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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

ABL: CACÁ DIEGUES, ACADÊMICO ELEITO E CINEASTA, ENCERRA O CICLO DE CONFERÊNCIAS DA ABL ‘CINEMA E LITERATURA’



A Academia Brasileira de Letras encerra seu ciclo de conferências do mês de setembro de 2018, intitulado Cinema e Literatura, com palestra do Acadêmico eleito e cineasta, Cacá Diegues. A coordenação será do Acadêmico e poeta Geraldo Carneiro, e o tema escolhido foi “Letras e imagens: a literatura no cinema”. O evento está programado para o dia 27 de setembro, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Serão fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2018.

O CONFERENCISTA

Carlos (Cacá) Diegues nasceu em Maceió, Alagoas, no dia 19 de maio de 1940, filho do antropólogo Manuel Diegues Jr. e de Zaira Fontes Diegues. Cinéfilo desde a adolescência, também era poeta e trabalhava como jornalista. Foi eleito para a Cadeira 7 da ABL, no dia 30 de agosto deste ano, na sucessão do Acadêmico e cineasta Nelson Pereira dos Santos.

Em 1958, aos 18 nos de idade, teve seus poemas publicados no Jornal do Brasil pelo ensaísta e crítico Mario Faustino, que o apresentou como uma revelação na poesia brasileira. Por essa mesma época, participou ativamente do movimento cineclubista no Rio de Janeiro, quando se integrou à nova geração de cineastas que buscava registrar a verdadeira imagem do Brasil, num movimento que seria conhecido como Cinema Novo, sob a liderança de Nelson Pereira dos Santos.

Depois de realizar alguns curta metragens, Cacá estreou profissionalmente em 1962, dirigindo um dos episódios do filme “Cinco vezes Favela”, produzido pelo Centro Popular de Cultura (CPC) da UNE – um filme que se tornaria uma das obras inaugurais do Cinema Novo.

Ao longo de sua carreira de cineasta, realizou mais de 20 filmes de longa-metragem, entre os quais “Ganga Zumba” (1964), “Os herdeiros” (1969), “Joanna Francesa” (1973), “Xica da Silva” (1976), “Chuvas de verão” (1978), “Bye Bye Brasil” (1980), “Quilombo” (1984), “Um trem para as estrelas” (1987), “Tieta do Agreste” (1995), “Orfeu” (1999), “Deus é brasileiro” (2003), “O maior amor do mundo” (2005) e agora “O grande circo místico” (2018), inspirado na obra do poeta Jorge de Lima. Todos esses filmes foram lançados comercialmente em diferentes países do mundo, nas salas de cinema e na televisão, além de sua presença e de prêmios nos festivais internacionais mais importantes, como Cannes, Veneza, Berlim, San Sebastian, Toronto, Nova York, Mar del Plata e outros.

Cacá publicou alguns livros, nem sempre sobre cinema, tendo começado com “Ideias e Imagens”, de 1988. Seus livros mais recentes são "Vida de Cinema”, mais de 600 páginas sobre o Cinema Novo, e “Todo Domingo”, uma coletânea de seus textos publicados semanalmente no jornal Globo. Recebeu homenagens de diversas naturezas, no Brasil e no mundo, entre as quais o titulo de Officier de l’Ordre des Arts et des Lettres, do governo francês; o Prix de la Célebration du Centenaire du Cinématographe, do Instituto Lumière de Lyon; o Golden Reel Award, do Grupo HBO; o Lifetime Achievement Award, concedido pela cidade de Chicago; o Prêmio Roberto Rosselini, pelo conjunto de sua obra, dado pela Associação Nacional dos Críticos de Cinema da Itália; eleito Personalidade do Cinema Latino-Americano, pela Associação Internacional de Críticos (Fipresci); Ordem do Mérito Cultural de Portugal; Comendador da Ordem de Rio Branco, do governo brasileiro; Comendador da Ordem do Mérito Cultural do Brasil; e outros.

Casado com a produtora de cinema Renata Magalhães, Cacá tem um filho e três filhas.

21/09/2018



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terça-feira, 25 de setembro de 2018

O SANTO DO DIA É VOCÊ – João de Paula


É de casa. É você.

