessoas felizes e gratas iguais a você.
Faça agora, faça bem feito, faça sua vez, faça do seu nó um
laço lindo e maravilhoso para o encanto das pessoas, porque ninguém é igual a
você.