O que realmente importa é o que você vai fazer agora. O
que você escolhe agora. Você pode manter o foco nas coisas ruins que já
lhe aconteceram ou mudar o foco. Quando as pessoas mantêm o foco no que
elas querem, o que elas não querem perde a força, o que você quer se expande e
o que você não quer desaparece.
Você é o criador da sua própria experiência. Você
gerencia seus próprios pensamentos que criam a sua realidade. Você pode
começar onde você está. Você pode começar a pensar e gerar dentro de si mesmo
um sentimento de harmonia, de felicidade e a resposta virá como você espera. A
partir de agora você passará a acreditar em outras coisas.
Acredite que há mais do que o suficiente para todos no
universo, Acredite que tudo dá certo para você e até mesmo que você
rejuvenesce. E você pode se libertar de padrões hereditários, códigos
culturais, crenças sociais e provar que o poder dentro de você é maior
que o poder que está no mundo.
Há algum limite para isso? Absolutamente não. Nós somos
seres ilimitados. Nós não temos limites. As capacidades, os talentos,
os dons e o poder que está dentro de cada indivíduo nesse planeta é
ilimitado. Você viverá em uma realidade diferente, e as pessoas olharão para
você e dirão: “O que você faz de diferente de mim?” A única coisa que é diferente
é que você tem a certeza do sucesso!
Mais de 130 atrações estão na programação do Natal
curitibano e o melhor: muitas delas gratuitas. Listamos abaixo algumas opções
de como aproveitar o Natal em Curitiba. Confira:
1. Coral do Palácio Avenida –
Bradesco
O tradicional coral que se apresenta nas janelas do
Palácio da Avenida desse ano já está acontecendo! Ele começou a se
apresentar no dia 6 de dezembro e segue cantando no dia 20, 21 e 22, sempre às
20h30.
Dentro do evento, você tem cadeiras para sentar-se,
banheiro, água e refrigerante. Para entrar, o valor é de R$35 a meia-entrada e
R$70 a inteira. Apenas serão permitidas 10 pessoas que não fizeram reserva nas
cadeiras e o evento. Mas, para os que não querem gastar, é possível ver toda a
atração através do Ed. Tijucas, de camarote.
Como já é de costume, as 100 crianças que vão cantar tem de 7
a 14 anos e são de colégios municipais de Curitiba e instituições de
acolhimento. A duração do espetáculo é de 45 minutos e o tema desse ano é
"As cores do Natal". Uma novidade é a interatividade com o público
através de um aplicativo de celular.
2. Feira especial de Natal na Praça
Osório
Divulgação/Valdecir Galor/SMCS
Decoração da Feira de Osório
Artesanato, enfeites e comidinhas típicas: a feira de
Osório está de volta, completamente em clima de Natal! Super tradicional,
essa feira tem 61 barracas com presépios, brinquedos, Papais Noéis,
bolsas e artigos de decoração.
Não só de compras é feita a Feira Especial de
Osório . Na praça, também foi instalada a Casa do Papai Noel, onde as
crianças poderão conversar com o velhinho e tirar fotos. Outro ponto
positivo é que receitas natalinas como panetones, chocotones e bombons
estão também nas bancas de artesanato gastronômico.
Várias regiões do Brasil e do mundo estão bem representadas
na feira: acarajés, bolinho de bacalhau, pierogi, empanadas chilenas e polpetas
são alguns dos pratos que darão um gostinho maior ao ambiente. A feira já está
aberta e permanece até o dia 23 de dezembro.
3. Casa do Papai Noel em São José
dos Pinhais
Reprodução/Divulgação/Paulo Szostak
Casa do Papai Noel, em São José dos
Pinhais
Para os que ainda não conheceram o Papai Noel, esse é o
momento ideal. A Casa do Papai Noel em São José dos Pinhais, região metropolitana
de Curitiba, é uma atração antiga, contando mais de 20 anos, mas esse ano terá
várias novidades. Um dos destaques vai para a decoração, em que foram
usadas mais de cem mil lâmpadas, incluindo um túnel todo iluminado para
recepcionar os visitantes.
