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terça-feira, 14 de novembro de 2017

SEXTA SUPER MUSICAL: SÉRGIO PEZZA E ZANZA OLIVER 17/11 NA AABB ITABUNA

Casal se apresenta na Cabana do Tempo.

Sérgio e Zanza fazem a interação palco+ plateia na AABB


O casal de músicos Sérgio Pezza e Zanza Oliver vai estar, mais uma vez, interagindo com a plateia nessa sexta-feira,17/11, a partir de oito da noite, na Cabana do Tempo.

O evento Sexta Super Musical, como sempre, é na AABB Itabuna, espaço ideal para sair à noite com alguém em particular ou com a família e os amigos. E até com as crianças, que têm um parque bem equipado e muita área verde para brincar à vontade junto da Cabana.


“A Cabana do Tempo conta com bar e restaurante próprios da AABB”, informa João Xavier, vice-presidente administrativo do clube. “As bebidas e tira-gostos ficam mais em conta porque não cobramos couvert artístico nem 10% de gorjeta”, completa Raul Vilas Boas, vice-presidente social.

A AABB Itabuna fica na Rua Espanha s/n, travessa da Rua Europa Unida, no São Judas. Quem vem do litoral, o acesso é pela Ponte Calixto Midlej (Vila Zara). E quem vem do interior, pela Beira-Rio, via Shopping e bairro Conceição. Os telefones do clube são (73) 3211-4843 e 3211-2771 (Oi fixo).

Contato – Raul Vilas Boas: (73) 9.8888-8376 (Oi) / (73) 9.9112-8444 (Tim)
Assessoria de Imprensa – Carlos Malluta: (73) 9.9133-4523 (Tim) / (73) 9.8877-7701 (Oi)

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NATUREZA INTACTA – Maravilha!

Clique sobre as fotos para vê-las no tamanho original
Maravilha da natureza...


Ao Norte da Índia, fronteira com Myanmar, China, Nepal, e quase 100km da cidade de Shillong, corre o rio Umanaghat.

A água sem contaminação é tão cristalina e transparente que é quase invisível...
É como se o bote flutuasse no ar.

Fotos recebidas via WhatsApp

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CIDADE MINEIRA É DESTAQUE EM LIVRO DO AUTOR EDUARDO PASTOR PARAGUASSU

Por Shirley M. Cavalcante (SMC)

Eduardo Pastor Paraguassu tem 56 anos, é formado em engenharia civil pela UFMG, funcionário público federal, pai de dois filhos e ama o voluntariado. O seu lema é: quando tudo está ruim, dê um prato de comida e um sorriso, claro, para quem tem fome e bate à sua porta; dê cinco minutos de conversa para aquela sua velha tia esquecida da família; brinque com o sobrinho irritante; faça-se de criança bagunceira também, e a sua angústia se transformará na mais plena e prazerosa satisfação pessoal.

“A mensagem de que existe um super ser dentro de cada um de nós, capaz de mudar o mundo a partir de um pouco de amor;”

Boa Leitura!

Escritor Eduardo Pastor Paraguassu, é um prazer contarmos com a sua participação na Revista Divulga Escritor. Conte-nos, o que o inspirou a escrever o seu livro “A vida amorosa de Creuzô: Eu te amo, idiota!”?

Eduardo Paraguassu - Trabalho numa casa assistencial faz mais de vinte anos, e de uns tempos para cá tenho sonhado com um rapaz fã dos personagens da Marvel, que nos deixou recentemente e era um companheiro querido do trabalho na casa; e nos meus sonhos, ele pede para eu escrever Creuzô, e foi o que fiz. Ele foi ditando e eu, escrevendo.

Apresente-nos os principais personagens que compõem a trama.

Eduardo Paraguassu - Creuzô é a heroína descabelada e perdida num mundo cheio de exigências, que não consegue nem manter o próprio quarto arrumado, mas se vê obrigada a salvar a civilização de uma força cósmica malévola.
       
Thor, o Homem de Ferro, Hulk e o Capitão América, Lúcifer, It – a coisa – de Stephen King, um monte de amigos de Creuzô; o pai careca e barrigudo e a mãe devota de Santo Antônio são alguns dos personagens cujas participações na trama irão encantar o leitor.

Quais os principais desafios encontrados para a escrita do romance “A vida amorosa de Creuzô: Eu te amo, idiota!”?