É tão bom quando recorremos a um parente, amigo, ente querido, com nossas suplicas e solicitações; e, prontamente, somos atendidos.

O santo do dia é de casa, é você, que pode ser útil e praticar a generosidade, promover o milagre, na hora em que mais precisamos ser atendidos em nossas necessidades básicas, ou mais.

Acho que devemos nos sentir felizes, quando alguém bate à nossa porta, a porta da esperança, em busca de ajuda ou de atenção, quando podemos servir e atender o irmão.

É motivo de agradecer a Deus, o Superior Racional, por termos o merecimento e a permissão de poder servir, ajudar, colaborar, participar, proporcionar a felicidade alguém que sofre, alguém que pede socorro, alguém que pede colaboração, auxílio e ajuda, no sentido de suprir alguma necessidade básica ou a realização de um sonho. Menos é Mais.

Mais feliz fica quem é beneficiado com o milagre: o apoio, o presente, a joia, o dinheiro, a indicação, a orientação, a elevação de nível.

Feliz quem recebe as graças e bênçãos, quando solicita, quando pede ao santo; e não tem que dar satisfações e justificativas para ser merecedor da graça.

Dar satisfações ao Santo, ao parente, ao amigo, ao empresário, ao político, do que vai fazer com o saco de ofertas e ajuda recebida.

Bom é Deus!
Nossa satisfação é plena...
Nossa gratidão é grande...

Sou do time daqueles que acredita que a generosidade e a bondade devem ser praticadas, sem a hipocrisia de que todo mundo fique sabendo, porque que quem tem que ser grato é quem recebe o milagre; e, não, o santo dizer para os outros santos de pau oco, que fez isso e aquilo, por determinado mortal, mediante tamanha necessidade e suplica.

Sou do time daqueles que acredita que a bondade e cortesia, que a bondade e a generosidade, a sinceridade e a verdade, é você oferecer ou receber algo além do que precisa. Isto sim, é um milagre.

Agora penso o seguinte: se o santo não pode efetuar o milagre, a graça que precisamos, não precisa se justificar e alegar que não tem a chave do cofre da fortuna, não.

O amigo, o ente querido, o parente, ou mais, tem que ter a humildade de santo para afirmar que não pode atender a tal súplica, naquela hora, naquele dia, naquela semana, naquele mês, naquele ano.

Na verdade, há para cada coisa um tempo determinado por Deus. O importante é o merecimento e o bom exemplo.

Vamos ser santo dos bons, santos milagreiros, santos das últimas necessidades, para ajudar sempre, para ofertar, para dizer “ Sim” a quem mais necessitar do apoio e atenção.

Vamos deixar de ser santo do pau oco!
Vamos ser notáveis,...

Ser amigo...
Ser presente...
Ser útil...
Ser inesquecível...
Ser luz...

Vamos ser lembrados pelos nossos feitos bons, positivos, pela felicidade gerada e a gratidão despertada em nossa caminhada.

É importante saber dizer: sim!
É importante saber dizer: não!

Vamos lembrar aos santos que a gente só não tem tempo para aquilo que não gostamos.

O devoto e o santo tem que acentuar que, às vezes, o silêncio é a arma dos sábios.

Viva o Milagre!

Oremos por aqueles que vivem à espera de um milagre. O santo. Você.

João Batista de Paula 
Escritor e Jornalista

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CIVITAS CRISTIANA NA OSCE: INTOLERÂNCIA E DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS DEFENSORES DA FAMÍLIA


24 de setembro de 2018
 ♦  Fernando Oliveira Diniz

Representando a organização holandesa Civitas Chistiana (TFP daquele país), o Sr. Daniel Martins [foto] fez incisivo discurso em defesa da família na 7ª Sessão de trabalhos da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), a qual tinha como tema a “Tolerância e não-discriminação”. Este congresso realizou-se em Varsóvia entre os dias 10 e 21 p.p.

Perante os representantes de 57 países ali reunidos, entre os quais a União Europeia, Estados Unidos, Canadá, Rússia e Santa Sé, Daniel Martins denunciou as articulações internacionais para a promoção da chamada “Ideologia de Gênero” impingida pelo movimento LGBT, movimento este que “usa a tolerância e a diversidade como seu lema, mas são os mesmos a espalhar a intolerância e a discriminação”.

