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sábado, 23 de novembro de 2019

CONSCIÊNCIA DA LUZ – Targon Darshan



Nós estamos
onde devemos estar!

Nós vivemos
o que devemos viver!

Nós mudamos
o que precisamos mudar!


 A vida - Este fenômeno de inigualável beleza precisa ser vivida de modo a se descobrir a forma ideal de existir, sem atrair negatividades. E desfazendo-se toda infelicidade vamos aprendendo com o tempo que possuímos duas vozes dentro de nós: A do ser externo e a do ser superior! É o ser externo que nos faz sofrer enquanto o ser superior é nossa conexão com o divino a nos guiar a uma condição de vida ideal.

Mais avançamos com atenção ao que transcende a matéria e vamos nos alimentando nas fontes da informação correta com o pensamento correto de especialização no conhecimento e uso das leis que regem o universo. Avançamos assim pela dedicação de nosso tempo ao que movimenta energias de refinada qualidade! “Eu ofereço fluidos calmantes com o perfume das rosas que percorrem o éter planetário, levando a inspiração da serenidade a todos que buscam solução para seus conflitos.”

A afirmação providencia a geração deste bem na dimensão paralela, influenciando esta dimensão. Isto é um exemplo das forças que podemos movimentar Pelo uso correto da vontade! E as vontades qualificadas a serviço do bem proporcionam aos seus geradores um sublime campo de proteção como uma estrada de luz a garantir ascensão.

Sempre nos visualizemos no centro de uma luz, sempre envoltos por um campo de sublimação amplificador de nossa potência espiritual. A conhecida expressão: EU SOU LUZ é uma onda de amor cósmico que irá nos manter em relação com o Eu Superior. Devemos constantemente fortalecer esta ligação... Dar forças ao EU verdadeiro e enfraquecer o EU ilusório. Isto não deve representar sacrifício algum. Apenas quando grossas camadas de ilusão precisam ser removidas.

A atitude da oração ou da mentalização pode parecer cansativa, porém, com a repetição da iniciativa cresce o poder e aumenta o entusiasmo. Nós somos seres de grande força, mas permitimos a drenagem destas forças para as ilusões do mundo! Como a assiduidade do enfermo consciente da necessidade de tomar medicação, busquemos de forma simples e constante o contato e a emanação da luz cósmica envolvendo-nos e expandindo-se para a psicosfera planetária.

É extraordinário pensar como nossa dedicação ampliará nosso campo áurico, tornando-nos cada vez mais estabelecidos em uma vibração superior. A providência deste poder está muito relacionada a um estado de relaxamento. Portanto vamos exercitar este dom agora serenando a mente, liberando as tensões. Respiremos o oceano de energia que nos cerca em forma de atmosfera... Aceitando que a presença de Deus está em cada átomo, em cada partícula! Aceitando que a presença de Deus  está em toda parte! Respiramos com profundidade e a paz toma conta de nós cada vez mais profundamente.

Repetimos:
EU SOU LUZ!
EU SOU LUZ!
EU SOU LUZ!

E vemos que em nossa mente surge a imagem de nós mesmos cercados por uma doce claridade, e este campo vai sendo expandido cada vez mais. Nós estamos onde devemos estar! Nós vivemos o que devemos viver! Nós mudamos o que precisamos mudar! E a paz será sempre o resultado de nossa conexão com esta potência de luz. Da luz nunca nos afastamos. Na luz vivemos. De luz nos alimentamos. Vemo-nos em recantos naturais  envoltos em luminosidade, e agradeçamos por poder contar com esta luz. Dissipadas são quaisquer energias que possam nos perturbar!

Somos livres e puros! Somos a presença universal em experiência neste tempo. E vamos para muito além sublimando cada vez mais a expressão do nosso ser. Entendamos que de várias partes de nosso corpo emanam-se as cores do arco-íris. E este prisma em nós gerado, desprende-se e avança em todas as direções. Irradiamos uma delicada explosão de cores que vai abençoar nosso mundo e todos os seres com a sublimação de nossas virtudes, dos nossos dons, de nossa natureza divina.

