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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

TICIANO LEONY LANÇA SEU QUINTO LIVRO





Cafundó – Tempo de Vingança será lançado no próximo dia 18 de outubro


No próximo dia 18 de outubro, a partir das 18 horas, no restaurante Casa de Tereza, Ticiano Leony lança seu quinto livro. Batizado de Cafundó – Tempo de Vingança a obra foi dividida em 17 capítulos, a vingança é a base da trama.

Tudo começa com a fuga de um sertanejo da seca, indo de uma região ao norte de Alagoas, quase Pernambuco e chega à região sudoeste da Bahia onde reina o cacau. Vivendo literalmente destes frutos, tem com a filha de um cacauicultor de médio porte seis filhos, duas moças e quatro rapazes.

Para educar os filhos, o casal os envia para morar em Vitória da Conquista. Lá eles se transformam em ladrões de automóveis e de cargas de caminhões. Acabam descobertos por um casal jovem e resolvem, por influência de um deles, praticar uma “queima de arquivo”. Mas os jovens tinham família conhecida e querida. Amigos que promovem a vingança pela morte dos dois, eliminando toda a família, um a um.

“Ticiano Leony nos conta esta história como quem está numa varanda em noite chuvosa, ao lado dos seus ouvintes, trazendo de memória um grande caso. Assim acompanhamos a trajetória da família Macedo na zona rural de Vitória da Conquista, que consegue sair da pobreza deixando atrás de si um rastro de pólvora”, disse Saulo Dourado, que assina a orelha do livro.

De acordo com Ticiano Cafundó é qualquer lugar perdido entre vales de difícil acesso. No caso é uma alusão figurada a um lugar aonde a verdade não chegou, mas onde a vingança fez morada.
Desenvolvido a partir de um caso de polícia jamais resolvido, envolve personagens imaginários para dar solução ao caso. “É uma obra de ficção, embora plausível. Sendo um livro curto, não há muito o que resumir sob pena de contar a história toda. Envolve amor, desprezo, ira, comiseração, desespero, lágrimas e fracassos. Há de ler, para entender até que ponto vai o rancor que alimenta a vingança”, disse o autor.

“As obras de Ticiano Leony apresentam um relevante contexto histórico e cultural, relatando com perfeição os costumes e a arquitetura social dos grapiúnas, com síntese apurada sobre hábitos alimentares, vida religiosa e familiar, expondo o comportamento de trabalhadores, fazendeiros, oficiais, profissionais liberais e um sem número de artífices da esfera popular, merecendo do leitor anotações que irão enriquecer seu pensamento”, disse a juíza de direito, Nícia Olga Andrade Dantas, que assina a orelha do livro.

De acordo com a juíza, o escritor retrata fielmente o linguajar regional e transmitindo ao leitor informações inéditas, é primoroso nos detalhes e nas descrições de fatos e do ambiente, da natureza exuberante e dos hábitos do cotidiano.

Este é o quinto livro de Leony, que é engenheiro formado pela Universidade Federal da Bahia, já foi fazendeiro e empresário.  O primeiro foi batizado “Baraqueçaba, casos do acaso”.
O segundo “Orobó, o périplo apoteótico de um sertanejo assinalado”. O terceiro “Serinhaém – azul do mar profundo” e o quarto “Pirangy, um caso escuso”,todas publicadas e editadas pela Caramurê publicações.

Ticiano é um escritor que com maestria permeia entre a ficção e a realidade. Seu talento entusiasma o leitor, fazendo que este mergulhe no seu universo criado ou real”, disse Fernando Oberlander da Caramurê Publicações.


Serviço 

O quê: Cafundó -Tempo de Vingança
Quando: 18 de outubro
Dia e Horário: (Quinta-feira) 18 horas
Onde: Casa de Tereza
Endereço: Rua Odilon Santos, 45 - Rio Vermelho
Autor:  Ticiano Leony
Editora: Caramurê Publicações
Paginas: 123
Valor: R$ 42,00

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NOBEL DE ECONOMIA VAI PARA DUPLA DOS EUA


William D. Nordhaus e Paul M. Romer receberam o prêmio por seus estudos sobre economia sustentável e sobre crescimento econômico a longo prazo.

Por G1
08/10/2018
Paul M. Romer e William D. Nordhaus foram reconhecidos por seu trabalho com crescimento sustentável a longo prazo na economia global e o bem-estar da população mundial — Foto: Divulgação

William D. Nordhaus e Paul M. Romer foram premiados nesta segunda-feira (8) com o Nobel de Economia. De acordo com o anúncio dos organizadores do prêmio, ambos projetaram métodos que abordam algumas das questões mais fundamentais e urgentes do nosso tempo: crescimento sustentável a longo prazo na economia global e o bem-estar da população mundial.

Os economistas compartilharão o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, ou US$ 1 milhão (R$ 3,85 milhões).

O Nobel da Economia celebra este ano o 50º aniversário. Criado em 1968 por ocasião do aniversário de 300 anos do Banco da Suécia é o prêmio mais importante para um pesquisador na área de ciências econômicas.

