Sacrário e hóstias do milagre em Lacerdina (MG).
Foto de Carangola Notícias
Luis Dufaur
Na manhã do domingo de 21 de fevereiro 2021, fortes chuvas
elevaram o nível do Rio Carangola que aumentava desde a sexta-feira (19 de
fevereiro).
Elas provocaram uma enchente que deixou debaixo d’água o
bairro Lacerdina, em Carangola, na Zona da Mata Mineira. O município está a 357
km de Belo Horizonte.
As águas invadiram a Capela Santo Antônio onde atingiram
mais de 2 metros de altura cobrindo inteiramente o pequeno sacrário onde fica
guardado o Santíssimo Sacramento.
Quando as águas desceram e se foi ver a dimensão do dano,
aliás previsível, os moradores locais ficaram pasmos.
Capela de Santo Antônio em Lacerdina onde se deu o
milagre
A água de fato cobriu totalmente o sacrário, mas as hóstias
consagradas que estavam dentro dele, numa âmbula de simples vidro, permaneceram
intactas e foram retiradas secas.
O fato correu pelas redes sociais. O fotógrafo Victor Marius,
morador de Carangola, em seu perfil de Facebook descreveu o acontecido
dizendo “que as hóstias permaneceram intactas demonstrando como nas
maiores adversidades Deus permanece o mesmo”.
É o segundo ano consecutivo que acontece a enchente, mas
esta foi “de proporções jamais vistas”, segundo Victor.
A Defesa Civil confirmou que esta foi a pior enchente
registrada na cidade, deixando cerca de cinco famílias desabrigadas e dezenas
de desalojados. Além de Carangola, outras cidades da região foram afetadas pelas
enchentes (Cfr. ACIDigital).
Fiéis ficaram surpresos com o que viram. Foto:
Victor Marius.
O jornal local “Carangola Notícias” acrescentou que grande
parte dos moradores perderam quase tudo que tinham.
O fato humanamente inexplicável não só comoveu os moradores
locais mas a todos os católicos que têm fé na presença real de Nosso Senhor
Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento e motivou muito reafervoramento nesse
dogma através das redes sociais.
Os Evangelhos de São Mateus (14, 22-33), São Marcos (6,
45-52) e em São João (6,16-21) contam que após alimentar miraculosamente uma
multidão de cinco mil seguidores que tinham ido ouvir sua palavra, Jesus mandou
os discípulos partir numa barca enquanto Ele ficava para rezar sozinho na
noite.
Mas, eis que no mar da Galileia “quando já era boa a
distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era
contrário”.
Os Apóstolos ficaram tomados de medo até que viram a figura
do Divino Mestre caminhando sobre as águas.
Ele então lhes disse: “‘Sou eu, não temais’. E subiu
para a barca, junto deles, e o vento cessou”.
O prodígio de Lacerdina nos rememora aquele divino feito e
nos ensina que por maiores que sejam os perigos e desgraças que o mundo passa
ou venha a passar, podemos depositar n´Ele com certeza a nossa esperança de
chegar a bom porto.
Com o projeto de publicação da obra Canto até Hoje, o poeta
Cyro de Mattos foi vencedor no Prêmio das Artes Jorge Portugal – Literatura –
2020, patrocinado pela Fundação Cultural da Bahia, no Programa Aldir Blanc. O
prêmio a que o poeta fez jus é de 40 mil reais, que serão empregados na
produção do livro Canto até Hoje, a ser publicado com o selo editorial da
Fundação Casa de Jorge Amado, de Salvador, na Coleção Casa de Palavras.
