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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

ENCHENTE COBRE O SACRÁRIO, MAS HÓSTIAS FICAM SECAS E INTACTAS EM MINAS GERAIS



Sacrário e hóstias do milagre em Lacerdina (MG). Foto de Carangola Notícias

Luis Dufaur

 

Na manhã do domingo de 21 de fevereiro 2021, fortes chuvas elevaram o nível do Rio Carangola que aumentava desde a sexta-feira (19 de fevereiro).

Elas provocaram uma enchente que deixou debaixo d’água o bairro Lacerdina, em Carangola, na Zona da Mata Mineira. O município está a 357 km de Belo Horizonte.

As águas invadiram a Capela Santo Antônio onde atingiram mais de 2 metros de altura cobrindo inteiramente o pequeno sacrário onde fica guardado o Santíssimo Sacramento.

Quando as águas desceram e se foi ver a dimensão do dano, aliás previsível, os moradores locais ficaram pasmos.


Capela de Santo Antônio em Lacerdina onde se deu o milagre

A água de fato cobriu totalmente o sacrário, mas as hóstias consagradas que estavam dentro dele, numa âmbula de simples vidro, permaneceram intactas e foram retiradas secas.

O fato correu pelas redes sociais. O fotógrafo Victor Marius, morador de Carangola, em seu perfil de Facebook descreveu o acontecido dizendo “que as hóstias permaneceram intactas demonstrando como nas maiores adversidades Deus permanece o mesmo”.

É o segundo ano consecutivo que acontece a enchente, mas esta foi “de proporções jamais vistas”, segundo Victor.

A Defesa Civil confirmou que esta foi a pior enchente registrada na cidade, deixando cerca de cinco famílias desabrigadas e dezenas de desalojados. Além de Carangola, outras cidades da região foram afetadas pelas enchentes (Cfr. ACIDigital).


Fiéis ficaram surpresos com o que viram. Foto: Victor Marius
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O jornal local “Carangola Notícias” acrescentou que grande parte dos moradores perderam quase tudo que tinham.

O fato humanamente inexplicável não só comoveu os moradores locais mas a todos os católicos que têm fé na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento e motivou muito reafervoramento nesse dogma através das redes sociais.

Os Evangelhos de São Mateus (14, 22-33), São Marcos (6, 45-52) e em São João (6,16-21) contam que após alimentar miraculosamente uma multidão de cinco mil seguidores que tinham ido ouvir sua palavra, Jesus mandou os discípulos partir numa barca enquanto Ele ficava para rezar sozinho na noite.

Mas, eis que no mar da Galileia “quando já era boa a distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário”.

Os Apóstolos ficaram tomados de medo até que viram a figura do Divino Mestre caminhando sobre as águas.

Ele então lhes disse: “‘Sou eu, não temais’. E subiu para a barca, junto deles, e o vento cessou”.

O prodígio de Lacerdina nos rememora aquele divino feito e nos ensina que por maiores que sejam os perigos e desgraças que o mundo passa ou venha a passar, podemos depositar n´Ele com certeza a nossa esperança de chegar a bom porto.

https://www.abim.inf.br/enchente-cobre-o-sacrario-mas-hostias-ficam-secas-e-intactas-em-minas-gerais/

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

ESCRITOR CYRO DE MATTOS GANHA PRÊMIO DAS ARTES JORGE PORTUGAL DA FUNCEB


 

Escritor Cyro de Mattos

Ganha Prêmio das Artes

Jorge Portugal da FUNCEB

 


Com o projeto de publicação da obra Canto até Hoje, o poeta Cyro de Mattos foi vencedor no Prêmio das Artes Jorge Portugal – Literatura – 2020, patrocinado pela Fundação Cultural da Bahia, no Programa Aldir Blanc. O prêmio a que o poeta fez jus é de 40 mil reais, que serão empregados na produção do livro Canto até Hoje, a ser publicado com o selo editorial da Fundação Casa de Jorge Amado, de Salvador, na Coleção Casa de Palavras.

