Esse sentimento, sensação ou estado de espírito é de uma
importância sem limite para que uma pessoa possa viver bem, e tenha a
satisfação de ser vista por todos como alguém especial!
Verdadeiramente comprovada, a falta de humor mexe muito com
a cabeça, provocando sinais de debilitação, saúde, tristeza e, chegando até a
um estado depressivo, temporário ou permanente!
As pessoas bem-humoradas, geralmente, são simpáticas, agradáveis,
sorridentes e comunicativas. Pois, sempre estão prontas para ouvir e responder
com sutilezas, algumas vezes até com frases de sentidos dúbios, fazendo com que
o humor seja mais prolongado e atraente, dando uma conotação especial ao bate
papo.
Todos nós, queiramos ou não, estamos passivos de encontrar
em nossos caminhos indivíduos com péssimos humores, com uma postura de
seriedade e falta de humildade, nos deixando pouco a vontade e com desejo de ir
embora rapidamente. Esse risco é muitíssimo provável de acontecer nos dias
atuais com mais frequência, em função da situação nada agradável do nosso país,
atingindo os bons e maus humorados!
O Brasil no exterior é considerado um país de ótimo humor,
em função da verve humorística do povo em geral que, curiosamente, debocha e
zomba das suas próprias misérias e falta de oportunismo! Esse comportamento,
por incrível que pareça, ajuda nosso navio que está a deriva de terminar
chegando a um porto seguro. Tomara que sim!
Intitulei como “humor incolor”, pois, infelizmente, existe o
velho e exagerado humor negro, que sempre é aplicado para denegrir algo ou
alguém não merecido. Mas, faz parte da vida, pois, em outros países acontece a
mesmíssima coisa!
Analise-se, reflita, observe as reações de terceiros e veja
se você é uma pessoa que está sempre de bom humor, é chamado para participar de
reuniões, festas, ou para fazer parte de uma equipe de trabalho. Se isso não
tiver ocorrendo, fique certo que seu comportamental está deixando a desejar!
É difícil explicar como o povo venezuelano se resigna
ante a degradação imposta pela tirania socialista-comunista.
Vídeos no Youtube apresentam o povo servindo-se da
água de esgotos ou comendo restos obtidos em caminhões de lixo.
Essa inércia da população, segundo testemunhas venezuelanas,
seria resultado de invocações públicas a espíritos obscuros, em rituais
parecidos à macumba, espiritismo ou satanismo, para tomar conta do país.
Um casal venezuelano exilado no Brasil descreveu os cultos
de líderes socialistas-populistas às potências infernais, para manter o país
sob controle.
Seria esta uma explicação para a desgraça que se abateu
sobre a nação vizinha, cujas consequências já atingem o Brasil.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
João.
— Glória a vós, Senhor.
Depois que Judas saiu do cenáculo, disse Jesus: “Agora foi
glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. Se Deus foi
glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo.
Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Eu vos
dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também
vós deveis amar-vos uns aos outros. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos,
se tiverdes amor uns aos outros”.
Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Cleberson
Evangelista:
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No princípio está o Amor
“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se
tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13,35)
A revelação bíblica afirma que Deus é o Criador e Senhor,
que envolve a criação com seu Amor dinâmico e criativo. É um Deus ativo,
providente, fonte de vida, que realiza obras admiráveis e santas. Em seu Amor
Oblativo, Ele vem ao nosso encontro e nos introduz no movimento de sua própria
Vida. Somos seres agraciados(as). Viemos de Deus e voltamos para Ele. “N’Ele
vivemos, nos movemos e existimos”.