Eduardo Paraguassu - Escrever e ter a obra lida é um sonho. Eu me lembro de uma entrevista com os cantores sertanejos Bruno e Marrone, quando eles contaram sobre os muitos anos de estrada cantando em tudo o que é parada até que um dia pintou o sucesso. Eles sempre foram bons, mas as pessoas não paravam para ouvi-los, assim também acontece com o livro. A escritora Gisele Mirabai, ganhadora do primeiro prêmio Kindle – Amazon de literatura em 2017, estava com o livro na gaveta fazia tempo. Quando tentou lançá-lo, só achou portas fechadas. Aí apareceu o concurso, ela entrou e ganhou. O livro é fantástico, mas não deu a sorte de cair nas mãos de alguém que se interessasse em fazer-lhe uma apreciação séria. Comparo o escritor aos super-heróis da Marvel, ele deve ter uma superpaciência, ser superinsistente e possuir uma superfé, pois ele sabe que a literatura, assim como a música, a pintura e a escultura,éalimento da alma, e que tem muita gente faminta por aí, e que não é direito do escritor negar-lhes alguns instantes de deleite num mundo onde o bicho pega o tempo todo. O objetivo do verdadeiro escritor é levar o leitor ao delírio, emocioná-lo, fazê-lo refletir, arrancar-lhe um sorriso, carregar-lhe o coração de esperança na magia, convencê-lo de que a vida é muito maior que nossas limitaçõese trazê-lo para essa vida ilimitada.

Em qual cidade se desenvolve o romance? Comente sobre a ambientação geográfica da obra.

Eduardo Paraguassu - A linda cidade de Araxá, em Minas Gerais.

O que mais o encanta nesta obra literária?

Eduardo Paraguassu - A mensagem de que existe um super ser dentro de cada um de nós, capaz de mudar o mundo a partir de um pouco de amor; que o maior de todos os super-heróis criados usa a força que vem da energia da amizade, que é um herói desastrado, bagunceiro, e que ama de paixão os amigos que vivem furando com ele.

Dizem que os personagens têm muito do autor. Qual dos personagens de “A vida amorosa de Creuzô: Eu te amo, idiota!” tem mais de você? Comente.

Eduardo Paraguassu - Como eu lhe disse, Creuzô é literalmente resultado do que um jovem apaixonado pelos heróis da Marvel me contou. Apenas coloquei a história no papel da minha maneira. Acho que algum dia também acreditei nesses caras, mas hoje vejo que todo pai de família no Brasil que luta para sustentar os filhos é um super-herói, seja ele homem ou mulher ou outra coisa qualquer. Escrever Creuzô me proporcionou horas maravilhosas de puro deleite; creio que o leitor vai amar a leitura, é muito engraçado, leve, feliz e sério.

Onde podemos comprar seu livro?

Eduardo Paraguassu - O livro pode ser adquirido no site: www.amazon.com.br ou basta você entrar no Google e escrever Amazon, que você cai no site. Lá tem um outro buscador, é só colocar o nome do livro: “a vida amorosa de creuzô”. O valor é R$ 3,21; cabe no bolso de qualquer pessoa.

Soube que toda a renda obtida com a venda do livro será revertida para uma casa assistencial em sua cidade. Gostaria de comentar um pouco mais sobre esta iniciativa?

Eduardo Paraguassu – Faz um bom tempo que estamos nessa, e qualquer coisa que você faça pelo voluntariado está valendo. Essa é apenas mais uma ideia, quem sabe dá certo, apesar de eu saber que por menos que você tenha como fazer já está bom demais. Aprendi que o grande bem é feito de incontáveis pequeninos bens e não de grandes bens. Um prato de sopa que mata a fome fala mais à alma que somente a gente ficar parado diante da TV vendo o mundo se acabar.

Quais os seus principais objetivos como escritor?

Eduardo Paraguassu -Todo escritor, assim como qualquer artista, quer encantar. Quero passar a mensagem de que existe magia na vida, mas é preciso que as pessoas acreditem que a vida é mais do que correr atrás do despertador;ou que existimos só para encher a barriga. Temos um satélite rodando ao redor de Júpiter a não sei quantos milhões de quilômetros da Terra e isso é real; então, por que não podemos realizar uma sociedade mais fraterna, menos egoísta e violenta?

Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista. Muito bom conhecer melhor o escritor Eduardo Pastor Paraguassu. Agradecemos sua participação na Revista Divulga Escritor. Que mensagem você deixa para nossos leitores?