           Com capa do consagrado desenhista Juarez Paraiso, prefácio do crítico Oscar D’Ambrósio, doutor em Artes da Universidade de Mackenzie, membro da Associação de Crítica Internacional, (SP), Canto até Hoje é um alentado volume de oitocentas páginas, constituído de livros publicados no Brasil e exterior, e ainda inéditos, além de apresentar um conjunto de textos críticos assinados por Jorge Amado, Eduardo  Portella, Helena Parente Cunha, Assis Brasil, Mário da Silva Brito, Carlos Moisés, Hélio Pólvora, Graça Capinha, Maria Irene Ramalho, Alfredo Pérez Alencart e outros.                                     

           Os livros que compõem  o volume Canto até Hoje são esses: Cantiga Grapiúna, Lavrador Inventivo, No Lado Azul da Canção, Vinte Poemas do Rio, Viagrária, A Casa Verde, Cancioneiro do Cacau,  Os Enganos Cativantes, Vinte e Um Poemas de Amor, Poemas Ibero-Americanos, Poemas de  Terreiro e Orixás, O Discurso do Rio; os inéditos Nesses Rumores e Mares, Agudo Mundo, Zurubundunga e Capanga de Sonetos;  os traduzidos e editados no exterior Canti della terra e dell’acqua,  Poesie Brasiliane della Bahia, Zwanzing Gedichte von Rio und Andere Gedichte, Donde Estoy y Soy, De Tes Instants dans le Poème, Il Bambino Camelô, Twenty River Poems, The Green House  e Of Cocoa and Water.

           A publicação de Canto até Hoje é uma edição comemorativa dos 60 anos de atividades literárias do autor.





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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

ACADÊMICA ROSISKA DARCY DE OLIVEIRA LANÇA NOVO LIVRO EM EVENTO VIRTUAL

 


Acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira lança novo livro em evento virtual


A  Acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira lançará seu novo livro, “Liberdade”, em um evento virtual promovido pela Editora Rocco em seu canal no Youtube. O evento acontecerá no dia 23 de fevereiro a partir das 18h. A nova obra oferece um voto de confiança no povo brasileiro, “cujo amor à liberdade se revela em sua diversidade, afeita em sua história à obrigação de negociar as diferenças e que se revela na obra de seus grandes artistas, nossos verdadeiros heróis”.

Exemplares já autografados poderão ser obtidos com exclusividade na Livraria Argumento do Leblon, situada na rua Dias Ferreira, 417, Rio de Janeiro.

Rosiska Darcy de Oliveira é a sexta ocupante da cadeira 10, eleita em 11 de abril de 2013. É escritora e ensaísta. Sua obra literária exprime uma trajetória de vida. Foi recebida em 14 de junho de 2013 pelo Acadêmico Eduardo Portella, na sucessão do Acadêmico Lêdo Ivo. Presidiu de 2007 a 2015 o movimento Rio Como Vamos de promoção da participação e responsabilidade cidadã. Foi vice-presidente de Cultura da Associação Comercial do Rio de Janeiro e é membro do Conselho Diretor da ACRJ, do Conselho Técnico da Confederação Nacional da Indústria e do Instituto Brasileiro de Defesa do Deficiente (IBDD), do PEN Clube do Brasil, do Conselho Científico do Museu do Amanhã.

 
22/02/2021

domingo, 21 de fevereiro de 2021

DIANTE DA LEI – Francisco Cândido Xavier




O espírito consciente, criado através dos milênios, nos domínios inferiores da natureza, chega à condição de humanidade, depois de haver pago os tributos que a evolução lhe reclama.

À vista disso, é natural compreendas que o livre arbítrio estabelece determinada posição para cada alma, porquanto cada pessoa deve a si mesma a situação em que se coloca.

