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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A MÍDIA NÃO VIU? SERÁ!? – Marcos Costa

24 de Janeiro de 2018
Marcos Costa

Recebi um vídeo sobre a March for Life 2018 em Washington:   https://www.tfpstudentaction.org/media/videos/march-for-life-2018 . Interessando-me por mais detalhes sobre a marcha, pois anos atrás cheguei a participar de uma, fui pesquisar em sites da mídia brasileira.

Afinal já são 45 anos consecutivos que defensores da vida inocente participam de marchas multitudinárias sob um frio intenso, quando não sob a neve, pois elas sempre ocorrem em janeiro.

Estupefação! A nossa mídia nada viu, nada ouviu, nada soube, portanto, nada registrou. Qual a razão dessa clamorosa omissão? Quase meio-milhão de participantes? Número desprezível para ser assim negligenciado?

Outro elemento que pude observar no vídeo foi que da marcha participaram pessoas de todas idades, mas a grande maioria era constituída por jovens. Então, não se trata apenas de um segmento da sociedade.

Qual o motivo para o silêncio ensurdecedor da mídia nacional sobre a marcha? Defender a vida inocente é lutar contra o aborto. Tanto mais quanto tal marcha se desenvolve num clima de ordem, slogans e faixas, tudo com muito propósito, que, sem dúvida, marcou a História dos Estados Unidos.

Na Marcha contra o aborto, desperta a atenção a presença da TFP americana com suas capas e estandartes rubros, com sua postura, sua fanfarra, seu trato cortês e ao mesmo tempo varonil. Isto também não agrada aos órgãos que deveriam informar e formar a opinião pública?

Os membros jovens da TFP, além de dar realce à Marcha com seus símbolos, distribuíram dezenas de milhares de folhetos com “10 Razões contrárias ao aborto”. Então um chamado não apenas simbólico, mas que fala à razão com argumentos sólidos.
Pena que a mídia não viu!

Será mesmo que não viu? Esta mesma mídia noticiou a “Marcha das mulheres atrai milhares em cerca de 250 cidades dos EUA”. E acrescenta: “Em todo o país, cerca de 250 paradas eram esperadas” e os seus organizadores, esquerdistas, claro, “aguardavam centenas de milhares de mulheres nesses encontros pelo país”.

Tratava-se portanto de uma expectativa de centenas de milhares. Pois bem, na realidade não houve a presença de centenas de milhares nem a manifestação ocorreu em 250 cidades.
Houve a March for Life em Washington com a participação de quase 500 mil pessoas e a mídia não viu, mas transformou uma expectativa de 250 paradas e centenas de milhares de mulheres presentes em fato.


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ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS PUBLICA LIVRO DE CYRO DE MATTOS SOBRE O ESCRITOR ADONIAS FILHO

Reunindo onze ensaios, o livro As Criações de Adonias Filho, de Cyro de Mattos, acaba de ser publicado pela Academia Brasileira de Letras na Coleção Austregésilo de Athayde, com prefácio do professor doutor Marcus Mota, da Universidade de Brasília. Contista, cronista, poeta, romancista, ensaísta, autor de livros infantis e juvenis, este é o segundo livro do escritor Cyro de Mattos na área do ensaio, o primeiro foi A Anotação e a Escrita.

O livro As Criações de Adonias Filho apresenta os seguintes ensaios: Trilhas do Homem, Um Criador da Literatura do Cacau, Regional de Alcance Universal, Da Linguagem Romanesca, Mares Trágicos da Bahia e África, Contra a Noite sem Madrugada, Seis Prosas Urbanas de Ficção Breve, Um Forte de Magias e Mitos, Representação do Negro, Indianismo Adoniano e O Mito na Selva Grapiúna.

Além disso, a obra traz, no final, uma cronologia sobre fatos marcantes na vida do consagrado romancista, nascido em Itajuípe, ex-membro da Academia Brasileira de Letras, a relação de suas obras, e um levantamento de obras de e sobre Adonias Filho, muito útil.

No prefácio, o professor, doutor e escritor Marcus Mota observa:
“Creio que este livro é uma grande contribuição para tornar acessível a obra de Adonias Filho, ao balancear atenta escolha de trechos dessa obra com comentários pertinentes e bem propostos. É, novamente, livro de escritor sobre escritor, com todo o cuidado e devoção de alguém que dedicou sua vida para a literatura. Creio que não pode haver melhor homenagem: ser lido por alguém que de fato ama escrever.”

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ESTRELAS - Wagner Albertsson

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ESTRELAS...



QUANDO PARTIMOS,

FICAMOS POR ALGUM TEMPO

NA LEMBRANÇA E NOS SONHOS

DAQUELES QUE NOS ESTIMARAM.

