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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

ITABUNA CENTENÁRIA REFLETINDO: Cuide do seu falar...

Cuide do Seu Falar


Antes de falar... Escute...
Antes de escrever... Pense...
Antes de gastar... Ganhe...
Antes de julgar... Espere...
Antes de orar... Peça perdão... E também perdoe...
Antes de desistir... Tente...

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.

Algum tempo depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.

No tribunal, o homem disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal...
E o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel.
Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa.
Amanhã, volte para ouvir a sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel
que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! -respondeu o homem.
- O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar
e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais
consertar o mal causado.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

Queridos, "Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras".
Nunca se esqueça:
Quem ama não vê defeitos...
Quem odeia não vê qualidades...
No entanto, o verdadeiro amigo vê as duas coisas.
Sejamos senhores de nossas línguas para não sermos, escravos de nossas palavras!...

No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é... E, outras vão te odiar pelo mesmo motivo.
Acostume-se!...
Quem ama não vê defeitos... Quem odeia não vê qualidades...
E, quem é amigo... vê as duas coisas!...

Preste atenção em seus pensamentos, pois eles se tornarão palavras.
Preste atenção em suas palavras, pois elas se tornarão atos.
Preste atenção em seus atos, pois eles se tornarão hábitos.
Presta atenção em seus hábitos, pois eles moldarão seu caráter.
Preste atenção em seu caráter, pois ele determinará seu DESTINO!...

Mesmo que haja contrariedades ou adversidades, lute...
Supere tudo, e seja feliz...

(Autor desconhecido)



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A ORAÇÃO DE JANEIRO 2018 - Gilberto Orácio de Aguiar

Clique sobre a foto, para vê-la no tamanho original
Pai, nosso Deus da Paz, tu que moves os corações das pessoas para o bem.
Estamos iniciando um novo ano.
À nossa frente se abre uma estrada. Na mesma existem curvas, pedras, buracos e obstáculos.
 Temos planos e projetos. Mas não sabemos se iremos realizá-los, pois cada dia que se desabrocha para nós é uma caixinha de surpresas.
Por isso queremos convidar-te a caminhar conosco.
Fazendo essa caminhada ao nosso lado, sendo o nosso companheiro de viagem.
Um tempo novo nos é proposto, mas muitas coisas velhas continuam  a nos amedrontar.
Converte o nosso coração para a paz.
Permite que busquemos o teu Filho em meio a tantas luzes que nos ofuscam os olhos.
E que sua presença no meio de nós permita escolher o melhor caminho a seguir.
Em nome de Jesus, amém!

Pe. Gilberto Orácio de Aguiar


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BRASILEIRO RECLAMA DE QUÊ?

O brasileiro é assim…

1. – Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. – Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. – Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. – Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.
5. – Fala no celular enquanto dirige.
6. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7. – Para em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8. – Viola a lei do silêncio.
9. – Dirige após consumir bebida alcoólica.
10. – Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11. – Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12. – Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13. – Faz gato de luz, de água e de tv a cabo.
14. – Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15. – Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16. – Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17. – Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.
18. – Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19. – Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20. – Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21. – Compra produtos piratas com a plena consciência de que são piratas.
22. – Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23. – Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24. – Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25. – Frequenta os caça-níquéis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26. – Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis…. como se isso não fosse roubo.
27. – Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28. – Falsifica tudo, tudo mesmo.. Só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado…
29. – Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem…
30. – Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos?

Escandaliza-se com a farra das passagens aéreas?

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo… ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

Ou vai dizer que você nunca fez nada dessa lista? Heim?

Autor não mencionado

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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

PADRE OSMAR SE AFASTA TEMPORARIAMENTE DA DIOCESE DE ITABUNA

jan 2, 2018

O padre e monsenhor Osmar Raimundo Mateus se  afastou do cargo de pároco da Paróquia São Judas Tadeu, situada na Avenida Ilhéus em Itabuna (BA), onde atuava desde 2006.

Nesta primeira segunda-feira do ano, o  Bispo da Diocese de Itabuna, Dom Carlos Alberto dos Santos, esteve na Igreja Matriz de São Judas Tadeu, às 18h,  para a celebração religiosa juntamente com o padre Osmar Raimundo e os diáconos José Araújo e Trajano Osvaldo.

Na oportunidade, o Bispo falou o que é o Ano Sabático e explicou que a saída de padre Osmar estava sendo conversada há algum tempo. Segundo ele, existe na Igreja Católica o período conhecido como “Ano Sabático” em que os sacerdotes, a cada dez anos, têm o direito de afastar-se de sua missão paroquial por razões diversas, como estudos, orações e reflexão, até mesmo para o descanso e renovação de sua vida sacerdotal. É um tempo de parada, de escuta da voz de Deus e tem o único objetivo: estudar para que possa revisar a sua vida, silenciar, ouvir a voz de Deus, rezar mais um tempo, revigorar as forças para depois retornar ao trabalho, continuando a obra da evangelização e depois de um ano o sacerdote retornará para a sua diocese de origem.
  