Único orador a ser advertido pela mesa diretora da OSCE sob a alegação de violar o princípio da “não-discriminação”, o Sr. Daniel Martins assinalou que em vários países a Ideologia de Gênero estava sendo ensinada para crianças de 6 anos sem o conhecimento de seus pais, enquanto o ensinamento dos princípios cristãos é frequentemente proibido.

Pelo alcance e repercussão desse pronunciamento (*), o transcrevemos a seguir em sua íntegra:


“A Fundação Civitas Christiana, como parte das associações em defesa da Tradição, Família e Propriedade, gostaria de contribuir para este debate: primeiro, com uma denúncia; segundo, com uma recomendação.
Há um movimento, composto de diversas associações espalhadas pelo mundo, que usa a tolerância e a diversidade como seu lema, mas que são os mesmos a espalhar a intolerância e a discriminação. É o movimento LGBT e sua Ideologia de Gênero.

Na Alemanha, vários pais já foram colcados na prisão porque seus filhos recusaram assistir a aulas de “educação” sexual e de gênero.

Nos EUA, está-se impondo banheiros transgênero nas escolas.

Em vários países, a Ideologia de Gênero está sendo ensinada para crianças de 6 anos, sem o conhecimento de seus pais, enquanto o ensinamento dos princípios cristãos é frequentemente proibido.

O lobby LGBT também infiltrou a Igreja, e espalhou em seu seio uma aguda perseguição contra os fiéis que resistem.

Em vários outros países, como a Holanda, Argentina, Brasil, EUA, Suíça, nós pudemos documentar vários casos de crimes de ódio cometidos contra manifestantes pacíficos, tudo em nome da tolerância acima mencionada.

Todos os que se levantam contra tal imposição, especialmente em nome da Lei de Deus e da Lei Natural, estão enfrentando processos, estrondos publicitários e até interferência em suas carreiras.

Tal perseguição de âmbito mundial já havia sido denunciada por Plinio Corrêa de Oliveira, quem já em 1985 previu esta nova inquisição laica.

Em termos concretos, gostaríamos de respeitosamente pedir à OSCE que retire de suas publicações, algumas das quais se encontram no corredor adjacente, a terminologia imposta pelo movimento LGBT, como esta aqui (mostrar o folheto que diz “Igualdade de Gênero). Caso contrário, esse organismo estará, sabendo ou não, contribuindo para esta sutil mas real imposição de uma minoria barulhenta sobre uma maioria silenciosa. Obrigado.”
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(*) O vídeo desse pronunciamento encontra-se disponível no link:
https://ipco.org.br/video-civitas-cristiana-na-osce-denuncia-intolerancia-e-discriminacao-aos-defensores-da-familia/#.W6hM_PZFycw

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

ABL: ACADÊMICO ANTONIO CARLOS SECCHIN ESTREIA NA LITERATURA INFANTIL COM O LIVRO ‘O GALO GAGO’



O Acadêmico, ensaísta e poeta Antonio Carlos Secchin, sétimo ocupante da Cadeira 19 da Academia Brasileira de Letras, acaba de lançar seu livro de estreia na literatura para crianças, O galo gago que, segundo os editores, trata-se de um poema cheio de significado.

O autor apresenta uma visão diferente sobre o fluxo do tempo e como é essencial que, depois do Dia, venha a Noite, e, seguida a ela, venha novamente o Dia. “Se não fosse mais assim? Se Sol e Lua não percebessem a hora de chegar e a hora de ir? E, o mais importante, se apenas o galo fosse responsável por avisar Sol e Lua e não pudesse cumprir sua tarefa direito?” questiona o autor no livro.

Secchin, em compasso bem ritmado, conta a história de um galo que não consegue cantar e, por isso, bagunça a vida do Dia, da Noite e dos outros animais. Mas, em vez de ser rechaçado pelos outros bichos, o galo recebe ajuda de seus amigos. Todos estão empenhados em fazer o Dia e a Noite acontecerem para que a vida possa seguir normalmente. O livro, editado pela Rocco, com 40 páginas, custa R$ 34,90.