DEPOIS, AOS POUCOS,

VIAJAMOS SUAVEMENTE, SEM VOLTA,

PELA ESTRADA CINZENTA DO TEMPO,

ATÉ NOS TORNARMOS POEIRA

SOPRADA PELO ESQUECIMENTO.

TUDO O QUE INTERESSA

É ESTE MOMENTO,

POIS  ASSIM COMO AS ESTRELAS,

NOS APAGAREMOS UM DIA.



WAGNER ALBERTSSON

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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

CARNAVAL ANTECIPADO TRANQUILO! - Antonio Nunes de Souza


Carnaval antecipado tranquilo


Como era de se esperar, nosso tradicional “carnaval antecipado” transcorreu de uma maneira tranquila, bastante harmonioso, graças a vinda do governador a cidade, que disponibilizou milhares de policiais, civis, militares, guarda municipal e a normal ajuda da federal que, se duvidar, tinha mais seguranças que foliões transitando nas avenidas!

Logicamente, com esse aparato todo, a tendência era que os desordeiros e malfeitores, tomassem juízo e procedessem de uma maneira civilizada, respeitando as leis, como também não dando oportunidade da “batucada de cassetetes” fizessem uma festa em suas costas. Ou como também, não fossem agraciados com “choques elétricos” em vez de trios!

Hoje, todos voltando as suas atividades normais, uma grande maioria já começando a fazer as programações para o carnaval oficial em outras cidades. Os mais comedidos e cautelosos, certamente ficarão por aqui, indo diariamente para as praias de Ilhéus e, como sempre é bom rememorar o passado, brincar no carnaval cultural, ao som de bandas locais, charangas, cantando as queridas marchinhas do passado, acompanhando com a leveza daquele velho passinho moderado, sem precisar se contorcer barbaramente mexendo as cadeiras em todas as direções!

Como foi amplamente anunciada, a cantora Cláudia Leite não foi contratada pela Bahiatursa e, para o povo sempre é tudo bem. Nem colocaram outra atração de igual peso no lugar. Essa atitude com o povo é encarada como normalíssima, pois já está habituado a ver promessas não realizadas!

Todos dançaram, todos cantaram, os políticos tiraram seus proveitos e, para o povo, as faltas das necessidades básicas continuam urgindo!


Antonio Nunes de Souza, escritor

Membro da Academia Grapiúna de Letras-AGRAL-antoniodaagral26@hotmail.com

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TEMPO DE CARNAVAL – Por Cyro de Mattos

Tempo de Carnaval
Cyro de Mattos


Tempo de carnaval. O banco, o escritório, a indústria e o comércio eram substituídos por uma máquina de fazer alegria. O corso passava pela Avenida Sete numa maravilhosa ventura em torno do tempo perdido na história. Improvisava figurações diversas, tinha feições de cores e luxo, uma ópera no desfile do carro alegórico lembrava a Grécia antiga, Veneza.O êxtase e riso invadiam a Rua Chile. Havia a guitarra elétrica na fóbica, puxava atrás pequena multidão, formada por gente do povo nos prazeres, vibrações de corpo que insinuavam uma dança frenética.

O bar Cacique, antes Bob’s, vizinho ao Cine Guarani e ao cabaré Tabaris, era parada obrigatória do folião para o chope.

Ele se impregnava no carnaval daquela forma de viver, que não queria saber do mundo rotineiro, fantasiava a onda humana para cantar e dançar na avenida. Blocos antigos, afoxés, batucadas. Na tanga do índio, na mortalha suada da moça, no amor da colombina. Ventos da utopia. A vida suavizada pela passagem mística do bloco Filhos de Ghandy.

Tempo que transformava o branco no preto, o pobre no rico, o sacro no leigo, com o padre e a freira. Não havia vencedores e vencidos, viver era igual a se divertir.

Pelo salão com a espada de pau. O olho tapado na cara de mau. E a cigana que fingia ser definitivo o amor passageiro no carnaval. O chão cheio de confete, serpentina colorindo o ar, a lança que perfumava a melindrosa em cada volta. Risos com mais de mil palhaços no salão, pierrô fazendo suas juras, arlequim chorando pelo amor da colombina no meio da multidão.

Vestido de marujo, viajando pelo mundo de uma só cor, a da euforia. Na quarta-feira de cinzas, quando o coral silenciava, sem o apito da alegria, descia da nau, que chegava ao porto no jardim da Piedade. Chegava de madrugada, polvilhada de fadiga pela cauda, puxando a manhã fresca e pura.



