Por favor, não fale comigo sobre "consciência" ou
entidades de luz.
Eu quero ver como você trata seu parceiro seus filhos, seus
pais, vizinhos e precioso corpo.
Por favor, não me faça uma palestra sobre "todos somos
UM" ou como você descobriu seu animal de poder ou mesmo as mandalas que
viu numa trip.
Eu quero sentir um calor genuíno irradiando do seu coração.
Eu quero saber o quão bem você sabe ouvir.
Eu quero ver como você lida com a vida quando tudo acontece
exatamente como você não gostaria e suas expectativas no relacionamento se
frustraram.
Não me diga como você está desperto, como você é livre do
ego.
Eu quero te conhecer por detrás das palavras.
Quero saber como você é quando os problemas e desafios
visitam você ferozmente.
Se você puder permitir totalmente sua dor e não fingir ser
invulnerável.
Se você pode sentir sua raiva e ainda não ser seu escravo.
Se você puder conceder passagem segura para a sua tristeza e
a tratar como convidado de honra.
Quem é você? Eu quero conhecer é você. Antes do tal
"espiritual".
Antes de todas as palavras inteligentes e textos e falas de
outros que você decorou.
Quero saber é se você pode sentir sua vergonha, ser humilde
e pedir desculpas.
Se você realmente é forte e guerreiro e admitir isso.
Se você pode dizer "desculpe", e realmente quer
dizer isso.
Se você pode ser totalmente humano em sua gloriosa
divindade.
Se consegue estar entrelaçado ao mundo da mesma forma que ama
ao espírito.
Não fale comigo sobre sua espiritualidade, amigo.
Eu realmente não estou tão interessado nisso.
Eu só quero conhecer você.
Conheça seu precioso coração.
Conheça o belo ser humano lutando pela luz que você É.
Quero conhecer você antes de sua “história espiritual".
Antes de todas suas desculpas.
Antes de todas as palavras inteligentes.
Eu quero conhecer você.
- Sahaj Kaliman -
Abodha Prem - Sw.
Prem Abodha é um dos coordenadores do Centro de Meditação Osho Sukul, do
Rio de Janeiro. Ele tem conduzido um trabalho cujo propósito básico é o acesso
à criança interior através do eneagrama. O Eneagrama é um conhecimento milenar
precioso no processo de compreensão da realidade humana.
O significado da confissão de Marcelo Bretas a Luiz Inácio
Lula da Silva
09/06/2018
Não raro vemos relato de pessoas que acreditaram e se
decepcionaram com a possibilidade de que um simples metalúrgico, calejado pela
vida e conhecedor da mais absoluta pobreza, pudesse fazer a diferença. E, sem
dúvida, poderia.
Infelizmente, o metalúrgico que escolhemos, não era detentor
de uma boa índole, havia se deteriorado no meio da politicagem sindical e não
soube transformar as dificuldades que havia passado na vida em coisas boas para
a sua alma.
Muito pelo contrário, alimentou uma ganância cega pelo
poder. O poder pelo poder, custe o que custar.
Em audiência com Sérgio Cabral, um outro criminoso, comparsa
de Lula, o juiz Marcelo Bretas confessou que em 1989 havia usado boné com o
nome do petista e votado nele.
Antes porém, o próprio juiz Sérgio Moro, certa ocasião,
havia dito que deu o seu primeiro voto para o homem que condenou por ter
roubado a nação.
Quem escreve esse texto, ainda não era eleitora em 1989, mas
torceu por Lula.
Bretas, Moro e eu, somos três das milhões de pessoas que se
decepcionaram com este canalha.
"Caro Tonzinho, estou em Paris, num hotel com sacada
sobre uma praça, que dá para toda solidão do mundo e diz:
Procura-se um amigo. Não precisa ser homem, basta ser humano,
ter sentimento, ter coração.
Precisa saber falar e saber calar no momento certo.
Sobretudo, saber ouvir.
Deve gostar de poesia, da madrugada, de pássaros, do sol, da
lua, do canto dos ventos e do murmúrio das brisas. Deve sentir amor, um grande amor
por alguém, ou sentir falta de não tê-lo.
Deve amar o próximo e respeitar a dor alheia. Deve guardar
segredo sem sacrifício.