Os dois economistas apareciam há vários anos na lista de possíveis vencedores do Nobel. Os norte-americanos foram pioneiros ao adaptar a teoria econômica para dimensionar melhor as questões ambientais e o progresso tecnológico.

Nordhaus, de 77 anos, fez trabalhos que abordaram métodos para favorecer o crescimento sustentável e a relação entre economia e clima. Já Romer, de 62 anos, fez estudos que mostram como o acúmulo de ideias sustenta o crescimento econômico de longo prazo.
William D. Nordhaus — Foto: Divulgação/Yale

Nordhaus é professor do Departamento de Economia da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O economista fez estudos que mostram que o meio mais eficiente para resolver os problemas causados pelas emissões de gases é um imposto global a todos os países.
Paul Romer — Foto: Reprodução/Twitter

Paul M. Romer, ex-economista-chefe do Banco Mundial, foi reconhecido por estudar sobre como as empresas podem produzir inovações.

Nordhaus criou um modelo quantitativo que descreve a interação global entre a economia e o clima. Seu modelo foi disseminado e é usado para examinar as consequências das intervenções de políticas climáticas, por exemplo, os impostos sobre carbono.

"Suas descobertas ampliaram significativamente o âmbito da análise econômica por meio da construção de modelos que explicam como a economia de mercado interage com a natureza e o conhecimento", disse a academia em um comunicado.

A pesquisa de Romer lançou as bases do que hoje é chamada teoria do crescimento endógeno. A teoria gerou uma grande quantidade de novas pesquisas sobre os regulamentos e políticas que incentivam novas idéias e prosperidade a longo prazo.


A premiação pegou Romer de surpresa. "Recebi duas ligações hoje de manhã, e não respondi nenhuma porque achei que eram telemarketing, então não estava esperando o prêmio", disse ele, comemorando a chance de expandir sua teoria.

"Acho que... muitas pessoas acreditam que proteger o meio ambiente será tão caro e difícil que querem ignorá-lo...", disse, em uma entrevista à imprensa por telefone.

"(Mas) com certeza podemos fazer um progresso substancial protegendo o meio ambiente, e fazê-lo sem desistir da chance de sustentar o crescimento."

Horas antes do anúncio do prêmio, o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática das Nações Unidas (IPCC) alertou para o risco de ondas de calor mais frequentes, enchentes e secas em algumas regiões, além da perda de espécies, sem uma mudança radical na maneira como as sociedades operam.

O anúncio do último Prêmio Nobel de 2018 nesta segunda-feira também ocorreu menos de um mês depois do 10º aniversário da quebra do banco de investimento Lehman Brothers. Seu colapso desencadeou uma crise econômica, da qual muitos avaliam que o sistema financeira mundial ainda se recupera.

No ano passado, o prêmio foi atribuído ao americano Richard Thaler por seus estudos sobre a influência de certas características humanas, como a racionalidade limitada, as preferências sociais e a falta de autocontrole, nos comportamentos dos consumidores ou investidores.
Análise de impactos das mudanças climáticas e tecnológicas vence Nobel da Economia

Biografias

Paul Romer é professor de economia na Stern School of Business da New York University (Escola de Administração Stern da Universidade de Nova York).

Ele é diretor fundador do Projeto de Urbanização na NYU, onde realiza pesquisas aplicadas sobre as maneiras que é possível usar o rápido crescimento das cidades para criar oportunidades econômicas e empreender uma reforma social.

Antes, Romer lecionou na Graduate School of Business da Stanford University, nos departamentos de economia da Universidade da Califórnia, Berkeley, da Universidade de Chicago e da Universidade de Rochester. Ele é pesquisador associado no National Bureau of Economic Research e membro da Academia Americana de Artes e Ciências.

William D. Nordhaus é professor da Universidade de Yale desde 1967, professor titular de economia desde 1973 e também professor na Escola de Silvicultura e Estudos Ambientais de Yale.

O economista é membro da Academia Nacional de Ciências e da Academia Americana de Artes e Ciências, além da equipe de pesquisa do Departamento Nacional de Pesquisa Econômica. O professor Nordhaus é editor de várias revistas científicas. Ele faz parte ainda do Painel de Peritos Econômicos do Escritório de Orçamento do Congresso e foi o primeiro presidente do Comitê Consultivo do Escritório de Análise Econômica.

Em 2004, ele recebeu o prêmio de "Integrante Distinto" da Associação Americana de Economia. Nordhaus é autor de vários livros, entre eles Invention, Growth and Welfare, Is Growth Obsolete? (Invenção, Crescimento e Bem-Estar, Crescimento Obsoleto?), The Efficient Use of Energy Resources (Uso Eficiente de Recursos Energéticos), Reforming Federal Regulation (Reforma da Regulamentação Federal), Managing the Global Commons (Administração de Bens Globais), Warming the World (Aquecimento do Mundo) e, em conjunto com Paul Samuelson, o livro didático Economics (Economia).