Outros atrativos do local incluem apresentações teatrais e
de dança, assim como corais natalinos e muitas opções de comida e bebida na
praça de gastronomia, com os food trucks. O local dispõe ainda de uma feira de
artesanato e, para a alegria dos pequenos, neve artificial. Destacam-se
também o trenzinho de locomotiva e o teatro de bonecos, bem como os
musicais e a apresentação da orquestra de cordas do município.
Tudo isso ocorre de segunda-feira a domingo, das 18h às 22h,
e é possível ter acesso à programação completa no site da prefeitura de São
José dos Pinhais.
A atração foi aberta no dia 26 de novembro e fica até o dia
23 de dezembro, com um ingresso de R$8,00 a inteira, mas crianças e idosos não
pagam.
4. Natal nos Vinhos Durigan
Reprodução/TripAdvisor/XimuBH
Casa de Vinhos Durigan
Essa é uma ótima pedida para os amantes de vinhos e queijos.
A casa dos Vinhos Durigan existe desde 1873 e é parte do roteiro turístico da
região de Santa Felicidade. Essa área correspondia à uma antiga colônia composta
principalmente de italianos e os imigrantes são os donos do negócio. Nesta
época, tem decoração nataliana especial.
Rústica e acolhedora, a casa possui várias esculturas, uma
delas representando Baco (ou Dionísio), deus do vinho e dos prazeres. Além de
vinhos, sucos de uva sem conservantes nem açúcar também são oferecidos,
englobando aqueles que não ingerem álcool na programação. A venda de massas,
molhos, azeites, patês e geleias também acontece no ambiente, então se você
planeja fazer um jantar italiano, já pode levar os ingredientes.
5. Natal do Mercado
Municipal
Divulgação/Daniel Castellano/SMCS
Mercado Municipal em Curitiba
Pensando em toda a família, o Mercado Municipal de Curitiba
organizou atividades culturais para a época natalina: apresentações de corais e
de folclore estão incluídas, assim com a presença do Papai Noel, que pode
atender a todas as crianças.
Fora isso, oficinas temáticas para as crianças e
gastronômicas para os adultos englobam o passeio, ensinando pratos típicos de
Natal e garantindo que a ceia seja impecável. As oficinas para as crianças
incluem enfeites natalinos e cartinhas para o Noel. A Caça ao Tesouro também
integra um dos eventos especiais infantis.
O Mercado permanecerá aberto até mais tarde antes das comemorações,
das 8h às 19h a partir do dia 19/12. Nos dias 22 e 23/12, serão reduzidas duas
horas do horário normal (8h às 18h), ficando aberto apenas até às 16h.
Nos dias 15 e 22/12, ocorre o Sábado Alegria de Natal, que
acontece na praça do Setor de Orgânicos. Como é de costume, poderão ser
encontrados produtos como nozes, castanhas, peixes, queijos, salames, carnes,
vinhos e espumantes para agregar as celebrações, bem como as cestas de
presentes decoradas.
6. Cantata de Natal "Noite
da Esperança"
Divulgação
Cantata da Igreja Independente de Curitiba
Se você fica emocionado com o verdadeiro significado do
Natal, ou seja, o nascimento de Jesus, vai adorar essa atração. A Cantata
de Natal "Noite da Esperança" é um evento proporcionado pela 1ª
Igreja Independente de Curitiba, que fica no Lago da Ordem.
O espetáculo terá a presença de 50 vozes cantando músicas
natalinas sobre temas como promessa, alegria, esperança e celebração da vida.
Ele acontece no dia 16/12, das 19h às 21h e é totalmente gratuito. Para
alguma dúvida, o contato é: (41) 3223-3640.
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo +, de acordo com
São Mateus.
- Glória a você, Senhor.
João, que tinha ouvido falar das obras de Cristo na prisão,
enviou seus discípulos para dizer: "Você é o que vem ou devemos
esperar por outro?" Jesus respondeu: "Vá e conte a João o
que você ouve e vê:
os cegos veem e os coxos andam, os leprosos são limpos e os surdos ouvem,
os mortos ressuscitam e as Boas Novas são anunciadas aos pobres; E
bem-aventurado aquele que não encontra escândalo em mim! ” Quando
eles foram embora, Jesus começou a falar com João sobre o povo:” O que você saiu para ver no deserto? Uma
bengala sacudida pelo vento? O que você saiu para ver, se não? Um
homem elegantemente vestido? Não! Quem se veste com elegância está
nos palácios dos reis. Então, o que você fez? Ver um
profeta? Sim, eu lhe digo, e mais do que um profeta. Eis de
quem está escrito: Eis que eu envio o meu mensageiro diante de ti, que
preparará o teu caminho adiante. «Em verdade vos digo que ninguém maior
que João Batista surgiu entre os nascidos de mulher; no entanto, o menor
do Reino dos Céus é maior que ele.
“Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo” (Mt
11,4)
O evangelho de Mateus nos apresenta a chamada “prova
messiânica”. João Batista, a partir do cárcere, envia emissários para perguntar
a Jesus se é Ele o esperado ou se devem esperar um outro. Jesus não responde
com alguns argumentos teológicos, nem com citações bíblicas, ou com alguns
dogmas e doutrinas, mas remete os discípulos de João aos puros fatos, que podem
ser “vistos e ouvidos”: “os cegos veem, os paralíticos andam, os leprosos são
curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados”.
Estas “obras”, estas boas notícias, são a prova de
identidade do Messias; e deverão ser a prova de identidade dos seus seguidores.
Só quando nossa vida prolongar e atualizar estas mesmas obras, só quando formos
“boa notícia para os pobres” é que estaremos sendo seguidores(as) daquele
Messias. Por que Jesus fala de cegos, surdos, coxos, inválidos, leprosos..., e
muitos outros coletivos que continuam sendo marginalizados? O texto quer dizer
que a chegada do Reino terá ressonâncias vitais para todos, mas sobretudo para
os mais desfavorecidos, que tinham perdido a esperança; quer dizer que aquele
que acolhe o Reino, sairá da dinâmica da morte e entrará na dinâmica da vida.
É interessante que, entre os sinais da presença do Messias
não há referência a um só sinal “religioso”: nem culto, nem orações, nem
sacrifícios, nem doutrinas. Isto nos deve fazer pensar. Nós cristãos, com
frequência, nos esquecemos que, para Jesus, o primeiro é o ser humano, a
prioridade é a vida.
As “obras” que Jesus realizava, desconcertaram o Batista
porque este, em sua pregação junto ao Jordão, o que na realidade anunciava era
a chegada de um Messias ameaçante e justiceiro. João Batista, portanto, falava
à multidão da “perdição eterna”, na linha do juízo mais severo. Por isso, o
Messias viria a este mundo para remediar o problema do “pecado”.
Ainda hoje na Igreja, em muitos ambientes mais fechados e
conservadores, prevalece a figura de João Batista, com julgamentos, medos e
ameaça do juízo final. Com isso, a religião e suas observâncias deixam de ser
fonte de esperança e nos distanciam do compromisso com os “últimos e
excluídos”. Jesus corrige João. Ele não veio para impôr medo e anunciar ameaças
aos pecadores e às pessoas “perdidas”. Ele veio a este mundo para aliviar o
“sofrimento humano”, para incluir quem estava excluído, para ativar a dignidade
dos mais carentes, para abrir um horizonte de esperança a todos...
Dito isto, com facilidade compreendemos onde, em quê e como
encontramos e vivemos o centro mesmo do Evangelho. O decisivo e determinante,
na Igreja e na vida cristã, não é a doutrina, nem as práticas religiosas que
alimentam a culpa doentia, nem o legalismo estéril, nem o ritualismo que afasta
da vida... Há algo que é mais simples, mais claro e que está ao alcance de
todos, a saber: o central e determinante da vida cristã é o compromisso contra
todo tipo de sofrimento e contra tudo aquilo que exclui e gera desumanização.
Dito de outra maneira: seguir Jesus é contagiar vida plena e
felicidade aos outros. Tanto mais, quanto mais limitadas e desamparadas são as
pessoas com as quais convivemos. Somente o “projeto com vida”, que Jesus traçou
em seu Evangelho, é a luz e a esperança que tanto aspiramos.
O Advento nos revela que a mística cristã é uma mística de
olhos e ouvidos compassivamente abertos. Temos de aguçar a vista e afinar os
ouvidos para sermos capazes de contemplar as obras de Deus em favor da vida,
que se visibilizam na história da humanidade, sobretudo entre os mais pobres e
excluídos.