Padre Osmar, muito emocionado, também prestou conta ao Bispo de algumas coisas como: entrega do carro da Paróquia, chaves, documentos entre outras obrigações e deveres para com a igreja e a diocese.

O Padre Osmar Raimundo Mateus foi ordenado sacerdote em 05/08/1991, totalizando 27 anos de serviço ao Senhor. O pedido de afastamento foi comunicado ao Bispo Dom Carlos Alberto no mês de setembro de 2017, através de uma Carta escrita pelo próprio padre. Padre Osmar segue para a cidade de Barbacena no interior de Minas Gerais, onde reside seus familiares. O bispo informou para os membros de pastorais, comunidades, paroquianos e fieis que as missas vão continuar acontecendo  nos mesmos horários.

Reportagem e fotos: Valdeni Elias
Edição de texto: Anara Passos (Comunicóloga- DRT 7574)
Confira as fotos em nossa pagina do Facebook. Clique aqui
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SENHORA DO AMANHECER - Rosiska Darcy de Oliveira

Senhora do amanhecer


O vento em Delfos zunia e eu pensava como é antigo e aflito o desejo de adivinhar o futuro. Deve ter sido esse barulho do vento que parecia uma voz contando ao Oráculo o que ninguém ainda sabia que levava os poderosos de então a buscar conselho de quem podia prever o amanhã. Tantos erros, tantas guerras, quem sabe levadas pelo errático conselho dos ventos. Fiz essas anotações no meu diário de bordo na primeira viagem que fiz à Grécia.

O desvalimento humano, a angústia diante da incerteza atravessaram os séculos, tão doloridos que, em todos os cantos da terra, uma bola de cristal ou uma simples vidente de subúrbio trazem um parco alívio a quem se pergunta o que vem por aí.
Diante do absurdo da morte há até mesmo quem aceite a promessa da vida eterna.

O que será de nós, questão fatal nesse limiar do Ano Novo, perguntam-se os brasileiros, jogando flores brancas ao capricho das ondas, esperando uma resposta amiga da Rainha do Mar.

A incerteza fez-se a regra do mundo, o princípio que rege todas as coisas e conviver com ela é o verdadeiro purgatório contemporâneo, sem que nenhum céu mais adiante seja de fato garantido, abandonados que somos ao jogo incerto do acaso e da necessidade. O destino se cumpre na medida em que se escreve, afirma um dos meus autores preferidos, o prêmio Nobel de medicina Jacques Monod.

O futuro não é uma história pronta que um vidente vai buscar em algum lugar secreto ou que o vento sussurra. O futuro não está em lugar nenhum, ele não existe senão como expectativa presente.
O futuro não está escrito senão na ilusão de jogadores que multiplicam apostas, ele é uma página em branco onde um autor imaginativo pode, a qualquer momento, escrever o improvável.

O jogo mais desafiante e paradoxal é o calculo das improbabilidades. Nada nos resta pois senão, a cada dia, fazer escolhas assumindo a autoria de nossos destinos. Não há que temer as encruzilhadas de um labirinto. Elas não são a certeza de um beco sem saída, são a oportunidade de fazer a boa escolha.

É pelas frestas da incerteza que se infiltra a esperança. A esperança não é um sentimento abstrato, uma prece passiva a um Deus silencioso e opaco. Se fosse, seria paralisante. Tampouco tem a ver com otimismo ou pessimismo. Estes estão mais próximos das certezas, do sim ou do não.

A esperança habita a terra de ninguém da incerteza onde o improvável não está excluído. A esperança tem vida própria e nos expulsa das cavidades da memória onde se escondem fundadas decepções. É ela que, quando um cansaço imenso busca o testemunho das desilusões, vira as costas e anuncia que viaja nua para o futuro. Afirma que os otimistas podem se enganar e que os pessimistas já se enganam no ponto de partida. Antes de partir, alerta: “tenho uma boa notícia”. E é ela que todos querem ouvir.
Ela, a senhora do amanhecer.

A esperança é arquiteta de destinos, é recusa de aceitar o mal como inexorável vitorioso, é teimosa e insolente. Não faz previsões otimistas ou pessimistas, constrói realidades, faz acontecer. A desesperança, sua irmã gêmea, também é construtora de realidades.
Ao reverso. É cúmplice do inimigo, ajuda a derrota.

