A primeira
escola de Itabuna, conforme informações de pessoas da família do Cel. Firmino
Alves, foi instalada na Burundanga, mantida pelo Cel. Firmino Alves e a
professora chamava-se Maria Rosa de Jesus e por ser muito corada tinha o
apelido de “Rosa Camarão”.
Entretanto a
primeira escola oficial desta localidade começou a funcionar em 1878, na então
Rua da Areia, ainda no tempo de Tabocas. Era mantida pelo município de Ilhéus e
o seu professor chamava-se José Marcelino Borges.
As primeiras
escolas públicas deste município foram criadas pelo Intendente Olinto Leone, em
1908, regidas pelos professores: Bel. Júlio Virgínio de Santana, Marieta
Galvão, Valentim da Costa Lima, Amália Ferreira Lorens e Rosa Guimarães de
Lima. Nessa época foram também criadas escolas municipais para as localidades
de Ferradas, Catulé e Feirinha. A professora de Ferradas foi D. Eutália Maria
de Oliveira, a de Catulé, D. América Magalhães e a de Feirinha, D. Joana
Bastos.
Em 1909,
começaram a funcionar duas escolas estaduais regidas pelas professoras:
Etelvina de Araújo Mendonça e Lúcia Oliveira.
Em 1910, já se registrava a existência de duas escolas
particulares das professoras: Maria do Carmo Ferreira e Maria Amália Bastos.
Em 29 de
setembro de 1915, foi fundado nesta cidade o primeiro colégio de curso
adiantado, sob a direção do Dr. José de Sá Nunes (notável filólogo brasileiro)
, Álvaro Passos e Euclides Dantas, com denominação de “Colégio Cabral”.
Em 1923,
outro colégio de curso superior foi fundado nesta cidade por iniciativa da
Sociedade São Vicente de Paulo, ou seja o Colégio São Vicente de Paulo, que
inicialmente esteve sob a direção do Cônego Amâncio Ramalho, passando depois a
ser dirigido pelas irmãs de caridade, com a denominação de “Colégio Divina
Providência”, transformando-se posteriormente em Ginásio.
De 1920 a
1930, surgiram alguns colégios particulares e outros mantidos pelas Sociedades:
Loja Maçônica e Montepio dos Artistas.
Entre os colégios particulares o mais importante foi o
dirigido pelo professor Américo Guimarães Costa.
Na falta de
outros registros aqui ficam os nomes dos professores que ministraram seus
ensinamentos aos primeiros filhos de Itabuna : Pe. André Costa, Brasília
Baraúna de Almeida, Sancha Galvão, Alzira Paim, Otaciana Pinto, Maria José
Capinã, Dalila Paganelli, Alice Ferreira, Emília Edith de Oliveira, Alice Pinto
Leite, Albertina Barbosa, Olga Leone Grego, Mathilde da Silva Pachaco, ,
Ewertom Chalup, Maria Celeste Mota, Antonieta Mariani, Leonor Pacheco, Maria
Paulina de Queiróz, Maria Sílvia de Queiróz Sampaio, Josefina Andrade, Edmundo
Belfort de São Luiz Saraiva, Nestor Fernandes Távora, Adolfo Silva, Jovino
França, Primitivo Alves Neves e América Freire (Ferradas), Albertina Oliveira
(Muntuns), Guilhermina Cabral (Macuco), Almerinda Barbosa, Maria José Borba
Toiurinho, Laura Rolemberg de Oliveira (Rua de Palha), Cecília Pinheiro e
Carmosina Conceição Costa (Ferradas), Júlia Guimarães Costa e Lindaura Brandão.
Representando a grande legião de professores dos diversos cursos:
primário, secundário e ginasial que atualmente (1968*) ministram seus
ensinamentos a milhares e milhares de alunos, ficam aqui registrados os nomes
dos seguintes: Plínio de Almeida, Antonio Lúcio Silva, Flávio Simões, Raimundo
Machado, Litza de Carvalho Câmera, Rita de Almeida Fontes, Tereza Gomes
Ribeiro, Hermita Santos, Geny Miranda Bastos, Celina Braga Bacelar, Juliana L.
Caetano, Alonso Djalma, Walter Moreira e Nestor Passos.
(Documentário Histórico Ilustrado de Itabuna – 1ª Edição –
1968)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Vós sois o sal da terra.
Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais
nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre
um monte. Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha,
mas sim num candeeiro, onde brilha para todos que estão na casa.
Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas
obras e louvem o vosso Pai que está nos céus.
Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe.
