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domingo, 30 de dezembro de 2018

A BÚSSOLA APONTA PARA UM NOVO NORTE - Ênio Mainardi




Bolsonaro já está diplomado, junto com o Mourão. E empossado no primeiro dia de janeiro.


- Recado ao PT: não vai adiantar vocês engendrarem outra tentativa de    assassinato do Bolsonaro. Porque o Mourão pode ser ainda pior para vocês.

- A massa que votou no PT, começou a ouvir o despertador tocar. E muitos  acordarão, entendendo o que um novo Brasil está para acontecer.

- O destronamento do Magno Malta foi um triste aviso, dramático. Ele caiu  em desgraça por agir como os políticos costumavam fazer, no passado.

- A pancadaria da esquerda começou: e como resposta o Coaf provocou  seu próprio suicídio, ao desafiar o governo com velhas bandalheiras.

- O Trump virá ao Brasil, no começo do ano. Um empréstimo já está  ajustado. As engrenagens da nova relação Brasil-Estados Unidos soará  como uma marcha fúnebre para a esquerda. 

- Israel está junto, forma-se agora um novo eixo do poder mundial.

- Cuba treme. O polo comunista que ia se formatando na América do Sul vai  ter que ser duramente revisado, se eles quiserem sobreviver.

- A velha classe política brasileira com seus acordos e corrupções não está  conseguindo pegar uma alça de oportunidade neste novo governo.

- A democracia se alimenta da educação e da renovação política, essa é a  nossa verdadeira revolução. 

- O golpe militar no Brasil já foi dado. E as Forças Armadas revisam    a situação secundária a que foram relegadas nos governos anteriores.

- A Justiça fica cada vez mais forte com o Moro e seu time.

- E o STF está jogando na mesa suas últimas fichas, para garantir posições cada vez mais criticadas pela sociedade: como está, não vai durar.

- A burocracia comunistóide vai cair, despencando como pulgas dedetizadas dos pelos de um cachorro infestado.

- O Brasil dividido em sesmarias corruptas e ONGs vendidas, 
 serão atacadas  e perderão a guerra - com ou sem o apoio de governos    de esquerda.

- A pobreza do povo se contrapõe aos gordos contracheques da classe  política que tornou em lei os seus privilégios. Isso vai acabar.

- A expulsão “diplomática“ do Mais Médicos revelou mais a força corruptora  dos cubanos do que mil discursos demagógicos.

- Aos poucos, a força da esquerda nos meios de comunicação vai diminuir e desaparecer com os cortes nas verbas governamentais. 

- Novas políticas formarão novos homens, dispostos a reerguer o Brasil do pântano em que estava enterrado.

Boa sorte para nós!

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Enio Mainardi (Pindorama24 de maio de 1935) é um publicitáriojornalista e escritor brasileiro, pai do também escritor e jornalista Diogo Mainardi.

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POEMA DE CYRO DE MATTOS FIXADO EM MONUMENTO AO MONSENHOR MOISÉS COUTO


“A gente se sente útil quando nosso fazer literário repercute nos outros”. (Cyro de Mattos).
Poema do Cyro de Mattos fixado no monumento que homenageia o monsenhor Moysés Couto, fundador da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna /BA.


Cyro de Mattos é escritor e poeta. Membro Titular da Academia de Letras da Bahia e do Pen Clube do Brasil. Primeiro Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz.

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PALAVRA DA SALVAÇÃO (111)


Sagrada Família: Jesus, Maria, José – Domingo, 30/12/2019

Anúncio do Evangelho (Lc 2,41-52)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”.
Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?”
Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera.
Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
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Ligue o vídeo abaixo e acompanhe a reflexão do Santo Evangelho:

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Deus resgatou a nossa humanidade no seio de uma família 
Deus quis habitar entre nós, resgatar a nossa humanidade perdida no ventre e no seio de uma família

“Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens” (Lucas 2,51-52).

