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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

É TEMPO DE CELEBRAÇÃO!... - Eglê S Machado

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Celebremos o maior amor,
O mais intenso,  paciente e benigno amor,
Que resiste ao tempo.
Ah! Como explicar amor tão perfeito, terno e altruísta,
Que vem a nós na feição de um Menino?

Nasce um Menino,
Tesouro do Amor de Deus,
Presente impregnado de esperanças,
Luz iluminando as trevas dos corações...

O amor veio criança, quis vir criança,
Amor infantil tão gigante e poderoso,
Incomparavelmente forte. Amor fiel,
Tão fiel que "se faz pobre para nos enriquecer"!

Ele, o amor, chegou pequenino, dependente,
E há mais de dois mil anos permanece...
E permanece atualíssimo,
Pacífico e Pacifista,
Igual...

Por causa da beleza e grandeza desse amor,
A face da terra será renovada sempre, sempre...

Celebremos, pois, o amor ideal,
Numa profunda e comovida Ação de Graças ao Pai do Céu:

          Agradecemos Pai Eterno,
          - Para Vós, nosso louvor,
          Pelo Amor Sempiterno
          De Jesus, "o Belo Amor”!...

Acolhamos o Menino, de mãos e corações desarmados!...
FELIZ NATAL! - E que no Novo Ano  sejamos
Firmes e fortes na FRATERNIDADE,
Lentos no reclamar,
Prudentes e retos no AGIR
E jamais hesitantes
no PACIFICAR!

PAZ E BEM!

Eglê S Machado
Academia Grapiúna de Letras-AGRAL


* * *

ITABUNA CENTENÁRIA PELA SUA SAÚDE: ROBERTO GOLDKORN - Sobre o Alzheimer

Imagem: freewebs.com/

Sobre o Alzheimer

Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.

O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.

Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que... ', frase que me dá arrepios.

E o que fazer... Para evitarmos essas drogas?

Como?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.

Eu não sossego enquanto não me lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: sete de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.

Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha?
Hum... Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- se vista de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro!
Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
'Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!'
Sucesso para você!!!
“A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos”.


ROBERTO GOLDKORN - PSICÓLOGO E ESCRITOR

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Roberto Bo Goldkorn é carioca. Mora em São Paulo há muitos anos, mas continua cidadão do mundo. Escritor com livros publicados pelas melhores editoras do Brasil, e no exterior, é psicoterapeuta e conferencista internacional. Tem ativa participação na mídia e seus textos publicados em sites na internet viajam o mundo sempre com grande repercussão.
Tem uma visão integradora do psiquismo e do espiritual, do social e do emocional, e dedica grande investimento a saúde sentimental das pessoas. Seus maiores sucessos literários atestam essa preocupação: Não te Devo Nada, Solidão Nunca Mais, Dormindo com o Inimigo entre outros.

