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sábado, 6 de outubro de 2018

ZÉ DIRCEU — “NÓS VAMOS TOMAR O PODER!” – Péricles Capanema


1 de outubro de 2018

O presidiário Dirceu e Haddad, escalado por Lula para disputar a presidência

♦  Péricles Capanema

“É questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”.

Aviso de José Dirceu, ganhar eleição é só caminho. Tomar o poder, questão de tempo e de fundo, o objetivo. E vão consegui-lo, garante, sob vários aspectos, o mais simbólico e importante líder do PT.
“El Pais”, o jornal espanhol, publicou em 27 de setembro entrevista reveladora com Pedro Caroço (ou Daniel, ou Carlos Henrique) em que reconhece, continua ativo nos bastidores:

— Tenho 53 anos de direção política.

Lembrou ainda Zé Dirceu: Em 2013, eu era a peça principal do PT.

Pergunta o jornalista: E o que significa o senhor e Lula estarem presos?

— Não muda nada no Brasil.

— E para o PT? As duas principais cabeças do PT estarem presas não significa nada?

— Estão presas, mas não param de dirigir, de comandar.

Chefiar rumo a quais objetivos? O antigo guerrilheiro na entrevista mira as eleições de 7 e 28 de outubro. Mas ao distinguir claramente entre vencer uma eleição e apossar-se do poder, indica passo além, em verdade, a venezuelização do Brasil.

Ao esboçar objetivos últimos, açula mais uma vez a militância radicalizada, coisa que sempre tem em vista e sabe fazer. Adiantou aos seguidores, o partido avança para tomar o poder (“fui o principal dirigente do PT por quase duas décadas”, de novo recordando a autoridade para falar).

Na etapa de domínio totalitário do Estado, o Partido teria tarefas novas. Plasmaria a sociedade segundo modelo coletivista, ateu, igualitário. Com isso, moldaria mentalidades, talharia convicções, tentaria criar o homem novo da utopia marxista. Perpassam as ameaças (para nós, brasileiros, vítimas do experimento; para os petistas, sopa no mel) de Dirceu, seu bolchevismo de raiz, atavismo totalitário do qual o PT nunca se libertou.

Por que venezuelização do Brasil? Por ser atual. E sua atualidade provém de recentes promessas de Fernando Haddad. De um lado, procura amolecer a rejeição crescente mediante propostas analgésicas, com o que acena para o centro político, melhorando posição para o segundo turno. De olho também em partidários mais próximos, não abandonou o receituário clássico.

Maduro e Dilma segurando um quadro do ditador bolivariano Hugo Chávez

Mostrou veneno ali escondido, a Constituinte exclusiva, instrumento próprio para o Brasil se espatifar no abismo da Venezuela (ditadura, miséria extrema, Estado aparelhado, Exército e Judiciário domesticados, milícias matando opositores). Não para por aqui a catadupa de horrores: senadores norte-americanos de enorme relevo requereram que o governo de Washington ponha a Venezuela na lista do terror, de outro modo, seja considerada promotora do terror no mundo. E apresentaram provas para tal.

Volto ao candidato petista. Em Goiânia Haddad avisou, seu governo criará condições para a convocação de nova Constituinte, cobrança já antiga de setores extremados do PT e agora, lembrou o candidato, exigência também do aliado na chapa, o Partido Comunista do Brasil:

— Isso já foi mediado. Quando o PC do B passou a integrar a chapa, houve uma alteração no texto para criar as condições da convocação de uma assembleia [constituinte] exclusiva.

A nova Constituição, imposta na Venezuela em ambiente de intimidação e demagogia — aqui também será assim — foi o ponto de partida para a tirania chavista. O PC do B, partidário delirante do chavismo, com razão exigiu começar logo por aí. Em seus objetivos, será uma etapa do comunismo integral, sonho da organização, proclamado no capítulo I do Estatuto: O PC do B “guia-se pela teoria científica e revolucionária elaborada por Marx e Engels, desenvolvida por Lênin e outros revolucionários marxistas. Visa a conquista do poder político. Tem como objetivo superior o comunismo”.

O próprio Ciro Gomes, até há pouco em juras de amor com o PT, denunciou o caráter de violência institucional da proposta (golpe, em palavra posta na moda):

— Quem é que tem a faculdade de convocar uma Constituinte? Como fazê-la exclusiva? Quem tem essa atribuição? Ninguém tem, é violência institucional clara.

Violência institucional é outra palavra para golpe, repito. Sofreríamos golpe institucional facilitado por setores já domesticados do Judiciário, o que nos lançaria no inferno bolivariano. No momento, de que armas dispomos? Orações, reflexão, divulgação das ameaças que pesam sobre nós, voto.