Aqui nos encontramos como que no centro do mistério único,
que é o mistério do Deus Criador e Providente, do Deus que “dá a Vida”, que
cuida do universo, do Deus de quem tudo procede e para quem tudo retorna; em
síntese, trata-se do mistério do Amor em excesso de Deus. Portanto, no
princípio está o Amor e de suas entranhas tudo procede; cada criatura é uma
irradiação de Deus, uma faísca da divindade, um transbordamento do amor de
Deus. Tudo fala de Deus, tudo revela o seu Amor. Tudo está “amortizado”; o Amor
se faz presença, se faz visível, se manifesta em cada detalhe da criação. No
Amor tudo entra em movimento expansivo e aberto.
Jesus, em sua vida, sempre deixou transparecer esse Amor do
Pai. O amor de Jesus, extenso e profundo como o oceano, nunca teve fronteiras:
envolveu a todos, acolheu a todos sem preconceito de raça, cultura, sexo e
religião. O mandamento do amor, mais que um mandato é, antes de tudo, um dom e
uma revelação de Jesus a seus discípulos.
O evangelho de hoje também faz parte do discurso de Jesus no
evangelho de João, o último e mais extenso, depois do lava-pés. É um discurso
que abarca cinco capítulos, e é uma verdadeira catequese à comunidade,
resumindo os mais originais ensinamentos de Jesus. Estamos vivendo o tempo
Pascal e, com a ressurreição, o amor rompido renasce; com a ressurreição, o
amor autocentrado nos faz sair de nós mesmos; com a ressurreição, os olhares
desconfiados se tornam acolhedores; com a ressurreição podemos aprender a viver
a partir de Deus; com a ressurreição o amor oblativo é capaz de mover nossa
vida.
Só quem assume a Vida de Deus como sua, será capaz de
expandi-la em sua relação com os outros. A manifestação dessa Vida é o amor
efetivo a todos os seres humanos. O distintivo do cristão é o amor fraterno. E
o amor é discreto, humilde, conhecedor de sua insuficiência, não é arrogante,
não se derrama em palavras, não faz alarde, não vai se proclamando pelas
praças, prefere o silêncio, passa desapercebido, prefere as obras às palavras
(“o amor deve-se por mais em obras que em palavras” – Santo Inácio).
É o Amor nosso distintivo como seguidores(as) de Jesus? O
sinal pelo qual os outros reconhecerão que somos discípulos(as) seus(suas) é a
capacidade de amar-nos uns aos outros. Temos insistindo demasiado no acidental:
no cumprimento de normas, na crença de algumas verdades e na celebração de
alguns ritos. E esvaziamos o essencial que é o Amor. O Reino não se espalha por
meio de armas, nem com a propaganda e nem com marketing algum; o Reino se
espalha pelo contágio, porque o “Amor é contagioso”.
Porque fracassamos estrepitosamente naquilo que é a essência
do Evangelho? Porque dizemos seguir Aquele que é a visibilização do Amor do Pai
e o nosso estilo de vida destila doses mortais de indiferença, preconceito,
intolerância, julgamento...? Vivemos tempos de ira e de ódio, expressões de um
fundamentalismo e de um fanatismo que esvaziam toda possibilidade da vivência
do amor oblativo. Estamos nos acostumando a ver o ódio e a vingança como um
espetáculo a mais. As mediações digitais e as manipulações ideológicas não nos
deixam perceber as verdadeiras consequências do ódio sobre as pessoas. É
preciso resgatar a sacralidade do amor; afinal, ele é o motor de uma vida
intensa. O amor ágape se expressa justamente como impulso para o diferente,
abertura a quem pensa, sente e ama de maneira diferente.
O mandamento do amor continua sendo tão “novo” que está
ainda por ser vivido em sua plenitude. Não se trata só de algo muito
importante; trata-se do essencial. Sem amor, não há vida cristã. Nietzsche
chegou a dizer: “só houve um cristão, e esse morreu na cruz”; precisamente
porque ninguém foi capaz de amar como Ele amou. Essa é, com certeza,
nossa raiz e nossa essência, nossa mais profunda força que, às vezes nos rompe
por dentro, outras vezes nos faz subir ao céu. Podemos amar e ser amados.