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

QUEM DEIXOU MEUS PAIS ENVELHECEREM? - Ruth Manus

Meus pais não são velhos.
Quer dizer, velho é um conceito relativo.
Aos olhos da minha avó são muito moços.
Aos olhos dos amigos deles, são normais.
Aos olhos das minhas sobrinhas, são muito velhos. Aos meus olhos, estão envelhecendo.
Não sei se lentamente, se rápido demais ou se no tempo certo.
Mas sempre me causando alguma estranheza.
Lembro-me de quando minha mãe completou 60 anos. Aquele número me assustou.
Os 59 não pareciam muito, mas os 60 pareciam um rolo compressor que se aproximava.
Daqui uns anos ela fará seus 70 e eu espero não tomar um susto tão grande dessa vez.
Afinal, são apenas números.
Parece-me que a maior dificuldade é aprendermos a conciliar nosso espírito de filho adulto com o progressivo envelhecimento deles.
Estávamos habituados à falsa ideia que reina no peito de toda criança de que eles eram invencíveis.
As gripes deles não eram nada, as dores deles não eram nada.
As nossas é que eram graves, importantes e urgentes.
E de repente o quadro se inverte.
Começamos a nos preocupar - frequentemente de forma exagerada - com tudo o que diz respeito a eles.
A simples tosse deles já nos parece um estranho sintoma de uma doença grave e não uma mera reação à poeira.
Alguns passos mais lentos dados por eles já não nos parecem calma, mas sim uma incômoda limitação física.
Uma conta não paga no dia do vencimento nos parece fruto de esquecimento e desorganização e não um simples atraso como tantos dos nossos.
Num dado momento já não sabemos se são eles que estão de fato vivendo as sequelas da velhice que se aproxima ou se somos nós que estamos excessivamente tensos, por começarmos a sentir o indescritível medo da hipótese de perdê-los - mesmo que isso ainda possa levar 30 anos.
Frequentemente nos irritamos com nossos pais, como se eles não estivessem tendo o comportamento adequado ou como se não se esforçassem o bastante para manterem-se jovens, vigorosos e ativos, como gostaríamos que eles fossem eternamente.
De vez em quando esbravejamos e damos broncas neles como se estivéssemos dentro de um espelho invertido da nossa infância.
Na verdade, imagino eu, nossa fúria não é contra eles. É contra o tempo.
O mesmo tempo que cura, ensina e resolve é o tempo que avança como ameaça implacável.
A nossa vontade é gritar “Chega, tempo! Já basta!  60 já está bom!
65 no máximo! 70, não mais do que isso!  Não avance, não avance mais!”.
E, erroneamente, canalizamos nos nossos pais esse inconformismo.
O fato é que às vezes a lentidão, o esquecimento e as limitações são, de fato, frutos da idade.
Outras vezes são apenas frutos da rotina, tão naturais quanto os nossos equívocos.
Seja qual for a circunstância, eles nunca merecem ter que lidar com a nossa angústia.
Eles já lidaram com os nossos medos todos de monstros, de palhaços, de abelhas, de escuro, de provas de matemática ao longo da vida.
Eles nos treinaram, nos fortaleceram, nos tornaram adultos.
E não é justo que logo agora eles tenham que lidar com as nossas frustrações.
Eles merecem que sejamos mais generosos agora.
Mais paciência e menos irritação. Menos preocupação e mais apoio.
Mais companheirismo e menos acusações.
Menos neurose e mais realismo.
Mais afeto e menos cobranças.
Eles só estão envelhecendo.
E sabe do que mais?
Nós também.
E é melhor fazermos isso juntos, da melhor forma.

POR RUTH MANUS
19/04/2017


Enviado do meu smartphone Samsung Galaxy.

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O SILÊNCIO DAS FORÇAS ARMADAS

11 de Dezembro, 2017 - 19:00 (Brasília)

Uma coisa que a população nas ruas não entende é a razão do silêncio das Forças Armadas. O principal motivo desse aparente silêncio é óbvio: as Forças Armadas não podem falar por falar. Qualquer pronunciamento mais incisivo do Comando equivale a ação política.

Se, por exemplo, o Comandante do Exército criticar qualquer ato do presidente  da República, ou recusar-se abertamente a cumprir ordens das autoridades civis, isso quase equivale a golpe de Estado, porque das duas, uma: ou o Comandante é demitido, ou o Governo cai.

Não existe a hipótese de pronunciar-se contra e ficar no cargo, nem do Governo permanecer incólume no poder após o pronunciamento, desmoralizar-se, ou mesmo cair... Essa situação é muito parecida com a dos juízes.

Um dos princípios fundamentais da magistratura é que "o juiz só fala nos autos do processo". Ou seja, o juiz jamais discute em público ou emite opinião sobre os processos. Ele simplesmente absolve ou condena, e justifica por escrito a sua decisão. Isso porque a "opinião" do juiz não é opinião: ela tem força de Lei.

O mesmo ocorre com os militares: eles só falam por meio de atos concretos. Não podem debater nem opinar sobre questões políticas. Mas podem e devem agir, quando essas questões mexem com interesses nacionais.

Interesses nacionais:
 esse é um ponto ao qual as pessoas não prestam muita atenção. A expressão ficou tão gasta pelo uso, que passou a ser mera frase de efeito, sem consequência, tal como dizer "bom dia" quando o dia de fato é ruim, ou "saúde!" ao brindar com o tóxico uísque falsificado.

Mas no nosso caso, "interesses nacionais" têm significado que deve ser levado a sério. Vamos entender a lógica.

Vivemos num Estado de Direito, não é verdade? Ou seja, num Estado onde a Lei está acima de tudo. Todos estão submetidos à Lei, e todas as leis têm de estar de acordo com a constituição, que é a Lei Suprema. Nesse caso, as Forças Armadas só podem agir dentro da Lei.

