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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

JESUS É MAIS IMPORTANTE QUE PAPAI NOEL. Leia esta história para seus filhos


© Ben White / Unsplash

Edifa | Dez 19, 2019

Dezembro tinha apenas começado quando o correio estava a ser acumulado na secretária do Pai Natal…

Milhares de crianças já tinham enviado suas cartas para а o famoso endereço: Papai Noel, Santa Claus, Polo Norte, HOH OHO, Canadá. O homem feliz, ocupado com a organização da grande noite de 25 de dezembro, não teve mais tempo para atender o correio.

Ele tinha escolhido elfos, entre os mais velhos, para responder às crianças em seu nome. Todos receberam uma resposta, tempestade de neve ou não, a menos que houvesse uma greve postal.

Para o Papai Noel isso era mais importante do que as renas. Mas as exigências das crianças muitas vezes iam além dos simples brinquedos da moda. Alguns queriam um irmão ou irmã, outros um pai, uma mãe, saúde… Os elfos já não sabiam o que dizer. Eles avisaram o Papai Noel.

“Sem esta criança divina, continuaria a ser Natal?”

“Continua na mesma,” disse, “mas acho que é ainda pior este ano. As crianças querem o que não lhes posso dar: paz e amor. E só tenho uma noite para não os desapontar. Tenho de falar com a Criança de Belém sobre isso.”

O velho barbudo gostava de Jesus. Não era culpa sua que ele fosse mais popular do que Ele nos corações de tantas crianças. Em Novembro, a publicidade era só sobre o seu trenó cheio de presentes. No entanto, o Papai Noel sabia que só Jesus podia satisfazer as crianças que estavam desiludidas com a vida. “Sem esta criança divina, continuaria a ser Natal?” pensou ele, acariciando a sua grande barba branca com a mão direita.

Só Jesus “pode acender uma estrela em nossos corações”

No dia seguinte, ele saiu de sua casa de gelo com alegria e entrou na oficina dos elfos. Ele foi aos anciãos e lhes disse com a sua voz tonitruante: “Todas as noites me levareis as cartas das crianças tristes, e nós as leremos a Jesus. Ele conhece cada criança pelo seu nome. Vai nos inspirar a escrever o que precisamos. Só ele pode acender uma estrela nos nossos corações. Vamos confiar nele!”

Foi assim que o Santa Claus, apesar das suas muitas ocupações, respondeu às crianças infelizes. Todas as noites, antes de se deitar, pedia aos anjos da guarda que os guiassem ao Deus Menino.

“Glória а Deus no Céu mais alto”

Se você sair uma noite em dezembro sem fazer barulho, você pode ouvir os anjos cantarem o cântico de louvor ao “recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura” (Lc 2,12), entre Maria e José “”Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência (divina).” (Lc 2,14). Uma estrela então brilhará nos olhos de uma criança.

Jacques Gauthier




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sábado, 23 de dezembro de 2017

SÃO NICOLAU, “PAPAI NOEL” E O SIGNIFICADO DO NATAL

23 de dezembro de 2017
São Nicolau entrega presentes às crianças – Pintura de Fritz Tüshaus (1832-1885). Stadtmuseum, Münster (Alemanha).

A figura de São Nicolau acompanha o processo de decadência da Cristandade iniciado com a Revolução Protestante, que transformou o sentido sacrossanto do Natal.

Alejandro Ezcurra Naón

No Natal celebramos o momento culminante da história humana em que Deus feito homem veio ao mundo e “habitou entre nós” (Jo 1, 14). O nascimento do Menino Jesus constitui um transbordamento incomensurável de amor divino: o Verbo de Deus reveste-se de nossa natureza para reparar como homem ao Padre Eterno todos os nossos pecados e abrir-nos assim as portas do Céu.