Com capa do
consagrado desenhista Juarez Paraiso, prefácio do crítico Oscar D’Ambrósio,
doutor em Artes da Universidade de Mackenzie, membro da Associação de Crítica
Internacional, (SP), Canto até Hoje é um alentado volume de oitocentas páginas,
constituído de livros publicados no Brasil e exterior, e ainda inéditos, além
de apresentar um conjunto de textos críticos assinados por Jorge Amado,
EduardoPortella, Helena Parente Cunha,
Assis Brasil, Mário da Silva Brito, Carlos Moisés, Hélio Pólvora, Graça
Capinha, Maria Irene Ramalho, Alfredo Pérez Alencart e outros.
Os livros
que compõemo volume Canto até Hoje são
esses: Cantiga Grapiúna,Lavrador Inventivo, No Lado Azul da Canção, Vinte
Poemas do Rio, Viagrária, A Casa Verde, Cancioneiro do Cacau,Os Enganos Cativantes, Vinte e Um Poemas de
Amor, Poemas Ibero-Americanos, Poemas deTerreiro e Orixás, O Discurso do Rio; os inéditos Nesses Rumores e
Mares, Agudo Mundo, Zurubundunga e Capanga de Sonetos;os traduzidos e editados no exterior Canti
della terra e dell’acqua,Poesie
Brasiliane della Bahia, Zwanzing Gedichte von Rio und Andere Gedichte, Donde
Estoy y Soy, De Tes Instants dans le Poème, IlBambino Camelô, Twenty River
Poems, The Green Housee Of Cocoa and
Water.
A
publicação de Canto até Hoje é uma edição comemorativa dos 60 anos de atividades
literárias do autor.
Acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira lança novo livro em evento virtual
A Acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira lançará seu novo livro, “Liberdade”, em um evento virtual promovido pela Editora Rocco em seu canal no Youtube. O evento acontecerá no dia 23 de fevereiro a partir das 18h. A nova obra oferece um voto de confiança no povo brasileiro, “cujo amor à liberdade se revela em sua diversidade, afeita em sua história à obrigação de negociar as diferenças e que se revela na obra de seus grandes artistas, nossos verdadeiros heróis”.
Exemplares já autografados poderão ser obtidos com exclusividade na Livraria Argumento do Leblon, situada na rua Dias Ferreira, 417, Rio de Janeiro.
Rosiska Darcy de Oliveira é a sexta ocupante da cadeira 10, eleita em 11 de abril de 2013. É escritora e ensaísta. Sua obra literária exprime uma trajetória de vida. Foi recebida em 14 de junho de 2013 pelo Acadêmico Eduardo Portella, na sucessão do Acadêmico Lêdo Ivo. Presidiu de 2007 a 2015 o movimento Rio Como Vamos de promoção da participação e responsabilidade cidadã. Foi vice-presidente de Cultura da Associação Comercial do Rio de Janeiro e é membro do Conselho Diretor da ACRJ, do Conselho Técnico da Confederação Nacional da Indústria e do Instituto Brasileiro de Defesa do Deficiente (IBDD), do PEN Clube do Brasil, do Conselho Científico do Museu do Amanhã.
O espírito consciente, criado através dos milênios, nos
domínios inferiores da natureza, chega à condição de humanidade, depois de
haver pago os tributos que a evolução lhe reclama.
À vista disso, é natural compreendas que o livre arbítrio
estabelece determinada posição para cada alma, porquanto cada pessoa deve a si
mesma a situação em que se coloca.
És hoje o que fizeste contigo ontem. Serás amanhã o que
fazes contigo hoje.
Chegamos no dia claro da razão, simples e ignorantes, diante
do aprimoramento e do progresso, mas com liberdade interior de escolher o
próprio caminho.
Todos temos, assim, na vontade a alavanca da vida, com
infinitas possibilidades de mentalizar e realizar.
O governo do Universo é a justiça que define, em toda parte,
a responsabilidade de cada um.
A glória do Universo é a sabedoria, expressando luz nas
consciências.
O sustento do Universo é o trabalho que situa cada
inteligência no lugar que lhe compete. A felicidade do Universo é o amor na
forma do bem de todos.