E a Lei as submete ao governo civil, eleito pelo "povo". Correto? Sim e não. Sim, na normalidade. Não, nas crises extremas, que põem em perigo a existência ou a integridade da Nação Brasileira.

Vejam como funciona:

Na mesma constituição de 1988, manteve-se um dispositivo das constituições anteriores, que define as Forças Armadas como "instituições nacionais permanentes". Essa definição implica que as Forças Armadas estão a serviço da Nação, e não do Estado, nem do Governo.

A Nação está acima de tudo. O Estado é criado pela Nação, e a Constituição é a materialização, a forma de existir o Estado. Sendo Instituições Nacionais, as Forças Armadas são fundadoras e guardiãs da Nação, portanto anteriores ao Estado e à constituição.

Que significa isso? Para responder, temos de considerar como se formam as nações. Nações se formam quando um povo domina um território, demarca suas fronteiras e as preserva e defende eficazmente contra potenciais ou atuais inimigos. Só então é possível constituir o Estado e o governo.

A força militar é elemento imprescindível à instituição da Nação, a qual é anterior à formação do Estado. O Estado se institui por meio da Constituição. Mas o Estado e o Governo não abrangem a Nação.

A Nação está acima e além de tudo, porque é a origem de tudo. E as Forças Armadas, embora sejam órgãos do Estado, subordinadas ao Governo, são em última instância instituições da Nação.

Quando o Estado ou o Governo se voltam contra a Nação (é o que acontece no Brasil de agora), as Forças Armadas podem e devem intervir, passando por cima tanto do Governo como do Estado. Mas essa responsabilidade é gravíssima, de modo que jamais pode ser exercida com leviandade.

É algo como aquele famoso "botão vermelho" que o Presidente dos Estados Unidos tinha no seu gabinete, que, uma vez apertado, deflagraria a guerra nuclear total, com risco de destruir o planeta.

Dá para entender o silêncio e a aparente imobilidade das Forças Armadas? Esse silêncio e essa imobilidade, porém, não significam passividade nem conivência com a quadrilha no poder.

Pensem: quais são as reais intenções dessa quadrilha? Ela nunca as escondeu. Seu objetivo é instituir no Brasil ditadura semelhante aos modelos que seus chefes tanto admiram. Algo parecido com Cuba, ou Coréia do Norte, ou Venezuela, ou as ditaduras africanas.

Estando há quase quinze anos no poder, a quadrilha teve todo o tempo e todos os recursos para dar o golpe. Mas não o fez... Por quê? Porque não pôde.

Porque a quadrilha tem o Poder, mas não dispõe da Força. Ela manda no Brasil, faz o que bem entende com o dinheiro público, compra a mídia, aparelha o serviço público com nomeados políticos, comete os maiores desatinos em matéria de política externa, é mancomunada com o crime e o narcotráfico, tem tudo nas mãos, mas ainda não conseguiu o seu maior objetivo: a Ditadura Democrática Revolucionária¹.

Para isso, precisaria desfechar um golpe de Estado revolucionário, fechar o Congresso, ocupar militarmente o País, estatizar os jornais, tevês e rádios, prender ou matar seus adversários e assim ter meios de confiscar propriedades e estabelecer alguma forma de socialismo. É o que gostariam de fazer, embora jurem que não.

E por que não o fizeram? Porque sabem que não podem contar com as Forças Armadas, nem com as Polícias, para essa aventura. E sabem que, se tentarem, as Forças Armadas impedirão. O silêncio e a imobilidade das Forças Armadas, portanto, não significam omissão nem indiferença.

Afinal, muralhas também são imóveis e silenciosas. As Forças Armadas são as muralhas que impedem o golpe da quadrilha. Certo, eles, os comparsas da quadrilha, fazem tudo para provocá-las. Tal como moleques pichadores, eles sujam a muralha.

Difamam as Forças Armadas, procuram humilhá-las com atos como a tal Comissão da Verdade, espalham falsas histórias, fazem tudo o que podem. Mas não conseguem abalar a enorme barreira, imóvel e silenciosa.

Ela continua firme no seu lugar, e cada vez mais o povo brasileiro compreende que é a sua proteção, o seu abrigo seguro.