A festa da pureza, da família e das crianças
A festa de Natal é por excelência a festa da inocência, da pureza, das alegrias castas, serenas e profundas. Aquele terno Menino que repousa num presépio é o “esperado das nações” (Gn. 49,10). o Messias cuja única presença restaura a Ordem vulnerada pelo pecado e inaugura a Era da Graça, tornando-nos capazes de praticar todo o bem.
Natal é também a festa da família, porque envolve a Família por excelência que é a Sagrada Família, constituída pelo Menino Jesus, por sua Mãe Santíssima — Virgem antes, durante e depois do parto — e por seu pai legal, o patriarca São José, herdeiro do trono de David.
Sendo a festa da família, o Natal não pode deixar de ser a festa das crianças. Ao longo dos séculos, a Igreja procurou rodeá-lo de manifestações que também nos pequenos despertassem sentimentos de devoção e piedade para com Aquele “a quem os céus não podem conter” (Do Officium Parvum B. Mariӕ Virginis, Matinas, 1ª Lição), e que, entretanto, se fez pequenino como eles e para eles.
Foram assim aparecendo costumes — músicas, representações cênicas, orações, comidas, presentes — ou formas especiais de adornar as casas, como o Presépio, prática inaugurada por São Francisco de Assis e que se propagou rapidamente por todo o mundo cristão.
E assim como o espanhol é o povo que mais se comove com os sofrimentos da Paixão do Redentor e o eslavo com a celebração da Páscoa da Ressurreição, o germânico é sem dúvida o que mais se maravilha com o santo mistério do Natal.

“Papai Noel” na Palestina, no Japão e de camelo nos países árabes. Um velhote sem profissão nem religião conhecida, podendo perfeitamente ser um agnóstico e mentalmente um tanto decrépito, que reparte presentes não se sabe para quê nem por conta de quem…

Pedagogia natalina: a visita de São Nicolau

Um dos costumes natalinos mais encantadores surgidos na Alemanha é a visita de São Nicolau às crianças, preparando-as para essa grande festividade.
Ele é também conhecido como São Nicolau de Bari. Sabemos que foi bispo da cidade de Mira, na Lícia romana (atual sudeste da Turquia), no século IV, tendo combatido os cultos pagãos e a heresia ariana, a qual negava a dupla natureza divina e humana de Jesus Cristo. Ele participou do Concílio de Niceia, que definiu os doze artigos da fé católica contidos no Credo. Após uma vida repleta de fatos extraordinários, São Nicolau faleceu em dezembro do ano de 345.


Quando os muçulmanos invadiram a Turquia, suas relíquias foram resgatadas e trasladadas para Bari, na Itália, onde são veneradas até hoje. Iniciou-se assim sua grande fama no Ocidente. A devoção a São Nicolau ficou associada às crianças, porque além de tê-las escolhido como objeto de sua especial caridade, nelas operou muitos milagres, alguns dos quais tão estupendos como a ressurreição de três meninos assassinados por um hospedeiro.

O Bispo São Nicolau, celebrado na Alemanha
Surgiu por esse motivo na Alemanha medieval um simpático costume, que perdura até hoje em algumas regiões católicas: no dia 6 de dezembro, festa do santo bispo, um venerável “São Nicolau” de barbas brancas, revestido com solenes trajes episcopais, mitra e báculo, visita as casas para perguntar como as crianças procederam durante o ano. As que se comportaram bem ganham doces e outros presentes, enquanto as malcomportadas recebem apenas um pequeno pedaço de carvão…
Essa visita do santo aos lares era acompanhada de cantos, recitações etc., e constituía uma excelente forma de gerar expectativa nas famílias pela chegada do Menino Deus.

Esvaziamento e perversão: de São Nicolau ao “Papai Noel”
Mas com a revolução protestante tudo se transtornou. É muito instrutivo verificar como a degradação da figura de São Nicolau acompanha as etapas do processo de decadência da Cristandade descrito por Plinio Corrêa de Oliveira em seu célebre ensaio Revolução e Contra-Revolução.
Durante a pseudo-Reforma chefiada por Lutero — por incrível que pareça, comemorada há pouco em ambientes progressistas da Igreja Católica —, para se colocar no mesmo nível do igualitarismo calvinista, as vestimentas episcopais de São Nicolau desapareceram em alguns países, sendo substituídas por uma roupa civil. Como os protestantes não têm hierarquia eclesiástica nem culto aos santos, a própria figura do santo bispo foi diluída. Assim deformado, no século seguinte passou para a América do Norte.