Não precisa ser puro, nem totalmente impuro, porém, não deve
ser vulgar. Deve ter um ideal e sentir medo de perdê-lo. Se não for assim, deve
perceber o grande vazio que isso deixa. Precisa ter qualidades humanas. Sua
principal meta deve ser a de ser amigo. Deve sentir piedade pelas pessoas
tristes e compreender a solidão.
Que ele goste de crianças e lastime as que não puderam
nascer e as que não puderam viver. Que goste dos mesmos gostos. Que se emocione
quando chamado de amigo. Que saiba conversar sobre coisas simples e de
recordações da infância.
Precisa-se de um amigo para se contar o que se viu de belo e
triste durante o dia; das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar
de ruas desertas, de poças d’água, de beira de estrada, do cheiro da chuva e de
se deitar no capim orvalhado.
Precisa-se de um amigo que diga que a vida vale a pena, não
porque é bela, mas porque já se tem um amigo. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo.
Deve ser Dom Quixote sem contudo desprezar Sancho.
Precisa-se de um amigo para se ter consciência de que ainda
se vive.”
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus voltou para casa com os seus
discípulos. E de novo se reuniu tanta gente que eles nem sequer podiam
comer. Quando souberam disso, os parentes de Jesus saíram para agarrá-lo,
porque diziam que estava fora de si.Os mestres da Lei, que tinham vindo de
Jerusalém, diziam que ele estava possuído por Belzebu, e que pelo príncipe dos
demônios ele expulsava os demônios.Então Jesus os chamou e falou-lhes em
parábolas: “Como é que Satanás pode expulsar a Satanás? Se um reino se
divide contra si mesmo, ele não poderá manter-se. Se uma família se divide
contra si mesma, ela não poderá manter-se. Assim, se Satanás se levanta
contra si mesmo e se divide, não poderá sobreviver, mas será destruído.Ninguém
pode entrar na casa de um homem forte para roubar seus bens, sem antes o
amarrar. Só depois poderá saquear sua casa. Em verdade vos digo: tudo será
perdoado aos homens, tanto os pecados, como qualquer blasfêmia que tiverem
dito. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, mas
será culpado de um pecado eterno”.
Jesus falou isso, porque diziam: “Ele está possuído por um
espírito mau”.
Nisso chegaram sua mãe e seus irmãos. Eles ficaram do lado
de fora e mandaram chamá-lo. Havia uma multidão sentada ao redor dele.
Então lhe disseram: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora à tua procura”. Ele
respondeu:
“Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E olhando
para os que estavam sentados ao seu redor, disse: “Aqui estão minha mãe e meus
irmãos. Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha
mãe”.
Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a encenação do Evangelho:
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Por que temos medo de quem é
diferente?
“Os mestres da lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam
que Ele estava possuído por Belzebu…”
Desconcertante: exatamente assim foi Jesus; e sabemos disso
através dos evangelhos. Jesus foi um homem que viveu e falou de tal maneira que
se revelou desconcertante para aqueles que o conheceram e se aproximaram dele.
Jesus desconcertou sua família que o considerava louco; desconcertou àqueles
que o acusavam de “blasfemo”, de “Belzebu”, de “escandaloso”. Jesus
desconcertou todo mundo, até o final de sua vida, que foi o mais desconcertante
de tudo. Desconcertou porque assumiu uma postura diferente frente ao contexto
social, religioso e político no qual viveu. Jesus não se “encaixou” em nenhum
grupo e deixou transparecer sua liberdade frente às leis, às tradições de seu
povo, ao templo, aos poderes... Por isso foi incompreendido e rejeitado.
Numa sociedade corrupta e deformada, uma pessoa que se
ajusta ao modo de proceder e de pensar dos intolerantes e preconceituosos, não
desconcerta ninguém; é uma pessoa “formatada” que passa pela vida sem deixar
“marcas”, sem saber “por quê e para quê vive”, deixando tudo como está.