(Autor desconhecido)


¹A ditadura do proletariado trata-se de um estado democrático caracterizado pela existência de organismos de governo de classe, onde toda autoridade pública é eleita e revogada sob as bases do sufrágio universal. É a derrota do Estado burguês, mas não ainda do modo de produção capitalista e, ao mesmo tempo, o único elemento que transfere para o reino das possibilidades a superação daquele modo de produção.  Ver: A Ditadura Democrática Revolucionária do Proletariado e do Campesinato [Link]

http://www.defesanet.com.br/ghbr/noticia/27924/O-Silencio-das-Forcas-Armadas/

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

RSIC/ ICAL 8 ANOS - Retrospectiva V

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FILHOS DE ITABUNA (XI) - Marília Benício dos Santos - Por Eglê S. Machado

Postado por Eglê Santos Machado em 10 abril 2010 às 13:26

 QUEM É ESSA MULHER?

Ela é filha de Itabuna? - Sim, é filha legítima da mãe Centenária. É filha de um dos mais notáveis pioneiros de Itabuna, Francisco Benício dos Santos, grande comerciante de tecidos em Itabuna, até 1938. É irmã do advogado Adélcio Benício dos Santos. Porém, o que se sabe mais de Marília Benício dos Santos?

ITABUNA CENTENÁRIA já pesquisou no Google, indagou pessoas e não conseguiu uma foto ou descobrir qualquer referência à autora do livro CARROSSEL em cujo prefácio Lygia Costa Moog diz: “ela nos prende e nos encanta desde o primeiro momento, precisamente pelo fato de que canta a vida, em suas alegrias e em suas tristezas, mas, sempre, na perspectiva feliz da esperança.” Na orelha do livro CARROSSEL consta apenas esta frase de Sandra Helena Vieira: “É um livro calcado na experiência da autora. Através de pequenas passagens do dia-a-dia, ela revela preocupação com os problemas sociais e a religiosidade das pessoas. Aproveita cada texto para fazer uma análise profunda que leva o leitor a uma reflexão interior tão necessária nos dias de hoje”.

Esta publicação data do ano 1984 e Marília a dedica a seus pais, a quem deve o dom da vida e ao seu psicólogo José Marques Junior, que, segundo ela, a ajudou a olhar o mundo de uma maneira mais profunda.

Lendo seus textos muito bem elaborados percebe-se que viveu em locais diversos. Fala das suas andanças na Calçada da Praia do Leblon, na Quinta da Boa Vista, Campo Grande, Belo Horizonte, Galeão, Salvador, Itapoã. Cita também sua volta a Itabuna. 

Dedica um texto com muito carinho à FAZENDA ALMADA, município de Coaraci (BA) Cada texto de Marília revela um pouco da sua alma: Fala do seu concurso no Magistério Primário e que foi Diretora da Escola Paroquial de Santana, em Salvador.

Num texto intitulado “BOAS ENTRADAS – FELIZ ANO NOVO” Marília revela que o seu pai teria uma Casa de Negócio que se chamava CRISÂNTEMO. Outra revelação da autora de CARROSSEL é que frequentava , - não sei se na qualidade de paciente ou funcionária, o CVV - Centro de Valorização da Vida (Órgão de prevenção contra o suicídio).

A ÚLTIMA FRASE DO LIVRO CARROSSEL É:
É TÃO BOM SABER QUE VOCÊ EXISTE E QUE PENSA EM MIM. OBRIGADA MEU DEUS!

ITABUNA CENTENÁRIA (R/SIC) estará postando, semanalmente, textos de Marília Benício dos Santos
E estará sempre, sempre, pedindo à FICC:
“FALE-NOS DA ESCRITORA MARÍLIA BENÍCIO DOS SANTOS!...”

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MEU DEUS É MEU TUDO (Marília Benício dos Santos)

Eu gostaria que quando dissesse isto, fosse mesmo verdade. Mas meu Deus me perdoe, não é esta a realidade. Quem tem tudo tem a felicidade. Hoje não me sinto feliz. Estou triste, abafada, amargurada. Você sabe por quê. Não tenho razão para sentir-me assim, pois conto com Você. Tenho certeza de que és Pai e me queres bem. E Você sabe que apesar da minha infidelidade, eu O quero muito, mas não ao ponto de dizer: “meu Deus é meu tudo”. Pois se assim o fosse, não o substituiria por ninguém. Tendo Você me bastava e eu diria: “meu Deus me basta”. Mas como estou tão presa a tudo e a todos, precisando dos outros para viver e ser feliz, não posso dizer: “meu Deus é meu tudo”.
Mas meu Deus, agora passou pela minha cabeça, que enquanto eu vivo, dependo de todos e de tudo. Não sou só espírito, sou corpo. Sim, preciso viver a realidade. A minha fantasia às vezes me leva a tomar uma realidade celestial, que só existe na minha cabeça.
Sim, sei que posso dizer que meu Deus é meu tudo, sem excluir as pessoas que amo e também participando de todas as maravilhas deste mundo.
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Comentário de roberto henrique dantas 1 dia atrás