Último Nobel

O prêmio de Economia, oficialmente chamado de "Prêmio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel", foi criado em 1968. A homenagem não fazia parte do grupo original de cinco prêmios estabelecidos pelo testamento do industrialista sueco Alfred Nobel, criador da dinamite. Os outros prêmios Nobel (Medicina, Física, Química, Literatura e Paz) foram entregues pela primeira vem em 1901.

O Nobel de Economia é o último concedido este ano. Os prêmios de Medicina, Física, Química, Literatura e Paz foram concedidos na semana passada.

Últimos ganhadores do Nobel de Economia

2017Richard Thaler (Estados Unidos), por sua pesquisa sobre as consequências dos mecanismos psicológicos e sociais nas decisões dos consumidores e dos investidores.

2016: Oliver Hart (Reino Unido/Estados Unidos) e Bengt Holmström (Finlândia), por suas contribuições à teoria dos contratos.

2015: Angus Deaton (Reino Unido/Estados Unidos) por seus estudos sobre "o consumo, a pobreza e o bem-estar".

2014: Jean Tirole (França), por sua "análise do poder do mercado e de sua regulação".

2013: Eugene Fama, Lars Peter Hansen e Robert Shiller (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre os mercados financeiros.

2012: Lloyd Shapley e Alvin Roth (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre a melhor maneira de adequar a oferta e a demanda em um mercado, com aplicações nas doações de órgãos e na educação.

2011: Thomas Sargent e Christopher Sims (Estados Unidos), por trabalhos que permitem entender como acontecimentos imprevistos ou políticas programadas influenciam os indicadores macroeconômicos.

2010: Peter Diamond, Dale Mortensen (Estados Unidos) e Christopher Pissarides (Chipre/Reino Unido), um trio que melhorou a análise dos mercados nos quais a oferta e a demanda têm dificuldades para se acoplar, especialmente no mercado de trabalho.

2009: Elinor Ostrom e Oliver Williamson (Estados Unidos), por seus trabalhos separados que mostram que a empresa e as associações de usuários são às vezes mais eficazes que o mercado.

2008: Paul Krugman (Estados Unidos)por seus trabalhos sobre o comércio internacional.


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domingo, 7 de outubro de 2018

BRASIL, 2018: A VEZ DOS QUE NÃO TINHAM VOZ – Marcos Machado


7 de outubro de 2018 

♦  Marcos Machado


Qualquer observador da presente realidade brasileira — que, bem entendido, não seja de esquerda, nem do falso “centrão”— sabe que a grande força nacional é o despertar, a organização e atuação do movimento conservador.

A mídia de esquerda e o dito “centrão” também o sabem e são hábeis nos truques de esconder as causas mais profundas desse autêntico ressurgimento.

Desde as monumentais manifestações conservadoras de 2015, dando um “basta” às esquerdas encasteladas no Poder, o movimento conservador vem se afirmando como a maior força e esperança do Brasil de amanhã.

Ele abarca desde os que vão votar pela primeira vez até aqueles que, sendo pais, vêm seus filhos ameaçados pela impostura da ideologia de gênero, da agenda homossexual, da perda dos valores morais.

Amostragem que fala por si

No artigo “Nem fascistas nem teleguiados: os bolsonaristas da periferia de Porto Alegre”, publicado na edição de 17 de agosto do jornal “El País”, Naira Hofmeister desfaz os jargões da esquerda sobre a tendência de nosso eleitorado mais jovem: “pouco têm em comum com o perfil que institutos de pesquisa desenham dos possíveis eleitores do presidenciável do PSL: eles não são os mais escolarizados (chegaram ao ensino médio), nem ricos e tampouco estão no Norte e Centro-Oeste do país”.

A entrevista com esses jovens mostra como as pesquisas de opinião estão equivocadas: “são gente de fala branda, que defende opiniões com serenidade e argumentação, busca informações na imprensa”.1

No mesmo sentido, outra reportagem sobre jovens da periferia de Brasília mostra um perfil conservador e a rejeição das ideias de esquerda.

Contudo, do falso “centrão” vem a mensagem canhestra e ultrapassada de “união contra os radicais”. Respondemos que coerência não é extremismo!


Na mídia, “o Brasil é esquecido”

As eleições estão aí e, sem embargo, os comentários da mídia dão realce aos mútuos ataques de caráter pessoal entre os candidatos, colocam a lupa em questões particulares, como se o destino do Brasil não se jogasse em grande parte nesta conjuntura histórica.

O que faz lembrar outro período de nosso passado, quando se forjou a frase: “O Brasil é esquecido”

É mais do que hora de elevar as discussões e os debates a um nível compatível com a quadra histórica em que nos encontramos, interessando assim certa faixa de eleitorado que ainda não se viu inteiramente representada.

Nação tem corpo e alma: valores morais


Uma nação se compõe de homens, de famílias, de organizações representativas (não de centrais sindicais petistas).