*Cyro de Mattos é escritor e poeta. Membro Titular da Academia de Letras da Bahia e do Pen Clube do Brasil. Primeiro Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Santa Cruz. Um dos idealizadores da Academia de Letras de Itabuna (ALITA).

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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

SÃO FRANCISCO DE ASSIS – Padre José de Castro

Francisco de Assis

            Foi até no meio de atrozes dores e angústias cruéis,  quando a luz lhe fugia dos olhos e um ferro em brasa lhe queimou, por medicina, a fronte espaçosa, que ao canto pediu consolo e foi nestes minutos de maravilha que soltou o Cantico de frate sole, a primeira flor da poesia italiana. Quando a carne rechinava sob o fogo, dos lábios do trovador saía o:

Laudato sii, mio Signore; com tutte le tu especialmente messer lo frate sole [creature lo qual giorna e allumini per lui.

            Canta-se quando a alegria corre como doida pela alma da gente; canta-se quando a vida irradia alvoradas e esperanças. Mas o coração canta melhor quando há névoas nos olhos, quando as dores da despedida e da saudade torturam o coração alanceado. Nas vésperas de morrer, quer ainda uma vez abençoar a terra bem amada e ordena que o coloquem em frente  do hospital dos leprosos que fica a meio caminho entre Assis e a igreja da Porciúncula. Volta-se para a cidade, diz-lhe adeus e desenha sobre ela a bênção e, com as minguadas forças que lhe restam, canta:

Laudato sii, mio Signore
per quelli che perdonano per lo tuo amore.

          Ao aproximar-se-lhe a morte,  não lhe confessa medo. Os frades em redor choram o próximo trespasse. E São Francisco, que cantara e amara o irmão lobo com o mesmo enternecimento com que cantara e amara as irmãs aves e a irmã ovelha, que havia englobado no mesmo amor o irmão sol e o irmão fogo, quer saudar a irmã morte, pede que lhe ergam a cabeça e, baixinho, em surdina, canta quem lhe vai cortar o último fio que o prende à vida:

Laudato sii, mio Signore
per sora mostra morte.

          O trovador de Assis e de Perusa, o cantor de Dona Pobreza, o maior amigo de Deus no século XIII vai soltar o canto do cisne. É o canto de quem pede a esmola do auxílio na hora derradeira de vida. E em voz quase sumida, entoa:

Alzo la mia voce al Signore (Signore.
alzo la mia voce per chiedere soccorso al

            Como o rouxinol de Bernardim Ribeiro que viveu e morreu esfalfado de cantar, São Francisco, o maior cantor de Cristo,  o grande trovador da Umbria,  viveu cantando e a cantar morreu.

Padre José de Castro
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(LÍNGUA PORTUGUESA  Luso=Brasileira
ANTOLOGIA F. T. D. – livro de leitura
Organizado por Mário Bachelet)

LIVRARIA FRANCISCO ALVES
1944
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ROMANCE HISTÓRICO ‘LA CASA AMARILLA’ BUSCA INTERAÇÃO CRÍTICA DO LEITOR

Por Shirley M. Cavalcante (SMC)

Iara Ladvig Budelon nasceu em 1965 em Porto Alegre (RS). Aos 16 anos escreveu o primeiro romance “Areias Escaldantes”, não publicado. Na escola de Ensino Fundamental Visconde de Pelotas participou de concursos literários promovidos pelo Grêmio Estudantil, onde foi incentivada pela orientadora educacional Vânia Mendes e a professora de língua portuguesa Maria Teresinha Sentinger.

Em 1982, participou de concurso literário promovido pela LBA/Sul Brasileiro, no Ano Nacional do Idoso na categoria conto, obtendo menção honrosa. Graduada em Serviço Social (1994), com extensão em Gestão do Desenvolvimento Humano pela ULBRA-RS, trabalhou na Gestão de projetos governamentais em prefeituras do interior. Graduanda em Direito, blogueira e escritora freelance, Iara escreve em todos os gêneros: poesia, crônica, contos, romance e artigos de opinião. É autora do livro “Nós Desfeitos de Nós – Desafios”, no gênero autoajuda, em 2011 pela Editora Alcance.

“Por se tratar de um romance histórico, equilibrar na ficção a verossimilhança com a historiografia, criando um espaço de diálogo coeso entre realidade ficcional e empírica, buscando e despertando a interação crítica do leitor.”
Boa Leitura!

Escritora Iara Ladvig Budelon, é um prazer contarmos com a sua participação na Revista Divulga Escritor. Conte-nos, o que a inspirou a escrever o romance “La Casa Amarilla”?