Julio Lancellotti:
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Sal e luz, presença que faz a
diferença
“Vós sois o sal da terra… Vós sois a luz do mundo” (Mt
5,13-14)
O Evangelho de hoje (5º dom TC) vem imediatamente após a
proclamação das Bem-aventuranças. Isto quer dizer que aquelas e aqueles que
fazem das Bem-aventuranças o programa da sua vida, são chamados a uma
responsabilidade real e atual, ou seja, eles/elas não vão se tornar sal da
terra e luz do mundo no futuro, mas devem ser presença diferenciada no aqui e
agora, humanizando as relações e comprometendo-se com a vida mais justa e
plena.
Jesus diz: “Vós sois”; não diz “deveis ser”, ou
“tenhais que vos converter em...” “Sois”: expressão que se refere à existência
toda do(a) seguidor(a) de Jesus, em qualquer circunstância e tempo. Quem segue
a Jesus Cristo, afetado por seu chamado, torna-se plenamente convertido em sal
da terra e luz do mundo.
“Sal da terra…, luz do mundo”: muitas vezes estas duas
imagens foram entendidas em chave proselitista, de um modo sumamente atraente
para o ego e gratificante para a mente.
Ao ego lhe atrai sempre considerar-se em posse da verdade,
particularmente por dois motivos: porque isso lhe traz uma sensação de
segurança e porque lhe permite manter uma imagem de si “acima” daqueles que,
para ele, se encontram no erro. Ao ego lhe encanta ser “especial”, brilhar,
aparecer... Ao ego lhe encanta que o reconheçam como “sal” e como “luz”, já que
ele não busca outra coisa a não ser sentir-se reconhecido a qualquer preço.
Se permanecermos no clima das bem-aventuranças, cairemos na
conta que a pessoa que é chamada a ser sal e luz não sai publicando por aí; ela
é sal e luz não por suas ideias, doutrinas ou normas morais que busca impor aos
outros, mas por ela mesma, por aquilo que ela é em sua interioridade.
Concretamente, é “sal” aquela pessoa que nos ajuda a
saborear a vida com mais profundidade, porque seu gosto por viver nos contagia
e nos apoia para que possamos experimentar isso também. É “luz” porque, com sua
presença amorosa, dissipa nossas obscuridades e facilita que percebamos o
sentido luminoso de nossa existência, de nossa verdadeira identidade.
Ser “luz” e “sal”, portanto, é o mais radicalmente oposto a
qualquer atitude de superioridade e de proselitismo. Nem a vaidade, nem o
fanatismo trazem sabor e luz.
A vida de Jesus aparece como “sal” e como “luz” pelo que Ele
era e vivia. Sua mensagem era sumamente simples, centrada no compromisso com
todos e numa presença compassiva; afinal de contas, “sal” e “luz” é outro nome
da compaixão. Jesus despertou um movimento humanizador, carregado de sabor e
iluminação, afetando a todos que d’Ele se aproximavam. Ele não estava
preocupado em fazer proselitismo, nem anunciar uma nova religião, uma doutrina
mais palatável... Sua presença desvelava a luz e o sal presente em toda e qualquer
pessoa.
«Vós sois o sal da terra…” “Vós sois a luz do
mundo…”: constitui uma das afirmações evangélicas mais claras de
que a missão dos seguidores de Jesus no mundo faz parte de sua própria
identidade. Duas pequenas imagens ou afirmações para duas grandes atitudes.
As imagens do sal e da luz servem também de apoio para
justificar duas formas diferentes de presença e de ação no mundo. A referência
ao sal remete a uma ação invisível, pois concebe a presença dos cristãos no
mundo sob a forma da encarnação, a presença silenciosa na realidade, a inserção
na sociedade, deixando atuar, pelo testemunho de cada um, a força do evangelho
que, como a semente, uma vez semeada, germina no campo, de dia e de noite, sem
que o semeador perceba.
O específico da luz, por outro lado, é brilhar, ou seja,
esta imagem realça uma forma de presença visível, através das ações
comunicativas e, especialmente, do anúncio explícito, como meios para fazer
chegar o evangelho ao mundo no qual o cristão é chamado a ser presença
diferenciada.
De acordo com o texto, as formas de presença significadas
pela luz e pelo sal são, as duas, inseparáveis. São duas formas de presença no
mundo; duas formas de exercício da missão, de um modo de proceder que se dá por
“contágio ativo”, caracterizado pela hospitalidade, o amor mútuo, a caridade
para com os pobres, a alegria contagiante...
O símbolo da luz é ainda mais rico do que o do sal: a luz
ilumina, aquece, guia, agrega, tranquiliza, reconforta. A Luz é força
fecundante, princípio ativo, condição indispensável para que haja vida. Tem
capacidade de purificar e regenerar. Em oposição às trevas, a Luz exalta o que
belo, bom e verdadeiro.
Vivemos imersos num oceano de luz; carregamos dentro a força
da luz. Ela sempre está aí, disponível; basta abrir-nos a ela com a disposição
de acolhê-la e de fazer as transformações que ela inspira.