O Criador concede às criaturas, no espaço e no tempo, as
experiências que desejem, para que se ajustem, por fim, às leis de bondade e
equilíbrio que O manifestam. Eis por que permanecer na sombra ou na luz, na dor
ou na alegria, no mal ou no bem, é ação espiritual que depende de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo
Marcos.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, o Espírito levou Jesus para o deserto. E
ele ficou no deserto durante quarenta dias, e aí foi tentado por Satanás. Vivia
entre os animais selvagens, e os anjos o serviam. Depois que João Batista
foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e
dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo.
Convertei-vos e crede no Evangelho!”
“E imediatamente o Espírito impeliu Jesus para o deserto...” (Mc
1,12)
É um privilégio iniciar este tempo litúrgico, intenso e
forte, chamado “tempo quaresmal”, deixando-nos “arrastar” pelo mesmo Espírito
de Jesus; tempo único que nos oferece a possibilidade de fazer uma estratégica
parada, de buscar o deserto em meio ao cotidiano, de plantar os pés na terra
firme do evangelho e assim viver um compromisso transformador em nossa
realidade. Nesse espaço e nesse tempo de maior despojamento, podemos sair de
nossas inércias, podemos deixar de lado nossas seguranças e comodidades para
transitar por novas paisagens. Há muitos modos de fazer isso: assumir com
seriedade esse momento, investir no cuidado interior, abster-nos do rotineiro
para abrir-nos ao inesperado e surpreendente...
Enfim, Quaresma sempre indica um tempo especial, de
crise-crescimento; hoje diríamos, de discernimento. E o que devemos
discernir? Qual é o crescimento-maturação que o tempo quaresmal nos
propõe? O discernimento implica, em primeiro lugar, uma escuta
atenta e uma profunda sintonia com o mesmo Espírito que atuava em Jesus, para
fazermos opções mais evangélicas, a serviço da vida. É o Espírito, força de
vida e amor, que nos conduz ao deserto para “desintoxicar-nos” de um modo de
viver atrofiado, imposto por um contexto social centrado na busca de poder e
prestígio, com seus inimigos mortais da competição, do consumismo, do
preconceito e que, lentamente, envenenam nossa vida, instigando-nos a romper as
relações de comunhão e compromisso. É preciso, de tempos em tempos, sair de
nossos espaços rotineiros e “normóticos”, deslocar-nos para os amplos espaços
do deserto, lugar despojado de tudo, para ali viver de novo o
encontro com a Voz e a Força que nos devolvem à vida, com outra inspiração.
Ali, guiados pelo Espírito, teremos a oportunidade de aprofundar nossa relação
com a Fonte do Amor que, depois, se expandirá numa nova relação com os outros e
com a natureza.
Neste ano, a CF está centrada no tema do “diálogo”; e
o deserto quaresmal ajuda a limpar os canais de comunicação que estão
obstruídos pelo excesso de gordura do nosso “ego”: auto-centramento, busca dos
próprios interesses, vaidades,... Sabemos que o diálogo implica um
des-centramento, uma saída de si, para escutar e acolher o outro na sua
diferença. O diálogo entre diferentes nos humaniza. Aqui não há mais lugar para
o julgamento, a suspeita, o fanatismo, a intolerância..., nas diferentes
situações da vida: religiosa, social, política, cultural, racial... Dialogar é
abrir-nos ao outro diferente, sair do nosso próprio mundo, criar vínculos com
outras pessoas, conhecer seu modo de ser e pensar..., multiplicando assim os
pontos de vista, para enriquecer-nos humanamente, dilatar os horizontes,
crescer pessoalmente.
Todo primeiro domingo da quaresma a liturgia nos conduz até
o deserto, onde Jesus foi “tentado”. Tradicionalmente, as tentações de
Jesus foram interpretadas num sentido moralizante; costumava-se dizer que Jesus
nos queria dar o exemplo de fortaleza para nos ajudar a superar nossas
tentações cotidianas. Tal interpretação não capta em toda sua profundidade
o sentido das “tentações de Jesus”.