Jesus viveu deslocamentos contínuos; fez-se presente em
diversos lugares; teve contatos com outras culturas, raças, expressões
religiosas… Tudo isso o enriqueceu, tornando-o diferente, aberto; sua vida se
ampliou, sua mente se abriu, seu coração se expandiu… Nova visão, nova
experiência… Seu movimento de vida foi desencadeado nas casas, ao longo dos
seus percursos; Jesus desejou que também sua casa entrasse nesse movimento em
favor da vida. Mas não foi acolhido pelos seus parentes, pois não se “encaixou”
mais nos esquemas da família, da religião, da sua comunidade… Seus parentes em
Nazaré continuaram vivendo uma estreiteza de vida; Jesus não voltou mais o
mesmo, saiu da “normalidade” de vida própria de Nazaré. Voltou enriquecido,
expansivo, muito maior, mas não foi compreendido.
O deslocamento de Jesus pelos territórios vizinhos da
Galileia revela-se como um apelo e uma ocasião privilegiada para pôr em questão
nosso confinamento religioso, nossas posturas fechadas, nossas visões
preconceituosas... e abrir-nos à diversidade e ao diferente. Sem alteridade
regenerante caímos no confinamento de uma pureza de ortodoxia, de um fascismo
enrustido, de um legalismo estéril, de uma doutrina impositiva. Confinamento
que nos torna cegos aos valores e riquezas que vem de outras expressões
humanas, sociais e religiosas.
Vivemos contínuos deslocamentos geográficos, sociais,
culturais, religiosos… Tudo isso nos enriquece. Com esta riqueza voltamos às
nossas Nazarés, para ampliá-las, expandi-las. Não se trata de impor, mas de
propor; compartilhar as ricas experiências adquiridas. Não é fácil ser
diferente dos outros; não é fácil assumir uma vida alternativa frente àqueles
que estão petrificados em suas posturas e ideias; não é fácil dizer “não” onde
todos, como cordeiros, dizem “sim”; não é fácil fazer o que ninguém quer fazer.
Toda autêntica vida humana é vida com os outros, é
convivência, é encontro... Assim, o princípio de alteridade está fundado no
princípio de identidade; a diversidade reforça a identidade pessoal: podemos
nos compreender apesar de sermos diferentes, porque todos somos seres criados e
agraciados por Deus, chamados a ser habitados por uma verdade que está para
além de uma religião e uma cultura específica.
Somos humanos, seres em caminho, buscadores de sentido,
buscadores da verdade e habitados pelo mesmo Deus. E viver a “cultura do
encontro” (Papa Francisco) implica respeitar e se alegrar com a diversidade,
considerando-a riqueza. Saber conviver com as diferenças é sinal de maturidade.
É maravilhoso que haja raças, costumes, cultura, gênero, religiões, tradições,
línguas, formas de pensar... diferentes. Assim, ser seguidores(as) de Jesus nos
converte em seres abertos, acolhedores da diferença.
As diferenças mobilizam a energia e a fertilidade criadora;
elas provocam intercâmbio entre as pessoas. A diversidade é uma forma de
aproximação entre os seres humanos. A diferença do “outro” deve ser
motivo para o encontro e para o enriquecimento mútuo. A diferença é rebelde,
quebra o uniformismo, convulsiona a quietude, sacode a rotina. É a diferença
que gera alteridade. O outro é diversificado e não repetitivo. Massificar as
pessoas é uma forma de silenciá-las e dominá-las. Perverter a diferença é uma
atitude que degrada a pessoa. Diferença é originalidade, é o inédito, é o que
excede a medida comum, é o que distingue uma personalidade de outra. A
humanidade é profundamente diversificada em seus talentos, valores originais e
em sua vitalidade; seu tesouro está precisamente em sua diversidade criadora.
Daí a importância e a urgência de aprender a valorizar o que
é próprio e também o que é diferente, esforçando-se para não transformar as
diferenças normais (geográficas, culturais, de raça, de gênero...) em
desigualdades. É preciso educar e preservar as diferenças humanas.
Deveríamos pensar mais sobre a importância das diferenças
que nos humanizam. Deveríamos admirar as diferenças pessoais e grupais, e
não lamentá-las. É necessário evitar tudo o que reprime as diferenças e
desenvolver a verdadeira coexistência pessoal, social, científica, religiosa,
ética. Deveríamos remover abusos e vícios que anulam a diferenças. Perverter a
diferença é uma atitude que degrada a pessoa. Valorizar a diferença e os
diferentes implica tratar com cortesia, saber interagir, trabalhar juntos,
respeitar...