ANTONIO CARLOS SECCHIN

Antonio Carlos Secchin nasceu no Rio de Janeiro, em 1952. Doutor em letras e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, desde 2004 ocupa a cadeira 19 da Academia Brasileira de Letras.

Poeta e ensaísta, Secchin publicou, entre outras obras, João Cabral: a poesia do menos (1985), Poesia e desordem (1996), Todos os ventos (poemas reunidos, 2002, ganhador dos Prêmios da ABL, da Biblioteca Nacional e do Pen Clube), Escritos sobre poesia & alguma ficção (2003), 50 poemas escolhidos pelo autor (2006), Memórias de um leitor de poesia (2010), Eus & outras (antologia poética, 2013).

A UFRJ publicou, em 2013, o livro Secchin: uma Vida em Letras, com cerca de 90 artigos, ensaios e depoimentos sobre sua atuação nos campos da poesia, do ensaio, da ficção, do magistério e da bibliofilia. Com a obra Desdizer, lançada ano passado, o autor voltou à poesia 15 anos após a publicação de Todos os ventos.

19/09/2018


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PORQUE O “SISTEMA” NÃO CONSEGUE DERRUBAR BOLSONARO



Um texto que separa a velha da nova política.

Estamos presenciando um fenômeno eleitoral no Brasil. Quer você goste ou não da pessoa que está no epicentro deste furacão, o fato é incontestável!

Acompanhamos, atônitos, um candidato a presidente sendo recebido e ovacionado por multidões eufóricas em qualquer lugar deste país que ele chegue. E o mais incrível é o coro quase unânime e uníssono: “Eu vim de graça”!

O cara não precisa fazer esforço nem gastos para arrebanhar multidões frenéticas em busca de um “self” ou somente para demostrar sua disposição de votar nele.

Aí, vem o mais inacreditável ainda: Tudo isso, e muito mais, ocorrendo contra todo um sistema político e ideológico que vem comandando o Brasil há cerca de trinta anos!

Autoridades políticas rançosas e bolorentas, grande mídia encaixada no esquema, intelectuais e artistas adeptos e parasitas de verbas públicas, Universidades aparelhadas que não estão lá para ensinar e dialogar com as diversidades de ideias e sim para impor somente as suas...

Toda esta máquina enferrujada e pejada de corrupção, burocracia e fome de poder, com todos seus recursos lícitos e ilícitos, tentando, pelo menos, frear a ascensão do seu único concreto adversário.

Uns embasbacados, outros incrédulos, muitos irados, todos perplexos com a total impotência de seus ardis e ataques orquestrados contra um só homem, um reles deputado federal sem expressão nacional pregressa e sem apoio ou conluios espúrios com o “sistema”!

Será mesmo? Ele é tão perfeito assim? O que este homem tem de extraordinário e anormal?

A resposta é simples e clara: Nada!
E é exatamente este seu cacife. Ele é uma pessoa comum, com seus defeitos que cada um de nós carrega; com sua vontade de ver um país com menos corrupção, menos “esculhambação”, menos desinformação e menos bombardeamento da família etc.

O que seus adversários ainda não entenderam é que a questão não é o Bolsonaro; o problema é com eles! O povo não está votando propriamente no Bolsonaro. O povo está “desvotando”, isto é, rejeitando, repugnando (no cearês: “Ripunando”) os demais!

Não é questão de escolher o mais culto, o mais “preparado”, o mais isso ou mais aquilo... É repulsa mesmo!
Contra o Sistema corrupto, apátrida e diabólico que nos encharca, empanzina e causa náuseas.

O brasileiro não escolheu Bolsonaro; ele simplesmente está no lugar certo e no momento exato. A maioria, mesmo inconscientemente, está votando em si mesmo. Apenas se achegou a um porta-voz que ia passando e dizendo muito daquilo que você e eu queríamos dizer. Aquilo que estava engasgado há tempos.

Grande parte do Brasil está vomitando sobre os candidatos do Sistema todo o nojo desta classe política que nos deixou empanzinados de mentira, roubalheira, insegurança e medo.