Vivemos desejando encontro, carinho, palavra de compreensão e reconhecimento.
Dizemos de Deus, de quem somos imagem, que é amor. E quando olhamos ao redor e
vemos os outros, sonhamos viver a partir da cordialidade de braços que se
estreitam, olhos que se compreendem ou mãos que se enlaçam.
O amor tem muitos nomes, muitos rostos, muitas formas e
expressões. Tem inumeráveis histórias. É amizade, fé, paixão, enamoramento; é
fraterno, filial, paterno/materno; é compaixão pelas vidas feridas ou
inspiração por viver intensamente. É encontro, quietude ou tormenta. É aceitação
incondicional e, ao mesmo tempo, fé nas possibilidades do outro. Amor é saber
compartilhar; e também saber pedir ajuda àqueles a quem confiamos. É desfrutar
da presença e encurtar as distâncias. É celebrar juntos a vida e chorar juntos
os golpes. Às vezes é sede, e outras vezes é manancial que sacia os desejos. É
sinal que estamos vivos, e há ocasiões em que a vida é canto, e outras em que é
luto.
Um mandamento novo: “que vos ameis uns aos outros, como eu
vos amei”. O “como eu vos amei” não é só comparativo, mas originante. Quer
dizer: “que deveis amar-vos porque eu os amei, e tanto como eu os amei”. Jesus
é o cume das possibilidades humanas. Amar é a única maneira de ser
plenamente humano. Ele ativou até o limite a capacidade de amar, até amar
como Deus ama.
Jesus não propõe um princípio teórico, e depois pede que
todos o cumpramos. Ele começa por viver o amor e depois diz: “como eu vos
amei”. Quem revela sua adesão a Jesus ficará capacitado para ser filho(a), para
atuar como o Pai, para amar como Deus ama.
O amor que Jesus pede não é uma teoria, nem uma doutrina;
manifesta-se na vida, em todos e em cada um dos aspectos da existência. A nova
comunidade dos(as) seguidores(as) não se caracterizará por doutrinas, nem
ritos, nem normas. O único distintivo deve ser o amor manifestado em suas
ações.
O amor não é um sonho, é o impulso básico das pessoas
criadas livres; livres para doar-se livremente, livres para participar da
infinita abundância de vida com que Deus nos cumula. O amor é a vida mesma em
seu estado de maturidade e plenitude.
Texto bíblico: Jo 13,31-35
Na oração: Repassa sua história de amor. Que nomes são
importantes em sua vida? De quê maneira você ajuda o seu ambiente a estar
“carregado de amor”?
Em quê circunstância da vida você se revela como pessoa
amável?
Quê passos você dá para quebrar o círculo de ódio e
violência, que mata o amor na raiz?
Bastaram 5 meses de um governo atípico, "sem
jeito" com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o
Brasil nunca foi, e talvez nunca será governado de acordo com o interesse dos
eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.
Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos
para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal "presidencialismo de
coalizão", o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses
de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.
Não só políticos, mas servidores-sindicalistas,
sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de
poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes
com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo
orçamentário.
Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só
um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo
poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que
o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.
Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha
que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a
contragosto.
Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser
feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29
ministérios e voltar para a estrutura do Temer.
Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o
congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do
interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?
Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o
orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos
para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.
Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o
momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na
justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar
o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.
Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer
política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos
caminhos estão errados na visão dos "ana(lfabe)listas políticos"?
A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o
governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre,
apenas para continuarem mantendo seus privilégios.
O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que
os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos,
morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.
Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados
pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes
eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.
Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e
soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou
um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros,
Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para
manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.
Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de
praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro
fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.
Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até
morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram.
Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não
terão lugar por muito tempo.
Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes
econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento
destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados.
Perfeitamente plausível. Claramente possível.
A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível,
com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e
sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível,
basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é
funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.
Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de
forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das
corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores.
Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para
Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter
o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.