Viajam as cores para o centro da Terra! Viajam para o alto! Percorrem os campos e as cidades! Percorrem o astral da Terra! Mergulham nos oceanos! Com leveza e equilíbrio, nós sabemos... Nós sentimos que este prisma  que agora visualizamos, assim se manifestou para o bem de toda a humanidade. E respiremos com satisfação... Inspiremos e expiremos com a alegria de crescer, enviando ondas de harmonia para o bem global. Que esta perfeita paz seja mantida e que nosso espírito permaneça íntegro diante de qualquer situação.

Contaremos sempre com a luz mantenedora do nosso campo de sublimação.

Luz para você!
Paz para você! 
Amor para você!


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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

O SANTÍSSIMO SACRAMENTO E A DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM – Plinio Corrêa de Oliveira


13 de novembro de 2019
A Comunhão da Virgem – Giacinto Gimignani, séc. XVII. Museu de Belas Artes, Marselha

ESSA DEVOÇÃO, TÃO CARACTERÍSTICA E TÃO RADICADA NO BRASIL, HÁ DE NOS SALVAR 
 ➤  Plinio Corrêa de Oliveira 

No momento em que a iniquidade está chegando ao seu cúmulo, a graça e a misericórdia de Deus chegam ao seu cúmulo também. À fortaleza do vício e do mal, Deus opõe uma indômita fortaleza do bem.

O triunfo da Igreja Católica dar-se-á no mundo moderno, certamente pelo embate gigantesco entre as forças pequenas do bem e as forças enormes do mal. Será o triunfo da Sagrada Eucaristia, fonte de graça aberta para o mundo pela intercessão de Nossa Senhora, que rezando sempre a Jesus Eucarístico, consegue para nós as graças de que precisamos.

Esse papel da Sagrada Eucaristia no mundo moderno faz pensar em Nossa Senhora. E como não se pode falar em triunfos e em graças sem falar n’Ela, que é a medianeira necessária, posso afirmar que um dos dons mais preciosos da Sagrada Eucaristia para o mundo é a devoção a Nossa Senhora. Essa devoção, tão característica e tão radicada em nossa Terra de Santa Cruz, há de salvar o Brasil.

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Excertos de uma conferência de Plinio Corrêa de Oliveira, proferida na “Semana Eucarística de Campos” (RJ), em 23-4-1955. Esta transcrição não passou pela revisão do autor.


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O QUE SIGNIFICA... Nilton Stemp


O que significa


Sarney me ensinou o que significa incompetência.

Collor me ensinou o que significa desonestidade.

Itamar me ensinou o que significa isenção.

FHC me ensinou o que significa traição.

Lula me ensinou o que significa corrupção.

Dilma me ensinou o que significa ignorância.

Temer me ensinou o que significa mal caratismo.

Eu não condeno nenhum deles.

Eles também nos ensinaram outras coisas, como por exemplo, que precisamos ser fortes, que devemos nos indignar com o que é errado e que temos que nos unir, para garantir o futuro de nosso país e das próximas gerações.

Eu, particularmente, agora sei quem são os juízes do STF, o que é o Foro de São Paulo, o que é a Rede Globo e o que significa "toma lá dá cá".

Todos os ex-presidentes do Brasil foram um mal necessário e aos poucos acabaram forjando uma nova geração de brasileiros, vestidos de verde e amarelo, de verdade!

Falta muito a aprender? Sim, falta!

Mas eu aprendi que vale a pena acreditar!
Que vale muito apostar na honestidade!
Na dignidade
Na honra e no Amor de Verdade.

Onde quer que você esteja, aquele abraço, e se espirrar, SAÚDE!

Extraído (com pequena modificação) do texto de Nilton Stemp.


(Recebi via WhatsApp)

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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

FAÇA AMOR NÃO FAÇA GUERRA - Arnaldo Niskier


Maurício Sherman foi um amigo querido. Produtor, ator e diretor de rádio, TV e teatro, teve uma vida profissional de muitos e retumbantes êxitos. Trabalhou praticamente em todas as televisões do Rio de Janeiro e deixou em todas elas profundas marcas de competência. Na Manchete, lançou Xuxa e Angélica, dando vida ao Clube da Criança. Na Globo foi responsável pelo sucesso de “Faça humor não faça guerra”, “Zorra Total”, a direção de “Chico Anísio Show” e alguns pitacos bem sucedidos nos espetáculos de Renato Aragão. É preciso dizer mais?