Eduardo Paraguassu - Leiam! Ler é uma viagem. Quem lê um bom livro não perde seu tempo, aprende, relaxa, emociona-se, vive uns momentos em outros universos, vê o mundo por outros olhos, cresce. E principalmente, vai arrumar assunto para conversar com os amigos; e os amigos vão achá-lo atraentemente inteligente, já que a maioria de nós não é lá essas coisas, não é?! Boa leitura, boa viagem!

Divulga Escritor, unindo você ao mundo através da Literatura




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UM COMOVENTE DEPOIMENTO DO CINEGRAFISTA QUE TRABALHOU ANOS COM WILLIAM WAACK.

O velho Waack


“Eu sou preto.

Já trabalhei com ele na França, em Portugal, na Espanha, na Índia e em São Paulo.

Nesta caminhada de 30 anos, fazendo imagens e contando histórias, poucos colegas foram tão solidários quanto o velho Waack. Ele faz parte dos pouquíssimos globais que carregam o tripé para o repórter cinematográfico preto ou branco. Na verdade, não me lembro de ninguém na Globo que o faça. O velho sabe para que serve cada botão da câmera e o peso do tripé.

Quando um preto sugere um restaurante mais simples, ele não dá atenção porque paga a conta dos colegas que ganham menos no restaurante melhor.

Como ele fez piada idiota de preto, ele faz dele próprio, suas olheiras, velhice etc.

O que a Globo mais tem são mocinhos e mocinhas de cabelos arrumadinhos, vindos da PUC ou da USP, que são moldados ao jeito da casa.

Posso dar o exemplo de quando estávamos gravando uma passagem no meio da rua, onde havia um acidente, e sugeri a uma patricinha repórter que prendesse o cabelo devido ao vento. Ela o fez. Gravamos na correria porque estávamos a duas horas do RJ. No dia seguinte, na redação, que aparece no cenário do JN, ela comenta:

— Você viu a matéria ontem?

— Não.

— Sobrou uma ponta do cabelo, fiquei parecendo uma empregada doméstica.

Ao que respondi:

— Eu sou repórter cinematográfico, cabeleireiro não havia na equipe.

Posso lembrar-me de muitas coisas como, quando fazíamos uma matéria para o Fantástico, uma mesa de discussão, e, ao ouvido, ouço o repórter falar.

— Põe aquela pretinha mais para trás.

Isto faz parte do cotidiano. Os verdadeiros racistas estão por todas as partes, mas são discretos.

Também tem a famosa, que chegou ao prédio onde vive, e uma moradora (namorada de um amigo) segurou o elevador.

A famosa negra não agradeceu, e ficou de braços cruzados. O elevador começou a subir.

Jornalista Famosa:

— Você não sabe qual é o meu andar?

— Sei, mas não sou sua empregada.

No vídeo, ela é uma “querida”, jamais trata mal o entrevistado, se estiver gravando…

Voltando ao "racista" William Waack:

Quando íamos para a Índia — eu vivia em Lisboa — fui três dias antes para Londres, de onde partiríamos para Dheli.

Eu ia ficar em um hotel, mas o racista que havia trabalhado comigo até então somente uma vez em Cannes convidou-me para ficar em sua casa, onde vivia com esposa e dois filhos, esposa essa a quem ele, 'preconceituosamente', chamava de “flaca” devido à sua magreza. Eu via como uma forma de carinho.Comemos, bebemos bom vinho e, em nenhum momento, alguém quis se mostrar mais erudito que eu, nem mais racista.”

Gil Moura


Enviado do meu smartphone Samsung Galaxy.

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

SANTA MÃE DA PIEDADE – Ruth Caldas

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Santa Mãe da Piedade

Aqui é a Casa de Deus,
Aqui é a Porta do Céu,
Aqui também é a casa
Da nossa Mãe Piedade.
Viemos aqui agradecer
Por sua intercessão
Pedindo a seu filho Jesus
Ajudai-nos a sermos irmãos;
Missionária e servidora no reino de Jesus
Intercedei mesmo nas dores
Dos seus filhos pecadores
Santa Mãe da Piedade rogai por nós,
Queremos te venerar
Com dedicação e amor;
Viemos aqui na Casa de Deus
Te louvar e agradecer
Oh Mãe da Piedade!


Ruth Caldas
Paróquia Nossa Senhora da Piedade
Comunidade Nossa Senhora Aparecida
Bairro Maria Pinheiro
ITABUNA/BA.