PROVERBIO ORIENTAL = "QUANDO OUÇO, ESQUEÇO! QUANDO VEJO LEMBRO! QUANDO FAÇO, ENTENDO, COMPREENDO E APRENDO."

ESTE TEXTO FEITO PELA IRMÃ EGLÊ É UMA FONTE DE LUCIDEZ CRISTALINA EM QUE ANJOS VEM BEBER NELA. QUE ÁGUA TÃO DOCE QUE FONTE TÃO BELA.
VAMOS SORVER ENTÃO, UM POUCO DESSA ESSÊNCIA, TAMBÉM:

O TÍTULO = APRESENTAÇÃO DE UMA FILHA DA NOSSA TERRA, A PROTAGONISTA DA HISTÓRIA. OUVIDA, MAS ESQUECIDA.

INTRODUÇÃO = AO VER O TÍTULO, ATIVAMOS NOSSA MEMÓRIA PELA LEMBRANÇA E APELAMOS ATRAVÉS DE UM PEDIDO DE LICENÇA, À NOSSA RECORDAÇÃO:
QUEM É ESTA MULHER?

CONTEÚDO: AQUI TEMOS UM ROSÁRIO DE RESPOSTAS, RECORRENDO POR UM CAMINHO, À BORDO DE UM CARROSSEL, GIRANDO EM TORNO DO TEMPO E AO VENTO. E AÍ, PASSEIA PELA HISTÓRIA PASSANDO PELAS VEREDAS DA VIDA DA NOSSA QUERIDA PERSONAGEM DE VIRTUOSO E MÁGICO NOME: MARÍLIA, QUE ALÉM DE BENÍCIO É DOS SANTOS TAMBÉM.

PRÉ-FINAL: UMA FRASE DE AGRADECIMENTO E UMA PROPOSTA EM FORMA DE PROVOCAÇÃO.

CONCLUSÃO: UM PEDIDO DE PERDÃO E CLEMÊNCIA PELA FRAGILIDADE HUMANA, SUA DEMANDA.

A PARTIR DAÍ, O TUDO MAIS É SILÊNCIO! FICANDO EM ESTADO DE FÉ, ESPERANÇA, CARIDADE E AMOR,
QUE É O ESTADO-MAIOR DE TODOS ELES.

SÓ POSSO AFIRMAR QUE: COMO DIZIA, MEU PAI, O SR. JOSE DANTAS DE ANDRADE, = "NEM NO NORTE NEM NO SUL, NUNCA VI COISA IGUAL, UM TEXTO TÃO ILUMINADO, QUE NEM ÁRVORE DE NATAL".

QUEM AGRADECE, SOMOS TODOS NÓS, MEMBROS E AINDA NÃO-MEMBROS DESSA REDE SOCIAL QUE JÁ NASCE CENTENÁRIA.

A SENHORA É A LUZ, RAIO, ESTRELA E LUAR, MANHÃ DE SOL QUE UM DIA, QUE VIVER VERÁ...

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RSIC/ ICAL 8 ANOS - Retrospectiva IV

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E-MAIL ENVIADO AOS MEMBROS DE ITABUNA CENTENÁRIA, SOBRE O “PROJETO FLAPPI” DE GERALDO MAIA

Caro amigo,

A nossa Rede Social ITABUNA CENTENÁRIA  tem a honra de abrigar muita gente interessada  no crescimento da nossa centenária cidade, principalmente na área cultural. Dentre os seus membros, o itabunense Geraldo Maia, ator e diretor teatral, autor do Projeto FLAPI.  Ele solicitou a colaboração desta Rede Social para apresentar o seu projeto aos membros deste site solicitando de todos "sugestões e contribuições, para agregar mais e mais valores ao mesmo e a partir daí formatar o projeto e enviá-lo para as grandes empresas estatais e privadas, nacionais e internacionais, etc."