Comenta Plinio Corrêa de Oliveira: “Toda Nação, para ser completa, deve ter uma alma e um corpo próprios.

“O elemento constitutivo do corpo da Nação é um determinado território, determinada cultura, bens, determinados costumes, riquezas etc.”

“A alma da Nação consiste numa psicologia coletiva e, ao mesmo tempo, uma luz primordial que corresponde a esta psicologia coletiva.” Aqui entram os valores morais, conditio sine qua nonpara a reconstrução do Brasil.

Voz dos que não tinham vez: o pêndulo voltou para a direita

A reação conservadora — organizada principalmente através das redes sociais, dos sites e dos blogs — tem consciência de sua força.

Ela foi o motor que levou multidões à rua pedindo “Devolvam o meu Brasil”.

Muito está a germinar debaixo da neve, na reconstrução de nossos valores morais.

Chegou a vez do que não tinham voz! A esquerda e o falso “centrão” sabem-no bem, mas não podem dizê-lo.
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P.S.: Renascimento conservador: o que faremos após o pleito de 2018? Continuaremos vigilantes em face dos inimigos do Brasil autêntico. Este ainda será um grande País!



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PALAVRA DA SALVAÇÃO (99)


27º Domingo do Tempo Comum – 07/10/2018

Anúncio do Evangelho (Mc 10,2-16)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher. Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?
Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”. Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!” Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto.
Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e se casar com outro, cometerá adultério”. Depois disso, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam. Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: “Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele”. Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Voltar ao princípio para criar algo novo
pexels.com

“No entanto, desde o princípio da criação Deus os fez homem e mulher” (Mc 10,6)

O Mestre Jesus, em sua itinerância missionária, depara-se com diferentes perguntas sobre aspectos da vida, pessoal ou comunitária. Todas elas acabam se revelando uma ocasião privilegiada para Ele anunciar a Boa Notícia do Reino.

No evangelho deste domingo (27º TC), partindo da pergunta que lhe fazem, Jesus não foca tanto na questão do divórcio (ou repúdio), quanto no lugar e na dignidade da mulher; sua resposta vai centrar-se em outra direção, pela qual não lhe haviam perguntado. Para Jesus, não se pode tolerar uma lei machista segundo a qual o marido pode abandonar a sua esposa como se fosse uma mercadoria; os dois são pessoas com a mesma dignidade. O que isso significa é bem simples: situar o homem e a mulher em pé de igualdade. Ou, dito de outro modo, desativar o machismo que, como ainda hoje em nosso contexto, leva a considerar a mulher como “propriedade” do homem ou, ao menos, como aquela que deve estar ao seu serviço.  É claro que tais atitudes machistas contradizem flagrantemente aquele primeiro princípio bíblico que falava de “ser os dois uma só carne”.

Na realidade, a atitude de Jesus é coerente com toda sua trajetória. Se algo fica claro, no relato evangélico, é seu posicionamento decidido a favor dos “últimos”, dos “pequenos”, das “crianças”, das mulheres... Por tudo isso, não parece casual que, depois do relato no qual defende a igualdade da mulher com relação ao homem, apareça a cena de Jesus abraçando as crianças.

Seja qual for o motivo da pergunta feita pelos fariseus, a resposta de Jesus vai se centrar neste ponto: a “intuição primeira” (e, portanto, também o “horizonte”) para a qual tende a relação amorosa entre homem e mulher: “o que Deus uniu o homem não separe”. Mas Deus não une pelas leis canônicas e sim pelo amor cuja intenção é a plena comunhão entre duas pessoas. Uma coisa é a indissolubilidade canônica e outra é a fidelidade que o casal deve atualizar cada dia e em cada instante de sua convivência.

No meio de uma cultura marcadamente machista e patriarcal, Jesus desativou o machismo e rompeu com tabus intocáveis, adotando uma atitude de reconhecimento e valorização da mulher em nível de igualdade com o homem; e isso desde “o princípio”, ou seja, por vontade divina. Em um contexto no qual o mundo feminino era invisível, Jesus o fez visível, superando preconceitos e atitudes de dominação.

Ao renunciar sacralizar a sociedade patriarcal de sua época, Jesus restituiu à sua fonte original a relação entre homem e mulher, o matrimônio e a família. Mulheres e homens aparecem em seu projeto como iguais, sem prioridade de um sexo sobre o outro.  No discipulado igualitário de Jesus, as mulheres encontraram espaço para se desenvolver em liberdade, rompendo a submissão à ordem patriarcal. Jesus as emancipou e as fez companheiras itinerantes, em companhia dos homens, para escândalo daqueles que olhavam o corpo da mulher como perigoso e contaminante.

Sabemos que o ser humano se humaniza quando em companhia, e uma estável relação de casal alcança o grau mais profundo de realização humana. Esta é a chave de todo o discurso de Jesus. Este projeto matrimonial é para Jesus a suprema expressão do amor humano. É Deus mesmo que atrai mulheres e homens para viverem unidos por um amor livre e gratuito. O matrimônio é a verdadeira escola do amor. Nenhuma outra relação humana chega a tal grau de profundidade. 