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Comentários:

Barcelos de Aguiar
1 de outubro de 2018

De acordo com o que escreve Péricles Capanema: “Fernando Haddad … De um lado, procura amolecer a rejeição crescente mediante propostas analgésicas, com o que acena para o centro político, melhorando posição para o segundo turno.
Haddad deixou, entretanto, cair a máscara com a entrevista-pólvora de Dirceu! Quem cala consente!, porque não condena “tomar o poder”?
E a mídia de esquerda, cúmplice do PT, também  não pergunta nem põe Haddad na parede: você apoia Dirceu na tomada do poder? CostaMarques

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Luiz Guilherme Winther de Castro
1 de outubro de 2018

Seria mesmo o caso, como escreveu acima o sr. Barcelos de Aguiar, de questionar o Haddad sobre essas declarações do comunista presidiário José Dirceu. Mas, acredito que Haddad não teria resposta, pois também é comunista desde os tempos da faculdade lá nas Arcadas do Largo São Francisco.
O tática do comunismo é nivelar o povo por baixo, prometer o mundo e o fundo para o povo iletrado e ingênuo.
Não podemos vacilar, se cooptarem as FFAA, estaremos perdidos. Do poder judiciário não podemos esperar nada, sempre estiveram com os poderosos, poucos ali poderemos considerar patriotas. São vendilhões do templo, não honram a toga que vestem, apropriada para esconder a canalhice de muitos deles.
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MARIO HECKSHER
1 de outubro de 2018

Boa tarde amigos. Nada do que falam os comunistas é novidade para nós, que estudamos muito e pensamos exaustivamente sobre as ações equivocadas desses fanáticos em todo o mundo. Eles querem ganhar as eleições para implantar no Brasil o que chamam de DITADURA DO PROLETARIADO. Pesquisem e vejam a definição que Lenine dá para isto.
Não se deixem enganar, os nossos problemas estão apenas começando.
Pena que eu fiquei velho e hoje tenho pouca força e pouco tempo de vida. Mas tenho certeza que os meus irmãos, que são milhares de combatentes patriotas, continuarão defendendo nossa terra e seu bravo povo da sanha comuno-socialista!
Brasil acima de tudo! (velho brado de guerra da Brigada de Infantaria Paraquedista, hoje conhecido por todos os brasileiro comprometidos com o BEM DO BRASIL e com a defesa dos VALORES CRISTÃOS)

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José Antonio Rocha
1 de outubro de 2018

Não tenhamos medo. Os escravos de satanás não vencerão. Deus é mais forte que todo o mal. Jesus Cristo venceu o mundo, a morte é o pecado. O imaculado coração da Virgem Maria triunfará. Amém.



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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

RADICALISMO GOELA ABAIXO DO POVO – Péricles Capanema


10 de setembro de 2018

♦  Péricles Capanema

Na entrevista coletiva de 29 de agosto, por ocasião do lançamento de seu livro, José Dirceu foi didático: “Temos um programa radical e a maioria do Parlamento precisa ser combinada com uma grande pressão popular”. Como exemplo de pressão popular, citou o cerco da militância à Câmara e ao Senado.

 A intimidação de legisladores — aqui entra o uso inescrupuloso de dossiês, às vezes chega até a ameaças à família, sequestros e morte — constitui tática revolucionária antiga, empregada na Revolução Francesa, a torto e a direito na Revolução Comunista e, mais recentemente, amplamente utilizada na Venezuela. Aplicá-la no Brasil é congruente com as raízes doutrinárias do PT, na prática o sucessor do Partido Comunista. Basta que a ocasião se apresente e seja politicamente conveniente. O leninismo continua vivo.

José Dirceu [nas fotos acima, com Fidel Castro] se dirigia em especial a petistas e a membros de correntes ideológicas a ele próximas; em verdade anunciava plano de transformar o Brasil tão logo factível em uma Venezuela — a marcha do radicalismo goela abaixo do povo rumo ao bolivarianismo. Para tanto, estimulava a militância a procurar eleger tantos quantos possíveis para a Câmara e o Senado, ademais de tentar colocar Haddad no segundo turno das próximas eleições. E aí fazê-lo vitorioso.

O dirigente petista acha que haveria suficiente transferência de votos de Lula para seu ungido (ou seu poste), o que lhe garantiria a vaga em 28 de outubro: “Para a margem de transferência de votos ser dentro do que a gente espera, 20 ou 30 dias são mais que suficientes. A Justiça decidirá até 17 de setembro. Teremos tempo para cada eleitor tomar conhecimento de que Lula é Haddad e Haddad é Lula”.