O Brasil está disfuncional. Como nunca. Bolsonaro não é culpado
pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada
de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculo com grau
certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.
Infelizmente o diagnóstico racional é claro:
"Sell".
Meu filho põe sua caixa de pintura à minha frente. Pede que eu desenhe um
pássaro. Ponho o pincel no pote de cor cinza e pinto um quadrado com fechaduras
e grades. Seus olhos se enchem de surpresa: Mas isso é uma prisão, papai! Não
sabes desenhar um pássaro? E lhe digo: - Filho, me perdoe. Esqueci a forma dos
pássaros.
Meu filho põe então o caderno de desenhos à minha frente. E
pede para que desenhe uma espiga de trigo. Tomo um lápis. E desenho uma arma.
Meu filho ri de minha ignorância, perguntando: Papai, não sabes a diferença
entre uma espiga de trigo e uma arma? E digo: Filho, uma vez usei a forma
da espiga de trigo, a forma do pão, a forma da rosa. Mas nestes tempos duros as
árvores da floresta se juntaram aos homens da milícia e a rosa agora veste
uniformes escuros.
Neste tempo de espigas, de trigos armados, de pássaros armados, de cultura
armada, e de religião armada, não se pode comprar o pão sem encontrar uma arma
em seu interior. Não se pode colher uma rosa do campo sem que seus espinhos nos
arranhe a cara. Não se pode comprar um livro que não vá explodir entre nossas
mãos.
Meu filho senta-se na borda da minha cama e pede que eu
recite um poema. Uma lágrima cai de meus olhos na almofada. Ele a toma,
surpreendido, dizendo: Mas esta é uma lágrima, papai! Não é um poema! E lhe
digo: Quando cresceres, meu filho, e quando aprenderes o diwan da poesia árabe,
descobrirás que “palavra” e “lágrima” são irmãs gêmeas e que o poema árabe
não é mais do que uma lágrima chorada por dedos que escrevem.
Meu filho toma seus pincéis, a caixa de tintas da minha
frente e pede que eu desenhe uma pátria. O pincel treme em minhas mãos e eu me
afundo, chorando...
Venho por meio deste repudiar a paralisação feita nesta
data, 15/05, por essa respeitada instituição, tendo como "motivo" um
evento de ordem crítica à glosa de verbas públicas destinadas á educação.
Explico!
Primeiramente, por se tratar de um evento Político!
Um movimento pela "educação", repleto de bandeiras
vermelhas 🇨🇳, do PSTU, PT, movimento
indígena, e "professores" da CUT e CGT, gritando LULA LIVRE e FORA
BOLSONARO, não pode ser caraterizado como APARTIDÁRIO!
Em segundo lugar, porque há alguns equívocos de
interpretação com relação a esses cortes, promovidos pelo atual Ministério
da Educação do Governo Bolsonaro.
Senão Vejamos:
O contingenciamento efetivo das verbas públicas destinadas à
educação não será de 30%, como alardeado pela oposição, que visa confundir a
cabeça dos menos esclarecidos.
Esse corte será de 30% das despesas DISCRICIONÁRIAS (não obrigatórias) à que as Instituições têm direito, ou seja, aproximadamente 7% do
Valor total!
Em terceiro lugar, é bom que se diga, em governos
anteriores, a exemplo do Governo Lula (atualmente em cárcere por condenação em
2a. instância por improbidade administrativa, corrupção e lavagem de dinheiro),
cortou à sua época, R$ 10 bi da educação.
Por último, e não menos importante, é a finalidade a que tem
se destinado essas verbas públicas e as respectivas instituições que tiveram
esses valores contingenciados.
Anexo alguns exemplos de como algumas Universidades têm dado
destinação diversa do que se pretende aos recursos públicos.
Por fim, acredito que um dos pilares da educação é o de
descortinar inverdades e quebrar paradigmas. É esse papel que esperamos e
confiamos ao Colégio Antônio Vieira, na condução da educação de nossos filhos.