Segundo o modo de ser e proceder de Jesus, o que mais nos
desumaniza é viver com um “coração fechado” e endurecido, um “coração de
pedra”, incapaz de amar e de abrir-se ao novo. Quem vive “fechado em si mesmo”,
não pode acolher o Espírito de Deus, não pode deixar-se guiar pelo Espírito de
Jesus, pois acredita que quem é diferente “está possuído por um espírito mau”
(3,30).
Quando nosso coração está “fechado”, em nossa vida não há
mais compaixão e passamos a viver indiferentes à violência e à injustiça que
destroem as relações entre as pessoas. Passamos a viver separados da vida,
desconectados. Uma fronteira invisível nos separa do Espírito de Deus que tudo
dinamiza e inspira; é impossível sentir a vida como Jesus sentia. Quem assume
atitudes de indiferença tem medo do diferente, e a vida vai se
atrofiando...
Num coração petrificado o Espírito não tem liberdade de
atuar; dessa resistência à ação do Espírito brotam as doentias divisões
internas. São os dinamismos “diabólicos” (aquilo que divide) que se instalam em
nosso interior, atrofiam nossas forças criativas e nos distanciam da comunhão
com tudo e com todos.
Não podemos permanecer trancados em redutos que rejeitam as
diferenças existenciais. Daí a importância de aprender a ver o melhor de cada
pessoa e de cada povo, superando as visões estreitas e fundamentalistas e todo
tipo de racismo, xenofobia, desprezo, mixofobia, preconceito, dominação...
A “Ruah de Deus” nos move a construir uma Comunidade
fraterna, capaz de abrir suas portas e derrubar seus muros, para que ninguém se
sinta excluído. É missão específica da Ruah integrar as diferenças numa grande
comunhão universal. Não podemos matar a presença e a ação original do
Espírito.
Texto bíblico: Mc 3,20-35
Na oração: “E olhando para os que estavam sentados ao
seu redor…” Estar em círculo supõe uma postura de acolhida e comunhão com os
outros, respeitando sua diversidade. Tal atitude quebra toda pretensão de
imposição, de poder, de violência... Isso só é possível quando Jesus se faz o
centro.
Trata-se de uma imagem espacial do discipulado que pode nos
ajudar a entender melhor nossas posturas vitais, tanto no nível pessoal como no
comunitário ou na missão.
- “Estar em círculo” também quer dizer que estamos
vinculados a outros numa postura corporal que tem Jesus como centro. A imagem
do círculo é a que melhor expressa o modo de seguir Jesus e não a “hierarquia”
que dá margem ao carreirismo e à busca de poder.
O bem documentado artigo de Aiuri Rebello no site da
UOL (1-6-18) sob o título “Brasil fez manobras irregulares para emprestar
dinheiro com desconto para outros países” — melhor diríamos: Manobras
irregulares do PT para favorecer Cuba, Venezuela e países africanos de esquerda —,
mostra como os 13 anos do governo PT depauperam os cofres brasileiros em favor
da esquerda nas Américas e na África.
Os dados são do “relatório do TCU (Tribunal de Contas
da União) que integra os autos da Operação Lava Jato e analisou 140 operações
de crédito para outros países segurados no FGE (Fundo de Garantia à
Exportação)” […].
Desde que contratassem empresas brasileiras…
Continua o artigo, informando que as nações que recebessem a
verba deviam contratar empreiteiras brasileiras: “Fiador destes
financiamentos por meio do FGE, o governo brasileiro concedeu descontos —
irregulares, segundo o TCU — da ordem de pelo menos R$ 735 milhões no
prêmio do seguro pago por países da América Latina, Caribe e África.”
E quais eram essas empresas brasileiras consideradas
“campeãs nacionais”? Aquelas grandes construtoras que todo brasileiro já
conhece, envolvidas em propinas em favor da agenda política esquerdista do PT.
Aqui vale o princípio marxista aplicado ao governo petista:
o fim justifica os meios. Afundem-se os cofres brasileiros, pouco importa desde
que o petismo lucre em propaganda e expansão.
