Total de visualizações de página

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

O QUE VOCÊ VAI FAZER AGORA?– Edgar Andrade



O que realmente importa
é o que você vai fazer agora,
O que você escolhe agora.
Você pode manter
o foco nas coisas ruins
que já lhe aconteceram
ou mudar o foco.



O que realmente importa é o que você vai fazer agora. O que você escolhe agora. Você pode manter o foco nas coisas ruins que já lhe aconteceram ou mudar o foco. Quando as pessoas mantêm o foco no que elas querem, o que elas não querem perde a força, o que você quer se expande e o que você não quer desaparece.

Você é o criador da sua própria experiência. Você gerencia seus próprios pensamentos que criam a sua realidade. Você pode começar onde você está. Você pode começar a pensar e gerar dentro de si mesmo um sentimento de harmonia, de felicidade e a resposta virá como você espera. A partir de agora você passará a acreditar em outras coisas.

Acredite que há mais do que o suficiente para todos no universo, Acredite que tudo dá certo para você e até mesmo que você rejuvenesce. E você pode se libertar de padrões hereditários, códigos culturais, crenças sociais e provar que  o poder dentro de você é maior que o poder que está no mundo.

Há algum limite para isso? Absolutamente não. Nós somos seres ilimitados. Nós não temos limites. As capacidades, os talentos, os dons  e o poder que está dentro de cada indivíduo nesse planeta é ilimitado. Você viverá em uma realidade diferente, e as pessoas olharão para você e dirão: “O que você faz de diferente de mim?” A única coisa que é diferente é que você tem a certeza do sucesso!
  

"Gotas de Crystal - Whats 32 99131 1743" 

* * *

domingo, 15 de dezembro de 2019

AS MELHORES ATRAÇÕES PARA CURTIR O NATAL EM CURITIBA


Mais de 130 atrações estão na programação do Natal curitibano e o melhor: muitas delas gratuitas. Listamos abaixo algumas opções de como aproveitar o Natal em Curitiba. Confira:


1. Coral do Palácio Avenida – Bradesco

O tradicional coral que se apresenta nas janelas do Palácio da Avenida desse ano já está acontecendo! Ele começou a se apresentar no dia 6 de dezembro e segue cantando no dia 20, 21 e 22, sempre às 20h30.

Dentro do evento, você tem cadeiras para sentar-se, banheiro, água e refrigerante. Para entrar, o valor é de R$35 a meia-entrada e R$70 a inteira. Apenas serão permitidas 10 pessoas que não fizeram reserva nas cadeiras e o evento. Mas, para os que não querem gastar, é possível ver toda a atração através do Ed. Tijucas, de camarote.
Como já é de costume, as 100 crianças que vão cantar tem de 7 a 14 anos e são de colégios municipais de Curitiba e instituições de acolhimento. A duração do espetáculo é de 45 minutos e o tema desse ano é "As cores do Natal". Uma novidade é a interatividade com o público através de um aplicativo de celular.

2. Feira especial de Natal na Praça Osório 

Divulgação/Valdecir Galor/SMCS
Decoração da Feira de Osório

 Artesanato, enfeites e comidinhas típicas: a feira de Osório está de volta, completamente em clima de Natal! Super tradicional, essa feira tem 61 barracas com presépios, brinquedos, Papais Noéis, bolsas e artigos de decoração. 
Não só de compras é feita a Feira Especial de Osório . Na praça, também foi instalada a Casa do Papai Noel, onde as crianças poderão conversar com o velhinho e tirar fotos. Outro ponto positivo é que receitas natalinas como panetones, chocotones e bombons estão também nas bancas de artesanato gastronômico. 
Várias regiões do Brasil e do mundo estão bem representadas na feira: acarajés, bolinho de bacalhau, pierogi, empanadas chilenas e polpetas são alguns dos pratos que darão um gostinho maior ao ambiente. A feira já está aberta e permanece até o dia 23 de dezembro.