Iara Budelon - Primeiramente, agradeço a oportunidade de participação e divulgação do meu livro. A inspiração para escrever o romance “La Casa Amarilla” se deve a sonhos recorrentes entre a fase da adolescência e a idade adulta. Costumava sonhar com uma casa amarela, me sentindo íntima daquele ambiente, como se realmente morasse ali. O sonho gerava um déjà vu. Um dia, ouvindo a trilha sonora de Gypsy King, tive vontade de escrever um romance, e a casa amarela seria o cenário perfeito, envolvendo descendentes de espanhóis, um amor quase impossível pelos ditames morais impostos à época, uma mulher forte e destemida lutando para sobreviver em tempos difíceis marcados pelo jugo do coronelismo, a cultura machista segregadora de direitos, ganância e preconceitos de gênero, raça e social, revelando aspectos desumanos da história da humanidade;aspectos esses, que se prolongam no tempo, com uma acuidade deficitária da percepção do outro. Iniciei a escrever o romance em 2010, e terminei em 2011, quando fiz o registro da obra no Escritório de Direitos Autorais – EDA. Na época, encaminhei em arquivo Word para algumas editoras em São Paulo, para fins de avaliação da obra. Somente esse ano foi possível a publicação.

Como foi a escolha do título?

Iara Budelon - O título surgiu em decorrência do sonho com a casa amarela, ambientando o enredo em torno dela.

Apresente-nos a obra.

Iara Budelon - O romance histórico é ambientado em 1927, na cidade fictícia de Pinedos. Uma família de descendentes espanhóis, os Saavedra, é dizimada por doenças mortais, restando apenas mãe e filho, Teresa e Alejandro.Com pouco dinheiro e muitos hectares de terras férteis, recomeçam praticamente do zero. Com a escassez de recursos, reconstroem o casario amarelo, bastante desgastado pelas ações do tempo, e investem na cultura do café.

Em um passeio pela cidade, Teresa conheceu o vizinho lindeiro. E após anos de viuvez, entregou-se a uma paixão, entre uma série de encontros e desencontros amorosos. O bucólico se manifesta em cenas inquietantes, ou mesmo mornas, instigando o leitor a um quebra-cabeça de indagações.
Teresa, soberana em suas decisões, tornou-se a própria vilã ao entregar-se ao claustro dos ditames morais da época.

Quais os principais personagens que compõem a trama?

Iara Budelon -Teresa, protagonista; Esteban, fazendeiro de origem hispânica e lindeiro de Teresa; e Antônio, administrador da Fazenda Saavedra.

Quais os principais desafios para escrita do romance?

Iara Budelon - Por se tratar de um romance histórico, equilibrar na ficção a verossimilhança com a historiografia, criando um espaço de diálogo coeso entre realidade ficcional e empírica, buscando e despertando a interação crítica do leitor.

Qual o momento que mais a marcou enquanto escrevia “La Casa Amarilla”?

Iara Budelon - O final da história foi um momento, especialmente, emocionante. Faz pensar que vale a pena lutar pelo que acreditamos, sejam crenças, valores e cultura,quando alguns personagens tinham “insight”, contornando situações adversas por meiode uma atitude significativa.

O que mais a encanta nesta obra literária?

Iara Budelon - O contraste de força e doçura da mulher, em uma quebra de braço com as chagas da alma pelas desumanidades, as quais ganham espaço nas mídias cotidianas.
 A proposta de vislumbre crítico, sempre atual, da incansável batalha da mulher pelo espaço na sociedade, conquistando respeito e reconhecimento no desempenho de seus diversos papéis.A imposição, ferrenha e atemporal, das questões sociais, de gênero e racial, abraçadas culturalmente por ideias errôneas.

Onde podemos comprar seu livro?


Quais os seus principais objetivos como escritora?

Iara Budelon - Continuamente, aprimorar a qualidade da escrita; transpor para a ficção fatos reais, instigando o leitor a repensar as questões sociais ligadas ao preconceito social, gênero e raça, oportunizando um espaço à construção crítica da realidade com vistas a mudanças; e desconstruir a imagem de subalternidade relegada à mulher em relação ao homem, desfazendo o conceito cultural démodé para um “novo pensar”.

Você pensa em publicar novos livros?

Iara Budelon - Sim. Os stand by engavetados, registrados no EDA.E aqueles que futuramente pretendo escrever.

Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista. Muito bom conhecer melhor a escritora Iara Ladvig Budelon. Agradecemos sua participação na Revista Internacional Divulga Escritor. Que mensagem você deixa para nossos leitores?

Iara Budelon - Sempre é tempo de recomeçar. Fazer algo por si e pelos outros, construindo pontes para dias melhores por meio das atitudes. Isso depende, unicamente, de cada um de nós.Faz-se o tempo.

Blog da autora:

Divulga Escritor, unindo você ao mundo através da Literatura


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