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sábado, 8 de setembro de 2018

BELO EDITORIAL DO ESTADÃO. LEITURA OBRIGATÓRIA



O impeachment da presidente Dilma Rousseff será visto como o ponto final de um período iniciado com a chegada ao poder de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, em que a consciência crítica da Nação ficou anestesiada. A partir de agora, será preciso entender como foi possível que tantos tenham se deixado enganar por um político que jamais se preocupou senão consigo mesmo, com sua imagem e com seu projeto de poder; por um demagogo que explorou de forma inescrupulosa a imensa pobreza nacional para se colocar moralmente acima das instituições republicanas; por um líder cuja aversão à democracia implodiu seu próprio partido, transformando-o em sinônimo de corrupção e de inépcia. De alguém, enfim, cuja arrogância chegou a ponto de humilhar os brasileiros honestos, elegendo o que ele mesmo chamava de “postes” – nulidades políticas e administrativas que ele alçava aos mais altos cargos eletivos apenas para demonstrar o tamanho, e a estupidez, de seu carisma.

Muito antes de Dilma ser apeada da Presidência já estava claro o mal que o lulopetismo causou ao País. Com exceção dos que ou perderam a capacidade de pensar ou tinham alguma boquinha estatal, os cidadãos reservaram ao PT e a Lula o mais profundo desprezo e indignação.

Mas o fato é que a maioria dos brasileiros passou uma década a acreditar nas lorotas que o ex-metalúrgico contou para os eleitores daqui. Fomos acompanhados por incautos no exterior.

Raros foram os que se deram conta de seus planos para sequestrar a democracia e desmoralizar o debate político, bem ao estilo do gangsterismo sindical que ele tão bem representa. Lula construiu meticulosamente a fraude segundo a qual seu partido tinha vindo à luz para moralizar os costumes políticos e liderar uma revolução social contra a miséria no País.

Quando o ex-retirante nordestino chegou ao poder, criou-se uma atmosfera de otimismo no País. Lá estava um autêntico representante da classe trabalhadora, um político capaz de falar e entender a linguagem popular e, portanto, de interpretar as verdadeiras aspirações da gente simples. Lula alimentava a fábula de que era a encarnação do próprio povo, e sua vontade seria a vontade das massas.

O mundo estendeu um tapete vermelho para Lula. Era o homem que garantia ter encontrado a fórmula mágica para acabar com a fome no Brasil e, por que não?  No mundo: bastava, como ele mesmo dizia, ter “vontade política”. Simples assim. Nem o fracasso de seu programa Fome Zero nem as óbvias limitações do Bolsa Família arranharam o mito. Em cada viagem ao exterior, o chefão petista foi recebido como grande líder do mundo emergente, mesmo que seus grandiosos projetos fossem apenas expressão de megalomania, mesmo que os sintomas da corrupção endêmica de seu governo já estivessem suficientemente claros, mesmo diante da retórica debochada que menosprezava qualquer manifestação de oposição.

Embalados pela onda de simpatia internacional, seus acólitos chegaram a lançar seu nome para o Nobel da Paz e para a Secretaria-Geral da ONU.

Nunca antes na história deste país um charlatão foi tão longe. Quando tinha influência real e podia liderar a tão desejada mudança de paradigma na política e na administração pública, preferiu os truques populistas. Enquanto isso, seus comparsas tentavam reduzir o Congresso a um mero puxadinho do gabinete presidencial, por meio da cooptação de parlamentares, convidados a participar do assalto aos cofres de estatais. A intenção era óbvia: deixar o caminho livre para a perpetuação do PT no poder.

O processo de destruição da democracia foi interrompido por um erro de Lula: julgando-se um kingmaker, escolheu a desconhecida Dilma Rousseff para suceder-lhe na Presidência e esquentar o lugar para sua volta triunfal quatro anos depois.
Pois Dilma não apenas contrariou seu criador, ao insistir em concorrer à reeleição, como o enterrou de vez, ao provar-se a maior incompetente que já passou pelo Palácio do Planalto.