És hoje o que fizeste contigo ontem. Serás amanhã o que fazes contigo hoje.

Chegamos no dia claro da razão, simples e ignorantes, diante do aprimoramento e do progresso, mas com liberdade interior de escolher o próprio caminho.

Todos temos, assim, na vontade a alavanca da vida, com infinitas possibilidades de mentalizar e realizar.

O governo do Universo é a justiça que define, em toda parte, a responsabilidade de cada um.

A glória do Universo é a sabedoria, expressando luz nas consciências.

O sustento do Universo é o trabalho que situa cada inteligência no lugar que lhe compete. A felicidade do Universo é o amor na forma do bem de todos.

O Criador concede às criaturas, no espaço e no tempo, as experiências que desejem, para que se ajustem, por fim, às leis de bondade e equilíbrio que O manifestam. Eis por que permanecer na sombra ou na luz, na dor ou na alegria, no mal ou no bem, é ação espiritual que depende de nós.

 

 

Espírito: EMMANUEL

Médium: Francisco Cândido Xavier

Livro: "Justiça Divina"

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PALAVRA DA SALVAÇÃO (222)

 


1º Domingo da Quaresma – 21/02/2021

Anúncio do Evangelho (Mc 1,12-15)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.

— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, o Espírito levou Jesus para o deserto. E ele ficou no deserto durante quarenta dias, e aí foi tentado por Satanás. Vivia entre os animais selvagens, e os anjos o serviam. Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 

https://liturgia.cancaonova.com

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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Pe. Roger Araújo:



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Quando o Espírito nos arrasta...

 


“E imediatamente o Espírito impeliu Jesus para o deserto...” (Mc 1,12)

É um privilégio iniciar este tempo litúrgico, intenso e forte, chamado “tempo quaresmal”, deixando-nos “arrastar” pelo mesmo Espírito de Jesus; tempo único que nos oferece a possibilidade de fazer uma estratégica parada, de buscar o deserto em meio ao cotidiano, de plantar os pés na terra firme do evangelho e assim viver um compromisso transformador em nossa realidade. Nesse espaço e nesse tempo de maior despojamento, podemos sair de nossas inércias, podemos deixar de lado nossas seguranças e comodidades para transitar por novas paisagens. Há muitos modos de fazer isso: assumir com seriedade esse momento, investir no cuidado interior, abster-nos do rotineiro para abrir-nos ao inesperado e surpreendente...

Enfim, Quaresma sempre indica um tempo especial, de crise-crescimento; hoje diríamos, de discernimento. E o que devemos discernir? Qual é o crescimento-maturação que o tempo quaresmal nos propõe? O discernimento implica, em primeiro lugar, uma escuta atenta e uma profunda sintonia com o mesmo Espírito que atuava em Jesus, para fazermos opções mais evangélicas, a serviço da vida. É o Espírito, força de vida e amor, que nos conduz ao deserto para “desintoxicar-nos” de um modo de viver atrofiado, imposto por um contexto social centrado na busca de poder e prestígio, com seus inimigos mortais da competição, do consumismo, do preconceito e que, lentamente, envenenam nossa vida, instigando-nos a romper as relações de comunhão e compromisso. É preciso, de tempos em tempos, sair de nossos espaços rotineiros e “normóticos”, deslocar-nos para os amplos espaços do deserto, lugar despojado de tudo, para ali viver de novo o encontro com a Voz e a Força que nos devolvem à vida, com outra inspiração. Ali, guiados pelo Espírito, teremos a oportunidade de aprofundar nossa relação com a Fonte do Amor que, depois, se expandirá numa nova relação com os outros e com a natureza. 