Do nosso bom convívio, nasceram sucessos marcantes, como os musicais “Evita” e “Carmen”, que levaram milhares de pessoas ao Teatro João Caetano. A direção segura desses espetáculos, garantida por Sherman, era uma tranquilidade para os seus produtores. Em todas as cenas, protagonizadas por artistas como Cláudia e Marília Pêra, sentia-se a mão genial do grande diretor.

Maurício Sherman, depois de uma experiência em rádio, entregou-se de corpo e alma ao teatro e à televisão. Foi pioneiro também no teatro israelita desde os primórdios vividos na sua amada Niterói.

Faleceu aos 88 anos de idade quando ainda se poderia esperar muito do seu indiscutível talento. Como disse o Boni, “ele é a própria história da televisão brasileira”. No caso da TV Globo, foi o criador do “Fantástico” (sucesso de 30 anos) e do bem sucedido “Vídeo Show”, sempre com geniais pitadas de bom-humor. Difícil é ter quem a ele se compare.

Na TV Manchete, cheguei a acompanhar de perto o seu trabalho. Os shows por ele criados tinham “cheiro de Broadway”, sua fascinação. Por isso aproveitava os seus raros momentos de folga para viajar aos Estados Unidos, em busca de qualidade em seu trabalho. E trazia sempre boas ideias.

Foi dele a sugestão de criar o “Debate em Manchete”, aos domingos à noite, por mim apresentado durante quase 10 anos. Rigoroso em tudo o que fazia, exigiu cenários maravilhosos (elaborados por Arlindo Rodrigues) e uma iluminação especial. Isso garantiu um bom IBOPE ao programa.

A genialidade de Maurício Sherman fará falta à televisão brasileira. Mas ficará entre nós, além do exemplo de um bom amigo, uma soma apreciável de programas que ele conduziu com incrível maestria.

O Globo, 03/11/2019


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Arnaldo Niskier - Sétimo ocupante da Cadeira nº 18 da ABL, eleito em 22 de março de 1984, na sucessão de Peregrino Júnior e recebido em 17 de setembro de 1984 pela acadêmica Rachel de Queiroz. Recebeu os acadêmicos Murilo Melo Filho, Carlos Heitor Cony e Paulo Coelho. Presidiu a Academia Brasileira de Letras em 1998 e 1999.

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O ECONOMISTA GUSTAVO FRANCO É O PALESTRANTE DA TERCEIRA CONFERÊNCIA DO CICLO “EM BUSCA DE NOVOS HORIZONTES: ECONOMIA E DISCIPLINAS AFINS”


A Academia Brasileira de Letras dá continuidade ao seu Ciclo de Conferências do mês de novembro, intitulado Em busca de novos horizontes: economia e disciplinas afins, com palestra do economista Gustavo Franco. O tema escolhido é Economia e Literatura. A coordenação é do Acadêmico e economista Edmar Bacha. O evento será realizado no dia 21 de novembro, às 17h30, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson, 203 – Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.
A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora-geral dos Ciclos de Conferências de 2019.
Os Ciclos de Conferência, com transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, têm o patrocínio da Light.
 Serão fornecidos certificados de frequência.
 A intitulação Em busca de novos horizontes: economia e disciplinas afins, segundo o Acadêmico Edmar Bacha, refere-se à relação da Economia com outras disciplinas, como História, Literatura e Direito.
O Ciclo de Conferências Em busca de novos horizontes: economia e disciplinas afins terá mais uma palestra, na quinta-feira, dia 28/11, no mesmo local e horário, com a conferencista Elena Landau, sobre o tema Economia e Direito.
 O Conferencista
Gustavo H. B. Franco está entre os mais importantes e influentes economistas do país. Começou sua carreira no setor público em maio de 1993, como Secretário Adjunto de Política Econômica quando Fernando Henrique Cardoso assumiu o Ministério da Fazenda.
Foi presidente do Banco Central do Brasil e também diretor da Área Internacional do Banco Central entre 1993 e 1999. Teve participação central na formulação e operacionalização do Plano Real, bem como nos debates associados à estabilização e às reformas que se seguiram.
Depois de deixar o Banco Central, fundou a Rio Bravo Investimentos, instituição líder em investimentos alternativos no Brasil. Com cerca de R$ 13 bilhões sob gestão, a Rio Bravo está associada, desde 2016, à Fosun, um dos mais destacados grupos privados chineses.
Participa e participou de diversos conselhos consultivos e de administração (empresas como NuBank, Banco Daycoval, Pottencial Seguradora, Unik, BM&FBovespa, Via Varejo, Telemig entre outras), é professor do Departamento de Economia da PUC-Rio (desde 1986) e escreve regularmente para O Globo e O Estado de S. Paulo.
Franco organizou diversos livros sobre intersecções entre economia e literatura reunidos em uma coleção iniciada em 2005 dos escritos de Machado de Assis, Fernando Pessoa, Goethe e Shakespeare.
É bacharel (1979) e mestre (1982) em economia pela PUC do Rio de Janeiro e PhD (1986) pela Universidade de Harvard.