3. Casa do Papai Noel em São José dos Pinhais 

Reprodução/Divulgação/Paulo Szostak
Casa do Papai Noel, em São José dos Pinhais

Para os que ainda não conheceram o Papai Noel, esse é o momento ideal. A Casa do Papai Noel em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, é uma atração antiga, contando mais de 20 anos, mas esse ano terá várias novidades. Um dos destaques vai para a decoração, em que foram usadas mais de cem mil lâmpadas, incluindo um túnel todo iluminado para recepcionar os visitantes.

Outros atrativos do local incluem apresentações teatrais e de dança, assim como corais natalinos e muitas opções de comida e bebida na praça de gastronomia, com os food trucks. O local dispõe ainda de uma feira de artesanato e, para a alegria dos pequenos, neve artificial. Destacam-se também o trenzinho de locomotiva e o teatro de bonecos, bem como os musicais e a apresentação da orquestra de cordas do município.

Tudo isso ocorre de segunda-feira a domingo, das 18h às 22h, e é possível ter acesso à programação completa no site da prefeitura de São José dos Pinhais.

A atração foi aberta no dia 26 de novembro e fica até o dia 23 de dezembro, com um ingresso de R$8,00 a inteira, mas crianças e idosos não pagam.

4. Natal nos Vinhos Durigan

Reprodução/TripAdvisor/XimuBH
Casa de Vinhos Durigan

Essa é uma ótima pedida para os amantes de vinhos e queijos. A casa dos Vinhos Durigan existe desde 1873 e é parte do roteiro turístico da região de Santa Felicidade. Essa área correspondia à uma antiga colônia composta principalmente de italianos e os imigrantes são os donos do negócio. Nesta época, tem decoração nataliana especial.

Rústica e acolhedora, a casa possui várias esculturas, uma delas representando Baco (ou Dionísio), deus do vinho e dos prazeres. Além de vinhos, sucos de uva sem conservantes nem açúcar também são oferecidos, englobando aqueles que não ingerem álcool na programação. A venda de massas, molhos, azeites, patês e geleias também acontece no ambiente, então se você planeja fazer um jantar italiano, já pode levar os ingredientes.

5. Natal do Mercado Municipal

Divulgação/Daniel Castellano/SMCS
Mercado Municipal em Curitiba

Pensando em toda a família, o Mercado Municipal de Curitiba organizou atividades culturais para a época natalina: apresentações de corais e de folclore estão incluídas, assim com a presença do Papai Noel, que pode atender a todas as crianças.

Fora isso, oficinas temáticas para as crianças e gastronômicas para os adultos englobam o passeio, ensinando pratos típicos de Natal e garantindo que a ceia seja impecável. As oficinas para as crianças incluem enfeites natalinos e cartinhas para o Noel. A Caça ao Tesouro também integra um dos eventos especiais infantis.

O Mercado permanecerá aberto até mais tarde antes das comemorações, das 8h às 19h a partir do dia 19/12. Nos dias 22 e 23/12, serão reduzidas duas horas do horário normal (8h às 18h), ficando aberto apenas até às 16h. 

Nos dias 15 e 22/12, ocorre o Sábado Alegria de Natal, que acontece na praça do Setor de Orgânicos. Como é de costume, poderão ser encontrados produtos como nozes, castanhas, peixes, queijos, salames, carnes, vinhos e espumantes para agregar as celebrações, bem como as cestas de presentes decoradas.

6. Cantata de Natal "Noite da Esperança"

Divulgação
Cantata da Igreja Independente de Curitiba


Se você fica emocionado com o verdadeiro significado do Natal, ou seja, o nascimento de Jesus, vai adorar essa atração. A Cantata de Natal "Noite da Esperança" é um evento proporcionado pela 1ª Igreja Independente de Curitiba, que fica no Lago da Ordem. 
O espetáculo terá a presença de 50 vozes cantando músicas natalinas sobre temas como promessa, alegria, esperança e celebração da vida. Ele acontece no dia 16/12, das 19h às 21h e é totalmente gratuito. Para alguma dúvida, o contato é: (41) 3223-3640.