Neste ano, a CF está centrada no tema do “diálogo”; e o deserto quaresmal ajuda a limpar os canais de comunicação que estão obstruídos pelo excesso de gordura do nosso “ego”: auto-centramento, busca dos próprios interesses, vaidades,... Sabemos que o diálogo implica um des-centramento, uma saída de si, para escutar e acolher o outro na sua diferença. O diálogo entre diferentes nos humaniza. Aqui não há mais lugar para o julgamento, a suspeita, o fanatismo, a intolerância..., nas diferentes situações da vida: religiosa, social, política, cultural, racial... Dialogar é abrir-nos ao outro diferente, sair do nosso próprio mundo, criar vínculos com outras pessoas, conhecer seu modo de ser e pensar..., multiplicando assim os pontos de vista, para enriquecer-nos humanamente, dilatar os horizontes, crescer pessoalmente. 

Todo primeiro domingo da quaresma a liturgia nos conduz até o deserto, onde Jesus foi “tentado”. Tradicionalmente, as tentações de Jesus foram interpretadas num sentido moralizante; costumava-se dizer que Jesus nos queria dar o exemplo de fortaleza para nos ajudar a superar nossas tentações cotidianas. Tal interpretação não capta em toda sua profundidade o sentido das “tentações de Jesus”.

As tentações não são tanto uma “prova” a superar quanto um projeto que deve ser discernido. O que parece certo, teológica e historicamente, é afirmar que Jesus, depois do batismo, buscou o deserto para um tempo de discernimento, em oração, em solidão, diante do Pai que o proclamou seu Filho, sob o impulso do Espírito; de algum modo teve de refletir e discernir sobre qual seria seu estilo de messianismo que deveria assumir para sua missão, em sua vida pública. É um tempo de confronto interior, de crise.

A “crise” põe à prova sua atitude frente a Deus: como viver sua missão e a partir de quê lugar? buscando seu próprio interesse ou escutando fielmente Palavra do Pai? Como deverá atuar? dominando os outros ou pondo-se a seu serviço? buscando poder e sua própria glória ou a vontade de Deus?... 

As tentações são, pois, expressão da oferta de dois tipos de messianismos, dois projetos, duas lógicas que se opõem.

* Por um lado, está a lógica da auto-suficiência, da segurança, a partir do centro, a partir de cima, um messianismo triunfalista, evitando conflitos com o poder político e religioso, alheio ao sofrimento do povo; uma lógica que supõe adaptação ao “sistema”, ser servido antes que servir.

* E, por outro lado, aparece a lógica da solidariedade, a partir da margem e da periferia da sociedade política e religiosa, a partir do povo, a partir de baixo, vivendo a filiação e a confiança no Pai, em gratuidade, num estilo de simplicidade e pobreza alternativo ao “sistema”, optando por servir antes que ser servido; uma lógica de inclusão e de vulnerabilidade frente o sofrimento do povo, na linha do Servo de Javé e dos grandes profetas de Israel. 

Fruto da experiência batismal de sentir-se Filho e do discernimento do deserto, Jesus elege a lógica da solidariedade e do serviço, a partir dos últimos. Assim como foi “impelido” pelo Espírito ao deserto, Jesus se deixa conduzir pelo mesmo Espírito em direção às margens excluídas, às “periferias existenciais”.

A partir deste discernimento e opção, o messianismo de Jesus se manifesta como “diferente” daquilo que muitos esperavam em Israel. O fato surpreendente é que Jesus começa a falar e a agir a partir da margem geográfica, cultural, religiosa e econômica da Palestina: a Galiléia. Jesus rompeu com a família, afastou-se da vida normal que levava, iniciou uma vida itinerante e passou a viver a partir de um sonho: a utopia do Reino. Vivendo no meio de uma realidade conflituosa, de exploração, de desintegração das instituições, de injustiças... Jesus, unido ao Pai, torna-se aluno dos fatos, descobre dentro deles a chegada da hora de Deus e anuncia ao povo: “O tempo já se completou e o REINO de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”  (Mc 1,15). Ele vem realizar as esperanças do povo, despertadas e alimentadas ao longo dos séculos, pelos profetas. Com sua vida e sua palavra, Jesus interrompe o discurso dos especialistas sobre Deus. Ele não tinha uma instituição em que pudesse se apoiar; tudo brotava de dentro.