Este tempo que vivemos e este lugar no qual estamos imersos,
requer de nós novos olhos e novos ouvidos para facilitar a convivência, a
transformação social e aceitar a nova visão da existência humana. É preciso
sair dos sentidos estreitos, autorreferentes e centrados em nós mesmos..., para
os sentidos contemplativos, oblativos, capazes de nos deixar impactar pela
realidade e entrar em sintonia com ela, vibrando e nos alegrando com as surpresas
que daí brotam.
O tempo do Advento chega ao mais profundo, transforma nosso
coração e nossos sentidos, e nos leva a um mundo novo de possibilidades
inéditas, descobre e revela o melhor em cada um de nós. Quem se unifica e se
dilata em seus sentidos, encontra seu verdadeiro rosto, porque a beleza do
rosto é “epifania da pessoa”. O verdadeiro rosto deixa transparecer o coração
quando este é carregado de compaixão. O olhar de Jesus é reflexo do olhar do
Pai, pois Ele se fixa sobretudo nas pessoas concretas e, com particular
atenção, nos mais pobres e necessitados, aqueles que eram “invisíveis” para a
sociedade de seu tempo: os enfermos, as viúvas, as crianças, o estrangeiro...
Estamos vivendo um tempo litúrgico privilegiado onde o trato
íntimo com o Senhor nos transforma, nos inspira a assumir suas atitudes
profundas e a “cristificar nossos sentidos”, para segui-Lo em sua encarnação no
nosso mundo. Através dos nossos sentidos, o modo de ser e de agir de
Jesus entra em nossa intimidade e, por meio deles respondemos também à
realidade de um modo novo.
A contemplação do mundo da dor e das sombras de nossa
realidade implica uma compreensão responsável que olha, escuta, sente, se
encarna e se encarrega das realidades de sofrimento. É uma contemplação que nos
enraíza na realidade da exclusão para descobrir como o rosto ferido e
maltratado de nosso Deus se transforma em narrações de resistência e esperança
para seu povo.
O tempo do Advento também deixa transparecer um grande
obstáculo, que acaba reforçando o impulso possessivo dos nossos sentidos:
vivemos numa cultura de imagens artificiais, não escolhidas, arremessadas
contra nós, com fins mercantilistas. Nossos olhos e ouvidos estão saturados,
nossas retinas estão fatigadas, nossos tímpanos perderam sua vibração. Estar
submetidos a tal impacto, visual e sonoro, nos faz perder a inocência, ou seja,
a capacidade de estar simplesmente numa atitude receptiva e de acolhida; também
esvazia a contemplação desinteressada e distendida, aquela que nos dispõe para
sentir e captar a presença divina na realidade e nas pessoas.
Nossos sentidos estão se tornando filhos da necessidade ou
do interesse, esvaziando-se de toda gratuidade e atitude receptiva. Sentidos
petrificados e possessivos acabam por bloquear também o nosso interior. Dos
sentidos petrificados brotam atitudes de julgamento, de intolerância, de
violência, de preconceito..., nos distanciando daqueles que são “os preferidos
de Deus”.
Nossa civilização, que já ultrapassou a era do trabalho
escravo, ainda está na era dos “sentidos escravos”.
Estão comercializando com nossas pupilas e nossos tímpanos;
nas publicidades comerciais, temos os olhos e ouvidos vendidos e não levamos
nenhuma “comissãozinha”. Só os sentidos contemplativos deixam de ser
possessivos e devoradores, para se tornarem oblativos e abertos; e, quando são
oblativos, eles nos unificam por dentro e nos movem a viver em profunda
sintonia com a realidade, carregada de presenças.
O Advento é oportunidade única para recuperar a capacidade
do assombro e da admiração, e assim, viver os sentidos de maneira agradecida,
gerando comunhão. E a conversão começa pelos sentidos.
Texto bíblico: Mt 11,2-11
Na oração: Através dos “sentidos cristificados” alcançamos
uma forma de olhar, escutar, sentir, apalpar, saborear... que nos abre à
percepção da Presença divina e à revelação do sacramento do irmão.
- quê novos sinais e vozes você está captando no seu
interior e na sua realidade cotidiana, manifestação da surpreendente ação de
Deus em favor da vida?
- de quê maneira você prolonga as “obras” de Jesus no seu
ambiente?