O amor não é puro instinto, não é paixão, não é interesse, não é simples amizade nem simples desejo de um querer mútuo. É a capacidade de ir ao(à) outro(a) e encontrar-se com ele(ela) como pessoa, para que, no mútuo crescimento e experimentando-se como dom, ambos possam se ajudar para serem mais humanos. E uma das qualidades mais bonitas do amor é que deve estar crescendo toda a vida.

“O amor é faísca de Javé” (Ct. 8,6-7) Nesse sentido, o matrimônio não é uma realidade estática, mas dinâmica, é chama divina, é mudança, é abertura ao novo, é projeto a ser construído cotidianamente a dois, é movimento na direção de um “Amor maior”, “amar melhor”, fundado sobre o amor incondicional de Deus. 

A questão fontal, portanto, não é só disciplinar, de ascese e de uma moral rígida, mas a mística do amor; sem ela, o matrimônio se reduz a “um castelo de cartas” que se desmonta facilmente.

O Vat. II define a vida matrimonial como “comunhão de vida e de amor”.

Comunhão de amor. Não de amor como mero enamoramento transitório; homem e mulher uniram-se em matrimônio não só porque se queriam, senão para plenificar o amor entre ambos.

Comunhão de vida, porque prometeram percorrer, mutuamente unidos, o caminho de sua vida, não meramente “até que a morte os separe”, mas “até que a vida inteira, percorrida em uníssono, os una por completo”.

Ao envelhecer juntos, meta desafiante, consuma-se o matrimônio. Assim é que se realiza a vida juntos, fazendo-se companhia digna, ajudando-se mutuamente a se tornarem mais humanos; uma companhia experimentada como dom, com alegrias e sombras, querendo-se muito e também sendo mútuo suporte, mesmo no outono da vida. Por isso, ao falar de “indissolubilidade matrimonial”, é preciso assumir com lucidez e serenidade o caráter processual da relação de “duas pessoas unindo-se” em “comunhão de vida e amor”. 

Os trâmites legais que certificam o consentimento conjugal se firmam em um momento. Mas a união de duas pessoas em “comunhão de vida e amor” não é momento, mas processo; não tem efeito instantâneo a partir de uma declaração legal, nem de uma fusão biológica, nem de um artifício mágico, nem sequer de uma benção religiosa; não é uma foto estática e morta, mas um processo dinâmico e vivo.

A expressão “sim, eu quero”, não é uma fórmula mágica que produz automaticamente um vínculo indissolúvel. Para o casamento, basta meia hora. Para a consumação do matrimônio “de maneira humana”, é preciso uma vida inteira. Por isso, ao invés de usar a expressão “um casal unido”, deveríamos optar por esta outra: “um casal unindo-se”. O casamento é um momento, mas o matrimônio é um processo; o matrimônio deve ser reinventado, reconstruído cada dia. Isso implica ser criativo na maneira de vivê-lo, buscar novas expressões, novos gestos... A cada dia, o casal deveria dizer, um ao outro: “Hoje eu te recebo novamente como minha esposa/meu esposo, e te prometo ser fiel, na alegria e na tristeza...”. 

A indissolubilidade matrimonial não é um caráter selado a fogo como um carimbo, mas uma meta, fim e horizonte do processo em direção a uma profunda unidade de vida: “Serão os dois um só ser” (Gn 2,24); unidade sem costuras, na qual não se nega a diferença, mas esta fica integrada ou abraçada na Unidade maior que nada deixa fora. 

“Projeto a dois”, mas sem anular a identidade, a originalidade do outro. O amor faz do homem e da mulher não “duas metades” que se encontram, mas dois inteiros que se doam, e que generosamente acolhem e transbordam o Amor de Deus semeado em seus corações, desde sempre. Por isso, nas congratulações do dia do casamento, este deveria ser o desejo expresso aos noivos: “que realizeis vossa união, acompanhando-vos mutuamente através de uma longa vida”.

Texto bíblico:  Mc 10,2-16

Na oração: Toda opção vocacional - matrimônio, vida consagrada, sacerdócio, solteiro(a) - é marcada com o selo do “sim”. É preciso, continuamente, re-encantar o “sim” e carregá-lo de sentido, de afeto, de ternura... Sim que se prolonga...

O “sim” proclamado diante de Deus, torna-se sagrado, compromete, faz cúmplice... Não é um “sim” que se fecha, mas que se expande, repercute nos outros, desencadeia outros “sins”... Sim com a marca da coragem, da ousadia... que arranca do imobilismo e desperta o sentido dos pequenos “sins” cotidianos.

- Fazer memória dos “sins” que significaram um salto qualitativo na sua vida.