Enquanto todos tinham os olhos voltados para o centro (sobretudo para o templo de Jerusalém onde era elaborado o saber que ia se expandindo até chegar à menor das sinagogas), Jesus revela sua presença nas “periferias” do mundo. A partir daí, todos nós também devemos dirigir constantemente o olhar para as “novas periferias”, lugar onde Ele continua nos convocando.

“O discípulo-missionário é um des-centrado: o centro é Jesus Cristo que convoca e envia. O discípulo é enviado para as periferias existenciais. A posição do discípulo-missionário não é a de centro, mas de periferias: vive em tensão para as periferias” (Papa Francisco)

Quê significa “fronteiras geográficas e existenciais”? É preciso sair dos limites conhecidos; sair de nossas seguranças para adentrar-nos no terreno do incerto; sair dos espaços onde nos sentimos fortes para arriscar-nos a transitar por lugares onde somos frágeis; sair do inquestionável para enfrentarmos o novo...

É decisivo estar dispostos a abrir espaços em nossa história a novas pessoas e situações, novos encontros, novas experiências... Porque sempre há algo diferente e inesperado que pode nos enriquecer...  A vida está cheia de possibilidades e surpresas; inumeráveis caminhos que podemos percorrer; pessoas instigantes que aparecem em nossas vidas; encontros, diálogos, aprendizagens, motivos para celebrar, lições que aprenderemos e nos farão um pouco mais lúcidos, mais humanos e mais simples...

A periferia passa a ser terra privilegiada onde nasce o “novo”, por obra do Espírito. Ali aparece o broto original do “nunca visto”, que em sua pequenez de fermento profético torna-se um desafio ao imobilismo petrificado e um questionamento à ordem estabelecida.

Texto bíblico:  Mc 1,12-15 

Na oração: Quaresma é tempo para desintoxicação existencial: feridas mal curadas, fracassos, modos fechados de viver, intolerâncias, legalismos e moralismos, ...

- De quê você precisa se desintoxicar? De quê você precisa se alimentar ao longo deste tempo quaresmal?


Pe. Adroaldo Palaoro sj

https://centroloyola.org.br/revista/outras-palavras/espiritualidade/2271-quando-o-espirito-nos-arrasta

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A RESPEITO DE JESUS CRISTO




“Nome:

JESUS CRISTO!


Graduação:

FILHO DE DEUS!

 

Mestrado:

REI DOS REIS!

 

Doutorado: 

DONO DO UNIVERSO

 

Médico auxiliar: 

ESPIRÍTO SANTO!

 

Sua experiência:

CAUSAS IMPOSSIVEIS

 

Atendimento:

24 HORAS.

 

Sua especialidade:

OPERAR MILAGRES!

 

Seu instrumento:

FÉ!

 

Seu favor:

A GRAÇA!

 

Não publicou livro, mas é a parte mais importante do Livro mais vendido do mundo:

A BÍBLIA

 

Doenças que cura:

TODAS!

 

Preço do tratamento:

CONFIANÇA NELE!

 

Sua garantia:

ABSOLUTA!

 

Consultório:

TEU CORAÇÃO!



QUE ESSE MÉDICO TE VISITE HOJE!


Em química, Ele converteu a água em vinho; (João 2-1,11)

Em biologia, nasceu sem a concepção normal; (Mateus 1-18,25)

Em física, desmentiu a lei da gravidade, quando andou sobre as águas e subiu aos céus; 

(Marcos 6-49,51)

Em economia, Ele refutou a lei da matemática ao alimentar 5000 pessoas com somente cinco pães e dois peixes; e ainda fazer sobrar 12 cestos cheios. 

(Mateus 14-17,21)

Em medicina, curou os enfermos e os cegos sem administrar nenhuma dose de medicamento.