Santa
Luzia foi uma das mais veneradas santas da antiguidade.Recebeu primorosa educação cristã de modo que
se sentiu dominada pelo amor a Cristo emitindo, desde cedo, o voto de perpétua
virgindade.
Mas, sua
mãe desejava que Luzia se casasse com um jovem de distinta família, mas pagão. Aconteceu
que, após uma romaria ao túmulo de Santa Águeda, Luzia recusou a proposta do matrimônio.
Prevendo uma vingança e o martírio, Luzia distribuiu seus bens aos pobres e se preparou
para o que viesse com fervorosa oração.
O jovem que
esperava casar-se com Luzia transformou o amor em ódio e denunciou-a ao
governador de dois crimes: de não ter cumprido a palavra e de ser cristã. Foi
martirizada no dia 13 de dezembro de 303.
Santa
Luzia é invocada como protetora contra as doenças dos olhos. Provavelmente esta
conexão se deve ao fato de que o nome de Luzia em latim se liga a palavra luz.
"Não haverá saída possível se não lançarmos um olhar frontal e desarmado
para o presente. Não como súditos ou inimigos, mas enquanto cidadãos para
construir, de forma inclusiva e generosa, o bem comum", enfatiza Marco
Lucchesi em seu discurso de posse na Presidência da ABL.
A nova Diretoria da Academia Brasileira de Letras, eleita no dia 5 de dezembro,
tomou posse no dia 12 de dezembro, às 17h00, no Salão Nobre do Petit Trianon (Avenida
Presidente Wilson, 203 - Castelo, Rio de Janeiro).
O Presidente é o Acadêmico e escritor Marco Lucchesi. Assumiram, ainda, os
seguintes Diretores: Secretário-Geral: Merval Pereira; Primeiro-Secretário:
Antônio Torres; Segundo-Secretário: Edmar Bacha; Tesoureiro: José Murilo de
Carvalho.
Em seu discurso de Posse, Lucchesi afirmou: "Não haverá saída possível se
não lançarmos um olhar frontal e desarmado para o presente. Não como súditos ou
inimigos, mas enquanto cidadãos para construir, de forma inclusiva e generosa,
o bem comum’.
DIRETORIA DA ABL PARA 2020
MARCO LUCCHESI – Sétimo ocupante da Cadeira n.° 15 da ABL, eleito em 3 de
março de 2011, na sucessão de Padre Fernando Bastos de Ávila, Marco Lucchesi,
nascido no Rio de janeiro em 9 de dezembro de 1963, é o mais jovem Presidente
da Academia Brasileira de Letras dos últimos 70 anos. O mais novo, em toda a
história da ABL, foi o Acadêmico Pedro Calmon (1902-1985), que assumiu, em
1945, com 43 anos de idade.
Escritor muitas vezes premiado, tanto no Brasil quanto no
exterior, Lucchesi é autor de uma obra que abarca poesia, romance, ensaios,
memórias e traduções. Publicou mais de 40 livros ao longo de sua trajetória.
Professor titular de Literatura Comparada da Universidade Federal do Rio de
Janeiro (UFRJ), tem pós-doutorado em Filosofia da Renascença na Alemanha.
Formado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui mestrado
e doutorado em Ciência da Literatura. Seus livros mais recentes são O carteiro
imaterial (ensaios), Clio (poesia) e O bibliotecário do imperador (romance).
Ganhou três Prêmios Jabuti da Câmara Brasileira do Livro.
MERVAL PEREIRA – Oitavo ocupante da Cadeira n.° 31, eleito em 22 de junho
de 2011, na sucessão de Moacyr Scliar, Merval Pereira é jornalista e
comentarista da GloboNews e da CBN, e colunista de O Globo. Foi eleito
Correspondente Brasileiro da Academia das Ciências de Lisboa em novembro de
2016. Em 1979, recebeu o Prêmio Esso pela série de reportagens “A segunda
guerra, sucessão de Geisel”, publicada no Jornal de Brasília e escrita em
parceria com o então editor do jornal, André Gustavo Stumpf. A série virou livro,
considerado referência para estudos da época e citado por brasilianistas, como
Thomas Skidmore. Em 2009, recebeu o prêmio Maria Moors Cabot da Universidade de
Columbia de excelência jornalística, a mais importante premiação internacional
do jornalismo das Américas.