Pe. Adroaldo Palaoro sj

 

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sábado, 6 de outubro de 2018

A ASCENSÃO DE BOLSONARO INCOMODA A ESQUERDA & CIA


21 de setembro de 2018


Por Júlio César Cardoso, publicado pelo Instituto Liberal

O general da reserva Hamilton Mourão e vice de Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta segunda-feira 17 que “Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo e atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas que afetam nosso país”, afirmou ele em evento do Sindicato da Habitação (Secovi), em São Paulo. Fonte: Exame.

Estão tentando criar tempestade a partir da opinião do general da reserva. É óbvio que existem exceções de filhos sem pais presentes, que são bem criados e educados pela mãe ou avó; mas de forma geral, principalmente nas camadas pobres, o problema é grave e o general tem toda a razão.

Agora, quando alguém se dispõe a falar a verdade ou expor o seu ponto de vista, os hipócritas seguidores do “politicamente correto” ou adversários políticos surgem como pseudomoralistas para censurar aqueles que não são dissimulados. O vice Mourão demonstra ser um cidadão autêntico e não dissimulado.

A chuva de críticas que Bolsonaro recebe, como também Mourão, parte da esquerda corrupta que sente chegar o dia de seu funeral, com a vitória de Bolsonaro, que deixará de luto muitas carpideiras petistas que já choram a prisão legítima e democrática daquele falso demiurgo que se constituiu no maior corrupto político da história recente brasileira, e que por isso está preso.

Lula, do alto de sua verborragia chula, sem escrúpulo e decência, chamou de “grelo duro” as parlamentares Maria do Rosário e Fátima Bezerra e estas engoliram em seco e sem reagir todo o machismo do Lula.

Agora, os fariseus e as farisaicas esquerdistas querem crucificar Bolsonaro e o seu vice de misoginia, ou seja, de repulsa ou aversão às mulheres, com considerações rasteiras para tentar indispor grande parcela de mulheres que são favoráveis a Bolsonaro. Não dá para acreditar nessa gente petista que venera o desbocado parlapatão e detrator das parlamentares, tachadas de “grelo duro”.

Os falsos democratas e baderneiros comunistas estão tentando de tudo, inclusive assassinar covardemente aquele que surgiu para pôr ordem no país, sendo que no período da chamada redemocratização nenhum candidato esquerdista sofreu molestamento.

Em democracia todos têm garantido o direito da livre manifestação de pensamento. Portanto, Bolsonaro e o seu vice podem emitir opiniões acerca de fraude eleitoral, reforma constitucional, privatização e tudo que se relacione com o panorama político, econômico e social do país, mesmo que não agradem aos seus antagonistas.

Quanto ao candidato petista Fernando Haddad, mais um poste da lavra de Lula, trata-se de alguém que foi considerado o pior prefeito da história de São Paulo e teve também a pior avaliação em fim de mandato desde Celso Pitta. Portanto, que credencial tem Haddad para presidir o Brasil? Qualquer outro candidato, que não seja Haddad, pode ser avaliado pelos eleitores.

Não se deve esquecer que Haddad representa o retrocesso da economia e do desenvolvimento nacional porque está pautado nas mesmas políticas defendidas por Lula e Dilma Rousseff, que quase levaram o país à bancarrota: mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e endividados; empresas quebradas; inflação alta; descrédito junto à comunidade financeira internacional; a Petrobras dilapidada; as instituições públicas loteadas pela pelegada petista incompetente; a educação, a saúde e a segurança pública uma vergonha no governo petista. Enquanto isso, Lula se locupletava fazendo fortuna através do propinoduto das empreiteiras Odebrecht e OAS, e que por isso está preso, surrupiando dinheiro da nação, que poderia estar sendo aplicado no social.

Desejamos um país não bolchevique, onde haja disciplina, ordem o progresso.

Sobre o autor: Júlio César Cardoso é Bacharel em Direito e já atuou como servidor federal.


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A ESSÊNCIA DA LEI DA ATRAÇÃO - Esther e Jerry Hicks



A Lei da Atração é a Lei mais poderosa do Universo, mas você tem que compreendê-la antes que qualquer coisa que lhe seja oferecido possa ter algum valor. E você tem que compreendê-la antes que qualquer coisa que esteja vivendo, ou qualquer coisa que observe que outras pessoas estejam vivendo, faça qualquer sentido. Tudo em sua vida e nas vidas das pessoas a seu redor é afetado pela Lei da Atração. Ela é a base de tudo que você possa ver manifestado; é a base de tudo que você experiência. Consciência da Lei da Atração e a compreensão de como ela funciona são essenciais a uma vida vivida com propósito. Na verdade, isto é essencial para que você viva a vida cheia de alegria que você veio aqui para viver.

A Lei da Atração diz: Os semelhantes se atraem. Quando dizemos: “Passarinhos da mesma cor se ajuntam”, estamos, na verdade, falando da Lei da Atração. Você confirma isto quando acorda se sentindo infeliz e, durante todo o dia, as coisas ficam cada vez piores, até que, no fim do dia, você diz: “Eu não deveria ter saído da cama.” Você vê a Lei da Atração funcionando na sociedade em que vive, quando observa que quem mais fala sobre doença, é doente; quem mais fala sobre prosperidade, é próspero.