E quanto mais batem no “porta-voz”, mais batem na honra de quem quer falar e reclamar pela boca dele. Colocam dez notícias pejorativas por hora contra ele, mas ao mesmo tempo, cada notícia de corrupção; cada vídeo de um assalto; cada latrocínio; cada dinheiro na cueca; cada escárnio contra a fé; cada doutrinação de imoralidade infantil; cada nome de blasfêmia... Torna-se uma propaganda gratuita deste perseguido “Porta-voz”!

Dizem que se conselho fosse bom não se dava, se vendia. Então vou vender um, “fiado”, pros políticos do Sistema: Deixem de bater no povo através do seu Porta-voz. Tentem se reinventar; a maioria já está enfastiada desta mesma conversa fiada que vocês estão oferecendo.

O brasileiro já desistiu de um inexistente “salvador da pátria”. Está resolvendo salvá-la numa união popular poderosa e voluntariosa jamais vista em nossa história! Se “todo poder emana do povo”, basta só mais alguns acordarem pra esta união. Hoje está se entendendo a força que o povo tem. Sem comando de nenhum populista aproveitador, mas aproveitando-se de um ser “normal” que resolveu dar a cara à tapa... E a boca ao povo!"

Rdo Bastos.
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Recebido via WhatsApp

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domingo, 23 de setembro de 2018

RESGATANDO OS BONS COSTUMES – Expedita Maciel

O candidato Jair Bolsonaro e todos que se propõem a melhorar os bons costumes, a ética moral e a boa educação, com apoio ao corpo docente das escolas, devem ficar tranquilos em sua corrida no pleito, assim com todos que pleiteiam dar segurança e proteção as famílias com proteção da Ética e dos Bons Costumes, pois mulheres representantes da família, a célula Mãe: são pessoas que querem ter uma família equilibrada, livre dos perigos que possam atingir seus filhos ou parentes em geral.


Uma mulher Sábia edifica seu lar!

Hoje os lares estão muitos deles corrompidos com drogas, ou resto da perdição em geral vendo suas famílias desestruturadas; sofrendo apelos visuais de indecências apresentadas por programas de TV, ou não, tendo assim seus filhos envolvidos em movimentos trans um liberalismo que para construção e educação de família em crescimento; fica difícil, pois, os jovens ainda crescem e amadurecem, não tem consciência do que é melhor para ele.

É como uma onda que invade em forma de turbilhão o Eu da criança que está sofrendo forte apelo para tal perdição, com leis indecentes que não deixam que os pais eduquem seus filhos conforme os bons costumes.

Hoje está uma aberração!

Ninguém respeita ninguém, nem suas preferências sexuais que os que já as assumem devem ser praticados em seus lares no aconchego e não demonstradas nas praças públicas ou shoppings.

Outro dia, em minha frente, em um shopping, duas meninas se agarravam e beijavam-se com muito erotismo na praça de alimentação, por volta do meio dia. A mim como Matriarca de uma grande família, chocou-me, pois, infelizmente ou felizmente, quando temos bons costumes não os abdicamos.

Expedita Maciel.
Autora do Livro Vi, vim e venci.


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PESQUISADOR ENCONTRA LETRA DO HINO NACIONAL INÉDITA ESCRITA POR MACHADO DE ASSIS


Versos inéditos foram escritos em 1867 para celebrar aniversário de dom Pedro 2º


Machado de Assis fotografado por Marc Ferrez – Divulgação

22.set.2018 – Ilustrada- Folha
Maurício Meireles
SÃO PAULO

Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.

É assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis.

Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 - e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.

Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato - o mesmo que, nos últimos anos, fez diversas descobertas sobre Machado de Assis e Euclydes da Cunha, incluindo fotos e textos desconhecidos dos autores.

“Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores, ou seja, versos de sete sílabas poéticas. O trecho também é o refrão da música.

O Pedro mencionado é o imperador dom Pedro 2º. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano—o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.

“As pesquisas que tenho feito comprovam que há muitas coisas [de Machado] sabidamente perdidas, como peças dramáticas, e várias outras coisas cuja existência era desconhecida, como uma crônica anônima [que descobri]”, afirma Rissato.


Edição do jornal O Constitucional, em 1867, com hino nacional escrito por Machado de Assis /Reprodução

Rissato sabia desde 2016 da existência desse hino, porque o jornal O Mercantil, guardado no acervo da Biblioteca Nacional, anunciava na véspera um “esplêndido espetáculo”.