Vergonhosas declarações do ex-chanceler do expansionismo
petista
Ainda segundo artigo: “‘Era um objetivo do governo
aproximar o Brasil dos países africanos e latino-americanos’, afirmou Amorim”.
De que países? Os fatos mostram que eram apenas países bolivarianos ou de
orientação esquerdizante na África.
O ex-chanceler Amorim — melhor diríamos, ex-chanceler do
expansionismo petista — continua, segundo o UOL: “Não era uma questão
ideológica, era política. A aproximação econômica, concessão de empréstimos,
era só uma das frentes de atuação”.
Dessa “aproximação econômica” tivemos como fruto o
calote de cerca de 1 bilhão da Venezuela, um tanto de Moçambique e não se sabe
o que mais virá para onerar o bolso do contribuinte brasileiro. Por quê? Porque
favorecia o imperialismo petista.
Uma qualidade que não falta ao brasileiro
Nós, brasileiros, podemos até fingir que não percebemos, mas
na realidade temos uma percepção agudíssima e com um simples olhar já
percebemos tudo. Como imaginar que nosso povo acreditaria nessa teia de
trapaças e urdiduras do PT durante 13 anos no Poder?
Essa percepção de nosso povo nós a notávamos enquanto
palmilhávamos ano após ano o Brasil nas caravanas da TFP, em contato direto com
o público da rua. O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira tinha advertido que o
brasileiro presta atenção no caravanista da TFP e se põe a perguntar: “Este
jovem que está falando comigo acredita no ideal que ele divulga? Ou é um
repetidor de frases?”.
Assim também, o brasileiro autêntico nunca se enganou em
relação ao PT.
Por índole — como já escrevemos aqui neste site — somos
também, um povo pacato. Cuidado, porém, quando o pacato se levanta e faz valer
os seus direitos: aí estão, nas cidades e ruas brasileiras, as marchas do
autêntico povo desde 2013.
Algo a mais de que precisamos na fase pós-petista
O Brasil deu um “basta” ao petismo, mas não podemos sucumbir
à tentação de parar no meio do caminho.
É uma lei histórica, que vale também para a reconstituição
dos ossos fraturados e dos tecidos: em 2018 precisamos ficar mais fortes na
vigilância anticomunista e mais fiéis a Deus e a seus Mandamentos do que éramos
antes da malfadada era petista.
Vejamos, pois, o sábio e oportuno conselho:
“Não façamos dos louros, hoje, a sepultura gloriosa de
nossas energias de ontem [lembremo-nos das gloriosas concentrações anti-PT
nas principais cidades brasileiras]. A própria linha ascensional e íngreme
da vereda que acabamos de trilhar nos mostra que são árduos os caminhos
que conduzem às vitórias de Deus. Novas ascensões nos esperam. Novas
tempestades se adensam em horizontes ainda longínquos. Há tocaias novas ao
longo de novos caminhos. Alerta, pois, que vencemos uma batalha e não uma
guerra. Outras batalhas aí estão. O momento é de alegria sã e
vibrante. Longe de nós a indolência emoliente dos que já se dão por
satisfeitos”.1
Nossa Senhora Aparecida nos ajude nesta reconstrução do
Brasil, ajude-nos a perceber e rejeitar as falsas manobras de um falso
“centrismo” acomodatício que pretende perpetuar a esquerda e fazer a ponte
entre o petismo e a civilização cristã.
Este ainda será um grande País, que reclama para isso líderes
à altura de nossa vocação histórica. Não cedamos à tentação de ficar a meio
caminho entre o erro e a verdade.
Mesmo no xilindró, há quase três meses encarcerado, Luiz
Inácio Lula da Silva não desiste da fuzarca. Quer visitas, quer passar recados,
quer se manter nos holofotes. Recursos pela sobrevivência. E assim tem feito
através de mensagens que envia por intermédio de seus estafetas. Dos
comentários, a suprema maioria beira o ridículo – quase cômico, não fosse
absurdo – e dá o tom de delírio avançado que arrebata o honorável líder
petista.
Tome-se, por exemplo,
a avaliação que ele fez, logo a seguir trombeteada por ninguém menos que seu
poste presidencial, Dilma Rousseff, sobre as injunções na política de preços da
Petrobras. Avisou Lula estar muito preocupado com o futuro da estatal do
petróleo. Logo ele, que junto com a sucessora, anarquizou as tarifas de combustível,
praticou populismo rasgado congelando reajustes, pintou e bordou naquela seara,
limando de vez a competitividade da empresa? Lula não se condói do que diz?