Fonte: IG Turismo


 * * *

PALAVRA DA SALVAÇÃO (161)

3º Domingo do Advento 15/12/2019

Evangelho (Mateus 11: 2-11)

- O Senhor esteja com você.
- E com seu espírito.
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo +, de acordo com São Mateus. 
- Glória a você, Senhor.

João, que tinha ouvido falar das obras de Cristo na prisão, enviou seus discípulos para dizer:  "Você é o que vem ou devemos esperar por outro?"  Jesus respondeu: "Vá e conte a João o que você ouve e vê:
 os cegos veem e os coxos andam, os leprosos são limpos e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e as Boas Novas são anunciadas aos pobres;  E bem-aventurado aquele que não encontra escândalo em mim! ”  Quando eles foram embora, Jesus começou a falar com João sobre o povo:”  O que você saiu para ver no deserto? Uma bengala sacudida pelo vento? O que você saiu para ver, se não? Um homem elegantemente vestido? Não! Quem se veste com elegância está nos palácios dos reis.  Então, o que você fez? Ver um profeta? Sim, eu lhe digo, e mais do que um profeta.  Eis de quem está escrito: Eis que eu envio o meu mensageiro diante de ti, que preparará o teu caminho adiante. «Em verdade vos digo que ninguém maior que João Batista surgiu entre os nascidos de mulher; no entanto, o menor do Reino dos Céus é maior que ele.

Palavra de Salvação.
- Glória a você, Senhor.

https://liturgia.cancaonova.com/es/                                                              
---
Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão de Dom Alberto Taveira Corrêa:

---
“Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo” (Mt 11,4) 

O evangelho de Mateus nos apresenta a chamada “prova messiânica”. João Batista, a partir do cárcere, envia emissários para perguntar a Jesus se é Ele o esperado ou se devem esperar um outro. Jesus não responde com alguns argumentos teológicos, nem com citações bíblicas, ou com alguns dogmas e doutrinas, mas remete os discípulos de João aos puros fatos, que podem ser “vistos e ouvidos”: “os cegos veem, os paralíticos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados”.

Estas “obras”, estas boas notícias, são a prova de identidade do Messias; e deverão ser a prova de identidade dos seus seguidores. Só quando nossa vida prolongar e atualizar estas mesmas obras, só quando formos “boa notícia para os pobres” é que estaremos sendo seguidores(as) daquele Messias. Por que Jesus fala de cegos, surdos, coxos, inválidos, leprosos..., e muitos outros coletivos que continuam sendo marginalizados? O texto quer dizer que a chegada do Reino terá ressonâncias vitais para todos, mas sobretudo para os mais desfavorecidos, que tinham perdido a esperança; quer dizer que aquele que acolhe o Reino, sairá da dinâmica da morte e entrará na dinâmica da vida.

É interessante que, entre os sinais da presença do Messias não há referência a um só sinal “religioso”: nem culto, nem orações, nem sacrifícios, nem doutrinas. Isto nos deve fazer pensar. Nós cristãos, com frequência, nos esquecemos que, para Jesus, o primeiro é o ser humano, a prioridade é a vida.

As “obras” que Jesus realizava, desconcertaram o Batista porque este, em sua pregação junto ao Jordão, o que na realidade anunciava era a chegada de um Messias ameaçante e justiceiro. João Batista, portanto, falava à multidão da “perdição eterna”, na linha do juízo mais severo. Por isso, o Messias viria a este mundo para remediar o problema do “pecado”. 

