“Poesie Brasiliene della Bahía” - Poesia Brasileira da Bahia
- é o livro de poemas do escritor e acadêmico Cyro de Mattos, publicado no
início deste mês pela Aracne Editora, http://www.aracneeditrice.it, de Roma,
Itália, com tradução de Mirella Abriani e desenho da capa de Ângelo Roberto.
Com “Poesie Brasiliene della Bahía”, o autor Cyro de Mattos alcança a marca de
onze livros publicados por várias editoras na Europa: quatro em Portugal,
quatro na Itália, um na França, um na Alemanha e um na Espanha. Além disso, o
escritor tem contos e poemas publicados em Portugal, Itália, França, Rússia,
Espanha, Estados Unidos, Dinamarca e México.
Vale a pena ressaltar que, na ocasião em que o poeta baiano
recebeu o Segundo Prêmio Internacional de Literatura Maestrale Marengo d`Oro,
em Genova, Itália, a presidente do júri, professora doutora Graziela Corsinovi,
da Universidade de Genova, ressaltou que a poesia de Cyro de Mattos é dotada de
“amplo horizonte histórico e existencial, articulada em lúcido espaço lírico,
em que evoca o mistério e a epopeia brasileira com grandes camadas sugestivas.”
A editora Aracne é uma das mais prestigiosas da Europa. Foi
criada em 1993 e mantém um canal de TV para divulgar suas atividades no mundo
dos livros, através de congressos, reuniões, encontros, seminários,
entrevistas, feiras, salões, etc. Publica livros científicos e didática
universitária, de economia, política, direito, literatura e arte. Ao longo de
mais de vinte anos, já publicou mais de 15 mil livros.
Cyro de Mattos é baiano de Itabuna. Escritor e poeta, Doutor Honoris Causa pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Sul da Bahia).
Membro efetivo da Academia de Letras da Bahia, Pen Clube do Brasil, Academia de
Letras de Ilhéus e Academia de Letras de Itabuna. Autor premiado no Brasil, publicado
em Portugal, Itália, França, Alemanha,
Espanha e Dinamarca. Com Os Ventos Gemedores
(EditoraLetraSelvagem), ganhou o Prêmio
Pen Clube do Brasil -2015.
Você sabia que, em Harvard, uma das mais prestigiadas
universidades do mundo, o curso mais popular e bem sucedido ensina você a
aprender a ser mais feliz? A aula de Psicologia Positiva ministrada por Tal
Ben-Shahar atrai 1400 alunos por semestre e 20% dos graduados de Harvard
aceitam esse curso eletivo.
De acordo com Shahar, a classe, que se concentra na
felicidade, na autoestima e na motivação, dá aos alunos as ferramentas para ter
sucesso e enfrentar a vida com mais alegria. Este professor de 35 anos,
considerado por alguns como "o guru da felicidade", destaca em sua
aula 14 dicas principais para melhorar a qualidade do nosso status pessoal e
contribuir para uma vida positiva:
1: Agradeça sempre a Deus por tudo o que você é e tem.
2: Pratique regularmente uma atividade física.
3: Tome sempre um bom café da manhã.
4: Seja assertivo.
5: Gaste seu dinheiro em viagens, cursos e aprendizado.
6: Enfrente seus desafios, não fuja deles.
7: Coloque em todos os lugares boas memórias, frases e fotos de seus entes
queridos.
8: Sempre cumprimente e seja bom com as outras pessoas.
9: Use sempre sapatos confortáveis.
10: Cuide da sua postura.
11: Ouça boa música e leia bons livros.
12: O que você come tem um impacto direto na sua saúde e no seu humor.
13: Cuide-se e sinta-se atraente.
14: Finalmente, acredite em Deus, pois, com suas bênçãos, nada é impossível.
“A felicidade não é estática. É um processo que termina
apenas com a morte”.
Acho que não foi há tanto tempo assim. Cheguei à praia com
minhas filhas e encontrei um aglomerado de cidadãos. Eles montavam guarda num
pequeno trecho da areia, caras alarmadas, pior: pungidas. Não fui eu quem viu o
grupo: foi o grupo que me viu e dois de seus membros vieram em minha direção,
delicadamente me afastaram das meninas e comunicaram: -Tire depressa suas
filhas daqui!. As palavras foram duras, mas o tom era ameno, cúmplice.
Quis saber por que. Em voz baixa, conspiratória, um dos
cidadãos me comunicou que ali na arrebentação, boiando como uma anêmona, alga
desprendida das profundezas oceânicas, havia uma camisinha -que na época
atendia pelo poético nome de "camisa de Vênus".
O grupo de cidadãos ali estava desde cedo, alertando pais
incautos, como se a camisinha fosse uma pastilha de material nuclear, uma
cápsula de césio com pérfidas e letais emanações.
Não me lembro da reação que tive, é possível que tenha
levado as meninas para outro canto, mas tenho certeza de que nem alarmado
fiquei. Hoje, a camisinha aparece na televisão, é banal e inocente como um par
de patins, um aparelho de barba.
Domingo último, encontrei um grupo de cidadãos em volta de
uma coisa. Não, não era aquele monstro marinho que Fellini colocou no final de
um de seus filmes. Tampouco era uma camisinha.
O motivo daquela expressão de cidadania era uma seringa que
as águas despejaram na areia. Objeto na certa infectado, trazendo na ponta de
sua agulha o vírus da Aids, que algum viciado ali deixara para contaminar
inocentes e culpados. Daqui a dois, cinco anos, espero que a Aids não mais
preocupe a humanidade. Mas os cidadãos continuarão alarmados, descobrindo novas
misérias na efêmera eternidade das espumas.