A Lei da Atração fica evidente quando você sintoniza sua tv e espera assistir o programa transmitido pela seu canal favorito porque você entende que os sinais entre a torre de transmissão e seu aparelho receptor devem combinar. Quando você começa a entender, ou, melhor dito, quando começa a se lembrar da poderosa Lei da Atração, a evidência dela ao seu redor será claramente percebida, pois você começará a reconhecer a correlação exata entre o que você tem pensado e o que está realmente acontecendo na sua vida. É isto que você atrai – em todos os detalhes. Não há exceções!

Como a Lei da Atração responde a seus pensamentos o tempo todo, é mais do que certo dizer que você está criando sua própria realidade. Tudo que acontece na sua vida é atraído a você, porque a Lei da Atração está respondendo aos pensamentos que você está tendo. Quer você esteja se lembrando de alguma coisa do passado, observando algo do presente ou imaginando algo sobre o futuro, o pensamento que você está enfocando no seu poderoso momento presente ativa a vibração dentro de você e a Lei da Atração está respondendo a isto agora.

As pessoas geralmente afirmam, em meio a coisas desagradáveis que estão vivendo, que certamente não criaram nada daquilo. “Eu nunca teria feito esta coisa indesejada a mim mesmo!”, elas explicam. E, embora saibamos que você não atraiu essa coisa indesejada para sua vida deliberadamente, ainda assim temos que explicar que só você poderia tê-la causado, pois ninguém mais tem o poder de atrair o que lhe acontece, a não ser você mesmo. Ao enfocar essa coisa indesejada, ou a essência dela, você a criou por falta de conhecimento. Por não compreender as Leis do Universo, ou as regras do jogo, por assim dizer, você convidou coisas indesejáveis a fazerem parte de sua vida pela atenção que deu a elas.

Para entender melhor a Lei da Atração, veja a si mesmo como um ímã, atraindo para você a essência daquilo que está sentindo ou no que está pensando. Dessa maneira, se você está se sentindo gordo, não poderá atrair magreza. Se se sente pobre, não pode atrair prosperidade, e assim por diante. Isto vai contra a Lei. Quanto melhor você compreender o poder da Lei da Atração, maior interesse você terá em direcionar seus pensamentos pois você atrai aquilo em que pensa, quer o deseje ou não. Não há exceções: aquilo em que você pensa é o que está convidando o Universo a dizer Sim.

"Gotas de Crystal" gotasdecrystal@gmail.com


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ZÉ DIRCEU — “NÓS VAMOS TOMAR O PODER!” – Péricles Capanema


1 de outubro de 2018

O presidiário Dirceu e Haddad, escalado por Lula para disputar a presidência

♦  Péricles Capanema

“É questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”.

Aviso de José Dirceu, ganhar eleição é só caminho. Tomar o poder, questão de tempo e de fundo, o objetivo. E vão consegui-lo, garante, sob vários aspectos, o mais simbólico e importante líder do PT.
“El Pais”, o jornal espanhol, publicou em 27 de setembro entrevista reveladora com Pedro Caroço (ou Daniel, ou Carlos Henrique) em que reconhece, continua ativo nos bastidores:

— Tenho 53 anos de direção política.

Lembrou ainda Zé Dirceu: Em 2013, eu era a peça principal do PT.

Pergunta o jornalista: E o que significa o senhor e Lula estarem presos?

— Não muda nada no Brasil.

— E para o PT? As duas principais cabeças do PT estarem presas não significa nada?

— Estão presas, mas não param de dirigir, de comandar.

Chefiar rumo a quais objetivos? O antigo guerrilheiro na entrevista mira as eleições de 7 e 28 de outubro. Mas ao distinguir claramente entre vencer uma eleição e apossar-se do poder, indica passo além, em verdade, a venezuelização do Brasil.

Ao esboçar objetivos últimos, açula mais uma vez a militância radicalizada, coisa que sempre tem em vista e sabe fazer. Adiantou aos seguidores, o partido avança para tomar o poder (“fui o principal dirigente do PT por quase duas décadas”, de novo recordando a autoridade para falar).

Na etapa de domínio totalitário do Estado, o Partido teria tarefas novas. Plasmaria a sociedade segundo modelo coletivista, ateu, igualitário. Com isso, moldaria mentalidades, talharia convicções, tentaria criar o homem novo da utopia marxista. Perpassam as ameaças (para nós, brasileiros, vítimas do experimento; para os petistas, sopa no mel) de Dirceu, seu bolchevismo de raiz, atavismo totalitário do qual o PT nunca se libertou.

Por que venezuelização do Brasil? Por ser atual. E sua atualidade provém de recentes promessas de Fernando Haddad. De um lado, procura amolecer a rejeição crescente mediante propostas analgésicas, com o que acena para o centro político, melhorando posição para o segundo turno. De olho também em partidários mais próximos, não abandonou o receituário clássico.