Hoje, celebramos a Sagrada Família de Nazaré: Jesus, Maria e José. Deus poderia ter escolhido outros caminhos para estar no meio de nós, mas o caminho que salva a humanidade tem um nome, chama-se: família.

Deus, na sua própria natureza é família, a família divina; a Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo é uma família, é o Pai que ama o Filho e do amor do Pai e do Filho brota a força e o poder do Espírito que é derramado sobre toda a humanidade.

Deus criou à nossa imagem e semelhança para que fôssemos família, por isso viemos de uma família e toda a família é sagrada. Deus quis habitar entre nós, resgatar a nossa humanidade perdida no ventre e no seio de uma família.

É preciso acima de tudo e mais do que tudo valorizar, amar, respeitar e cuidar das nossas famílias. Nada mais pode ser sagrado para um pai, para uma mãe e para um filho do que a sua própria família muitas vezes esquecida, deixada de lado ou tratada de qualquer jeito.

Não tem na vida responsabilidade maior do que cuidar da família, transformá-la em um lar sagrado, berço da vida, principalmente da vida nascente, mas é “berço de família” no seu sentido mais amplo e profundo que se deve viver, conviver e brincar, muitas vezes até brigar mas se reconciliar, se perdoar, se amar porque é da família que brota os verdadeiros valores que marcarão para sempre a nossa história.

É na família que aprendemos ou desaprendemos, é na família que se vive a profundidade do amor. Por isso, hoje, no coração de toda a igreja quando se volta a cada dia, mas de modo especial neste domingo volta-se para cuidar e olhar o valor sagrado de cada família.

Não podemos desconsiderar que muitas famílias foram atacadas, dilaceradas, muitas famílias vivem situações difíceis, mas não deixam de ser e ter o seu valor de família.

Cuidemos das famílias que estão caminhando bem, mas cuidemos mais ainda das famílias que enfrentam dificuldades, dramas e situações adversas ao amor divino. Essas famílias não podem ser tratadas como famílias marginalizadas, pelo contrário, elas precisam ser cuidadas como famílias mais amadas, porque ali Jesus quer se fazer também presente.

Que a graça de Deus hoje dê a cada família o valor de se reconhecer como família, de meditar qual é o seu lugar na sociedade enquanto família e que a bênção do Senhor esteja sobre todas as famílias.
Deus abençoe você!
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Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova. Contato: padrerogercn@gmail.com – Facebook


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A FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA – Dom Ceslau Stanula


Nada estranho que dentro das festas natalinas a Igreja coloca a Sagrada Família. Essa festa não destoa das festas natalinas, porque o Natal é  a festa da Família: O Menino nasce na família e alegra todas as famílias. 

Hoje precisamos de modelos para nos espelhar e encorajar. A Família está de todos lados agredida.

A Sagrada família é para nós o exemplo. Ela está tão simples como a nossa, tão natural como a nossa, tão família-escola das virtudes como a nossa, e tão santuário como a nossa... 

Com orgulho defendamos a nossa família e a todas as verdadeiras famílias.

Parabéns a Família! Parabéns à Família Rainha de todas as pastorais. 

Com a benção e oração pela sua família.

Dom Ceslau.



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Dom Ceslau Stanula – Bispo Emérito da Diocese de Itabuna-BA, escritor, Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL

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sábado, 29 de dezembro de 2018

OZ ERA DOCE E DURO AO MESMO TEMPO, COMO O SABRA, FRUTA TÍPICA DE ISRAEL



Morto aos 79, escritor tinha visão de mundo pautada pela contradição estrutural da vida
28.dez.2018
Luiz Felipe Pondé

A primeira vez que conheci Amós Oz foi no kibbutz Hulda em Israel, no início dos anos 1980, para onde ele foi, muito jovem, para “buscar a si mesmo”.

Em meados dos anos 1990, conversamos de novo por ocasião do bar mitzvá do meu filho, assunto que ele levava muito a sério.