Ainda hoje na Igreja, em muitos ambientes mais fechados e conservadores, prevalece a figura de João Batista, com julgamentos, medos e ameaça do juízo final. Com isso, a religião e suas observâncias deixam de ser fonte de esperança e nos distanciam do compromisso com os “últimos e excluídos”. Jesus corrige João. Ele não veio para impôr medo e anunciar ameaças aos pecadores e às pessoas “perdidas”. Ele veio a este mundo para aliviar o “sofrimento humano”, para incluir quem estava excluído, para ativar a dignidade dos mais carentes, para abrir um horizonte de esperança a todos...

Dito isto, com facilidade compreendemos onde, em quê e como encontramos e vivemos o centro mesmo do Evangelho. O decisivo e determinante, na Igreja e na vida cristã, não é a doutrina, nem as práticas religiosas que alimentam a culpa doentia, nem o legalismo estéril, nem o ritualismo que afasta da vida... Há algo que é mais simples, mais claro e que está ao alcance de todos, a saber: o central e determinante da vida cristã é o compromisso contra todo tipo de sofrimento e contra tudo aquilo que exclui e gera desumanização.

Dito de outra maneira: seguir Jesus é contagiar vida plena e felicidade aos outros. Tanto mais, quanto mais limitadas e desamparadas são as pessoas com as quais convivemos. Somente o “projeto com vida”, que Jesus traçou em seu Evangelho, é a luz e a esperança que tanto aspiramos. 

O Advento nos revela que a mística cristã é uma mística de olhos e ouvidos compassivamente abertos. Temos de aguçar a vista e afinar os ouvidos para sermos capazes de contemplar as obras de Deus em favor da vida, que se visibilizam na história da humanidade, sobretudo entre os mais pobres e excluídos. 

Este tempo que vivemos e este lugar no qual estamos imersos, requer de nós novos olhos e novos ouvidos para facilitar a convivência, a transformação social e aceitar a nova visão da existência humana. É preciso sair dos sentidos estreitos, autorreferentes e centrados em nós mesmos..., para os sentidos contemplativos, oblativos, capazes de nos deixar impactar pela realidade e entrar em sintonia com ela, vibrando e nos alegrando com as surpresas que daí brotam. 

O tempo do Advento chega ao mais profundo, transforma nosso coração e nossos sentidos, e nos leva a um mundo novo de possibilidades inéditas, descobre e revela o melhor em cada um de nós. Quem se unifica e se dilata em seus sentidos, encontra seu verdadeiro rosto, porque a beleza do rosto é “epifania da pessoa”. O verdadeiro rosto deixa transparecer o coração quando este é carregado de compaixão. O olhar de Jesus é reflexo do olhar do Pai, pois Ele se fixa sobretudo nas pessoas concretas e, com particular atenção, nos mais pobres e necessitados, aqueles que eram “invisíveis” para a sociedade de seu tempo: os enfermos, as viúvas, as crianças, o estrangeiro...

Estamos vivendo um tempo litúrgico privilegiado onde o trato íntimo com o Senhor nos transforma, nos inspira a assumir suas atitudes profundas e a “cristificar nossos sentidos”, para segui-Lo em sua encarnação no nosso mundo.  Através dos nossos sentidos, o modo de ser e de agir de Jesus entra em nossa intimidade e, por meio deles respondemos também à realidade de um modo novo.

A contemplação do mundo da dor e das sombras de nossa realidade implica uma compreensão responsável que olha, escuta, sente, se encarna e se encarrega das realidades de sofrimento. É uma contemplação que nos enraíza na realidade da exclusão para descobrir como o rosto ferido e maltratado de nosso Deus se transforma em narrações de resistência e esperança para seu povo. 