ANTÔNIO TORRES – Nascido na Bahia, Antônio Torres estreou na literatura em
1972, com o romance Um cão uivando para a Lua, considerado pela crítica a
revelação daquele ano. Hoje, entre os seus 17 títulos publicados, destaca-se a
trilogia formada por Essa terra (1976), O cachorro e o lobo (1997) e Pelo fundo
da agulha (2006). Em 1998, foi condecorado pelo governo francês como Chevalier
des Arts et des Lettres, pelos seus livros traduzidos na França. Em 2000, teve
o reconhecimento nacional ao receber o Prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo
conjunto da sua obra. Em 2001, ganhou o Prêmio Zaffari & Bourbon. Recebeu
ainda, entre outros, o Grande Prêmio Cidade do Rio de Janeiro, da Academia
Carioca de Letras, e o Prêmio da Academia Petropolitana de Letras, ambos pelo
conjunto da sua obra, da 9.a Jornada Nacional de Literatura, da Universidade de
Passo Fundo, RS, pelo romance Meu querido canibal. Em 2007, Pelo fundo da
agulha foi um dos ganhadores do Prêmio Jabuti. Seus livros, que passeiam por
cenários rurais, urbanos e da História, têm tido várias edições no Brasil e
traduções em muitos países; da Argentina ao Vietnã. De 1999 a 2005, foi
Escritor Visitante da UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, quando
ministrava oficinas literárias, realizava aulas inaugurais e proferia palestras
nos campi do Maracanã, da Faculdade de Formação de Professores da UERJ em São
Gonçalo e da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense da UERJ em Duque de
Caxias.
EDMAR BACHA – Economista, fundador e diretor do Instituto de Estudos de
Política Econômica/Casa das Garças, um centro de pesquisas e debates no Rio de
Janeiro, nasceu em Lambari, Minas Gerais, de uma família de escritores,
políticos e comerciantes. Sexto ocupante da Cadeira n.° 40, eleito em 3 de novembro
de 2016, na sucessão de Evaristo de Moraes Filho, concluiu a Faculdade de
Ciências Econômicas na Universidade Federal de Minas Gerais e, em seguida,
obteve o ph.D. em Economia na Universidade de Yale, EUA. É autor de inúmeros
livros e artigos em revistas acadêmicas brasileiras e internacionais. O último
livro foi Belíndia 2.0: Fábulas e Ensaios sobre o País dos Contrastes.
JOSÉ MURILO DE CARVALHO – Historiador e professor emérito da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Nascido em Andrelândia (MG), fez sua
graduação em Sociologia e Política na Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG) e é ph.D. pela Universidade de Stanford. Atuou como professor visitante
e pesquisador em diversas universidades estrangeiras, como Oxford, Leiden,
Londres, Stanford e Princeton. É autor de vasta produção de artigos e crônicas
publicados em jornais e revistas, no Brasil e exterior, e de livros, como Os
bestializados (1987), Pontos e bordados (1998), A formação das almas – o
imaginário da República no Brasil (1990), Cidadania no Brasil: o longo caminho
(2001) e Dom Pedro II (2007). Seu livro mais recente é O pecado original da
República.
– "Juanito! Juan Dieguito! Menor dos meus filhos, fica
sabendo que sou Maria sempre Virgem, Mãe do verdadeiro Deus, por quem vivemos
Desejo muito que se erga aqui um templo para mim, onde
mostrarei e prodigalizarei todo o meu amor, compaixão, auxílio e proteção a
todos os moradores desta terra e também a outros devotos que me invoquem
confiantes.
Vai e põe nisto todo o tem empenho.
– Ouve e entende bem uma coisa, tu que és o menorzinho dos
meus filhos: o que agora te assusta e aflige não é nada. Não se perturbe o teu
coração nem te inquiete coisa alguma. Não estou aqui, eu, tua mãe? Não estás
sob a minha sombra? Não estás porventura sob a minha proteção?"
Precisa acrescentar algo mais!? Com a bênção e oração.
Dom Ceslau.
Dom Ceslau Stanula,
Bispo Emérito da Diocese de Itabuna,
escritor, membro da Academia Grapiúna de Letras (AGRAL)