Em 1999, encontrei-o mais uma vez, para entrevistá-lo para a Folha. As tradições judaicas e a história de Israel eram dois temas de suma importância para ele —e que viriam a marcar profundamente sua obra, muito vasta e diversificada. 10 16 Amos Oz
Retrato do escritor, ativista e pacifista israelense Amos Oz em 2011, quando veio ao Brasil para conferências no Rio e em São Paulo, pelos 25 anos da Companhia das Letras.

Tenho em minha memória seu temperamento israelense de forma muito clara, doce e duro ao mesmo tempo, como a fruta típica de Israel sabra, nome dado a quem lá nasce, com casca espinhosa por fora e muito doce por dentro.

Oz costumava dizer que quando tinha certezas escrevia textos políticos; quando não tinha (a maior parte do tempo), escrevia ficção. Sua visão de mundo era pautada pela contradição estrutural da vida, pela sede de doçura que todos temos e pela luta em favor dos compromissos em todos os níveis da vida, afetiva, espiritual, social e política. Nessa chave ele via o interminável conflito entre Israel e palestinos.

Em 2002, Oz escreve “De Amor e Trevas”, filmado em 2015 pela atriz israelense Natalie Portman. Na obra autobiográfica, Oz narra o destino trágico da mãe suicida, e como ele romperá com o passado, a fim de “construir a si mesmo”.

Na narrativa, ele reflete sobre o caráter judaico como condenado a uma diáspora contínua, externa e interna, e o conflito israelense atual como parte dessa história muito antiga dos judeus, de não encontrar paz em lugar nenhum. É nesse processo de busca de si mesmo que Oz acabará por viver no kibbutz Hulda.

Em 2006, ele lança “Como Curar um Fanático”, obra de ensaios que recebeu edições posteriores, assimilando o drama do terrorismo islâmico mais recente. A posição de Oz nessa obra é muito clara: não há paz se as partes cederem a um convívio não pautado pelo “amor mútuo”, mas pela decisão de se comprometerem a tolerar a existência do outro.

Além do tema do compromisso, Oz aqui também enunciará sua máxima (aliás, muito judaica) de que uma das melhores formas de lidar com um fanático é usar de ironia e humor com ele, porque o fanático sofre por se levar muito a sério.

Em 2012, escreve junto com sua filha Fania Oz-Salzberger “Os Judeus e as Palavras”, livro em que os autores descrevem a condição judaica como um povo que vive nas palavras, não em algum “lugar físico”, mas nos espaços semânticos diversos entre o infinito de significados que os livros sagrados judaicos carregam ao longo do tempo. Um povo, por excelência, hermenêutico.

Já em 2014, com “Judas”, Oz “escolhe” o personagem Judas do Novo Testamento como referência para pensar o lugar dos judeus em relação ao outro: o lugar da contradição e do conflito.

Certa vez, Oz me disse que só Deus é único, o resto é sempre múltiplo. Não há como escapar dessa multiplicidade e desse compromisso com ela.



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ABRAÇO - Meimei


"Abraço deveria ser receitado por médico!
Há um poder de cura no abraço que ainda desconhecemos.

Abraço cura ódio.

Abraço cura ressentimento.

Cura cansaço.

Cura tristeza.

Quando abraçamos soltamos amarras.

Perdemos por instantes as coisas que nos têm feito perder a calma, 
a paz, a alma...

Quando abraçamos baixamos defesas e permitimos que o outro se aproxime do nosso coração.

Os braços se abrem e os corações se aconchegam de uma forma única.
E nada como o abraço...

Abraço de 'Eu Amo Você'.

Abraço de 'Que Bom Que Você Está Aqui'.

Abraço de 'Ajude-me'.

Abraço de 'Até Breve'.

Abraço de 'Que Saudade!'

Abraços...

Quando abraçamos somos mais do que dois; 
somos família, 
somos planos, 
somos sonhos possíveis.

E abraço deveria, 
sim, ser receitado por médico pois rejuvenesce a alma e o corpo."