O tempo do Advento também deixa transparecer um grande obstáculo, que acaba reforçando o impulso possessivo dos nossos sentidos: vivemos numa cultura de imagens artificiais, não escolhidas, arremessadas contra nós, com fins mercantilistas. Nossos olhos e ouvidos estão saturados, nossas retinas estão fatigadas, nossos tímpanos perderam sua vibração. Estar submetidos a tal impacto, visual e sonoro, nos faz perder a inocência, ou seja, a capacidade de estar simplesmente numa atitude receptiva e de acolhida; também esvazia a contemplação desinteressada e distendida, aquela que nos dispõe para sentir e captar a presença divina na realidade e nas pessoas.

Nossos sentidos estão se tornando filhos da necessidade ou do interesse, esvaziando-se de toda gratuidade e atitude receptiva. Sentidos petrificados e possessivos acabam por bloquear também o nosso interior. Dos sentidos petrificados brotam atitudes de julgamento, de intolerância, de violência, de preconceito..., nos distanciando daqueles que são “os preferidos de Deus”.

Nossa civilização, que já ultrapassou a era do trabalho escravo, ainda está na era dos “sentidos escravos”.

Estão comercializando com nossas pupilas e nossos tímpanos; nas publicidades comerciais, temos os olhos e ouvidos vendidos e não levamos nenhuma “comissãozinha”. Só os sentidos contemplativos deixam de ser possessivos e devoradores, para se tornarem oblativos e abertos; e, quando são oblativos, eles nos unificam por dentro e nos movem a viver em profunda sintonia com a realidade, carregada de presenças.

O Advento é oportunidade única para recuperar a capacidade do assombro e da admiração, e assim, viver os sentidos de maneira agradecida, gerando comunhão. E a conversão começa pelos sentidos.

Texto bíblico:  Mt 11,2-11
Na oração: Através dos “sentidos cristificados” alcançamos uma forma de olhar, escutar, sentir, apalpar, saborear... que nos abre à percepção da Presença divina e à revelação do sacramento do irmão.
- quê novos sinais e vozes você está captando no seu interior e na sua realidade cotidiana, manifestação da surpreendente ação de Deus em favor da vida?
- de quê maneira você prolonga as “obras” de Jesus no seu ambiente?

Pe. Adroaldo Palaoro sj
13.12.2019
* * *

sábado, 14 de dezembro de 2019

ITABUNA CENTENÁRIA UM SONETO: Sépia - Geraldo Maia



SÉPIA 
Geraldo Maia


te amar como a gota à pétala
sorver toda manhã de tuas entranhas
e parir o céu numa pequena tela
de ternura e te amar por estranhas

ruas de silêncio então aos poucos
alcançar o gozo cru de teu veneno
antídoto fatal rebenque em pleno
galope salto sol do delírio outros

te amarão por certo mas o meu amor
é de sépala e punhal tara de flor
de orgia é sangria fescenina

de mel e amargo trago sem fim rima
boba como água e susto ah gosto
de te amar como lágrima ao rosto

Geraldo Maia, poeta 
Estudou Jornalismo na instituição de ensino PUC-RIO (incompleto)
Estudou na instituição de ensino ESCOLA DE TEATRO DA UFBA
Coordenou Livro, Leitura e literatura na empresa Fundação Pedro Calmon
Trabalha na empresa Folha Notícias,
Filho de Itabuna/BA/BRASIL, reside em Louveira /SP.

* * *

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

13 DE DEZEMBRO, DIA DE SANTA LUZIA



  
          Santa Luzia foi uma das mais veneradas santas da antiguidade.  Recebeu primorosa educação cristã de modo que se sentiu dominada pelo amor a Cristo emitindo, desde cedo, o voto de perpétua virgindade.

            Mas, sua mãe desejava que Luzia se casasse com um jovem de distinta família, mas pagão. Aconteceu que, após uma romaria ao túmulo de Santa Águeda, Luzia recusou a proposta do matrimônio. Prevendo uma vingança e o martírio, Luzia distribuiu seus bens aos pobres e se preparou para o que viesse com fervorosa oração.