“Ao levantar o pano ver-se-á em riquíssimo dossel, e, em ponto natural, a efígie de S. M. o Imperador, tal qual este Adorado Monarca se apresenta por ocasião da fala do trono e será cantado pela companhia o Hino Nacional sendo a letra apropriada a este dia, pelo distinto escritor brasileiro o Snr. Machado d’Assis”, dizia o anúncio.

Mas O Mercantil não publicou, nas edições seguintes, a transcrição da letra. A chave para o mistério estava num jornal catarinense chamado O Constitucional, em duas edições de 1867.

Em uma delas, a publicação avisa que o espetáculo do dia 2 foi adiado, porque dois músicos ficaram doentes. Em outra, de 11 de dezembro daquele ano, transcreve a letra—mas não cita o nome do autor dela.

“Enche o peito brasileiro/ Doce luz, almo fervor,/ Ante o dia abençoado/ Do seu grande Imperador”, escreve Machado em outro trecho.

As publicações foram preservadas no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina. No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional só tem edições de O Constitucional a partir de 1868 —ou seja, um ano após a execução do hino de Machado de Assis.

A descoberta de Rissato também se soma à história dos hinos imperiais brasileiros. O primeiro deles, “O Hino da Edição do jornal O Constitucional, de 1867, com hino nacional escrito por Machado de Assis /Reprodução Independência”, foi composto por dom Pedro 1º em 1822. Depois da abdicação do imperador em favor do filho, em 1831, surgiria mais um, escrito por Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva.

Houve mais um hino imperial, de data incerta e autor desconhecido —a referência mais antiga aos versos é uma partitura publicada em 1869, mas provavelmente ele foi escrito para a coroação de dom Pedro 2º, em 1841.

Assim, o hino de Machado se torna o quarto conhecido do império, antes da chegada do atual, já na República, escrito por Osório Duque Estrada.

Os versos foram compostos pelo autor de “Dom Casmurro” em uma época em que ele era principalmente poeta. Seu primeiro romance, “Ressurreição”, só viria em 1872. Já “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, só em 1881.

A produção poética de Machado é pouco conhecida, mas ele se dedicou a versos de ocasião - e não era a primeira homenagem que ele fazia à família imperial.

No aniversário de 30 anos de Pedro 2º, ele já havia composto um soneto para o monarca: “Nesse trono, Senhor, onde esculpido/ Tem a destra do Eterno um nome amado,/ Vês nascer este dia abrilhantado/ Sorrindo a ti, Monarca esclarecido!”.

Os versos permitem ver uma simpatia de Machado pela monarquia. Em 2015, descobriu-se, na fotografia clássica da missa campal pela abolição da escravatura, o rosto de Machado entre as figuras próximas à princesa Isabel - o que denota prestígio na corte.

Em 1867, mesmo ano em que escreveu o hino, o escritor seria nomeado para seu primeiro emprego ligado ao sistema monárquico, de assistente do diretor do Diário Oficial. Em 1873, o autor virou primeiro oficial da secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas -  iniciando ali uma carreira de burocrata de toda a vida.

O achado se soma a outros realizados por Felipe Rissato nos últimos anos. O mais recente havia sido a descoberta do que agora é a última fotografia de Machado, feita meses antes de ele morrer. Antes disso, ele já havia encontrado a única imagem do autor presidindo uma sessão na Academia Brasileira de Letras e uma crônica anônima dele sobre a morte da mãe.

Machado ficou órfão em 1849, aos nove anos, e, no texto, contava como corria atrás de borboletas azuis e colhia flores para dar a ela. “Eu sem ti, sem o perfume da flor que me fazia feliz e crente, chorarei sempre sem consolação; porque uma mãe perde-se uma vez e nunca mais se encontra”, escreveu na ocasião.

Agora, o desejo de Rissato é encontrar um poema de Machado intitulado “À S. M. a Imperatriz”, dedicado à imperatriz Teresa Cristina e recitado nas festividades de 7 de setembro de 1889, a última comemoração da Independência antes de a República ser proclamada. Embora mencionado em publicações, o texto continua perdido.




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