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segunda-feira, 25 de março de 2019

JANAÍNA, COM EXTREMA ELEGÂNCIA E 8 TUITADAS, PÕE RODRIGO MAIA NA PAREDE


24/03/2019

As declarações do presidente da Câmara Rodrigo Maia, atacando o governo e se rebelando contra a Reforma da Previdência, descumprindo compromissos assumidos, motivaram oito tuitadas da deputada Janaína Paschoal.

Mais uma vez, a advogada dá um espetáculo de lucidez e coerência.

Abaixo, a íntegra. Cada parágrafo representa uma tuitada. O conjunto é uma lição de inteligência e boa política.

“Não me agrada ler mensagens ofensivas ou agressivas a quem quer que seja. Reconheço o direito de todo cidadão criticar o governo, sendo evidente que autoridades também podem criticar o governo e a forma de o Presidente governar.”

“Mas intriga que um político com a experiência do Presidente da Câmara esteja tão incomodado com tweets. A não ser que haja mensagens que o público desconheça.”

“O Presidente da Câmara externou a opinião de que o governo é um deserto de ideias. Disse também que Paulo Guedes é uma ilha de governo nesse deserto. Ao mesmo tempo, ele segue firme em reconhecer a importância da Reforma da Previdência.”

“Ora, basta dar as mãos a essa ilha e fazer a Reforma! Um verdadeiro líder não se intimida com mensagens descabidas. Não é possível que o Presidente da Câmara deixe de trabalhar pela principal Reforma para o país, em razão de alguns tweets. Eu não acredito!”

“Se o Presidente Rodrigo Maia reconhece a importância da Reforma, pedimos que a abrace e implemente. Ele foi capaz de uma grande articulação para se reeleger. Se quiser, usa essa mesma capacidade para aprovar a Reforma rapidamente.”

“Não há porque temer ficar sem os bônus do trabalho. O plano Real, até hoje, é atribuído a FHC e não ao Presidente Itamar.”

“Não creio que Guedes queira ser Presidente (aposto que não quer), Maia poderia ocupar o tal deserto que diz haver e mostrar ao país que tem liderança. Salvo melhor juízo, está perdendo uma oportunidade.”

“Para aqueles que estão interpretando minhas postagens como ataques, peço que leiam duas vezes. Estou dialogando com o Presidente da Câmara, para o bem de todos nós. Respeitosamente.”



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terça-feira, 18 de abril de 2017

"O IMPEACHMENT FOI A MELHOR COISA QUE PODERIA TER OCORRIDO PARA O NOSSO PAÍS"

Brasil 17.04.17

 
Janaína Paschoal escreveu ao O Antagonista sobre este um ano do impeachment de Dilma Rousseff:


"Após um ano do afastamento de Dilma Rousseff, vieram a público fatos ainda mais graves do que aqueles debatidos durante o processo de impeachment. Em sua delação (não contestada pelos envolvidos), Marcelo Odebrecht afirma ter se reunido com Graça Foster, no Hotel Transamerica em São Paulo, para tratar do pagamento de propinas. Só o que interessava a Graça era saber se além do PMDB, o PT também seria beneficiado. Marcelo diz que, relativamente a um contrato, Graça não entregou o combinado e ele foi pessoalmente falar com Dilma. Marcelo falou abertamente a Dilma que PMDB e PT haviam sido pagos pelo contrato. No lugar de denunciar os crimes, Dilma pediu a Mantega e a José Eduardo Cardozo que intermediassem o conflito entre Marcelo e Graça. Ou seja, ela queria que a Odebrecht continuasse sendo contemplada."

Mas não é só, acrescentou uma das advogadas do impeachment:

"Emílio Odebrecht confirmou o que escrevemos em nossa denúncia, ao trazer detalhes das operações feitas com a ditaduras parceiras do petismo. Lula garantiu a liberação do dinheiro pelo BNDES e, depois, Dilma perdoou a dívida. Como faláramos, já em setembro de 2015, o conluio entre Odebrecht, Lula e Dilma é inegável. No lugar de enfrentar os fatos, como fez durante todo o processo de impeachment, o advogado de Dilma ressuscita a teoria da vingança. Trata-se de uma cortina de fumaça para, novamente, fugir de explicar as graves imputações. Aproveitam o fato de haver muitos políticos e partidos acuados, para tentar dar cores à ficção do golpe. A estratégia deles é a maior prova de sua culpa."

Janaína completou:

"O que veio à tona após o afastamento de Dilma prova que fizemos um grande bem ao país, tirando esse partido do poder. A prova que Dilma sempre soube e participou ativamente de tudo é que, apesar das revelações, ela continua fazendo cara de paisagem. Ela é muito mais esperta do que parece. Enganados fomos nós. Como sempre disse, que caia quem tiver que cair, não tenho partido nem político de estimação. O impeachment foi a melhor coisa que poderia ter ocorrido para o nosso país. Se voltássemos no tempo, pediria o impeachment de novo. A única diferença seria que a delação da Odebrecht seria anexada."





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