Pelo fato de ser benfazeja e criadora, a luz nos permite
dizer com o poeta Thiago de Mello, no meio de impasses, ameaças e conflitos que
pesam sobre nossa vida: “Faz escuro, mas eu canto”.
Há aqueles que, ao invés de serem presenças iluminadoras,
estão mais preocupados em subir e ocupar a posição do candeeiro, para aparecer,
para se colocar acima dos outros, serem vistos e elogiados pelas pessoas. Quem
aspira estar no candeeiro revela não ter luz para iluminar os outros, mas uma
luz auto-referente. O candeeiro não é para que os vejam; o candeeiro é para que
a luz de suas vidas se expanda e ilumine melhor; o candeeiro não é para que
estejam mais altos, mas é para que a luz de suas vidas chegue a lugares mais
distantes.
O ser humano é luz quando expande seu verdadeiro ser, ou
seja, quando transcende e vai mais além, desbloqueando as ricas possibilidades
de humanidade. A luz, por si mesma, é expansiva.
Um fotógrafo profissional fez a seguinte afirmação: “minha
profissão é escrever com a luz; muitos escrevem com letras, eu com a luz”. As
fotografias dependem de como a pessoa administra a luz.
Uma preciosa motivação a buscar a luz dentro de nós mesmos,
a buscar esse “retrato interior” que é movido a se expor diante dos olhares dos
outros. Nossa vida pode ser apaixonante se a contemplamos e a construímos como
um diálogo de vida e de luz.
O salmista utilizará um registro parecido, contemplando
nosso espaço interior como uma fonte de luzes; uma fonte que deixa transparecer
aquela Luz profunda que nos leva por caminhos de paz e serenidade:
“Pois em Ti está a Fonte da vida e à tua Luz vemos a luz”
(Sl 36,10).
Deixemo-nos iluminar pela Luz de Deus, levemos a Luz nas
nossas pobres e frágeis mãos, iluminando os recantos do nosso cotidiano.
Somos uma “sarça ardente” diante dos outros, consumindo-nos
constantemente, no humilde serviço; somos uma lamparina humilde, brilhando na
janela da nossa pobre casa, indicando aos outros o caminho da segurança e do
aconchego.
Texto bíblico: Mt 5,13-16
Na oração: Sinto-me uma lâmpada com a responsabilidade de
iluminar no meio da sociedade?
- Quê atitudes e comportamentos meus projetam luz para
potenciar a tímida luz presente no outro?
- E quais projetam sombras, para poder erradicá-las? Na
família, no trabalho, na comunidade cristã?
- Estou integrado ou devo integrar-me em alguma comunidade,
grupo ou movimento eclesial, para ser luz coletivamente? A quê
compromissos concretos o Espírito me impulsiona pessoalmente e à nossa
comunidade para ser luz em nosso entorno?
Cidadão do infinito: Dom Ceslau Stanula, Bispo de Itabuna
Missionário Redentorista nasceu em
Szerzyny, pequena cidade a 100 km de Cracóvia, na Polônia, no ano de 1940.
Filho de camponeses tem dois irmãos também religiosos. Entrou na Congregação
dos Missionários Redentoristas aos dezessete anos.
Recebeu a Ordenação
Sacerdotal no dia 19 de julho de 1964.
Trabalhou na cidade universitária de
Gliwice, na Silesia, como catequista e Capelão do Hospital Oncológico. Daí foi
transferido para a Argentina onde trabalhou por seis anos e foi enviado ao
Brasil para dar início à Missão Redentorista da Bahia, em Bom Jesus da Lapa.
Ocupou a função de Superior da Missão Redentorista do Estado. Foi Reitor do
Santuário, Vigário Geral da Diocese, professor do Colégio de São Vicente,
Assistente Eclesiástico e também pregou Missões Populares. Depois de doze anos
em Bom Jesus da Lapa foi transferido para Salvador, para a Comunidade de São
Lázaro, onde assumiu a função de Vigário Paroquial e Diretor Espiritual do
Encontro de Casais com Cristo.
Para melhor identificar-se com o povo brasileiro, no dia 24
de março de 1987 naturalizou-se brasileiro. Foi nomeado Bispo Diocesano de
Floresta PE, pelo Santo Padre João Paulo II, em 23 de agosto de 1989. VOZ QUE
CLAMA NO DESERTO é o seu lema Episcopal. Como bispo de Floresta dedicou-se ao
trabalho pastoral e social sendo responsável pela construção de açudes, adução
de água e várias capelas. Foi responsável pela Pastoral Familiar nos estados de Pernambuco, Alagoas,
Paraíba e Rio Grande do Norte.
No dia 27 de agosto de 1997 foi nomeado Bispo Diocesano de
Itabuna e tomou posse no dia 26 de outubro do mesmo ano.
