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quarta-feira, 17 de abril de 2019

NOTRE DAME DE PARIS EM CHAMAS


17 de abril de 2019

Comunicado da Sociedade Francesa de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP)

Foi com horror e indizível tristeza que o mundo inteiro contemplou a Catedral de Notre Dame, jóia da Cristandade, sendo devorada pelas chamas ao mesmo tempo em que nossas igrejas têm sofrido uma verdadeira onda de profanações.

Neste exato momento em que começa a Semana Santa, Notre Dame de Paris se transformou em Nossa Senhora das Dores.

A coragem dos bombeiros salvou as torres e paredes, mas a “flecha”, que apontava para o céu, foi destruída.

Como não ver nesta tragédia o símbolo do mal que atormenta a França, outrora uma pérola do mundo cristão?

Um incêndio de impiedade devora nosso país, alimentado pela obsessão igualitária que destrói tudo que, por sua verticalidade, lembra os rumos do céu. Infelizmente, este fogo, realmente infernal, às vezes surge de dentro da própria Igreja, dando a ilusão de que Ela desmoronará.

O lema de Paris, Fluctuat nec mergitur (sacudida pelas ondas, ela porém não afunda) aplica-se com precisão à Roma eterna, razão pela qual as ruínas de Notre Dame não devem levar os católicos ao desespero.

Pelo contrário, como se deu com os fiéis reunidos às margens do Sena, rezando durante o incêndio, devem ser ocasião para que os católicos se voltem à Santíssima Virgem e lhe peçam forças para extinguir o mal que consome a França.
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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

DENUNCIA DOS LOBOS DISSIMULADOS EM PELES DE CORDEIROS - Paulo Corrêa de Brito Filho


18 de setembro de 2018

O sacerdote subversivo Joseph Comblin, ao lado de Dom Helder Câmara, cognominado “Arcebispo Vermelho”
  
Uma verdadeira revolução comuno-progressista estava em curso, com o objetivo de implantar no Brasil um regime como o que Fidel Castro e seus sequazes impuseram a Cuba

♦  Paulo Corrêa de Brito Filho
Diretor da revista Catolicismo


Uma das principais bandeiras da revista Catolicismo sempre foi a de denunciar o movimento progressista e premunir contra ele os fiéis católicos, para não serem embaídos e levados, por vezes inadvertidamente, a engrossar suas fileiras. Por isso nossa revista é considerada a mais antiprogressista e anticomunista do País. Não é uma missão fácil nem agradável. Nossa vida seria muito mais tranquila se combatêssemos apenas os inimigos externos, distantes, sem atingir os que penetram e atuam no interior da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.

Mas é imperativo de nossa consciência, como filhos da Igreja, lutar em sua defesa e denunciar os lobos dissimulados em peles de cordeiros, que nela se infiltram com o objetivo de desfigurá-la. No fiel desempenho dessa missão, a história de Catolicismo é marcada por uma grande campanha contra a infiltração comunista nos meios católicos, a qual está completando exatos 50 anos. Essa epopeia é narrada na matéria de capa da edição deste mês. Ela encontra-se disponível no site:



Em 1968, uma verdadeira revolução comuno-progressista estava em curso, com o objetivo de implantar no Brasil um regime como o que Fidel Castro e seus sequazes impuseram a Cuba. Um dos principais impulsionadores desse projeto da “esquerda católica” era o sacerdote belga Joseph Comblin, abrigado no Recife por Dom Helder Câmara. Em um relatório ele expôs os métodos ditatoriais e sangrentos para alcançarem esse objetivo. Era destinado a divulgação restrita, no entanto vazou para a imprensa, e dele o Brasil inteiro tomou conhecimento.

A subversão infiltrada na Igreja era conhecida e temida por grande número de católicos. Perplexos e chocados, acompanhavam o trabalho que o clero progressista empreendia para abolir antigas tradições e promover inovações brotadas depois do Concílio Vaticano II. O documento comprometedor do Pe. Comblin não deixava margem a dúvidas, e deu ensejo a uma atitude corajosa do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, fundador da TFP brasileira. Numa Reverente e filial mensagem, apresentou a Paulo VI suas graves apreensões, seguindo-se um pedido de medidas a fim de impedir tais desvios, pois minavam a Igreja e levavam muitos fiéis a se afastarem dela ou a se engajarem em movimentos marxistas.

A TFP aderiu a essa mensagem e a esse pedido, e se empenhou em ampla coleta nacional de assinaturas num abaixo-assinado, conseguindo a adesão de 1.600.368 brasileiros. As listas contendo as assinaturas foram entregues no Vaticano sob a forma de microfilmes.

Qual foi a resposta da Santa Sé a esse SOS? O completo silêncio! No entanto, transcorridos alguns meses da campanha, Paulo VI se referiu a um processo de “autodemolição” da Igreja; e mais tarde, em 1972, afirmou ter a sensação de que “por alguma fissura tenha entrado a fumaça de Satanás no templo de Deus”. Palavras que confirmaram a grave denúncia da TFP, ecoada por nossa revista em todo o território nacional.


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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A MÍDIA NÃO VIU? SERÁ!? – Marcos Costa

24 de Janeiro de 2018
Marcos Costa

Recebi um vídeo sobre a March for Life 2018 em Washington:   https://www.tfpstudentaction.org/media/videos/march-for-life-2018 . Interessando-me por mais detalhes sobre a marcha, pois anos atrás cheguei a participar de uma, fui pesquisar em sites da mídia brasileira.

Afinal já são 45 anos consecutivos que defensores da vida inocente participam de marchas multitudinárias sob um frio intenso, quando não sob a neve, pois elas sempre ocorrem em janeiro.

Estupefação! A nossa mídia nada viu, nada ouviu, nada soube, portanto, nada registrou. Qual a razão dessa clamorosa omissão? Quase meio-milhão de participantes? Número desprezível para ser assim negligenciado?

Outro elemento que pude observar no vídeo foi que da marcha participaram pessoas de todas idades, mas a grande maioria era constituída por jovens. Então, não se trata apenas de um segmento da sociedade.

Qual o motivo para o silêncio ensurdecedor da mídia nacional sobre a marcha? Defender a vida inocente é lutar contra o aborto. Tanto mais quanto tal marcha se desenvolve num clima de ordem, slogans e faixas, tudo com muito propósito, que, sem dúvida, marcou a História dos Estados Unidos.

Na Marcha contra o aborto, desperta a atenção a presença da TFP americana com suas capas e estandartes rubros, com sua postura, sua fanfarra, seu trato cortês e ao mesmo tempo varonil. Isto também não agrada aos órgãos que deveriam informar e formar a opinião pública?

Os membros jovens da TFP, além de dar realce à Marcha com seus símbolos, distribuíram dezenas de milhares de folhetos com “10 Razões contrárias ao aborto”. Então um chamado não apenas simbólico, mas que fala à razão com argumentos sólidos.
Pena que a mídia não viu!

Será mesmo que não viu? Esta mesma mídia noticiou a “Marcha das mulheres atrai milhares em cerca de 250 cidades dos EUA”. E acrescenta: “Em todo o país, cerca de 250 paradas eram esperadas” e os seus organizadores, esquerdistas, claro, “aguardavam centenas de milhares de mulheres nesses encontros pelo país”.

Tratava-se portanto de uma expectativa de centenas de milhares. Pois bem, na realidade não houve a presença de centenas de milhares nem a manifestação ocorreu em 250 cidades.
Houve a March for Life em Washington com a participação de quase 500 mil pessoas e a mídia não viu, mas transformou uma expectativa de 250 paradas e centenas de milhares de mulheres presentes em fato.


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