Atendendo a solicitação deste produtor cultural estou enviando a minuta do projeto FLAPI  solicitando o carinho de sua atenção, lendo-o e dando sua opinião (seja ela qual for), que poderá ser enviada para nossa Rede Social e/ou diretamente para o e-mail do autor www.geraldomaia2007@gmail.com.Poderemos também encaminhar esta e-mail para todos  os nossos contatos, que ao conhecerem o projeto poderão, quem sabe, engrossar as fileiras de aderentes. Também participem respondendo ao Fórum que será aberto para discussão do assunto na nossa Rede Social ITABUNA CENTENÁRIA. Sua opinião é de muita valia seja ela a favor ou contra.

Sugerimos  que visitem a página do autor Geraldo Maia, nesse site e vejam a  sua biografia para conhecê-lo mais. No final da minuta do projeto FLAPI  temos mais informações sobre  este produtor cultural.

Para deixar todos os membros de R/SIC a par de tudo, junto ao anexo com a minuta do projeto FLAPI estou  enviando toda a correspondência sobre o assunto, que foi trocada entre o Sr. Geraldo Maia e a administradora de ITABUNA CENTENÁRIA Sra. Eglê Santos Machado.

Agradeço pela sua atenção. Abraços.

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Para Geraldo Maia 

Caro Geraldo, vou te contar o que está a  acontecer. O Roberto Henrique parece que pirou de vez, rsrsrsrs. Há algum tempo que ele está nervoso, me enchendo o saco. Imagina que na semana passada, num bate papo do chat de R/SIC onde costumamos conversar, ele queria me forçar a ir à prefeitura, ali, aqui, acolá e como eu lhe disse que não faria isso que o que eu poderia fazer era continuar  oferecendo o site para ele, você , eu mesma e quem mais quisesse gritar, reivindicar, etc. ele ficou bravo comigo e me esculachou, culpando-me por todas as mazelas do mundo. Eu disse-lhe também umas boas  e no dia seguinte ele já estava todo alegrão de novo dizendo que a nossa briga serviu para ele, conforme eu mesma lhe havia dito, pesquisar na Internet e achar aquela “AGENDA 21”. Eu fiquei animada, mas já desconfiava que não fosse fácil como ele supunha. Procurei me informar sobre o assunto e uma amiga, Tânia Suzart, disse-me que o irmão dela, em Itapebi, trabalhou duro para implantar essa AGENDA 21 na cidade, o prefeito disse que bancaria aluguel de uma sede, contas de água, luz, telefone, e tudo o mais. Para encurtar a história o rapaz disse que a prefeitura pegou uma parte do dinheiro, não pagou nada de aluguel e outras contas, e agora  a tal de AGENDA 21 está querendo que eles devolvam o dinheiro; estão numa enrascada daquelas.

Eu nem falei disso ao Roberto. Ele é uma criatura muito boa e fica indignado com a falta de iniciativa e apoio. Eu só digo a ele que estamos no Brasil  e já sabemos como  tudo funciona aqui. Aí ele fica zangado é comigo rsrsrsrs. Diz-me cada coisa! Eu é que não ligo. Hoje ele tirou a foto do site, disse-me pelo bate papo que vai se recolher um pouco, pediu-me desculpas e disse que vai acompanhar ‘na moita’ tudo da R/SIC. Acho que ele está com um problema pessoal: uma vez ele me disse que estava desempregado, não sei se é verdade, pois ele brinca muito. Se ele morasse aqui em Itabuna eu já teria ido atrás para bisbilhotar, dar-lhe uma palavra amiga; mas ele vive em Amargosa e Feira de Santana.

Hoje tentei, tentei conversar com ele no chat, mas ficou caladão, não respondeu nada. Pedi-lhe para me dar o seu telefone para eu ligar, não deu. Eu não sei o que fazer para ajudá-lo, ele não se abre, não diz nada. Eu não o conheço pessoalmente, mas todo esse tempo de contato virtual chegou a uma amizade muito grande. Tem umas irmãs dele aqui em Itabuna, mas eu fico sem jeito de falar disso com elas

 Bom, meu amigo, estou te dizendo tudo isso porque sei que deves estar estranhando o silêncio da nossa rede sobre teu Projeto FLAPI. Mas podes ficar à vontade para continuar gritando. Quem sabe, Roberto não se anima, e volta a trabalhar? Ele é muito inteligente, sabe se expressar, entende de tudo e é grande pesquisador, mas agora vamos dar o tempo que ele precisa.