De São Nicolau ao Papai Noel comercial…
No século XIX, ao sopro das ideias da Revolução Francesa, essa versão norte-americana do personagem — ao qual se passou chamar “Santa Claus” e que guardava ainda certos vestígios de São Nicolau — se laicizou completamente, transformando-se no fictício “Papai Noel” que hoje conhecemos: um velho de aspecto vulgar, obeso e bonacheirão, sem profissão nem religião conhecida, podendo perfeitamente ser um agnóstico e mentalmente um tanto decrépito, que reparte presentes não se sabe para quê nem por conta de quem… Quem lucra? — O comércio!
Já no século XX, novo passo na decadência: com a hegemonia política iniciada pelos Estados Unidos a partir da vitória aliada na Guerra de 1914-1918 sobreveio uma concomitante hegemonia cultural norte-americana que impôs universalmente os estilos do American way of life.
Com isso, um “Papai Noel” tosco e proletário, ícone de marketing da Coca-Cola, transformou-se nos anos 30 em principal personagem do Natal daquele país, tirando dos espaços públicos das comemorações natalinas as figuras da Sagrada Família e dos Reis Magos, enquanto o Jingle Bellsinsípido e trepidante substituía as suaves harmonias do Stille Nacht (Noite Feliz) — o canto natalino por excelência — e os tradicionais carols (cânticos) anglo-saxões. Versões ridículas do Papai Noel se difundiram assim por todo o mundo, esvaziando gradualmente o Natal do Menino Jesus de seu sublime significado original e transformando-o numa mera celebração comercial.

Fim de um processo e certeza de regeneração
Assistimos agora à etapa final desse esvaziamento. Coincidindo com a revolução cultural que ameaça precipitar o Ocidente na mais completa dissolução moral e social, nas últimas décadas aberrantes apareceram “Mamães Noel” — inicialmente extravagantes, depois feministas, mais tarde sensuais e, por fim, pornográficas —, símbolos da perversão revolucionária do Natal.
Assim, das alegrias inocentes à voluptuosidade; da serenidade maravilhada ao frenesi; da pureza aos impulsos infrenes; da luz de Cristo às pompas de satanás, chegamos ao fim de uma sequência de abominações que procuram converter a magna festa da Cristandade — a celebração do nascimento do Salvador do mundo — no extremo oposto do que ela substancialmente é.
Mas o verdadeiro Natal não morre: ele continua palpitando nos corações de todos aqueles que adoram o Divino Infante “em espírito e em verdade” (Jo 4, 24) e esperam a era de glória para a Igreja e de regeneração e esplendor para a Cristandade, anunciada há um século em Fátima.

“EU REINAREI”

Na base da imagem do precioso Menino Jesus venerado no Santuário do Bairro 20 de Julho, em Bogotá, e popularizado em todo o orbe católico, lemos esta categórica afirmação: “Eu reinarei”. Com a confiança que nasce da fé, peçamos neste Natal ao Menino Jesus que torne o quanto antes realidade esta promessa, suplicando-Lhe com toda a Igreja: “Veni, Dómine, et noli tardare: relaxa facinora plebis tuae Israel” — “Vem, Senhor, e não tardeis: perdoa os pecados de teu povo”. (Liturgia do Advento, Domingo IV, Gradual).      



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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

PAPAI NOEL OU SÃO NICOLAU?

Papai Noel ou São Nicolau?
15 de dezembro de 2016
Plinio Maria Solimeo

         Aproxima-se o Natal. Desde os mais sofisticados Shoppings Centers até as lojas mais humildes esmeram-se na decoração natalina. Em praticamente todas elas ocupa lugar de realce o obeso Papai Noel, que nesta nossa época tão materializada se tornou o símbolo do Natal.