As tentações não são tanto uma “prova” a superar
quanto um projeto que deve ser discernido. O que parece certo,
teológica e historicamente, é afirmar que Jesus, depois do batismo, buscou
o deserto para um tempo de discernimento, em oração, em solidão, diante do Pai
que o proclamou seu Filho, sob o impulso do Espírito; de algum modo teve de
refletir e discernir sobre qual seria seu estilo de messianismo que deveria
assumir para sua missão, em sua vida pública. É um tempo de confronto
interior, de crise.
A “crise” põe à prova sua atitude frente a Deus: como viver
sua missão e a partir de quê lugar? buscando seu próprio interesse ou escutando
fielmente Palavra do Pai? Como deverá atuar? dominando os outros ou pondo-se a
seu serviço? buscando poder e sua própria glória ou a vontade de Deus?...
As tentações são, pois, expressão da oferta de
dois tipos de messianismos, dois projetos, duas lógicas que se opõem.
* Por um lado, está a lógica da auto-suficiência, da
segurança, a partir do centro, a partir de cima, um messianismo
triunfalista, evitando conflitos com o poder político e religioso, alheio ao
sofrimento do povo; uma lógica que supõe adaptação ao “sistema”, ser servido
antes que servir.
* E, por outro lado, aparece a lógica da solidariedade, a
partir da margem e da periferia da sociedade política e religiosa, a partir do
povo, a partir de baixo, vivendo a filiação e a confiança no Pai, em
gratuidade, num estilo de simplicidade e pobreza alternativo ao “sistema”,
optando por servir antes que ser servido; uma lógica de inclusão e de
vulnerabilidade frente o sofrimento do povo, na linha do Servo de Javé e dos
grandes profetas de Israel.
Fruto da experiência batismal de sentir-se Filho e do
discernimento do deserto, Jesus elege a lógica da solidariedade e do serviço, a
partir dos últimos. Assim como foi “impelido” pelo Espírito ao deserto, Jesus
se deixa conduzir pelo mesmo Espírito em direção às margens excluídas, às
“periferias existenciais”.
A partir deste discernimento e opção, o messianismo de
Jesus se manifesta como “diferente” daquilo que muitos esperavam em Israel. O
fato surpreendente é que Jesus começa a falar e a agir a partir da margem geográfica,
cultural, religiosa e econômica da Palestina: a Galiléia. Jesus
rompeu com a família, afastou-se da vida normal que levava, iniciou uma
vida itinerante e passou a viver a partir de um sonho: a
utopia do Reino. Vivendo no meio de uma realidade conflituosa, de
exploração, de desintegração das instituições, de injustiças... Jesus, unido ao
Pai, torna-se aluno dos fatos, descobre dentro deles a chegada da hora de
Deus e anuncia ao povo: “O tempo já se completou e o REINO de Deus está
próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!” (Mc 1,15). Ele
vem realizar as esperanças do povo, despertadas e alimentadas ao
longo dos séculos, pelos profetas. Com sua vida e sua palavra, Jesus
interrompe o discurso dos especialistas sobre Deus. Ele não tinha uma instituição em
que pudesse se apoiar; tudo brotava de dentro.
Enquanto todos tinham os olhos voltados para o centro (sobretudo
para o templo de Jerusalém onde era elaborado o saber que ia se expandindo até
chegar à menor das sinagogas), Jesus revela sua presença nas “periferias” do
mundo. A partir daí, todos nós também devemos dirigir constantemente o olhar
para as “novas periferias”, lugar onde Ele continua nos convocando.