Leitura complementar
Para consultar mais materiais como os citados, acesse o link abaixo e visite os "Levantamentos bibliográficos" realizados para este evento.


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terça-feira, 19 de novembro de 2019

CARTA ABERTA AO EXCELENTÍSSIMO SR. PRESIDENTE DA CÂMARA - Padre David Franscisquini


19 de novembro de 2019
Reproduzimos a seguir uma carta aberta que o Pe. David Franscisquini — sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria, em Cardoso Moreira (RJ) — enviou ao Dep. Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados.

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Prezado Senhor Rodrigo Maia,

          Permita-me fazer algumas apreciações e, ao mesmo tempo, demonstrar minha indignação pela maneira como vem sendo conduzida a política brasileira, de modo particular pelas duas casas legislativas, cuja Câmara dos Deputados é presidida pelo senhor.

          Como sacerdote no interior do Estado do Rio de Janeiro, no meu contato direto com os paroquianos posso afirmar que as ponderações que farei são compartilhadas por grande parte deles que anelam todo o bem que se possa fazer por esse Brasil, nascido sob o signo da Cruz.

          De um fato, estou seguro, a maioria absoluta da população brasileira está desagradada e desaprova a maneira de os nossos deputados e senadores conduzirem o processo de recuperação moral e institucional do País desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro.

          Pelo que tenho ouvido, a postura do Parlamento tem decepcionado e muito o público brasileiro, que percebe a má vontade de seus representantes em votar projetos originários do poder executivo, ora desfigurando-os, ora desidratando-os, ora postergando as suas votações.

          Desapontamento esse que não atinge apenas questões econômicas, mas sobretudo àquilo que diz respeito à ordem moral e familiar. Sendo a família a “célula mater” da sociedade, com ela esfacelada não haverá ordenação harmônica, estável e duradoura possível na vida social.

          Para o magistério tradicional da Igreja não se pode violar o direito fundamental do ordenamento familiar, pois sem ele os desígnios mais altos do bem-estar e a própria sobrevivência da sociedade estariam comprometidos. E a essência familiar é constituída por um homem e uma mulher, e isso foi determinado por Deus ao criá-los, dizendo: crescei e multiplicai-vos e enchei toda Terra.

         Foi uma vitória quase miraculosa o povo brasileiro ter tirado do poder a esquerda que há décadas vinha meticulosamente destruindo os valores morais de nossa sociedade, não só pelo péssimo exemplo que davam, mas também por leis cada vez mais permissivas, tornando-a frágil, degradada e sem qualquer perspectiva de futuro.

          Nos últimos anos do PT, tais desvios já vinham se conformando em perseguição religiosa àqueles que por dever de consciência religiosa reagissem contra a introdução de leis sobre homofobia, identidade de gênero, aborto, equiparação do casamento monogâmico entre um homem e uma mulher com as uniões de pessoas do mesmo sexo e adoção de crianças pelos mesmos.

          Nesse contexto, foi criado um ambiente favorável ao vício, à delinquência e à corrupção generalizada, que em contrapartida inibia a virtude, a honra e a dignidade da grande maioria dos brasileiros. Com efeito, tudo caminhava para o descalabro e para o caos. Infelizmente, o câncer que carcomia a ordem não foi totalmente extirpado.

         Suas metástases ainda seguem fazendo estragos não pequenos nas duas Casas Legislativas, frustrando assim os mais nobres anseios da sociedade. É dever dos governantes exercerem seu poder dentro dos parâmetros da justiça à procura do bem-estar social. Isto, Sr. Deputado, é um princípio universal e tem demonstrado que, quando bem cumprido, traz desenvolvimento, paz e progresso moral e material para as nações.