Maduro e Dilma segurando um quadro do ditador bolivariano Hugo Chávez

Mostrou veneno ali escondido, a Constituinte exclusiva, instrumento próprio para o Brasil se espatifar no abismo da Venezuela (ditadura, miséria extrema, Estado aparelhado, Exército e Judiciário domesticados, milícias matando opositores). Não para por aqui a catadupa de horrores: senadores norte-americanos de enorme relevo requereram que o governo de Washington ponha a Venezuela na lista do terror, de outro modo, seja considerada promotora do terror no mundo. E apresentaram provas para tal.

Volto ao candidato petista. Em Goiânia Haddad avisou, seu governo criará condições para a convocação de nova Constituinte, cobrança já antiga de setores extremados do PT e agora, lembrou o candidato, exigência também do aliado na chapa, o Partido Comunista do Brasil:

— Isso já foi mediado. Quando o PC do B passou a integrar a chapa, houve uma alteração no texto para criar as condições da convocação de uma assembleia [constituinte] exclusiva.

A nova Constituição, imposta na Venezuela em ambiente de intimidação e demagogia — aqui também será assim — foi o ponto de partida para a tirania chavista. O PC do B, partidário delirante do chavismo, com razão exigiu começar logo por aí. Em seus objetivos, será uma etapa do comunismo integral, sonho da organização, proclamado no capítulo I do Estatuto: O PC do B “guia-se pela teoria científica e revolucionária elaborada por Marx e Engels, desenvolvida por Lênin e outros revolucionários marxistas. Visa a conquista do poder político. Tem como objetivo superior o comunismo”.

O próprio Ciro Gomes, até há pouco em juras de amor com o PT, denunciou o caráter de violência institucional da proposta (golpe, em palavra posta na moda):

— Quem é que tem a faculdade de convocar uma Constituinte? Como fazê-la exclusiva? Quem tem essa atribuição? Ninguém tem, é violência institucional clara.

Violência institucional é outra palavra para golpe, repito. Sofreríamos golpe institucional facilitado por setores já domesticados do Judiciário, o que nos lançaria no inferno bolivariano. No momento, de que armas dispomos? Orações, reflexão, divulgação das ameaças que pesam sobre nós, voto.

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Comentários:

Barcelos de Aguiar
1 de outubro de 2018

De acordo com o que escreve Péricles Capanema: “Fernando Haddad … De um lado, procura amolecer a rejeição crescente mediante propostas analgésicas, com o que acena para o centro político, melhorando posição para o segundo turno.
Haddad deixou, entretanto, cair a máscara com a entrevista-pólvora de Dirceu! Quem cala consente!, porque não condena “tomar o poder”?
E a mídia de esquerda, cúmplice do PT, também  não pergunta nem põe Haddad na parede: você apoia Dirceu na tomada do poder? CostaMarques

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Luiz Guilherme Winther de Castro
1 de outubro de 2018

Seria mesmo o caso, como escreveu acima o sr. Barcelos de Aguiar, de questionar o Haddad sobre essas declarações do comunista presidiário José Dirceu. Mas, acredito que Haddad não teria resposta, pois também é comunista desde os tempos da faculdade lá nas Arcadas do Largo São Francisco.
O tática do comunismo é nivelar o povo por baixo, prometer o mundo e o fundo para o povo iletrado e ingênuo.
Não podemos vacilar, se cooptarem as FFAA, estaremos perdidos. Do poder judiciário não podemos esperar nada, sempre estiveram com os poderosos, poucos ali poderemos considerar patriotas. São vendilhões do templo, não honram a toga que vestem, apropriada para esconder a canalhice de muitos deles.
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MARIO HECKSHER
1 de outubro de 2018

Boa tarde amigos. Nada do que falam os comunistas é novidade para nós, que estudamos muito e pensamos exaustivamente sobre as ações equivocadas desses fanáticos em todo o mundo. Eles querem ganhar as eleições para implantar no Brasil o que chamam de DITADURA DO PROLETARIADO. Pesquisem e vejam a definição que Lenine dá para isto.
Não se deixem enganar, os nossos problemas estão apenas começando.
Pena que eu fiquei velho e hoje tenho pouca força e pouco tempo de vida. Mas tenho certeza que os meus irmãos, que são milhares de combatentes patriotas, continuarão defendendo nossa terra e seu bravo povo da sanha comuno-socialista!
Brasil acima de tudo! (velho brado de guerra da Brigada de Infantaria Paraquedista, hoje conhecido por todos os brasileiro comprometidos com o BEM DO BRASIL e com a defesa dos VALORES CRISTÃOS)

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José Antonio Rocha
1 de outubro de 2018

Não tenhamos medo. Os escravos de satanás não vencerão. Deus é mais forte que todo o mal. Jesus Cristo venceu o mundo, a morte é o pecado. O imaculado coração da Virgem Maria triunfará. Amém.



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