Nesse fim de ano tenho sentido os brasileiros desesperançados. O momento presente é desanimador. Porém, projetar o presente no futuro é um equivoco que congela o tempo e ignora o legado do passado. Já vivemos dias piores, anos de chumbo e sombra. De lá para cá refundamos a democracia, vencemos a inflação, diminuímos as desigualdades.

Caímos em um pesadelo histórico. Não deixamos por isso de ser mais de 200 milhões de habitantes, vivendo em um imenso território, donos de bens naturais inestimáveis como a Amazônia e bacias hidrográficas de dar inveja a um mundo assombrado pela carência de água e de ar puro.

Uma cultura em que desaguaram três cosmogonias tão estranhas uma a outra, que há quinhentos anos negociam essas contradições com um sentimento de incompletude, buscando uns nos outros o que não somos e nos reconhecendo nessa gente original que nos tornamos, sedimentada por séculos de miscigenação, cuja identidade é um paradoxo, diversidade que se fez identidade e que conhece bem “a dor e a delícia de ser o que é”.

É essa cultura que nos une, esse país que nos irmana e essa identidade que nos salva. Que o ódio não abra suas asas mórbidas sobre nós. Que justiça seja feita reparando todo o mal que nos foi feito. Que todos os deuses do Brasil nos ajudem a preservar essa “estranha mania de ter fé na vida” e a construir um Ano Novo mais feliz. Feliz Ano Novo.

O Globo, 30/12/2017


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Rosiska Darcy de Oliveira - Sexta ocupante da cadeira 10 da ABL, eleita em 11 de abril de 2013, é escritora e ensaísta. Sua obra literária exprime uma trajetória de vida. Foi recebida em 14 de junho de 2013 pelo Acadêmico Eduardo Portella, na sucessão do Acadêmico Lêdo Ivo, falecido em 23 de dezembro de 2012.

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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

PRIMEIRO ANGELUS DE 2018: PAPA LEMBRA CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DA PAZ

SEGUNDA-FEIRA, 1 DE JANEIRO DE 2018

Papa sai em defesa de migrantes e refugiados, por um mundo “mais solidário e acolhedor”
Da redação, com Agência Ecclesia

“Não apaguemos a esperança no seu coração, não sufoquemos as suas expectativas de paz!”, diz Papa no Angelus / Foto: Reprodução VaticanNews

No Angelus desta segunda-feira, 1º, Solenidade da Santa Mãe de Deus, o Papa Francisco apelou à solidariedade para com os migrantes e refugiados, assinalando o 51º Dia Mundial da Paz.

“Que o Senhor nos permita trabalhar neste ano novo com generosidade, para realizar um mundo mais solidário e acolhedor. Convido-vos a rezar por esta intenção, enquanto, juntamente convosco, confio a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, o 2018 agora começado”, disse aos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, enfrentando a chuva, para a primeira recitação do Angelus neste novo ano.


“Desejo, mais uma vez, fazer-me porta-voz destes nossos irmãos e irmãs que invocam para o seu futuro um horizonte de paz”, referiu.

“Não apaguemos a esperança no seu coração, não sufoquemos as suas expectativas de paz! É importante que, da parte de todos, instituições civis, educativas, assistenciais e eclesiais, haja o empenho de assegurar aos refugiados, aos migrantes, a todos, um futuro de paz”, acrescentou.

Francisco sublinhou que, em busca desta paz, “direito de todos”, muitos migrantes e refugiados se mostram “prontos a arriscar a vida numa viagem que se revela, em grande parte dos casos, longa e perigosa, a sujeitar-se a fadigas e sofrimentos”, citando a sua mensagem para este dia.

Já após ter celebrado a Missa da solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, na Basílica de São Pedro, o Papa disse que a Virgem Maria desempenha “uma função muito especial”: “Coloca-se entre o seu Filho Jesus e os homens na realidade das suas privações, indigências e sofrimentos”.

“Intercede, consciente de que, enquanto mãe, pode, ainda mais, deve apresentar ao Filho as necessidades dos homens, especialmente os mais fracos e desfavorecidos”, prosseguiu.

Francisco deixou a todos votos de “todos os bens para o novo ano” e agradeceu as várias iniciativas promovidas em favor da paz e da convivência entre todos.

“Renovo o desejo de um ano de paz na graça do Senhor e com a proteção materna de Maria, a Santa Mãe de Deus. Um bom ano, bom almoço e não se esqueçam de rezar por mim”, disse, ao despedir-se dos peregrinos e visitantes, no Vaticano.



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PARA SER FELIZ – Augusto Cury

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade da receptividade.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz. E, quando você errar o caminho, recomece. Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

Nota: Trecho adaptado do livro "Dez leis para ser feliz", de Augusto Cury.


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