          Caso tal princípio não seja observado, ocorrerá exatamente o contrário, só trará desgraças, atrasos e até convulsões sociais, como afirma Santo Agostinho em sua obra “A Cidade de Deus”, quando as nações violam a Lei de Deus, não existindo céu nem inferno para as mesmas, o prêmio ou castigo será conquistado nesse mundo, como podemos constatar hoje na Venezuela!

          Exemplos patéticos foram as ditaduras comunistas e nazistas do século passado, e que ainda perduram neste tão conturbado início deste milênio. Esperamos bem que nessa fase da vida pública brasileira, nossos políticos — muitos deles imbuídos de ideologias ateias e comunistas — não continuem nos conduzindo por essas vias tenebrosas. Estaremos atentos e dispostos a cumprir nosso dever diante do Criador a fim de evitar tal desgraça para nossa Pátria. Disso Vossa Excelência pode estar seguro, pois o povo brasileiro já deu provas concretas de sua determinação e coragem.

          Com efeito, os valores morais e civilizatórios advindos do Cristianismo são as bases de uma sociedade sadia. Basta conhecer um pouco da história da civilização ocidental para perceber o quanto a Igreja Católica contribuiu para tirar as nações europeias do verdadeiro caos advindo com a queda do Império Romano em meados do século V.

          Ao longo dos séculos, os ensinamentos cristãos foram pouco a pouco transformando os costumes e as leis pagãs, substituindo-as pelos sábios ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Inúmeros frutos atestam a transformação em todos os ramos e atuação do homem, tanto no campo intelectual, quanto no espiritual, assim como na arte, nos costumes, nas leis, na política, na vida familiar, que ninguém pode negar ou subestimar o valor histórico da ação benfazeja da Igreja em todos os setores da vida do homem.

          Ninguém tem o direito de destruir esta grande conquista da humanidade, que foi a cristianização dos costumes e das leis, pois retornaríamos ipso facto à barbárie. E o bom senso popular proclama que é exatamente esse o desejo da esquerda para o Brasil, pelo papel de relevância que o nosso País vem ocupando no concerto hodierno das nações. Ao observar as discussões que ora vêm ocorrendo no Senado e na Câmara, pode-se concluir que — infelizmente — nada de relevante vem sendo feito para a construção de nosso futuro, pelo contrário, o boicote é total.

         Volto a afirmar que o fundamento da sociedade é a família. Ela só será bem constituída se for nos moldes cristãos, ou seja, monogâmica e indissolúvel, que é direito dos pais formarem seus filhos dentro da moralidade. Tudo o que fugir disso é inaceitável e fatalmente, cedo ou tarde, nos conduzirá à ruína.

          Atualmente são tantos os fatores de degradação que podem colaborar para abalar a família, que é dever imperioso dos legisladores zelarem pela sua fundamental proteção e defesa. Tenham certeza de que não é fazendo concessões aos erros modernos que poderão salvá-la, na verdade, isso só a enfraquecerá mais.

         No preâmbulo de nossa Constituição está dito que mesma foi promulgada sob a proteção de Deus. Sendo assim, as leis devem ser conformes com a Sua santa vontade. Caso contrário não proporcionarão a harmonia, a paz e o progresso almejado por todos.

         Apenas para constar, mais uma observação. A mídia, pelo menos a grande imprensa escrita ou televisiva está cada vez mais desacreditada, porque tem corroborado no sentido de destruir os valores da civilização cristã em nossa sociedade. Felizmente a população ordeira e laboriosa tem tido opções no acesso à informação idôneas e de qualidade, sem o cunho político esquerdista e marxista que domina nas TVs abertas, por meio das redes sociais, e isso foi uma conquista. O Brasil espera que os nossos legisladores não queiram votar leis que possam cercear a liberdade de expressão e o acesso à informação idônea e de qualidade.

         Nascido sob o signo da Cruz, o primeiro ato oficial do Brasil foi a celebração da Santa Missa. Nascido cristão, assim deveremos nos manter numa nação soberana, imponente e varonil. Pedimos a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, que vele pelo povo brasileiro, e ilumine os nossos governantes a fim de que façam uma administração dentro dos valores morais e cristãos, assegurando para esta grande nação e a este povo ordeiro, laborioso e pacífico um futuro de paz, harmonia e autêntico progresso.