O Petrolão, os dutos de escoamento da propina
desavergonhada, a quadrilha de saqueadores que, junto com a sua turba, colocou
lá não despertaram sequer uma ruga de preocupação no grande paladino moral. Já
os movimentos para resolver uma greve incontrolável, esses são imperdoáveis na
visão algo cínica desse mestre das dissimulações. É preciso muito óleo de
peroba na cara para encenar tal papel.
Lula maneja com
destreza a arte de converter eventos, quaisquer que sejam, a seu favor. Com as
patacoadas verbais esconde fatos desabonadores e adapta versões para beneficiar
a cultuada imagem, que faz de si próprio, de um “salvador”. Não passaria em um
detector de mentiras.
O loroteiro tentou até pegar carona no movimento dos
caminhoneiros falando que, se fosse ele, solto, não haveria desabastecimento.
Por trás, incitou a tropa de partidários a promover a paralisação dos
petroleiros. A maneira de fazer política que Lula encarna tem na ideia do
“quanto pior, melhor” a grande bandeira. Para ele, o avança da algazarra é um
benefício. Nada de promover a pacificação.
Lula não admite nem mesmo composições. Deseja o poder
absoluto. Sonha em resgatar o papel de mandatário para reativar, sem amarras,
seus habituais desmandos. Deixou claro que no eixo das candidaturas de esquerda
não fechará com ninguém. O pedetista Ciro Gomes até que tentou costurar uma
aliança. Em vão. Levou um chega pra lá do demiurgo de Garanhuns.
Em seguida, o PT foi orientado a comunicar que estavam
suspensos todos os movimentos de acordos eleitorais. A agremiação prefere mesmo
o isolamento suicida. A tal ponto que teve o atrevimento de pedir ao TSE o
direito de colocar uma espécie de “dublê” nas eventuais sabatinas que venham a
ser feitas durante a campanha – já que seu “titular” não poderá participar
direto da cadeia. Desfaçatez sem tamanho. O Partido dos Trabalhadores sabe, de
antemão, que o nome Lula está definitivamente fora das urnas, enquadrado na Lei
da Ficha Limpa. Somente uma reviravolta impensável – por representar uma quebra
gritante do primado das regras – mudaria esse status quo.
Enquanto isso, os petistas tumultuam o processo com desinformações
e artimanhas. Nesse pormenor se esmeram. A última no capítulo dos escárnios foi
pedir ao Comitê de Direitos Humanos da ONU que revisse, de forma cautelar, a
prisão de Lula por não se tratar – no entender deles – de um criminoso comum. A
velha conversa de processo político. O recurso foi finalmente julgado pelo
colegiado internacional na semana passada, que rejeitou o pedido, realçando que
o devido processo legal foi seguido e que não havia “dano irreparável” à luz
dos direitos humanos. A agência da ONU, por mais delirante que tenha sido a
opção de consultá-la, figurou como mais um degrau nas reinações de Lula, para
quem apelar, procrastinar e reclamar sem fundamento não tem limites.
Carlos José Marques é diretor editorial da Editora Três
Prezadas Fiéis, devido ao grande número de encalhadas e de
solteiras no mercado, fica impossível atender a todas.
Lembro a vocês que
sou um Santo Casamenteiro, pois o Santo das Causas Perdidas e Desesperadas é
São Judas Tadeu.
A todos que estão me deixando de cabeça para baixo no copo
d'água, aviso que não vai adiantar nada,
pois tenho curso intensivo de mergulho!
Agradeço a compreensão,
Santo Antônio.
.....
Resposta de São JudasTadeu a Santo Antonio:
Querido Antonio, você tá de sacanagem comigo, né meu irmão?
Sei que tá com muito trabalho nesta semana por causa do seu
niver, mas mandar esse bando de tribufu e encalhadas pra mim, já é muita falta
de respeito e consideração, né mano!?
Encaminha essas "Suas Amigas Desesperadas" pro
JORGE, pois, quem tem habilidade pra lidar com Dragão é ele!