Como surgiu esse personagem, que tomou o lugar do próprio Menino Jesus nas comemorações natalinas? Segundo fontes autorizadas, em 1821 foi publicado em Nova York um livro de litografias para o público infantil intitulado Santa Claus, o amigo das crianças, o qual alcançou muita popularidade. Pelo que tudo indica, “Santa Claus” é uma deturpação fonética do “Sankt Niklaus” alemão, ou seja, de São Nicolau de Bari.

Vindo do Norte, esse personagem chegava num trenó puxado por uma rena voadora, e aparecia não mais no dia 6 de dezembro, festa do Santo, mas na véspera de Natal.

“Segundo peritos do St. Nicholas Center, foi uma elite de Nova York que conseguiu nacionalizar a Natividade [de Jesus] através de Santa Claus, com o apoio de artistas e literatos como Washington Irving, John Pintard e Clement Clarke Moore”.

Mas foi só em 1863, durante a Guerra Civil dos EUA, que o caricaturista político Thomas Nast começou a desenhar o Santa Claus — ou Papai Noel, para nós —, como aparece agora, com o gorro vermelho, abundante barba branca e avantajado ventre.

Essa versão, no entanto, foi popularizada pela indigesta Coca-Cola, que o representou pela primeira vez num anúncio em 1920. E como essa rejeitável bebida difundiu-se por todo o mundo como símbolo da modernidade e da mentalidade hollywoodiana, também o Papai Noel se espalhou por toda a Terra[i].

Quem era São Nicolau

Nas épocas de fé, em que o espírito religioso ainda impregnava as festas natalinas, o nascimento de Cristo era precedido pela festa de São Nicolau de Mira, ou de Bari, no dia 6 de dezembro. Era nesse dia que o santo bispo dava presentes às crianças.

Na vida desse santo tão popular, é difícil saber o que é realidade e o que é legenda. Pois são tantos os fatos tão extraordinários que se contam a seu respeito, que, em alguns casos, se torna quase impossível separar o real do fantasioso.

Esse santo do século IV foi um dos mais venerados do Oriente, antes de o ser do Ocidente. E as legendas narrando maravilhas a seu respeito se difundiram por todo o mundo.
Nicolau nasceu por volta do ano 270 em Patara, opulenta capital da Lícia, na atual Turquia. Seus pais eram nobres, ricos e, sobretudo, piedosos.

O menino recebeu apurada educação religiosa e cívica. Na escola, evitava a companhia dos colegas perniciosos, só travando amizade com os bons e virtuosos. Crescendo, evitava os espetáculos perigosos, e domava seu corpo com vigílias, cilícios e jejuns.

Quando seus pais faleceram, Nicolau herdou uma grande fortuna. Mas considerou-se apenas administrador desses bens, cujos reais senhores se tornaram os pobres e os necessitados.

Bispo de Mira

Faleceu então o arcebispo de Mira. Os prelados da província e o clero elevavam fervorosas preces aos Céus, pedindo luzes para encontrar um digno sucessor. Como não chegavam a um acordo sobre a pessoa a escolher, por inspiração do alto, combinaram então que elegeriam bispo o primeiro cristão que entrasse na igreja no dia seguinte.

Ora, Nicolau tinha então se mudado de Patara para essa cidade, a fim de viver mais obscuramente. E pensou logo em visitar a igreja local. Assim, ignorando em absoluto o que fora combinado, franqueou bem de manhãzinha o umbral do templo, e foi logo apanhado e aclamado bispo. Embora resistisse, foi preciso ceder à vontade de Deus.

Desde então, “sua solicitude pastoral estendeu-se geralmente a todas as necessidades de seu povo. Cuidava dos pobres, dos doentes, dos prisioneiros, das viúvas e dos órfãos. Quando não podia assisti-los pessoalmente, fazia-os visitar e assistir por pessoas piedosas, a quem encarregava desses cuidados. Sua principal aplicação era conhecer as necessidades espirituais de seus fiéis e levar-lhes os remédios eficazes. [...] Pregava contra todos os vícios, e o fazia com uma eloqüência divina que o tornava vitorioso sobre todos os corações[ii].