Padre David Franscisquini
Cardoso Moreira, 16 de novembro de 2019


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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

NÃO CONTEM PRO LULA - Fernando Fabbrini


“Atordoados pelos resultados das urnas de 2016 e 2018, sobrou para os derrotados, no sonho de um retorno ao poder, manter um retrato negativo do país com fins eleitoreiros.”

14/11/19  
Foto: Helvio

Ao final da Segunda Guerra, os generais de Hitler, certos da derrota inevitável, poupavam o combalido ego do “führer” de novos dissabores. Temerosos, peneiravam as más notícias que chegavam ao bunker, deixando o ditador convenientemente iludido.

Na comédia “Adeus, Lênin”, uma velha senhora comunista entra em coma e não presencia a derrubada do Muro de Berlim. Ao despertar, tempos depois, a capital alemã já era outra. Com dó da mãe, seu filho esconde dela os últimos acontecimentos, fazendo-a crer que Berlim Oriental continuava como sempre: atrasada, feia e comunista.

Os discursos do ex-presidente assim que ele saiu da cadeia fizeram-me lembrar ambas as histórias. Preso por mais de um ano, paparicado e endeusado pela militância, Luiz Inácio colecionou elementos para criar uma avaliação equivocada de si mesmo, de sua influência, de seu carisma e – o mais grave – do Brasil que seguiu em frente.

Prisão não é fácil mesmo, embora a dele fosse cheia de regalias. Certamente, todos que o visitavam enfeitavam as grades com elogios, esperanças, exortações à “resistência”, recados carinhosos – tudo perfeitamente compreensível, até por questões humanitárias. O problema é que, ao saírem, tais visitantes deixavam o ex-presidente em uma companhia desonesta: a imagem congelada de um passado recente. Atordoados pelos resultados das urnas de 2016 e 2018, sobrou para os derrotados, no sonho de um retorno ao poder, manter um retrato negativo do país com fins eleitoreiros. No entanto, esqueceram-se de que os responsáveis por tal desastre eram eles mesmos.

Assim, a esquerda continuará ofegante, soprando as brasas indispensáveis ao calor costumeiro de seus discursos. Pergunta: quem ainda se inflamará com isso, além dos de sempre? Pouco a pouco, novos ventos arejam a vida do brasileiro. Surgem boas notícias; a maioria quase sempre ignorada pela grande imprensa. Jornalista que não sou – mas apenas um cidadão que gosta de escrever –, listei alguns indicadores interessantes.

A Caixa Econômica vai fechar o ano de 2019 com um lucro maior que o dos bancos Bradesco e Itaú. As alíquotas de importação de 498 bens de capital e 34 bens de informática e telecomunicações foram zeradas. A taxa de crédito imobiliário se aproxima do nível menor da história. A construção civil captou R$ 4,4 bilhões na Bolsa e prepara uma expansão marcante. Bilhões de dólares do exterior virão para revolucionar nossa infraestrutura ferroviária.

A Embraer saiu do prejuízo e lucrou R$ 26 milhões no segundo trimestre; a receita líquida cresceu 19%. Um site especializado mostra que o Brasil registrou uma queda de 22% nas mortes violentas no primeiro semestre do ano – e continua baixando. O INSS passou um pente-fino em benefícios suspeitos; cancelou 254 mil deles e poupou R$ 4,37 bilhões na brincadeira.

Fábricas de caminhões e implementos agrícolas agora só aceitam encomendas para entrega em 2021. Vem aí uma produção recorde de grãos – previstos 245,8 milhões de toneladas, 3,9 milhões a mais em relação à safra anterior. Estamos brilhando na produção de café, ovos e leite, este último com destaque para Minas Gerais. Novos mercados internacionais se abrem.

Movimentos como o MST – aqueles que estripavam vacas prenhes por motivos ideológicos – sumiram.

O Banco do Brasil anuncia lucro líquido de R$ 4,543 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 33,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O famigerado risco país atingiu o menor nível desde 2013. Taxa Selic nos 5%. Inflação controlada. Em consequência, o desemprego começa a cair; 
devagar, mas vai.

Que bom, hein? Então, não contem nada disso pro Lula. É sacanagem.


AUTOR
Fernando Fabbrini
Escreve todas as quinta-feiras no caderno Magazine, de O Tempo


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