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MEIMEI - Ilda de Castro

Nasceu: 22/10/1922
Faleceu: 01/10/1946
Seu verdadeiro nome era Irma Castro, nasceu em Mateus Lemos- Minas Gerais.

Extremamente bela e de uma inteligência invulgar, tinha grande facilidade para os estudos e era ávida por novos conhecimentos.
Era uma mulher extremamente caridosa, sempre disposta a levar uma esmola ou uma palavra de conforto aos mais necessitados.
- A palavra "Meimei" foi escolhida pelo seu esposo, quanto juntos assistiram a um filme, trata-se de uma expressão chinesa que significa “Amor puro”.
Por toda a sua caridade, pela sua bondade, abnegação e reto proceder pelas suas preciosas mensagens e ensinamentos e pelo belíssimo trabalho que desenvolve na Espiritualidade Maior, Meimei é o perfeito exemplo de SAL DA TERRA.

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

CANTORA MIÚCHA MORRE NO RIO AOS 81 ANOS



Irmã de Chico Buarque e mãe de Bebel Gilberto estava em tratamento contra um câncer e morreu após ser internada nesta quinta-feira (27).

Por G1 Rio
27/12/2018

Cantora Miúcha morre no Rio de Janeiro aos 81 anos

A cantora e compositora Miúcha morreu às 17h30 desta quinta-feira (27), aos 81 anos, no Hospital Samaritano, no Rio. Irmã de Chico Buarque, mãe de Bebel Gilberto, ela tratava de um câncer e sofreu uma parada respiratória.
O enterro será na sexta-feira (28) no Cemitério São João Batista, na Zona Sul do Rio.

Miúcha — Foto: Divulgação / Beti Niemeyer

Ao longo de mais de 40 anos de carreira, lançou 14 discos e fez parcerias com artistas da bossa nova e da MPB.

"Na música, na alegria, no otimismo e na vontade de pensar sempre no lado positivo da vida, Miúcha é um modelo (...) Ela deixou isso de bom para a gente", disse nesta quinta-feira sua irmã Ana de Hollanda, também cantora e compositora, além de ex-ministra da Cultura.

Miúcha, apelido de Heloisa Maria Buarque de Holanda, nasceu no Rio, e era filha do historiador e jornalista Sérgio Buarque de Holanda e da pintora e pianista Maria Amélia Cesário Alvim.

Quando criança, formou um grupo vocal com seus seis irmãos, incluindo Chico Buarque. Nos anos 60, foi estudar História da Arte na França, onde começou a fazer apresentações musicais na Europa.
Na itália, conheceu a cantora chilena Violeta Parra, que a apresentou a João Gilberto, com quem se casou. Eles foram morar em Nova York, tiveram a filha Bebel e ficaram casados durante 8 anos.

Entre as faixas cantadas por ela que ficaram mais conhecidas estão "Pela luz dos olhos teus", "Maninha" e "Vai levando".

Sua estreia fonográfica foi em 1975, ao cantar no disco "The best of two worlds", de João Gilberto e Stan Getz

Entre os trabalhos mais marcantes como intérpretes estão dois discos com Tom Jobim, em 1977 e 1979, e um álbum solo, "Miúcha" em 1989. Em 1977, ela participou do musical "Os Saltimbancos".

Ela ficou mais conhecida como intérprete, mas também compôs algumas músicas como "Triste alegria" (1979), "Todo amor" (1980) e "No Carnaval de Olinda" (1982).

Bebel Gilberto publicou uma homenagem à mãe no Instagram: "Pra sempre no meu coração. Te amo muito. Descansa meu amor... Saudades". Veja a repercussão da morte de Miúcha.

Miúcha — Foto: Reprodução

Chico Buarque e a irmã Miúcha em momento de descontração nos bastidores do show de Bebel Gilberto em outubro de 1989 — Foto: Cristina Granato / Divulgação

Vinícius de Moraes e Miúcha durante show no Canecão, no Rio de Janeiro, "em 77 ou 78", segundo a cantora — Foto: Chico Nelson/Arquivo pessoal.

MIÚCHA



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