Observou, ladino: “Eu não diria que é um programa com a faca no dente, porque esta expressão é praticamente de confronto aberto”. Caso se despisse da cautela de político matreiro, diria a realidade, é programa faca no dente, não há dúvida. Outra questão é se a liderança do PT conseguirá executá-lo, não dependerá apenas do fanatismo revolucionário de dirigentes e militância. Como reagirá o povo?

O PT tem cartas boas nas mãos em seu intento de venezuelizar (ou cubanizar) o Brasil. Faz décadas (já era assim no período militar), a esquerda, em seus vários graus de radicalidade, “grosso modo”, domina a universidade, os seminários, as redações e os clubes grã-finos. É um câncer que deitou gigantescas metástases e que só poderá ser curado por trabalho ideológico sério ao longo de anos e anos a fio. Não é rósea nossa situação. Kerensky pavimentou a via para Lênin; os girondinos facilitaram o caminho para os jacobinos. O Brasil, triste sina, está apinhado de kerenskys e de girondinos. Não constroem estradas, mas as pavimentam, para que outros nelas trafeguem.

Um exemplo, talvez o mais conhecido. Na Jovem Pan, FHC comentou a possibilidade do segundo turno entre Bolsonaro e Haddad ou entre Bolsonaro e Alckmin. Perguntado sobre possível aliança entre PT e PSDB, respondeu sereno: “Espero que o PSDB vá para o segundo turno e acho que o PT espera a mesma coisa, mas dependendo das circunstâncias, eu não teria nenhuma objeção a isso”.

A declaração irritou apoiadores de Alckmin; afinal, era o maior líder tucano confessando, a vitória petista não despertava objeção nele. FHC precisou arranjar uma saída de momento. Contudo, a posição de FHC não deveria surpreender, era coerente com princípios seus e conduta.

Existem nas situações acima ventiladas consonâncias profundas quanto a objetivos. “Pas d’ennemis à gauche” (não há inimigos à esquerda), lembrando fórmula cunhada em fins do século XIX. Em encontro com intelectuais no Rio de Janeiro, abril de 2014, ambiente descontraído, FHC se deixou levar: “Hoje, se eu disser que sou de esquerda, as pessoas não vão acreditar. Embora seja verdade. É verdade!”. Prosseguiu: “O Chávez só me chamava de ‘Mi maestro’. Eu dizia para ele: ‘Baixinho, por favor’”.

Falava de consonâncias. Elas influenciam fundo, por vezes são determinantes nas atitudes.

Via de regra, contudo, para os revolucionários, é melhor que tais sintonias passem despercebidas, pois podem chocar opinião pública desavisada. “Baixinho, por favor”. Quando não é possível escondê-las, é sempre a diretriz. A nossa bússola, para esclarecimento do povo, aponta rumo oposto, brado alto e nítido contra o conluio deletério, ainda para muitos oculto.

O artigo já estava pronto quando houve o horrendo atentado contra Jair Bolsonaro. Graças a Deus, depois da angústia inicial, parece que caminha bem sua recuperação. O artigo continua atual, talvez tenha até aumentado de atualidade. Não julgo que deva modificá-lo.


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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

O MANDANTE... - Luiz Carlos Nemetz


Há um enfrentamento marginal à ordem.

07/09/2018


Radicalização.

Bem na semana da pátria, em que José Dirceu gravou um vídeo instigando claramente os “companheiros” para a luta radical, ocorre um atentado contra o líder nas pesquisas presidenciais, praticado por uma liderança de esquerda.

O cérebro do PT percebeu a possibilidade e a grande probabilidade da “onda” decidir a eleição no 1° turno.

A análise dialética da sua fala não deixa dúvidas disso.

Na mesma semana se publicam pesquisas contrárias ao sentimento de solidificação da liderança de Jair Bolsonaro, percebido maciçamente nas suas mobilizações, que reúnem centenas de milhares de brasileiros.

Nenhuma coincidência! Ao contrário, interesses convergentes.

A coisa está ficando clara! As instituições têm que vir a público. A democracia foi colocada em seríssimo risco.

Há um enfrentamento marginal à ordem.

A primeira providência é envolver os magistrados da Operação Lava-Jato num círculo judaico de segurança absoluta. A segunda é pôr a cabeça da serpente de volta na cadeia para cumprir seus 30 anos de condenação.

Se solto, sua convocação seguirá se materializando em tipos penais em forma de atentados, com autores diversos, escolhidas a dedo entre radicais postos em “missão” dispostos a matar e a morrer.
Sinal vermelho aceso!

Reage, Brasil!

Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia


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