(Mateus 9-19,22 e João 9-1,15)

A história é contada antes DELE e depois DELE, Ele é o PRINCÍPIO e o FIM;

Ele foi chamado Maravilhoso, Conselheiro, o Príncipe da Paz, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores; (Isaías 9-6)

Na bíblia diz que ninguém vem ao Pai senão por Ele; Ele é o único caminho; 

(João 14-6)

Então... Quem é Ele?

Ele é JESUS!

Os olhos que leem esta mensagem não temerão o mal.

A mão que enviar esta mensagem, não trabalhará em vão.

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O MAIOR HOMEM DA HISTÓRIA: JESUS


Não tinha servos, no entanto O chamavam de Senhor

Não tinha nenhum grau de estudo, no entanto O chamavam de Mestre

Não tinha medicamentos, mas era chamado de médico dos médicos

Não tinha exército, mas reis O temiam

Não ganhou batalhas militares, no entanto, conquistou o mundo

Não cometeu nenhum delito, no entanto foi crucificado

Foi enterrado em uma tumba, no entanto, Ele vive!

Sinto-me honrado em servir a este líder que nos ama.


Esta mensagem fará bem a outras pessoas... Evangelize!

A Fé vem pelo ouvir a palavra de Deus”

 

(Recebi via Whats. Autoria não mencionada)

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sábado, 20 de fevereiro de 2021

CLUBE MILITAR COMENTA PRISÃO DE DANIEL SILVEIRA E DEFENDE TRATAMENTO SEMELHANTE CONTRA ESQUERDA



O Clube Militar publicou uma nota sobre o caso do deputado federal Daniel Silveira (PSL), que foi preso pelo STF nesta semana, “sem entrar no mérito das palavras” dirigidas aos integrantes da Corte

 

O Pensamento do Clube Militar

 

“Sem entrar no mérito das palavras dirigidas aos integrantes do STF, pelo Deputado Daniel Silveira, colocamos aqui algumas reflexões:

1. Por que outros pronunciamentos semelhantes, porém ditos por políticos e jornalistas de centro esquerda não são tratados como crime?

2. Por que ameaças abertas contra a vida do Presidente da República não são também tratadas como crime inafiançável?

3. Por que a liberdade de expressão só se aplica a esses mesmos indivíduos de centro esquerda?

4. Por que esses supostos crimes praticados pelos apoiadores do Presidente recebem alta prioridade nas investigações, enquanto crimes cometidos por aliados ideológicos ou denúncias contra os próprios Ministros do STF ficam sem investigação ou aguardando a prescrição?

5. Por que o Ministro Marco Aurélio ameaçou os Deputados, dizendo que em caso de relaxamento da prisão do Deputado Daniel Silveira eles prestariam contas com o povo, nas urnas, em 2022? Quem informou ao ilustre ministro que a população apoia as arbitrariedades do STF?

6. Por que os ilustres Ministros do STF pensam que apoiar o Regime Militar que foi instaurado a partir de 1964 é crime quando uma grande parcela da população tem saudades daquela época? A Democracia que temos hoje no Brasil começou em 1964....

7. Por que os amparados pelo Poder Judiciário continuam sendo os criminosos já condenados? Esses, em sua grande maioria, enquanto puderem sustentar os melhores advogados, jamais cumprirão suas penas, podendo, inclusive, realizar passeios fora do Brasil, enquanto os que usam suas línguas para falar não podem nem sair de casa (os de direita, é claro).

8. Por que os equipamentos do Adelio e de seus aliados não são periciados?

9. Finalmente, para não citar outras dezenas de exemplos, o crime propalado pelo STF e seus aliados de esquerda é referente a ameaças verbais, ou, na realidade, é por ser o acusado apoiador daquele que foi eleito pelo povo para governar o Brasil?

 

Gen Div Eduardo José Barbosa. Presidente do Clube Militar

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