SE quiseres mandar um recado para ele o e-mail é rhod1@oi.com.br  podes dizer-lhe que eu te contei tudo.  Te contei estas coisas confiada na linda frase que dissestes no site:

“Nada dando certo, em termos de FLAPI, o ganho dessa amizade, desse conteúdo relacional, supera qualquer ganho material e social. Já valeu tudo, porque, para mim, coisas não podem ser mais importantes que pessoas, e não são.”

Abraços, Eglê

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RSIC/ ICAL 8 ANOS - Retrospectiva III

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RSIC/ICAL -  Mensagens em Outubro 2010: E SE...


Comentário de roberto henrique dantas

E SE...
ESTA SENSACIONAL CRIAÇÃO DO CANAL FUTURA COMBINA EM GÊNERO, NÚMERO E GRAU COM A REDE SOCIAL ITABUNA CENTENÁRIA.
E SE, A R/SIC SE TORNASSE O CANAL DE COMUNICAÇÃO DA FUTURA NAÇÃO GRAPIÚNA?
E SE, A R/SIC REALIZASSE O SONHO DO MENINO-GRAPIÚNA?
E SE, A R/SIC ELUCIDASSE A INDAGAÇÃO DO AMADO MESTRE JORGE AMADO?

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Comentário de roberto henrique dantas:

A R/SIC LIGA VOCÊ AO FUTURO DA NAÇÃO GRAPIÚNA, QUESTIONE, MUDE, PARTICIPE.
E SE A R/SIC... SE TORNASSE...
LIBERE A SUA IMAGINAÇÃO!
E SE...

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Comentário de roberto henrique dantas:

MEUS IRMÃOS E IRMÃS, VAMOS COLOCAR AQUI TODOS OS NOSSOS - E SE...
SE VOCÊ TIVER UMA IDEIA OU UMA VISÃO DO FUTURO, OU UMA PROPOSTA, OU UMA VONTADE EM QUE O SITE SOCIAL ITABUNA CENTENÁRIA, A NOSSA QUERIDA E AMADA R/SIC, VIESSE A SER UM DIA, EM UM FUTURO BEM PRÓXIMO, EXPRESSE AQUI A SUA CRIAÇÃO.
ESTAREMOS ATENTOS PARA CONHECER A CRIATIVIDADE E A IMAGINAÇÃO DOS HOMENS E MULHERES QUE VIVEM, MORAM, TRABALHAM E SONHAM COM UMA REGIÃO GRAPIÚNA, SOBERANA, AUTÔNOMA, INDEPENDENTE, VISIONÁRIA, FABULOSA, DOURADA.
COLOQUEM AQUI NESTE ESPAÇO O QUE VOCÊS SONHAM E DESEJAM O QUE A NOSSA REGIÃO GRAPIÚNA, PODE E DEVE SER, NO FUTURO.
LIBERE A SUA IMAGINAÇÃO, E SE...

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Comentário de egle santos machado:

E SE...
...de repente todos os membros de Itabuna Centenária  resolverem fazer valer o poder que têm de transformar esta rede na porta voz da Região Grapiúna, tendo  para isso apenas que abrir mão, por  algum tempo do seu afã tão somente de diversão, de “curtição” nos inúmeros sites de relacionamento existentes que a nada levam ou elevam a pessoa. Como gente que tem sentimento, que ama Itabuna, que tem o desejo de crescer e ver sua cidade e sua região grandes, que,  integrante de um site social que tem futuro, se comprometa  a dar a sua parcela de contribuição através da  R/SIC, cujo objetivo desde a sua criação há quase dez meses além homenagear nossa cidade centenária, é  ser a voz de  Itabuna e  da região Grapiúna. Poderemos denunciar  mazelas apresentando ideias de soluções, apoiar sua cultura, cobrar da universidade local, das faculdades, de entidades representativas um engajamento efetivo.  Somos muitos membros, (alguns suspensos que poderão ser reintegrados quando desejarem). Coesos poderemos fazer a diferença,  na amorosa  cruzada para a (re)conquista da grande nação Grapiúna  e o resgate da sua vocação  cidadã.
Obs: ITABUNA CENTENÁRIA -R/SIC fica aguardando uma resposta sua...

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