          O jovem que esperava casar-se com Luzia transformou o amor em ódio e denunciou-a ao governador de dois crimes: de não ter cumprido a palavra e de ser cristã. Foi martirizada no dia 13 de dezembro de 303.

            Santa Luzia é invocada como protetora contra as doenças dos olhos. Provavelmente esta conexão se deve ao fato de que o nome de Luzia em latim se liga a palavra luz.

                                Frei Marcos Antônio de Andrade, OFM
                                                                                 Agudos/ SP

* * *

ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS EMPOSSA SUA NOVA DIRETORIA PARA 2020



"Não haverá saída possível se não lançarmos um olhar frontal e desarmado para o presente. Não como súditos ou inimigos, mas enquanto cidadãos para construir, de forma inclusiva e generosa, o bem comum", enfatiza Marco Lucchesi em seu discurso de posse na Presidência da ABL.

A nova Diretoria da Academia Brasileira de Letras, eleita no dia 5 de dezembro, tomou posse no dia 12 de dezembro, às 17h00, no Salão Nobre do Petit Trianon (Avenida Presidente Wilson, 203 - Castelo, Rio de Janeiro).  

O Presidente é o Acadêmico e escritor Marco Lucchesi. Assumiram, ainda, os seguintes Diretores: Secretário-Geral: Merval Pereira; Primeiro-Secretário: Antônio Torres; Segundo-Secretário: Edmar Bacha; Tesoureiro: José Murilo de Carvalho. 
Em seu discurso de Posse, Lucchesi afirmou: "Não haverá saída possível se não lançarmos um olhar frontal e desarmado para o presente. Não como súditos ou inimigos, mas enquanto cidadãos para construir, de forma inclusiva e generosa, o bem comum’.

 
DIRETORIA DA ABL PARA 2020


MARCO LUCCHESI – Sétimo ocupante da Cadeira n.° 15 da ABL, eleito em 3 de março de 2011, na sucessão de Padre Fernando Bastos de Ávila, Marco Lucchesi, nascido no Rio de janeiro em 9 de dezembro de 1963, é o mais jovem Presidente da Academia Brasileira de Letras dos últimos 70 anos. O mais novo, em toda a história da ABL, foi o Acadêmico Pedro Calmon (1902-1985), que assumiu, em 1945, com 43 anos de idade.
Escritor muitas vezes premiado, tanto no Brasil quanto no exterior, Lucchesi é autor de uma obra que abarca poesia, romance, ensaios, memórias e traduções. Publicou mais de 40 livros ao longo de sua trajetória. Professor titular de Literatura Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem pós-doutorado em Filosofia da Renascença na Alemanha. Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui mestrado e doutorado em Ciência da Literatura. Seus livros mais recentes são O carteiro imaterial (ensaios), Clio (poesia) e O bibliotecário do imperador (romance). Ganhou três Prêmios Jabuti da Câmara Brasileira do Livro.


MERVAL PEREIRA – Oitavo ocupante da Cadeira n.° 31, eleito em 22 de junho de 2011, na sucessão de Moacyr Scliar, Merval Pereira é jornalista e comentarista da GloboNews e da CBN, e colunista de O Globo. Foi eleito Correspondente Brasileiro da Academia das Ciências de Lisboa em novembro de 2016. Em 1979, recebeu o Prêmio Esso pela série de reportagens “A segunda guerra, sucessão de Geisel”, publicada no Jornal de Brasília e escrita em parceria com o então editor do jornal, André Gustavo Stumpf. A série virou livro, considerado referência para estudos da época e citado por brasilianistas, como Thomas Skidmore. Em 2009, recebeu o prêmio Maria Moors Cabot da Universidade de Columbia de excelência jornalística, a mais importante premiação internacional do jornalismo das Américas.