Carlos Heitor Cony - Quinto ocupante da Cadeira nº 3 da ABL,
eleito em 23 de março de 2000, na sucessão de Herberto Sales e recebido em 31
de maio de 2000 pelo acadêmico Arnaldo Niskier.
“Conheci
Lafayette de Borborema e acompanhei parte
de sua trajetória em Itabuna. Advogado, criminalista de renome,
político, bom jornalista, bom cidadão.
Simples,
despido de ambição, vaidade, defendia o cliente com ardor e combatividade, não
distinguindo o rico do pobre.
Tinha em
mira a causa e não o cliente e com os olhos fitos na deusa de olhos vendados,
símbolo da sua profissão, traçou o rumo a seguir, marchando firme, intemerato,
desprendido.
Lafayette
de Borborema não pertence tão somente à memória da família e dos amigos,
pertence também à História de Itabuna como um dos membros ilustres que o tempo
não pode apagar.
RAYMUNDO CRAVO”
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“Inteligente,
vibrátil, assim o víamos, sumido entre pilhas que iam até o teto, do seu
“Jornal de Itabuna”. De sua carteira, empoeirada, lançava aquele olhar arguto, enquanto
esboçava, num lado da face, um quase riso entre jovial e sarcástico, do
jornalista que estraçalhava com fina ironia o adversário, em cruentas polêmicas
dos anos idos. Lafayette de Borborema, o advogado tranquilo, agitava-se e
agigantava-se na defesa ou no ataque, sem fugir da linha mestra do Direito, o
que bem conhecia.
E o tipo
humano? Alma de criança nos longos bate-papos. Esqueceu-se dos ganhos fartos
daquela época, deixou-nos, em sua modéstia respeitosa, prole digna e amada,
caminhos a seguir, sempre vivo em nossa
lembrança.
OTTONI JOSÉ DA SILVA”
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“LAFAYETTE DE BORBOREMA
A primeira
imagem que me aflora à memória, ao evocar, pela magia da remembrança, a figura
humana sob todos os títulos respeitável, do meu amigo Lafayette de Borborema, é
a do advogado, que na tribuna do Júri ou na defesa das causas cíveis, tinha uma
conduta retilínea das mais louváveis, o que lhe dava uma autoridade moral das
mais meritórias.
Mas o que
me atraía neste homem, de pequena estatura, mas de avantajado porte moral,
era sua participação como advogado criminal, defendendo inocentes
injustiçados ou condenando, com o cautério de sua dialética irrespondível, os
celerados da pior espécie, que ontem,
como hoje, perturbam o funcionamento normal das sociedades.
Na tribuna do Júri era um leão de juba
eriçada, na defesa de princípios morais que serviram de norte a toda sua
existência, esgrimindo com a perícia de um d’Artagnan e pondo fora de combate
adversários da melhor estirpe, com a força destruidora de seus argumentos, tudo
isso de maneira ética e estritamente profissional.
Esta a
lembrança imperecível que tenho do grande lidador, que se chamou em vida
Lafayette de Borborema.
JOSÉ NUNES DE AQUINO”
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(Lafayette de Borborema: UMA VIDA, UM IDEAL)
Helena Borborema
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HELENA BORBOREMA - Nasceu em Itabuna. Professora
de Geografia lecionou muitos anos no Colégio Divina Providência, na Ação
Fraternal e no Colégio Estadual de Itabuna. Formada em Pedagogia pela Faculdade
de Filosofia de Itabuna. Exerceu o cargo de Secretária de Educação e Cultura do
Município.
(A autora)
Conhecida professora itabunense, filha do Dr. Lafayette
Borborema, o primeiro advogado de Itabuna. É autora de ‘Terras do Sul’,
livro em que documento, memória e imaginação se unem num discurso
despretensioso para testemunhar o quadro social e humano daqueles idos de
Tabocas. Para a professora universitária Margarida Fahel, ‘Terras do Sul’ são
estórias simples, plenas de ‘emoção e humanidade, querendo inscrever no tempo a
história de uma gente, o caminho de um rio, a esperança de uma professora que
crê no homem e na terra’.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e
silencia, como um lobo?
Lobos não gritam.
Eles têm a aura de força e poder.
Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres,
respondem a um ataque verbal com o silêncio.
Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade,
raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder
sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.
Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra
que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem
silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a
sua derrota.
Olhe.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.
Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de
silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha
que se esforçar para isso.
Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados
para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e
reagir a todos os ataques.
Não é verdade!
Você responde somente ao que quer responder e reage somente
ao que quer reagir.
Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o
pareça.
Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas
em momentos impensados, como defendeu Xenocrates, mais de trezentos anos antes
de Cristo, ao afirmar:
“Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu
silêncio”.
Responda com o silêncio, quando for necessário.
Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais.
Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para
não responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das
respostas.
E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
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Aldo Novak, cujo nome completo é Edwaldo Novak (São Roque, 10
de novembro de 1962) é um jornalista,
que iniciou a carreira especializando-se em jornalismo aeroespacial e ficção científica, mas que atualmente é mais
conhecido por seus textos de gestão pessoal, administração e equilíbrio de
vida. Ele também é conhecido, no Brasil, como conferencista e coach e
autor do livro "O Segredo para Realizar Seus Sonhos", da editora
Ediouro e do livro "A Vida Não Tem Segredo", da editora Dreamland.