Assim, embora a história já tenha reservado a Dilma um lugar de destaque por ser a responsável pela mais profunda crise econômica que este país já enfrentou, será justo lembrar dela no futuro porque, com seu fracasso retumbante, ajudou a desmascarar Lula e o PT.

Eis seu grande legado, pelo qual todo brasileiro de bem será eternamente grato.


(Recebi  via WhatsApp)
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terça-feira, 18 de abril de 2017

"O IMPEACHMENT FOI A MELHOR COISA QUE PODERIA TER OCORRIDO PARA O NOSSO PAÍS"

Brasil 17.04.17

 
Janaína Paschoal escreveu ao O Antagonista sobre este um ano do impeachment de Dilma Rousseff:


"Após um ano do afastamento de Dilma Rousseff, vieram a público fatos ainda mais graves do que aqueles debatidos durante o processo de impeachment. Em sua delação (não contestada pelos envolvidos), Marcelo Odebrecht afirma ter se reunido com Graça Foster, no Hotel Transamerica em São Paulo, para tratar do pagamento de propinas. Só o que interessava a Graça era saber se além do PMDB, o PT também seria beneficiado. Marcelo diz que, relativamente a um contrato, Graça não entregou o combinado e ele foi pessoalmente falar com Dilma. Marcelo falou abertamente a Dilma que PMDB e PT haviam sido pagos pelo contrato. No lugar de denunciar os crimes, Dilma pediu a Mantega e a José Eduardo Cardozo que intermediassem o conflito entre Marcelo e Graça. Ou seja, ela queria que a Odebrecht continuasse sendo contemplada."

Mas não é só, acrescentou uma das advogadas do impeachment:

"Emílio Odebrecht confirmou o que escrevemos em nossa denúncia, ao trazer detalhes das operações feitas com a ditaduras parceiras do petismo. Lula garantiu a liberação do dinheiro pelo BNDES e, depois, Dilma perdoou a dívida. Como faláramos, já em setembro de 2015, o conluio entre Odebrecht, Lula e Dilma é inegável. No lugar de enfrentar os fatos, como fez durante todo o processo de impeachment, o advogado de Dilma ressuscita a teoria da vingança. Trata-se de uma cortina de fumaça para, novamente, fugir de explicar as graves imputações. Aproveitam o fato de haver muitos políticos e partidos acuados, para tentar dar cores à ficção do golpe. A estratégia deles é a maior prova de sua culpa."

Janaína completou:

"O que veio à tona após o afastamento de Dilma prova que fizemos um grande bem ao país, tirando esse partido do poder. A prova que Dilma sempre soube e participou ativamente de tudo é que, apesar das revelações, ela continua fazendo cara de paisagem. Ela é muito mais esperta do que parece. Enganados fomos nós. Como sempre disse, que caia quem tiver que cair, não tenho partido nem político de estimação. O impeachment foi a melhor coisa que poderia ter ocorrido para o nosso país. Se voltássemos no tempo, pediria o impeachment de novo. A única diferença seria que a delação da Odebrecht seria anexada."





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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

PROPINA ILUSTRADA

Propina ilustrada
Brasil 22.12.16 

O Antagonista fez uma versão ilustrada do episódio de suborno relatado pelos procuradores americanos.
Em 2009, o Brazilian Official 1, ou presidente Lula...

... reuniu-se com "another Odebrecht executive", ou Emilio Odebrecht.


Emilio Odebrecht pediu para que Lula conversasse com seu ministro da Fazenda, o Brazilian Official 4, ou Guido Mantega, sobre vantagens para a Braskem.


Guido Mantega reuniu-se com Alexandrino Alencar, ou Braskem Employee 1...


... e escreveu num pedacinho de papel que queria 50 milhões de reais em propinas para a campanha de Dilma Rousseff, ou Brazilian Official 2.


The End.





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