ANTÔNIO TORRES – Nascido na Bahia, Antônio Torres estreou na literatura em 1972, com o romance Um cão uivando para a Lua, considerado pela crítica a revelação daquele ano. Hoje, entre os seus 17 títulos publicados, destaca-se a trilogia formada por Essa terra (1976), O cachorro e o lobo (1997) e Pelo fundo da agulha (2006). Em 1998, foi condecorado pelo governo francês como Chevalier des Arts et des Lettres, pelos seus livros traduzidos na França. Em 2000, teve o reconhecimento nacional ao receber o Prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da sua obra. Em 2001, ganhou o Prêmio Zaffari & Bourbon. Recebeu ainda, entre outros, o Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro, da Academia Carioca de Letras, e o Prêmio da Academia Petropolitana de Letras, ambos pelo conjunto da sua obra, da 9.a Jornada Nacional de Literatura, da Universidade de Passo Fundo, RS, pelo romance Meu querido canibal. Em 2007, Pelo fundo da agulha foi um dos ganhadores do Prêmio Jabuti. Seus livros, que passeiam por cenários rurais, urbanos e da História, têm tido várias edições no Brasil e traduções em muitos países; da Argentina ao Vietnã. De 1999 a 2005, foi Escritor Visitante da UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, quando ministrava oficinas literárias, realizava aulas inaugurais e proferia palestras nos campi do Maracanã, da Faculdade de Formação de Professores da UERJ em São Gonçalo e da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense da UERJ em Duque de Caxias. 


EDMAR BACHA – Economista, fundador e diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças, um centro de pesquisas e debates no Rio de Janeiro, nasceu em Lambari, Minas Gerais, de uma família de escritores, políticos e comerciantes. Sexto ocupante da Cadeira n.° 40, eleito em 3 de novembro de 2016, na sucessão de Evaristo de Moraes Filho, concluiu a Faculdade de Ciências Econômicas na Universidade Federal de Minas Gerais e, em seguida, obteve o ph.D. em Economia na Universidade de Yale, EUA. É autor de inúmeros livros e artigos em revistas acadêmicas brasileiras e internacionais. O último livro foi Belíndia 2.0: Fábulas e Ensaios sobre o País dos Contrastes.


JOSÉ MURILO DE CARVALHO – Historiador e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nascido em Andrelândia (MG), fez sua graduação em Sociologia e Política na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é ph.D. pela Universidade de Stanford. Atuou como professor visitante e pesquisador em diversas universidades estrangeiras, como Oxford, Leiden, Londres, Stanford e Princeton. É autor de vasta produção de artigos e crônicas publicados em jornais e revistas, no Brasil e exterior, e de livros, como Os bestializados (1987), Pontos e bordados (1998), A formação das almas – o imaginário da República no Brasil (1990), Cidadania no Brasil: o longo caminho (2001) e Dom Pedro II (2007). Seu livro mais recente é O pecado original da República.

.................

* * *

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE


Hoje é a festa de Nossa Senhora de Guadalupe.
Em vez de eu falar, hoje Ela nos falará.
Nós a ouviremos, como Juan Diego:

– "Juanito! Juan Dieguito! Menor dos meus filhos, fica sabendo que sou Maria sempre Virgem, Mãe do verdadeiro Deus, por quem vivemos
Desejo muito que se erga aqui um templo para mim, onde mostrarei e prodigalizarei todo o meu amor, compaixão, auxílio e proteção a todos os moradores desta terra e também a outros devotos que me invoquem confiantes.

Vai e põe nisto todo o tem empenho.

– Ouve e entende bem uma coisa, tu que és o menorzinho dos meus filhos: o que agora te assusta e aflige não é nada. Não se perturbe o teu coração nem te inquiete coisa alguma. Não estou aqui, eu, tua mãe? Não estás sob a minha sombra? Não estás porventura sob a minha proteção?"

Precisa acrescentar algo mais!? Com a bênção e oração.
Dom Ceslau.


Dom Ceslau Stanula, 
Bispo Emérito da Diocese de Itabuna, escritor, membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL)

* * *