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DESCRÉDITO NAS SENTENÇAS DO STF PÕE EM RISCO A SEGURANÇA JURÍDICA, DIZEM MILITARES

13/11/2017
O Clube Militar, em texto assinado por seu Editor de Opinião, General Clovis Purper Bandeira, chama a atenção para a deterioração das relações entre os poderes da República e,
particularmente, do Judiciário. O general questiona, por exemplo, por que o STF analisou os casos da extradição de um terrorista e do afastamento de político, se as decisões do Supremo não tiveram nenhum efeito: “Ambos os casos foram enviados ao STF para quê? Para saber seu palpite?”. E critica o aparelhamento da Corte: “essa divisão do Supremo – em STF e STF do B – provoca o descrédito na firmeza e na imparcialidade das sentenças, pondo em risco a segurança jurídica”

Leia abaixo o texto do Clube Militar:

“É uma experiência que se repete eternamente que todo homem que tenha o poder é levado a dele abusar, avançando até encontrar limites… Para que não possa abusar do poder, é preciso que, por disposições constitucionais, o poder freie o poder… O legislador não pode ao mesmo tempo ser juiz… 
Tudo estaria perdido se o mesmo grupo de pessoas exercesse o poder de fazer leis e também o de julgar delitos…”

Também me ensinaram que decisões da Justiça são para ser cumpridas, não discutidas.
Nos últimos tempos, não sinto tanta firmeza nos antigos adágios.

Os limites entre as atribuições e prerrogativas dos poderes constitucionais tornam-se cada vez menos claros: casos idênticos têm sentenças distintas, o Legislativo julga, o Judiciário
legisla, o Executivo compra votos e sentenças dos outros poderes.

Há mais de duzentos e cinquenta anos Montesquieu já alertava contra os perigos dessa prática. Sua advertência nos deveria fazer pensar Tudo passa, nos confusos tempos que vivemos, a ser relativo e discutível.

O STF julga que um terrorista internacional deve ser extraditado para o país onde foi condenado. Mas devolve ao Executivo a responsabilidade de executar ou não a decisão, e o Presidente resolve não a cumprir. 

O STF decide cassar o mandato de um político, devolve
o processo à casa legislativa, e esta reintegra o condenado. Ambos os casos foram enviados ao STF para quê? Para saber seu palpite?

Se não cabe ao Judiciário a última palavra num processo, é o caso de remetê-lo ao STF?

Quanto à nossa corte suprema, é nítida sua divisão ideológica. Alguns ministros, gratos ao partido que os nomeou, abrem mão de sua independência funcional e profissional, votando sempre de acordo com os interesses políticos de seus mentores. Não é raro, também, ministros votarem de maneira contraditória no julgamento de dois casos praticamente iguais.

As duas turmas de ministros atuam como dois tribunais, muitas vezes antagônicos. Os acusados esforçam-se para serem julgados pela turma que, muito provavelmente, lhes será favorável.

A decisão por 6×5, uma raridade histórica, tem sido cada vez mais comum. A Presidente da casa tem que dar o voto decisivo, o de Minerva, após empate por 5×5 no plenário.

Essa divisão do Supremo – em STF e STF do B – provoca o descrédito na firmeza e na imparcialidade das sentenças, pondo em risco a segurança jurídica, um dos fundamentos do estado democrático de direito, tão cantado em prosa e verso.



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LANÇAMENTO: Renato de Oliveira Prata - Pequena Antologia Poética

C O N V I T E
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Renato Prata


Renato de Oliveira Prata é natural de Itabuna – Bahia. Graduou-se em Direito pela faculdade de Direito. Exerceu profissionalmente a função de Auditor Fiscal do Ministério da Fazenda.

Apesar de ter produzido desde a sua juventude, apenas após a aposentadoria é que Renato passa a dedicar-se exclusivamente à literatura. Participou das antologias “Poetas da Bahia II” (Expogeo, 2002) e “Poetas da Bahia III” (Expogeo, 2015). Foi vencedor do Prêmio Brasken de Cultura e Arte, na categoria poesia em 2003 e teve publicada pela Fundação Casa de Jorge Amado a sua obra “Sob o cerco de Muros e Pássaros”. Publicou ainda dois outros livros de poesia: “A quinta estação” (Edição do autor, 2009) e “A pulseira do tempo” (Mondrongo, 2012).

Em 2014 foi selecionado como vencedor na categoria poesia da primeira edição do selo João Ubaldo Ribeiro, com sua obra “Mar interior”, participando da publicação da primeira coleção em fevereiro de 2016. Renato é membro da Academia de Letras de Itabuna-ALITA, onde ocupa a cadeira de nº 20.
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