“‘Graças aos ensinamentos de Nicolau, a metrópole de Mira foi a única que não se contaminou com a heresia ariana, a qual ele rechaçou firmemente como se fosse um veneno mortal’, dizia São Metódio. O arianismo negava a divindade de Jesus Cristo. Do mesmo modo, São Nicolau combateu incansavelmente o paganismo[iii].

Um biógrafo do santo, o arquimandrita (superior de um mosteiro na Igreja Oriental) Miguel, narra assim sua morte: “Havendo regido a Igreja metropolitana de Mira e embalsamado o país com o perfume de uma santíssima vida sacerdotal, trocou esta vida perecedoura pelo repouso eterno” por volta do ano 341[iv].

Túmulo de São Nicolau
Suas relíquias são preservadas na igreja de São Nicolau, em Bari, na Itália. E até hoje delas emana uma substância oleosa, conhecida como Maná de São Nicolau, que é altamente apreciada por seus poderes medicinais[v].

Com efeito, “em Mira se dizia que o ‘venerável corpo do bispo, embalsamado no azeite da virtude, transudava uma suave mirra que o preservava da corrupção, e curava os enfermos, para glória daquele que havia glorificado a Jesus Cristo, nosso verdadeiro Deus”[vi].

São Nicolau é muito venerado na Grécia e na Rússia, sendo o patrono de Moscou. Seu culto chegou à Itália quando mercadores italianos roubaram suas relíquias e as levaram para Bari em 1087. Daí seu culto chegou à Alemanha durante o reinado de Oton II (955-983), provavelmente porque sua esposa, Teófano, era grega. Nesse tempo, o bispo Reginaldo de Eichstaedt (+ 991) escreveu sua vida, que se tornou muito popular. São Nicolau tornou-se também o patrono de vários países da Europa, como Grécia, Rússia, Reino de Nápoles, Sicília, Lorena, e também de várias cidades da Itália, da Alemanha, da Áustria, da Bélgica, da Holanda e da Suíça.


Na Holanda ele é conhecido como Sinterklaas, sendo representado montado num cavalo branco, mitra sobre a cabeça e empunhando um báculo dourado. Ele cavalga sobre os telhados, acompanhado de seu escudeiro Pikkie, um mouro terrível que coloca num saco os meninos maus. São Nicolau visita as casas, perguntando: “Há aqui algum menino mau?” Todos respondem: “Não, Sinterklaas, aqui todos somos bons”. “Todos?” pergunta o bispo. “Sim, Sinterklaas”. Então o santo distribui bombons a todas as crianças. Quando há alguma que não se comportou bem durante o ano, em vez de bombom o santo dá-lhe um pedaço de carvão. O mesmo sucede no sul da Alemanha, onde ele é conhecido como Sankt Nikolaus.

Reações contra o Papai Noel

O Papai Noel comercializado não tem nada de cristão. Pelo contrário, é inteiramente pagão, tendo por isso se tornado tão popular numa época cada vez mais paganizada como a nossa.

Felizmente está ocorrendo em vários países, principalmente na Alemanha, uma sadia reação contra a intromissão do Papai Noel mercantilista nas festas natalinas, e um ressurgimento da tradição do Sinterklaas, cheia de encanto e inocência.

Esperemos que essa tão necessária reação apague esse clima mercantilista das festas de Natal contemporâneas e as transforme novamente na “noite feliz” em que nasceu o Salvador do Mundo para resgatar o gênero humano.




Notas:
[i] https://www.aciprensa.com/noticias/san-nicolas-o-santa-claus-6-diferencias-entre-el-santo-y-el-personaje-de-ficcion-47672/
[ii] Les Petits Bollandistes, Vies des Saints, Bloud et Barral, Libraires-Éditeurs, Paris, 1882, vol. XIV, p. 87.
[iv] Edelvives, El Santo de Cada Dia, Editorial Luis Vives, S.A., Saragoça, 1949, tomo VI, p. 369.
[v] Cfr. Michael T. Ott, Saint Nicholas of Myra, The Catholic Encyclopedia, CD Rom edition.



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