“O discípulo-missionário é um des-centrado: o centro é Jesus
Cristo que convoca e envia. O discípulo é enviado para as periferias
existenciais. A posição do discípulo-missionário não é a de centro, mas de
periferias: vive em tensão para as periferias” (Papa Francisco)
Quê significa “fronteiras geográficas e existenciais”? É
preciso sair dos limites conhecidos; sair de nossas seguranças para
adentrar-nos no terreno do incerto; sair dos espaços onde nos sentimos fortes
para arriscar-nos a transitar por lugares onde somos frágeis; sair do
inquestionável para enfrentarmos o novo...
É decisivo estar dispostos a abrir espaços em nossa história
a novas pessoas e situações, novos encontros, novas experiências... Porque
sempre há algo diferente e inesperado que pode nos
enriquecer... A vida está cheia de possibilidades e surpresas; inumeráveis
caminhos que podemos percorrer; pessoas instigantes que aparecem em nossas
vidas; encontros, diálogos, aprendizagens, motivos para celebrar, lições que
aprenderemos e nos farão um pouco mais lúcidos, mais humanos e mais simples...
A periferia passa a ser terra privilegiada onde
nasce o “novo”, por obra do Espírito. Ali aparece o broto original do
“nunca visto”, que em sua pequenez de fermento profético torna-se um desafio ao
imobilismo petrificado e um questionamento à ordem estabelecida.
Texto bíblico: Mc 1,12-15
Na oração: Quaresma é tempo para
desintoxicação existencial: feridas mal curadas, fracassos, modos fechados
de viver, intolerâncias, legalismos e moralismos, ...
- De quê você precisa se desintoxicar? De quê você precisa
se alimentar ao longo deste tempo quaresmal?
O Clube Militar publicou uma nota sobre o caso do deputado
federal Daniel Silveira (PSL), que foi preso pelo STF nesta semana, “sem entrar
no mérito das palavras” dirigidas aos integrantes da Corte
O Pensamento do Clube Militar
“Sem entrar no mérito das palavras dirigidas aos
integrantes do STF, pelo Deputado Daniel Silveira, colocamos aqui algumas
reflexões:
1. Por que outros pronunciamentos semelhantes, porém
ditos por políticos e jornalistas de centro esquerda não são tratados como
crime?
2. Por que ameaças abertas contra a vida do Presidente da
República não são também tratadas como crime inafiançável?
3. Por que a liberdade de expressão só se aplica a esses
mesmos indivíduos de centro esquerda?
4. Por que esses supostos crimes praticados pelos
apoiadores do Presidente recebem alta prioridade nas investigações, enquanto
crimes cometidos por aliados ideológicos ou denúncias contra os próprios
Ministros do STF ficam sem investigação ou aguardando a prescrição?
5. Por que o Ministro Marco Aurélio ameaçou os Deputados,
dizendo que em caso de relaxamento da prisão do Deputado Daniel Silveira eles
prestariam contas com o povo, nas urnas, em 2022? Quem informou ao ilustre
ministro que a população apoia as arbitrariedades do STF?
6. Por que os ilustres Ministros do STF pensam que apoiar
o Regime Militar que foi instaurado a partir de 1964 é crime quando uma grande
parcela da população tem saudades daquela época? A Democracia que temos hoje no
Brasil começou em 1964....
7. Por que os amparados pelo Poder Judiciário continuam
sendo os criminosos já condenados? Esses, em sua grande maioria, enquanto
puderem sustentar os melhores advogados, jamais cumprirão suas penas, podendo,
inclusive, realizar passeios fora do Brasil, enquanto os que usam suas línguas
para falar não podem nem sair de casa (os de direita, é claro).
8. Por que os equipamentos do Adelio e de seus aliados
não são periciados?
9. Finalmente, para não citar outras dezenas de exemplos,
o crime propalado pelo STF e seus aliados de esquerda é referente a ameaças
verbais, ou, na realidade, é por ser o acusado apoiador daquele que foi eleito
pelo povo para governar o Brasil?
Gen Div Eduardo José Barbosa. Presidente do Clube Militar”