Aqui em Itabuna realizou
um trabalho pastoral profícuo e paciente e é muito amado pela comunidade
Católica e respeitado pelos povos de outras denominações religiosas. Na
comemoração dos seus vinte anos de episcopado, Dom Ceslau Stanula lançou o
livro "O Cotidiano na Igreja".
Recebeu os títulos de Cidadão Baiano e Cidadão Itabunense, por
sua ação pastoral e social.
É membro da Academia Grapiúna de Letras – AGRAL. Ocupa a
Cadeira nº 13, que tem por patrono o educador Anísio Spínola Teixeira.
Dia 01 de fevereiro de 2017, o Santo Padre Papa Francisco
aceitou seu pedido de renúncia ao governo pastoral da Diocese de Itabuna. Após a posse do seu sucessor, Dom Carlos Alberto dos Santos, no dia 07 de Abril
de 2017, Dom Ceslau Stanula passará a residir em Salvador.
ITABUNA CENTENÁRIA-ICAL saúda Dom Ceslau Stanula com a linda frase
cantada em sua homenagem pelo povo de Floresta PE: "De longe, para nós,
vem surgindo um luzeiro de grande valor!..."
"Minha atividade de escritor tratava de ti, nela eu apenas me queixava daquilo que não podia me queixar junto ao teu peito."
Franz Kafka é um nome inquestionável na literatura moderna.
Sua prosa densa e intrapessoal tornou-se referência para os que vieram após
ele. Num olhar mais observador, é possível encontrar em toda sua obra uma
constante: o sentimento de não pertencimento.
Por muito tempo ignorada, a influência de seu pai na sua
produção é inegável e talvez fique mais clara no conto "O veredicto"
- onde o filho (que claramente é Kafka) comete suicídio por determinação do
pai.
Hermann Kafka, pai de Franz, parece ao filho um super-homem
acima da moral e de qualquer outra coisa. A relação entre o pai e o filho era
estranhíssima. Tão estranha que o próprio Kafka, aos seus 36 anos, decide
escrever ao pai tudo o que o afligia e perturbava nessa relação através de uma
carta - que nunca foi entregue a Hermann, mas ficou como uma obra de caráter
autobiográfico.
A Carta é sincera e profunda. Sem dúvidas, Kafka relutou
muito em escrever tudo aquilo, as palavras foram minuciosamente escolhidas e
polidamente dispostas. E Kafka já começa imprimindo um tom de
"resposta":
"Tu me perguntaste recentemente por que afirmo ter medo de ti. Eu não
soube, como de costume, o que te responder, em parte justamente pelo medo que
tenho de ti, em parte porque existem tantos detalhes na justificativa desse
medo..."
Um segundo ponto alto da carta é quando reclama: "Tu me proibiste a
palavra desde cedo, tua ameaça: 'Nenhuma palavra de contestação!'", revela
que vê o pai como "a última instância" - ou seja, o juiz que dá o
veredito, problema abordado em "O veredicto" e "O Processo"
- e conta também que se sentia num mundo onde havia leis criadas só para ele.
Indiscutível ápice é quando confessa sua visão do pai:
"De tua poltrona, regias o mundo." Colocação cheia de um sentimento
de pequenez e cega submissão.
No entremeio, Kafka revela que via o casamento como um modo
de fugir da dominação do pai. E que o pai sempre se opunha a seus casamentos
sugerindo que Kafka só desejava casar-se porque a pretendente "levantou as
saias".
Outra confissão que preenche grande parte do vácuo temático
de sua obra é: "Minha atividade de escritor tratava de ti, nela eu
apenas me queixava daquilo que não podia me queixar junto ao teu peito."
Não condeno absolutamente o pai de Kafka, já que este nunca
levou as coisas em sua escala natural, sempre foi cheio de um ímpeto de
supervalorizar algumas coisas - o pai, por exemplo - e desprezar outras - ele
próprio é um caso -, além de ser tudo isso de tempo e sociedade diferentes da
minha. O fato inelutável é que Kafka, o filho, usou de toda essa
"dominação" para construir sua obra e...
O que seria de "O veredicto" e de "O Processo" sem o juiz?
O que seria de "O Castelo" sem o ditador?
O que seria de "A metamorfose" sem o ser metamorfoseado pela fuga da
realidade que lhe foi imposta?
- Percebeu? O pai de Kafka está em todas!
RAUL C. DE ALBUQUERQUE
Estudante de Direito apaixonado por Letras. Apesar desse
quadro, não acha que está no lugar errado, afinal, o amor às palavras demonstra-se
de diversos modos. Poeta desde que nasceu, mas só começou a escrever poemas aos
sete anos. Apaixonado por livros, chá e música clássica. Tem especial prazer em
descrever inutilidades em perfis (como este)..